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	<title>Papo de Homem - Lifestyle Magazine &#187; Clarisse Colombo</title>
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		<title>Nua, eu abro a porta</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jun 2011 21:49:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarisse Colombo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas e contos]]></category>
		<category><![CDATA[Ladies Room]]></category>
		<category><![CDATA[PdH Shots]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ela gosta de ouvir anos 80. Músicas que nasceram junto com ela e a acolhem em momentos não tão bons. Prefere suas unhas pintadas de vermelho, lembrando a primeira vez em que as pintou dessa cor e sua mãe disse: – Parece mão de puta. Talvez isso, de certa forma, explique sua curiosidade, sua vontade [...]</p><p><br /><hr /><p>Curadoria do PdH com as mais deliciosas mulheres da web, selecionadas a dedo: <a href="http://apimentadas.papodehomem.com.br">www.apimentadas.com.br</a></p></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ela gosta de ouvir anos 80. Músicas que nasceram junto com ela e a acolhem em momentos não tão bons.<span id="more-40147"></span> Prefere suas unhas pintadas de vermelho, lembrando a primeira vez em que as pintou dessa cor e sua mãe disse:</p>
<p>– Parece mão de puta.</p>
<p>Talvez isso, de certa forma, explique sua curiosidade, sua vontade de ser garota de programa por um dia. Talvez.</p>
<p>Seus leves TOCs são coisas de alguém que associa detalhes a algo que dará muito certo, tal qual superstições. Nunca prende o cabelo e <strong>sempre se deita ao lado direito do parceiro</strong>.</p>
<div id="attachment_40152" class="wp-caption alignnone" style="width: 630px"><img class="size-full wp-image-40152" title="Nua, eu abro a porta" src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2011/06/nua-eu-abro-a-porta2.jpg?95884c" alt="" width="620" height="418" /><p class="wp-caption-text">&quot;Vou bater na sua porta de noite completamente nua.&quot;</p></div>
<p>Naquela sexta-feira, Alice saiu de seu trabalho às oito. Era uma noite quente de março e o calor aumentava no asfalto, onde Alice estava havia um bom tempo. Cheiro de escapamento se misturava ao seu perfume delicado. Era uma cidade podre com uma bela mulher. Uma luz neon explodia no seu rosto, mas não era por isso que o carinha no carro ao lado a encarava. Ela sentia os olhos famintos daquele homem. Apenas fingia retocar o batom esperando o fluxo rodar e cantarolava a música do rádio.</p>
<p>– Olho a cidade ao redor e nada me interessa. Eu finjo ter calma. A solidão me apressa&#8230;</p>
<p>Esqueceu a letra e, logo em seguida, retomou.</p>
<p>– Vou bater na sua porta de noite completamente nua.</p>
<p><strong>&#8220;Completamente nua.&#8221;</strong> Alice fingia prestar atenção nas sinaleiras, na marcha, nas curvas&#8230; seguia automaticamente seu rumo de casa e pensava naquilo. Na nudez. Em pele. No corpo livre. Sentiu algo pulsar lá embaixo. Naquele momento, nada mais enchia seus olhos e ninguém mais despertava sua vontade, não da mulher bater à porta, mas de abri-la estando nua.</p>
<p>Chegou em casa como todos os outros dias: sem flores, sem dores, sem amores. Cortou corações de frango – e seu dedo no caminho – e os levou ao fogo. Abriu uma cerveja. Colocou Nina Simone na vitrola.</p>
<p>– It&#8217;s a new dawn, it&#8217;s a new day, it&#8217;s a new life for me. <strong>And I&#8217;m feeling good&#8230;</strong></p>
<p><object width="620" height="40"><param name="movie" value="http://grooveshark.com/songWidget.swf" /><param name="wmode" value="window" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="flashvars" value="hostname=cowbell.grooveshark.com&amp;songIDs=13188910&amp;style=metal&amp;p=0" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="620" height="40" src="http://grooveshark.com/songWidget.swf" flashvars="hostname=cowbell.grooveshark.com&amp;songIDs=13188910&amp;style=metal&amp;p=0" allowscriptaccess="always" wmode="window"></embed></object><br />
<em><a href="http://grooveshark.com/s/Feeling+Good/1TE269?src=5" target="_blank">Link Soundcloud</a> | &#8220;Feeling Good&#8221;, por Nina Simone</em></p>
<p>Comeu os corações, bebeu a cerveja, e em momento nenhum livrou a mente de pensar nos homens com quem se relacionara. Pensou também na própria sexualidade. Percebeu que dos muitos machos com quem havia dormido, poucos a fizeram ter vontade de recebê-los em casa. Ainda mais recebê-los nua.</p>
<p>Poucos seriam dignos de vê-la abrir de porta sem roupas, aquele metro e setenta e nove de mulher e salto alto. Seus cabelos lisos tapariam um dos seios. O outro estaria à mostra, com <strong>seu mamilo pequenino, róseo</strong> e por toda vida enrijecido.</p>
<h3>Calcinhas na gaveta</h3>
<p>Alice teve três namoros sérios, mas assusta-se com o número de homens com quem já trepou. Mora sozinha e está bem assim, convivendo consigo mesma. Sabe receber pessoas como ninguém. Se for macho e despertar seu tesão, ela não faz muitos rodeios para o convite até sua cama.</p>
<p>Às vezes, saía à caça.</p>
<p>Numa fase de sua vida, Alice deixava suas calcinhas na gaveta e saía assim, apenas com um vestido no comprimento de um palmo depois da virilha. Se estava com vontade, com aquele desejo despudorado, <strong>pegava na mão do cara e a levava até sua boceta para que pudesse senti-la lisa, pulsando</strong> e intimando-o. Não lhe importava se alguém visse isso. Há coisas muito mais descaradas por aí e sem o mínimo charme.</p>
<p>Já aconteceu de sair com alguém sem a menor intenção de transar. Apenas para beijar, beber um pouco e jogar papo fora. Só que ao se despedir, ainda no carro, lembrava que estava sem calcinha. Em meio aos beijos, não hesitava e acabava dando.</p>
<div id="attachment_40153" class="wp-caption alignnone" style="width: 630px"><img class="size-full wp-image-40153" title="Nua, eu abro a porta" src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2011/06/nua-eu-abro-a-porta3.jpg?95884c" alt="" width="620" height="360" /><p class="wp-caption-text">As janelas estão todas abertas e Alice está nua.</p></div>
<p>Hoje em dia, prefere um convite menos audacioso. Quer algo verdadeiro. Alguém que mereça o seu abrir de porta sem roupas. Depois abraçá-lo com ardor, passando o seu calor pelo tecido da camisa, roçando seu pescoço no nariz dele como quem diz: <strong>“Esse sempre será o meu perfume”</strong>. O beijo na boca poderá esperar: será hora de torturar seu homem com palavras sujas.</p>
<p>Para Alice, nudez é a verdade mais crua.</p>
<p>Alice sorri macio com aquela boca que destaca o lábio inferior. Volta à realidade de Nina Simone e cerveja. Levanta-se do sofá – já nua e suando pelo calor da cidade infernal e dos pensamentos igualmente quentes. Ruma à cozinha e lava o prato e os talheres, preocupando-se em não descascar seu esmalte vermelho. As janelas estão todas abertas. Avista um vizinho a mirá-la. Ela não se incomoda.</p>
<p>Neste momento, a campainha toca.</p>
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<p><br /><hr /><p>Curadoria do PdH com as mais deliciosas mulheres da web, selecionadas a dedo: <a href="http://apimentadas.papodehomem.com.br">www.apimentadas.com.br</a></p></p>]]></content:encoded>
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		<title>A ex de Johnny</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 18:58:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarisse Colombo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Lembra-se de Dani? Estilo Maria-chuteira, loira, baixinha, coxuda, bunduda, tesuda, mas que fora trocada por bonecas infláveis? Isso! A ex de Johnny! Pois é, aparentemente quem se deu melhor desde a separação foi ela. Na época do término de seu namoro com JJ, Dani se deprimiu tanto que resolveu pendurar suas chuteiras e fazer o [...]</p><p><br /><hr /><p>Curadoria do PdH com as mais deliciosas mulheres da web, selecionadas a dedo: <a href="http://apimentadas.papodehomem.com.br">www.apimentadas.com.br</a></p></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembra-se de Dani? Estilo Maria-chuteira, loira, baixinha, coxuda, bunduda, tesuda, mas que fora trocada por bonecas infláveis? Isso! A ex de Johnny!<span id="more-4155"></span></p>
<p>Pois é, aparentemente quem se deu melhor desde a separação foi ela. Na época do término de seu namoro com JJ, Dani se deprimiu tanto que resolveu pendurar suas chuteiras e fazer o bom uso dos chinelinhos de dedo. Recheou uma mala com <strong>biquinizinhos estupidamente cavados</strong> e preencheu o banco do carona de seu carro com a melhor amiga, <strong>Vandinha</strong> (20 aninhos, cabelos claros e compridos “beijados” pelo sol, alta, magra e muito charmosa).</p>
<p><strong><em>“Floripa, aqui vamos nós”.</em></strong></p>
<p><strong>Detalhe 1:</strong> época de Carnaval;<br />
<strong>Detalhe 2:</strong> Vandinha também adorava biquínis que cabiam na palma da mão;<br />
<strong>Detalhe 3:</strong> elas tinham um plano.</p>
<p>Chegaram à ilha sem destino certo, sem preocupações ligadas a “cama, mesa e banho”. Conseguiram uma pousada na <strong>Praia dos Ingleses</strong> (segundo balneário que fica lotado por turistas argentinos) e duas máscaras. <strong>Pronto!</strong> O verão estava feito. Para Dani, esta seria a oportunidade <em>“master”</em> de conseguir não lembrar que um dia foi trocada por bonecas infláveis, e para Vandinha, o momento ideal de compartilhar as coisas <strong>boas</strong> da vida com sua amiga.</p>
<p><a href="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2008/12/ladies11.jpg?95884c"><img class="alignnone size-full wp-image-4157" title="ladies11" src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2008/12/ladies11.jpg?95884c" alt="ladies11" width="436" height="291" /></a></p>
<p><em>As maravilhas proporcionadas por tão pouco tecido.</em></p>
<p>&#8212;</p>
<p>No primeiro dia, fizeram tudo ao extremo: tomaram sol demais, beberam exageradamente, caminharam quase a mesma quilometragem do caminho de Santiago de Compostela e compraram tudo que foi bugiganga oferecida na beira mar. A noite para elas não chegou a ser uma criança e tampouco completou a maioridade. Entregaram-se aos lençóis com cheiro de sabão em pó e só acordaram com a claridade que parecia debater-se em cada parede daquele quarto.</p>
<p>No segundo dia, o<strong> detalhe 3</strong> teve o mesmo encaixe que a parte do biquíni fio-dental nas duas bundas arrebitadas. Ou seja, perfeito. Dani e Vandinha abandonaram a areia no final da tarde. Ainda de biquíni e shortinho curto bem colado, começaram a seguir os bloquinhos de Carnaval pelas ruas estreitas de Ingleses. Ao som de <em>“o seu cabelo não nega mulata”</em>, avistaram <strong>Iván</strong>: bonito, argentino e solteiro. Exatamente nesta ordem, pois, após ambas terem-no achado bonito, vieram a descobrir sua nacionalidade ao perguntarem se ele sabia de alguma pizzaria ali por perto. O último adjetivo souberam quando já estavam deitadas e abraçadas com ele, uma de cada lado, em uma das dunas que separam Ingleses de Santinho. (Iván teve a certeza de que nem tudo acaba em pizza neste país).</p>
<p><a href="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2008/12/ladies12.jpg?95884c"><img class="alignnone size-full wp-image-4158" title="ladies12" src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2008/12/ladies12.jpg?95884c" alt="ladies12" width="359" height="432" /></a></p>
<p><em>Hm&#8230; Como eu digo &#8220;Que pica grande&#8221; em espanhol?</em></p>
<p>&#8212;</p>
<p><strong>Era noite</strong>. Era uma o beijando e a outra com a mão deslizando em seu pau. Era uma beijando a outra e ele as acariciando. Eram as duas o beijando, ele penetrando Dani e enfiando o dedo em Vandinha. Era o dia acordando e os três indo dormir nos lençóis com cheiro de sabão em pó.</p>
<p>Terceiro e último dia das duas safadinhas e surge convite de Iván para elas conhecerem sua casa em Buenos Aires. Despedida com máscara de lantejoulas roxas e detalhes com purpurina prata que custaram a sair dos corpos <strong>suados </strong>e <strong>lambuzados </strong>de espumante. O que restou foram os lençóis com cheiro de trepada “da boa” e as promessas de se reencontrarem logo.</p>
<p>Dani e Vandinha pareciam estar mais unidas que nunca. Na volta para a capital gaúcha, Porto Alegre, a ex-Maria-chuteira e ex de Johnny, <strong>encharcou </strong>a calcinha de puro tesão pensando no argentino. A outra ficava com os bicos dos seios tão duros, ao lembrar das transas, que chegavam a provocar uma dor gostosa.</p>
<p>Vandinha recomeçou a faculdade de biologia ao final daquele verão e Dani pegou um vôo com destino ao <em>prazer</em>&#8230; ops&#8230; a Buenos Aires!</p>
<p><a href="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2008/12/ladies13.jpg?95884c"><img class="alignnone size-full wp-image-4159" title="ladies13" src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2008/12/ladies13.jpg?95884c" alt="ladies13" width="289" height="434" /></a></p>
<p><em>O tesão move o mundo.</em></p>
<p>&#8212;</p>
<p>Iván a aguardava no aeroporto e a sua casa parecia esperar pela loira baixinha e gostosa. Velas por todos os lados, incensos ajudando a favorecer o clima. Ele estava apaixonado por ela! A mala quase fora esquecida dentro do carro, tamanha a vontade de se comerem, se esfregarem, se chuparem&#8230;</p>
<p>E assim fez-se aquele momento, até chegar a hora em que Dani precisou ir ao banheiro. O argentino deu-lhe libertade e aproveitou para sair e buscar algo para comerem. <strong><em></em></strong></p>
<p><strong><em>“Cadê Dani?”</em></strong> – ele se perguntou, ao perceber que a mala não estava mais no chão da sala e que suas roupas não se encontravam jogadas ao canto da cama. Bateu na porta do banheiro e não obteve resposta. Abriu-a com rapidez. Dani não se fazia mais presente. A única coisa que ainda estava, encostada na parede de azulejos, era Juju, nome que ele deu a sua boneca inflável.</p>
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		<title>O Sherlock das calcinhas</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 04:29:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarisse Colombo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Ladies Room]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Um deteivo moderno. Inusitado. E sacana.</p><p><br /><hr /><p>Curadoria do PdH com as mais deliciosas mulheres da web, selecionadas a dedo: <a href="http://apimentadas.papodehomem.com.br">www.apimentadas.com.br</a></p></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Sherlock Holmes descreve-se como um ‘detetive consultor’, o que significa que as pessoas vêm-lhe pedir conselhos sobre os seus problemas, ao invés dele se dirigir a elas”. Neste conto, Lúcio mostra-se como um detetive consultor das donas das calcinhas, o que significa que a mulherada, após descobrir o seu dom, vêm-lhe pedir conselhos e “consolos” (no duplo sentido da palavra)&#8230;</p>
<p><span id="more-2922"></span></p>
<p><a href="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2008/10/windowslivewriterosherlockdascalcinhas-c41cachimbo.jpg?95884c"><img style="border: 0px;" src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2008/10/windowslivewriterosherlockdascalcinhas-c41cachimbo-thumb.jpg?95884c" border="0" alt="cachimbo" width="340" height="222" /></a></p>
<p><em>Um jovem caçador se prepara</em></p>
<p>Ao acender seu cachimbo, 15 minutos antes de ir para a “night”, <strong>Lúcio</strong> se sentia um Sherlock Holmes à moda presente. Mas não tanto quanto perante uma calcinha, na qual podia ver e sentir a personalidade da sortuda, segundo ele.</p>
<p>Tratou de colocar seu desodorante e deixar o elevador do prédio onde mora em Irajá, bairro boêmio no subúrbio do Rio de Janeiro, infestado&#8230; por testosterona. Rumo ao <a href="http://www.paradadalapa.com.br/" target="_blank">Parada da Lapa</a>, lugar miscelânico de pequenos shows e chopperia, que oferece a vista mais privilegiada da Lapa, ele já imaginava os tipos de calcinhas que estariam sendo cobertas por calças justas e mini-saias. Sua preferência era pelas de algodão e fio-dental, o que significava uma mulher básica para os demais e safada nos momentos &#8220;hot”.</p>
<p>Mas Lúcio não hesitaria se fosse presenteado pelo vento levantando uma saia e revelando pura renda&#8230; mulher ousada e quase transparente (afinal, a renda tenta mostrar sem revelar). “Hummm! Tomara que eu consiga traçar a Marcinha da calça de rendinha, e mais além a Keka que usa calcinha tipo cueca”. Essa calcinha tipo cueca ou shortinho, em algumas vezes, traz a dor e a delícia de papar uma ninfeta virgem (entende-se que a dor é só para ela), conforme os delírios da lógica dedutiva do “Sherlock das calcinhas”.</p>
<p>Chegando a tal parada, avistou <strong>Dunga</strong>, parceiro do vôlei na praia, amigo e taradão. “Marcinha virá?”, perguntou. “Marcinha não, meu chapa”, resposta obtida. “Vamos além?”, interrogou ousando. E ousando mais ainda foram parar numa casa de swing no Jardim Botânico.</p>
<p>O letreiro piscava “<a href="http://www.eleela.com.br/" target="_blank">Club EleEla</a>” ao mesmo tempo que os dois paus endureciam na porta de entrada. Assim como o famoso detetive, Lúcio era viciado em violino e pó. Foram pro banheiro e saíram fungando, preparados. Quanta gente se roçando na pista, quanta gente se comendo nos quartos abertos, quantas gatas aptas a trocar de parceiros&#8230; e, Luana, morena tipo mingnon. Disse ter ido com o namorado que havia se transformado em ex há 20 minutos. Brigaram feio, pois ela queria trocar de parceiro (o que não tinha sido combinado pelo casal antes de sair de casa). Azar do ex e comida certa do neo-Sherlock.</p>
<p>Porém, Luana não estava só. Havia Cacauzinha, sua “amiga loira e inseparável”, que Dunga chegou a se beliscar para atestar de que aquela mulher era real. Naquele clima pouco claro, meio surreal e muito excitante, os quatro decidiram se conhecer melhor, literalmente, os quatro! Tiveram que esquecer a palavra egoísmo e usufruir da frase “o que é meu é teu”. E, lá estava Luana com o Sherlock carioca; Luana com Dunga (amigão e taradão); Luana com Cacau; Cacau com Dunga e etc, etc e tal!</p>
<p>Calcinha pequenininha, amarelinha com estrelinhas azuis&#8230; <strong>Cacauzinha</strong> era desinibida e sonhadora, logo constatou Lúcio. Mas, por incrível que pareça, a sua musa <strong>Luana</strong> não estava usando calcinha. E agora? Como saber do que Luana gosta? Sobre o que ela pensa e o que ela deseja?</p>
<p>O nosso Sherlock ficou em dúvida. A agonia era tamanha que até deixou de lado a tara por enfiar seu instrumento na bundinha de Cacau. Ele queria desvendar o mistério de Luana&#8230; queria conhecê-la a fundo, onde só enfiar o seu dedo, e seu pau e sua língua não bastariam.</p>
<p>Sem mais nem menos, abandonou seu amigão e sua nova amiguinha loira. Levou Luana para seu apartamento, onde na estante de seu quarto constava o conjunto de livros do personagem S. Holmes chamado, Cânone Sherlockiano.</p>
<p><a href="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2008/10/windowslivewriterosherlockdascalcinhas-c41sherlock-2.jpg?95884c"><img style="border: 0px;" src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2008/10/windowslivewriterosherlockdascalcinhas-c41sherlock-thumb.jpg?95884c" border="0" alt="sherlock" width="340" height="255" /></a></p>
<p><em>Hmmm, há algo de pitoresco nessa estante&#8230;</em></p>
<p>A morena, tipo mingnon, pediu a ele que alcançasse um dos exemplares. Fixou seus olhos amendoados na figura do detetive na capa e perguntou se podia levar para ler, “Claro” foi a resposta de Lúcio, sem pestanejar.</p>
<p>O finalzinho daquela noite e início da manhã em Irajá teve cheiro de cachimbo, perfume doce e sexo. Teve gosto de pele, saliva e mistério. Sherlock não sabia se veria outra vez sua musa. Mas sua musa sabia que o veria novamente e sentiu isso ao colocar o livro debaixo do braço e pegar o elevador com um aroma, agora pra ela, peculiar. Não trocaram telefones&#8230; preferiram a troca de olhares na despedida.</p>
<p>Dias depois, Lúcio recebe uma caixa por Sedex.</p>
<p><strong>Remetente:</strong> Luana.</p>
<p><strong>Material contido:</strong> uma calcinha com transfix tal qual a ilustração da capa do livro que emprestou.</p>
<p>Aquele foi o recado de sua musa, esclarecendo-o (mais ou menos assim): “Não pudesses me desvendar, mas só quero que saibas que, naquela noite, fui sua”. Resumo da ópera, vai-se o livro, <a href="http://papodehomem.com.br/todo-bem-que-faz-uma-calcinha/" target="_blank">fica a calcinha</a>&#8230;</p>
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<p><br /><hr /><p>Curadoria do PdH com as mais deliciosas mulheres da web, selecionadas a dedo: <a href="http://apimentadas.papodehomem.com.br">www.apimentadas.com.br</a></p></p>]]></content:encoded>
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		<title>Sandrinha, para &#8220;o mais &#237;ntimo&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 12:43:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarisse Colombo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Ladies Room]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Aquela professora tinha alguma coisa especial...</p><p><br /><hr /><p>Curadoria do PdH com as mais deliciosas mulheres da web, selecionadas a dedo: <a href="http://apimentadas.papodehomem.com.br">www.apimentadas.com.br</a></p></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Sandra, já não sei mais onde guardar a saudade. Ela não cabe em lugar nenhum. Só fica a transbordar.”</p>
<p><span id="more-2614"></span></p>
<p><a href="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2008/09/te-amo.jpg?95884c"><img style="border: 0px;" src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2008/09/te-amo-thumb.jpg?95884c" border="0" alt="te-amo" width="260" height="196" /></a></p>
<p><em>Te amo em pétalas de flores. Tradução: Quero muito te comer. Mesmo.</em></p>
<p>Graças a estas três frases, Caio, 31 anos (escritor de poemas, versos e afins) conseguiu, de vez, arrebatar o coração de sua amada, Sandra, 30 anos (aspirante a arquiteta, sem vícios e muito bonita). Em um dia, com uma faixa azul transpassada em sua cintura, Sandra fez o juramento a sua profissão. No outro, dentro de um vestido em tom pastel, jurou seu amor a Caio.</p>
<p>Além da poesia que sentia no ar, dentro do apartamento, ela adorava sentir o cheiro do cigarro de filtro amarelo e o volume na parte da frente das calças de seu marido. Ele estava tentando trocar de profissão e comprou uma flauta. Mas, percebia-se que a única flauta que ele tinha domínio era a do meio de suas pernas, que dobrava de tamanho só no fato de sentir a pele de Sandra.</p>
<p>Transavam mais de quatro vezes por dia entre canetas, réguas, compassos&#8230; tentavam se equilibrar, para não quebrar, na mesa onde ela desenhava seus projetos. “Ai, Sandra! Minha arquiteta mais puta! Sandri&#8230;”. E a transa dava um “stop”. Ela não permitia ser chamada de “Sandrinha”, jamais. Nem se estivesse entregue a ele em lençóis de seda pura num hotel “très chiqué” em Paris.</p>
<p>Quatro anos de casados e dois atuando como professora universitária em uma faculdade de Brasília. Sandra era requisitada por suas aulas e avistada nos corredores por sua beleza. “Estou quase trocando de curso”, disse Gustavo Leão, 24 anos, um certo estudante de direito, a um amigo, “só para ter aulas com ela”.</p>
<p>Foi numa semana qualquer que Sandra começou a notar a presença constante de Gustavo no corredor onde só havia aulas de arquitetura. Estranhou a curiosidade do rapaz e, estranhou mais ainda a sua curiosidade por ele. Até que num momento descomprometido ela perguntou-lhe:</p>
<p>“Você é estudante de arquitetura? Nunca o vi em minhas aulas” &#8211; a partir dali, a ocasião a comprometeu para os dias que seguiriam a sua carreira de professora.</p>
<p><a href="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2008/09/professora-sexy.jpg?95884c"><img style="border: 0px;" src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2008/09/professora-sexy-thumb.jpg?95884c" border="0" alt="professora-sexy" width="240" height="277" /></a></p>
<p><em>Dever de casa pra amanhã! Quem não fizer vai ser punido!</em></p>
<p>Seu 1,65m de altura encaixavam-se perfeitamente no 1,89m dele, na horizontal, vertical&#8230; em 3D. Um absurdo de gemidos, um exagero de mordidas e arranhões. Sandra se esqueceu da sua mesa de projetos e arriscou-se no laboratório de revelações de fotos do curso de comunicação. Tudo escuro, mas tudo tão claro para os dois. Era ele quem Sandra queria. Era a professora de arquitetura casada, que Gustavo estava querendo todos os dias.</p>
<p>Caio na biblioteca pública, Caio na banquinha de jornal, Caio no bar com outros amigos escritores, Caio fumando um filtro amarelo, Caio transando com Sandra. Nunca podia passar em seus devaneios a traição de sua esposa. “Sandrinha, para o mais íntimo”. “Sandrinha, para Gustavo”. Mesmo fudendo com o estudante de direito, ela não esquecia de comprar as coisas para a casa, passar a camisa do marido e de juntar os lápis e as canetas do chão, após transar com Caio.</p>
<p>Mais um ano lecionando, mais um sentindo o pau de G. Leão. Até que Gustavo se formou e conseguiu emprego no Maranhão. Levando com ele o que aprendeu com a professora.</p>
<p>Tempos mais tarde, numa janta que Sandra e seu marido proporcionaram aos amigos mais próximos, Ana (melhor amiga de Sandra) avisou que chegaria acompanhada, depois de muitos anos estando solteira por opção.</p>
<p>Ao chegar, apresentou aos demais seu novo namorado: “Este é Jorge Leão”. Sandra, imediatamente fez a ligação pai e filho. Embriagada pelos coquetéis de entrada, olhou para dentro da taça de champagne, onde duas bolhas se juntavam. E o pensamento mais inebriado se fez presente: “Queria os dois ‘leões’ me comendo.”</p>
<p>Estendeu a mão, apertou a de Jorge e falou baixinho para somente ele escutar: “Prazer, sou Sandra. Sandrinha para o mais íntimo.”</p>
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<p><br /><hr /><p>Curadoria do PdH com as mais deliciosas mulheres da web, selecionadas a dedo: <a href="http://apimentadas.papodehomem.com.br">www.apimentadas.com.br</a></p></p>]]></content:encoded>
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		<title>Olimp&#237;adas 2008: entre Chop Sueys e Chinesas.</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 03:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarisse Colombo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ladies Room]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O que um homem pode fazer numa Olimpíada?</p><p><br /><hr /><p>Curadoria do PdH com as mais deliciosas mulheres da web, selecionadas a dedo: <a href="http://apimentadas.papodehomem.com.br">www.apimentadas.com.br</a></p></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A data:</strong> 19/08/08</p>
<p><strong>O local:</strong> <a href="http://olimpiadas.uol.com.br/2008/guia/sedes/tianjin.jhtm" target="_blank">Tianjin</a>, cidade nordeste da China. Cerca de 6.3 milhões de habitantes.</p>
<p><strong>O objetivo:</strong> Comer chinesas na época de Olimpíadas.</p>
<p><span id="more-2444"></span></p>
<p>Roteiro em mãos, Nicolas, 29 anos, advogado (bem-sucedido), resolveu tirar férias da cidade da garoa, São Paulo. Queria ver as Olimpíadas e mostrar os seus “dotes” às chinesas.</p>
<p>Deixou seu cachorro vira-lata, <strong>Billy</strong>, aos cuidados de sua mãe.</p>
<p><a href="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2008/09/billy.jpg?95884c"><img style="border-width: 0px;" src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2008/09/billy-thumb.jpg?95884c" border="0" alt="billy" width="340" height="215" /></a></p>
<p><em>Não vai pro fundo, Billy!</em> <a href="http://flickr.com/photos/marcojacob/2255517481/" target="_blank"><em>*</em></a></p>
<p>Fez reserva em um dos hotéis mais baratos da capital da China, <a href="http://www.hotelclub.net/hotel.reservations/Zhongan_Hotel_Beijing.htm" target="_blank">Zhongan Hotel Beijing</a>, a partir do que leu na internet: “os estabelecimentos mais baratos costumam servir, principalmente, aos chineses”.</p>
<p>Concluiu: &#8211; Vai lotar&#8230; de chinesinhas!!!!</p>
<p>Nicolas chegou a Pequim no dia da abertura dos jogos, 08 de agosto, e sua “taradice” foi aumentando com tantos olhos puxados, bocas pequenas (iguais botões de rosa) e cabelos pretos&#8230; longos, curtos, presos em forma de coque ou soltos lembrando crinas&#8230; a fertilidade imaginária do paulista não o deixava sossegado, aquelas peles tão claras faziam sua vista arder, e o “assédio” dos cabelos&#8230; também!</p>
<p>No dia primeiro de agosto, a China inaugurou o “<a href="http://br.youtube.com/watch?v=jS4jzpW_mI8" target="_blank">China Railway High Speed</a>” (um trem bala que faz o percurso entre Pequim e Tianjin em 30 minutos). No dia 19 de agosto, Nicolas realizou a sua tara por chinesas graças a este trem.</p>
<p>Desde que havia chegado em Beijing, o paulistano estava torcendo, torcendo afoitamente. Não pelo Brasil (que, infelizmente, nessas Olimpíadas não veio com todo o seu tesão pelos esportes) mas, por achar a sua musa oriental. Sendo assim, ele tentou de tudo: fingiu ser fumante compulsivo e hóspede passivo no hall de entrada do hotel. Onde ficava só no aguardo de um rostinho estilo Mangá.</p>
<p>Trem bala rumo a Tianjin, lá estava ele, no memorável 19 de agosto, para ver o jogo de futebol feminino entre Alemanha e Coréia do Norte (garra pelo Brasil ele já tinha mandado às favas, pois naquele dia o seu país iria enfrentar a Nigéria em Pequim). Num banco próximo, cabelos longos e negros apareciam em volta de um livro, que cobria os olhos puxados. <strong>Lucy Lee</strong>, a dona de tais atributos&#8230;</p>
<p><a href="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2008/09/japa-trem.jpg?95884c"><img style="border-width: 0px;" src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2008/09/japa-trem-thumb.jpg?95884c" border="0" alt="japa-trem" width="340" height="255" /></a></p>
<p><em>Nicolas se prepara pra praticar seu esporte favorito. Tiro ao alvo.</em> <a href="http://flickr.com/photos/g2020/2424603693/" target="_blank"><em>*</em></a></p>
<p>Natural da cidade destino onde o trem os estava carregando. <em>“Que futebol feminino o quê, eu quero mais é essas mãos pequenas tocando o meu pau”</em>, atreveu-se Nicolas. E o seu atrevimento o levou a casa de Lucy Lee, junto, ao presente mais tórrido, Kea Lee, sua irmã mais nova (“Imôto”, em mandarim).</p>
<p>Casa pequena e aconchegante, como transpirava ser o corpo das duas. Ménage??? Sim. Muito prazer! Sou de São Paulo, Nicolas. Depois de prepararem um macarrão chop suey, elas toparam tudo. Ele quis o além do “tudo”. Corpos pequenos, jamais tocados pelo sol. Cabelos de Gardênia, Magnólia, Crisântemo, Lótus. Suor, calor e arrepios. Banho de ofurô e relaxamento.</p>
<p>Nicolas estava tão relaxado que até lembrou de Billy, seu vira-lata. Lembrou, também, de quase não ter visto cachorros pelas ruas daquele país. E, involuntariamente, lembrou que chineses comem cachorros. Mais que num impulso, jogou-se do banho de ofurô para o telefone (ligando pela primeira vez a cobrar para sua mãe, já que a sua decisão influenciava, agora, no seu “pé-de-meia” da advocacia):</p>
<p>“Mãe, cuida do Billy para o resto dos dias da vida dele. Eu estou mudando de planos e ficarei na China.”</p>
<p>“Como?” – perguntou sua mãe.</p>
<p>A resposta de Nicolas para esta indagação foi tão excitante para ele que chegou a se babar:</p>
<p>“Até pensei em trazer Billy pra China, mas aqui comem cachorros&#8230;mas, diga a ele que farei o que Billy mais gosta, “comer cachorras”, e cuidarei de um jardim (nos fundos da residência chinesa) como a senhora adora fazer”.</p>
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<p><br /><hr /><p>Curadoria do PdH com as mais deliciosas mulheres da web, selecionadas a dedo: <a href="http://apimentadas.papodehomem.com.br">www.apimentadas.com.br</a></p></p>]]></content:encoded>
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		<title>A Meia Lata de Leite Condensado</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/a-meia-lata-de-leite-condensado/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 12:42:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarisse Colombo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Ladies Room]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Duas garotas e um leite moça...</p><p><br /><hr /><p>Curadoria do PdH com as mais deliciosas mulheres da web, selecionadas a dedo: <a href="http://apimentadas.papodehomem.com.br">www.apimentadas.com.br</a></p></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma dica para ler este conto: imagine duas estudantes do segundo ano do segundo grau. A primeira já despudorada, e a segunda aprendendo a se “despudorar”.</p>
<p>Foi através de boatos maldosos sobre Júlia que Stéfani quis se aproximar dela. Sem preconceitos e com o corpo nunca antes visto por alguém, Stéfani não hesitou.</p>
<p><span id="more-2170"></span></p>
<p><a href="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2008/08/two-girls.jpg?95884c"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2008/08/two-girls-thumb.jpg?95884c" border="0" alt="two-girls" width="400" height="245" /></a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=SBCKMTo210k" target="_blank"><em>Dá o play.</em></a><em> Mentes curiosas não possuem amarras. Nunca.</em></p>
<p>Os laços de amizade se estreitaram, naquele ano de 1998, e passaram a conviver com a maldade e a ingenuidade. Nas vestimentas escolares, uma tentava disfarçar os seios despontados, enquanto a outra sabia que o foco, através da camiseta branca, era os próprios.</p>
<p>Depois de quase um semestre juntas, elas já conheciam o corpo uma da outra quando ficavam frente a frente experimentando roupas juntas no mesmo provador de algumas lojas.</p>
<p>Recém neste ano que fui saber, através de Stéfani o que fortaleceu, atormentou e se desenrolou naquela relação que, aos olhos dos outros, podia-se chamar amizade. Numa fatídica noite, adjetivada assim mesmo por Sté, ela convidou Júlia para dormir em seu apartamento. Enfatizou que estaria sozinha e que sua mãe havia deixado meia lata de leite condensado na geladeira&#8230;</p>
<p>&#8212;</p>
<p><strong>“</strong> Foi um pedido&#8230; daquela boca para a minha. Não tive dúvidas, beijei. A curiosidade de tocar em lábios tão femininos me fez perder a noção de quem eu era: outra menina.</p>
<p>Júlia e seus lábios carnudos me faziam companhia naquela noite, onde eu havia esquecido os meus 15 anos e a minha opção.</p>
<p>Quando Júlia deitou-se na cama e encostou o seu corpo, já com formas de mulher, no meu, eu quis desvendar o segredo contido na boca de outra guria. Senti que não ficamos satisfeitas com o “boa noite”, e em meio às palavras senti o gosto de sua saliva. Nem quis pensar no depois. Mas, o “depois” veio e não me deixou mais dúvidas. Era Júlia quem eu queria por aquele momento escuro, intenso e quente&#8230; e pele com pele&#8230; e úmido&#8230; e MOLHADO!</p>
<p>O diferencial era o estar tocando e beijando, digamos, um mesmo corpo. Com seios, pele macia, poucos pêlos e uma mão leve. Esta chegava até minha pélvis e descia quase que involuntariamente, (re)descobrindo um corpo tão parecido quanto o seu próprio.</p>
<p><a href="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2008/08/girlgirlkiss.jpg?95884c"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2008/08/girlgirlkiss-thumb.jpg?95884c" border="0" alt="girlgirlkiss" width="259" height="260" /></a></p>
<p><em>Hmmm, essa veio </em><a href="http://flickr.com/photos/jeffburger/2291723929/" target="_blank"><em>daqui</em></a><em>, para os mais realistas, que tal </em><a href="http://flickr.com/photos/hejo/2331126636/" target="_blank"><em>essa</em></a><em>&#8230;</em></p>
<p>Cabelos avermelhados, nunca me enganaram, eram a transferência do seu calor. Olhos verdes, agora fechados, querendo olhar o meu corpo só com as mãos. E, elas pareciam gritar: TESÃO, TESÃO, TESÃO!</p>
<p>Sede louca, fome desvairada que me remeteu à lata de leite condensado! <strong>&#8220;</strong></p>
<p>&#8212;</p>
<p>Este foi o relato da minha amiga a mim por e-mail. Claro que enviei outro perguntando o que aconteceu depois que ela lembrou da lata de leite condensado. Não houve resposta! Nem o número de celular não era mais o mesmo. Dizem que Stéfani saiu do interior e foi morar em uma cidade grande. Talvez, por achar que nas cidades grandes não haja tantos pudores como em sua cidade natal&#8230; talvez, para procurar uma outra menina que também goste de leite condensado.</p>
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		<title>Johnny e as Bonecas Infl&#225;veis</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 23:02:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarisse Colombo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Ladies Room]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://papodehomem.com.br/johnny-e-as-bonecas-inflveis/</guid>
		<description><![CDATA[<p>“Meu nome é Johnny, e sim, eu curto bonecas infláveis”.</p><p><br /><hr /><p>Curadoria do PdH com as mais deliciosas mulheres da web, selecionadas a dedo: <a href="http://apimentadas.papodehomem.com.br">www.apimentadas.com.br</a></p></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Meu nome é Johnny, e sim, eu curto bonecas infláveis”.</em></p>
<p>Certamente, essa não seria a apresentação de Johnny, a este texto, há alguns anos.</p>
<p><span id="more-2107"></span></p>
<p><a href="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2008/08/johnny2.jpg?95884c"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2008/08/johnny2-thumb.jpg?95884c" border="0" alt="johnny2" width="340" height="255" /></a></p>
<p><em>Essa é uma história real, mas com nomes fantasiosos. Ou vice-versa. Algo assim&#8230; </em></p>
<p>Aos 33 anos, Johnny já havia percorrido todas as casas noturnas da capital gaúcha, Porto Alegre. Desde barezinhos até puteiros. Teve nove namoradas, mas a que mais perdurou em sua vida foi Amanda. Namorinho de infância que se fez relação séria em sua adolescência. Johnny, ou JJ, como era chamado pelos amigos, ficou com Amanda durante dez anos, dos sete aos dezessete. Dez anos não foi o suficiente para que sua namorada o deixasse provar outro gosto, além da boca e dos seios que cabiam exatamente na palma de sua mão.</p>
<p>Fim de relacionamento e morte de sua mãe, Marieta, aos 46 anos, vítima de câncer de útero. Era prostituta e, depois, secretária de um escritório de advocacia no centro da capital. O que Johnny sempre negou foi a primeira profissão de sua mãe. A segunda, ele até engoliu (pois, ouvia boatos absurdos sobre o que rolava após o expediente entre Marieta e os advogados), afinal era através do “teste do sofá” que ela conseguia pagar a escola do único filho e o cursinho pré-vestibular.</p>
<p>Com 18 anos, JJ começou a pular de barezinhos para baladas, baladinhas para Raves e, de Raves para puteiros. Traiu suas outras oito namoradas “a torto e direito”, porque a decepção de não ter comido Amanda enviava ao seu cérebro a inquietação pela procura da foda perfeita.</p>
<p>Esta parecia correr de encontro às suas expectativas e bater de frente com o mesmo som, o mesmo gosto e o mesmo ritmo de dança dos mais diferentes corpos femininos que Johnny havia experimentado.</p>
<p>Mas, enfim, ele estava enlouquecendo em seu apartamento, no bairro Cidade Baixa, com seus 33 anos. Esperava por Dani, sua atual namorada, 25 anos, loira, baixinha&#8230; estilo “Maria Chuteira”. Seu único defeito? Ter o dom de lembrá-lo todos os sons, gostos e danças dos corpos das outras putas; estudantes universitárias; médicas; gringas e etc.</p>
<p>A esta altura de sua vida, Johnny acabou abrindo espaço para a palavra exigente, resolveu aceitá-la e cavoucar um pedacinho para que a palavra <strong>frustrado</strong> desse o seu “ar da graça”.</p>
<p><a href="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2008/08/girls.jpg?95884c"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2008/08/girls-thumb.jpg?95884c" border="0" alt="girls" width="300" height="265" /></a></p>
<p><em>A relação de Johnny com as mulheres era um tanto quanto confusa</em></p>
<p>Assim, entre a razão e o devaneio trazido pela quinta dose de uísque puro, decidiu não esperar mais por Danielle, e foi atrás de jornal com classificados de imóveis. Sua procura era por apartamento próximo a lavanderia, restaurante e&#8230; sex shop. Eis aí! O dinheiro que Marieta havia deixado para o filho conseguiu satisfazê-lo. Johnny começou a colecionar bonecas infláveis.</p>
<p>Pensou com lógica:</p>
<p>- Elas também terão o mesmo som, o mesmo gosto e o mesmo ritmo. Sem expectativas de outra coisa, logo, não me frustrarei. E, as mulheres, “passarão e eu passarinho”, como diria M. Quintana.</p>
<p>Claro que entre as bonecas tinha as suas duas preferidas: a morena de seios pequenos e a outra com formas mais maduras. A primeira era a que começava e encerrava as sessões de sexo e, a segunda, nunca foi e nem seria tocada. Esta, ele pôs o nome de sua mãe e a de seios pequenos que cabiam na palma de sua mão, Amanda.</p>
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