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	<title>Papo de Homem - Lifestyle Magazine &#187; Conrado Navarro</title>
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		<title>O dinheiro, o homem e uma festa cheia de gente estranha</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 09:08:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e ensaios]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Para quem acredita que ter razão é sinônimo de viver a verdade, as desculpas embaçam nossas reais dificuldades e criam a falsa de impressão de que &#8220;está tudo certo&#8221;, de que nosso potencial só não está sendo melhor aproveitado porque &#8220;o sistema não deixa&#8221;. Viver na zona de conforto é satisfatório. Mas o que isso [...]</p><p><br /><hr /><p>Curadoria do PdH com as mais deliciosas mulheres da web, selecionadas a dedo: <a href="http://apimentadas.papodehomem.com.br">www.apimentadas.com.br</a></p></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem acredita que ter razão é sinônimo de viver a verdade, as desculpas embaçam nossas reais dificuldades e criam a falsa de impressão de que &#8220;está tudo certo&#8221;, de que nosso potencial só não está sendo melhor aproveitado porque &#8220;o sistema não deixa&#8221;.</p>
<p>Viver na zona de conforto é satisfatório. Mas o que isso tem a ver com você e as pessoas com quem você se relaciona? O que isso tem a ver com sua grana e a maneira com que ela serve a seus propósitos? A relação é direta, embora seja mal compreendida.<span id="more-50387"></span></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/KcSTSsBiOlE?rel=0" frameborder="0" width="619" height="420"></iframe><br />
<em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=KcSTSsBiOlE" target="_blank">Link YouTube</a> | Vale lembrar: dinheiro na mão é vendaval</em></p>
<h3>Amar é&#8230; mais fácil quando a outra pessoa tem dinheiro</h3>
<p>O dinheiro é um meio de troca. Só isso. Trocamos nosso esforço por dinheiro, que é então usado para proporcionar conforto, consumo e satisfação pessoal. Alexandre Versignassi, no excelente livro <em>Crash</em>, diz algo mais ou menos assim:</p>
<blockquote><p>&#8220;O dinheiro permite que uma manicure consiga comprar pão sem ter que fazer as unhas do padeiro.&#8221;</p></blockquote>
<p>Acontece que, desde os primeiros dias de nossa vida laboral, associamos o dinheiro à chance de &#8220;subir na vida&#8221;. Assim, colocamos nas cifras expectativas que transcendem a real importância de trabalhar. Não fazemos isso porque somos egoístas, interesseiros ou &#8220;porcos chauvinistas&#8221;, mas porque o dinheiro compra muita coisa.</p>
<p>E <strong>comprar muitas coisas atrai os olhares das pessoas à nossa volta</strong>.</p>
<p>Somos frequentemente definidos por nossas posses e por aquilo que exteriorizamos em uma relação. Julgamos muito pela aparência porque é a maneira mais simples de formar opinião a respeito de alguém ou algum lugar. A engrenagem gira e logo somos impelidos a glorificar a diferenciação pelos bens, ainda que isso não seja necessariamente nossa definição de sucesso. Enquanto isso, as relações vão ficando tensas, complexas e delicadas. O convívio social, perceba, passa a ser, invisível e paradoxalmente, um reflexo do nosso relacionamento com o dinheiro.</p>
<p>Experimente o olhar mais questionador: adianta querer manter o status se não existir plateia? E quem define, cultiva e exercita a plateia? Nós mesmos. Trata-se de um ciclo óbvio.</p>
<h3>Talvez você seja um exibicionista</h3>
<p>O paradoxo do cotidiano se mostra na medida em que, muitas vezes, afirmamos aos mais queridos que &#8220;essa coisa de dinheiro é besteira&#8221;, sempre seguido de &#8220;o que importa é a família e os amigos e a importância que damos a eles&#8221;. Pego emprestado uma opinião do escritor Alain de Botton:</p>
<blockquote><p>&#8220;Perdemos o interesse pelos outros quando tudo que procuramos fazer é afirmar o quanto as coisas estão indo bem para nós, da mesma maneira que a amizade só tem chance de crescer quando ousamos compartilhar aquilo que tememos e lamentamos. O resto é puro exibicionismo.&#8221;</p></blockquote>
<p><strong>E é isso que vivemos: um exibicionismo irritante e infantil.</strong> Somos incapazes de dar bom-dia<em> </em>ao porteiro ou de dar um abraço efusivo em um honrado trabalhador da construção civil. Mas passamos horas discutindo &#8220;planos de carreira&#8221;, &#8220;decisões pessoais difíceis&#8221; e outros tantos &#8220;assuntos importantes&#8221;.</p>
<div id="attachment_50407" class="wp-caption alignnone" style="width: 630px"><img class="size-full wp-image-50407" title="O dinheiro, o homem e uma festa cheia de gente estranha" src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2011/12/money-in-hand.jpg?95884c" alt="" width="620" height="430" /><p class="wp-caption-text">&quot;Dinheiro não é tudo&quot;, disse meu melhor amigo, Benjamin Franklin</p></div>
<p>Convivemos com as mais variadas possibilidades de colocar em prática o discurso da consciência limpa, do “dinheiro não é tudo”, mas preferimos as satisfações imediatas do consumo e a reverência que só o status – o “ter coisas” – é capaz de trazer. Traduzindo: adoramos mesmo é ditar verdades e fazer tudo “da boca pra fora”. A verdade, no entanto, é mais cruel.</p>
<h3>Suas festas têm convidados importantes ou apenas quem valide seu modo de vida?</h3>
<p>Pense agora nas festas que você organiza ou das quais participa. Quem são os convidados à sua volta?</p>
<p>Vou reformular a questão: você convive com quem valida seu modelo de vida ou com quem o questiona com o propósito de fazê-lo sentir-se vivo?</p>
<p>Muito do que estou falando aqui tem nome: hipocrisia.</p>
<p>Confesso que tenho fortes tendências a recusar convites de casamento, festas e muitos outros compromissos semelhantes, simplesmente porque sei que os participantes não serão as pessoas com quem eu realmente gostaria de conversar sobre o que me é mais valioso: a qualidade de vida, o bem-estar familiar e o equilíbrio pessoal. O que normalmente encontro nestas ocasiões são fervorosos militantes, cada um buscando mais reconhecimento e oportunidades de destilar seu poder.</p>
<p>Não se assuste ao saber que, no meu casamento, estavam presentes desde o cabeleireiro da família (sim, existe isso!) até a manicure de minha esposa, passando pelo porteiro do edifício onde moramos, seus colegas de trabalho no condomínio e outras pessoas para quem um ombro amigo e um ouvido paciente valem mais que o salário. Acredite, muita &#8220;gente importante&#8221;, íntima, e que tem relação direta com minha vida e trabalho, ficou de fora.</p>
<p>Relacionamentos são entidades complexas, especialmente quando são nutridos por interesses genuinamente humanos. Essa observação leva a uma tentativa superficial de mudar a ordem das coisas: é melhor aproveitar as pessoas do que permitir que elas desenvolvam seu verdadeiro papel. <strong>Criamos amizades frágeis para homologar o caminho que escolhemos</strong>, quando o ideal talvez fosse cultivar amizades capazes de suportar quem realmente somos.</p>
<h3>O sistema quer que você vença, só isso!</h3>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/0WjnbtNgYNg?rel=0" frameborder="0" width="619" height="315"></iframe><br />
<em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=0WjnbtNgYNg" target="_blank">Link YouTube</a> | A ganância é boa&#8230;</em></p>
<p>Fazer questão de trabalhar mais do que a família pode suportar, com a justificativa de que &#8220;é tudo pela família&#8221;, é uma decisão muito cara: o que era para ser razão de alegria – ganhar mais, ter mais, poder fazer mais – cria a necessidade de plotar essa nova ordem familiar como sendo melhor que a &#8220;vida difícil&#8221; do servente de pedreiro. Você tem que ser o bom, não é assim?</p>
<p>Temo que a lógica da crença &#8220;trabalho-dinheiro-poder-status&#8221; gere abismos pessoais angustiantes. Ora, deve ser difícil para uma pessoa entrar no elevador e não olhar na sua cara. Ignorar o trabalho digno de uma faxineira quando você está de terno e ele de uniforme deve ser ainda mais difícil. Como segurar o desejo de sorrir para ela e dizer &#8220;olá&#8221;, sabendo que isso fará seu dia mais leve e melhor?</p>
<p>Afinal, por que é que ralamos tanto? Vale a pena comemorar mais sozinho e com a família as conquistas alcançadas ou é imperativo que elas sejam largamente divulgadas? O modelo hipócrita vigente prega que não adianta vencer; é preciso ter pinta de vencedor. Ironicamente, não há consenso sobre o que realmente seja sucesso. A vitória é pessoal, mas o sucesso precisa ser para os outros. Não é engraçado?</p>
<h3>Ser feliz fica para depois&#8230;</h3>
<p>O resumo da história você já conhece: gente irritada com o que dizem sobre ela, jovens querendo fazer do consumo sua receita de participação social e famílias despedaçadas, com brigas feias e muito sofrimento. Enquanto tudo isso estiver sendo feito com a justificativa de &#8220;sermos felizes&#8221;, toda e qualquer reflexão como essa será puro devaneio.</p>
<p>Adoraria saber o que dizer a você que concorda comigo e acha que, apesar de lunático, sou alguém que merece seu respeito. Infelizmente, não sei o que fazer ou dizer. Talvez seja melhor assim, porque pareceria muita ingenuidade querer mudar as coisas a partir de você. Deixo isso para os seus convidados.</p>
<p>Enquanto aprendo, tenho seguido uma regra simples para definir quem realmente merece meu tempo e minha atenção. Se a primeira pergunta que ouço em um encontro é &#8220;O que você faz?&#8221;, digo que sou um colecionador de fracassos. A reação é imediata: uma cara de espanto e uma desculpa – sempre ela! – para sair andando. As poucas pessoas que antes falam &#8220;oi&#8221; são minhas amigas.</p>
<h2 class="page_title froxo">LEIA TAMBÉM...</h2>
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	</ol>
<p><br /><hr /><p>Curadoria do PdH com as mais deliciosas mulheres da web, selecionadas a dedo: <a href="http://apimentadas.papodehomem.com.br">www.apimentadas.com.br</a></p></p>]]></content:encoded>
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		<title>Independência financeira aos 30: sonho, opção ou utopia?</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 10:33:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[HSBC Premier]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Recebi um convite muito especial dos amigos do Papo de Homem para falar um pouco sobre a minha história em torno do dinheiro, das decisões econômicas e da possibilidade de equilibrar a realização de sonhos com o simples consumo cotidiano. Conquistar a independência financeira antes que a idade te impeça de poder desfrutar dela plenamente, [...]</p><p><br /><hr /><p>Curadoria do PdH com as mais deliciosas mulheres da web, selecionadas a dedo: <a href="http://apimentadas.papodehomem.com.br">www.apimentadas.com.br</a></p></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi um convite muito especial dos amigos do Papo de Homem para falar um pouco sobre a minha história em torno do dinheiro, das decisões econômicas e da possibilidade de equilibrar a realização de sonhos com o simples consumo cotidiano. Conquistar a independência financeira antes que a idade te impeça de poder desfrutar dela plenamente, afinal, é uma questão de opção, disciplina e foco, mas também de aprender com os erros – seus e dos outros.<span id="more-48602"></span></p>
<div id="attachment_48692" class="wp-caption alignnone" style="width: 630px"><a href="http://papodehomem.com.br/independencia-financeira-aos-30-sonho-opcao-ou-utopia/10k-main-event-world-championship-final-table/" rel="attachment wp-att-48692"><img class="size-large wp-image-48692" title="Independência financeira aos 30: sonho, opção ou utopia?" src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2011/11/joe-cada-620x411.jpg?95884c" alt="" width="620" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Não, amigo, planejamento financeiro não é como uma estratégia de pôquer</p></div>
<p>Aceitei o desafio de misturar a minha história ao que aprendi sobre finanças pessoais. O resultado é o material que você lê a seguir. Importante salientar, no entanto, que o objetivo deste texto não é oferecer os “melhores investimentos” ou quaisquer “atitudes capazes de fazê-lo enriquecer rapidamente”. Nada disso. O artigo é um convite a uma reflexão mais simples, porém igualmente profunda, sobre o papel do dinheiro em nossas vidas.</p>
<h3>A polêmica faz parte</h3>
<p>O grande barato de falar sobre dinheiro é observar e questionar as reações dos interlocutores. Assim como futebol, política, sexo e religião, dinheiro é um daqueles temas que despertam nos outros as mais variadas sensações e trazem à tona verdades absolutas capazes de gerar debates bem intensos.</p>
<p>Eu, você, ele, ela, cada um acredita que cuida bem de sua vida e que dinheiro é um assunto pessoal demais para ser colocado em pauta. Mais: muitas vezes julgamos os outros mais pelas suas posses que pelos seus predicados pessoais/familiares; depreciamos os que parecem mais ricos e felizes e também aqueles que insistem em viver vidas financeiras simples, sem dívidas e muita ostentação.</p>
<p>É óbvio que viver endividado é perigoso e prejudicial; que ter o nome sujo e ser impossibilitado de comprar gera constrangimentos; que gastar mais do que ganhamos cria distorções capazes de fazer a família passar por sérios problemas. Não é preciso ser especialista para entender tudo isso. Por que, então, agimos assim? Porque sempre acreditamos que conosco “será diferente” e que as nossas justificativas são “de verdade”. O autoengano de cada dia fala muito alto.</p>
<h3>Mas, o que é o planejamento financeiro?</h3>
<p>A leitura especializada traz definições variadas, mas que giram em torno de um conceito único: conhecer seu padrão de vida e aprender a respeitá-lo possibilita que você faça melhor uso de seus recursos financeiros. A frase parece técnica, entediante e nos remete a uma vida de privações. <strong>Cuidado com as respostas fáceis demais.</strong></p>
<p><object id="wat_602258" width="620" height="350" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.wat.tv/swf2/727277nIc0K11602258" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="wat_602258" width="620" height="350" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.wat.tv/swf2/727277nIc0K11602258" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object><br />
<em><a href="http://www.wat.tv/video/mtv-cribs-shaquille-neal-by-cwpe_2g5gn_.html">Link Wat.tv</a> | Afinal, não é porque se fez o primeiro milhão que se vai levar uma vida de Shaquille O&#8217;neal</em></p>
<p>Interpretar o planejamento financeiro como uma atividade ligada somente ao mundo dos sovinas é mais uma das muitas desculpas esfarrapadas que circulam por ai. Entendo que planejar-se financeiramente seja apenas mais uma de nossas responsabilidades diárias para com nosso próprio bem estar e qualidade de vida. E que cada um pode fazê-lo como bem entender, mas que é importante ter em conta que alguns limites e frustrações sempre farão parte de nosso dia a dia.</p>
<h3>Como tudo começou para mim?</h3>
<p>Sou diagnosticado com TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade), e uma de minhas principais características é o hiperfoco. Quando quero muito alguma coisa, vou até o fim para aprender e realizar aquele objetivo. Mas, ao mesmo tempo, sou dispersivo para questões secundárias, ficando facilmente entediado depois de algumas horas dedicadas a algo que não me agrada.</p>
<p>Isso explica porque sempre aprendi muito mais com exemplos que com palavras e simples sermões. Felizmente, vivi a infância e a adolescência cercado de pessoas curiosas e dispostas a responder grande parte de minhas perguntas. Filho de pai professor universitário (servidor público) e mãe advogada (autônoma), aprendi desde cedo que era muito importante equilibrar desejos e consumo.</p>
<p>Se de um lado a família tinha a estabilidade e a tranquilidade oferecidas pelo trabalho de meu pai, por outro existia sempre a possibilidade de tomar decisões mais ousadas com parte do dinheiro extra proveniente do escritório de minha mãe. As extravagâncias não faziam parte do nosso estilo de vida; o diálogo franco e a preocupação com o futuro sim.</p>
<p>Trago desta época alguns valores e princípios:</p>
<ul>
<li>O <strong>trabalho</strong>, segredo da construção de qualquer ser humano e profissional, sempre esteve presente e, portanto, nunca me assustou. Nasci de cesariana e dois dias depois minha mãe estava trabalhando. Meu pai sempre deu aulas em períodos diversos, o que muitas vezes significava vê-lo apenas no almoço ou nem isso.</li>
<li>Valorizar o <strong>esforço pessoal</strong> se tornou uma marca registrada de minha personalidade. Entendi que somos reflexo de nossa forma de encarar os problemas e desafios, mas que todos merecem atenção independentemente dos resultados alcançados. Desde cedo fui envolvido nos ambientes de trabalho de meus pais e a diversidade presente em uma faculdade e no contato com clientes em um escritório de advocacia me fez perceber que <strong>são as pessoas os ativos mais valiosos que um sonho pode ter</strong>.</li>
<li>A <strong>frustração e os limites</strong> criaram situações difíceis em casa, mas nunca serviram como fator limitador. Vi, por muitas vezes, minha mãe chegar cabisbaixa em casa por uma reviravolta no trabalho. Ainda assim, ela era capaz de sentar por horas para me ajudar com os muitos trabalhos de história, sua outra paixão.</li>
</ul>
<h3>Os caminhos já existem, mas também podem ser criados</h3>
<div id="attachment_48706" class="wp-caption alignnone" style="width: 630px"><a href="http://papodehomem.com.br/independencia-financeira-aos-30-sonho-opcao-ou-utopia/wallpaper-1036751/" rel="attachment wp-att-48706"><img class="size-large wp-image-48706" title="Independência financeira aos 30: sonho, opção ou utopia?" src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2011/11/wallpaper-1036751-620x387.jpg?95884c" alt="" width="620" height="387" /></a><p class="wp-caption-text">É. Fácil ninguém falou que seria</p></div>
<p>Você deve estar se perguntando: “Que relação tudo isso tem com dinheiro e independência financeira?” É simples: para que sejamos pessoas melhores, mais completas e informadas, temos que cultivar e desenvolver algumas características. O dinheiro não deve ser uma disciplina à parte, mas parte dos exemplos dados em casa e na escola.</p>
<p>Em outras palavras, não adianta querer ensinar ou aprender tudo sobre dinheiro; é mais importante (e fácil) lidar com ele de forma adulta, menos estigmatizada. Assim dei meus primeiros passos: encarando o trabalho e o dinheiro como parte de meu cotidiano, como mera consequência do que eu desejava me tornar.</p>
<p>E nessa de me conhecer, errei. Errei muito. Não por causa do dinheiro, mas <em>apesar</em> do dinheiro. Desperdicei três anos de bons salários na busca de algo que não sei o que era, vi duas empresas minhas falirem diante de meus olhos e tentei começar outros dois negócios sem sucesso.</p>
<h3>Você já se sentiu perdido?</h3>
<p>Eu já. É normal. Então resolvi que eu poderia fazer a diferença trabalhando em uma grande empresa, uma multinacional. E foi o que fiz, mas não me senti plenamente realizado. Eu trabalhava muito, algo que aprendi que é bom, mas de forma desordenada e perigosa: minha saúde e meu primeiro casamento ruíram.</p>
<p>Aos 25 anos, eu estava exatamente onde estava aos 18, mas divorciado, passando por problemas graves de saúde e fazendo terapia. Eu me escondia nas justificativas, achava que “o mundo era injusto comigo”. O autoengano (lembra do começo do texto?) era conveniente e confortante. Eu estava sozinho e insistia que a culpa era do sistema, dos outros.</p>
<p>Felizmente, os princípios que citei como parte de meu aprendizado familiar não me deixaram desistir: voltei a tentar, insisti com novos negócios e novos hábitos. Prosperei. Hoje sou um empresário e investidor de sucesso, tenho uma família maravilhosa e sou maratonista amador (já começando a treinar para me meter no triátlon). Tenho apenas 31 anos.</p>
<p>Arriscar, tentar e insistir são ações mais “românticas” aos olhos do leigo. É legal conhecer alguém “destemido”, “corajoso” e que “não liga para o tamanho dos desafios”. Vivo assim, é fato, mas com a mentalidade de quem acredita e tem no planejamento financeiro como um aliado para a liberdade.</p>
<div id="attachment_48709" class="wp-caption alignnone" style="width: 630px"><a href="http://papodehomem.com.br/independencia-financeira-aos-30-sonho-opcao-ou-utopia/spelunking-in-neversink-pit/" rel="attachment wp-att-48709"><img class="size-large wp-image-48709" title="Independência financeira aos 30: sonho, opção ou utopia?" src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2011/11/wallpaper-1030510-620x465.jpg?95884c" alt="" width="620" height="465" /></a><p class="wp-caption-text">Encarar desafios é necessário sim. Mas todo desafio exige os equipamentos mínimos de segurança</p></div>
<h3>O planejamento que funcionou para mim</h3>
<p>Depois de alguns anos insistindo, tive uma conversa séria com meus pais. “Você pode e deve tentar, mas para isso precisa ter recursos e criar suas próprias oportunidades”. Minha ficha caiu depois de alguns dias: eu tinha que aprender a respeitar meu fluxo de caixa e criar as condições para usufruir da independência que tanto desejava. E fiz assim:</p>
<ul>
<li>Revi meus itens de consumo e minhas decisões financeiras até então. Eu vivia um padrão de vida completamente incompatível com o que recebia. Vendi meu carro, abri mão de alguns hobbies, vendi itens de coleção, desfiz uma sociedade e decidi que precisava começar a multiplicar meu dinheiro.</li>
<li>Passei a organizar meu cotidiano financeiro em torno de controles simples. Estipulei metas de gastos para minhas principais necessidades e passei a anotar minhas receitas e despesas em uma planilha.</li>
<li>Reavaliei e deixei de lado hábitos nada saudáveis. Sabe aquela besteira de homem que não guarda moedas porque não tem onde colocá-las e elas fazem barulho? Decidi também negociar muito bem minhas compras e larguei de vez o sedentarismo. (Eu era o chamado “falso magro”, conhece? Um perigo!)</li>
<li>Decidi aprender mais sobre investimentos e parti para a “luta”. Fiz cursos sobre bolsa de valores, li mais de 200 livros em cerca de três anos, fiz um MBA em finanças e passei a frequentar os ambientes onde circulavam os “caras” reconhecidamente bons em investir e multiplicar seu capital.</li>
<li>Criei metas de investimento claras, classificando as aplicações como despesas dentro de meu orçamento. Comer, vestir, morar e investir passaram a ser decisões com o mesmo peso a partir de então.</li>
<li>Passei a investir de forma mais agressiva, mas ao mesmo a compor uma reserva de emergência. Com alguns sócios, participei de muitos negócios diferentes, compra e venda de carros usados, imóveis, terrenos, sociedade em pequenas empresas etc. Com o tempo, convenci este grupo a focar em uma boa carteira de investimentos em ações e imóveis.</li>
<li>Valorizei o padrão de vida frugal, mas igualmente feliz e libertador. A imposição de algumas restrições de consumo me fez abrir os olhos para aspectos antes deixados de lado. Eu viajava muito, gastava de forma egoísta e depois dizia não ter condições de viajar para visitar minha família (moro fora desde os tempos de faculdade).</li>
</ul>
<div>
<p>Na prática, vejam aqui um exemplo do que deu muito errado:</p>
<p>Ainda na universidade eu decidi, com um colega, abrir uma empresa de criação e adaptação de softwares ERP (gestão). Meu conhecimento de administração e finanças era pífio, assim como o de meu colega. Investimos nossas economias no negócio, conseguimos alguns bons clientes, chegamos a chamar alguns estagiários, mas por razões óbvias o negócio não vingou.</p>
<p>Ficamos deslumbrados com as possibilidades daquele investimento na empresa e passamos a enxergar necessidades onde elas não existiam, comprometendo a rentabilidade do negócio e o seu fluxo de caixa. Queríamos montar um escritório melhor, comprar um carro para atender a micro-região em volta e aumentar a equipe. Tudo ao mesmo tempo, sem ter um cenário claro de demanda por trabalho à frente. E ainda precisávamos continuar na faculdade. Nossa incompetência e insistência no erro mataram o investimento.</p>
<p>Já houve também o que deu muito certo:</p>
<div id="attachment_48713" class="wp-caption alignnone" style="width: 630px"><a href="http://papodehomem.com.br/independencia-financeira-aos-30-sonho-opcao-ou-utopia/stock-exchange-images-5/" rel="attachment wp-att-48713"><img class="size-large wp-image-48713" title="Independência financeira aos 30: sonho, opção ou utopia?" src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2011/11/stock-exchange-images-5-620x482.jpg?95884c" alt="" width="620" height="482" /></a><p class="wp-caption-text">É aqui que coisas interessantes podem acontecer</p></div>
<p>Ainda em meados de 2003 fui apresentado a algumas alternativas de investimento até então nada populares entre muitos brasileiros. Uma dessas alternativas era a bolsa de valores. Eu, leigo no assunto, decidi questionar um de meus amigos (que na época trabalhava em um grande banco). Eu tinha algum dinheiro, algo em torno de R$ 50 mil, e queria garantir que eu não mexeria nesse capital até completar 30 anos &#8211; eu estava em uma fase muito complicada e de muito trabalho e viagens em uma grande empresa.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Se você não tem tempo e não tem interesse, escolha ou empresas sólidas, de boa liquidez e que paguem dividendos, ou um fundo de ações com esse perfil&#8221;</em>.</p></blockquote>
<p>Não esqueci essa frase porque até hoje eu a repito à exaustão para os muitos amigos que tenho. Pesquisei as alternativas, busquei detalhes e optei por um fundo de ações especializado, classificado como Dividendos. O dinheiro ficou lá e a partir de 2005 eu ainda passei a aportar cerca de R$ 1.000,00 todo mês. A bolsa realmente se mostrou muito interessante e em cerca de 7 anos o fundo rendeu mais de 850%. Apesar de algumas ações (e outros fundos) terem rendido ainda mais (em alguns casos bem mais), não tenho do que reclamar: a grana literalmente “deu cria”.</p>
</div>
<h3>Chega, você já me conheceu muito bem!</h3>
<p>A esta altura, você deve ter percebido que não sou nem um pouco diferente de você ou de qualquer outra pessoa. Se percebeu o contrário, reconsidere. Não somos diferentes no ser, no viver, no errar, no insistir, no fazer, chorar e persistir. Talvez sejamos distintos nos detalhes: frugalidade, lidar com a frustração, saber esperar, negociar, investir, poupar e construir patrimônio (renda passiva). Detalhes, sim, mas não novidades ou “coisa de especialista”.</p>
<p>Por fim, agradeço a você pela paciência e convido-o a conhecer melhor meu trabalho e minha trajetória. Sou um dos fundadores do <em><a href="http://dinheirama.com/" target="_blank">Dinheirama.com</a></em>, autor do livro <em><a href="http://novateceditora.com.br/livros/vamosfalardinheiro/" target="_blank">Vamos Falar de Dinheiro?</a></em> (Ed. Novatec) e co-autor do livro <em><a href="http://dinheirama.com/loja/index.php?route=product/product&amp;path=37&amp;product_id=52" target="_blank">Dinheirama</a></em> (Singular Ediouro). No Twitter, atendo por <a href="http://twitter.com/#!/navarro" target="_blank">@Navarro</a>.</p>
<p>Aguardo seus comentários para falarmos cada vez mais sobre sucesso e independência financeira. Valeu, e até a próxima!</p>
<h3>Mecenas: <a href="http://pdh.co/hsbcpremier2" target="_blank">HSBC Premier</a></h3>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/5nVuwkgRjF4" frameborder="0" width="620" height="450"></iframe><br />
<em><a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=5nVuwkgRjF4" target="_blank">Link YouTube</a></em></p>
<p><em>Na 6ª edição da FoR, maior pesquisa global sobre aposentadoria e envelhecimento, mais de 17 mil pessoas foram entrevistadas em 17 países. O resultado é um <a href="http://pdh.co/for6" target="_blank">relatório riquíssimo</a> que certamente servirá para elucidar sua visão sobre o que é essencial para um futuro mais estável e feliz.</em></p>
<p><em>Para obter consultoria e simular um dos planos de previdência, acesse o <a href="http://pdh.co/hsbcpremier2" target="_blank">site oficial do <em>HSBC Premier</em></a>.</em></p>
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<p><br /><hr /><p>Curadoria do PdH com as mais deliciosas mulheres da web, selecionadas a dedo: <a href="http://apimentadas.papodehomem.com.br">www.apimentadas.com.br</a></p></p>]]></content:encoded>
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		<title>As melhores opções de investimento para render mais que a Poupança</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 22:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Money]]></category>
		<category><![CDATA[Listas e guias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Pergunta: "Caro Dr. Money, tenho uma grana guardada em uma poupança e não pretendo mexer nela por pelo menos um ano,</p><p><br /><hr /><p>Curadoria do PdH com as mais deliciosas mulheres da web, selecionadas a dedo: <a href="http://apimentadas.papodehomem.com.br">www.apimentadas.com.br</a></p></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pergunta:</strong> <em>&#8220;Caro Dr. Money, tenho uma grana guardada em uma poupança e não pretendo mexer nela por pelo menos um ano, mas gostaria de torná-la mais rentável. Quais outros fundos de investimentos valem a pena e quais são os riscos? </em></p>
<p><em>Obrigado,</em></p>
<p><em>Gus Fune&#8221;</em></p>
<p><span id="more-555"></span></p>
<p>Gus, obrigado pelo contato. Sua grana na caderneta de poupança está rendendo, até meados de outubro, algo em torno de <strong>5,7%</strong>. É pouco, concordo, e algumas estratégias podem ajudá-lo a melhorar o retorno no futuro. Antes, é preciso entender que risco e retorno são variáveis que caminham juntas. Ambas devem ser muito bem estudadas e trabalhadas, ou você corre o risco de não ganhar quase nada arriscando-se demais.</p>
<p>Ainda sobre a poupança, os mesmos 5,7% também podem ser considerados bons números. Lembre-se de que a caderneta de poupança não tem taxa de administração e nela não há recolhimento de IR. Alguns <a href="http://dinheirama.com/blog/2007/06/12/a-caderneta-de-poupanca-vai-bem-obrigado/">fundos de renda-fixa e DI renderam menos que a poupança</a> em 2007, portanto pense no <a href="http://dinheirama.com/blog/category/risco-e-retorno/">risco e retorno</a> com muito cuidado e atenção. O tal <a href="http://dinheirama.com/blog/2007/04/16/existe-mesmo-o-melhor-investimento/">melhor investimento não existe</a>.</p>
<p><a href="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2007/10/queimandodinheiro.jpg?95884c"><img style="border: 0px;" src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2007/10/queimandodinheiro_thumb.jpg?95884c" border="0" alt="queimando-dinheiro" width="260" height="369" /></a></p>
<p><em>Quer ganhar dinheiro, garotão? Aprenda a administrar riscos.</em></p>
<p>Permita-me um breve discurso sobre o risco. Repare que cada um tem um perfil e isso se reflete na aversão pessoal ao risco. Desta forma, não há, e nunca haverá, o melhor investimento, fundo ou produto bancário. A decisão deve refletir as suas expectativas e o quanto você está disposto a arriscar na tentativa de obter lucros e rentabilidades maiores. Será que você já consegue responder essa pergunta? Esse é um primeiro passo importante.</p>
<p>Vou ajudá-lo a pensar nas alternativas. Se você é jovem, está na fase de arriscar. Se você já tem família formada, dependentes ainda sem condições de se manterem sozinhos e(ou) está mais velho e na iminência de passar por eventuais problemas de saúde (por exemplo), não está na fase de arriscar (não muito). Perfil tem a ver com o que você suporta, mas também com a sua realidade financeira e esse é um aspecto importante que nunca deve ser menosprezado.</p>
<h3>As Opções</h3>
<p>Sabendo mensurar sua aversão ao risco e seu momento de vida, é hora de conhecer melhor alguns produtos. Vejamos, de forma resumida, as opções existentes além da caderneta de poupança:</p>
<blockquote>
<h4><strong>Fundo de <a href="http://dinheirama.com/blog/category/renda-fixa/">renda fixa</a>:</strong></h4>
<p>Os gestores usam seu dinheiro para, com outros montantes de outros clientes, investir em títulos da dívida pública pré-fixados. Bom quando os juros estão em tendência de baixa, como agora. Risco: baixo; Rentabilidade: baixa para média; Cuidados: taxa de administração e alíquota de IR;</p></blockquote>
<blockquote>
<h4><strong>Fundo Referenciado DI:</strong></h4>
<p>Ao contrário do anterior, aqui os gestores investem em títulos pós-fixados, o que em situação de juros baixos deixa de ser tão atraente. Mas, ainda assim, encontra-se bons fundos deste tipo no mercado. Risco: baixo; Rentabilidade: baixa para média; Cuidados: taxa de administração e alíquota de IR;</p></blockquote>
<blockquote>
<h4><strong>Fundo de Ações:</strong></h4>
<p>Aqui os gestores usam seu dinheiro para comprar ações na Bolsa de Valores. A carteira e o montante aplicado em cada ativo é uma decisão do gestor e a você cabe analisar o risco do fundo e se existem melhores carteiras e fundos em diferentes instituições.</p>
<p>As carteiras normalmente contemplam empresas que pagam dividendos, small caps (empresas de pequeno porte) e empresas de grande porte (Petrobras, Vale etc). Risco: alto; Rentabilidade: média para alta (longo prazo); Cuidados: oscilação do mercado, taxa de administração, taxa de performance e gestão do fundo (ativa ou passiva);</p></blockquote>
<blockquote>
<h4><strong>Fundo Multimercado (ou Misto):</strong></h4>
<p>É um produto bancário onde renda variável (ações), câmbio e renda fixa se misturam. A carteira é composta de títulos públicos, privados, ações e moeda estrangeira. Atrativo para os que ainda não estão totalmente prontos para encarar o sobe e desce do mercado de ações, mas já aceitam a idéia de arriscar-se um pouco mais; Risco: médio para alto; Rentabilidade: média; Cuidados: taxa de administração, composição da carteira (maioria em ações, títulos etc) e gestão do fundo;</p></blockquote>
<blockquote>
<h4><strong>Tesouro Direto:</strong></h4>
<p>Títulos públicos são uma forma do Governo Federal conseguir recursos financeiros para o financiamento da dívida pública e para investimentos em infra-estrutura, educação, saúde etc. Você compra um título, paga o Governo e ele usa este seu dinheiro para financiar ou aplicar no crescimento do país. Risco: baixo; Rentabilidade: baixa para média; Cuidados: momento da compra, pois as rentabilidades variam (de acordo com a Selic);</p></blockquote>
<blockquote>
<h4><strong>CDB:</strong></h4>
<p>Da mesma forma que o governo emite títulos para conseguir dinheiro, os <a href="http://dinheirama.com/blog/2007/07/12/o-cdb-contra-ataca-e-com-forca/">bancos emitem certificados (os CDBs)</a>. Você compra o título privado, o banco usa seu dinheiro e paga um juros anual. Risco: baixo; Rentabilidade: baixa para média: Cuidados: a rentabilidade é sempre atrelada ao CDI. Procure rentabilidade de ao menos 85% do CDI.</p></blockquote>
<h3>Lembrete importante</h3>
<p>É importante lembrar que opções ruins de investimento existem em todas as categorias de aplicações e vou terminar com um exemplo: o que faria alguém comprar cotas em um fundo de ações Petrobrás (de qualquer banco) ao invés de comprar as ações diretamente na Bolsa? <strong>Puro desconhecimento</strong>. E por essa falta de conhecimento, paga-se de 2% a 3% ao ano para o banco. É justo não é mesmo? As ações compradas, o risco e o retorno são os mesmos.</p>
<p>Espero ter colaborado e despertado a vontade de ir mais além no conhecimento destas opções de investimento, especialmente da poupança. Lembre-se de também ler alguns <a href="http://dinheirama.com/blog/category/livros/">bons livros</a>, investir em <a href="http://dinheirama.com/blog/category/educacao-financeira/">educação financeira</a> e consultar periodicamente o <em><a href="http://www.dinheirama.com">Dinheirama</a></em>.</p>
<p>Dr. Money fica por aqui. Até a próxima.</p>
<p>Abraços.</p>
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<p><br /><hr /><p>Curadoria do PdH com as mais deliciosas mulheres da web, selecionadas a dedo: <a href="http://apimentadas.papodehomem.com.br">www.apimentadas.com.br</a></p></p>]]></content:encoded>
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		<title>Você é Sortudo?</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/voc-sortudo/</link>
		<comments>http://papodehomem.com.br/voc-sortudo/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Jul 2007 12:56:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e ensaios]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Money]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://papodehomem.com.br/principal/voc-sortudo/</guid>
		<description><![CDATA[<p>A resposta deve estar na ponta da língua, certo?</p><p><br /><hr /><p>Curadoria do PdH com as mais deliciosas mulheres da web, selecionadas a dedo: <a href="http://apimentadas.papodehomem.com.br">www.apimentadas.com.br</a></p></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A resposta deve estar na ponta da língua, certo? Mas aguarde até o fim do texto pra entender meu ponto de vista sobre a sorte e então tente respondê-la.</p>
<p>Permita-me apenas deixar minha resposta: quanto mais me preparo, mais sorte eu tenho.</p>
<p><span id="more-375"></span></p>
<p>O segredo não está só no número de oportunidades que a sorte traz, mas na sua capacidade de percebê-las. A sorte pode estar batendo à sua porta agora mesmo e você insiste em não escutar a campainha. Acontece.</p>
<p><a href="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2007/07/bolasete1.jpg?95884c" atomicselection="true"><img src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2007/07/bolasete_thumb1.jpg?95884c" style="border: 0px none " alt="bola-sete" border="0" height="285" width="400" /></a> <em>A bola pode estar na sua frente. Mas não vai entrar na caçapa sozinha. Quem dá a tacada é você.</em></p>
<p>Mas as oportunidades realmente surgem do nada? Isso é ter sorte? Bem, na loteria pode até ser, mas no dia-a-dia, na vida, não é assim não. Felizmente.</p>
<p>Quer entender uma diferença básica de quem tem sorte? Estas pessoas preocupam-se mais com os pontos positivos da sorte, com os amuletos, mantras e superstições que atraem a sorte.</p>
<p>Os que se julgam azarados, por sua vez, preocupam-se mais em escapar dos objetos e superstições que repelem a sorte (quebrar um espelho, por exemplo). Em outras palavras, estes &#8220;azarados&#8221; preocupam-se mais com o azar do que com a sorte. Consequentemente atraem mais o azar do que a sorte. Quem ainda não leu O Segredo?</p>
<p>Em que grupo você está? Mude de atitude agora mesmo se for um dos &#8220;azarados&#8221;. Aliás, façamos uma pausa para uma curiosidade. Você carrega aquele chaveiro de pé-de-coelho para atrair a sorte, certo? Pois é, ele surgiu da cultura africana, onde carregar o pé deste animal supostamente ajudaria uma pessoa a correr mais do que o próprio bicho em uma caçada.</p>
<p>Prepare-se para correr mais do que o que você pretende alcançar. Mas não adianta só carregar o amuleto se você não tiver fôlego, preparo físico e preparação emocional adequada. Estamos definindo a sorte, percebeu?</p>
<p>Se você anda se sentindo sem sorte, pare por alguns instantes e analise sua relação com ela. Você tem dado chance para que a sorte lhe presenteie diariamente? Traduzindo, você tem cultivado calorosamente suas amizades, seus relacionamentos afetivos e profissionais? Tem se mantido informado, preocupado com as voltas que seu país e o mundo estão dando?</p>
<p>A sorte só aparece e se manifesta para quem está preparado, até porque os despreocupados não notam a diferença entre sorte e azar, preferindo sempre aceitar uma situação negativa a ver nela uma chance de crescer. Sorte é pra quem merece. Não existe dinheiro fácil, amor perfeito ou felicidade enlatada. O sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder o entusiasmo.</p>
<p>Vamos aos diferenciais para atrair a sorte, segundo meu ponto de vista:</p>
<p><a href="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2007/07/dicassucesso1.jpg?95884c" atomicselection="true"><img src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2007/07/dicassucesso_thumb1.jpg?95884c" style="border: 0px none " alt="dicas-sucesso" border="0" height="272" width="340" /></a> <em>Hora do aprendizado, gafanhoto.</em></p>
<h4> &#8211; Aprenda e reaprenda constantemente</h4>
<p>Quem não está disposto a aprender e a rever seus conceitos não terá seu lugar neste atribulado terceiro milênio. E não há sorte que resolva isso.</p>
<h4> &#8211; Cultive suas amizades com dedicação</h4>
<p>A sorte se traduz em oportunidades. E as pessoas que têm as melhores oportunidades são as que têm os melhores relacionamentos. Enxergue alguém &#8220;sortudo&#8221; que conhece e veja se não é verdade.</p>
<h4> &#8211; Sua prioridade na vida deve ser dada à qualidade de vida</h4>
<p>Começando por seu equilíbrio emocional. Se você não se conhecer bem e não estiver tranqüilo não vai ouvir a campainha da sorte tocar.</p>
<h4> &#8211; Trabalhe pela sorte e ela trabalhará por você</h4>
<p>Isto significa a primeira coisa a fazer é dar-se permissão para alcançar a sorte e o sucesso, já que seus maiores inimigos são justamente seus bloqueios.</p>
<h4> &#8211; Ajude os outros</h4>
<p>É a melhor forma de crescer e aprender. Contribua para o crescimento das pessoas que estão ao seu redor. Um dia você entenderá porque fez isso e será recompensado. E quando isso acontecer alguns dirão que foi só a sorte e você vai perceber que, definitivamente, a sorte só aparece aos preparados.</p>
<h4> &#8211; O Otimismo contagia as pessoas e atrai a sorte</h4>
<p>Seja uma pessoa positiva. Não culpe os outros pela sua infelicidade ou falta de sorte. Sai deste cômodo perfil e se comprometa com a sorte. Tenha sempre tempo para tudo que quiser.</p>
<h4> &#8211; Apaixone-se pela vida</h4>
<p>Aprenda a contar suas vantagens e não seus problemas. Não passe os dias se queixando, erga a cabeça e prepare-se para um dia melhor. Esperar que seus problemas se resolvam sozinhos é abusar da sorte. E quanto mais você precisar de sorte, menos vai merecê-la.</p>
<p>Pois é, mesmo com todas essas palavras e o desabafo sobre a sorte, eu ainda não ganhei na Mega-Sena. Nem uma simples rifa eu ganhei até hoje.</p>
<p>Ainda bem que sorte não é só isso. Compartilhei os pontos que fazem meu dia-a-dia ser cada vez melhor e facilitam bastante o surgimento de boas oportunidades. Foi bom pra você?</p>
<p><em>Além de ser um cara sortudo e um economista muito competente, <strong>Conrado Navarro</strong> é autor do excelente blog <a href="http://dinheirama.com" target="_blank"><strong>Dinheirama</strong></a>, que vai te ensinar a fazer sua conta bancária crescer. Também é parceiro do <strong>Papo de Homem</strong>, e atualmente estamos marcando um encontro em Porto Seguro para 2008, quando vamos fumar charutos  à beira mar e comemorar os milhões que ganhamos com nossos blogs.</em></p>
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		<title>Você sabe comprar bem?</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Apr 2007 17:55:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e ensaios]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://papodehomem.com.br/principal/carreira-e-financas/voc-sabe-comprar-bem/</guid>
		<description><![CDATA[<p>Falamos sobre a enorme quantidade de pessoas que financia suas faturas de cartão de crédito. Falamos também do grande número de pessoas que recorre aos financiamentos e empréstimos nos bancos. Por trás destas atitudes está o ímpeto de comprar, de possuir e, algumas vezes, de ostentar. Auto-controle é fundamental Muitas vezes, nem as compras essenciais [...]</p><p><br /><hr /><p>Curadoria do PdH com as mais deliciosas mulheres da web, selecionadas a dedo: <a href="http://apimentadas.papodehomem.com.br">www.apimentadas.com.br</a></p></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Falamos sobre a enorme quantidade de pessoas que financia suas faturas de cartão de crédito. Falamos também do grande número de pessoas que recorre aos financiamentos e empréstimos nos bancos. Por trás destas atitudes está o ímpeto de comprar, de possuir e, algumas vezes, de ostentar. <span id="more-197"></span></p>
<p><a href="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2007/04/shopping311.jpg?95884c"><img width="340" height="255" border="0" style="border: 0px none " src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2007/04/shopping_thumb111.jpg?95884c" /></a> <em>Auto-controle é fundamental</em></p>
<p>Muitas vezes, nem as compras essenciais são sabiamente feitas e as pequenas diferenças é que despedaçam o orçamento mensal. Então, você sabe comprar?</p>
<p>Separei algumas perguntas simples mas que podem ajudá-lo no dia-a-dia e principalmente na economia e melhor aproveitamento do seu dinheiro. Muitas vezes pagamos mais porque não pedimos desconto ou porque não pesquisamos em mais um ou dois lugares. Além disso, é preciso saber que um bom negócio nunca consiste em fechar pelo preço anunciado, mas pelo que você conseguir chegar depois de reclamar um desconto ou abatimento.</p>
<h3><a /><strong>Você tem o costume de pedir desconto? E de pesquisar?</strong></h3>
<p><a href="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2007/04/sale711.jpg?95884c"><img width="340" height="255" border="0" style="border: 0px none " src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2007/04/sale_thumb311.jpg?95884c" /></a> <em>Procure as melhores liquidações</em></p>
<p>Isso significa saber negociar. Uma dica: chegue sem muitas pretensões de comprar o produto, demonstre menos interesse do que gostaria e deixe o vendedor tentar conquistá-lo. Se você se mostrar muito afoito para comprar algo, ele será o primeiro a perceber que pode cobrar mais. Depois de negociar, peça sempre mais desconto e procure pagar à vista. Se a sua negociação for parar na mesa do gerente, é porque você está chegando no preço justo.</p>
<h3><strong>Gosta de comprar tudo que é novidade?</strong></h3>
<p><a href="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2007/04/ipod311.jpg?95884c"><img width="340" height="252" border="0" style="border: 0px none " src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2007/04/ipod_thumb111.jpg?95884c" /></a> <em>Por acaso alguém lembra o preço do primeiro iPod no Brasil?</em></p>
<p>Cuidado, os novos produtos sempre trazem margens maiores, uma vez que revendas e fornecedor não sabem ao certo a reação do público. Evite ao máximo tais lançamentos.</p>
<h3><strong>Você sabe quanto pode gastar? </strong></h3>
<p>A maioria das pessoas não possui nenhum tipo de controle de receitas e despesas, e isso faz com suas compras sejam baseadas apenas nos desejos e vontades e não no fluxo de caixa mensal. Portanto, organize-se antes de sair às compras de maneira que saiba quanto pode gastar sem ferir seu orçamento. É simples: se você tem dinheiro para pagar as prestações de algo que quer comprar, tem dinheiro para economizar e comprá-lo depois de certo tempo, pagando à vista. Certo?</p>
<p>Mais sobre orçamento, <a href="http://dinheirama.com/blog/category/orcamento/">clique aqui</a>.</p>
<p>Repare que são dicas simples, muitas vezes óbvias. Qual o problema então? É o gosto pela complicação e pela “sensação de liberdade”. O orçamento bem feito engessa e mostra, sem dó, onde está o “ralo”. Preferimos não enxergar a aceitar que aquilo é nossa responsabilidade. Pense nisso. Um abraço e até a próxima.</p>
<p><strong>PS</strong>: Que tal se você pudesse comprar os ovos de Páscoa com até 12 parcelas? Claro, com muitos juros! É uma facilidade que vai deixá-lo tão feliz, que vai lembrar da Páscoa até o Natal. Tudo porque as pessoas não querem planejar, colocar o dedo na ferida. Não está acreditando na notícia? Então <a href="http://portalexame.abril.com.br/ae/negocio/m0126103.html">clique aqui</a>.</p>
<p><em><strong>Conrado Navarro</strong> é autor convidado da PapodeHomem e autor do blog <a target="_blank" href="http://www.dinheirama.com">Dinheirama</a> , com excelentes dicas sobre como fazer sua conta bancária crescer todo mês.</em></p>
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