Aborto induzido por medicamentos

Mauricio Garcia

por
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Pergunta: “Aparentemente fizemos merda e minha namorada esta grávida, ainda não fizemos o teste (beta hcg) e se der certo de hoje não passa.

Analisando as possibilidades, ilícitas também, comecei a procurar como é feito o aborto nos EUA, onde é permitido. Achei os medicamentos usados (Mifiprex e Misoprostol), como utilizá-los e claro, os efeitos colaterais.

Ainda não está decidido de tentar o aborto, mas se tentarmos e ocorrer problemas como hemorragia excessiva e precisar de socorro médico. Como os médicos vão agir?

Acredito que salvar a vida é o mais importante então todos os procedimentos devem ser tomados mesmo o aborto sendo ilegal. Mas e depois o médico é obrigado a denunciar um aborto?

Não preciso nem dizer que estou ficando doido com isso já, né?”

- Anônimo

Uma dúvida sobre um tema complexo e polêmico, e causa de muitos problemas de saúde pública no Brasil e no mundo, o aborto. Um debate infindável, entre os alcunhados “pró-escolha” e “pró-vida”.

aborto

É fácil julgar o aborto?

Como o tema me interessa muito, freqüento as comunidades de Orkut sobre o assunto e já pesquisei bastante a respeito. Porém, acho que a discussão fica para os comentários, e tenho certeza que isso vai acontecer. Vamos à análise técnica (e também de uma certa forma, jurídica) do caso do leitor.

Análise passo-a-passo do Aborto

Uma pequena falácia comete o leitor ao se referir aos EUA como local onde o aborto é permitido. Depende do Estado.

Em muitos, é proibido, pois lá os Estados têm sua Constituição própria e distinta. Enfim, naqueles onde o aborto é legal, o procedimento é feito por aspiração/curetagem (método mais seguro) ou pelo uso de substâncias abortivas.

Confesso que não conhecia o Mifiprex (mifipristona). Pesquisando sobre o assunto, descobri que é aprovado pelo FDA e é utilizado em conjunto com o Misoprostol (Cytotec). Este último é encontrado no Brasil, mas somente no mercado negro.

Afinal, vivemos num país onde o aborto, salvo em casos de gravidez advinda de estupro e risco de vida para a mãe, é crime. E assim o é em praticamente toda a América Latina, com direito a locais onde o aborto é proibido em qualquer hipótese, caso de Chile e El Salvador.

Exceções são Cuba e Guiana, onde o aborto é legal. O aborto está próximo da legalização no Uruguai.

O maior perigo: hemorragia

O grande problema de abortos realizados sem assistência médica, com o uso do Cytotec, é a hemorragia, que pode ser substancial e trazer até risco á vida da paciente. Além disso, as contrações são muito dolorosas.

Nos EUA, são utilizados analgésicos concomitantemente. Por isso o aborto feito com Cytotec é perigoso e inseguro. Não preciso nem falar que é ilegal também. Se a pessoa for pega, responderá por isso.

Curiosamente, após a “chegada” do Cytotec ao Brasil, um estudo mostrou que o número de complicações pós-aborto diminuiu. Isto porque ou o procedimento era realizado por pessoas despreparadas, com a introdução de objetos no útero, ou em clínicas sem a menor estrutura/condições de higiene, como ainda existem até hoje.

E em caso de complicações no aborto, os médicos vão me ajudar?

Quanto ao tratamento visando salvar a vida da paciente que teve complicação do aborto, não tenha dúvida que tudo será feito em prol desta.  O posicionamento do médico, quanto à situação, tem regulamentação clara no Código de Ética Médica.

O artigo 38 do CEM veda ao médico acumplicitar-se com os que exercem ilegalmente a Medicina ou com profissionais e instituições médicas que praticam atos ilícitos. Portanto, o médico não pode prescrever medicações para fins abortivos e tampouco indicar endereço de clínica de aborto. O artigo 19 obriga o médico a denunciar colegas ou clínicas que façam tais práticas.

Sobre o sigilo da paciente que recorre ao hospital por complicação do aborto provocado, o capítulo IX do Código de Ética Médica, referente ao segredo médico, veda ao médico “revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por justa causa, dever legal ou autorização expressa do paciente” (artigo 102).

pensando

Não vamos dar a resposta. Vamos apresentar fatos e abrir o debate.

A violação do segredo profissional, segundo a seção IV do Código Penal (artigo 154), prevê detenção de três meses a um ano, ou multa, para a revelação do segredo sem justa causa.

Não cabe, portanto, ao médico denunciar o “crime” cometido pela mulher, como crêem alguns, mas assisti-la e orientá-la convenientemente para que se previna a repetição do fato.

Por fim, duas observações:

1 – Sobre o último parágrafo, a maioria dos médicos não conhece tais nuances do CEM. Eu mesmo não sabia disso, até escrever esse artigo.

Já soube de um caso que uma colega denunciou uma paciente que apresentou complicações e esta foi presa após ter alta. Eu achava a decisão era individual, de acordo com a consciência do médico.

2 – Sendo extremamente prático e sincero: a mulher que tenta o aborto tomando Cytotec, se chegar no médico com a vagina limpa (isso porque algumas colocam o comprimido na vagina) e não falar nada, passará tranquilamente por um aborto espontâneo. Não há como provar.

Dr Health, imaginando que a colega que denunciou a paciente (penúltimo parágrafo) deve ter sido triturada pelo advogado de defesa

Mauricio Garcia

Flamenguista ortodoxo, toca bateria e ama cerveja e mulher (nessa ordem). Nas horas vagas, é médico e o nosso grande Dr. Health.


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  • http://thycurse.spaces.live.com/ Maldito

    Aborto é um tema complicado… mas eu continuo sendo a favor…

    • PaulaRodrigues44

      Eu não critico as pessoas que são a favor do aborto, mas se pesquisarem um pouco o feto até as12 semanas já têm quase tudo formado, menos os pulmões. Penso que seja um crime.

      Agora se fosse uma violação, uma criança ai sim pensaria nesse assunto. São as coisas mais lindas que possam existir. muitas pessoas abordam a situação dizendo que não tem condições, mas há 80 anos a traz, as pessoas não tinham grandes condições de vida e tudo foi criado, uns com mais outros com menos e hoje em dia são grandes pessoas.

    • carol

      vc sabe como fazer um aborto de 20 semanas?

  • http://thycurse.spaces.live.com Maldito

    Aborto é um tema complicado… mas eu continuo sendo a favor…

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Eu não sou propriamente a favor do aborto, especialmente nos meses mais avançados (digamos, depois da 12a semana), mas acho que o Estado não tem que meter o bedelho. Feto não é pessoa, juridicamente falando.

    • Claudio Jose

      SE NÃO POR ISSO, ENTÃO PORQUE ABORTO É CRIME? A SENHORA É QUE ESTA DIZENDO QUE NÃO É!
      A ALGUNS ANOS ATRÁS, A ONU, ORGANIZAÇÃO MÁXIMA DA CIVILIZAÇÃO, DECLAROU O QUE ERA ÓBVIO E PASSOU A SER LEI!
      TODOS TEM COMO DIREITO IRREFUTÁVEL, A VIDA, E A FELICIDADE. AH! JURIDICAMENTE FALANDO!

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Eu não sou propriamente a favor do aborto, especialmente nos meses mais avançados (digamos, depois da 12a semana), mas acho que o Estado não tem que meter o bedelho. Feto não é pessoa, juridicamente falando.

  • Renata

    A hemorragia e as dores que o Cytotec causa não são tudo. E os casos de aborto mal-sucedido? APAEs, AACD e outras instituições do gênero estão cheias de crianças com paralisia cerebral, deficiência mental, deficiência física e diversos problemas de saúde causados pelo uso desse medicamento. As sequelas pra essas crianças não acabam com o estancar de uma hemorragia ou a aplicação de um analgésico; duram a vida toda, transformando cada dia em uma luta pra aprender, pra se movimentar, pra lidar com médicos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e mais uma equipe enorme.

    • Dudinha

      Por isso mesmo. Analise os fatos as mulheres só fazem abortos que dão errado porque são obrigadas a carregar um bebe que não querem. Se pudessem fazer aborto seguro essas crianças jamais existiriam.

  • Renata

    A hemorragia e as dores que o Cytotec causa não são tudo. E os casos de aborto mal-sucedido? APAEs, AACD e outras instituições do gênero estão cheias de crianças com paralisia cerebral, deficiência mental, deficiência física e diversos problemas de saúde causados pelo uso desse medicamento. As sequelas pra essas crianças não acabam com o estancar de uma hemorragia ou a aplicação de um analgésico; duram a vida toda, transformando cada dia em uma luta pra aprender, pra se movimentar, pra lidar com médicos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e mais uma equipe enorme.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    APAEs, AACD e outras instituições do gênero estão cheias de crianças com paralisia cerebral, deficiência mental, deficiência física e diversos problemas de saúde causados pelo uso desse medicamento.

    Não quero ser taxativo, mas I smell bullshit. O misoprostol tem outras aplicações além do aborto, como prevenção de úlceras, em dosagens que não são seguras para induzir um aborto completo.

    Eu desconfio fortemente que esse “cheia de crianças (…) pelo uso desse medicamento” venha pelo uso clínico do misoprostol e não pela aplicação visando diretamente o aborto (embora eu não negue a possibilidade de um ou outro caso de abortos fracassados— mas “cheias” eu realmente acho muito forçado).

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    APAEs, AACD e outras instituições do gênero estão cheias de crianças com paralisia cerebral, deficiência mental, deficiência física e diversos problemas de saúde causados pelo uso desse medicamento.

    Não quero ser taxativo, mas I smell bullshit. O misoprostol tem outras aplicações além do aborto, como prevenção de úlceras, em dosagens que não são seguras para induzir um aborto completo.

    Eu desconfio fortemente que esse “cheia de crianças (…) pelo uso desse medicamento” venha pelo uso clínico do misoprostol e não pela aplicação visando diretamente o aborto (embora eu não negue a possibilidade de um ou outro caso de abortos fracassados— mas “cheias” eu realmente acho muito forçado).

  • http://www.papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    Eu nunca consegui chegar a uma posição efetiva sobre o aborto. Sempre que o tema rola numa conversa ou leio alguma coisa sobre o assunto, penso, penso, e não consigo me posicionar. Para mim é o tema mais polêmico que existe. Muito mais que pena de morte. No caso do aborto lida-se com dois seres, ou uma mãe e um feto. Pior do que isso, lida-se inclusive com o direito de escolha da mãe, com o direito de vida do feto e até mesmo com a questão de definir a partir de que momento um feto é um indivíduo, uma pessoa (assim como o SaintCahier citou). Muitas variáveis, muitas questões polêmicas, muita discussão sobre o tema.

    Eu costumo ser um cara que gosto de me posicionar sobre qualquer tema ou assunto. Não gosto de ficar em cima do muro de forma alguma, mas nesse caso do aborto…não consigo.

    Mauricio, belo tema a ser discutido! Parabéns!

    • Ivnaraquel

      Olá, Thiago! Achei legal seu comentario, e bastante sincero! Eu particularmente já compartilhei de todas as opniões. Já fui radicalmente contra, depois passei a compartilhar de uma conduta mais “nem lá nem cá”, e agora sou radicalmente a favor. Realmente é um tema que transpassa muitas coisas, direito à vida, saúde pública e até machismo. Entretanto, só consegui firmar minha opniao sobre o assunto quando acompanhei isso de perto. Foi quando percebi a fragilidade feminina na autonomia de seu corpo, e até mesmo das relaçoes sexuais que nos levam a tomar uma atitude tão extrema como essa. Hoje tenho propriedade pra dizer que a mulher na sociedade moderna nao desfruta de autonomia do seu corpo, nem ao menos na relação sexual, porque o homem se quer compartilha da responsabilidade de prevenção.

  • http://www.papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    Eu nunca consegui chegar a uma posição efetiva sobre o aborto. Sempre que o tema rola numa conversa ou leio alguma coisa sobre o assunto, penso, penso, e não consigo me posicionar. Para mim é o tema mais polêmico que existe. Muito mais que pena de morte. No caso do aborto lida-se com dois seres, ou uma mãe e um feto. Pior do que isso, lida-se inclusive com o direito de escolha da mãe, com o direito de vida do feto e até mesmo com a questão de definir a partir de que momento um feto é um indivíduo, uma pessoa (assim como o SaintCahier citou). Muitas variáveis, muitas questões polêmicas, muita discussão sobre o tema.

    Eu costumo ser um cara que gosto de me posicionar sobre qualquer tema ou assunto. Não gosto de ficar em cima do muro de forma alguma, mas nesse caso do aborto…não consigo.

    Mauricio, belo tema a ser discutido! Parabéns!

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Dr Health, imaginando que a colega que denunciou a paciente (penúltimo parágrafo) deve ter sido triturada pelo advogado de defesa

    Além disso, no Brasil, provas obtidas de forma ilegal não tem validade jurídica. Eu não conheço as sutilizas da lei para saber se uma denúncia que quebra a deontologia médica se enquadra em “prova ilegal”, mas acho que um bom advogado consegue livrar a cara do réu. Nosso aparato legal tem um horrendo viés de proteção do réu.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Dr Health, imaginando que a colega que denunciou a paciente (penúltimo parágrafo) deve ter sido triturada pelo advogado de defesa

    Além disso, no Brasil, provas obtidas de forma ilegal não tem validade jurídica. Eu não conheço as sutilizas da lei para saber se uma denúncia que quebra a deontologia médica se enquadra em “prova ilegal”, mas acho que um bom advogado consegue livrar a cara do réu. Nosso aparato legal tem um horrendo viés de proteção do réu.

  • http://www.impactmedia.com.br/ Davis Zanetti Cabral

    É uma pena que o colega pensa em fazer aborto.
    Tenho uma filha de 1 ano e meio.

    Ela não foi planejada e nos pegou de jeito. Éramos noivos a pouco tempo e realmente não tínhamos planos para uma criança tão cedo.

    Graças a Deus tudo correu muito bem, e hoje é o ser mais importante da minha vida. Me fez mudar e me tornar uma pessoa muito melhor.

    Sei que parece um besteirol dos bons, mas só quem é pai sabe a emoção que é ver a evolução da criança. Aprender a falar, andar, a te imitar…

    Me posiciono contra o aborto, pois mesmo não tendo sido planejado, sabemos os riscos(ou possibilidade?), e ninguém engravida sem se descuidar (salvo um raro caso onde além da sua camisinha furar o anticoncepcional dela era placebo! o_O).

    Mas boa sorte para o colega, e que ele tenha sorte de tomar coragem e assumir essa criança.

    • Vvsweet02

      que bom que deu tudo certo pra voce. Mas lembre se que para alguns as coisas não são tão fáceis… vc assumiu a paternidade e quando isso não acontece e a guria tem que decidi sozinha….? e mesmo com camisinha e anticoncepcional pode se engravidar…nada é perfeito. Não se trata de coragem mas de bom senso.

      • jonas

        Isso mesmoVvsweet02.
        Davis Zanetti Cabral, porque a sua condição foi boa, não lhe dá o direito de julgar a condição de outro. Deveria refletir sobre a dificuldade muito maior que uma outra pessoa pode estar vivendo.
        Graças a Deus você teve condições de criar o filho. Nesse caso, fazer o aborto seria um erro.
        Mas meninas de 15 ou 17 anos, cujo pai da criança some e as deixa sozinhas, certamente não poderiam ser condenadas, por você, por mim, nem por ninguém. São milhares delas que engravidam todo ano e vivem meses de terror, julgadas pela família e pela sociedade.
        As estatísticas mostram que a maioria das 150 mil mulheres que morrem no Brasil devido a aborto todo ano são jovens, menores que 22 anos, solteiras, e pobres.
        Essa é a grande covardia dos que atacam o aborto. Tapam os olhos para a pobre situação dessas pessoas sem qualquer estrutura (sem dinheiro, sem família estável, sem informação) e querem condená-las.
        O seu caso é uma exceção. Parabéns para você que ficou do lado da sua companheira e assumiu a criança. Mas procure pensar que essa “emoção” boa que você fala de se sentir pai de uma criança pode ser muito diferente para outras pessoas, que não tenham nem o que comer, ou sequer um lugar para essa criança morar.

      • http://www.facebook.com/people/Marcos-Barbosa/1597071951 Marcos Barbosa

        Ao meu ver o bom senso é a pessoa ter responsabilidade sobre a sua sexualidade, se sabe que um eventual furo de camisinha possa ocorrer, assuma a responsabilidade do ato sexual praticado que pode incorrer numa gravidez. Sou terminantemente contra o aborto. Se as pessoas considerassem “merda” não o fato de ter-se egravidado, mas o ato sexual que praticaram e  fossem pessoas firmes e responsáveis não teríamos tantos problemas que docorrem em abandono, e abortos indiscriinados.

  • http://www.impactmedia.com.br Davis Zanetti Cabral

    É uma pena que o colega pensa em fazer aborto.
    Tenho uma filha de 1 ano e meio.

    Ela não foi planejada e nos pegou de jeito. Éramos noivos a pouco tempo e realmente não tínhamos planos para uma criança tão cedo.

    Graças a Deus tudo correu muito bem, e hoje é o ser mais importante da minha vida. Me fez mudar e me tornar uma pessoa muito melhor.

    Sei que parece um besteirol dos bons, mas só quem é pai sabe a emoção que é ver a evolução da criança. Aprender a falar, andar, a te imitar…

    Me posiciono contra o aborto, pois mesmo não tendo sido planejado, sabemos os riscos(ou possibilidade?), e ninguém engravida sem se descuidar (salvo um raro caso onde além da sua camisinha furar o anticoncepcional dela era placebo! o_O).

    Mas boa sorte para o colega, e que ele tenha sorte de tomar coragem e assumir essa criança.

  • http://www.espelhando.com.br/ Thiago

    ainda sou a favor, até tantas semanas… não sei quantas, decidam os especialistas.

  • http://www.espelhando.com.br Thiago

    ainda sou a favor, até tantas semanas… não sei quantas, decidam os especialistas.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    É uma pena que o colega pensa em fazer aborto. (…) Graças a Deus tudo correu muito bem, e hoje é o ser mais importante da minha vida. Me fez mudar e me tornar uma pessoa muito melhor.
    (…) ninguém engravida sem se descuidar

    Eu acho importante partilhar esses relatos, pois indicam que há alternativas que podem ser menos traumáticas que imaginamos inicialmente.

    Mas como argumentos racionais, não cola.

    Eu acho maravilhoso que vocês tenham tomado a decisão de continuar a gravidez e criar a menina. Mas isso não significa que seja uma boa decisão para todos os casais que se vejam com uma gravidez indesejada.

    E eu grifei “indesejada”, porque isso, IMHO, é o termo operacional. Claro que todos devemos ser responsáveis e tomar nossos cuidados. Mas uma vez acontecido é o que em economia chamamos de “perdas irrecuperáveis”, e a questão de ter sido acidente, descuido, etc. é imaterial na decisão do melhor plano de curso a tomar.

    (O que eu estou fazendo aqui respondendo todos os posts? Minha in-tray está lotada até o teto!)

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    É uma pena que o colega pensa em fazer aborto. (…) Graças a Deus tudo correu muito bem, e hoje é o ser mais importante da minha vida. Me fez mudar e me tornar uma pessoa muito melhor.
    (…) ninguém engravida sem se descuidar

    Eu acho importante partilhar esses relatos, pois indicam que há alternativas que podem ser menos traumáticas que imaginamos inicialmente.

    Mas como argumentos racionais, não cola.

    Eu acho maravilhoso que vocês tenham tomado a decisão de continuar a gravidez e criar a menina. Mas isso não significa que seja uma boa decisão para todos os casais que se vejam com uma gravidez indesejada.

    E eu grifei “indesejada”, porque isso, IMHO, é o termo operacional. Claro que todos devemos ser responsáveis e tomar nossos cuidados. Mas uma vez acontecido é o que em economia chamamos de “perdas irrecuperáveis”, e a questão de ter sido acidente, descuido, etc. é imaterial na decisão do melhor plano de curso a tomar.

    (O que eu estou fazendo aqui respondendo todos os posts? Minha in-tray está lotada até o teto!)

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    (Estou um desastres no HTML hoje… meus itálicos) estão transbordando mais do que o Tietê no verão)

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    (Estou um desastres no HTML hoje… meus itálicos) estão transbordando mais do que o Tietê no verão)

  • Euzão

    revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por justa causa, dever legal ou autorização expressa do paciente” (artigo 102).

    UÉ NÃO É DEVER LEGAL DE QUALQUER CIDADÃO DENUNCIAR CRIMES??????????????????????????????????????????????????????????????????????

  • Euzão

    revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por justa causa, dever legal ou autorização expressa do paciente” (artigo 102).

    UÉ NÃO É DEVER LEGAL DE QUALQUER CIDADÃO DENUNCIAR CRIMES??????????????????????????????????????????????????????????????????????

  • Euzão

    revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por justa causa, dever legal ou autorização expressa do paciente” (artigo 102).

    UÉ NÃO É DEVER LEGAL DE QUALQUER CIDADÃO DENUNCIAR CRIMES??????????????????????????????????????????????????????????????????????

  • Euzão

    revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por justa causa, dever legal ou autorização expressa do paciente” (artigo 102).

    UÉ NÃO É DEVER LEGAL DE QUALQUER CIDADÃO DENUNCIAR CRIMES??????????????????????????????????????????????????????????????????????

  • Leandro O.

    Me desculpe Dr. Health.. Mas não terminei de ler se artigo.. Não teria saco pra ler.. então prefiro escrever..

    Na clínica.. clínica mesmo..não açougue!!!

    - Dr…. preciso falar com o sr.. é que estou grávida.. Mas o sr sabe neh.. a coisa não tá fácil. Já tenho um de dois anos e meu marido está desempregado..

    - Sei

    - Pois é.. sei que aqui vocês fazem aborto. mas não é que eu não quero.. é que não tenho condições mesmo.. o sr entende?!?!.. Meu marido até aceitaria.. mas nós realmente não vamos conseguir criar os dois…

    - Então a senhora faz o seguinte..Traz a criança de dois anos que eu mato ela..

    - Mas como??????? Vc vai matar uma criança?? (ela estava chocada)

    - Pois é minha senhora.. é exatamente isso que você quer fazer..

    Não é julgamento muito menos uma hipocrisia.. Apenas é a constatação dos fatos..

    Anônimo da pergunta;;; essa é pra você. Tens idéia de quantos casais querem ter filhos e não conseguem??? Você acha que é só colocar isso que vc tem debaixo das calças pra fora e deu???

    Seja homem.. suponho que seja.. e assuma.

    • Dudinha

      E quantos que não querem e não podem e são obrigados a viver na infelicidade ou mulheres que escolhem não viver mais. Se você quer ter um filho para amar você pode adotar mas se vai ter uma criança para odia-la é melhor não te-la.

  • Leandro O.

    Me desculpe Dr. Health.. Mas não terminei de ler se artigo.. Não teria saco pra ler.. então prefiro escrever..

    Na clínica.. clínica mesmo..não açougue!!!

    - Dr…. preciso falar com o sr.. é que estou grávida.. Mas o sr sabe neh.. a coisa não tá fácil. Já tenho um de dois anos e meu marido está desempregado..

    - Sei

    - Pois é.. sei que aqui vocês fazem aborto. mas não é que eu não quero.. é que não tenho condições mesmo.. o sr entende?!?!.. Meu marido até aceitaria.. mas nós realmente não vamos conseguir criar os dois…

    - Então a senhora faz o seguinte..Traz a criança de dois anos que eu mato ela..

    - Mas como??????? Vc vai matar uma criança?? (ela estava chocada)

    - Pois é minha senhora.. é exatamente isso que você quer fazer..

    Não é julgamento muito menos uma hipocrisia.. Apenas é a constatação dos fatos..

    Anônimo da pergunta;;; essa é pra você. Tens idéia de quantos casais querem ter filhos e não conseguem??? Você acha que é só colocar isso que vc tem debaixo das calças pra fora e deu???

    Seja homem.. suponho que seja.. e assuma.

  • Leandro O.

    Me desculpe Dr. Health.. Mas não terminei de ler se artigo.. Não teria saco pra ler.. então prefiro escrever..

    Na clínica.. clínica mesmo..não açougue!!!

    - Dr…. preciso falar com o sr.. é que estou grávida.. Mas o sr sabe neh.. a coisa não tá fácil. Já tenho um de dois anos e meu marido está desempregado..

    - Sei

    - Pois é.. sei que aqui vocês fazem aborto. mas não é que eu não quero.. é que não tenho condições mesmo.. o sr entende?!?!.. Meu marido até aceitaria.. mas nós realmente não vamos conseguir criar os dois…

    - Então a senhora faz o seguinte..Traz a criança de dois anos que eu mato ela..

    - Mas como??????? Vc vai matar uma criança?? (ela estava chocada)

    - Pois é minha senhora.. é exatamente isso que você quer fazer..

    Não é julgamento muito menos uma hipocrisia.. Apenas é a constatação dos fatos..

    Anônimo da pergunta;;; essa é pra você. Tens idéia de quantos casais querem ter filhos e não conseguem??? Você acha que é só colocar isso que vc tem debaixo das calças pra fora e deu???

    Seja homem.. suponho que seja.. e assuma.

  • Leandro O.

    Me desculpe Dr. Health.. Mas não terminei de ler se artigo.. Não teria saco pra ler.. então prefiro escrever..

    Na clínica.. clínica mesmo..não açougue!!!

    - Dr…. preciso falar com o sr.. é que estou grávida.. Mas o sr sabe neh.. a coisa não tá fácil. Já tenho um de dois anos e meu marido está desempregado..

    - Sei

    - Pois é.. sei que aqui vocês fazem aborto. mas não é que eu não quero.. é que não tenho condições mesmo.. o sr entende?!?!.. Meu marido até aceitaria.. mas nós realmente não vamos conseguir criar os dois…

    - Então a senhora faz o seguinte..Traz a criança de dois anos que eu mato ela..

    - Mas como??????? Vc vai matar uma criança?? (ela estava chocada)

    - Pois é minha senhora.. é exatamente isso que você quer fazer..

    Não é julgamento muito menos uma hipocrisia.. Apenas é a constatação dos fatos..

    Anônimo da pergunta;;; essa é pra você. Tens idéia de quantos casais querem ter filhos e não conseguem??? Você acha que é só colocar isso que vc tem debaixo das calças pra fora e deu???

    Seja homem.. suponho que seja.. e assuma.

  • Euzão

    “revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por justa causa, dever legal ou autorização expressa do paciente” (artigo 102).

    NÃO É DEVER LEGAL DE TODO CIDADÃO DENUNCIAR CRIMES, E NESSE CASO, O MÉDICO NÃO É COMO TODO CIDADÃO?

    _________________________________________

    Quanto à questão polêmica:

    “(…) [b]a vida é um pressuposto dos direitos: todo direito se extingüe ao extingüir-se a vida[/b], e nenhum cidadão tem o direito de privar-se a si próprio — muito menos a outrem – de todos os direitos.”

    Alguém pode dizer que não há concenso de quando a vida começa, para esses:

    “A única atitude [b]sábia[b] ante a constatação da nossa ignorância é a prudência, a abstinência de decisões drásticas.”

    Os abortista são geralmente falaciosos. Dizem que querem resguardar o direito à escolha sobre o corpo. Ora, como se não fosse possível escolher quando haverá ou não gravidez, nos dias de hoje. Mesmo nos casos em que a change é remota (no caso da camisinha) o simples uso já traz a aceitação implícita do risco. Enfim.

    Abortistas.

  • Euzão

    “revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por justa causa, dever legal ou autorização expressa do paciente” (artigo 102).

    NÃO É DEVER LEGAL DE TODO CIDADÃO DENUNCIAR CRIMES, E NESSE CASO, O MÉDICO NÃO É COMO TODO CIDADÃO?

    _________________________________________

    Quanto à questão polêmica:

    “(…) [b]a vida é um pressuposto dos direitos: todo direito se extingüe ao extingüir-se a vida[/b], e nenhum cidadão tem o direito de privar-se a si próprio — muito menos a outrem – de todos os direitos.”

    Alguém pode dizer que não há concenso de quando a vida começa, para esses:

    “A única atitude [b]sábia[b] ante a constatação da nossa ignorância é a prudência, a abstinência de decisões drásticas.”

    Os abortista são geralmente falaciosos. Dizem que querem resguardar o direito à escolha sobre o corpo. Ora, como se não fosse possível escolher quando haverá ou não gravidez, nos dias de hoje. Mesmo nos casos em que a change é remota (no caso da camisinha) o simples uso já traz a aceitação implícita do risco. Enfim.

    Abortistas.

  • Euzão

    “revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por justa causa, dever legal ou autorização expressa do paciente” (artigo 102).

    NÃO É DEVER LEGAL DE TODO CIDADÃO DENUNCIAR CRIMES, E NESSE CASO, O MÉDICO NÃO É COMO TODO CIDADÃO?

    _________________________________________

    Quanto à questão polêmica:

    “(…) [b]a vida é um pressuposto dos direitos: todo direito se extingüe ao extingüir-se a vida[/b], e nenhum cidadão tem o direito de privar-se a si próprio — muito menos a outrem – de todos os direitos.”

    Alguém pode dizer que não há concenso de quando a vida começa, para esses:

    “A única atitude [b]sábia[b] ante a constatação da nossa ignorância é a prudência, a abstinência de decisões drásticas.”

    Os abortista são geralmente falaciosos. Dizem que querem resguardar o direito à escolha sobre o corpo. Ora, como se não fosse possível escolher quando haverá ou não gravidez, nos dias de hoje. Mesmo nos casos em que a change é remota (no caso da camisinha) o simples uso já traz a aceitação implícita do risco. Enfim.

    Abortistas.

  • Euzão

    “revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por justa causa, dever legal ou autorização expressa do paciente” (artigo 102).

    NÃO É DEVER LEGAL DE TODO CIDADÃO DENUNCIAR CRIMES, E NESSE CASO, O MÉDICO NÃO É COMO TODO CIDADÃO?

    _________________________________________

    Quanto à questão polêmica:

    “(…) [b]a vida é um pressuposto dos direitos: todo direito se extingüe ao extingüir-se a vida[/b], e nenhum cidadão tem o direito de privar-se a si próprio — muito menos a outrem – de todos os direitos.”

    Alguém pode dizer que não há concenso de quando a vida começa, para esses:

    “A única atitude [b]sábia[b] ante a constatação da nossa ignorância é a prudência, a abstinência de decisões drásticas.”

    Os abortista são geralmente falaciosos. Dizem que querem resguardar o direito à escolha sobre o corpo. Ora, como se não fosse possível escolher quando haverá ou não gravidez, nos dias de hoje. Mesmo nos casos em que a change é remota (no caso da camisinha) o simples uso já traz a aceitação implícita do risco. Enfim.

    Abortistas.

  • Euzão

    http://www.olavodecarvalho.org/semana/980122jt.htm

    Lógica irrefutável no link acimo.

  • Euzão

    http://www.olavodecarvalho.org/semana/980122jt.htm

    Lógica irrefutável no link acimo.

  • Euzão

    http://www.olavodecarvalho.org/semana/980122jt.htm

    Lógica irrefutável no link acimo.

  • Euzão

    http://www.olavodecarvalho.org/semana/980122jt.htm

    Lógica irrefutável no link acimo.

  • Euzão

    TODOS os abortista têm desejo de matar.

    http://www.olavodecarvalho.org/semana/980122jt.htm

  • Euzão

    TODOS os abortista têm desejo de matar.

    http://www.olavodecarvalho.org/semana/980122jt.htm

  • Euzão

    TODOS os abortista têm desejo de matar.

    http://www.olavodecarvalho.org/semana/980122jt.htm

  • Euzão

    TODOS os abortista têm desejo de matar.

    http://www.olavodecarvalho.org/semana/980122jt.htm

  • Lúcio Corrêa

    Certamente a médica não foi “triturada” pelo advogado de defesa da paciente, já que isso configura justa causa para a denúncia, visto que o aborto é considerado crime, salvo raras exceções.

  • Lúcio Corrêa

    Certamente a médica não foi “triturada” pelo advogado de defesa da paciente, já que isso configura justa causa para a denúncia, visto que o aborto é considerado crime, salvo raras exceções.

  • Lúcio Corrêa

    Certamente a médica não foi “triturada” pelo advogado de defesa da paciente, já que isso configura justa causa para a denúncia, visto que o aborto é considerado crime, salvo raras exceções.

  • Lúcio Corrêa

    Certamente a médica não foi “triturada” pelo advogado de defesa da paciente, já que isso configura justa causa para a denúncia, visto que o aborto é considerado crime, salvo raras exceções.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Uma criança de dois anos é uma pessoa, juridicamente falando. Um feto de três meses não é. Equacionar uma criança de dois anos a um feto de três meses (“é exatamente isso que você quer fazer”) é o tipo de raciocínio que torna essa discussão muito cansativa. — No terceiro mes, o cérebro do feto está num estado tão parcial de desenvolvimento que nem os centros da dor ainda não apareceram.

    Exortações de “seja homem” são puramente retóricas e não tem nenhum valor argumentativo. Generalizações precipitadas tampouco.

    * * *

    Se formos aplicar esse princípio da prudência com o rigor que está sendo solicitado, é melhor pararmos com qualquer atividade que ameace o mais remotamente a vida. Dirigir carros é minha primeira sugestão, já que coloca em risco a vida dos outros.

    Um mínimo de pragmatismo precisa ser levado em consideração.

    * * *

    Dizer que a discussão sobre o aborto é uma discussão sobre a vida é que é falacioso. Vida até alface tem.

    A discussão é sobre o momento em que o feto se torna uma pessoa e passa a ter reconhecimento jurídico e amparo legal.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Uma criança de dois anos é uma pessoa, juridicamente falando. Um feto de três meses não é. Equacionar uma criança de dois anos a um feto de três meses (“é exatamente isso que você quer fazer”) é o tipo de raciocínio que torna essa discussão muito cansativa. — No terceiro mes, o cérebro do feto está num estado tão parcial de desenvolvimento que nem os centros da dor ainda não apareceram.

    Exortações de “seja homem” são puramente retóricas e não tem nenhum valor argumentativo. Generalizações precipitadas tampouco.

    * * *

    Se formos aplicar esse princípio da prudência com o rigor que está sendo solicitado, é melhor pararmos com qualquer atividade que ameace o mais remotamente a vida. Dirigir carros é minha primeira sugestão, já que coloca em risco a vida dos outros.

    Um mínimo de pragmatismo precisa ser levado em consideração.

    * * *

    Dizer que a discussão sobre o aborto é uma discussão sobre a vida é que é falacioso. Vida até alface tem.

    A discussão é sobre o momento em que o feto se torna uma pessoa e passa a ter reconhecimento jurídico e amparo legal.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Uma criança de dois anos é uma pessoa, juridicamente falando. Um feto de três meses não é. Equacionar uma criança de dois anos a um feto de três meses (“é exatamente isso que você quer fazer”) é o tipo de raciocínio que torna essa discussão muito cansativa. — No terceiro mes, o cérebro do feto está num estado tão parcial de desenvolvimento que nem os centros da dor ainda não apareceram.

    Exortações de “seja homem” são puramente retóricas e não tem nenhum valor argumentativo. Generalizações precipitadas tampouco.

    * * *

    Se formos aplicar esse princípio da prudência com o rigor que está sendo solicitado, é melhor pararmos com qualquer atividade que ameace o mais remotamente a vida. Dirigir carros é minha primeira sugestão, já que coloca em risco a vida dos outros.

    Um mínimo de pragmatismo precisa ser levado em consideração.

    * * *

    Dizer que a discussão sobre o aborto é uma discussão sobre a vida é que é falacioso. Vida até alface tem.

    A discussão é sobre o momento em que o feto se torna uma pessoa e passa a ter reconhecimento jurídico e amparo legal.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Uma criança de dois anos é uma pessoa, juridicamente falando. Um feto de três meses não é. Equacionar uma criança de dois anos a um feto de três meses (“é exatamente isso que você quer fazer”) é o tipo de raciocínio que torna essa discussão muito cansativa. — No terceiro mes, o cérebro do feto está num estado tão parcial de desenvolvimento que nem os centros da dor ainda não apareceram.

    Exortações de “seja homem” são puramente retóricas e não tem nenhum valor argumentativo. Generalizações precipitadas tampouco.

    * * *

    Se formos aplicar esse princípio da prudência com o rigor que está sendo solicitado, é melhor pararmos com qualquer atividade que ameace o mais remotamente a vida. Dirigir carros é minha primeira sugestão, já que coloca em risco a vida dos outros.

    Um mínimo de pragmatismo precisa ser levado em consideração.

    * * *

    Dizer que a discussão sobre o aborto é uma discussão sobre a vida é que é falacioso. Vida até alface tem.

    A discussão é sobre o momento em que o feto se torna uma pessoa e passa a ter reconhecimento jurídico e amparo legal.

  • Euzão

    Abortista SaintCahier

    O Direito define que o aborto é CRIME. Ponto.

    Ora, é inclusive, o DIREITO BRASILEIRO quem define isso. Ponto 2.

    O exemplo de dirigir é de um falácia incrível. A analogia não se mantém. Dirigir dentro dos limites de segurança e PRUDÊNCIA, não se configura, INDEPENDENTE DE QUANTO ALUCINADA SEJA A MENTE QUE POSSA ARGUMENTAR, um salto no escuro quanto o é arriscar numa probabilidade de 50%. Ponto 3.

    Ameaçar remotamente a vida (como vc mesmo diz) É TÃO SUBSTANCIALMENTE DISTANTE de cometer um ato PENSADO de se extinguir um ser (ou coisa) a qual é origem de todo ser humano, (Ponto 4) ainda que qualquer mente (ABORTISTA – sempre!) tente nos convencer que em caso de dúvida, um possível crime deixa de ser crime. Ponto 5.

    Amparo legal o feto já tem. Ponto 6

    Ora, então não há discussão?

  • Euzão

    Abortista SaintCahier

    O Direito define que o aborto é CRIME. Ponto.

    Ora, é inclusive, o DIREITO BRASILEIRO quem define isso. Ponto 2.

    O exemplo de dirigir é de um falácia incrível. A analogia não se mantém. Dirigir dentro dos limites de segurança e PRUDÊNCIA, não se configura, INDEPENDENTE DE QUANTO ALUCINADA SEJA A MENTE QUE POSSA ARGUMENTAR, um salto no escuro quanto o é arriscar numa probabilidade de 50%. Ponto 3.

    Ameaçar remotamente a vida (como vc mesmo diz) É TÃO SUBSTANCIALMENTE DISTANTE de cometer um ato PENSADO de se extinguir um ser (ou coisa) a qual é origem de todo ser humano, (Ponto 4) ainda que qualquer mente (ABORTISTA – sempre!) tente nos convencer que em caso de dúvida, um possível crime deixa de ser crime. Ponto 5.

    Amparo legal o feto já tem. Ponto 6

    Ora, então não há discussão?

  • Euzão

    Abortista SaintCahier

    O Direito define que o aborto é CRIME. Ponto.

    Ora, é inclusive, o DIREITO BRASILEIRO quem define isso. Ponto 2.

    O exemplo de dirigir é de um falácia incrível. A analogia não se mantém. Dirigir dentro dos limites de segurança e PRUDÊNCIA, não se configura, INDEPENDENTE DE QUANTO ALUCINADA SEJA A MENTE QUE POSSA ARGUMENTAR, um salto no escuro quanto o é arriscar numa probabilidade de 50%. Ponto 3.

    Ameaçar remotamente a vida (como vc mesmo diz) É TÃO SUBSTANCIALMENTE DISTANTE de cometer um ato PENSADO de se extinguir um ser (ou coisa) a qual é origem de todo ser humano, (Ponto 4) ainda que qualquer mente (ABORTISTA – sempre!) tente nos convencer que em caso de dúvida, um possível crime deixa de ser crime. Ponto 5.

    Amparo legal o feto já tem. Ponto 6

    Ora, então não há discussão?

  • Euzão

    Abortista SaintCahier

    O Direito define que o aborto é CRIME. Ponto.

    Ora, é inclusive, o DIREITO BRASILEIRO quem define isso. Ponto 2.

    O exemplo de dirigir é de um falácia incrível. A analogia não se mantém. Dirigir dentro dos limites de segurança e PRUDÊNCIA, não se configura, INDEPENDENTE DE QUANTO ALUCINADA SEJA A MENTE QUE POSSA ARGUMENTAR, um salto no escuro quanto o é arriscar numa probabilidade de 50%. Ponto 3.

    Ameaçar remotamente a vida (como vc mesmo diz) É TÃO SUBSTANCIALMENTE DISTANTE de cometer um ato PENSADO de se extinguir um ser (ou coisa) a qual é origem de todo ser humano, (Ponto 4) ainda que qualquer mente (ABORTISTA – sempre!) tente nos convencer que em caso de dúvida, um possível crime deixa de ser crime. Ponto 5.

    Amparo legal o feto já tem. Ponto 6

    Ora, então não há discussão?

  • http://www.papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    Euzão, você tem razão. Lei é lei. Mas não é porque existe uma lei, que o conteúdo desta não pode ser discutido. Se fosse assim, as músicas ainda teriam que passar pela análise da censura (algumas bem que mereceriam…). Entendo que as pessoas aqui estão apenas argumentando sobre o tema. Apenas isso.

    Se alguém dirigir a 150km/h numa rodovia de 120km/h vai tomar nabo. Não importa o julgamento individual do fulano sobre as condições de dirigibilidade. Lei é lei e não se discute. Se alguém praticar o aborto, será preso, julgado e condenado, salvo as duas exceções que existem na legislação brasileira.

    Se partirmos do principio que porque existe uma lei, não se pode ter opinião contrária e debater sobre o assunto, estariamos ferrados. As relações sociais jamais caminhariam. Estaríamos vivendo como na época do império…ou da colônia.

    Vamos deixar a conversa rolar saudavelmente sem entrar na questão do que “pode” ou “não pode”. Eu não concordo com as alíquotas de impostos que a gente paga, mas eu pago…nem por isso eu vou deixar de discutir sobre o assunto e discordar delas.

    Valeu. Um abraço.

  • http://www.papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    Euzão, você tem razão. Lei é lei. Mas não é porque existe uma lei, que o conteúdo desta não pode ser discutido. Se fosse assim, as músicas ainda teriam que passar pela análise da censura (algumas bem que mereceriam…). Entendo que as pessoas aqui estão apenas argumentando sobre o tema. Apenas isso.

    Se alguém dirigir a 150km/h numa rodovia de 120km/h vai tomar nabo. Não importa o julgamento individual do fulano sobre as condições de dirigibilidade. Lei é lei e não se discute. Se alguém praticar o aborto, será preso, julgado e condenado, salvo as duas exceções que existem na legislação brasileira.

    Se partirmos do principio que porque existe uma lei, não se pode ter opinião contrária e debater sobre o assunto, estariamos ferrados. As relações sociais jamais caminhariam. Estaríamos vivendo como na época do império…ou da colônia.

    Vamos deixar a conversa rolar saudavelmente sem entrar na questão do que “pode” ou “não pode”. Eu não concordo com as alíquotas de impostos que a gente paga, mas eu pago…nem por isso eu vou deixar de discutir sobre o assunto e discordar delas.

    Valeu. Um abraço.

  • http://www.papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    Euzão, você tem razão. Lei é lei. Mas não é porque existe uma lei, que o conteúdo desta não pode ser discutido. Se fosse assim, as músicas ainda teriam que passar pela análise da censura (algumas bem que mereceriam…). Entendo que as pessoas aqui estão apenas argumentando sobre o tema. Apenas isso.

    Se alguém dirigir a 150km/h numa rodovia de 120km/h vai tomar nabo. Não importa o julgamento individual do fulano sobre as condições de dirigibilidade. Lei é lei e não se discute. Se alguém praticar o aborto, será preso, julgado e condenado, salvo as duas exceções que existem na legislação brasileira.

    Se partirmos do principio que porque existe uma lei, não se pode ter opinião contrária e debater sobre o assunto, estariamos ferrados. As relações sociais jamais caminhariam. Estaríamos vivendo como na época do império…ou da colônia.

    Vamos deixar a conversa rolar saudavelmente sem entrar na questão do que “pode” ou “não pode”. Eu não concordo com as alíquotas de impostos que a gente paga, mas eu pago…nem por isso eu vou deixar de discutir sobre o assunto e discordar delas.

    Valeu. Um abraço.

  • http://www.papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    Euzão, você tem razão. Lei é lei. Mas não é porque existe uma lei, que o conteúdo desta não pode ser discutido. Se fosse assim, as músicas ainda teriam que passar pela análise da censura (algumas bem que mereceriam…). Entendo que as pessoas aqui estão apenas argumentando sobre o tema. Apenas isso.

    Se alguém dirigir a 150km/h numa rodovia de 120km/h vai tomar nabo. Não importa o julgamento individual do fulano sobre as condições de dirigibilidade. Lei é lei e não se discute. Se alguém praticar o aborto, será preso, julgado e condenado, salvo as duas exceções que existem na legislação brasileira.

    Se partirmos do principio que porque existe uma lei, não se pode ter opinião contrária e debater sobre o assunto, estariamos ferrados. As relações sociais jamais caminhariam. Estaríamos vivendo como na época do império…ou da colônia.

    Vamos deixar a conversa rolar saudavelmente sem entrar na questão do que “pode” ou “não pode”. Eu não concordo com as alíquotas de impostos que a gente paga, mas eu pago…nem por isso eu vou deixar de discutir sobre o assunto e discordar delas.

    Valeu. Um abraço.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    (Minha resposta está longa então grifei os argumentos principais, se você ficar com preguiça de ler)

    Querido, seus pontos finais soam horrivelmente como pontos-e-vírgulas para mim, ou até mesmo como reticências.

    Como você bem diz, o direito *brasileiro* o aborto é crime. Em muitas outras jurisdições, não é. Se o consenso fosse tão sem discussão como você quer pretender, não era para essa decisão ser mais homogênea? Ou você quer pretender que franceses, alemães, suecos e metade dos americanos são uns bárbaros assassinos e que os Brasil é a pátria do bom senso e da racionalidade?

    Eu concordo *plenamente* que nas atuais circunstancias legais brasileiras, aborto é crime, deve ser julgado — e *condenado* como tal. Afinal, se nem a lei é respeitada nesta porra deste país, onde é que vamos chegar? Então o feto já tem amprao legal, você está cobertíssimo de razão.

    Só que a lei não está escrita na pedra (ou você é desses organolépticos que acredita nas tábuas da lei?). Então a discussão é justamente saber se a lei está razoável ou abusiva e retrógrada. (Eu concordo que não fui explícito neste ponto, mas visto que como todos sabemos que a lei é contra o aborto, achei que era óbvio).

    Essa tal probabilidade de 50% é ridícula. De onde vocês tiraram esse número? Uma criatura que não tem cérebro, não tem córtex, não tem centro da fala, não tem nada tem tanta probabilidade de estar na condição humana quanto uma begônia. E pior, os pro-life dizem que a condição humana começa na fecundação. Como se um ovo e Shakespeare estivessem no mesmo status. Please!

    Visto o número de acidentes de trânsito (e as taxas, sempre é preciso pensar em taxas) que há por ano, eu acho dizer que carros ameaçam “remotamente” vida é forçar muito a barra. (Eu sou pró-carro, fique claro, embora ache que à medida que soluções de trânsito coletivo vão sendo criadas, eles devam ir sendo desestimulados, como já se faz em Londres, por exemplo — não porque carro mate gente, mas porque carro é “um câncer do urbanismo”).

    Me dar o título de abortista é retórica, não tem valor argumentativo, fofo. Como eu disse acima, minha posição sobre o assunto não é propriamente “pro-aborto”. Só acho que o Estado está metendo o nariz onde não é chamado.

    • Claudio Jose

      EM HOMICÍDIO A AÇÃO POLICIAL E CRIMINAL É O ESTADO METENDO O NARIZ ONDE NÃO É CHAMADO? SE A SENHORA É UMA ABORTISTA, OU JÁ FEZ USO DE ABORTO INDUZIDO, ISSO É UM PROBLEMA SEU! MAS! SE A SENHORA COMETEU UM ABORTO CLANDESTINO, A SAINTCAHIER ALEM DE CRIMINOSA, É UMA HOMICIDA E QUEM TEM CORAGEM PRA MATAR O PRÓPRIO FILHO, TERÁ CORAGEM DE MATAR QUALQUER UM!
      E SE A SENHORA FOR PEGA AUXILIANDO, FORNECENDO MEIOS, INCENTIVANDO OU INDUZINDO, A SENHORA DEVERIA ESTAR PRESA! APOLOGIA A CRIME, É CRIME!! O EMBRIÃO, FETO E BEBÊ, NÃO SÃO PARTES DO CORPO FEMININO. É UMA VIDA A PARTE, TANTO QUE ESTA DENTRO DE UMA BOLSA, CHEIA DE LÍQUIDO AMNIÓTICO! SOMENTE ISOLANDO E HIDRATANDO O FETO E PROTEGENDO DE IMPACTO. SOMENTE NA 8ª SEMANA PASSA A RECEBER ALIMENTAÇÃO PELO CORDÃO UMBILICAL, POIS DESDE EMBRIÃO ELE NÃO ESTA LIGADO A MÃE E SE ALIMENTA PELO SACO VITELINO. FICO ESPANTADO EM SABER ATRAVÉS DA SENHORA, QUE Shakespeare, OU É UM ALIENÍGIA, OU UM DIA “ELE JÁ FOI OVO!” SERÁ QUE O POETA SÓ PASSOU A SER HUMANO DEPOIS QUE FOI PRA ESCOLA?

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    (Minha resposta está longa então grifei os argumentos principais, se você ficar com preguiça de ler)

    Querido, seus pontos finais soam horrivelmente como pontos-e-vírgulas para mim, ou até mesmo como reticências.

    Como você bem diz, o direito *brasileiro* o aborto é crime. Em muitas outras jurisdições, não é. Se o consenso fosse tão sem discussão como você quer pretender, não era para essa decisão ser mais homogênea? Ou você quer pretender que franceses, alemães, suecos e metade dos americanos são uns bárbaros assassinos e que os Brasil é a pátria do bom senso e da racionalidade?

    Eu concordo *plenamente* que nas atuais circunstancias legais brasileiras, aborto é crime, deve ser julgado — e *condenado* como tal. Afinal, se nem a lei é respeitada nesta porra deste país, onde é que vamos chegar? Então o feto já tem amprao legal, você está cobertíssimo de razão.

    Só que a lei não está escrita na pedra (ou você é desses organolépticos que acredita nas tábuas da lei?). Então a discussão é justamente saber se a lei está razoável ou abusiva e retrógrada. (Eu concordo que não fui explícito neste ponto, mas visto que como todos sabemos que a lei é contra o aborto, achei que era óbvio).

    Essa tal probabilidade de 50% é ridícula. De onde vocês tiraram esse número? Uma criatura que não tem cérebro, não tem córtex, não tem centro da fala, não tem nada tem tanta probabilidade de estar na condição humana quanto uma begônia. E pior, os pro-life dizem que a condição humana começa na fecundação. Como se um ovo e Shakespeare estivessem no mesmo status. Please!

    Visto o número de acidentes de trânsito (e as taxas, sempre é preciso pensar em taxas) que há por ano, eu acho dizer que carros ameaçam “remotamente” vida é forçar muito a barra. (Eu sou pró-carro, fique claro, embora ache que à medida que soluções de trânsito coletivo vão sendo criadas, eles devam ir sendo desestimulados, como já se faz em Londres, por exemplo — não porque carro mate gente, mas porque carro é “um câncer do urbanismo”).

    Me dar o título de abortista é retórica, não tem valor argumentativo, fofo. Como eu disse acima, minha posição sobre o assunto não é propriamente “pro-aborto”. Só acho que o Estado está metendo o nariz onde não é chamado.

  • Euzão

    Quem disse que não se pode discutir uma lei.

    Me referi sempre ao que “juridicamente feto não é pessoa humana”, ou coisa do tipo, como se por isso não merecesse defesa de lei, ou como se fosse inviável tal hipótese.

    Quem disse que não se pode ter opnião contrária?

    Será que chegamos num ponto de debate tão inviável que o que dissermos será usado contra nós, independente da forma como o dissemos, podendo inclusive ser distorcido o que foi dito. E não somente isso, além de ser distorcido ainda será a nos atribuído aquilo não por nós foi dito?

  • Euzão

    Quem disse que não se pode discutir uma lei.

    Me referi sempre ao que “juridicamente feto não é pessoa humana”, ou coisa do tipo, como se por isso não merecesse defesa de lei, ou como se fosse inviável tal hipótese.

    Quem disse que não se pode ter opnião contrária?

    Será que chegamos num ponto de debate tão inviável que o que dissermos será usado contra nós, independente da forma como o dissemos, podendo inclusive ser distorcido o que foi dito. E não somente isso, além de ser distorcido ainda será a nos atribuído aquilo não por nós foi dito?

  • Euzão

    Muito pelo contrário. Sempre será preciso discutir o que é ou não juridicamente aceito.

    Exemplo:

    Feto não é pessoa, juridicamente falando.

    Da mesma forma, pessoas negras eram discriminadas no passado.

    Também não eram pessoas, juridicamente falando.

    Enfim

    • Elvis

      vc gostaria d saber q sua mae nao lhe queria antes mesmo d nascer seu animal

  • Euzão

    Muito pelo contrário. Sempre será preciso discutir o que é ou não juridicamente aceito.

    Exemplo:

    Feto não é pessoa, juridicamente falando.

    Da mesma forma, pessoas negras eram discriminadas no passado.

    Também não eram pessoas, juridicamente falando.

    Enfim

  • Euzão

    Abortista (sim!, devido ao conteúdo dos seus argumentos) SaintClaire

    “Quanto ao conteúdo do debate, os adversários do aborto alegam que o feto é um ser humano, que matá-lo é crime de homicídio. Os partidários alegam que o feto é apenas um pedaço de carne, uma parte do corpo da mãe, que deve ter o direito de extirpá-lo à vontade. No presente score da disputa, nenhum dos lados conseguiu ainda persuadir o outro. Nem é razoável esperar que o consiga, pois, não havendo na presente civilização o menor consenso quanto ao que é ou não é a natureza humana, não existem premissas comuns que possam fundamentar um desempate.”

    DESTAQUE: NÃO EXISTEM PREMISSAS COMUNS QUE POSSAM FUNDAMENTAR UM DESEMPATE. ENFIM, NO MÍNIMO É 50/50.

  • Euzão

    Abortista (sim!, devido ao conteúdo dos seus argumentos) SaintClaire

    “Quanto ao conteúdo do debate, os adversários do aborto alegam que o feto é um ser humano, que matá-lo é crime de homicídio. Os partidários alegam que o feto é apenas um pedaço de carne, uma parte do corpo da mãe, que deve ter o direito de extirpá-lo à vontade. No presente score da disputa, nenhum dos lados conseguiu ainda persuadir o outro. Nem é razoável esperar que o consiga, pois, não havendo na presente civilização o menor consenso quanto ao que é ou não é a natureza humana, não existem premissas comuns que possam fundamentar um desempate.”

    DESTAQUE: NÃO EXISTEM PREMISSAS COMUNS QUE POSSAM FUNDAMENTAR UM DESEMPATE. ENFIM, NO MÍNIMO É 50/50.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    DESTAQUE: NÃO EXISTEM PREMISSAS COMUNS QUE POSSAM FUNDAMENTAR UM DESEMPATE. ENFIM, NO MÍNIMO É 50/50.

    Isso é absolutamente ridículo. É a mesma coisa de eu dizer “Olha, não estamos chegando à premissas comuns de um desempate para decidir se você é ou não um idiota completo. Então a probabilidade de você ser um idiota completo é no mínimo 50%.”

    Você já ouviu falar em non sequitur?

  • Sirvitor

    Sou a favor apenas em casos como aborto, q podem causar a morte da mãe esses casos assim..
    Nada mais além disso… Indiferente se teve a intenção ou não de engravidar..
    Existem muitas formas de evitar utilizando métodos anti-concepcionais… o melhor dele, mas q ninguém usa inclusive eu, é a abstinência sexual, tipo sem chance esse, esquece..

    Outra utilizando camisinha..

    Outra a mulher se utilizar de anti-concepcional.. acho q melhor opção é aliar essa forma com a anterior, q evita outras dor de cabeça…

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    DESTAQUE: NÃO EXISTEM PREMISSAS COMUNS QUE POSSAM FUNDAMENTAR UM DESEMPATE. ENFIM, NO MÍNIMO É 50/50.

    Isso é absolutamente ridículo. É a mesma coisa de eu dizer “Olha, não estamos chegando à premissas comuns de um desempate para decidir se você é ou não um idiota completo. Então a probabilidade de você ser um idiota completo é no mínimo 50%.”

    Você já ouviu falar em non sequitur?

  • Sirvitor

    Sou a favor apenas em casos como aborto, q podem causar a morte da mãe esses casos assim..
    Nada mais além disso… Indiferente se teve a intenção ou não de engravidar..
    Existem muitas formas de evitar utilizando métodos anti-concepcionais… o melhor dele, mas q ninguém usa inclusive eu, é a abstinência sexual, tipo sem chance esse, esquece..

    Outra utilizando camisinha..

    Outra a mulher se utilizar de anti-concepcional.. acho q melhor opção é aliar essa forma com a anterior, q evita outras dor de cabeça…

  • Euzão

    “Se formos aplicar esse princípio da prudência com o rigor que está sendo solicitado, é melhor pararmos com qualquer atividade que ameace o mais remotamente a vida. Dirigir carros é minha primeira sugestão, já que coloca em risco a vida dos outros.”

    “Visto o número de acidentes de trânsito (e as taxas, sempre é preciso pensar em taxas) que há por ano, eu acho dizer que carros ameaçam “remotamente” vida é forçar muito a barra. (Eu sou pró-carro, fique claro, embora ache que à medida que soluções de trânsito coletivo vão sendo criadas, eles devam ir sendo desestimulados, como já se faz em Londres, por exemplo — não porque carro mate gente, mas porque carro é “um câncer do urbanismo”).”

    Sabe porque é inviável debater com o Sr. SAINTCLAIRE, porque vc se desdiz.

    Veja a contradição que vc atribui à minha pessoa.

    E, veja que vc não passou nem de leve no ponto principal: dirigir sem prudência é crime – no mínimo moral -. Mas dirigir com prudência, não. Assim como agir com prudencia na medicina também não é, muito menos anti-pragmático.

    Acho pragmático que se dirija com prudencia, nocivo que se dirija sem prudência.

    AS altas taxas de acidente no trânsito são devido à falta de prudência e não a um pragmatismo funcional. De repente é um pragmatismo imoral que causa essas barbárie no trânsito, e não, nunca um suposto excesso de prudencia, que segundo vc, inviabilizaria um pragmatismo essencial.

    concorda ou não?

    Claro que não.

  • Euzão

    “Se formos aplicar esse princípio da prudência com o rigor que está sendo solicitado, é melhor pararmos com qualquer atividade que ameace o mais remotamente a vida. Dirigir carros é minha primeira sugestão, já que coloca em risco a vida dos outros.”

    “Visto o número de acidentes de trânsito (e as taxas, sempre é preciso pensar em taxas) que há por ano, eu acho dizer que carros ameaçam “remotamente” vida é forçar muito a barra. (Eu sou pró-carro, fique claro, embora ache que à medida que soluções de trânsito coletivo vão sendo criadas, eles devam ir sendo desestimulados, como já se faz em Londres, por exemplo — não porque carro mate gente, mas porque carro é “um câncer do urbanismo”).”

    Sabe porque é inviável debater com o Sr. SAINTCLAIRE, porque vc se desdiz.

    Veja a contradição que vc atribui à minha pessoa.

    E, veja que vc não passou nem de leve no ponto principal: dirigir sem prudência é crime – no mínimo moral -. Mas dirigir com prudência, não. Assim como agir com prudencia na medicina também não é, muito menos anti-pragmático.

    Acho pragmático que se dirija com prudencia, nocivo que se dirija sem prudência.

    AS altas taxas de acidente no trânsito são devido à falta de prudência e não a um pragmatismo funcional. De repente é um pragmatismo imoral que causa essas barbárie no trânsito, e não, nunca um suposto excesso de prudencia, que segundo vc, inviabilizaria um pragmatismo essencial.

    concorda ou não?

    Claro que não.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Que bom que você concorda que as leis podem ser mudadas! Pelo menos neste ponto estamos em consenso.

    Essa história da discriminação me cheira a espantalho. A questão afinal é justamente de discriminar! Discriminar quando é que podemos considerar que um feto alcança a condição humana. Afinal há uma diferença qualitativa entre uma mórula e um feto viável do 7º mês, não? Ou pelo menos (para radicalizar) entre um espermatozóide e um óvulo e um menino de 7 anos? Em algum ponto a condição humana se estabelece. Que momento é este? Jurisdições diferentes tem respostas diferentes.

    Será que chegamos num ponto de debate tão inviável que o que dissermos será usado contra nós, independente da forma como o dissemos, podendo inclusive ser distorcido o que foi dito.

    Mal-entendidos acontecem em discussões acaloradas… Assuma boa fé, esclaresça e vamos desmanchar o próximo nó.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Que bom que você concorda que as leis podem ser mudadas! Pelo menos neste ponto estamos em consenso.

    Essa história da discriminação me cheira a espantalho. A questão afinal é justamente de discriminar! Discriminar quando é que podemos considerar que um feto alcança a condição humana. Afinal há uma diferença qualitativa entre uma mórula e um feto viável do 7º mês, não? Ou pelo menos (para radicalizar) entre um espermatozóide e um óvulo e um menino de 7 anos? Em algum ponto a condição humana se estabelece. Que momento é este? Jurisdições diferentes tem respostas diferentes.

    Será que chegamos num ponto de debate tão inviável que o que dissermos será usado contra nós, independente da forma como o dissemos, podendo inclusive ser distorcido o que foi dito.

    Mal-entendidos acontecem em discussões acaloradas… Assuma boa fé, esclaresça e vamos desmanchar o próximo nó.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Que bom que você concorda que as leis podem ser mudadas! Pelo menos neste ponto estamos em consenso.

    Essa história da discriminação me cheira a espantalho. A questão afinal é justamente de discriminar! Discriminar quando é que podemos considerar que um feto alcança a condição humana. Afinal há uma diferença qualitativa entre uma mórula e um feto viável do 7º mês, não? Ou pelo menos (para radicalizar) entre um espermatozóide e um óvulo e um menino de 7 anos? Em algum ponto a condição humana se estabelece. Que momento é este? Jurisdições diferentes tem respostas diferentes.

    Será que chegamos num ponto de debate tão inviável que o que dissermos será usado contra nós, independente da forma como o dissemos, podendo inclusive ser distorcido o que foi dito.

    Mal-entendidos acontecem em discussões acaloradas… Assuma boa fé, esclaresça e vamos desmanchar o próximo nó.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Essa coisa dos carros poderia ser discutida ad nauseaum — a aparente contradição é que você está pegando o comportamento individual do motorista “prudente” x “imprudente”, enquanto eu estou analizando a decisão social de permitir ou impedir o uso do carro (já que a sociedade, mesmo punindo, nunca conseguirá extinguir o comportamento imprudente, apenas reprimi-lo).

    Mas acho que deveríamos voltar ao tópico principal, não?

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Essa coisa dos carros poderia ser discutida ad nauseaum — a aparente contradição é que você está pegando o comportamento individual do motorista “prudente” x “imprudente”, enquanto eu estou analizando a decisão social de permitir ou impedir o uso do carro (já que a sociedade, mesmo punindo, nunca conseguirá extinguir o comportamento imprudente, apenas reprimi-lo).

    Mas acho que deveríamos voltar ao tópico principal, não?

  • Euzão

    Isso é absolutamente ridículo. É a mesma coisa de eu dizer “Olha, não estamos chegando à premissas comuns de um desempate para decidir se você é ou não um idiota completo. Então a probabilidade de você ser um idiota completo é no mínimo 50%.”

    Não, não é a mesma coisa.

    O debate sobre existencia humana é tentado por praticamente todos que já foram reconhecidos como filósofos.

    Sobre vc ser (ou eu) um idiota, isso é de fácil contestação.

    Denovo, tenta desviar a atenção dos argumentos: sabe o que é sair pela tangente?

  • Euzão

    Isso é absolutamente ridículo. É a mesma coisa de eu dizer “Olha, não estamos chegando à premissas comuns de um desempate para decidir se você é ou não um idiota completo. Então a probabilidade de você ser um idiota completo é no mínimo 50%.”

    Não, não é a mesma coisa.

    O debate sobre existencia humana é tentado por praticamente todos que já foram reconhecidos como filósofos.

    Sobre vc ser (ou eu) um idiota, isso é de fácil contestação.

    Denovo, tenta desviar a atenção dos argumentos: sabe o que é sair pela tangente?

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Essa coisa dos carros poderia ser discutida ad nauseaum — a aparente contradição é que você está pegando o comportamento individual do motorista “prudente” x “imprudente”, enquanto eu estou analizando a decisão social de permitir ou impedir o uso do carro (já que a sociedade, mesmo punindo, nunca conseguirá extinguir o comportamento imprudente, apenas reprimi-lo).

    Mas acho que deveríamos voltar ao tópico principal, não?

  • Euzão

    Isso é absolutamente ridículo. É a mesma coisa de eu dizer “Olha, não estamos chegando à premissas comuns de um desempate para decidir se você é ou não um idiota completo. Então a probabilidade de você ser um idiota completo é no mínimo 50%.”

    Não, não é a mesma coisa.

    O debate sobre existencia humana é tentado por praticamente todos que já foram reconhecidos como filósofos.

    Sobre vc ser (ou eu) um idiota, isso é de fácil contestação.

    Denovo, tenta desviar a atenção dos argumentos: sabe o que é sair pela tangente?

  • http://www.papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    Em algum ponto a condição humana se estabelece. Que momento é este?

    Esse é o X da questão! Muito bom!

    Isso que dá a discussão boa, afinal essa variável X, se disfarça e na verdade é uma outra equação do tipo cabeluda.

  • http://www.papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    Em algum ponto a condição humana se estabelece. Que momento é este?

    Esse é o X da questão! Muito bom!

    Isso que dá a discussão boa, afinal essa variável X, se disfarça e na verdade é uma outra equação do tipo cabeluda.

  • http://www.papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    Em algum ponto a condição humana se estabelece. Que momento é este?

    Esse é o X da questão! Muito bom!

    Isso que dá a discussão boa, afinal essa variável X, se disfarça e na verdade é uma outra equação do tipo cabeluda.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Não, não é a mesma coisa.

    Querido a estrutura formal de um argumento é independente de seu conteúdo. That’s what’s logic is all about.

    Se há um problema formal no seu argumento (a inexistencia de consenso nas premissas implica probabilidade de 50%) não importa se o conteúdo é a natureza humana ou o preço do tomate.

    Eu poderia atacar o argumento de outra forma (como a ausência de cérebro minimamente formado pode não ser um argumento forte?!?!?!), mas o erro formal é tão clamoroso que preferi apontar por essa via.

    Sair pela tangente é o que eu não faço, fofo. Quero ir no X da questão. Vamos?

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Não, não é a mesma coisa.

    Querido a estrutura formal de um argumento é independente de seu conteúdo. That’s what’s logic is all about.

    Se há um problema formal no seu argumento (a inexistencia de consenso nas premissas implica probabilidade de 50%) não importa se o conteúdo é a natureza humana ou o preço do tomate.

    Eu poderia atacar o argumento de outra forma (como a ausência de cérebro minimamente formado pode não ser um argumento forte?!?!?!), mas o erro formal é tão clamoroso que preferi apontar por essa via.

    Sair pela tangente é o que eu não faço, fofo. Quero ir no X da questão. Vamos?

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Não, não é a mesma coisa.

    Querido a estrutura formal de um argumento é independente de seu conteúdo. That’s what’s logic is all about.

    Se há um problema formal no seu argumento (a inexistencia de consenso nas premissas implica probabilidade de 50%) não importa se o conteúdo é a natureza humana ou o preço do tomate.

    Eu poderia atacar o argumento de outra forma (como a ausência de cérebro minimamente formado pode não ser um argumento forte?!?!?!), mas o erro formal é tão clamoroso que preferi apontar por essa via.

    Sair pela tangente é o que eu não faço, fofo. Quero ir no X da questão. Vamos?

  • Euzão

    Em algum ponto a condição humana se estabelece. Que momento é este?

    Realmente esse é o X da questão, como eu disse logo de início.

    Quem é capaz de tirar essa dúvida?

    Poderíamos eleger a ciência como forma de saber mais recomendável.

    Ou então a filosofia, para estudar os aspectos morais.

    Mas o que podemos observar consultando o que há entre essas formas de saber? Há respostas conclusivas?

    Não, daí eu volto ao início: princípio da prudência.

    Mas isso já foi batido várias vezes.

    Vamos tentar outra coisa:

    __________________________________
    Me respondam:

    Se alguém abortar naturalmente o médico terá o direito de tentar savar a vida do feto? (peraí, como poderia salvar a vida de algo que não tem vida?)

  • Euzão

    Em algum ponto a condição humana se estabelece. Que momento é este?

    Realmente esse é o X da questão, como eu disse logo de início.

    Quem é capaz de tirar essa dúvida?

    Poderíamos eleger a ciência como forma de saber mais recomendável.

    Ou então a filosofia, para estudar os aspectos morais.

    Mas o que podemos observar consultando o que há entre essas formas de saber? Há respostas conclusivas?

    Não, daí eu volto ao início: princípio da prudência.

    Mas isso já foi batido várias vezes.

    Vamos tentar outra coisa:

    __________________________________
    Me respondam:

    Se alguém abortar naturalmente o médico terá o direito de tentar savar a vida do feto? (peraí, como poderia salvar a vida de algo que não tem vida?)

  • Euzão

    Em algum ponto a condição humana se estabelece. Que momento é este?

    Realmente esse é o X da questão, como eu disse logo de início.

    Quem é capaz de tirar essa dúvida?

    Poderíamos eleger a ciência como forma de saber mais recomendável.

    Ou então a filosofia, para estudar os aspectos morais.

    Mas o que podemos observar consultando o que há entre essas formas de saber? Há respostas conclusivas?

    Não, daí eu volto ao início: princípio da prudência.

    Mas isso já foi batido várias vezes.

    Vamos tentar outra coisa:

    __________________________________
    Me respondam:

    Se alguém abortar naturalmente o médico terá o direito de tentar savar a vida do feto? (peraí, como poderia salvar a vida de algo que não tem vida?)

  • http://www.impactmedia.com.br/ Davis Zanetti Cabral

    Sou contra o aborto por questões morais, e não legais.

    E também, porque a minha realidade financeira, mesmo não sendo das melhores, me propicia prover cuidados necessários para a criação de uma criança (mesmo tendo que abrir mão de muitas coisas – a recompensa vale a pena).

    Agora, sendo racional, pode ser que seja melhor o aborto do que trazer um ser a vida que só sofrerá, onde tu não terás capacidade de prover o mínimo que ela merece para uma vida saudável.

    Apenas fico pensando qual seria a justificativa dele para não ter o filho.

    1) Não tem uma bom relacionamento com a namorada?
    Isso realmente pode ser um problema. Pode acabar gerando uma criança problemática e que dificilmente se enquadrará na sociedade. Mas pode também não afetar em nada, tendo em vista que podem ser os avós que criem também (e geralmente avós tem uma vida mais estável).

    2) Tem medo de ter as responsabilidades?
    Nesse caso, pode pensar que não aproveitou bem a vida ainda e que é muito cedo para esse tipo de responsabilidade. Ou então realmente não acha que será um bom pai. Mas e a opinião da mãe, ela também está de acordo com isso? Acho que se ambos estão de acordo, espero que o aborto realmente seja concretizado… Coitada da criança (mesmo juridicamente não sendo considerada uma criança) ser indesejada e ainda sobreviver a uma tentativa frustrada de aborto.

    3)Está desempregado e isso vai acabar obrigando ele a trabalhar em um sub-emprego qualquer para manter um sub-vida?
    Nem precisa falar nada né. Não ter o que comer já deve ser horrível, e não ter como dar de comer, pior ainda. Só quem já passou fome, ou teve um filho que passou junto pode dizer.

    • http://www.facebook.com/people/Marcos-Barbosa/1597071951 Marcos Barbosa

      Isso tudo o que disse não justifica em nada em tirar a vida de um ser humano que está para vir ao mundo. Fez sexo? Pode engravidar, e a pessoa deve assumir responsabildade sobre a possibilidade de acontecer. A vida é uma luta a cada dia, até para nascer já é uma luta, e tem gente que joga tudo a perder, pois já não acredita que possa vencer.

  • http://www.impactmedia.com.br/ Davis Zanetti Cabral

    Sou contra o aborto por questões morais, e não legais.

    E também, porque a minha realidade financeira, mesmo não sendo das melhores, me propicia prover cuidados necessários para a criação de uma criança (mesmo tendo que abrir mão de muitas coisas – a recompensa vale a pena).

    Agora, sendo racional, pode ser que seja melhor o aborto do que trazer um ser a vida que só sofrerá, onde tu não terás capacidade de prover o mínimo que ela merece para uma vida saudável.

    Apenas fico pensando qual seria a justificativa dele para não ter o filho.

    1) Não tem uma bom relacionamento com a namorada?
    Isso realmente pode ser um problema. Pode acabar gerando uma criança problemática e que dificilmente se enquadrará na sociedade. Mas pode também não afetar em nada, tendo em vista que podem ser os avós que criem também (e geralmente avós tem uma vida mais estável).

    2) Tem medo de ter as responsabilidades?
    Nesse caso, pode pensar que não aproveitou bem a vida ainda e que é muito cedo para esse tipo de responsabilidade. Ou então realmente não acha que será um bom pai. Mas e a opinião da mãe, ela também está de acordo com isso? Acho que se ambos estão de acordo, espero que o aborto realmente seja concretizado… Coitada da criança (mesmo juridicamente não sendo considerada uma criança) ser indesejada e ainda sobreviver a uma tentativa frustrada de aborto.

    3)Está desempregado e isso vai acabar obrigando ele a trabalhar em um sub-emprego qualquer para manter um sub-vida?
    Nem precisa falar nada né. Não ter o que comer já deve ser horrível, e não ter como dar de comer, pior ainda. Só quem já passou fome, ou teve um filho que passou junto pode dizer.

  • http://www.impactmedia.com.br Davis Zanetti Cabral

    Sou contra o aborto por questões morais, e não legais.

    E também, porque a minha realidade financeira, mesmo não sendo das melhores, me propicia prover cuidados necessários para a criação de uma criança (mesmo tendo que abrir mão de muitas coisas – a recompensa vale a pena).

    Agora, sendo racional, pode ser que seja melhor o aborto do que trazer um ser a vida que só sofrerá, onde tu não terás capacidade de prover o mínimo que ela merece para uma vida saudável.

    Apenas fico pensando qual seria a justificativa dele para não ter o filho.

    1) Não tem uma bom relacionamento com a namorada?
    Isso realmente pode ser um problema. Pode acabar gerando uma criança problemática e que dificilmente se enquadrará na sociedade. Mas pode também não afetar em nada, tendo em vista que podem ser os avós que criem também (e geralmente avós tem uma vida mais estável).

    2) Tem medo de ter as responsabilidades?
    Nesse caso, pode pensar que não aproveitou bem a vida ainda e que é muito cedo para esse tipo de responsabilidade. Ou então realmente não acha que será um bom pai. Mas e a opinião da mãe, ela também está de acordo com isso? Acho que se ambos estão de acordo, espero que o aborto realmente seja concretizado… Coitada da criança (mesmo juridicamente não sendo considerada uma criança) ser indesejada e ainda sobreviver a uma tentativa frustrada de aborto.

    3)Está desempregado e isso vai acabar obrigando ele a trabalhar em um sub-emprego qualquer para manter um sub-vida?
    Nem precisa falar nada né. Não ter o que comer já deve ser horrível, e não ter como dar de comer, pior ainda. Só quem já passou fome, ou teve um filho que passou junto pode dizer.

  • Euzão

    Analisar a estrutura formal para evitar o cerne da questão é uma atitude sofistica.

    Não usei termos lógicos, e se tivesse usado, uma premissa seria estabelecer um diferença LÓGICA entre questões existenciais entre estados mentais ou psicológico. (condição humana e estado de idiota, respectivamente).

    Ora, há uma diferença lógica ou não. De qualquer forma, o 50%/50% não é um número determinado. É a hipótese mínima que impõem dúvida, sem pender para lado algum.

    O fato é que: ou é ser vivo – não podendo ser outra coisa senão humano, ou é uma coisa qualquer que a mãe tem direito de extirpar.

    O fato de não ter cérebro, ou de não ser Newton não muda o fato de que pode ser considerado ser vivo, e se for ser vivo, não sendo uma coisa que faz parte da mãe, ou uma célula dela, ou órgão, tem que ser um ser humano, novamente, tendo ainda ou não funções cerebrais.

    Mas no final, como qualquer lado pode se demonstrar em erro ( o lado que afirma que é humano e o lado que afirma que é uma coisa), por prudência alega-se que é 50/50 (pra nenhum dos dois lados ficar frustado), e por prudencia… vc já sabe.

  • Euzão

    Analisar a estrutura formal para evitar o cerne da questão é uma atitude sofistica.

    Não usei termos lógicos, e se tivesse usado, uma premissa seria estabelecer um diferença LÓGICA entre questões existenciais entre estados mentais ou psicológico. (condição humana e estado de idiota, respectivamente).

    Ora, há uma diferença lógica ou não. De qualquer forma, o 50%/50% não é um número determinado. É a hipótese mínima que impõem dúvida, sem pender para lado algum.

    O fato é que: ou é ser vivo – não podendo ser outra coisa senão humano, ou é uma coisa qualquer que a mãe tem direito de extirpar.

    O fato de não ter cérebro, ou de não ser Newton não muda o fato de que pode ser considerado ser vivo, e se for ser vivo, não sendo uma coisa que faz parte da mãe, ou uma célula dela, ou órgão, tem que ser um ser humano, novamente, tendo ainda ou não funções cerebrais.

    Mas no final, como qualquer lado pode se demonstrar em erro ( o lado que afirma que é humano e o lado que afirma que é uma coisa), por prudência alega-se que é 50/50 (pra nenhum dos dois lados ficar frustado), e por prudencia… vc já sabe.

  • Euzão

    Analisar a estrutura formal para evitar o cerne da questão é uma atitude sofistica.

    Não usei termos lógicos, e se tivesse usado, uma premissa seria estabelecer um diferença LÓGICA entre questões existenciais entre estados mentais ou psicológico. (condição humana e estado de idiota, respectivamente).

    Ora, há uma diferença lógica ou não. De qualquer forma, o 50%/50% não é um número determinado. É a hipótese mínima que impõem dúvida, sem pender para lado algum.

    O fato é que: ou é ser vivo – não podendo ser outra coisa senão humano, ou é uma coisa qualquer que a mãe tem direito de extirpar.

    O fato de não ter cérebro, ou de não ser Newton não muda o fato de que pode ser considerado ser vivo, e se for ser vivo, não sendo uma coisa que faz parte da mãe, ou uma célula dela, ou órgão, tem que ser um ser humano, novamente, tendo ainda ou não funções cerebrais.

    Mas no final, como qualquer lado pode se demonstrar em erro ( o lado que afirma que é humano e o lado que afirma que é uma coisa), por prudência alega-se que é 50/50 (pra nenhum dos dois lados ficar frustado), e por prudencia… vc já sabe.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Mas minha picuinha com você, Euzão, é justamente que o princípio da prudência não se aplica ao caso. Você está partindo do pressuposto de que não se pode determinar razoavelmente a probabilidade de um feto ser pessoa.

    (Bem, precisamos antes discutir o que é “pessoa”, uma discussão em si muito espinhosa. Estou partindo do pressuposto que temos o consenso de que “pessoa” é um Homo sapiens sapiens que atingiu a sentiência).

    Se você aceita esta definição, qual a probabilidade você acha que um bolinho de células que tem menos córtex que um rato ter sentiência? 50%? Dê cá meu boné!

    * * *

    A questão é que o status quo do aparato jurídico está cheio de contradições.

    Se um cara com morte cerebral é bom o suficiente para ser retalhado e os órgão distribuídos por aí, porque um feto que nem cérebro tem deve ser considerado uma pessoa com direito a todas as plumas e paetês? ==> contradição do aparato jurídico

    Se o feto tem direitos de pessoa, porque pode ser abortado em casos de estupro? Que culpa ele tem? ==> contradição do aparato jurídico

    * * *

    Esse espantalho do “tem vida” está ficando muito cansativo. Repito: vida até alface tem. A questão é atingir a condição humana.

    E falando estritamente em vida, o médico pode rebolar e dançar a dança da chuva, mas salvar um feto da 12ª semana, nem em filme de hollywood.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Mas minha picuinha com você, Euzão, é justamente que o princípio da prudência não se aplica ao caso. Você está partindo do pressuposto de que não se pode determinar razoavelmente a probabilidade de um feto ser pessoa.

    (Bem, precisamos antes discutir o que é “pessoa”, uma discussão em si muito espinhosa. Estou partindo do pressuposto que temos o consenso de que “pessoa” é um Homo sapiens sapiens que atingiu a sentiência).

    Se você aceita esta definição, qual a probabilidade você acha que um bolinho de células que tem menos córtex que um rato ter sentiência? 50%? Dê cá meu boné!

    * * *

    A questão é que o status quo do aparato jurídico está cheio de contradições.

    Se um cara com morte cerebral é bom o suficiente para ser retalhado e os órgão distribuídos por aí, porque um feto que nem cérebro tem deve ser considerado uma pessoa com direito a todas as plumas e paetês? ==> contradição do aparato jurídico

    Se o feto tem direitos de pessoa, porque pode ser abortado em casos de estupro? Que culpa ele tem? ==> contradição do aparato jurídico

    * * *

    Esse espantalho do “tem vida” está ficando muito cansativo. Repito: vida até alface tem. A questão é atingir a condição humana.

    E falando estritamente em vida, o médico pode rebolar e dançar a dança da chuva, mas salvar um feto da 12ª semana, nem em filme de hollywood.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Mas minha picuinha com você, Euzão, é justamente que o princípio da prudência não se aplica ao caso. Você está partindo do pressuposto de que não se pode determinar razoavelmente a probabilidade de um feto ser pessoa.

    (Bem, precisamos antes discutir o que é “pessoa”, uma discussão em si muito espinhosa. Estou partindo do pressuposto que temos o consenso de que “pessoa” é um Homo sapiens sapiens que atingiu a sentiência).

    Se você aceita esta definição, qual a probabilidade você acha que um bolinho de células que tem menos córtex que um rato ter sentiência? 50%? Dê cá meu boné!

    * * *

    A questão é que o status quo do aparato jurídico está cheio de contradições.

    Se um cara com morte cerebral é bom o suficiente para ser retalhado e os órgão distribuídos por aí, porque um feto que nem cérebro tem deve ser considerado uma pessoa com direito a todas as plumas e paetês? ==> contradição do aparato jurídico

    Se o feto tem direitos de pessoa, porque pode ser abortado em casos de estupro? Que culpa ele tem? ==> contradição do aparato jurídico

    * * *

    Esse espantalho do “tem vida” está ficando muito cansativo. Repito: vida até alface tem. A questão é atingir a condição humana.

    E falando estritamente em vida, o médico pode rebolar e dançar a dança da chuva, mas salvar um feto da 12ª semana, nem em filme de hollywood.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Analisar a estrutura formal para evitar o cerne da questão é uma atitude sofistica.

    Não é não, fofucho. Atitude sofística é distorcer a estrutura formal dos argumentos para fazer o preto virar branco e o quadrado redondo. E eu não o fiz para evitar o cerne, mas para não perder tempo com um argumento que já… nasceu morto. (desculpe, não resisti.)

    Os dois segundos parágrafos do seu argumento são um blá-blá incompreensível. Desculpe. Se você conseguir estabelecer uma diferença lógica entre uma banana e uma maçã, vamos ter que jogar a lógica fora (a lógica, já disse, só se ocupa de estruturas formais, ocas, não de conteúdos).

    O fato de não ter cérebro, ou de não ser Newton não muda o fato de que pode ser considerado ser vivo, e se for ser vivo, não sendo uma coisa que faz parte da mãe, ou uma célula dela, ou órgão, tem que ser um ser humano, novamente, tendo ainda ou não funções cerebrais.

    Então é melhor guardarmos as placentas em templos, né?

    (…) por prudência alega-se que é 50/50 (…)

    50%/50% não pode ser usado como hipótese nula no caso, porque é uma probabilidade altíssima de um bicho sem cérebro ser uma pessoa. É a mesma coisa de dizer “Vixe… não tenho como aceder à natureza última de uma alface — só à natureza exterior. Qual a chance de no íntimo de seu ser a alface estar pensando… Hmmm… ninguém sabe. Hipótese nula: 50%”.

    Você está a probabilidade condicionada de algo sem cérebro ser sentiente.

    O novo X da questão é eu estar tentando lhe demonstrar que esta probabilidade é inaceitavelmente alta.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Analisar a estrutura formal para evitar o cerne da questão é uma atitude sofistica.

    Não é não, fofucho. Atitude sofística é distorcer a estrutura formal dos argumentos para fazer o preto virar branco e o quadrado redondo. E eu não o fiz para evitar o cerne, mas para não perder tempo com um argumento que já… nasceu morto. (desculpe, não resisti.)

    Os dois segundos parágrafos do seu argumento são um blá-blá incompreensível. Desculpe. Se você conseguir estabelecer uma diferença lógica entre uma banana e uma maçã, vamos ter que jogar a lógica fora (a lógica, já disse, só se ocupa de estruturas formais, ocas, não de conteúdos).

    O fato de não ter cérebro, ou de não ser Newton não muda o fato de que pode ser considerado ser vivo, e se for ser vivo, não sendo uma coisa que faz parte da mãe, ou uma célula dela, ou órgão, tem que ser um ser humano, novamente, tendo ainda ou não funções cerebrais.

    Então é melhor guardarmos as placentas em templos, né?

    (…) por prudência alega-se que é 50/50 (…)

    50%/50% não pode ser usado como hipótese nula no caso, porque é uma probabilidade altíssima de um bicho sem cérebro ser uma pessoa. É a mesma coisa de dizer “Vixe… não tenho como aceder à natureza última de uma alface — só à natureza exterior. Qual a chance de no íntimo de seu ser a alface estar pensando… Hmmm… ninguém sabe. Hipótese nula: 50%”.

    Você está a probabilidade condicionada de algo sem cérebro ser sentiente.

    O novo X da questão é eu estar tentando lhe demonstrar que esta probabilidade é inaceitavelmente alta.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Analisar a estrutura formal para evitar o cerne da questão é uma atitude sofistica.

    Não é não, fofucho. Atitude sofística é distorcer a estrutura formal dos argumentos para fazer o preto virar branco e o quadrado redondo. E eu não o fiz para evitar o cerne, mas para não perder tempo com um argumento que já… nasceu morto. (desculpe, não resisti.)

    Os dois segundos parágrafos do seu argumento são um blá-blá incompreensível. Desculpe. Se você conseguir estabelecer uma diferença lógica entre uma banana e uma maçã, vamos ter que jogar a lógica fora (a lógica, já disse, só se ocupa de estruturas formais, ocas, não de conteúdos).

    O fato de não ter cérebro, ou de não ser Newton não muda o fato de que pode ser considerado ser vivo, e se for ser vivo, não sendo uma coisa que faz parte da mãe, ou uma célula dela, ou órgão, tem que ser um ser humano, novamente, tendo ainda ou não funções cerebrais.

    Então é melhor guardarmos as placentas em templos, né?

    (…) por prudência alega-se que é 50/50 (…)

    50%/50% não pode ser usado como hipótese nula no caso, porque é uma probabilidade altíssima de um bicho sem cérebro ser uma pessoa. É a mesma coisa de dizer “Vixe… não tenho como aceder à natureza última de uma alface — só à natureza exterior. Qual a chance de no íntimo de seu ser a alface estar pensando… Hmmm… ninguém sabe. Hipótese nula: 50%”.

    Você está a probabilidade condicionada de algo sem cérebro ser sentiente.

    O novo X da questão é eu estar tentando lhe demonstrar que esta probabilidade é inaceitavelmente alta.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    “Você está a probabilidade condicionada”

    “Você está ignorando* a probabilidade condicionada”

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    “Você está a probabilidade condicionada”

    “Você está ignorando* a probabilidade condicionada”

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    “Você está a probabilidade condicionada”

    “Você está ignorando* a probabilidade condicionada”

  • Euzão

    REPETINDO
    Se alguém abortar naturalmente o médico terá o direito de tentar savar a vida do feto? (peraí, como poderia salvar a vida de algo que não tem vida?)

    ACRESCENTANDO:
    Se tem vida, e não é a vida que denominamos “mãe” e sim um ser diferente, como não classificar como humano?

    _________________________________________

    Eu vou responder sua questão, agora:

    “Se um cara com morte cerebral é bom o suficiente para ser retalhado e os órgão distribuídos por aí, porque um feto que nem cérebro tem deve ser considerado uma pessoa com direito a todas as plumas e paetês? ==> contradição do aparato jurídico”

    Entra-se aí na questão do concenso: morte cerebral já é concenso que é irreversível, portanto morte como outra qualquer.

    O fato de um feto ainda não ter cérebro o torna tão indispensável para a defesa da vida humana quanto o cérebro ter cérebro o é (ou parece ser – pra vc). Isso porque é o ser vivo “feto sem cérebro” (que tem que ser humano) que vai gerar o seu aclamado Newton (ou outro notável qualquer) assim como este que vos fala.

    A defesa da vida é o pricípio “principal” do direito. E como defender a vida se não defendermos o feto?

    Quer dizer que eu tinha menos direito a vida quando não estava plenamente formado, ainda que caminhasse nessa direção?

  • Euzão

    REPETINDO
    Se alguém abortar naturalmente o médico terá o direito de tentar savar a vida do feto? (peraí, como poderia salvar a vida de algo que não tem vida?)

    ACRESCENTANDO:
    Se tem vida, e não é a vida que denominamos “mãe” e sim um ser diferente, como não classificar como humano?

    _________________________________________

    Eu vou responder sua questão, agora:

    “Se um cara com morte cerebral é bom o suficiente para ser retalhado e os órgão distribuídos por aí, porque um feto que nem cérebro tem deve ser considerado uma pessoa com direito a todas as plumas e paetês? ==> contradição do aparato jurídico”

    Entra-se aí na questão do concenso: morte cerebral já é concenso que é irreversível, portanto morte como outra qualquer.

    O fato de um feto ainda não ter cérebro o torna tão indispensável para a defesa da vida humana quanto o cérebro ter cérebro o é (ou parece ser – pra vc). Isso porque é o ser vivo “feto sem cérebro” (que tem que ser humano) que vai gerar o seu aclamado Newton (ou outro notável qualquer) assim como este que vos fala.

    A defesa da vida é o pricípio “principal” do direito. E como defender a vida se não defendermos o feto?

    Quer dizer que eu tinha menos direito a vida quando não estava plenamente formado, ainda que caminhasse nessa direção?

  • Euzão

    REPETINDO
    Se alguém abortar naturalmente o médico terá o direito de tentar savar a vida do feto? (peraí, como poderia salvar a vida de algo que não tem vida?)

    ACRESCENTANDO:
    Se tem vida, e não é a vida que denominamos “mãe” e sim um ser diferente, como não classificar como humano?

    _________________________________________

    Eu vou responder sua questão, agora:

    “Se um cara com morte cerebral é bom o suficiente para ser retalhado e os órgão distribuídos por aí, porque um feto que nem cérebro tem deve ser considerado uma pessoa com direito a todas as plumas e paetês? ==> contradição do aparato jurídico”

    Entra-se aí na questão do concenso: morte cerebral já é concenso que é irreversível, portanto morte como outra qualquer.

    O fato de um feto ainda não ter cérebro o torna tão indispensável para a defesa da vida humana quanto o cérebro ter cérebro o é (ou parece ser – pra vc). Isso porque é o ser vivo “feto sem cérebro” (que tem que ser humano) que vai gerar o seu aclamado Newton (ou outro notável qualquer) assim como este que vos fala.

    A defesa da vida é o pricípio “principal” do direito. E como defender a vida se não defendermos o feto?

    Quer dizer que eu tinha menos direito a vida quando não estava plenamente formado, ainda que caminhasse nessa direção?

  • Euzão

    Agora consou de vez:

    “Os dois segundos parágrafos do seu argumento são um blá-blá incompreensível. Desculpe. Se você conseguir estabelecer uma diferença lógica entre uma banana e uma maçã, vamos ter que jogar a lógica fora (a lógica, já disse, só se ocupa de estruturas formais, ocas, não de conteúdos)”

    Vc esquece que eu posso estabelecer uma diferença lógica entre questões existenciais e estados mentais/psicológicos, diferentemente de não poder fazer entre banana e maças.

    E eu posso fazer isso porque os dois primeiro são conceitos que trazem implícitos discursos formais, estruturas formais que os concluem, que os definem.

    E, estabelecer uma diferença lógica, nada mais o é que elaborar sentenças que levam à conclusão sobre a diferença. Sentenças estruturadas de forma lógica. Dãããã

    Cansei!

  • Euzão

    Agora consou de vez:

    “Os dois segundos parágrafos do seu argumento são um blá-blá incompreensível. Desculpe. Se você conseguir estabelecer uma diferença lógica entre uma banana e uma maçã, vamos ter que jogar a lógica fora (a lógica, já disse, só se ocupa de estruturas formais, ocas, não de conteúdos)”

    Vc esquece que eu posso estabelecer uma diferença lógica entre questões existenciais e estados mentais/psicológicos, diferentemente de não poder fazer entre banana e maças.

    E eu posso fazer isso porque os dois primeiro são conceitos que trazem implícitos discursos formais, estruturas formais que os concluem, que os definem.

    E, estabelecer uma diferença lógica, nada mais o é que elaborar sentenças que levam à conclusão sobre a diferença. Sentenças estruturadas de forma lógica. Dãããã

    Cansei!

  • Euzão

    Agora consou de vez:

    “Os dois segundos parágrafos do seu argumento são um blá-blá incompreensível. Desculpe. Se você conseguir estabelecer uma diferença lógica entre uma banana e uma maçã, vamos ter que jogar a lógica fora (a lógica, já disse, só se ocupa de estruturas formais, ocas, não de conteúdos)”

    Vc esquece que eu posso estabelecer uma diferença lógica entre questões existenciais e estados mentais/psicológicos, diferentemente de não poder fazer entre banana e maças.

    E eu posso fazer isso porque os dois primeiro são conceitos que trazem implícitos discursos formais, estruturas formais que os concluem, que os definem.

    E, estabelecer uma diferença lógica, nada mais o é que elaborar sentenças que levam à conclusão sobre a diferença. Sentenças estruturadas de forma lógica. Dãããã

    Cansei!

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    ACRESCENTANDO:
    Se tem vida, e não é a vida que denominamos “mãe” e sim um ser diferente, como não classificar como humano?

    E tem vida mesmo? Então vamos tirar da mãe e ver o que acontece. Conhece o princípio da viabilidade?

    Entra-se aí na questão do concenso: morte cerebral já é concenso que é irreversível, portanto morte como outra qualquer

    Exatamente!!!

    Mas a condição do feto não é irreversível (muito pelo contrário, ela vai *progredir* para a vida humana).

    Mas se aceitamos que o cara morto cerebralmente está morto “juridicamente”, então o feto não pode estar vivo juridicamente. Ele vai estar vivo dali a algumas semanas o que é lindo, mas é outra história.

    * * *

    O direito a “vida humana” é o princípio do direito. Não é o direito à vida humana *em potencial*.

    * * *

    Quer dizer que eu tinha menos direito a vida quando não estava plenamente formado, ainda que caminhasse nessa direção?

    Exatamente! Senão, cada punheta era um genocídio.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    ACRESCENTANDO:
    Se tem vida, e não é a vida que denominamos “mãe” e sim um ser diferente, como não classificar como humano?

    E tem vida mesmo? Então vamos tirar da mãe e ver o que acontece. Conhece o princípio da viabilidade?

    Entra-se aí na questão do concenso: morte cerebral já é concenso que é irreversível, portanto morte como outra qualquer

    Exatamente!!!

    Mas a condição do feto não é irreversível (muito pelo contrário, ela vai *progredir* para a vida humana).

    Mas se aceitamos que o cara morto cerebralmente está morto “juridicamente”, então o feto não pode estar vivo juridicamente. Ele vai estar vivo dali a algumas semanas o que é lindo, mas é outra história.

    * * *

    O direito a “vida humana” é o princípio do direito. Não é o direito à vida humana *em potencial*.

    * * *

    Quer dizer que eu tinha menos direito a vida quando não estava plenamente formado, ainda que caminhasse nessa direção?

    Exatamente! Senão, cada punheta era um genocídio.

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    ACRESCENTANDO:
    Se tem vida, e não é a vida que denominamos “mãe” e sim um ser diferente, como não classificar como humano?

    E tem vida mesmo? Então vamos tirar da mãe e ver o que acontece. Conhece o princípio da viabilidade?

    Entra-se aí na questão do concenso: morte cerebral já é concenso que é irreversível, portanto morte como outra qualquer

    Exatamente!!!

    Mas a condição do feto não é irreversível (muito pelo contrário, ela vai *progredir* para a vida humana).

    Mas se aceitamos que o cara morto cerebralmente está morto “juridicamente”, então o feto não pode estar vivo juridicamente. Ele vai estar vivo dali a algumas semanas o que é lindo, mas é outra história.

    * * *

    O direito a “vida humana” é o princípio do direito. Não é o direito à vida humana *em potencial*.

    * * *

    Quer dizer que eu tinha menos direito a vida quando não estava plenamente formado, ainda que caminhasse nessa direção?

    Exatamente! Senão, cada punheta era um genocídio.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Agora consou de vez (…) Cansei!

    Depois de me soltar uma baboseira pós-estruturalista dessas, deve estar cansado mesmo.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Agora consou de vez (…) Cansei!

    Depois de me soltar uma baboseira pós-estruturalista dessas, deve estar cansado mesmo.

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    Agora consou de vez (…) Cansei!

    Depois de me soltar uma baboseira pós-estruturalista dessas, deve estar cansado mesmo.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Já que surgiu a dúvida se é justa causa para denunciar o aborto ou não :

    “Diante de um abortamento, seja ele natural ou provocado, não pode o médico comunicar o fato à autoridade policial ou mesmo judicial, em razão de estar diante de uma situação típica de segredo médico.” (Parecer no. 24.292/00 CREMESP)

    Bom, ele pode achar ser “justa causa” e denunciar… Mas corre o risco de perder o registro médico e não poder mais clinicar.. E bem feito, diga-se de passagem. Não é função do médico caçar criminosos, e sim, dar assistência médica a quem precisa ! O que o médico pode fazer é comunicar à direção do hospital, nunca à polícia.

    Artigo sobre o assunto : http://www.srsdocs.com/parcerias/revista_imprensa/jornal_madeira/2004/jm_2004_11_01_01.htm

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Já que surgiu a dúvida se é justa causa para denunciar o aborto ou não :

    “Diante de um abortamento, seja ele natural ou provocado, não pode o médico comunicar o fato à autoridade policial ou mesmo judicial, em razão de estar diante de uma situação típica de segredo médico.” (Parecer no. 24.292/00 CREMESP)

    Bom, ele pode achar ser “justa causa” e denunciar… Mas corre o risco de perder o registro médico e não poder mais clinicar.. E bem feito, diga-se de passagem. Não é função do médico caçar criminosos, e sim, dar assistência médica a quem precisa ! O que o médico pode fazer é comunicar à direção do hospital, nunca à polícia.

    Artigo sobre o assunto : http://www.srsdocs.com/parcerias/revista_imprensa/jornal_madeira/2004/jm_2004_11_01_01.htm

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    Já que surgiu a dúvida se é justa causa para denunciar o aborto ou não :

    “Diante de um abortamento, seja ele natural ou provocado, não pode o médico comunicar o fato à autoridade policial ou mesmo judicial, em razão de estar diante de uma situação típica de segredo médico.” (Parecer no. 24.292/00 CREMESP)

    Bom, ele pode achar ser “justa causa” e denunciar… Mas corre o risco de perder o registro médico e não poder mais clinicar.. E bem feito, diga-se de passagem. Não é função do médico caçar criminosos, e sim, dar assistência médica a quem precisa ! O que o médico pode fazer é comunicar à direção do hospital, nunca à polícia.

    Artigo sobre o assunto : http://www.srsdocs.com/parcerias/revista_imprensa/jornal_madeira/2004/jm_2004_11_01_01.htm

  • http://www.papodehomem.com.br Dr Health

    Ah, sim, o artigo é de Portugal. A diferença é que na época, a legislação era semelhante à brasileira, agora o aborto é legal em terras lusas.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Ah, sim, o artigo é de Portugal. A diferença é que na época, a legislação era semelhante à brasileira, agora o aborto é legal em terras lusas.

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    Ah, sim, o artigo é de Portugal. A diferença é que na época, a legislação era semelhante à brasileira, agora o aborto é legal em terras lusas.

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    “Se alguém abortar naturalmente o médico terá o direito de tentar savar a vida do feto?”

    Essa é comigo…

    Resposta : Não se aplica. Se o aborto já ocorreu, o feto já está morto. Dependendo da idade gestacional, se o feto tem condição de sobreviver, não se trata de aborto, e sim de parto prematuro. Antes disso, é aborto e o feto não sobrevive. Se ainda não ocorreu, é “princípio” de aborto e tomam-se medidas adequadas para tal (ex : Administração de beta-agonistas para relaxar o útero).

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    “Se alguém abortar naturalmente o médico terá o direito de tentar savar a vida do feto?”

    Essa é comigo…

    Resposta : Não se aplica. Se o aborto já ocorreu, o feto já está morto. Dependendo da idade gestacional, se o feto tem condição de sobreviver, não se trata de aborto, e sim de parto prematuro. Antes disso, é aborto e o feto não sobrevive. Se ainda não ocorreu, é “princípio” de aborto e tomam-se medidas adequadas para tal (ex : Administração de beta-agonistas para relaxar o útero).

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    “Se alguém abortar naturalmente o médico terá o direito de tentar savar a vida do feto?”

    Essa é comigo…

    Resposta : Não se aplica. Se o aborto já ocorreu, o feto já está morto. Dependendo da idade gestacional, se o feto tem condição de sobreviver, não se trata de aborto, e sim de parto prematuro. Antes disso, é aborto e o feto não sobrevive. Se ainda não ocorreu, é “princípio” de aborto e tomam-se medidas adequadas para tal (ex : Administração de beta-agonistas para relaxar o útero).

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Saint-Cahier, o misoprostol não é mais tão utilizado para fins terapêuticos, sendo apenas autorizado para hospitais credenciados no Brasil, por causa do potencial abortivo. E existem opções melhores e mais seguras para tratamento de úlceras como a ranitidina, omeprazol, pantoprazol e lansoprazol. Na prática, nenhum colega seria doido de prescrever Cytotec a uma mulher, tendo opções mais seguras.

    E sim, o Cytotec, no caso de falha, pode causar anomalias fetais.

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    Saint-Cahier, o misoprostol não é mais tão utilizado para fins terapêuticos, sendo apenas autorizado para hospitais credenciados no Brasil, por causa do potencial abortivo. E existem opções melhores e mais seguras para tratamento de úlceras como a ranitidina, omeprazol, pantoprazol e lansoprazol. Na prática, nenhum colega seria doido de prescrever Cytotec a uma mulher, tendo opções mais seguras.

    E sim, o Cytotec, no caso de falha, pode causar anomalias fetais.

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    Saint-Cahier, o misoprostol não é mais tão utilizado para fins terapêuticos, sendo apenas autorizado para hospitais credenciados no Brasil, por causa do potencial abortivo. E existem opções melhores e mais seguras para tratamento de úlceras como a ranitidina, omeprazol, pantoprazol e lansoprazol. Na prática, nenhum colega seria doido de prescrever Cytotec a uma mulher, tendo opções mais seguras.

    E sim, o Cytotec, no caso de falha, pode causar anomalias fetais.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Saint-Cahier, o misoprostol não é mais tão utilizado para fins terapêuticos

    Ainda assim continuo smellando bullshit, Herr Doktor. Para mim, instituições “cheias” de crianças danificadas, deve ser do tempo em que o medicamento era usado clinicamente.

    Será que o número de mães oligofrênicas para tomarem um remédio potencialmente danoso ao feto, provocarem um aborto parcial, e aí *desistirem* do aborto é grande o suficiente para “encherem” instituições?

    Novamente não quero ser taxativo, mas só acredito com dados na mão.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Saint-Cahier, o misoprostol não é mais tão utilizado para fins terapêuticos

    Ainda assim continuo smellando bullshit, Herr Doktor. Para mim, instituições “cheias” de crianças danificadas, deve ser do tempo em que o medicamento era usado clinicamente.

    Será que o número de mães oligofrênicas para tomarem um remédio potencialmente danoso ao feto, provocarem um aborto parcial, e aí *desistirem* do aborto é grande o suficiente para “encherem” instituições?

    Novamente não quero ser taxativo, mas só acredito com dados na mão.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Saint-Cahier, o misoprostol não é mais tão utilizado para fins terapêuticos

    Ainda assim continuo smellando bullshit, Herr Doktor. Para mim, instituições “cheias” de crianças danificadas, deve ser do tempo em que o medicamento era usado clinicamente.

    Será que o número de mães oligofrênicas para tomarem um remédio potencialmente danoso ao feto, provocarem um aborto parcial, e aí *desistirem* do aborto é grande o suficiente para “encherem” instituições?

    Novamente não quero ser taxativo, mas só acredito com dados na mão.

  • marcel/

    Aborto coisa de gente muito , muito filha da puta mesmo .

  • marcel/

    Aborto coisa de gente muito , muito filha da puta mesmo .

  • marcel/

    Aborto coisa de gente muito , muito filha da puta mesmo .

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    Países onde o aborto é legal :

    Américas : EUA, Canadá, Cuba, Guiana, Guiana Francesa (que é parte da França), alguns países caribenhos. No México, o aborto é legal apenas no Distrito Federal (Cidade do México) e em Yucatan.

    Europa : Portugal, França, Bélgica, Holanda, Alemanha, Dinamarca, Suécia, Noruega, Estônia, Letônia, Lituânia, Belarus, Ucrânia, Rússia, Moldávia, Romênia, Bulgária, Turquia, Geórgia, Armênia, Azerbaijão, Grécia, Macedônia, Sérvia, Montenegro, Croácia, Eslovênia, Albânia, Bósnia, Hungria, Áustria, Rep Tcheca, Eslováquia, Suíça, França, Itália. Na Grã-Bretanha, Islândia, Finlândia, Chipre e Luxemburgo, o aborto é legal se comprovadas condições semelhantes aos casos brasileiros, e também deficiência sócio-econômica devidamente comprovada. Na Irlanda, o aborto é proibido em caso de estupro. Na Espanha e na Polônia, a legislação é semelhante à brasileira.

    África : Tunísia, Guiné-Bissau e África do Sul

    Ásia : Cazaquistão, Uzbequistão, Quirguistão, Turcomenistão, Tadjiquistão, Nepal, Bangladesh, China, Mongólia, Coréia do Norte, Camboja, Vietnã. Índia, Japão e Taiwan tem legislação semelhante à Grã-Bretanha

    Oceania : Nova Caledônia (parte da França). Na Austrália, varia por território, sendo totalmente legal apenas no Distrito Federal (Canberra).

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    Países onde o aborto é legal :

    Américas : EUA, Canadá, Cuba, Guiana, Guiana Francesa (que é parte da França), alguns países caribenhos. No México, o aborto é legal apenas no Distrito Federal (Cidade do México) e em Yucatan.

    Europa : Portugal, França, Bélgica, Holanda, Alemanha, Dinamarca, Suécia, Noruega, Estônia, Letônia, Lituânia, Belarus, Ucrânia, Rússia, Moldávia, Romênia, Bulgária, Turquia, Geórgia, Armênia, Azerbaijão, Grécia, Macedônia, Sérvia, Montenegro, Croácia, Eslovênia, Albânia, Bósnia, Hungria, Áustria, Rep Tcheca, Eslováquia, Suíça, França, Itália. Na Grã-Bretanha, Islândia, Finlândia, Chipre e Luxemburgo, o aborto é legal se comprovadas condições semelhantes aos casos brasileiros, e também deficiência sócio-econômica devidamente comprovada. Na Irlanda, o aborto é proibido em caso de estupro. Na Espanha e na Polônia, a legislação é semelhante à brasileira.

    África : Tunísia, Guiné-Bissau e África do Sul

    Ásia : Cazaquistão, Uzbequistão, Quirguistão, Turcomenistão, Tadjiquistão, Nepal, Bangladesh, China, Mongólia, Coréia do Norte, Camboja, Vietnã. Índia, Japão e Taiwan tem legislação semelhante à Grã-Bretanha

    Oceania : Nova Caledônia (parte da França). Na Austrália, varia por território, sendo totalmente legal apenas no Distrito Federal (Canberra).

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    Países onde o aborto é legal :

    Américas : EUA, Canadá, Cuba, Guiana, Guiana Francesa (que é parte da França), alguns países caribenhos. No México, o aborto é legal apenas no Distrito Federal (Cidade do México) e em Yucatan.

    Europa : Portugal, França, Bélgica, Holanda, Alemanha, Dinamarca, Suécia, Noruega, Estônia, Letônia, Lituânia, Belarus, Ucrânia, Rússia, Moldávia, Romênia, Bulgária, Turquia, Geórgia, Armênia, Azerbaijão, Grécia, Macedônia, Sérvia, Montenegro, Croácia, Eslovênia, Albânia, Bósnia, Hungria, Áustria, Rep Tcheca, Eslováquia, Suíça, França, Itália. Na Grã-Bretanha, Islândia, Finlândia, Chipre e Luxemburgo, o aborto é legal se comprovadas condições semelhantes aos casos brasileiros, e também deficiência sócio-econômica devidamente comprovada. Na Irlanda, o aborto é proibido em caso de estupro. Na Espanha e na Polônia, a legislação é semelhante à brasileira.

    África : Tunísia, Guiné-Bissau e África do Sul

    Ásia : Cazaquistão, Uzbequistão, Quirguistão, Turcomenistão, Tadjiquistão, Nepal, Bangladesh, China, Mongólia, Coréia do Norte, Camboja, Vietnã. Índia, Japão e Taiwan tem legislação semelhante à Grã-Bretanha

    Oceania : Nova Caledônia (parte da França). Na Austrália, varia por território, sendo totalmente legal apenas no Distrito Federal (Canberra).

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Em quatro países, o aborto é ilegal em QUALQUER circunstância. São eles, Chile, El Salvador, Nicarágua e Malta.

    Na Nicarágua, houve um caso de uma menina de 9 anos que foi estuprada e engravidou. Como o aborto em tais casos ainda era permitido, foi efetivado, mas o Arcebispo de Manágua excomungou os juízes e os médicos relacionados ao caso. Em 2006, a lei foi mudada para a atual.

    No Chile, casos de gravidez ectópica (prenhez tubária, que à medida que o feto cresce, pode romper e causar hemorragia fatal na mãe) tem obrigatoriamente que ser levado à termo, ou então só ocorrer a intervenção quando da ruptura da trompa, causando (desnecessário) risco de vida iminente à mãe. No meu ponto de vista, impedir o aborto em uma gravidez com risco de vida iminente é o cúmulo do absurdo.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Em quatro países, o aborto é ilegal em QUALQUER circunstância. São eles, Chile, El Salvador, Nicarágua e Malta.

    Na Nicarágua, houve um caso de uma menina de 9 anos que foi estuprada e engravidou. Como o aborto em tais casos ainda era permitido, foi efetivado, mas o Arcebispo de Manágua excomungou os juízes e os médicos relacionados ao caso. Em 2006, a lei foi mudada para a atual.

    No Chile, casos de gravidez ectópica (prenhez tubária, que à medida que o feto cresce, pode romper e causar hemorragia fatal na mãe) tem obrigatoriamente que ser levado à termo, ou então só ocorrer a intervenção quando da ruptura da trompa, causando (desnecessário) risco de vida iminente à mãe. No meu ponto de vista, impedir o aborto em uma gravidez com risco de vida iminente é o cúmulo do absurdo.

  • http://www.papodehomem.com.br Dr Health

    Em quatro países, o aborto é ilegal em QUALQUER circunstância. São eles, Chile, El Salvador, Nicarágua e Malta.

    Na Nicarágua, houve um caso de uma menina de 9 anos que foi estuprada e engravidou. Como o aborto em tais casos ainda era permitido, foi efetivado, mas o Arcebispo de Manágua excomungou os juízes e os médicos relacionados ao caso. Em 2006, a lei foi mudada para a atual.

    No Chile, casos de gravidez ectópica (prenhez tubária, que à medida que o feto cresce, pode romper e causar hemorragia fatal na mãe) tem obrigatoriamente que ser levado à termo, ou então só ocorrer a intervenção quando da ruptura da trompa, causando (desnecessário) risco de vida iminente à mãe. No meu ponto de vista, impedir o aborto em uma gravidez com risco de vida iminente é o cúmulo do absurdo.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Esse caso da gravidez ectópica é de uma estupidez tamanha, que dá vontade de bater neste povo com um gato morto até o gato miar. Até porque esse feto já está condenado de qualquer forma.

    * * *

    Mas uma outra que me deixa cuspindo marimbondo é fetos anencéfalos não poderem ser abortados, e a mãe ser obrigada a levar a gravidez a termo. Quando penso no sofrimento psicológico desnecessário que é imposto a essas mães, me dá uma fúria de Orlando louco.

    * * *

    Tenho certeza de que esses dois casos específicos são motivados, ainda que inconscientemente, por profundos sadismo e misoginia. A pessoa pode até não saber — mas eles estão lá. Tirando uma ignorância daquelas em que a pessoa só não relincha por pura modéstia, não há outra explicação possível.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Esse caso da gravidez ectópica é de uma estupidez tamanha, que dá vontade de bater neste povo com um gato morto até o gato miar. Até porque esse feto já está condenado de qualquer forma.

    * * *

    Mas uma outra que me deixa cuspindo marimbondo é fetos anencéfalos não poderem ser abortados, e a mãe ser obrigada a levar a gravidez a termo. Quando penso no sofrimento psicológico desnecessário que é imposto a essas mães, me dá uma fúria de Orlando louco.

    * * *

    Tenho certeza de que esses dois casos específicos são motivados, ainda que inconscientemente, por profundos sadismo e misoginia. A pessoa pode até não saber — mas eles estão lá. Tirando uma ignorância daquelas em que a pessoa só não relincha por pura modéstia, não há outra explicação possível.

  • Pedro Sergio

    É um dos assuntos jurídicos e de escolha humana dos mais fascinantes existentes. Já fui contra, depois a favor, contra, a favor de novo, e agora sou contra mas de pleno acordo coma as exceções legais (estupro, e risco de vida para a mãe). Sou a favor também no caso de anacefalia, mas essa ainda não é permitida pela lei penal.

    “Em algum ponto a condição humana se estabelece. Que momento é este?”

    Thiago, para a maior jurisprudência brasileira, e STF, a vida humana protegida é a partir da nidação. Muitos dizem, os contra-aborto mais radicais, que isso é uma manobra jurídica para permitir a pílula do dia seguinte.

    Gostei muito do parecer do CREMESP que o Dr. trouxe. Não conhecia. Lembro que o STF tem jurisprudência afirmando que o médico não pode se transformar em delator do seu paciente, e outra de que o sigilo médico só pode ser afastado para apurar infrações no atendimento do socorro médico, ou no cao de grandes moléstia infecciosas. É um ponto tratado com muito cuidado na alta Corte.

    Aborto é crime no Brasil, e é crime levado a júri popular, pq no Código Penal está no capítulo “dos crimes contra a vida”. Por isso, e outras razões (Código Civil), o feto está muito mais próximo de ser pessoa humana do que coisa, para a prática da lei.

  • Pedro Sergio

    É um dos assuntos jurídicos e de escolha humana dos mais fascinantes existentes. Já fui contra, depois a favor, contra, a favor de novo, e agora sou contra mas de pleno acordo coma as exceções legais (estupro, e risco de vida para a mãe). Sou a favor também no caso de anacefalia, mas essa ainda não é permitida pela lei penal.

    “Em algum ponto a condição humana se estabelece. Que momento é este?”

    Thiago, para a maior jurisprudência brasileira, e STF, a vida humana protegida é a partir da nidação. Muitos dizem, os contra-aborto mais radicais, que isso é uma manobra jurídica para permitir a pílula do dia seguinte.

    Gostei muito do parecer do CREMESP que o Dr. trouxe. Não conhecia. Lembro que o STF tem jurisprudência afirmando que o médico não pode se transformar em delator do seu paciente, e outra de que o sigilo médico só pode ser afastado para apurar infrações no atendimento do socorro médico, ou no cao de grandes moléstia infecciosas. É um ponto tratado com muito cuidado na alta Corte.

    Aborto é crime no Brasil, e é crime levado a júri popular, pq no Código Penal está no capítulo “dos crimes contra a vida”. Por isso, e outras razões (Código Civil), o feto está muito mais próximo de ser pessoa humana do que coisa, para a prática da lei.

  • Pedro Sergio

    É um dos assuntos jurídicos e de escolha humana dos mais fascinantes existentes. Já fui contra, depois a favor, contra, a favor de novo, e agora sou contra mas de pleno acordo coma as exceções legais (estupro, e risco de vida para a mãe). Sou a favor também no caso de anacefalia, mas essa ainda não é permitida pela lei penal.

    “Em algum ponto a condição humana se estabelece. Que momento é este?”

    Thiago, para a maior jurisprudência brasileira, e STF, a vida humana protegida é a partir da nidação. Muitos dizem, os contra-aborto mais radicais, que isso é uma manobra jurídica para permitir a pílula do dia seguinte.

    Gostei muito do parecer do CREMESP que o Dr. trouxe. Não conhecia. Lembro que o STF tem jurisprudência afirmando que o médico não pode se transformar em delator do seu paciente, e outra de que o sigilo médico só pode ser afastado para apurar infrações no atendimento do socorro médico, ou no cao de grandes moléstia infecciosas. É um ponto tratado com muito cuidado na alta Corte.

    Aborto é crime no Brasil, e é crime levado a júri popular, pq no Código Penal está no capítulo “dos crimes contra a vida”. Por isso, e outras razões (Código Civil), o feto está muito mais próximo de ser pessoa humana do que coisa, para a prática da lei.

  • Lourenço

    Mau, e se a mulher tenta fazer o aborto tipo, no 8° mês. Mas o aborto não dá muito certo, o bebê continua na barriga, e o médico vê que ele ainda tem condições de sobreviver, mas com sequelas.

    Qual é a postura do médico numa hora dessas?

  • Lourenço

    Mau, e se a mulher tenta fazer o aborto tipo, no 8° mês. Mas o aborto não dá muito certo, o bebê continua na barriga, e o médico vê que ele ainda tem condições de sobreviver, mas com sequelas.

    Qual é a postura do médico numa hora dessas?

  • Lourenço

    Mau, e se a mulher tenta fazer o aborto tipo, no 8° mês. Mas o aborto não dá muito certo, o bebê continua na barriga, e o médico vê que ele ainda tem condições de sobreviver, mas com sequelas.

    Qual é a postura do médico numa hora dessas?

  • insolente

    “Acredito que salvar a vida é o mais importante”

    Na pergunta, só não entendi essa parte aí de cima. Afinal, o que é a vida e quando exatamente ela começa? Imagino que ainda não há resposta certa ou, pelo menos, consensual para essa pergunta. Então, na dúvida, preferiria ser cauteloso. Arriscar uma vida é uma aposta muito alta, ainda mais a de um filho. Também é bom considerar que o erro não foi do feto, mas dos “pais”. Quero dizer, não é injusto responsabilizar o feto por um ato que não foi ele quem cometeu, seja lá o que for ele?

    E às vezes imagino se, a cada gravidez involuntária e indesejável(cagada dos casais), fosse feito um aborto…

    Também penso nas complicações do aborto. Não as físicas, mas as psicológicas… Principalmente nas mulheres, que possuem um forte senso de maternidade. Além, é claro, da alta complexidade cognitiva delas, que frequentemente pode trazer uma certa fragilidade/instabilidade emocional.

  • insolente

    “Acredito que salvar a vida é o mais importante”

    Na pergunta, só não entendi essa parte aí de cima. Afinal, o que é a vida e quando exatamente ela começa? Imagino que ainda não há resposta certa ou, pelo menos, consensual para essa pergunta. Então, na dúvida, preferiria ser cauteloso. Arriscar uma vida é uma aposta muito alta, ainda mais a de um filho. Também é bom considerar que o erro não foi do feto, mas dos “pais”. Quero dizer, não é injusto responsabilizar o feto por um ato que não foi ele quem cometeu, seja lá o que for ele?

    E às vezes imagino se, a cada gravidez involuntária e indesejável(cagada dos casais), fosse feito um aborto…

    Também penso nas complicações do aborto. Não as físicas, mas as psicológicas… Principalmente nas mulheres, que possuem um forte senso de maternidade. Além, é claro, da alta complexidade cognitiva delas, que frequentemente pode trazer uma certa fragilidade/instabilidade emocional.

  • http://www.prosadigital.com/ Marcus Vinicius Bastos Leandro

    Ainda não li os comentários dos colegas acima, entretanto gostaria de partilhar a minha visão sobre este assunto neste artigo:

    http://www.prosadigital.com/sociedade/eutansia-e-aborto/

    Um abraço a todos!

  • http://www.prosadigital.com/ Marcus Vinicius Bastos Leandro

    Ainda não li os comentários dos colegas acima, entretanto gostaria de partilhar a minha visão sobre este assunto neste artigo:

    http://www.prosadigital.com/sociedade/eutansia-e-aborto/

    Um abraço a todos!

  • http://www.prosadigital.com/ Marcus Vinicius Bastos Leandro

    Ainda não li os comentários dos colegas acima, entretanto gostaria de partilhar a minha visão sobre este assunto neste artigo:

    http://www.prosadigital.com/sociedade/eutansia-e-aborto/

    Um abraço a todos!

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Lourenço, é muito raro a mulher tentar o aborto ao 8o mês, até pq se ela deixou chegar a esse ponto, é porque já se conformou em ter a criança. O momento que 99% das mulheres abortam é o primeiro trimestre.

    No caso hipotético que você citou, não consigo imaginar alguma tentativa abortífera causando sequelas, até pq aos 8 meses o bebê já está completo, ou seja, medicamentos não têm mais o poder de causar malformações, a introdução de objetos no útero simplesmente mataria a criança, e no caso do Cytotec, é só vc impedir a contração do útero.

    Ainda que a sua hipótese ocorresse, a conduta seria tentar segurar o feto lá dentro até ele vir a termo.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Lourenço, é muito raro a mulher tentar o aborto ao 8o mês, até pq se ela deixou chegar a esse ponto, é porque já se conformou em ter a criança. O momento que 99% das mulheres abortam é o primeiro trimestre.

    No caso hipotético que você citou, não consigo imaginar alguma tentativa abortífera causando sequelas, até pq aos 8 meses o bebê já está completo, ou seja, medicamentos não têm mais o poder de causar malformações, a introdução de objetos no útero simplesmente mataria a criança, e no caso do Cytotec, é só vc impedir a contração do útero.

    Ainda que a sua hipótese ocorresse, a conduta seria tentar segurar o feto lá dentro até ele vir a termo.

  • http://www.papodehomem.com.br Dr Health

    Lourenço, é muito raro a mulher tentar o aborto ao 8o mês, até pq se ela deixou chegar a esse ponto, é porque já se conformou em ter a criança. O momento que 99% das mulheres abortam é o primeiro trimestre.

    No caso hipotético que você citou, não consigo imaginar alguma tentativa abortífera causando sequelas, até pq aos 8 meses o bebê já está completo, ou seja, medicamentos não têm mais o poder de causar malformações, a introdução de objetos no útero simplesmente mataria a criança, e no caso do Cytotec, é só vc impedir a contração do útero.

    Ainda que a sua hipótese ocorresse, a conduta seria tentar segurar o feto lá dentro até ele vir a termo.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Saint Cahier, no caso da prenhez ectópica, ainda tem um agravante adicional : Quando vc diagnostica e opera precocemente, ainda tem chance de salvar a trompa e preservar a total fertilidade da mulher. Ou seja, além de arriscar a vida dela, vc garante que a chance dela ter filhos vai se reduzir (se ela ainda tiver a outra trompa), pois a salpingectomia (retirada da trompa de falópio) em casos de prenhez ectópica rota é mandatória.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Saint Cahier, no caso da prenhez ectópica, ainda tem um agravante adicional : Quando vc diagnostica e opera precocemente, ainda tem chance de salvar a trompa e preservar a total fertilidade da mulher. Ou seja, além de arriscar a vida dela, vc garante que a chance dela ter filhos vai se reduzir (se ela ainda tiver a outra trompa), pois a salpingectomia (retirada da trompa de falópio) em casos de prenhez ectópica rota é mandatória.

  • http://www.papodehomem.com.br Dr Health

    Saint Cahier, no caso da prenhez ectópica, ainda tem um agravante adicional : Quando vc diagnostica e opera precocemente, ainda tem chance de salvar a trompa e preservar a total fertilidade da mulher. Ou seja, além de arriscar a vida dela, vc garante que a chance dela ter filhos vai se reduzir (se ela ainda tiver a outra trompa), pois a salpingectomia (retirada da trompa de falópio) em casos de prenhez ectópica rota é mandatória.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Marcus Vinicius, sobre o link que vc postou, é um caso complexo. Muitas vezes, no afã de prolongar a vida, nós médicos prolongamos é o SOFRIMENTO do doente.

    O argumento religioso de que “somente Deus pode tirar a vida” apresenta uma falácia a meu ver. Exemplo : Uma paciente que sobrevive apenas por aparelhos. A meu ver, a vida dela já foi tirada há muito tempo, pq se tudo ocorresse naturalmente, já teria ocorrido o óbito. Então nós homens é que prolongamos o sofrimento, certo ?

    Existe também a ortotanásia. Exemplo : Paciente com câncer terminal, com dores terríveis, que sofre uma parada cardíaca. PRA QUE fazer manobra de ressuscitação num paciente assim ? Prolongar o sofrimento ?? Isso é desumano ! E a resolução do CFM que regularizava tal prática foi vetada pelos legisladores do nosso país. Vida a todo custo, mesmo que o custo seja fazer o coitado do paciente sofrer…

    Fico imaginando se fosse comigo. Eu sou ateu, não creio em divindades, não creio que vou pra algum lugar depois daqui. Se estiver com um câncer terminal e tiver que morrer, prefiro, do que ficar sofrendo.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Marcus Vinicius, sobre o link que vc postou, é um caso complexo. Muitas vezes, no afã de prolongar a vida, nós médicos prolongamos é o SOFRIMENTO do doente.

    O argumento religioso de que “somente Deus pode tirar a vida” apresenta uma falácia a meu ver. Exemplo : Uma paciente que sobrevive apenas por aparelhos. A meu ver, a vida dela já foi tirada há muito tempo, pq se tudo ocorresse naturalmente, já teria ocorrido o óbito. Então nós homens é que prolongamos o sofrimento, certo ?

    Existe também a ortotanásia. Exemplo : Paciente com câncer terminal, com dores terríveis, que sofre uma parada cardíaca. PRA QUE fazer manobra de ressuscitação num paciente assim ? Prolongar o sofrimento ?? Isso é desumano ! E a resolução do CFM que regularizava tal prática foi vetada pelos legisladores do nosso país. Vida a todo custo, mesmo que o custo seja fazer o coitado do paciente sofrer…

    Fico imaginando se fosse comigo. Eu sou ateu, não creio em divindades, não creio que vou pra algum lugar depois daqui. Se estiver com um câncer terminal e tiver que morrer, prefiro, do que ficar sofrendo.

  • http://www.papodehomem.com.br Dr Health

    Marcus Vinicius, sobre o link que vc postou, é um caso complexo. Muitas vezes, no afã de prolongar a vida, nós médicos prolongamos é o SOFRIMENTO do doente.

    O argumento religioso de que “somente Deus pode tirar a vida” apresenta uma falácia a meu ver. Exemplo : Uma paciente que sobrevive apenas por aparelhos. A meu ver, a vida dela já foi tirada há muito tempo, pq se tudo ocorresse naturalmente, já teria ocorrido o óbito. Então nós homens é que prolongamos o sofrimento, certo ?

    Existe também a ortotanásia. Exemplo : Paciente com câncer terminal, com dores terríveis, que sofre uma parada cardíaca. PRA QUE fazer manobra de ressuscitação num paciente assim ? Prolongar o sofrimento ?? Isso é desumano ! E a resolução do CFM que regularizava tal prática foi vetada pelos legisladores do nosso país. Vida a todo custo, mesmo que o custo seja fazer o coitado do paciente sofrer…

    Fico imaginando se fosse comigo. Eu sou ateu, não creio em divindades, não creio que vou pra algum lugar depois daqui. Se estiver com um câncer terminal e tiver que morrer, prefiro, do que ficar sofrendo.

  • http://www.proveisso.net/ Johnny C

    Li alguns comentários, mas depois não consegui mais… muita coisa mesmo! Enfim, teve um comentário que me puxou.

    “É uma pena que o colega pensa em fazer aborto.
    Tenho uma filha de 1 ano e meio.

    Ela não foi planejada e nos pegou de jeito. Éramos noivos a pouco tempo e realmente não tínhamos planos para uma criança tão cedo.

    Graças a Deus tudo correu muito bem, e hoje é o ser mais importante da minha vida. Me fez mudar e me tornar uma pessoa muito melhor.”

    Cara… eu não fui planejado. Mas não é por isso que minha mãe sequer chegou a pensar em aborto. E meus avós sempre apoiaram-na para que não fizesse isso, ajudaram inclusive a me criar.

    Não tem a ver essa de “não planejado” com aborto. Óbvio que tem gente com cabeça zero que vai tomar um susto se ficar grávida sem ter planejado e afins, mas a menos que seja uma patricinha cabeça oca, eu nunca ouvi falar de alguém que abortou só por não ter planejado. Ainda mais hoje em dia com as pilulas do dia seguinte e afins!

    Maurício, concordo plenamente contigo em algumas coisas. Minha diferença é que sou pagão e não ateu rs… vejo todas as divindades em tudo. Sempre achei isso uma coisa ridícula, o fato de ficar prolongando a vida – e o sofrimento – de alguém. Conheci várias pessoas em casos terminais de várias doenças. Algumas mais pesadas, outras mais brandas.

    Minha avó, que faleceu ano passado… de certa forma me senti aliviado. Ela já começava a não conseguir fazer as coisas de que gostava (sempre gostou de cuidar de mim e da casa, nos últimos meses antes de partir ela mal conseguia acordar junto comigo, sendo que quem costumava me acordar era ela), dava pra ver ela ficando cada vez mais triste sabe?

    Na minha opinião, ninguém pode ser mais soberano sobre o direito da própria vida do que o próprio indivíduo. Se o Estado quer proibir o aborto, deveria então se comprometer a cuidar da criança que irá nascer – é o mínimo que eu penso.

    Se eu estou sofrendo e o Estado não deixa os médicos simplesmente desligarem meu equipamento de vida… que raio é isso?

    E é por essas e por outras que eu já me decidi que se algum dia eu não conseguir mais fazer as coisas que eu gosto (não digo nem “nesse momento”, porque cabeças e gostos mudam rs…) eu vou procurar um lugar bem alto… e pular. Sempre tive curiosidade em saber se dá tempo de se arrepender no meio do caminho rs… Mas como eu já não vou poder fazer nada do que gosto, não terei do que me arrepender :)

    ótimo artigo Mauricio!!

    PS: Prove Isso.net – é o Prove Isso de casa nova! Ainda estamos arrumando a bagunça, metendo um layout novo por dia pra ver qual fica melhor, como fica melhor… mas venha visitar e dar sua opinião! =)

    • Ariadne

      olha vc nao foi planejado e teve avos maravilhosos ótimo vc teve a sorte de ter uma boa criacao mesmo sem ter pai .. eu tive um filho sozinha passei por uma humilhaco terrivel pk o pai do bb falava p todo mundo ke o filho nao era dele, estava recebendo seguro desemprego e ninguem ia me dar trabalho pela gravidez ke ja era bem vizivel e ja tinha um filho de 7 anos e o pai dele estava internado por vicios com drogas.. mesmo assim eu o tive , fui morar com meu pai que nunca foi um pai presente a abandonou minha mae com tres filhas eu sou a do meio…quando soube que o pai do meu fiho era negro me expusou de casa com o meu de sete e o outro ja com tres meses.. comi o pao ke o diabo amassou vivi em um casebre sem agua e sem luz a crianca era devorada pelos moskitos para dr banho nele eu tinha ke eskentar a agua em balde no sol de dia ate pode compar um fogao comia snduiche, depois comecei vender bolos e deixava ele s com os vizinhos e se eu pudesse ter poupado meu filho de todo o sofrimento pelo kual pasamos eu o teria feito.. é muito facil falar kuando tudo é um mar de rosas mas experimenta ter uma crianca no inferno….se vc puder evitar mesmo tendo ke abortar é melhor….

  • http://www.proveisso.net/ Johnny C

    Li alguns comentários, mas depois não consegui mais… muita coisa mesmo! Enfim, teve um comentário que me puxou.

    “É uma pena que o colega pensa em fazer aborto.
    Tenho uma filha de 1 ano e meio.

    Ela não foi planejada e nos pegou de jeito. Éramos noivos a pouco tempo e realmente não tínhamos planos para uma criança tão cedo.

    Graças a Deus tudo correu muito bem, e hoje é o ser mais importante da minha vida. Me fez mudar e me tornar uma pessoa muito melhor.”

    Cara… eu não fui planejado. Mas não é por isso que minha mãe sequer chegou a pensar em aborto. E meus avós sempre apoiaram-na para que não fizesse isso, ajudaram inclusive a me criar.

    Não tem a ver essa de “não planejado” com aborto. Óbvio que tem gente com cabeça zero que vai tomar um susto se ficar grávida sem ter planejado e afins, mas a menos que seja uma patricinha cabeça oca, eu nunca ouvi falar de alguém que abortou só por não ter planejado. Ainda mais hoje em dia com as pilulas do dia seguinte e afins!

    Maurício, concordo plenamente contigo em algumas coisas. Minha diferença é que sou pagão e não ateu rs… vejo todas as divindades em tudo. Sempre achei isso uma coisa ridícula, o fato de ficar prolongando a vida – e o sofrimento – de alguém. Conheci várias pessoas em casos terminais de várias doenças. Algumas mais pesadas, outras mais brandas.

    Minha avó, que faleceu ano passado… de certa forma me senti aliviado. Ela já começava a não conseguir fazer as coisas de que gostava (sempre gostou de cuidar de mim e da casa, nos últimos meses antes de partir ela mal conseguia acordar junto comigo, sendo que quem costumava me acordar era ela), dava pra ver ela ficando cada vez mais triste sabe?

    Na minha opinião, ninguém pode ser mais soberano sobre o direito da própria vida do que o próprio indivíduo. Se o Estado quer proibir o aborto, deveria então se comprometer a cuidar da criança que irá nascer – é o mínimo que eu penso.

    Se eu estou sofrendo e o Estado não deixa os médicos simplesmente desligarem meu equipamento de vida… que raio é isso?

    E é por essas e por outras que eu já me decidi que se algum dia eu não conseguir mais fazer as coisas que eu gosto (não digo nem “nesse momento”, porque cabeças e gostos mudam rs…) eu vou procurar um lugar bem alto… e pular. Sempre tive curiosidade em saber se dá tempo de se arrepender no meio do caminho rs… Mas como eu já não vou poder fazer nada do que gosto, não terei do que me arrepender :)

    ótimo artigo Mauricio!!

    PS: Prove Isso.net – é o Prove Isso de casa nova! Ainda estamos arrumando a bagunça, metendo um layout novo por dia pra ver qual fica melhor, como fica melhor… mas venha visitar e dar sua opinião! =)

  • http://www.proveisso.net Johnny C

    Li alguns comentários, mas depois não consegui mais… muita coisa mesmo! Enfim, teve um comentário que me puxou.

    “É uma pena que o colega pensa em fazer aborto.
    Tenho uma filha de 1 ano e meio.

    Ela não foi planejada e nos pegou de jeito. Éramos noivos a pouco tempo e realmente não tínhamos planos para uma criança tão cedo.

    Graças a Deus tudo correu muito bem, e hoje é o ser mais importante da minha vida. Me fez mudar e me tornar uma pessoa muito melhor.”

    Cara… eu não fui planejado. Mas não é por isso que minha mãe sequer chegou a pensar em aborto. E meus avós sempre apoiaram-na para que não fizesse isso, ajudaram inclusive a me criar.

    Não tem a ver essa de “não planejado” com aborto. Óbvio que tem gente com cabeça zero que vai tomar um susto se ficar grávida sem ter planejado e afins, mas a menos que seja uma patricinha cabeça oca, eu nunca ouvi falar de alguém que abortou só por não ter planejado. Ainda mais hoje em dia com as pilulas do dia seguinte e afins!

    Maurício, concordo plenamente contigo em algumas coisas. Minha diferença é que sou pagão e não ateu rs… vejo todas as divindades em tudo. Sempre achei isso uma coisa ridícula, o fato de ficar prolongando a vida – e o sofrimento – de alguém. Conheci várias pessoas em casos terminais de várias doenças. Algumas mais pesadas, outras mais brandas.

    Minha avó, que faleceu ano passado… de certa forma me senti aliviado. Ela já começava a não conseguir fazer as coisas de que gostava (sempre gostou de cuidar de mim e da casa, nos últimos meses antes de partir ela mal conseguia acordar junto comigo, sendo que quem costumava me acordar era ela), dava pra ver ela ficando cada vez mais triste sabe?

    Na minha opinião, ninguém pode ser mais soberano sobre o direito da própria vida do que o próprio indivíduo. Se o Estado quer proibir o aborto, deveria então se comprometer a cuidar da criança que irá nascer – é o mínimo que eu penso.

    Se eu estou sofrendo e o Estado não deixa os médicos simplesmente desligarem meu equipamento de vida… que raio é isso?

    E é por essas e por outras que eu já me decidi que se algum dia eu não conseguir mais fazer as coisas que eu gosto (não digo nem “nesse momento”, porque cabeças e gostos mudam rs…) eu vou procurar um lugar bem alto… e pular. Sempre tive curiosidade em saber se dá tempo de se arrepender no meio do caminho rs… Mas como eu já não vou poder fazer nada do que gosto, não terei do que me arrepender :)

    ótimo artigo Mauricio!!

    PS: Prove Isso.net – é o Prove Isso de casa nova! Ainda estamos arrumando a bagunça, metendo um layout novo por dia pra ver qual fica melhor, como fica melhor… mas venha visitar e dar sua opinião! =)

  • http://www.proveisso.net/ Johnny C

    resolvi ler mais alguns comentários… e não pude deixar de aplaudir o Saint, mais uma vez!! Suas tiradas são ótimas cara!!

    Quer dizer que eu tinha menos direito a vida quando não estava plenamente formado, ainda que caminhasse nessa direção?

    Exatamente! Senão, cada punheta era um genocídio.

    Cada punheta era um genocídio! Além do que, temos que lembrar que então a grande maioria dos homens no mundo são serial killers!!!

  • http://www.proveisso.net/ Johnny C

    resolvi ler mais alguns comentários… e não pude deixar de aplaudir o Saint, mais uma vez!! Suas tiradas são ótimas cara!!

    Quer dizer que eu tinha menos direito a vida quando não estava plenamente formado, ainda que caminhasse nessa direção?

    Exatamente! Senão, cada punheta era um genocídio.

    Cada punheta era um genocídio! Além do que, temos que lembrar que então a grande maioria dos homens no mundo são serial killers!!!

  • http://www.proveisso.net Johnny C

    resolvi ler mais alguns comentários… e não pude deixar de aplaudir o Saint, mais uma vez!! Suas tiradas são ótimas cara!!

    Quer dizer que eu tinha menos direito a vida quando não estava plenamente formado, ainda que caminhasse nessa direção?

    Exatamente! Senão, cada punheta era um genocídio.

    Cada punheta era um genocídio! Além do que, temos que lembrar que então a grande maioria dos homens no mundo são serial killers!!!

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    resolvi ler mais alguns comentários… e não pude deixar de aplaudir o Saint, mais uma vez!! Suas tiradas são ótimas cara!!

    Isso foi realmente gentil da sua parte… mas eu sempre tento usar a retórica só como uma cobertura atraente* para o argumento lógico — que espero, ainda seja a pièce-de-resistence do discurso.

    * Lembrei-me da Mary Poppins cantando que uma colher de açúcar ajuda a engolir o remédio… reflete minha opinião sobre os papéis da retórica (o açúcar) e da lógica (o remédio) num debate.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    resolvi ler mais alguns comentários… e não pude deixar de aplaudir o Saint, mais uma vez!! Suas tiradas são ótimas cara!!

    Isso foi realmente gentil da sua parte… mas eu sempre tento usar a retórica só como uma cobertura atraente* para o argumento lógico — que espero, ainda seja a pièce-de-resistence do discurso.

    * Lembrei-me da Mary Poppins cantando que uma colher de açúcar ajuda a engolir o remédio… reflete minha opinião sobre os papéis da retórica (o açúcar) e da lógica (o remédio) num debate.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    resolvi ler mais alguns comentários… e não pude deixar de aplaudir o Saint, mais uma vez!! Suas tiradas são ótimas cara!!

    Isso foi realmente gentil da sua parte… mas eu sempre tento usar a retórica só como uma cobertura atraente* para o argumento lógico — que espero, ainda seja a pièce-de-resistence do discurso.

    * Lembrei-me da Mary Poppins cantando que uma colher de açúcar ajuda a engolir o remédio… reflete minha opinião sobre os papéis da retórica (o açúcar) e da lógica (o remédio) num debate.

  • http://www.proveisso.net/ Johnny C

    alguma vez eu disse que seus argumentos não tinham lógica? acho que de um ou outro em algum post da PdH eu não concordei, mas todos sempre tiveram muita lógica =)

    a comparação com a colher de açucar ajudar a engolir o remédio foi ótima!

  • http://www.proveisso.net/ Johnny C

    alguma vez eu disse que seus argumentos não tinham lógica? acho que de um ou outro em algum post da PdH eu não concordei, mas todos sempre tiveram muita lógica =)

    a comparação com a colher de açucar ajudar a engolir o remédio foi ótima!

  • http://www.proveisso.net Johnny C

    alguma vez eu disse que seus argumentos não tinham lógica? acho que de um ou outro em algum post da PdH eu não concordei, mas todos sempre tiveram muita lógica =)

    a comparação com a colher de açucar ajudar a engolir o remédio foi ótima!

  • Euzão

    O questionamento do aborto existe porque a prática do aborto existe, e não ao contrário. Que alguém decida em favor do aborto é o pressuposto da existência do debate sobre o aborto. Mas o que é pressuposto de um debate não pode, ao mesmo tempo, ser a sua conclusão lógica. A opção pelo aborto, sendo prévia a toda discussão, é inacessível a argumentos. O abortista é abortista por decisão livre, que prescinde de razões. Essa liberdade afirma-se diretamente pelo ato que a realiza e, multiplicado por milhões, se torna liberdade genericamente reconhecida e consolidada num “direito”. Daí que o discurso em favor do aborto evite a problemática moral e se apegue ao terreno jurídico e político: ele não quer tanto afirmar um valor, mas estatuir um direito (que pode, em tese, coexistir com a condenação moral do ato). ”

    Olavo de Carvalho

  • Euzão

    O questionamento do aborto existe porque a prática do aborto existe, e não ao contrário. Que alguém decida em favor do aborto é o pressuposto da existência do debate sobre o aborto. Mas o que é pressuposto de um debate não pode, ao mesmo tempo, ser a sua conclusão lógica. A opção pelo aborto, sendo prévia a toda discussão, é inacessível a argumentos. O abortista é abortista por decisão livre, que prescinde de razões. Essa liberdade afirma-se diretamente pelo ato que a realiza e, multiplicado por milhões, se torna liberdade genericamente reconhecida e consolidada num “direito”. Daí que o discurso em favor do aborto evite a problemática moral e se apegue ao terreno jurídico e político: ele não quer tanto afirmar um valor, mas estatuir um direito (que pode, em tese, coexistir com a condenação moral do ato). ”

    Olavo de Carvalho

  • Euzão

    O questionamento do aborto existe porque a prática do aborto existe, e não ao contrário. Que alguém decida em favor do aborto é o pressuposto da existência do debate sobre o aborto. Mas o que é pressuposto de um debate não pode, ao mesmo tempo, ser a sua conclusão lógica. A opção pelo aborto, sendo prévia a toda discussão, é inacessível a argumentos. O abortista é abortista por decisão livre, que prescinde de razões. Essa liberdade afirma-se diretamente pelo ato que a realiza e, multiplicado por milhões, se torna liberdade genericamente reconhecida e consolidada num “direito”. Daí que o discurso em favor do aborto evite a problemática moral e se apegue ao terreno jurídico e político: ele não quer tanto afirmar um valor, mas estatuir um direito (que pode, em tese, coexistir com a condenação moral do ato). ”

    Olavo de Carvalho

  • Euzão

    Tenho sugerido, para eliminar a polêmica em torno do aborto e satisfazer os instintos humanitários dos adeptos dessa prática, uma solução fácil e rápida que denomino Auto-Aborto Voluntário Retroativo (A. A. V. R.). Inspira-se no exemplo de um francês, deficiente físico, que processou seus pais por não o haverem abortado. Processou e ganhou. Ora, se um erro pode ser punido, com muito mais razão deve poder ser corrigido. Cada amante do aborto, portanto, pode alcançar a plena satisfação de suas reivindicações esmagando o próprio crânio a fórceps ou por meio de qualquer outro instrumento obstétrico apropriado e solicitando, antes ou depois desse ato cirúrgico, a anulação do seu registro civil de nascimento. Consumada a sua total erradicação do mundo físico e histórico, o distinto ainda teria a satisfação de poder ingressar na esfera do além portando um curriculum mortis idêntico àquele de milhões de bebês que, antes dele, exerceram o direito inalienável de ser abortados. ”

    OLAVO DE CARVALHO

  • Euzão

    Tenho sugerido, para eliminar a polêmica em torno do aborto e satisfazer os instintos humanitários dos adeptos dessa prática, uma solução fácil e rápida que denomino Auto-Aborto Voluntário Retroativo (A. A. V. R.). Inspira-se no exemplo de um francês, deficiente físico, que processou seus pais por não o haverem abortado. Processou e ganhou. Ora, se um erro pode ser punido, com muito mais razão deve poder ser corrigido. Cada amante do aborto, portanto, pode alcançar a plena satisfação de suas reivindicações esmagando o próprio crânio a fórceps ou por meio de qualquer outro instrumento obstétrico apropriado e solicitando, antes ou depois desse ato cirúrgico, a anulação do seu registro civil de nascimento. Consumada a sua total erradicação do mundo físico e histórico, o distinto ainda teria a satisfação de poder ingressar na esfera do além portando um curriculum mortis idêntico àquele de milhões de bebês que, antes dele, exerceram o direito inalienável de ser abortados. ”

    OLAVO DE CARVALHO

  • Euzão

    Tenho sugerido, para eliminar a polêmica em torno do aborto e satisfazer os instintos humanitários dos adeptos dessa prática, uma solução fácil e rápida que denomino Auto-Aborto Voluntário Retroativo (A. A. V. R.). Inspira-se no exemplo de um francês, deficiente físico, que processou seus pais por não o haverem abortado. Processou e ganhou. Ora, se um erro pode ser punido, com muito mais razão deve poder ser corrigido. Cada amante do aborto, portanto, pode alcançar a plena satisfação de suas reivindicações esmagando o próprio crânio a fórceps ou por meio de qualquer outro instrumento obstétrico apropriado e solicitando, antes ou depois desse ato cirúrgico, a anulação do seu registro civil de nascimento. Consumada a sua total erradicação do mundo físico e histórico, o distinto ainda teria a satisfação de poder ingressar na esfera do além portando um curriculum mortis idêntico àquele de milhões de bebês que, antes dele, exerceram o direito inalienável de ser abortados. ”

    OLAVO DE CARVALHO

  • http://www.impactmedia.com.br/ Davis

    @Johnny C.

    Eu acho que tem a ver, já que a pessoa não pensa: “vamos engravidar, estou afim de fazer um aborto”. Ainda mais no exemplo do nosso colega Anônimo: “fizemos merda”…

    Agora um ponto que não deixei bem claro, é que sou a favor do aborto nos casos de risco de vida a mãe, ou onde o bebê é anencéfalo…

    Se houve estupro, fico em dúvida, pois a mulher pode tomar a pílula do dia seguinte, isso se já não estiver tomando anticoncepcional. Fica complicado né…

    Saindo do assunto, voltei ontem da consulta com o médico da minha esposa, há 10 dias ela fez uma cirurgia para remover nódulos do útero. Foi analisado o material e descoberto que ela tinha câncer no útero. Nos exames havia acusado NIC 3, então já era esperado… Mas é um baque tu saber, e agora a coisa toda muda… Daqui 6 meses faremos uma nova análise. Mas existe a possibilidade dela remover o útero, que só não foi removido ainda pela idade dela (25 anos).

    No final das contas, maior sorte ainda, ter tido nossa pequena sem planejamento e ter levado adiante a gravidez, pq pode acontecer de ela não ter mais condições de ter filhos.

    Grande abraço a todos e parabéns pelos ótimos pontos de vistas, a melhor discussão ao meu ver aqui no site.

  • http://www.impactmedia.com.br/ Davis

    @Johnny C.

    Eu acho que tem a ver, já que a pessoa não pensa: “vamos engravidar, estou afim de fazer um aborto”. Ainda mais no exemplo do nosso colega Anônimo: “fizemos merda”…

    Agora um ponto que não deixei bem claro, é que sou a favor do aborto nos casos de risco de vida a mãe, ou onde o bebê é anencéfalo…

    Se houve estupro, fico em dúvida, pois a mulher pode tomar a pílula do dia seguinte, isso se já não estiver tomando anticoncepcional. Fica complicado né…

    Saindo do assunto, voltei ontem da consulta com o médico da minha esposa, há 10 dias ela fez uma cirurgia para remover nódulos do útero. Foi analisado o material e descoberto que ela tinha câncer no útero. Nos exames havia acusado NIC 3, então já era esperado… Mas é um baque tu saber, e agora a coisa toda muda… Daqui 6 meses faremos uma nova análise. Mas existe a possibilidade dela remover o útero, que só não foi removido ainda pela idade dela (25 anos).

    No final das contas, maior sorte ainda, ter tido nossa pequena sem planejamento e ter levado adiante a gravidez, pq pode acontecer de ela não ter mais condições de ter filhos.

    Grande abraço a todos e parabéns pelos ótimos pontos de vistas, a melhor discussão ao meu ver aqui no site.

  • http://www.impactmedia.com.br Davis

    @Johnny C.

    Eu acho que tem a ver, já que a pessoa não pensa: “vamos engravidar, estou afim de fazer um aborto”. Ainda mais no exemplo do nosso colega Anônimo: “fizemos merda”…

    Agora um ponto que não deixei bem claro, é que sou a favor do aborto nos casos de risco de vida a mãe, ou onde o bebê é anencéfalo…

    Se houve estupro, fico em dúvida, pois a mulher pode tomar a pílula do dia seguinte, isso se já não estiver tomando anticoncepcional. Fica complicado né…

    Saindo do assunto, voltei ontem da consulta com o médico da minha esposa, há 10 dias ela fez uma cirurgia para remover nódulos do útero. Foi analisado o material e descoberto que ela tinha câncer no útero. Nos exames havia acusado NIC 3, então já era esperado… Mas é um baque tu saber, e agora a coisa toda muda… Daqui 6 meses faremos uma nova análise. Mas existe a possibilidade dela remover o útero, que só não foi removido ainda pela idade dela (25 anos).

    No final das contas, maior sorte ainda, ter tido nossa pequena sem planejamento e ter levado adiante a gravidez, pq pode acontecer de ela não ter mais condições de ter filhos.

    Grande abraço a todos e parabéns pelos ótimos pontos de vistas, a melhor discussão ao meu ver aqui no site.

  • Euzão

    Dr Health, a vida é sofrimento, que varia em escala.
    eu lhe recomendo adotar a prática do A.A.V.R. e acabar com seu sofrimento.

  • Euzão

    Dr Health, a vida é sofrimento, que varia em escala.
    eu lhe recomendo adotar a prática do A.A.V.R. e acabar com seu sofrimento.

  • Euzão

    Dr Health, a vida é sofrimento, que varia em escala.
    eu lhe recomendo adotar a prática do A.A.V.R. e acabar com seu sofrimento.

  • http://www.proveisso.net/ Johnny C

    “Euzão”, como alguém que não tem nem culhões para se identificar diante de uma discussão, acho que quem deveria adotar a prática é você.

    Davis> entendo seu ponto de vista, mas você não concorda que é muito mais comum a pessoa de início tomar o susto e por conta disso até pensar em fazer, mas acabar desistindo? Tenho uma amiga que quase fez isso, ficou grávida aos 14. Não fez porque só a idéia de abortar já a deixava meio traumatizada.

    Em seus dois parágrafos seguintes, concordo plenamente! Sem tirar nem pôr!

    Meus sentimentos pela barra com a sua esposa… tomara que não precise de algo tão drástico. E realmente, sorte mesmo, pois se o pior acontecer, vocês já deram a sorte de ter a pimpolha né?

    Abraços Davis, estou na torcida por notícias melhores para sua senhora! =)

  • http://www.proveisso.net/ Johnny C

    “Euzão”, como alguém que não tem nem culhões para se identificar diante de uma discussão, acho que quem deveria adotar a prática é você.

    Davis> entendo seu ponto de vista, mas você não concorda que é muito mais comum a pessoa de início tomar o susto e por conta disso até pensar em fazer, mas acabar desistindo? Tenho uma amiga que quase fez isso, ficou grávida aos 14. Não fez porque só a idéia de abortar já a deixava meio traumatizada.

    Em seus dois parágrafos seguintes, concordo plenamente! Sem tirar nem pôr!

    Meus sentimentos pela barra com a sua esposa… tomara que não precise de algo tão drástico. E realmente, sorte mesmo, pois se o pior acontecer, vocês já deram a sorte de ter a pimpolha né?

    Abraços Davis, estou na torcida por notícias melhores para sua senhora! =)

  • http://www.proveisso.net Johnny C

    “Euzão”, como alguém que não tem nem culhões para se identificar diante de uma discussão, acho que quem deveria adotar a prática é você.

    Davis> entendo seu ponto de vista, mas você não concorda que é muito mais comum a pessoa de início tomar o susto e por conta disso até pensar em fazer, mas acabar desistindo? Tenho uma amiga que quase fez isso, ficou grávida aos 14. Não fez porque só a idéia de abortar já a deixava meio traumatizada.

    Em seus dois parágrafos seguintes, concordo plenamente! Sem tirar nem pôr!

    Meus sentimentos pela barra com a sua esposa… tomara que não precise de algo tão drástico. E realmente, sorte mesmo, pois se o pior acontecer, vocês já deram a sorte de ter a pimpolha né?

    Abraços Davis, estou na torcida por notícias melhores para sua senhora! =)

  • Euzão

    “Se alguém abortar naturalmente o médico terá o direito de tentar savar a vida do feto?”

    Essa é comigo…

    Resposta : Não se aplica. Se o aborto já ocorreu, o feto já está morto. Dependendo da idade gestacional, se o feto tem condição de sobreviver, não se trata de aborto, e sim de parto prematuro. Antes disso, é aborto e o feto não sobrevive. Se ainda não ocorreu, é “princípio” de aborto e tomam-se medidas adequadas para tal (ex : Administração de beta-agonistas para relaxar o útero).´

    Me explica uma coisa, Dr. Health, como eu já presenciei um médico dizendo que salvou um “abortado” que cabia na pauma de sua mão, e que – inclusive – o que era feto indesejável e que sofreu tentativa de assassinato hoje é uma criança normal?

    É só uma questão de semântica, que você elaborou para desviar completamente da questão, para no fim não se posicionar se o médico deveria ou não salvar o “abortado”, ou como você prefere, “o” que sofreu “tentativa de aborto”.

    No fim sempre fogem do cerne da questão. Aprendeu com o Saint Claire.

    Os abortistas são interessantes!

  • Euzão

    “Se alguém abortar naturalmente o médico terá o direito de tentar savar a vida do feto?”

    Essa é comigo…

    Resposta : Não se aplica. Se o aborto já ocorreu, o feto já está morto. Dependendo da idade gestacional, se o feto tem condição de sobreviver, não se trata de aborto, e sim de parto prematuro. Antes disso, é aborto e o feto não sobrevive. Se ainda não ocorreu, é “princípio” de aborto e tomam-se medidas adequadas para tal (ex : Administração de beta-agonistas para relaxar o útero).´

    Me explica uma coisa, Dr. Health, como eu já presenciei um médico dizendo que salvou um “abortado” que cabia na pauma de sua mão, e que – inclusive – o que era feto indesejável e que sofreu tentativa de assassinato hoje é uma criança normal?

    É só uma questão de semântica, que você elaborou para desviar completamente da questão, para no fim não se posicionar se o médico deveria ou não salvar o “abortado”, ou como você prefere, “o” que sofreu “tentativa de aborto”.

    No fim sempre fogem do cerne da questão. Aprendeu com o Saint Claire.

    Os abortistas são interessantes!

  • Euzão

    “Se alguém abortar naturalmente o médico terá o direito de tentar savar a vida do feto?”

    Essa é comigo…

    Resposta : Não se aplica. Se o aborto já ocorreu, o feto já está morto. Dependendo da idade gestacional, se o feto tem condição de sobreviver, não se trata de aborto, e sim de parto prematuro. Antes disso, é aborto e o feto não sobrevive. Se ainda não ocorreu, é “princípio” de aborto e tomam-se medidas adequadas para tal (ex : Administração de beta-agonistas para relaxar o útero).´

    Me explica uma coisa, Dr. Health, como eu já presenciei um médico dizendo que salvou um “abortado” que cabia na pauma de sua mão, e que – inclusive – o que era feto indesejável e que sofreu tentativa de assassinato hoje é uma criança normal?

    É só uma questão de semântica, que você elaborou para desviar completamente da questão, para no fim não se posicionar se o médico deveria ou não salvar o “abortado”, ou como você prefere, “o” que sofreu “tentativa de aborto”.

    No fim sempre fogem do cerne da questão. Aprendeu com o Saint Claire.

    Os abortistas são interessantes!

  • Euzão

    Que que vc quer, meu nome endereço, cpf, profissão?

    Que eu saiba Johnny C é tão apelido como Euzão.

    Algumas pessoas têm dificuldade de pensar … ah, se vc tem apelido e eu tenho apelido, então vc deve estar falando da foto?

    Sinceramente não tenho vontade alguma de perder tempo descobrindo como se coloca uma foto aqui.

    Mas eu vou tentar, – não me refiro à foto_ mas sim a entender o que vc chama se identificar, na internet, onde até mesmo uma foto pode ser obtidade sem dificuldade, onde ninguém sabe com certeza com quem está falando, donde é … enfim.

    Minhas idéias me identificam. Quem te identifica é sua foto (que pode não ser sua) e seu nickname ( ou sua mãe teve o despautério de lhe dar um nome Jhonne C – claro que não!)

    Então meu caro, evite falar besteiras. Se preocupe mais com moda que vc sai ganhando. Por falar nisso, só plástica te salva.

  • Euzão

    Que que vc quer, meu nome endereço, cpf, profissão?

    Que eu saiba Johnny C é tão apelido como Euzão.

    Algumas pessoas têm dificuldade de pensar … ah, se vc tem apelido e eu tenho apelido, então vc deve estar falando da foto?

    Sinceramente não tenho vontade alguma de perder tempo descobrindo como se coloca uma foto aqui.

    Mas eu vou tentar, – não me refiro à foto_ mas sim a entender o que vc chama se identificar, na internet, onde até mesmo uma foto pode ser obtidade sem dificuldade, onde ninguém sabe com certeza com quem está falando, donde é … enfim.

    Minhas idéias me identificam. Quem te identifica é sua foto (que pode não ser sua) e seu nickname ( ou sua mãe teve o despautério de lhe dar um nome Jhonne C – claro que não!)

    Então meu caro, evite falar besteiras. Se preocupe mais com moda que vc sai ganhando. Por falar nisso, só plástica te salva.

  • Euzão

    Que que vc quer, meu nome endereço, cpf, profissão?

    Que eu saiba Johnny C é tão apelido como Euzão.

    Algumas pessoas têm dificuldade de pensar … ah, se vc tem apelido e eu tenho apelido, então vc deve estar falando da foto?

    Sinceramente não tenho vontade alguma de perder tempo descobrindo como se coloca uma foto aqui.

    Mas eu vou tentar, – não me refiro à foto_ mas sim a entender o que vc chama se identificar, na internet, onde até mesmo uma foto pode ser obtidade sem dificuldade, onde ninguém sabe com certeza com quem está falando, donde é … enfim.

    Minhas idéias me identificam. Quem te identifica é sua foto (que pode não ser sua) e seu nickname ( ou sua mãe teve o despautério de lhe dar um nome Jhonne C – claro que não!)

    Então meu caro, evite falar besteiras. Se preocupe mais com moda que vc sai ganhando. Por falar nisso, só plástica te salva.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Vocês não acham que o limite, às vezes sutil, mas extremamente importante, entre “debate intelectual acalorado” e “bate-boca com troca de insultos gratuitos”, foi cruzado, e é melhor todo mundo contar até dez e respirar profundamente antes de clicar “Enviar”?

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Vocês não acham que o limite, às vezes sutil, mas extremamente importante, entre “debate intelectual acalorado” e “bate-boca com troca de insultos gratuitos”, foi cruzado, e é melhor todo mundo contar até dez e respirar profundamente antes de clicar “Enviar”?

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Vocês não acham que o limite, às vezes sutil, mas extremamente importante, entre “debate intelectual acalorado” e “bate-boca com troca de insultos gratuitos”, foi cruzado, e é melhor todo mundo contar até dez e respirar profundamente antes de clicar “Enviar”?

  • http://www.proveisso.net/ Johnny C

    foco.

    enfim… “Me explica uma coisa, Dr. Health, como eu já presenciei um médico dizendo que salvou um “abortado” que cabia na pauma de sua mão, e que – inclusive – o que era feto indesejável e que sofreu tentativa de assassinato hoje é uma criança normal?” – mas foi exatamente o que ele falou, então foi erro de semântica do médico, porque o que ocorreu então foi parto prematuro.

  • http://www.proveisso.net/ Johnny C

    foco.

    enfim… “Me explica uma coisa, Dr. Health, como eu já presenciei um médico dizendo que salvou um “abortado” que cabia na pauma de sua mão, e que – inclusive – o que era feto indesejável e que sofreu tentativa de assassinato hoje é uma criança normal?” – mas foi exatamente o que ele falou, então foi erro de semântica do médico, porque o que ocorreu então foi parto prematuro.

  • http://www.proveisso.net Johnny C

    foco.

    enfim… “Me explica uma coisa, Dr. Health, como eu já presenciei um médico dizendo que salvou um “abortado” que cabia na pauma de sua mão, e que – inclusive – o que era feto indesejável e que sofreu tentativa de assassinato hoje é uma criança normal?” – mas foi exatamente o que ele falou, então foi erro de semântica do médico, porque o que ocorreu então foi parto prematuro.

  • insolente

    Um dos problemas é que muitas pessoas usam exceções para fundamentar pontos de vista.

    O caso tratado aqui, que não pertence ao campo das exceções, não é vai muito além da pura fuga da responsabilidade.

    Fez e sabia que poderia acontecer(imagino que aqui ninguém acredita mais em cegonha…)? Seja responsável e assuma as conseqüências.

    Se o Mifiprex e o Cytotec fossem do BOPE, eles diriam:

    Vcs estão vendo este feto deformado aí na privada? Vcs estão vendo? Sabem quem foi que fez isso? Vcs sabem?!? Foram vcs, seus bostas!! Eu tenho que vir até aqui só pra consertar a cagada que vcs fazem, seus filhos de uma puta!!

  • insolente

    Um dos problemas é que muitas pessoas usam exceções para fundamentar pontos de vista.

    O caso tratado aqui, que não pertence ao campo das exceções, não é vai muito além da pura fuga da responsabilidade.

    Fez e sabia que poderia acontecer(imagino que aqui ninguém acredita mais em cegonha…)? Seja responsável e assuma as conseqüências.

    Se o Mifiprex e o Cytotec fossem do BOPE, eles diriam:

    Vcs estão vendo este feto deformado aí na privada? Vcs estão vendo? Sabem quem foi que fez isso? Vcs sabem?!? Foram vcs, seus bostas!! Eu tenho que vir até aqui só pra consertar a cagada que vcs fazem, seus filhos de uma puta!!

  • insolente

    Um dos problemas é que muitas pessoas usam exceções para fundamentar pontos de vista.

    O caso tratado aqui, que não pertence ao campo das exceções, não é vai muito além da pura fuga da responsabilidade.

    Fez e sabia que poderia acontecer(imagino que aqui ninguém acredita mais em cegonha…)? Seja responsável e assuma as conseqüências.

    Se o Mifiprex e o Cytotec fossem do BOPE, eles diriam:

    Vcs estão vendo este feto deformado aí na privada? Vcs estão vendo? Sabem quem foi que fez isso? Vcs sabem?!? Foram vcs, seus bostas!! Eu tenho que vir até aqui só pra consertar a cagada que vcs fazem, seus filhos de uma puta!!

  • Euzão

    foco 02

    É só uma questão de semântica, que ele elaborou para desviar completamente da questão, para no fim não se posicionar se o médico deveria ou não salvar o “abortado”, ou como você prefere, “o” que sofreu “tentativa de aborto”.

    Ou seja, ele entendeu a pergunta, e ao invés de responder, analisou somente a questão semântica. Uma vez que essa resposta vai ser muito explorada contra as idéias abortistas, aqui defendidas.

  • Euzão

    foco 02

    É só uma questão de semântica, que ele elaborou para desviar completamente da questão, para no fim não se posicionar se o médico deveria ou não salvar o “abortado”, ou como você prefere, “o” que sofreu “tentativa de aborto”.

    Ou seja, ele entendeu a pergunta, e ao invés de responder, analisou somente a questão semântica. Uma vez que essa resposta vai ser muito explorada contra as idéias abortistas, aqui defendidas.

  • Euzão

    foco 02

    É só uma questão de semântica, que ele elaborou para desviar completamente da questão, para no fim não se posicionar se o médico deveria ou não salvar o “abortado”, ou como você prefere, “o” que sofreu “tentativa de aborto”.

    Ou seja, ele entendeu a pergunta, e ao invés de responder, analisou somente a questão semântica. Uma vez que essa resposta vai ser muito explorada contra as idéias abortistas, aqui defendidas.

  • Euzão

    foco 02

    É só uma questão de semântica, que ele elaborou para desviar completamente da questão, para no fim não se posicionar se o médico deveria ou não salvar o “abortado”, ou como você prefere, “o” que sofreu “tentativa de aborto”.

    Ou seja, ele entendeu a pergunta, e ao invés de responder, analisou somente a questão semântica. Uma vez que essa resposta vai ser muito explorada contra as idéias abortistas, aqui defendidas.

  • Euzão

    Vcs estão vendo este feto deformado aí na privada? Vcs estão vendo? Sabem quem foi que fez isso? Vcs sabem?!? Foram vcs, seus bostas!! Eu tenho que vir até aqui só pra consertar a cagada que vcs fazem, seus filhos de uma puta!!
    ´

    rsrsrs

  • Euzão

    Vcs estão vendo este feto deformado aí na privada? Vcs estão vendo? Sabem quem foi que fez isso? Vcs sabem?!? Foram vcs, seus bostas!! Eu tenho que vir até aqui só pra consertar a cagada que vcs fazem, seus filhos de uma puta!!
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  • Euzão

    Vcs estão vendo este feto deformado aí na privada? Vcs estão vendo? Sabem quem foi que fez isso? Vcs sabem?!? Foram vcs, seus bostas!! Eu tenho que vir até aqui só pra consertar a cagada que vcs fazem, seus filhos de uma puta!!
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  • Euzão

    Vcs estão vendo este feto deformado aí na privada? Vcs estão vendo? Sabem quem foi que fez isso? Vcs sabem?!? Foram vcs, seus bostas!! Eu tenho que vir até aqui só pra consertar a cagada que vcs fazem, seus filhos de uma puta!!
    ´

    rsrsrs

  • insolente

    Um dos problemas é que muitas pessoas usam exceções para fundamentar pontos de vista.

    O caso tratado aqui, que não pertence ao campo das exceções, não vai muito além da pura fuga da responsabilidade.

    Fez e sabia que poderia acontecer(imagino que aqui ninguém acredita mais em cegonha…)? Seja responsável e assuma as conseqüências.

    Se o Mifiprex e o Cytotec fossem do BOPE, eles diriam:

    Vcs estão vendo este feto deformado aí na privada? Vcs estão vendo? Sabem quem foi que fez isso? Vcs sabem?!? Foram vcs, seus bostas!! Nós temos que vir até aqui só pra consertar a cagada que vcs fazem, seus filhos de putas!!

  • insolente

    Um dos problemas é que muitas pessoas usam exceções para fundamentar pontos de vista.

    O caso tratado aqui, que não pertence ao campo das exceções, não vai muito além da pura fuga da responsabilidade.

    Fez e sabia que poderia acontecer(imagino que aqui ninguém acredita mais em cegonha…)? Seja responsável e assuma as conseqüências.

    Se o Mifiprex e o Cytotec fossem do BOPE, eles diriam:

    Vcs estão vendo este feto deformado aí na privada? Vcs estão vendo? Sabem quem foi que fez isso? Vcs sabem?!? Foram vcs, seus bostas!! Nós temos que vir até aqui só pra consertar a cagada que vcs fazem, seus filhos de putas!!

  • insolente

    Um dos problemas é que muitas pessoas usam exceções para fundamentar pontos de vista.

    O caso tratado aqui, que não pertence ao campo das exceções, não vai muito além da pura fuga da responsabilidade.

    Fez e sabia que poderia acontecer(imagino que aqui ninguém acredita mais em cegonha…)? Seja responsável e assuma as conseqüências.

    Se o Mifiprex e o Cytotec fossem do BOPE, eles diriam:

    Vcs estão vendo este feto deformado aí na privada? Vcs estão vendo? Sabem quem foi que fez isso? Vcs sabem?!? Foram vcs, seus bostas!! Nós temos que vir até aqui só pra consertar a cagada que vcs fazem, seus filhos de putas!!

  • insolente

    Um dos problemas é que muitas pessoas usam exceções para fundamentar pontos de vista.

    O caso tratado aqui, que não pertence ao campo das exceções, não vai muito além da pura fuga da responsabilidade.

    Fez e sabia que poderia acontecer(imagino que aqui ninguém acredita mais em cegonha…)? Seja responsável e assuma as conseqüências.

    Se o Mifiprex e o Cytotec fossem do BOPE, eles diriam:

    Vcs estão vendo este feto deformado aí na privada? Vcs estão vendo? Sabem quem foi que fez isso? Vcs sabem?!? Foram vcs, seus bostas!! Nós temos que vir até aqui só pra consertar a cagada que vcs fazem, seus filhos de putas!!

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    O problema, Euzão, é que sua pergunta foi uma pergunta armadilha, e perguntas armadilhas dão uma preguiiiiiiça de responder que eu nem te conto.

    Se alguém abortar naturalmente o médico terá o direito de tentar savar a vida do feto? (peraí, como poderia salvar a vida de algo que não tem vida?)

    Para começar tem duas perguntas aí explícitas. A primeira é só retórica, porque é de uma obviedade ululante.

    Primeira pergunta: Se alguém abortar naturalmente o médico terá o direito de tentar savar a vida do feto?

    Se médico tem direito de ressussitar paciente terminal, manter nos aparelhos zumbis, e colocar em alimentação endovenosa gente em coma há 10 anos, porque não teria direito de tentar salvar embriãozinho? Claro que tem direito. Cumpra-se a vontade do povo. (Agora se for feto de 12 semanas, eu quero ver esse feto ir parar em algum lugar melhor que um vidro de formol).

    Segunda pergunta: peraí, como poderia salvar a vida de algo que não tem vida?

    Aí é que está o núcleo da pegadinha, né? Só que aí você cometeu uma falácia clássica, chamada falácia do equívoco. Você usou a mesma palavra vida em dois sentidos diferentes. Na sua forma inequívoca, a pergunta não apresenta nenhuma dificuldade:

    Como pode salvar a vida biológica de algo que não tem vida cognitiva?

    * * *

    Eu poderia ter respondido isso há muitos posts atrás, mas ficar desmanchando as manobras retóricas do adversário é muito cansativo. O debate intelectual é mais divertido e produtivo se houver um mínimo de cuidado, honestidade e auto-policiamento.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    O problema, Euzão, é que sua pergunta foi uma pergunta armadilha, e perguntas armadilhas dão uma preguiiiiiiça de responder que eu nem te conto.

    Se alguém abortar naturalmente o médico terá o direito de tentar savar a vida do feto? (peraí, como poderia salvar a vida de algo que não tem vida?)

    Para começar tem duas perguntas aí explícitas. A primeira é só retórica, porque é de uma obviedade ululante.

    Primeira pergunta: Se alguém abortar naturalmente o médico terá o direito de tentar savar a vida do feto?

    Se médico tem direito de ressussitar paciente terminal, manter nos aparelhos zumbis, e colocar em alimentação endovenosa gente em coma há 10 anos, porque não teria direito de tentar salvar embriãozinho? Claro que tem direito. Cumpra-se a vontade do povo. (Agora se for feto de 12 semanas, eu quero ver esse feto ir parar em algum lugar melhor que um vidro de formol).

    Segunda pergunta: peraí, como poderia salvar a vida de algo que não tem vida?

    Aí é que está o núcleo da pegadinha, né? Só que aí você cometeu uma falácia clássica, chamada falácia do equívoco. Você usou a mesma palavra vida em dois sentidos diferentes. Na sua forma inequívoca, a pergunta não apresenta nenhuma dificuldade:

    Como pode salvar a vida biológica de algo que não tem vida cognitiva?

    * * *

    Eu poderia ter respondido isso há muitos posts atrás, mas ficar desmanchando as manobras retóricas do adversário é muito cansativo. O debate intelectual é mais divertido e produtivo se houver um mínimo de cuidado, honestidade e auto-policiamento.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    O problema, Euzão, é que sua pergunta foi uma pergunta armadilha, e perguntas armadilhas dão uma preguiiiiiiça de responder que eu nem te conto.

    Se alguém abortar naturalmente o médico terá o direito de tentar savar a vida do feto? (peraí, como poderia salvar a vida de algo que não tem vida?)

    Para começar tem duas perguntas aí explícitas. A primeira é só retórica, porque é de uma obviedade ululante.

    Primeira pergunta: Se alguém abortar naturalmente o médico terá o direito de tentar savar a vida do feto?

    Se médico tem direito de ressussitar paciente terminal, manter nos aparelhos zumbis, e colocar em alimentação endovenosa gente em coma há 10 anos, porque não teria direito de tentar salvar embriãozinho? Claro que tem direito. Cumpra-se a vontade do povo. (Agora se for feto de 12 semanas, eu quero ver esse feto ir parar em algum lugar melhor que um vidro de formol).

    Segunda pergunta: peraí, como poderia salvar a vida de algo que não tem vida?

    Aí é que está o núcleo da pegadinha, né? Só que aí você cometeu uma falácia clássica, chamada falácia do equívoco. Você usou a mesma palavra vida em dois sentidos diferentes. Na sua forma inequívoca, a pergunta não apresenta nenhuma dificuldade:

    Como pode salvar a vida biológica de algo que não tem vida cognitiva?

    * * *

    Eu poderia ter respondido isso há muitos posts atrás, mas ficar desmanchando as manobras retóricas do adversário é muito cansativo. O debate intelectual é mais divertido e produtivo se houver um mínimo de cuidado, honestidade e auto-policiamento.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    O problema, Euzão, é que sua pergunta foi uma pergunta armadilha, e perguntas armadilhas dão uma preguiiiiiiça de responder que eu nem te conto.

    Se alguém abortar naturalmente o médico terá o direito de tentar savar a vida do feto? (peraí, como poderia salvar a vida de algo que não tem vida?)

    Para começar tem duas perguntas aí explícitas. A primeira é só retórica, porque é de uma obviedade ululante.

    Primeira pergunta: Se alguém abortar naturalmente o médico terá o direito de tentar savar a vida do feto?

    Se médico tem direito de ressussitar paciente terminal, manter nos aparelhos zumbis, e colocar em alimentação endovenosa gente em coma há 10 anos, porque não teria direito de tentar salvar embriãozinho? Claro que tem direito. Cumpra-se a vontade do povo. (Agora se for feto de 12 semanas, eu quero ver esse feto ir parar em algum lugar melhor que um vidro de formol).

    Segunda pergunta: peraí, como poderia salvar a vida de algo que não tem vida?

    Aí é que está o núcleo da pegadinha, né? Só que aí você cometeu uma falácia clássica, chamada falácia do equívoco. Você usou a mesma palavra vida em dois sentidos diferentes. Na sua forma inequívoca, a pergunta não apresenta nenhuma dificuldade:

    Como pode salvar a vida biológica de algo que não tem vida cognitiva?

    * * *

    Eu poderia ter respondido isso há muitos posts atrás, mas ficar desmanchando as manobras retóricas do adversário é muito cansativo. O debate intelectual é mais divertido e produtivo se houver um mínimo de cuidado, honestidade e auto-policiamento.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Um dos problemas é que muitas pessoas usam exceções para fundamentar pontos de vista.

    O caso tratado aqui, que não pertence ao campo das exceções, não é vai muito além da pura fuga da responsabilidade.

    Eu fiz muita questão de frisar de que desde que haja o desejo do casal em interromper a gravidez (até um grau razoável de desenvolvimento fetal, que aceito discutir), as motivações são irrelevantes.

    Acho que fugir das responsabilidades é uma motivação perfeitamente aceitável, enquanto o feto ainda não houver atingido a condição humana.

    (Confesso que pessoalmente um aborto fútil me repugna um pouquinho, e, devido à considerações puramente emocionais, não seria talvez o que eu faria ou aconselharia a meus amigos — mas não consigo pensar em nenhuma objeção racional, e não vejo porque o Estado deveria meter o bedelho).

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Um dos problemas é que muitas pessoas usam exceções para fundamentar pontos de vista.

    O caso tratado aqui, que não pertence ao campo das exceções, não é vai muito além da pura fuga da responsabilidade.

    Eu fiz muita questão de frisar de que desde que haja o desejo do casal em interromper a gravidez (até um grau razoável de desenvolvimento fetal, que aceito discutir), as motivações são irrelevantes.

    Acho que fugir das responsabilidades é uma motivação perfeitamente aceitável, enquanto o feto ainda não houver atingido a condição humana.

    (Confesso que pessoalmente um aborto fútil me repugna um pouquinho, e, devido à considerações puramente emocionais, não seria talvez o que eu faria ou aconselharia a meus amigos — mas não consigo pensar em nenhuma objeção racional, e não vejo porque o Estado deveria meter o bedelho).

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Um dos problemas é que muitas pessoas usam exceções para fundamentar pontos de vista.

    O caso tratado aqui, que não pertence ao campo das exceções, não é vai muito além da pura fuga da responsabilidade.

    Eu fiz muita questão de frisar de que desde que haja o desejo do casal em interromper a gravidez (até um grau razoável de desenvolvimento fetal, que aceito discutir), as motivações são irrelevantes.

    Acho que fugir das responsabilidades é uma motivação perfeitamente aceitável, enquanto o feto ainda não houver atingido a condição humana.

    (Confesso que pessoalmente um aborto fútil me repugna um pouquinho, e, devido à considerações puramente emocionais, não seria talvez o que eu faria ou aconselharia a meus amigos — mas não consigo pensar em nenhuma objeção racional, e não vejo porque o Estado deveria meter o bedelho).

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Um dos problemas é que muitas pessoas usam exceções para fundamentar pontos de vista.

    O caso tratado aqui, que não pertence ao campo das exceções, não é vai muito além da pura fuga da responsabilidade.

    Eu fiz muita questão de frisar de que desde que haja o desejo do casal em interromper a gravidez (até um grau razoável de desenvolvimento fetal, que aceito discutir), as motivações são irrelevantes.

    Acho que fugir das responsabilidades é uma motivação perfeitamente aceitável, enquanto o feto ainda não houver atingido a condição humana.

    (Confesso que pessoalmente um aborto fútil me repugna um pouquinho, e, devido à considerações puramente emocionais, não seria talvez o que eu faria ou aconselharia a meus amigos — mas não consigo pensar em nenhuma objeção racional, e não vejo porque o Estado deveria meter o bedelho).

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Vcs estão vendo este feto deformado aí na privada? Vcs estão vendo? Sabem quem foi que fez isso? Vcs sabem?!? Foram vcs, seus bostas!! Nós temos que vir até aqui só pra consertar a cagada que vcs fazem, seus filhos de putas!!

    Já que estou no embalo, chamo a atenção de que argumentos do tipo “sabedoria da repugnância” e apelo à emoção são inúteis num debate minimamente racional.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Vcs estão vendo este feto deformado aí na privada? Vcs estão vendo? Sabem quem foi que fez isso? Vcs sabem?!? Foram vcs, seus bostas!! Nós temos que vir até aqui só pra consertar a cagada que vcs fazem, seus filhos de putas!!

    Já que estou no embalo, chamo a atenção de que argumentos do tipo “sabedoria da repugnância” e apelo à emoção são inúteis num debate minimamente racional.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Vcs estão vendo este feto deformado aí na privada? Vcs estão vendo? Sabem quem foi que fez isso? Vcs sabem?!? Foram vcs, seus bostas!! Nós temos que vir até aqui só pra consertar a cagada que vcs fazem, seus filhos de putas!!

    Já que estou no embalo, chamo a atenção de que argumentos do tipo “sabedoria da repugnância” e apelo à emoção são inúteis num debate minimamente racional.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Vcs estão vendo este feto deformado aí na privada? Vcs estão vendo? Sabem quem foi que fez isso? Vcs sabem?!? Foram vcs, seus bostas!! Nós temos que vir até aqui só pra consertar a cagada que vcs fazem, seus filhos de putas!!

    Já que estou no embalo, chamo a atenção de que argumentos do tipo “sabedoria da repugnância” e apelo à emoção são inúteis num debate minimamente racional.

  • http://www.papodehomem.com.br Dr Health

    Eu ia até contra-argumentar, parecia um debate sadio, mas depois disso aqui :

    “Dr Health, a vida é sofrimento, que varia em escala.eu lhe recomendo adotar a prática do A.A.V.R. e acabar com seu sofrimento.”

    …considere-se devidamente ignorado. Debato com e respondo a qualquer um, menos alguém que escreve isso possuído por sua revoltinha pueril atrás do teclado !!! Pode escrever abaixo, debater, me xingar e o caralho a quatro, não vai ter resposta minha.

    Não gostou ? A porta da rua é serventia da casa !

    E “PAUMA” é com L no meio.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Eu ia até contra-argumentar, parecia um debate sadio, mas depois disso aqui :

    “Dr Health, a vida é sofrimento, que varia em escala.eu lhe recomendo adotar a prática do A.A.V.R. e acabar com seu sofrimento.”

    …considere-se devidamente ignorado. Debato com e respondo a qualquer um, menos alguém que escreve isso possuído por sua revoltinha pueril atrás do teclado !!! Pode escrever abaixo, debater, me xingar e o caralho a quatro, não vai ter resposta minha.

    Não gostou ? A porta da rua é serventia da casa !

    E “PAUMA” é com L no meio.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Eu ia até contra-argumentar, parecia um debate sadio, mas depois disso aqui :

    “Dr Health, a vida é sofrimento, que varia em escala.eu lhe recomendo adotar a prática do A.A.V.R. e acabar com seu sofrimento.”

    …considere-se devidamente ignorado. Debato com e respondo a qualquer um, menos alguém que escreve isso possuído por sua revoltinha pueril atrás do teclado !!! Pode escrever abaixo, debater, me xingar e o caralho a quatro, não vai ter resposta minha.

    Não gostou ? A porta da rua é serventia da casa !

    E “PAUMA” é com L no meio.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Eu ia até contra-argumentar, parecia um debate sadio, mas depois disso aqui :

    “Dr Health, a vida é sofrimento, que varia em escala.eu lhe recomendo adotar a prática do A.A.V.R. e acabar com seu sofrimento.”

    …considere-se devidamente ignorado. Debato com e respondo a qualquer um, menos alguém que escreve isso possuído por sua revoltinha pueril atrás do teclado !!! Pode escrever abaixo, debater, me xingar e o caralho a quatro, não vai ter resposta minha.

    Não gostou ? A porta da rua é serventia da casa !

    E “PAUMA” é com L no meio.

  • insolente

    “o feto ainda não houver atingido a condição humana.”

    Caro SainCahier, por favor, explique-me algumas coisas a respeito da condição humana. O que é ela? Ela se restringe a estímulos cerebrais, a algum grau determinado de consciência ou algo do gênero? Por quê? Quando ela se dá? Exatamente quantas semanas ou anos ela se dá após a concepção? Ela é estritamente igual, em todos os aspectos, na amplitude de toda a raça humana?

    Vc pode me responder às perguntas acima com convicção plena e estritamente baseado na lógica?

    E a questão de responsabilizar entidades inertes por falhas pessoais parece coisa de funcionário de repartição pública:

    “Senhor, o nosso sistema está com um probleminha…”

  • insolente

    “o feto ainda não houver atingido a condição humana.”

    Caro SainCahier, por favor, explique-me algumas coisas a respeito da condição humana. O que é ela? Ela se restringe a estímulos cerebrais, a algum grau determinado de consciência ou algo do gênero? Por quê? Quando ela se dá? Exatamente quantas semanas ou anos ela se dá após a concepção? Ela é estritamente igual, em todos os aspectos, na amplitude de toda a raça humana?

    Vc pode me responder às perguntas acima com convicção plena e estritamente baseado na lógica?

    E a questão de responsabilizar entidades inertes por falhas pessoais parece coisa de funcionário de repartição pública:

    “Senhor, o nosso sistema está com um probleminha…”

  • insolente

    “o feto ainda não houver atingido a condição humana.”

    Caro SainCahier, por favor, explique-me algumas coisas a respeito da condição humana. O que é ela? Ela se restringe a estímulos cerebrais, a algum grau determinado de consciência ou algo do gênero? Por quê? Quando ela se dá? Exatamente quantas semanas ou anos ela se dá após a concepção? Ela é estritamente igual, em todos os aspectos, na amplitude de toda a raça humana?

    Vc pode me responder às perguntas acima com convicção plena e estritamente baseado na lógica?

    E a questão de responsabilizar entidades inertes por falhas pessoais parece coisa de funcionário de repartição pública:

    “Senhor, o nosso sistema está com um probleminha…”

  • insolente

    “o feto ainda não houver atingido a condição humana.”

    Caro SainCahier, por favor, explique-me algumas coisas a respeito da condição humana. O que é ela? Ela se restringe a estímulos cerebrais, a algum grau determinado de consciência ou algo do gênero? Por quê? Quando ela se dá? Exatamente quantas semanas ou anos ela se dá após a concepção? Ela é estritamente igual, em todos os aspectos, na amplitude de toda a raça humana?

    Vc pode me responder às perguntas acima com convicção plena e estritamente baseado na lógica?

    E a questão de responsabilizar entidades inertes por falhas pessoais parece coisa de funcionário de repartição pública:

    “Senhor, o nosso sistema está com um probleminha…”

  • Cauê

    Vou ser bem sincero: se acha que o aborto é a melhor saída procure um médico que faça o procedimento.
    Já presenciei uma tentativa de aborto frustada usando o Cytotec, e o médico que atendeu a minha amiga disse que é comum o medicamento falhar pois ele tem de ser ministrado corretamente.

  • Cauê

    Vou ser bem sincero: se acha que o aborto é a melhor saída procure um médico que faça o procedimento.
    Já presenciei uma tentativa de aborto frustada usando o Cytotec, e o médico que atendeu a minha amiga disse que é comum o medicamento falhar pois ele tem de ser ministrado corretamente.

  • Cauê

    Vou ser bem sincero: se acha que o aborto é a melhor saída procure um médico que faça o procedimento.
    Já presenciei uma tentativa de aborto frustada usando o Cytotec, e o médico que atendeu a minha amiga disse que é comum o medicamento falhar pois ele tem de ser ministrado corretamente.

  • Cauê

    Vou ser bem sincero: se acha que o aborto é a melhor saída procure um médico que faça o procedimento.
    Já presenciei uma tentativa de aborto frustada usando o Cytotec, e o médico que atendeu a minha amiga disse que é comum o medicamento falhar pois ele tem de ser ministrado corretamente.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    O núcleo todo da questão é o início da vida. E aí acaba sendo questão de opinião mais do que qualquer outra coisa. Anos se passaram, discussões infindáveis e filosóficas a respeito do assunto, mas nunca se chegou a uma conclusão. Se fosse tão óbvio assim como os dois lados argumentam…

    A minha humilde opinião é a vida começa com o desenvolvimento do sistema nervoso central, logo, 12 semanas de gestação. Afinal, se o critério para determinar a morte é justamente a falência do sistema nervoso central (morte cerebral), por analogia, a presença deste seria o marco inicial da vida.

    O direito brasileiro e a maioria das religiões entendem que começa com a concepção.

    Alguns entendem como a nidação.

    O direito espanhol tem uma posição curiosa : Se o feto morre após o nascimento sem ter a forma humana, ele não tem direitos civis. (Pode parecer irrelevante, mas é importante para direito de sucessão)

    E já que o Saint-Cahier abordou o assunto, cito mais uma contradição do direito brasileiro, pois se a vida começa na concepção, a pílula do dia seguinte e o DIU são métodos abortivos. Ao menos potencialmente, pois ambos podem impedir tanto a fecundação como a nidação do embrião. Logo, a comercialização destes deveria ser proibida.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    O núcleo todo da questão é o início da vida. E aí acaba sendo questão de opinião mais do que qualquer outra coisa. Anos se passaram, discussões infindáveis e filosóficas a respeito do assunto, mas nunca se chegou a uma conclusão. Se fosse tão óbvio assim como os dois lados argumentam…

    A minha humilde opinião é a vida começa com o desenvolvimento do sistema nervoso central, logo, 12 semanas de gestação. Afinal, se o critério para determinar a morte é justamente a falência do sistema nervoso central (morte cerebral), por analogia, a presença deste seria o marco inicial da vida.

    O direito brasileiro e a maioria das religiões entendem que começa com a concepção.

    Alguns entendem como a nidação.

    O direito espanhol tem uma posição curiosa : Se o feto morre após o nascimento sem ter a forma humana, ele não tem direitos civis. (Pode parecer irrelevante, mas é importante para direito de sucessão)

    E já que o Saint-Cahier abordou o assunto, cito mais uma contradição do direito brasileiro, pois se a vida começa na concepção, a pílula do dia seguinte e o DIU são métodos abortivos. Ao menos potencialmente, pois ambos podem impedir tanto a fecundação como a nidação do embrião. Logo, a comercialização destes deveria ser proibida.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    O núcleo todo da questão é o início da vida. E aí acaba sendo questão de opinião mais do que qualquer outra coisa. Anos se passaram, discussões infindáveis e filosóficas a respeito do assunto, mas nunca se chegou a uma conclusão. Se fosse tão óbvio assim como os dois lados argumentam…

    A minha humilde opinião é a vida começa com o desenvolvimento do sistema nervoso central, logo, 12 semanas de gestação. Afinal, se o critério para determinar a morte é justamente a falência do sistema nervoso central (morte cerebral), por analogia, a presença deste seria o marco inicial da vida.

    O direito brasileiro e a maioria das religiões entendem que começa com a concepção.

    Alguns entendem como a nidação.

    O direito espanhol tem uma posição curiosa : Se o feto morre após o nascimento sem ter a forma humana, ele não tem direitos civis. (Pode parecer irrelevante, mas é importante para direito de sucessão)

    E já que o Saint-Cahier abordou o assunto, cito mais uma contradição do direito brasileiro, pois se a vida começa na concepção, a pílula do dia seguinte e o DIU são métodos abortivos. Ao menos potencialmente, pois ambos podem impedir tanto a fecundação como a nidação do embrião. Logo, a comercialização destes deveria ser proibida.

  • http://www.papodehomem.com.br Dr Health

    O núcleo todo da questão é o início da vida. E aí acaba sendo questão de opinião mais do que qualquer outra coisa. Anos se passaram, discussões infindáveis e filosóficas a respeito do assunto, mas nunca se chegou a uma conclusão. Se fosse tão óbvio assim como os dois lados argumentam…

    A minha humilde opinião é a vida começa com o desenvolvimento do sistema nervoso central, logo, 12 semanas de gestação. Afinal, se o critério para determinar a morte é justamente a falência do sistema nervoso central (morte cerebral), por analogia, a presença deste seria o marco inicial da vida.

    O direito brasileiro e a maioria das religiões entendem que começa com a concepção.

    Alguns entendem como a nidação.

    O direito espanhol tem uma posição curiosa : Se o feto morre após o nascimento sem ter a forma humana, ele não tem direitos civis. (Pode parecer irrelevante, mas é importante para direito de sucessão)

    E já que o Saint-Cahier abordou o assunto, cito mais uma contradição do direito brasileiro, pois se a vida começa na concepção, a pílula do dia seguinte e o DIU são métodos abortivos. Ao menos potencialmente, pois ambos podem impedir tanto a fecundação como a nidação do embrião. Logo, a comercialização destes deveria ser proibida.

  • Euzão

    Is your brain really necessary?

    http://www.alternativescience.com/no_brainer.htm

    Do you really have to have a brain? The reason for my apparently absurd question is the remarkable research conducted at the University of Sheffield by neurology professor the late Dr. John Lorber.

    When Sheffield’s campus doctor was treating one of the mathematics students for a minor ailment, he noticed that the student’s head was a little larger than normal. The doctor referred the student to professor Lorber for further examination.

    The student in question was academically bright, had a reported IQ of 126 and was expected to graduate. When he was examined by CAT-scan, however, Lorber discovered that he had virtually no brain at all.

    (…)

    This case is by no means as rare as it seems. In 1970, a New Yorker died at the age of 35. He had left school with no academic achievements, but had worked at manual jobs such as building janitor, and was a popular figure in his neighbourhood. Tenants of the building where he worked described him as passing the days performing his routine chores, such as tending the boiler, and reading the tabloid newspapers. When an autopsy was performed to determine the cause of his premature death he, too, was found to have practically no brain at all. Professor Lorber has identified several hundred people who have very small cerebral hemispheres but who appear to be normal intelligent individuals. Some of them he describes as having ‘no detectable brain’, yet they have scored up to 120 on IQ tests.

    __________________________________

    Sem falar de uma menina brasileira, que a pouco tempo apareceu tornou-se público graças a nossa mídia, que também é anecéfala, e ou seja, nasceu sem cérebro e vive até hoje (acho que já tem um ou mais anos de vida)

  • Euzão

    Is your brain really necessary?

    http://www.alternativescience.com/no_brainer.htm

    Do you really have to have a brain? The reason for my apparently absurd question is the remarkable research conducted at the University of Sheffield by neurology professor the late Dr. John Lorber.

    When Sheffield’s campus doctor was treating one of the mathematics students for a minor ailment, he noticed that the student’s head was a little larger than normal. The doctor referred the student to professor Lorber for further examination.

    The student in question was academically bright, had a reported IQ of 126 and was expected to graduate. When he was examined by CAT-scan, however, Lorber discovered that he had virtually no brain at all.

    (…)

    This case is by no means as rare as it seems. In 1970, a New Yorker died at the age of 35. He had left school with no academic achievements, but had worked at manual jobs such as building janitor, and was a popular figure in his neighbourhood. Tenants of the building where he worked described him as passing the days performing his routine chores, such as tending the boiler, and reading the tabloid newspapers. When an autopsy was performed to determine the cause of his premature death he, too, was found to have practically no brain at all. Professor Lorber has identified several hundred people who have very small cerebral hemispheres but who appear to be normal intelligent individuals. Some of them he describes as having ‘no detectable brain’, yet they have scored up to 120 on IQ tests.

    __________________________________

    Sem falar de uma menina brasileira, que a pouco tempo apareceu tornou-se público graças a nossa mídia, que também é anecéfala, e ou seja, nasceu sem cérebro e vive até hoje (acho que já tem um ou mais anos de vida)

  • Euzão

    Is your brain really necessary?

    http://www.alternativescience.com/no_brainer.htm

    Do you really have to have a brain? The reason for my apparently absurd question is the remarkable research conducted at the University of Sheffield by neurology professor the late Dr. John Lorber.

    When Sheffield’s campus doctor was treating one of the mathematics students for a minor ailment, he noticed that the student’s head was a little larger than normal. The doctor referred the student to professor Lorber for further examination.

    The student in question was academically bright, had a reported IQ of 126 and was expected to graduate. When he was examined by CAT-scan, however, Lorber discovered that he had virtually no brain at all.

    (…)

    This case is by no means as rare as it seems. In 1970, a New Yorker died at the age of 35. He had left school with no academic achievements, but had worked at manual jobs such as building janitor, and was a popular figure in his neighbourhood. Tenants of the building where he worked described him as passing the days performing his routine chores, such as tending the boiler, and reading the tabloid newspapers. When an autopsy was performed to determine the cause of his premature death he, too, was found to have practically no brain at all. Professor Lorber has identified several hundred people who have very small cerebral hemispheres but who appear to be normal intelligent individuals. Some of them he describes as having ‘no detectable brain’, yet they have scored up to 120 on IQ tests.

    __________________________________

    Sem falar de uma menina brasileira, que a pouco tempo apareceu tornou-se público graças a nossa mídia, que também é anecéfala, e ou seja, nasceu sem cérebro e vive até hoje (acho que já tem um ou mais anos de vida)

  • Euzão

    Is your brain really necessary?

    http://www.alternativescience.com/no_brainer.htm

    Do you really have to have a brain? The reason for my apparently absurd question is the remarkable research conducted at the University of Sheffield by neurology professor the late Dr. John Lorber.

    When Sheffield’s campus doctor was treating one of the mathematics students for a minor ailment, he noticed that the student’s head was a little larger than normal. The doctor referred the student to professor Lorber for further examination.

    The student in question was academically bright, had a reported IQ of 126 and was expected to graduate. When he was examined by CAT-scan, however, Lorber discovered that he had virtually no brain at all.

    (…)

    This case is by no means as rare as it seems. In 1970, a New Yorker died at the age of 35. He had left school with no academic achievements, but had worked at manual jobs such as building janitor, and was a popular figure in his neighbourhood. Tenants of the building where he worked described him as passing the days performing his routine chores, such as tending the boiler, and reading the tabloid newspapers. When an autopsy was performed to determine the cause of his premature death he, too, was found to have practically no brain at all. Professor Lorber has identified several hundred people who have very small cerebral hemispheres but who appear to be normal intelligent individuals. Some of them he describes as having ‘no detectable brain’, yet they have scored up to 120 on IQ tests.

    __________________________________

    Sem falar de uma menina brasileira, que a pouco tempo apareceu tornou-se público graças a nossa mídia, que também é anecéfala, e ou seja, nasceu sem cérebro e vive até hoje (acho que já tem um ou mais anos de vida)

  • Euzão

    Issso só vem comprovar que a prudência, nesta questão, – o princípio da prudência – é a atitude mais indicada, uma vez que as controvérsias estão em toda a parte: no plano da avaliação moral, no plano das avaliações científicas, o que repercute nos demais planos de avaliação, opnião pública.

    Por isso, descriminalizar- o equivalente a legalizar- sem saber se cada aborto não seria, definitivamente, um homicídio potencial, ou mesmo real, é uma atitude criminosa, homicida, imoral, enfim.

    Paumas para a ciência: quer dizer palmas, com L, assim ô: paLmas. aff

  • Euzão

    Issso só vem comprovar que a prudência, nesta questão, – o princípio da prudência – é a atitude mais indicada, uma vez que as controvérsias estão em toda a parte: no plano da avaliação moral, no plano das avaliações científicas, o que repercute nos demais planos de avaliação, opnião pública.

    Por isso, descriminalizar- o equivalente a legalizar- sem saber se cada aborto não seria, definitivamente, um homicídio potencial, ou mesmo real, é uma atitude criminosa, homicida, imoral, enfim.

    Paumas para a ciência: quer dizer palmas, com L, assim ô: paLmas. aff

  • Euzão

    Issso só vem comprovar que a prudência, nesta questão, – o princípio da prudência – é a atitude mais indicada, uma vez que as controvérsias estão em toda a parte: no plano da avaliação moral, no plano das avaliações científicas, o que repercute nos demais planos de avaliação, opnião pública.

    Por isso, descriminalizar- o equivalente a legalizar- sem saber se cada aborto não seria, definitivamente, um homicídio potencial, ou mesmo real, é uma atitude criminosa, homicida, imoral, enfim.

    Paumas para a ciência: quer dizer palmas, com L, assim ô: paLmas. aff

  • Euzão

    Issso só vem comprovar que a prudência, nesta questão, – o princípio da prudência – é a atitude mais indicada, uma vez que as controvérsias estão em toda a parte: no plano da avaliação moral, no plano das avaliações científicas, o que repercute nos demais planos de avaliação, opnião pública.

    Por isso, descriminalizar- o equivalente a legalizar- sem saber se cada aborto não seria, definitivamente, um homicídio potencial, ou mesmo real, é uma atitude criminosa, homicida, imoral, enfim.

    Paumas para a ciência: quer dizer palmas, com L, assim ô: paLmas. aff

  • Pocahontas

    Ai gente não faz isso não.Vcs vão arranjar um jeito.Vcs estão querendo se livrar de um problema,mas vão arranjar outros piores.Vcs geraram uma vida.Pense no rostinho desse bebe.Antes da lo a alguem do que isso.

  • Pocahontas

    Ai gente não faz isso não.Vcs vão arranjar um jeito.Vcs estão querendo se livrar de um problema,mas vão arranjar outros piores.Vcs geraram uma vida.Pense no rostinho desse bebe.Antes da lo a alguem do que isso.

  • Pocahontas

    Ai gente não faz isso não.Vcs vão arranjar um jeito.Vcs estão querendo se livrar de um problema,mas vão arranjar outros piores.Vcs geraram uma vida.Pense no rostinho desse bebe.Antes da lo a alguem do que isso.

  • Pocahontas

    Ai gente não faz isso não.Vcs vão arranjar um jeito.Vcs estão querendo se livrar de um problema,mas vão arranjar outros piores.Vcs geraram uma vida.Pense no rostinho desse bebe.Antes da lo a alguem do que isso.

  • insolente

    Doze semanas exatas para todos os fetos, Dr. Health?

    Outras dúvidas:

    Existem vídeos sobre aborto de fetos mesmo mais “jovens” do que doze semanas. Nesses vídeos, e o youtube não me deixa mentir, tais fetos se debatem no útero na iminência da fragmentação causada pela aspiração/curetagem. Sei que esses vídeos possuem um certo caráter sentimental, mas não podemos retirar o valor demonstrativo deles para as discussões.

    Daí surgem perguntas:

    Antes das 12 semanas, o feto já é responsivo a estímulos? Esse início do desenvolvimento do sistema nervoso central às 12 semanas é estritamente equânime a todos os fetos? Além disso, é um consenso na medicina que o INÍCIO do desenvolvimento do sistema nervoso central se dá partir da 12ª semana?

    Sei que não tenho conhecimento de causa como o Sr, então aí vão outras questões baseadas em algumas leituras que já tive oportunidade de contemplar, às quais vc pode me lançar alguma luz:

    É verdade que ondas cerebrais já são encontradas em fetos de apenas 6 semanas? Mais. A medicina nunca se deparou com casos até agora insolúveis e relacionados ao conceito vida? Há consenso em relação aos requisitos, métodos e acontecimentos relacionados à morte cerebral na medicina? Quando há morte cerebral de um paciente adulto, há possibilidade futura de vida para o paciente como a de feto supostamente normal?

    Essa última pergunta, em especial, me faz questionar sobre a validade em comparar um feto com menos de três meses a uma pessoa com morte cerebral decretada. Claro, isso sem considerar todas as implicações que a morte cerebral e o conceito de tempo traz ao campo dos debates.

    Há de se ter cuidado para não se transformar no Dr. Stegman…

  • insolente

    Doze semanas exatas para todos os fetos, Dr. Health?

    Outras dúvidas:

    Existem vídeos sobre aborto de fetos mesmo mais “jovens” do que doze semanas. Nesses vídeos, e o youtube não me deixa mentir, tais fetos se debatem no útero na iminência da fragmentação causada pela aspiração/curetagem. Sei que esses vídeos possuem um certo caráter sentimental, mas não podemos retirar o valor demonstrativo deles para as discussões.

    Daí surgem perguntas:

    Antes das 12 semanas, o feto já é responsivo a estímulos? Esse início do desenvolvimento do sistema nervoso central às 12 semanas é estritamente equânime a todos os fetos? Além disso, é um consenso na medicina que o INÍCIO do desenvolvimento do sistema nervoso central se dá partir da 12ª semana?

    Sei que não tenho conhecimento de causa como o Sr, então aí vão outras questões baseadas em algumas leituras que já tive oportunidade de contemplar, às quais vc pode me lançar alguma luz:

    É verdade que ondas cerebrais já são encontradas em fetos de apenas 6 semanas? Mais. A medicina nunca se deparou com casos até agora insolúveis e relacionados ao conceito vida? Há consenso em relação aos requisitos, métodos e acontecimentos relacionados à morte cerebral na medicina? Quando há morte cerebral de um paciente adulto, há possibilidade futura de vida para o paciente como a de feto supostamente normal?

    Essa última pergunta, em especial, me faz questionar sobre a validade em comparar um feto com menos de três meses a uma pessoa com morte cerebral decretada. Claro, isso sem considerar todas as implicações que a morte cerebral e o conceito de tempo traz ao campo dos debates.

    Há de se ter cuidado para não se transformar no Dr. Stegman…

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Euzão, você está assumindo sua postura de anti-racionalista?

    Você realmente acha sites do tipo Ciência Alternativa tem o mesmo valor de uma Nature? Você acha que meninas brasileiras anencéfalas que são curiosiodades da literatura médica representam algo mais do que uma demonstração da Teoria dos Valores Extremos ? Você acha que a ciência é “só mais uma opinião”?

    Porque se você tiver chegado a esse grau de anti-racionalismo, querido, eu é que vou declarar sua morte cerebral e abortar essa discussão.

    Debater idéias é super importante (e divertido). Mas fazê-lo com pessoas que sustentam idéias psicóticas de que não é necessário um cérebro para pensar (sem apresentar provas muito clamorosas, vide abaixo) é como lutar boxe com gurizinhos — não tem graça, é perda de tempo e é covardia.

    * * *

    Você está tentando sustentar a posição absurda de que só poderíamos tomar uma decisão se tivéssemos uma certeza absoluta, divina, acima de qualquer suspeita. Não é (e nem pode ser) assim que pessoas racionais funcionam.

    Tudo pode ser questionado (este inclusive é um preceito científico importantíssimo), mas enquanto os modelos vigentes estiverem prevendo bem a realidade, eles são tão bons quanto a realidade.

    Se depois eles se mostrarem errados (isto é, alguém conseguir provar empiricamente que existe alma, e que ela se forma, ou se anexa na fecundação), é preciso ajustar a atitude e lamentar os erros do passado. Mas não se pode ficar paralisado e pagando o preço dessa inação por causa da possibilidade do modelo estar errado.

    E se os modelos científicos frequentemente mudem (e.g., mecânica de Newton -> mecânica de Einstein) para ajustar à novas realidades, e se as vezes a ciência mostra as vicissitudes de ser uma construção social, humana (vide umas aberrações tipo a Frenologia. Ou a mania contemporânea de “biologicar” todos os comportamentos, que eu acho suspeitíssima), não temos ferramenta melhor para explorar o mundo e encontrar a verdade empírica.

    Ou você propõe a revelação divina?

    * * *

    Sua proposição do princípio da prudência, levada ao rigor que você aplicá-lo, é absolutamente paralisante:

    E se os animais estiverem no equivalente da condição humana? Como podemos saber? ==> Apliquemos o princípio da prudência e viremos veganos

    E se as plantas estiverem no equivalente da condição humana? Como podemos saber? ==> Apliquemos o princípio da prudência e viremos frutarianos

    Você vai defender essas propostas estapafúrdias?

    * * *

    A ciência muda seus modelos, mas não o faz por capricho. Para grandes afirmações, são requeridas grandes provas.

    Então se você quiser mudar um paradigma que tem se mostrado muito bem sucedido até então (tipo, se quiser mostrar que existe uma possível referência de tempo absoluto), prepare-se para fornecer provas *muito* convincentes.

    O princípio do ônus da prova pode parecer injusto para quem não está habituado ao mundo da troca de idéias, mas é o único mecanismo que permite o que o debate se faça sem que milhares de vozes dissidentes, sem qualquer justificava pertinente, abafem a tênue melodia da razão.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Euzão, você está assumindo sua postura de anti-racionalista?

    Você realmente acha sites do tipo Ciência Alternativa tem o mesmo valor de uma Nature? Você acha que meninas brasileiras anencéfalas que são curiosiodades da literatura médica representam algo mais do que uma demonstração da Teoria dos Valores Extremos ? Você acha que a ciência é “só mais uma opinião”?

    Porque se você tiver chegado a esse grau de anti-racionalismo, querido, eu é que vou declarar sua morte cerebral e abortar essa discussão.

    Debater idéias é super importante (e divertido). Mas fazê-lo com pessoas que sustentam idéias psicóticas de que não é necessário um cérebro para pensar (sem apresentar provas muito clamorosas, vide abaixo) é como lutar boxe com gurizinhos — não tem graça, é perda de tempo e é covardia.

    * * *

    Você está tentando sustentar a posição absurda de que só poderíamos tomar uma decisão se tivéssemos uma certeza absoluta, divina, acima de qualquer suspeita. Não é (e nem pode ser) assim que pessoas racionais funcionam.

    Tudo pode ser questionado (este inclusive é um preceito científico importantíssimo), mas enquanto os modelos vigentes estiverem prevendo bem a realidade, eles são tão bons quanto a realidade.

    Se depois eles se mostrarem errados (isto é, alguém conseguir provar empiricamente que existe alma, e que ela se forma, ou se anexa na fecundação), é preciso ajustar a atitude e lamentar os erros do passado. Mas não se pode ficar paralisado e pagando o preço dessa inação por causa da possibilidade do modelo estar errado.

    E se os modelos científicos frequentemente mudem (e.g., mecânica de Newton -> mecânica de Einstein) para ajustar à novas realidades, e se as vezes a ciência mostra as vicissitudes de ser uma construção social, humana (vide umas aberrações tipo a Frenologia. Ou a mania contemporânea de “biologicar” todos os comportamentos, que eu acho suspeitíssima), não temos ferramenta melhor para explorar o mundo e encontrar a verdade empírica.

    Ou você propõe a revelação divina?

    * * *

    Sua proposição do princípio da prudência, levada ao rigor que você aplicá-lo, é absolutamente paralisante:

    E se os animais estiverem no equivalente da condição humana? Como podemos saber? ==> Apliquemos o princípio da prudência e viremos veganos

    E se as plantas estiverem no equivalente da condição humana? Como podemos saber? ==> Apliquemos o princípio da prudência e viremos frutarianos

    Você vai defender essas propostas estapafúrdias?

    * * *

    A ciência muda seus modelos, mas não o faz por capricho. Para grandes afirmações, são requeridas grandes provas.

    Então se você quiser mudar um paradigma que tem se mostrado muito bem sucedido até então (tipo, se quiser mostrar que existe uma possível referência de tempo absoluto), prepare-se para fornecer provas *muito* convincentes.

    O princípio do ônus da prova pode parecer injusto para quem não está habituado ao mundo da troca de idéias, mas é o único mecanismo que permite o que o debate se faça sem que milhares de vozes dissidentes, sem qualquer justificava pertinente, abafem a tênue melodia da razão.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    (o isto é da alma, foi só um possível exemplo — para os efeitos da nossa discussão, se provarem que uma mórula é sentiente, dá no mesmo)

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    (o isto é da alma, foi só um possível exemplo — para os efeitos da nossa discussão, se provarem que uma mórula é sentiente, dá no mesmo)

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    12 semanas é o tempo médio de formação do SNC. Cada caso é um caso, mas quando estimamos um tempo de tratamento em Medicina, precisa haver algum empirismo.

    Precisaria ver tal video, mas preciso questionar o “debater” do feto. Primeiro pq se ele não tem SNC, não vai ter controle muscular e não vai conseguir se mexer. Segundo pq quando o aspirador entra e começa a sugar o conteúdo, o chacoalhar do líquido amniótico faz o mesmo com o feto, dando a impressão que ele está se debatendo. O que gera uma imagem forte, mais cientificamente improvável de ser o que aparenta.

    Não falo do início do desenvolvimento, mas do funcionamento. É o que a embriologia diz, 12 semanas para formação e funcionamento. Como disse antes, precisa haver empirismo, ou seja, arbitra-se uma média. se não fosse dessa forma, não se trataria ninguém.

    Não tenho dados sobre ondas cerebrais em fetos de 6 semanas. Sobre casos insolúveis, com certeza deve ter acontecido, e são a exceção. Mas justamente são insolúveis por ignorância da ciência atual, um dia chegar-se-á a alguma conclusão.

    Sim, há critérios para se decretar a morte cerebral. O que não impede tais critérios de FALHAREM. Falando nisso, existem dois casos que mesmo o paciente com parada cardíaca e aparente morte cerebral têm que ser mantidos : Intoxicação por barbitúricos e congelamento, se não me engano.

    Eu sabia que viria esse argumento, mas o objetivo é estabelecer um marco. Se o marco para a morte é o fim do SNC, também pode ser o marco para a vida. Se estamos falando de vida em potencial, vai cair naquele argumento da masturbação ser aborto. Afinal, é vida potencial !

    E como disse, é apenas a minha opinião. E dos países mais desenvolvidos do mundo também. São todos monstros homicidas ???

  • http://www.papodehomem.com.br Dr Health

    12 semanas é o tempo médio de formação do SNC. Cada caso é um caso, mas quando estimamos um tempo de tratamento em Medicina, precisa haver algum empirismo.

    Precisaria ver tal video, mas preciso questionar o “debater” do feto. Primeiro pq se ele não tem SNC, não vai ter controle muscular e não vai conseguir se mexer. Segundo pq quando o aspirador entra e começa a sugar o conteúdo, o chacoalhar do líquido amniótico faz o mesmo com o feto, dando a impressão que ele está se debatendo. O que gera uma imagem forte, mais cientificamente improvável de ser o que aparenta.

    Não falo do início do desenvolvimento, mas do funcionamento. É o que a embriologia diz, 12 semanas para formação e funcionamento. Como disse antes, precisa haver empirismo, ou seja, arbitra-se uma média. se não fosse dessa forma, não se trataria ninguém.

    Não tenho dados sobre ondas cerebrais em fetos de 6 semanas. Sobre casos insolúveis, com certeza deve ter acontecido, e são a exceção. Mas justamente são insolúveis por ignorância da ciência atual, um dia chegar-se-á a alguma conclusão.

    Sim, há critérios para se decretar a morte cerebral. O que não impede tais critérios de FALHAREM. Falando nisso, existem dois casos que mesmo o paciente com parada cardíaca e aparente morte cerebral têm que ser mantidos : Intoxicação por barbitúricos e congelamento, se não me engano.

    Eu sabia que viria esse argumento, mas o objetivo é estabelecer um marco. Se o marco para a morte é o fim do SNC, também pode ser o marco para a vida. Se estamos falando de vida em potencial, vai cair naquele argumento da masturbação ser aborto. Afinal, é vida potencial !

    E como disse, é apenas a minha opinião. E dos países mais desenvolvidos do mundo também. São todos monstros homicidas ???

  • Euzão

    SaintCahier

    O problema, meu caro, é que nem ciência dita oficial, nem ciência alternativa são conclusivos.

    É possível (na verdade provável) encontramos na Nature defensores de ambos os lado: anti-aborto e abortistas.

    enfim

  • Euzão

    SaintCahier

    O problema, meu caro, é que nem ciência dita oficial, nem ciência alternativa são conclusivos.

    É possível (na verdade provável) encontramos na Nature defensores de ambos os lado: anti-aborto e abortistas.

    enfim

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Então, para essa discussão não descambar para teorias psicóticas de viver de luz, pensar sem cérebro et cetera, você poderia nos fazer a gentileza de se apoiar em fontes da “ciência dita oficial”.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Então, para essa discussão não descambar para teorias psicóticas de viver de luz, pensar sem cérebro et cetera, você poderia nos fazer a gentileza de se apoiar em fontes da “ciência dita oficial”.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Mas você está respondendo seletivamente às perguntas, Euzão, e deixando para trás um rastro de outras que são muito importantes — talvez já até estejamos chegando a um consenso sem saber.

    — O que para você caracteriza a condição humana?

    — Em que momento ela se configura?

    — Você afinal, concordou comigo que 50% é uma probabilidade inaceitavelmente alta de que o feto sem cérebro tenha atingido o que chamamos de condição humana?

    — Você afinal, concordou comigo que se o direito tem a obrigação de proteger a vida humana, ele não pode se ocupar da vida humana em potencial, sob pena de ações banais passarem a ser caracterisadas como criminosas?

    * * *

    [ Vai mastigando isso, que agora eu tenho que me embonecar, ver gente bonita, e sacudir o esqueleto. Afinal, é SÁBADO À NOITE! ;-) ]

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Mas você está respondendo seletivamente às perguntas, Euzão, e deixando para trás um rastro de outras que são muito importantes — talvez já até estejamos chegando a um consenso sem saber.

    — O que para você caracteriza a condição humana?

    — Em que momento ela se configura?

    — Você afinal, concordou comigo que 50% é uma probabilidade inaceitavelmente alta de que o feto sem cérebro tenha atingido o que chamamos de condição humana?

    — Você afinal, concordou comigo que se o direito tem a obrigação de proteger a vida humana, ele não pode se ocupar da vida humana em potencial, sob pena de ações banais passarem a ser caracterisadas como criminosas?

    * * *

    [ Vai mastigando isso, que agora eu tenho que me embonecar, ver gente bonita, e sacudir o esqueleto. Afinal, é SÁBADO À NOITE! ;-) ]

  • insolente

    Lembro-me que os EUA é um país muito desenvolvido em relação ao restante do mundo. Também lembro do Iraque… Quero dizer, ser um país desenvolvido ou não significa o mesmo que NADA para mim.

    E não, não são todos monstros homicidas. Principalmente vcs, médicos. Creio que muitos são o completo oposto disso. Muitos se dedicam a salvar vidas, independente de todas as dificuldades que essa profissão traz consigo. Então homicidas de jeito nenhum, no máximo utilitaristas em relação a um assunto ainda muito turvo e de difícil resolução.

    Deve-se dizer também que a preocupação em estabelecer marcos e critérios tem como fundamento a manutenção da melhor condição de saúde da pessoa, não o contrário. E quando perguntei sobre o critério para o decreto da morte cerebral, eu perguntei no sentido de ser um critério inquestionável e universal. Ou estamos tratando de uma variedade de critérios?

    Quanto ao vídeo, que se trata da cópia de uma ultrassonografia, o feto não apenas fica agitado no útero, mas também há uma aceleração vertiginosa dos seus batimentos cardíacos. Não foi esse o vídeo que vi na palestra, mas foi semelhante a ele:

    http://www.youtube.com/watch?v=xvshMADC7s0&feature=related

    Já que é pra falarmos em vidas em potencial, não podemos deixar de considerar um enfermo ou um ferido à beira da morte como vida em potencial. Porém, com intervenção médica e dependendo das possibilidades(mesmo que remotas), ele pode ser salvo. Então pra que tentar salvá-lo se não há sentido em falar sobre vida em potencial?

    Mas falando em vida em potencial, também devemos falar sobre assassinato em potencial. Ora! Se o estabelecimento do marco 3 meses não vale a todos, pode-se dizer que fetos com idades menores correm o risco de já estarem com o funcionamento do SNC ativo(suposta vida) e os médicos supostamente sabem muito bem disso. Então abortar fetos com idades menores não seria um crime doloso eventual? Quero dizer, mesmo não querendo que o feto tenha o SNC em funcionamento, aceita-se caso esta seja a eventual realidade e sabe-se de antemão que essa é uma possibilidade razoável.

    Aliás. Esse funcionamento do SNC aos APROXIMADOS 3 meses é pleno ou parcial? O funcionamento é parcial já antes dos 3 meses e vai aumentando gradualmente até chegar ao funcionamento pleno aos 3 meses? Ou é ligado um interruptor nos aproximadamente 3 meses e o SNC começa a funcionar plenamente?

    Mas cá entre nós, Dr. Health… Quantos são os pais que pensam em todas as implicações filosóficas e científicas antes de se decidirem pelo aborto? Quantos realmente estão preocupados se estão correndo o risco de tirar uma vida ou não?

  • insolente

    Lembro-me que os EUA é um país muito desenvolvido em relação ao restante do mundo. Também lembro do Iraque… Quero dizer, ser um país desenvolvido ou não significa o mesmo que NADA para mim.

    E não, não são todos monstros homicidas. Principalmente vcs, médicos. Creio que muitos são o completo oposto disso. Muitos se dedicam a salvar vidas, independente de todas as dificuldades que essa profissão traz consigo. Então homicidas de jeito nenhum, no máximo utilitaristas em relação a um assunto ainda muito turvo e de difícil resolução.

    Deve-se dizer também que a preocupação em estabelecer marcos e critérios tem como fundamento a manutenção da melhor condição de saúde da pessoa, não o contrário. E quando perguntei sobre o critério para o decreto da morte cerebral, eu perguntei no sentido de ser um critério inquestionável e universal. Ou estamos tratando de uma variedade de critérios?

    Quanto ao vídeo, que se trata da cópia de uma ultrassonografia, o feto não apenas fica agitado no útero, mas também há uma aceleração vertiginosa dos seus batimentos cardíacos. Não foi esse o vídeo que vi na palestra, mas foi semelhante a ele:

    http://www.youtube.com/watch?v=xvshMADC7s0&feature=related

    Já que é pra falarmos em vidas em potencial, não podemos deixar de considerar um enfermo ou um ferido à beira da morte como vida em potencial. Porém, com intervenção médica e dependendo das possibilidades(mesmo que remotas), ele pode ser salvo. Então pra que tentar salvá-lo se não há sentido em falar sobre vida em potencial?

    Mas falando em vida em potencial, também devemos falar sobre assassinato em potencial. Ora! Se o estabelecimento do marco 3 meses não vale a todos, pode-se dizer que fetos com idades menores correm o risco de já estarem com o funcionamento do SNC ativo(suposta vida) e os médicos supostamente sabem muito bem disso. Então abortar fetos com idades menores não seria um crime doloso eventual? Quero dizer, mesmo não querendo que o feto tenha o SNC em funcionamento, aceita-se caso esta seja a eventual realidade e sabe-se de antemão que essa é uma possibilidade razoável.

    Aliás. Esse funcionamento do SNC aos APROXIMADOS 3 meses é pleno ou parcial? O funcionamento é parcial já antes dos 3 meses e vai aumentando gradualmente até chegar ao funcionamento pleno aos 3 meses? Ou é ligado um interruptor nos aproximadamente 3 meses e o SNC começa a funcionar plenamente?

    Mas cá entre nós, Dr. Health… Quantos são os pais que pensam em todas as implicações filosóficas e científicas antes de se decidirem pelo aborto? Quantos realmente estão preocupados se estão correndo o risco de tirar uma vida ou não?

  • http://www.supra-sumo.org/ Mário Yanase

    Que idiota! Quer matar o próprio filho! Não sei como uma pessoa consegue ser tão egoísta. Será que ele usa como consolo uma justificativa de que o feto ainda não tem vida? Como não? Está se desenvolvendo, daqui a pouco é um bebê. Se isso já não é vida… o que será então?

  • http://www.supra-sumo.org Mário Yanase

    Que idiota! Quer matar o próprio filho! Não sei como uma pessoa consegue ser tão egoísta. Será que ele usa como consolo uma justificativa de que o feto ainda não tem vida? Como não? Está se desenvolvendo, daqui a pouco é um bebê. Se isso já não é vida… o que será então?

  • outro anônimo

    No começo deste ano tive a infelicidade de ter o mesmo problema que o amigo que postou a dúvida, como ele, tivemos que decidir entre ter a criança ou abortar, pela minha idade e condições sociais decidimos que seria melhor para todos que se esta criança não viesse ao mundo, pois não teriamos condições de dar a ela o básico.

    Buscando informações sobre o assunto descobri sobre o Cytotec que é falado nesse artigo, pesquisei sobre este e conversei com várias pessoas que já tinham feito o procedimento e decidimos que este seria o meio que utilizariamos.

    Conforme orientações do vendedor (formado e já acostumado com o procedimento) segui os passos, a gestação tinha apenas 20 dias, ocorreu sem dor e sangramento muito leve, hoje completamos 30 dias após o procedimento e à três dias ela voltou a ter menstruação normal, nossa relação esta caminhando de volta aonde paramos e estamos mais ciente de nosso atos.

    Não posso dizer que foi a melhor escolha, nem a pior, espero que no futuro possamos ter nosso filho, e já entramos em acordo quanto a adotar uma criança se nossa situação permitir.

    Não queremos reparar nosso erro, queremos dar oportunidades à alguem, oportunidade que esta criança que estava por vir não teria!!

    Não estou arrependido, nem satisfeito com o resultado, foi um grande choque para nós dois, e sempre choramos quando lembramos do ocorrido e creio que isso irá acontecer pelo resto de nossas vidas, não tem como esquecer de algo assim.

    Não creio que os politicos que ajudei a colocar no poder estão capacitados a dizer se estou prontou ou não para ter um filho, e se é de minha responsábilidade assumir meus erros, creio que esta é uma decisão que cabe ao casal, principalmente a mãe, não me livro de culpa neste pensamento, mas garanto a todos, que quem vai ter que passar o resto da vida tirando esforços de, sabe deus daonde, para educar uma criança que não tem nada a ver com a imaturidade do pai ou da mãe, não é o governante que decide que é ilegal e sim você, que esta passando por este grande problema.

    Boa sorte a todos que estão nessa jornada de decisão, saibam que qualquer decisão que chegarem em comum acordo, nunca estará 100% certa ou 100% errada, vocês apenas escolheram 1 caminho, nenhum deles é o mais fácil ou o mais dificil, nenhum deles te levará para um lugar melhor, o que muda é apenas como sua vida seguirá, e o que poderá fazer para reparar o “erro” cometido, seja educando a criança, ou educando as futuras gerações para não terem vergonha de sua sexualidade ou medo da mãe achar a caixa de anticoncepcional.

    Se forem usar Cytotec, não façam isso sozinhos, tenham pelo menos um amigo ou parente mais próximo por perto para ajudar, tenham certeza que o remédio é verdadeiro (tem mta farinha por ai), sigam as doses recomendadas, não entrem em desespero, preservem a vida da mãe, sigam em frente.

  • outro anônimo

    No começo deste ano tive a infelicidade de ter o mesmo problema que o amigo que postou a dúvida, como ele, tivemos que decidir entre ter a criança ou abortar, pela minha idade e condições sociais decidimos que seria melhor para todos que se esta criança não viesse ao mundo, pois não teriamos condições de dar a ela o básico.

    Buscando informações sobre o assunto descobri sobre o Cytotec que é falado nesse artigo, pesquisei sobre este e conversei com várias pessoas que já tinham feito o procedimento e decidimos que este seria o meio que utilizariamos.

    Conforme orientações do vendedor (formado e já acostumado com o procedimento) segui os passos, a gestação tinha apenas 20 dias, ocorreu sem dor e sangramento muito leve, hoje completamos 30 dias após o procedimento e à três dias ela voltou a ter menstruação normal, nossa relação esta caminhando de volta aonde paramos e estamos mais ciente de nosso atos.

    Não posso dizer que foi a melhor escolha, nem a pior, espero que no futuro possamos ter nosso filho, e já entramos em acordo quanto a adotar uma criança se nossa situação permitir.

    Não queremos reparar nosso erro, queremos dar oportunidades à alguem, oportunidade que esta criança que estava por vir não teria!!

    Não estou arrependido, nem satisfeito com o resultado, foi um grande choque para nós dois, e sempre choramos quando lembramos do ocorrido e creio que isso irá acontecer pelo resto de nossas vidas, não tem como esquecer de algo assim.

    Não creio que os politicos que ajudei a colocar no poder estão capacitados a dizer se estou prontou ou não para ter um filho, e se é de minha responsábilidade assumir meus erros, creio que esta é uma decisão que cabe ao casal, principalmente a mãe, não me livro de culpa neste pensamento, mas garanto a todos, que quem vai ter que passar o resto da vida tirando esforços de, sabe deus daonde, para educar uma criança que não tem nada a ver com a imaturidade do pai ou da mãe, não é o governante que decide que é ilegal e sim você, que esta passando por este grande problema.

    Boa sorte a todos que estão nessa jornada de decisão, saibam que qualquer decisão que chegarem em comum acordo, nunca estará 100% certa ou 100% errada, vocês apenas escolheram 1 caminho, nenhum deles é o mais fácil ou o mais dificil, nenhum deles te levará para um lugar melhor, o que muda é apenas como sua vida seguirá, e o que poderá fazer para reparar o “erro” cometido, seja educando a criança, ou educando as futuras gerações para não terem vergonha de sua sexualidade ou medo da mãe achar a caixa de anticoncepcional.

    Se forem usar Cytotec, não façam isso sozinhos, tenham pelo menos um amigo ou parente mais próximo por perto para ajudar, tenham certeza que o remédio é verdadeiro (tem mta farinha por ai), sigam as doses recomendadas, não entrem em desespero, preservem a vida da mãe, sigam em frente.

  • http://desativadoporpoucouso.blogspot.com Agronopolos

    Bem
    Esse é aquele tema que será de uma discussão daquelas…
    A minha opinião é o seguinte:
    Até os 3 meses o feto não tem atividades cerebrais (portanto não há alma nela possivelmente) – aborto aprovado por mim
    Após isso há atividade cerebral (possível existência de alma) – aborto reprovado

    Outra possibilidade é um projeto que está em tramite em alguma câmara do Brasil:

    Que é o Parto anônimo

    Como é ele:

    A grávida basicamente avisa para o medico que quer fazer este parto e a criança vai direto para a doação sem ter o nome da mãe (pois ela renegou o direito a maternidade) e ela não terá direito de voltar atrás depois que esta criança foi adotada

    Basicamente é isso (se não me engano)

    Sei que o parto anônimo é triste mas é melhor que matar uma pessoa que tem uma alma né?

  • http://desativadoporpoucouso.blogspot.com Agronopolos

    Bem
    Esse é aquele tema que será de uma discussão daquelas…
    A minha opinião é o seguinte:
    Até os 3 meses o feto não tem atividades cerebrais (portanto não há alma nela possivelmente) – aborto aprovado por mim
    Após isso há atividade cerebral (possível existência de alma) – aborto reprovado

    Outra possibilidade é um projeto que está em tramite em alguma câmara do Brasil:

    Que é o Parto anônimo

    Como é ele:

    A grávida basicamente avisa para o medico que quer fazer este parto e a criança vai direto para a doação sem ter o nome da mãe (pois ela renegou o direito a maternidade) e ela não terá direito de voltar atrás depois que esta criança foi adotada

    Basicamente é isso (se não me engano)

    Sei que o parto anônimo é triste mas é melhor que matar uma pessoa que tem uma alma né?

  • Irene Mara

    Eu pessoalmente, sou completamnte contra o aborto. Só se for em condições: gravidez ectópíca ou outros riscos de vida materna, ou algum agravamento psicológico( estupro ).
    Na França antiga, aborteira já foi guilhotinada, e hoje, o aborto medicamentoso pode ser feito pelo médico da família, até a 12 semanas. Na Índia é legalizado, mas a maioria continua a fazer o clandestino ( as mulheres só querem ter filhos homens ). O risco sempre existe
    ( hemorragia, infecções, transtornos psicológicos,esterilidade, etc). Como aqui no Brasil não é legalizado, quem faz aborto está correndo dois tipos de riscos ( penal e vital )

  • Irene Mara

    Eu pessoalmente, sou completamnte contra o aborto. Só se for em condições: gravidez ectópíca ou outros riscos de vida materna, ou algum agravamento psicológico( estupro ).
    Na França antiga, aborteira já foi guilhotinada, e hoje, o aborto medicamentoso pode ser feito pelo médico da família, até a 12 semanas. Na Índia é legalizado, mas a maioria continua a fazer o clandestino ( as mulheres só querem ter filhos homens ). O risco sempre existe
    ( hemorragia, infecções, transtornos psicológicos,esterilidade, etc). Como aqui no Brasil não é legalizado, quem faz aborto está correndo dois tipos de riscos ( penal e vital )

  • Euzão

    — O que para você caracteriza a condição humana?

    Não faço a menor idéias.

    — Em que momento ela se configura?

    Quando a vida se inicia. A próxima pergunta: quando se iniciai a vida humana: – Não sei, como tenho dito desde o início. (Por isso princípio da prudência)

    Mas creio que, a partir da fecundação e uma semana após ocorre o “princípio de vida humana”. Uma espermatozóide não tem como tornar-se vida humana sem que haja o encontro (fecundação) com o óvulo.

    PRa mim, por isso, espermatozóide é uma simples célula como outra qualquer, e matá-la não significa matar vida humana.

    Vc deve ter percebido que eu disse “eu creio”. Afinal não é certeza e não cabe a mim dirimila. Cabe à ciência e aos filósofos.

    — Você afinal, concordou comigo que 50% é uma probabilidade inaceitavelmente alta de que o feto sem cérebro tenha atingido o que chamamos de condição humana?

    Não, uma vez que não sei o que é condição humana. O pouco de idéia que faço, a condição humana só se inicia graças ao princípio de condição humana, e acabar com o rpincípio é acabar com a chance de haver condição humana.

    — Você afinal, concordou comigo que se o direito tem a obrigação de proteger a vida humana, ele não pode se ocupar da vida humana em potencial, sob pena de ações banais passarem a ser caracterisadas como criminosas?

    Mas não é vida humana em potencial, é vida em condição humana EM PRINCÌPIO. É o princípio de vida em condição humana, e não o potencial de vida em condição humana.

  • Euzão

    — O que para você caracteriza a condição humana?

    Não faço a menor idéias.

    — Em que momento ela se configura?

    Quando a vida se inicia. A próxima pergunta: quando se iniciai a vida humana: – Não sei, como tenho dito desde o início. (Por isso princípio da prudência)

    Mas creio que, a partir da fecundação e uma semana após ocorre o “princípio de vida humana”. Uma espermatozóide não tem como tornar-se vida humana sem que haja o encontro (fecundação) com o óvulo.

    PRa mim, por isso, espermatozóide é uma simples célula como outra qualquer, e matá-la não significa matar vida humana.

    Vc deve ter percebido que eu disse “eu creio”. Afinal não é certeza e não cabe a mim dirimila. Cabe à ciência e aos filósofos.

    — Você afinal, concordou comigo que 50% é uma probabilidade inaceitavelmente alta de que o feto sem cérebro tenha atingido o que chamamos de condição humana?

    Não, uma vez que não sei o que é condição humana. O pouco de idéia que faço, a condição humana só se inicia graças ao princípio de condição humana, e acabar com o rpincípio é acabar com a chance de haver condição humana.

    — Você afinal, concordou comigo que se o direito tem a obrigação de proteger a vida humana, ele não pode se ocupar da vida humana em potencial, sob pena de ações banais passarem a ser caracterisadas como criminosas?

    Mas não é vida humana em potencial, é vida em condição humana EM PRINCÌPIO. É o princípio de vida em condição humana, e não o potencial de vida em condição humana.

  • zé..

    ai anônimo fez a merda agora assume. camisinha tá baratinha. anti-concepcional já tá bem conhecido.

    acho que o aborto no seu caso é justo se você fizer vesectomia e sua mina laqueadura

    aí nos livramos de três problemas: 1 filho indesejado e dois imbecis férteis…

  • zé..

    ai anônimo fez a merda agora assume. camisinha tá baratinha. anti-concepcional já tá bem conhecido.

    acho que o aborto no seu caso é justo se você fizer vesectomia e sua mina laqueadura

    aí nos livramos de três problemas: 1 filho indesejado e dois imbecis férteis…

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Euzão,

    Eu acho que nas duas últimas perguntas, você se posicionou muito claramente e agradeço. Acho suas posições defensáveis, entretanto, a não ser que você queira s contradizer, dado o princípio da prudência, temos que:

    — Eliminar o uso da pílula do dia seguinte e do DIU;

    — Eliminar o aborto em casos de estupro;

    — Eliminar a doação de órgãos em caso de morte cerebral (a não ser que a legislação seja compatibilizada para aceitar o possível suicídio autorizado).

    * * *

    Quanto à primeira pergunta, a que você não faz a menor idéia, eu acho que seria bom pensar nela. Pode levá-lo a conclusões surpreendentes.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Euzão,

    Eu acho que nas duas últimas perguntas, você se posicionou muito claramente e agradeço. Acho suas posições defensáveis, entretanto, a não ser que você queira s contradizer, dado o princípio da prudência, temos que:

    — Eliminar o uso da pílula do dia seguinte e do DIU;

    — Eliminar o aborto em casos de estupro;

    — Eliminar a doação de órgãos em caso de morte cerebral (a não ser que a legislação seja compatibilizada para aceitar o possível suicídio autorizado).

    * * *

    Quanto à primeira pergunta, a que você não faz a menor idéia, eu acho que seria bom pensar nela. Pode levá-lo a conclusões surpreendentes.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Eu pessoalmente, sou completamnte contra o aborto. Só se for em condições: gravidez ectópíca ou outros riscos de vida materna, ou algum agravamento psicológico( estupro ).

    Quais outras condições além do estupro você consideraria agravamento psicológico suficiente para autorizar um aborto legal?

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Eu pessoalmente, sou completamnte contra o aborto. Só se for em condições: gravidez ectópíca ou outros riscos de vida materna, ou algum agravamento psicológico( estupro ).

    Quais outras condições além do estupro você consideraria agravamento psicológico suficiente para autorizar um aborto legal?

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Já que é pra falarmos em vidas em potencial, não podemos deixar de considerar um enfermo ou um ferido à beira da morte como vida em potencial.

    Você mesmo deve ter percebido o tamanho da falácia desse argumento, não é mesmo? Um doente ou ferido é alguém que atingiu a condição humana e pode potencialmente perdê-la. Um feto sem cérebro minimamente formado é alguém que não atingiu a condição humana e pode potencialmente ganhá-la. As situações são simétricas, não idênticas, e se o dever do médico for proteger a vida *humana* (em oposição à vida potencial), ele tem total obrigação com o doente, mas nenhuma com o feto.

    * * *

    Quanto ao feto acelerar coração, etc., lembre-se que pessoas com o telencéfalo totalmente destruido também tem reações. Muitas reações são determinadas pelo bulbo, hipotálamo, etc… e não tem nada a ver com aquilo que chamamos de “cérebro superior”. Raios! Existem alguns arcos reflexos que se dão a nível da medula!

    Então ter reatividade não é sinônimo de ter atingido a condição humana. Senão, o que você faria com aquelas plantas “sensitivas”, tipo a maria-fecha-porta (Mimosa sensitiva).

    Se você lê inglês, tem um sumário do desenvolvimento fetal na Wikipedia anglófona muito interessante:

    http://en.wikipedia.org/wiki/Fetus § Development.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Já que é pra falarmos em vidas em potencial, não podemos deixar de considerar um enfermo ou um ferido à beira da morte como vida em potencial.

    Você mesmo deve ter percebido o tamanho da falácia desse argumento, não é mesmo? Um doente ou ferido é alguém que atingiu a condição humana e pode potencialmente perdê-la. Um feto sem cérebro minimamente formado é alguém que não atingiu a condição humana e pode potencialmente ganhá-la. As situações são simétricas, não idênticas, e se o dever do médico for proteger a vida *humana* (em oposição à vida potencial), ele tem total obrigação com o doente, mas nenhuma com o feto.

    * * *

    Quanto ao feto acelerar coração, etc., lembre-se que pessoas com o telencéfalo totalmente destruido também tem reações. Muitas reações são determinadas pelo bulbo, hipotálamo, etc… e não tem nada a ver com aquilo que chamamos de “cérebro superior”. Raios! Existem alguns arcos reflexos que se dão a nível da medula!

    Então ter reatividade não é sinônimo de ter atingido a condição humana. Senão, o que você faria com aquelas plantas “sensitivas”, tipo a maria-fecha-porta (Mimosa sensitiva).

    Se você lê inglês, tem um sumário do desenvolvimento fetal na Wikipedia anglófona muito interessante:

    http://en.wikipedia.org/wiki/Fetus § Development.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    iEuzão,

    Eu acho que nas duas últimas perguntas

    nas três* últimas, perdão.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    iEuzão,

    Eu acho que nas duas últimas perguntas

    nas três* últimas, perdão.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    O risco sempre existe ( hemorragia, infecções, transtornos psicológicos,esterilidade, etc ).

    Um aborto feito em condilções precárias de conhecimento e higiene é uma coisa arriscadíssimas, mas um aborto limpo e esclarecido, feito até a 12a semana (na verdade até a 16a, embora o 4o mês já seja um aborto tecnicamente bem mais difícil — e controverso) apresenta menos chances de complicações do que levar a gravidez a termo!

    Mas temos que considerar que dados os ricos inaceitáveis que aceitamos correr no dia a dia (andar de carro, andar de moto!!, atravessar a rua fora da faixa, etc…) tanto o aborto (médico) quanto a gravidez são extremamente seguros.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    O risco sempre existe ( hemorragia, infecções, transtornos psicológicos,esterilidade, etc ).

    Um aborto feito em condilções precárias de conhecimento e higiene é uma coisa arriscadíssimas, mas um aborto limpo e esclarecido, feito até a 12a semana (na verdade até a 16a, embora o 4o mês já seja um aborto tecnicamente bem mais difícil — e controverso) apresenta menos chances de complicações do que levar a gravidez a termo!

    Mas temos que considerar que dados os ricos inaceitáveis que aceitamos correr no dia a dia (andar de carro, andar de moto!!, atravessar a rua fora da faixa, etc…) tanto o aborto (médico) quanto a gravidez são extremamente seguros.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Esse funcionamento do SNC aos APROXIMADOS 3 meses é pleno ou parcial? O funcionamento é parcial já antes dos 3 meses e vai aumentando gradualmente até chegar ao funcionamento pleno aos 3 meses? Ou é ligado um interruptor nos aproximadamente 3 meses e o SNC começa a funcionar plenamente?

    Na verdade o 3o mes é uma margem muito segura. O SNC está num estado muito inicial de desenvolvimento, e há outras vantagens pragmáticas (tamanho do feto, simplicidade da intervenção, etc.) que fazem com que este seja às vezes escolhido como um ponto de corte para permitir ou não o aborto eletivo.

    Desenvolvimento do SNC não é, como você diz, o ligar de um interruptor. Na verdade, estudos recentes mostram que algumas áreas cerebrais só cristalizam sua forma definitiva aos 25 anos!! (mas eu tenho que checar isso, então aceite com um grão de sal). De qualquer forma, nos primeiros anos de vida pós uterina, o SNC ainda está em pleno desenvolvimento.

    Considere entretanto que no 3o mês os centros da dor ainda estão ausentes, só após o 4o mês é que o feto completou o SNC o suficiente para controlar a maior parte das funções corporais, e só após o 5o mês (em que o feto — com 20 cm em média — ainda cabe na palma na mão) é que existe a mínima possibilidade do feto sobreviver fora do útero.

    Então o 3o mês na verdade é uma margem *bem* segura.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Esse funcionamento do SNC aos APROXIMADOS 3 meses é pleno ou parcial? O funcionamento é parcial já antes dos 3 meses e vai aumentando gradualmente até chegar ao funcionamento pleno aos 3 meses? Ou é ligado um interruptor nos aproximadamente 3 meses e o SNC começa a funcionar plenamente?

    Na verdade o 3o mes é uma margem muito segura. O SNC está num estado muito inicial de desenvolvimento, e há outras vantagens pragmáticas (tamanho do feto, simplicidade da intervenção, etc.) que fazem com que este seja às vezes escolhido como um ponto de corte para permitir ou não o aborto eletivo.

    Desenvolvimento do SNC não é, como você diz, o ligar de um interruptor. Na verdade, estudos recentes mostram que algumas áreas cerebrais só cristalizam sua forma definitiva aos 25 anos!! (mas eu tenho que checar isso, então aceite com um grão de sal). De qualquer forma, nos primeiros anos de vida pós uterina, o SNC ainda está em pleno desenvolvimento.

    Considere entretanto que no 3o mês os centros da dor ainda estão ausentes, só após o 4o mês é que o feto completou o SNC o suficiente para controlar a maior parte das funções corporais, e só após o 5o mês (em que o feto — com 20 cm em média — ainda cabe na palma na mão) é que existe a mínima possibilidade do feto sobreviver fora do útero.

    Então o 3o mês na verdade é uma margem *bem* segura.

  • Irene Mara

    Agronopolos- Achei boa essa idéia do Parto Anônimo. A mãe tem até 8 semanas para entregar a criança para a casa de abrigo. Evitaria muitos abortos e crianças abandonadas em lixão, jogadas em rio etc.

    Saint Cahier – malformação fetal por exemplo ” Não é toda mãe que tem estrutura para gerar um filho, que não terá condições de vida pós uterina. A outra questão: Realmente, as mortes maternas estão diretamente relacionadas à deficiência da qualidade dos serviços de saúde oferecido à mulher. Prova disso:
    A Africa deve ser (1/25) para Europa (1/2500) Mas todo procedimento envolve um grau de risco, e esse está nas mãos de Deus.

  • Irene Mara

    Agronopolos- Achei boa essa idéia do Parto Anônimo. A mãe tem até 8 semanas para entregar a criança para a casa de abrigo. Evitaria muitos abortos e crianças abandonadas em lixão, jogadas em rio etc.

    Saint Cahier – malformação fetal por exemplo ” Não é toda mãe que tem estrutura para gerar um filho, que não terá condições de vida pós uterina. A outra questão: Realmente, as mortes maternas estão diretamente relacionadas à deficiência da qualidade dos serviços de saúde oferecido à mulher. Prova disso:
    A Africa deve ser (1/25) para Europa (1/2500) Mas todo procedimento envolve um grau de risco, e esse está nas mãos de Deus.

  • Irene Mara

    No meu entender Vida é Vida. Após a fecundação, é uma vida. E todos nós já passamos por esse estágio. Aborto em q.q.momento é um ato muito triste.

  • Irene Mara

    No meu entender Vida é Vida. Após a fecundação, é uma vida. E todos nós já passamos por esse estágio. Aborto em q.q.momento é um ato muito triste.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    No meu entender Vida é Vida. Após a fecundação, é uma vida. E todos nós já passamos por esse estágio. Aborto em q.q.momento é um ato muito triste.

    Mas essa definição de que qualquer Homo sapiens sapiens vivo biologicamente está na condição humana leva a conseqüências jurídicas muito espinhosas — vide meu post acima.

    Sobre o aborto ser tristíssimo, nisso concordamos.

    Mas não posso concordar que “tristeza” seja um critério razoável para definir um comportamento criminoso — e portanto, passível de cerceamento do Estado.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    No meu entender Vida é Vida. Após a fecundação, é uma vida. E todos nós já passamos por esse estágio. Aborto em q.q.momento é um ato muito triste.

    Mas essa definição de que qualquer Homo sapiens sapiens vivo biologicamente está na condição humana leva a conseqüências jurídicas muito espinhosas — vide meu post acima.

    Sobre o aborto ser tristíssimo, nisso concordamos.

    Mas não posso concordar que “tristeza” seja um critério razoável para definir um comportamento criminoso — e portanto, passível de cerceamento do Estado.

  • Marcus

    Seja HOMEM e assuma a MERDA que você fez.

    Simples assim.

  • Marcus

    Seja HOMEM e assuma a MERDA que você fez.

    Simples assim.

  • insolente

    Esse conceito de que a vida se dá com o funcionamento do SNC é bastante arbitrário. É bem como aqueles conceitos tribais que falam que o jovem, ao ter seus 14 anos completos, como num passe de mágica, se transforma em um homem adulto. Quero dizer, não há o mínimo respaldo lógico que o funcionamento do SNC seja realmente o que se intitula de vida. Ainda é muito nebuloso o conceito vida, ainda mais o conceito “condição humana”. Aceitar essas convenções sem ao mínimo questionar é o mesmo que morrer para o ato pensar. E não é muito difícil perceber que, mesmo no âmbito desse conceito dos três meses, não há consenso. Vide a “margem bem segura” do SaintCahier e a “média arbitrada exigida pelo empirismo” que o Dr. Health citou. Isso tudo me lembra que o significado de morte era a parada dos batimentos cardíacos. Pouco tempo depois falava-se em morte cerebral. Hoje já se fala em aparente morte cerebral. Isso para não mencionar toda a nebulosidade entorno da neurologia.

    Agora o que é mais triste do que o aborto é a hipocrisia e a prática distorciva de alguns abortistas. Eles vestem a camiseta do “a mesma ciência que salva vidas é a que diz pra abortar”. Detalhe é que, dentro dessa entidade chamada ciência, não há este consenso.

    Prefiro ir com Sócrates e o seu “só sei que nada sei” do que ficar com uma mentezinha miúda e fechada. Estou aberto ao que ainda não conheço e sei que não é difícil ver seus traços. Não sou arrogante ao ponto de considerar que tudo que existe no mundo é puro reflexo do conhecimento que possuo.

  • insolente

    Esse conceito de que a vida se dá com o funcionamento do SNC é bastante arbitrário. É bem como aqueles conceitos tribais que falam que o jovem, ao ter seus 14 anos completos, como num passe de mágica, se transforma em um homem adulto. Quero dizer, não há o mínimo respaldo lógico que o funcionamento do SNC seja realmente o que se intitula de vida. Ainda é muito nebuloso o conceito vida, ainda mais o conceito “condição humana”. Aceitar essas convenções sem ao mínimo questionar é o mesmo que morrer para o ato pensar. E não é muito difícil perceber que, mesmo no âmbito desse conceito dos três meses, não há consenso. Vide a “margem bem segura” do SaintCahier e a “média arbitrada exigida pelo empirismo” que o Dr. Health citou. Isso tudo me lembra que o significado de morte era a parada dos batimentos cardíacos. Pouco tempo depois falava-se em morte cerebral. Hoje já se fala em aparente morte cerebral. Isso para não mencionar toda a nebulosidade entorno da neurologia.

    Agora o que é mais triste do que o aborto é a hipocrisia e a prática distorciva de alguns abortistas. Eles vestem a camiseta do “a mesma ciência que salva vidas é a que diz pra abortar”. Detalhe é que, dentro dessa entidade chamada ciência, não há este consenso.

    Prefiro ir com Sócrates e o seu “só sei que nada sei” do que ficar com uma mentezinha miúda e fechada. Estou aberto ao que ainda não conheço e sei que não é difícil ver seus traços. Não sou arrogante ao ponto de considerar que tudo que existe no mundo é puro reflexo do conhecimento que possuo.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Querido, atitudes to tipo “só sei que nada sei” e que “todas as opiniões são válidas” são muito bonitas e democráticas e ficam ótimas na boca de Sócrates (que foi um gênio, mas cometeu cada cagada que eu nem te conto) — só que com um discorso anti-racional desses torna qualquer debate intelectual impossível. Vira tudo achismo.

    Eu acho perfeitamente defensável que você não queira colocar a existência de um SNC funcionante como condição para a vida humana — mas as conseqüências jurídicas são muito espinhosas (Vide o post sobre DIU, pílula do dia seguinte e doadores de órgãos com morte cerebral).

    Eu acho ótimo que você questione os modelos e convenções. Não só pode como deve! Mas questionar sem propor alternativas consistentes é uma atitude intelectual, ainda que aceitável, muito cômoda e pouco prática.

    Você gostaria de ter certeza absoluta, divina, inquiestinável? Não vá buscar na ciência. Ela nunca se propôs a isso.

    * * *

    A ciência não prescreve comportamentos morais. Quando você diz “dentro dessa entidade chamada ciência não há esse consenso” vocês está querendo dizer o quê? Que não há consenso que um cérebro seja necessário para pensar, sentir dor, etc.? Eu acho que você vai encontrar mais consenso do que espera.

    * * *

    Vocês estão agindo como se a proibição do aborto e a decisão de sempre levar a gravidez a cabo (afora as exceções extremas aí de estupro, anencefalia etc.) fosse de custo baixo. Não é. Nem para os pais, nem para a possível futura criança, nem para a sociedade.

    Forçar pais que não desejam levar uma gravidez a cabo a fazê-lo implica em diversos custos psicológicos, econômicos e sociais (há inclusive uns indicadores interessantíssimos ligando a queda da criminalidade nos EEUU nos anos 90 à decisão de permitir o aborto nos anos 70).

    Eu acho que existem alternativas como o parto anônimo que podem e devem ser apresentadas às mães. Mas se o aborto apresenta um custo de sofrimento psicológico, o parto anônimo também o faz!

    Pimenta nos olhos dos outros é refresco.

    Minha questão é se fundamentar a proibição do aborto em argumentos racionais e consistentes, não em condenar moralmente a decisão do casal por causa de “gut feeling” ou motivações religiosas pessoais.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Querido, atitudes to tipo “só sei que nada sei” e que “todas as opiniões são válidas” são muito bonitas e democráticas e ficam ótimas na boca de Sócrates (que foi um gênio, mas cometeu cada cagada que eu nem te conto) — só que com um discorso anti-racional desses torna qualquer debate intelectual impossível. Vira tudo achismo.

    Eu acho perfeitamente defensável que você não queira colocar a existência de um SNC funcionante como condição para a vida humana — mas as conseqüências jurídicas são muito espinhosas (Vide o post sobre DIU, pílula do dia seguinte e doadores de órgãos com morte cerebral).

    Eu acho ótimo que você questione os modelos e convenções. Não só pode como deve! Mas questionar sem propor alternativas consistentes é uma atitude intelectual, ainda que aceitável, muito cômoda e pouco prática.

    Você gostaria de ter certeza absoluta, divina, inquiestinável? Não vá buscar na ciência. Ela nunca se propôs a isso.

    * * *

    A ciência não prescreve comportamentos morais. Quando você diz “dentro dessa entidade chamada ciência não há esse consenso” vocês está querendo dizer o quê? Que não há consenso que um cérebro seja necessário para pensar, sentir dor, etc.? Eu acho que você vai encontrar mais consenso do que espera.

    * * *

    Vocês estão agindo como se a proibição do aborto e a decisão de sempre levar a gravidez a cabo (afora as exceções extremas aí de estupro, anencefalia etc.) fosse de custo baixo. Não é. Nem para os pais, nem para a possível futura criança, nem para a sociedade.

    Forçar pais que não desejam levar uma gravidez a cabo a fazê-lo implica em diversos custos psicológicos, econômicos e sociais (há inclusive uns indicadores interessantíssimos ligando a queda da criminalidade nos EEUU nos anos 90 à decisão de permitir o aborto nos anos 70).

    Eu acho que existem alternativas como o parto anônimo que podem e devem ser apresentadas às mães. Mas se o aborto apresenta um custo de sofrimento psicológico, o parto anônimo também o faz!

    Pimenta nos olhos dos outros é refresco.

    Minha questão é se fundamentar a proibição do aborto em argumentos racionais e consistentes, não em condenar moralmente a decisão do casal por causa de “gut feeling” ou motivações religiosas pessoais.

  • http://desativadoporpoucouso.blogspot.com Agronopolos

    Saint Claire:

    Se for assim você está colaborando com VÁRIOS CRIMES todo os dias
    Motivo vc vive comendo seres mortos e está pagando por isso
    E estou dizendo desde as verduras até as carnes e outros

    O problema do ser humano é que queremos definir tudo e considerar fora de ética algumas delas

    Se continuarmos nos reproduzindo sem controle ates da gravidez ou após a fecundação logo o planeta terra estará literalmente LOTADO sem condições para alimentar todos, ai teremos de fazer aborto forçado (diga-se de passagem na China já temos algo assim)

  • http://desativadoporpoucouso.blogspot.com Agronopolos

    Saint Claire:

    Se for assim você está colaborando com VÁRIOS CRIMES todo os dias
    Motivo vc vive comendo seres mortos e está pagando por isso
    E estou dizendo desde as verduras até as carnes e outros

    O problema do ser humano é que queremos definir tudo e considerar fora de ética algumas delas

    Se continuarmos nos reproduzindo sem controle ates da gravidez ou após a fecundação logo o planeta terra estará literalmente LOTADO sem condições para alimentar todos, ai teremos de fazer aborto forçado (diga-se de passagem na China já temos algo assim)

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Agro, estou partindo do pressuposto de que a definição deles* se limita a descerebrados da espécie Homo sapiens sapiens (o que é arbitrário, mas defensável).

    Se formos extender para todos os descerebrados, all hell break loose.

    O problema do ser humano é que queremos definir tudo e considerar fora de ética algumas delas

    Mas como seria possível viver em sociedade sem definir as coisas e decidir que algumas delas devem ser proibidas?!

    Ou você realmente acredita que a anarquia seria menos cagada do que a nossa atual cagadinha?

    * você entendeu, espero, que eu sou contra a proibição do Estado ao aborto de fetos de 12a semana.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Agro, estou partindo do pressuposto de que a definição deles* se limita a descerebrados da espécie Homo sapiens sapiens (o que é arbitrário, mas defensável).

    Se formos extender para todos os descerebrados, all hell break loose.

    O problema do ser humano é que queremos definir tudo e considerar fora de ética algumas delas

    Mas como seria possível viver em sociedade sem definir as coisas e decidir que algumas delas devem ser proibidas?!

    Ou você realmente acredita que a anarquia seria menos cagada do que a nossa atual cagadinha?

    * você entendeu, espero, que eu sou contra a proibição do Estado ao aborto de fetos de 12a semana.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Todo mundo está me chamando de Saint Claire é por brincadeirinha (que não me incomoda) ou por dislexia? :-D :-D :-D

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Todo mundo está me chamando de Saint Claire é por brincadeirinha (que não me incomoda) ou por dislexia? :-D :-D :-D

  • http://thaisrezendeb.blogspot.com/ Thaís

    Esse post me deu arrepios, como o assunto sempre me dá. Li-o por inteiro, mas não tive paciência de ler todos os comentários. Apenas percebi que a maioria dos comentários são de homens. Me perdoem se estiver sendo repetitiva.

    Tenho 24 anos e uma filha de 3, quando fiquei grávida estava prestes a fazer vestibular e tinha a minha vida toda planejada. De repente, uma bomba, a notícia de uma gravidez. Por mais que o meu relacionamento fosse sério e a gente morasse praticamente junto, não era o que esperávamos. A maioria não espera.

    NUNCA, JAMAIS, EM HIPÓTESE ALGUMA pensamos em aborto, fomos maduros o suficiente para assumir a responsabilidade.

    Por mais que esta gravidez tenha atrasado nossos planos, NADA pagaria os momentos que tive até hoje. Lembro-me quando a recebi em meus braços, ainda meio boba com tanta novidade, das vezes que chorei acreditando que não estava sendo uma boa mãe.

    Enfim, a vida continua. Este ano voltei a estudar, com um novo propósito, não mais para saciar minha vontade de estudar, mas pensando naquele pequeno ser, encantador, para dar uma vida melhor a ela.

    Neste momento a única cena que me vem à cabeça e que pode expressar o sentimento é o dia em que minha filha me chamou, até seu berço para dizer que me amava (choro).

    Sinceramente, não posso nem pensar em viver sem a minha princesinha. Só de pensar na idéia sinto calafrios.

    A minha intenção com este comentário não é fazer com que alguém mude de idéia, apenas ilustrar a realidade de alguém que passou pela situação. E que está muito feliz pela escolha.

  • http://thaisrezendeb.blogspot.com Thaís

    Esse post me deu arrepios, como o assunto sempre me dá. Li-o por inteiro, mas não tive paciência de ler todos os comentários. Apenas percebi que a maioria dos comentários são de homens. Me perdoem se estiver sendo repetitiva.

    Tenho 24 anos e uma filha de 3, quando fiquei grávida estava prestes a fazer vestibular e tinha a minha vida toda planejada. De repente, uma bomba, a notícia de uma gravidez. Por mais que o meu relacionamento fosse sério e a gente morasse praticamente junto, não era o que esperávamos. A maioria não espera.

    NUNCA, JAMAIS, EM HIPÓTESE ALGUMA pensamos em aborto, fomos maduros o suficiente para assumir a responsabilidade.

    Por mais que esta gravidez tenha atrasado nossos planos, NADA pagaria os momentos que tive até hoje. Lembro-me quando a recebi em meus braços, ainda meio boba com tanta novidade, das vezes que chorei acreditando que não estava sendo uma boa mãe.

    Enfim, a vida continua. Este ano voltei a estudar, com um novo propósito, não mais para saciar minha vontade de estudar, mas pensando naquele pequeno ser, encantador, para dar uma vida melhor a ela.

    Neste momento a única cena que me vem à cabeça e que pode expressar o sentimento é o dia em que minha filha me chamou, até seu berço para dizer que me amava (choro).

    Sinceramente, não posso nem pensar em viver sem a minha princesinha. Só de pensar na idéia sinto calafrios.

    A minha intenção com este comentário não é fazer com que alguém mude de idéia, apenas ilustrar a realidade de alguém que passou pela situação. E que está muito feliz pela escolha.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Apenas percebi que a maioria dos comentários são de homens.

    Eu também já tinha reparado isso e fiquei me perguntando o por que. :-)

    A minha intenção com este comentário não é fazer com que alguém mude de idéia, apenas ilustrar a realidade de alguém que passou pela situação. E que está muito feliz pela escolha.

    Não é maravilhoso que você possa ter tomado uma escolha e o Estado não tenha interferido? Imagine que o Estado tenha decidido “Escuta, Thaís, você é muito nova, não é casada e ainda por cima acabou de passar no vestibular — não tem nenhuma chance do Estado autorizar essa gravidez! Você vai *ter* que abortar.” Não ia ser um horror?

    Então, por que sem ter argumentos racionais consistentes, o Estado se permite a fazer o contrário, i.e., a forçar mulheres que não desejam levar uma gravidez a cabo a fazê-lo? Para mim é uma situação quase tão perversa quanto a que imaginamos acima.

    Eu fico sinceramente feliz por ter dado tudo certo para você, seu marido e sua filha, e você ter podido tomar a decisão que permitiu vocês serem felizes. De verdade. E acho que histórias como essa podem ajudar pessoas que estejam pensando em aborto a verem que há possíveis alternativas.

    Mas não posso aceitar que casos de sucesso como o seu sejam base racional para proibir o aborto. Cada casal, cada mulher, deve ser livre para fazer sua decisão, até o momento em que fique claro que o feto atingiu algo próximo demais à condição humana para que o procedimento possa ser feito sem sérias implicações éticas.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Apenas percebi que a maioria dos comentários são de homens.

    Eu também já tinha reparado isso e fiquei me perguntando o por que. :-)

    A minha intenção com este comentário não é fazer com que alguém mude de idéia, apenas ilustrar a realidade de alguém que passou pela situação. E que está muito feliz pela escolha.

    Não é maravilhoso que você possa ter tomado uma escolha e o Estado não tenha interferido? Imagine que o Estado tenha decidido “Escuta, Thaís, você é muito nova, não é casada e ainda por cima acabou de passar no vestibular — não tem nenhuma chance do Estado autorizar essa gravidez! Você vai *ter* que abortar.” Não ia ser um horror?

    Então, por que sem ter argumentos racionais consistentes, o Estado se permite a fazer o contrário, i.e., a forçar mulheres que não desejam levar uma gravidez a cabo a fazê-lo? Para mim é uma situação quase tão perversa quanto a que imaginamos acima.

    Eu fico sinceramente feliz por ter dado tudo certo para você, seu marido e sua filha, e você ter podido tomar a decisão que permitiu vocês serem felizes. De verdade. E acho que histórias como essa podem ajudar pessoas que estejam pensando em aborto a verem que há possíveis alternativas.

    Mas não posso aceitar que casos de sucesso como o seu sejam base racional para proibir o aborto. Cada casal, cada mulher, deve ser livre para fazer sua decisão, até o momento em que fique claro que o feto atingiu algo próximo demais à condição humana para que o procedimento possa ser feito sem sérias implicações éticas.

  • http://thaisrezendeb.blogspot.com/ Thaís

    @ SaintCahier.

    Acho que o Estado tem outro papel, ou pelo menos deveria. Creio que a pessoa que escreveu para este blog, e que gerou toda esta discussão, tenha um nível aceitável de conhecimento de medidas contraceptivas, pois tem acesso a internet e conhece alguns meios de comunicação. Isso o torna mais culpado pela “escorregada”.

    Onde quero chegar? Bem, hoje o Estado fornece algumas medidas, fornece pilulas e camisinhas em postos, leva o tema para a sala de aula (ou pelo menos tenta, uma vez que há professores despreparados para tratar do assunto).

    Por questões político-religiosas, meninas chegam aos 20 anos com 5 filhos, casos em sua maioria de meninas de baixa renda, que não freqüentam escolas ou não têm acesso à internet. Por isso a minha dedução sobre o autor da pergunta deste post. O que o Estado pode fazer neste caso? Pouco, ou nada.

    Uma cirurgia de laqueadura só é permitida pelo SUS quando a mão já possui três filhos e tenha mais de 26 anos (pelo menos até minha última pesquisa). Pessoas de baixa renda vão continuar tendo filhos sem que ninguém possa interferir.

    Acho que esses são os dois lados da moeda, onde o Estado tem influência. Para mim, antes de criar leis, impedindo ou liberando o aborto, a sociedade tem que ter consciência de que a atitude que leva ao aborto é de responsabilidade de quem pratica, não adianta nada jogar a culpa no Estado por proibir ou liberá-lo.

  • http://thaisrezendeb.blogspot.com/ Thaís

    @ SaintCahier.

    Acho que o Estado tem outro papel, ou pelo menos deveria. Creio que a pessoa que escreveu para este blog, e que gerou toda esta discussão, tenha um nível aceitável de conhecimento de medidas contraceptivas, pois tem acesso a internet e conhece alguns meios de comunicação. Isso o torna mais culpado pela “escorregada”.

    Onde quero chegar? Bem, hoje o Estado fornece algumas medidas, fornece pilulas e camisinhas em postos, leva o tema para a sala de aula (ou pelo menos tenta, uma vez que há professores despreparados para tratar do assunto).

    Por questões político-religiosas, meninas chegam aos 20 anos com 5 filhos, casos em sua maioria de meninas de baixa renda, que não freqüentam escolas ou não têm acesso à internet. Por isso a minha dedução sobre o autor da pergunta deste post. O que o Estado pode fazer neste caso? Pouco, ou nada.

    Uma cirurgia de laqueadura só é permitida pelo SUS quando a mão já possui três filhos e tenha mais de 26 anos (pelo menos até minha última pesquisa). Pessoas de baixa renda vão continuar tendo filhos sem que ninguém possa interferir.

    Acho que esses são os dois lados da moeda, onde o Estado tem influência. Para mim, antes de criar leis, impedindo ou liberando o aborto, a sociedade tem que ter consciência de que a atitude que leva ao aborto é de responsabilidade de quem pratica, não adianta nada jogar a culpa no Estado por proibir ou liberá-lo.

  • http://thaisrezendeb.blogspot.com Thaís

    @ SaintCahier.

    Acho que o Estado tem outro papel, ou pelo menos deveria. Creio que a pessoa que escreveu para este blog, e que gerou toda esta discussão, tenha um nível aceitável de conhecimento de medidas contraceptivas, pois tem acesso a internet e conhece alguns meios de comunicação. Isso o torna mais culpado pela “escorregada”.

    Onde quero chegar? Bem, hoje o Estado fornece algumas medidas, fornece pilulas e camisinhas em postos, leva o tema para a sala de aula (ou pelo menos tenta, uma vez que há professores despreparados para tratar do assunto).

    Por questões político-religiosas, meninas chegam aos 20 anos com 5 filhos, casos em sua maioria de meninas de baixa renda, que não freqüentam escolas ou não têm acesso à internet. Por isso a minha dedução sobre o autor da pergunta deste post. O que o Estado pode fazer neste caso? Pouco, ou nada.

    Uma cirurgia de laqueadura só é permitida pelo SUS quando a mão já possui três filhos e tenha mais de 26 anos (pelo menos até minha última pesquisa). Pessoas de baixa renda vão continuar tendo filhos sem que ninguém possa interferir.

    Acho que esses são os dois lados da moeda, onde o Estado tem influência. Para mim, antes de criar leis, impedindo ou liberando o aborto, a sociedade tem que ter consciência de que a atitude que leva ao aborto é de responsabilidade de quem pratica, não adianta nada jogar a culpa no Estado por proibir ou liberá-lo.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Thaís, sua posição não ficou clara para mim.

    * * *

    Eu acho que embora possamos fazer nossos julgamentos morais pessoais sobre a questão da responsabilidade de um casal esclarecido x um ignorante em incorrer uma gravidez indesejada, no âmbito jurídico essa questão deveria ser completamente imaterial. O que importa é determinar o ponto em que o feto é “humano” o suficiente para merecer amparo legal. Toda a polêmica é alguns acreditarem que isso se dá desde a fecundação, enquanto outros acreditam que isso se dá bem mais tarde (para a lei brasileira são 7 dias, para algumas jurisdições é a partir da nidação — minha opinião, baseada no grau de desenvolvimento do SNC é a 12a semana).

    * * *

    Não se trata de jogar a culpa no Estado, mas este por definição ou proibe uma coisa ou a libera — qual o meio termo?! Minha posição é que a proibição é uma intervenção intolerável na vida privada dos casais.

    * * *

    Decisões de não levar a contracepção e a educação sexual com mais ênfase à população de baixa renda tem grande influência de grupos religiosos e conservadores. Mas pelo menos nesses dois casos, alguma coisa já está mudando — vide a recente posição do governo durante o Carnaval, recusando-se a ceder às pressões desses grupos.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Thaís, sua posição não ficou clara para mim.

    * * *

    Eu acho que embora possamos fazer nossos julgamentos morais pessoais sobre a questão da responsabilidade de um casal esclarecido x um ignorante em incorrer uma gravidez indesejada, no âmbito jurídico essa questão deveria ser completamente imaterial. O que importa é determinar o ponto em que o feto é “humano” o suficiente para merecer amparo legal. Toda a polêmica é alguns acreditarem que isso se dá desde a fecundação, enquanto outros acreditam que isso se dá bem mais tarde (para a lei brasileira são 7 dias, para algumas jurisdições é a partir da nidação — minha opinião, baseada no grau de desenvolvimento do SNC é a 12a semana).

    * * *

    Não se trata de jogar a culpa no Estado, mas este por definição ou proibe uma coisa ou a libera — qual o meio termo?! Minha posição é que a proibição é uma intervenção intolerável na vida privada dos casais.

    * * *

    Decisões de não levar a contracepção e a educação sexual com mais ênfase à população de baixa renda tem grande influência de grupos religiosos e conservadores. Mas pelo menos nesses dois casos, alguma coisa já está mudando — vide a recente posição do governo durante o Carnaval, recusando-se a ceder às pressões desses grupos.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Thaís, sua posição não ficou clara para mim.

    * * *

    Eu acho que embora possamos fazer nossos julgamentos morais pessoais sobre a questão da responsabilidade de um casal esclarecido x um ignorante em incorrer uma gravidez indesejada, no âmbito jurídico essa questão deveria ser completamente imaterial. O que importa é determinar o ponto em que o feto é “humano” o suficiente para merecer amparo legal. Toda a polêmica é alguns acreditarem que isso se dá desde a fecundação, enquanto outros acreditam que isso se dá bem mais tarde (para a lei brasileira são 7 dias, para algumas jurisdições é a partir da nidação — minha opinião, baseada no grau de desenvolvimento do SNC é a 12a semana).

    * * *

    Não se trata de jogar a culpa no Estado, mas este por definição ou proibe uma coisa ou a libera — qual o meio termo?! Minha posição é que a proibição é uma intervenção intolerável na vida privada dos casais.

    * * *

    Decisões de não levar a contracepção e a educação sexual com mais ênfase à população de baixa renda tem grande influência de grupos religiosos e conservadores. Mas pelo menos nesses dois casos, alguma coisa já está mudando — vide a recente posição do governo durante o Carnaval, recusando-se a ceder às pressões desses grupos.

  • http://thaisrezendeb.blogspot.com/ Thaís

    Não sei se tenho uma posição formada. Se a minha opção por não fazer é tomar uma posição, acredito então que seja contra.

    O assunto “aborto” geralmente é tratado entre as classes com maior poder aquisitivo, talvez os mais pobres acabam tendo seus filhos por não terem outra “alternativa”.

    Na maioria dos casos que conheço, quem fez aborto foi justamente aquela que tinha maior conhecimento do assunto e acesso aos contraceptivos. Neste caso eu acho inadmissível. Independente do Estado proibir, o que vale primeiro é a consciência de quem quer fazer.

    Quanto ao tempo de vida, 7 dias, 12 semanas ou 30, para mim tanto faz. Aqui também temos uma questão discutível.

    Minha posição tende a ser um pouco espiritual, não tanto religiosa, pois isso varia de religião para religião. O que eu acredito é que a decisão tem que ser tomada considerando todas as probabilidades e consciente dos riscos. E que fique bem claro que é um caminho sem volta.

  • http://thaisrezendeb.blogspot.com/ Thaís

    Não sei se tenho uma posição formada. Se a minha opção por não fazer é tomar uma posição, acredito então que seja contra.

    O assunto “aborto” geralmente é tratado entre as classes com maior poder aquisitivo, talvez os mais pobres acabam tendo seus filhos por não terem outra “alternativa”.

    Na maioria dos casos que conheço, quem fez aborto foi justamente aquela que tinha maior conhecimento do assunto e acesso aos contraceptivos. Neste caso eu acho inadmissível. Independente do Estado proibir, o que vale primeiro é a consciência de quem quer fazer.

    Quanto ao tempo de vida, 7 dias, 12 semanas ou 30, para mim tanto faz. Aqui também temos uma questão discutível.

    Minha posição tende a ser um pouco espiritual, não tanto religiosa, pois isso varia de religião para religião. O que eu acredito é que a decisão tem que ser tomada considerando todas as probabilidades e consciente dos riscos. E que fique bem claro que é um caminho sem volta.

  • http://thaisrezendeb.blogspot.com Thaís

    Não sei se tenho uma posição formada. Se a minha opção por não fazer é tomar uma posição, acredito então que seja contra.

    O assunto “aborto” geralmente é tratado entre as classes com maior poder aquisitivo, talvez os mais pobres acabam tendo seus filhos por não terem outra “alternativa”.

    Na maioria dos casos que conheço, quem fez aborto foi justamente aquela que tinha maior conhecimento do assunto e acesso aos contraceptivos. Neste caso eu acho inadmissível. Independente do Estado proibir, o que vale primeiro é a consciência de quem quer fazer.

    Quanto ao tempo de vida, 7 dias, 12 semanas ou 30, para mim tanto faz. Aqui também temos uma questão discutível.

    Minha posição tende a ser um pouco espiritual, não tanto religiosa, pois isso varia de religião para religião. O que eu acredito é que a decisão tem que ser tomada considerando todas as probabilidades e consciente dos riscos. E que fique bem claro que é um caminho sem volta.

  • Mamed

    Há anos que a discussão está no Supremo, a quem cabe a palavra final em matéria constitucional no Brasil. E haja paciência para “pedidos de vistas” de Ministros.

    Existem coisas que não consigo entender em nosso país. Enquanto se discute a legalidade ou não do aborto, os acidentes de trânsito ceifam milhares de vidas e deixam sequelas em outros “trocentos” jovens e pais de famílias, em razão da carnifica que alguns ainda chama de trânsito.

    A matéria é polêmica. Não envolve apenas aspectos morais, religiosos, sociais, políticos ou jurídicos. Penso que passa pela necessidade de uma definição da sociedade brasileira.

    Em meu entendimento, o tema merece tanta reflexão que não deveria o Presidente, o Congresso ou a Justiça se manifestarem. Caberia à sociedade, por meio de plebescito, escolher se legaliza o aborto de forma ampla ou s emantém a atual, para casos específicos.

    Se fizeram um referendo sobre armas, qual seria a dificuldade de se fazer o plebescito sobre o aborto?

    De qualquer forma, milhares e mulheres são expostas aos riscos decorrentes de abortos clandestinos, sendo que outras milhares sofrem complicações e muitas chegam a perder a vida em razão dessa titubeza da sociedade brasileira.

    Ainda acho que existem temas no Brasil que preferimos nos fazer de avestruz e enfiar a cabeça no buraco, ao invés de enfrentá-los e resolvê-los definitivamente.

    E assim caminha a parcela da humanidade composta de brasileiros…

  • Mamed

    Há anos que a discussão está no Supremo, a quem cabe a palavra final em matéria constitucional no Brasil. E haja paciência para “pedidos de vistas” de Ministros.

    Existem coisas que não consigo entender em nosso país. Enquanto se discute a legalidade ou não do aborto, os acidentes de trânsito ceifam milhares de vidas e deixam sequelas em outros “trocentos” jovens e pais de famílias, em razão da carnifica que alguns ainda chama de trânsito.

    A matéria é polêmica. Não envolve apenas aspectos morais, religiosos, sociais, políticos ou jurídicos. Penso que passa pela necessidade de uma definição da sociedade brasileira.

    Em meu entendimento, o tema merece tanta reflexão que não deveria o Presidente, o Congresso ou a Justiça se manifestarem. Caberia à sociedade, por meio de plebescito, escolher se legaliza o aborto de forma ampla ou s emantém a atual, para casos específicos.

    Se fizeram um referendo sobre armas, qual seria a dificuldade de se fazer o plebescito sobre o aborto?

    De qualquer forma, milhares e mulheres são expostas aos riscos decorrentes de abortos clandestinos, sendo que outras milhares sofrem complicações e muitas chegam a perder a vida em razão dessa titubeza da sociedade brasileira.

    Ainda acho que existem temas no Brasil que preferimos nos fazer de avestruz e enfiar a cabeça no buraco, ao invés de enfrentá-los e resolvê-los definitivamente.

    E assim caminha a parcela da humanidade composta de brasileiros…

  • Mamed

    Há anos que a discussão está no Supremo, a quem cabe a palavra final em matéria constitucional no Brasil. E haja paciência para “pedidos de vistas” de Ministros.

    Existem coisas que não consigo entender em nosso país. Enquanto se discute a legalidade ou não do aborto, os acidentes de trânsito ceifam milhares de vidas e deixam sequelas em outros “trocentos” jovens e pais de famílias, em razão da carnifica que alguns ainda chama de trânsito.

    A matéria é polêmica. Não envolve apenas aspectos morais, religiosos, sociais, políticos ou jurídicos. Penso que passa pela necessidade de uma definição da sociedade brasileira.

    Em meu entendimento, o tema merece tanta reflexão que não deveria o Presidente, o Congresso ou a Justiça se manifestarem. Caberia à sociedade, por meio de plebescito, escolher se legaliza o aborto de forma ampla ou s emantém a atual, para casos específicos.

    Se fizeram um referendo sobre armas, qual seria a dificuldade de se fazer o plebescito sobre o aborto?

    De qualquer forma, milhares e mulheres são expostas aos riscos decorrentes de abortos clandestinos, sendo que outras milhares sofrem complicações e muitas chegam a perder a vida em razão dessa titubeza da sociedade brasileira.

    Ainda acho que existem temas no Brasil que preferimos nos fazer de avestruz e enfiar a cabeça no buraco, ao invés de enfrentá-los e resolvê-los definitivamente.

    E assim caminha a parcela da humanidade composta de brasileiros…

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Mas essa história de scitar a plebe à torto e a direito é muito questionável também, Mamed — ao invés de os juristas, legisladores, etc., i.e., das pessoas que (teoricamente) deveriam se pender profundamente sobre o problema e explorar suas conseqüências tomarem uma decisão, eles põe a decisão nas mãos da plebe, que, parafraseando Verdi, é volúvel como o vento, muda sua voz e seu pensar o tempo todo.

    Democracia já é um sistema super problemático (mas é melhor que todos os outros, concordo). Mas democracia direta, não é democracia!

    Afora casos muito específicos, é um mecanismo muito do safado para os governantes lavarem suas mãos e dizerem que “o povo decidiu”.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Mas essa história de scitar a plebe à torto e a direito é muito questionável também, Mamed — ao invés de os juristas, legisladores, etc., i.e., das pessoas que (teoricamente) deveriam se pender profundamente sobre o problema e explorar suas conseqüências tomarem uma decisão, eles põe a decisão nas mãos da plebe, que, parafraseando Verdi, é volúvel como o vento, muda sua voz e seu pensar o tempo todo.

    Democracia já é um sistema super problemático (mas é melhor que todos os outros, concordo). Mas democracia direta, não é democracia!

    Afora casos muito específicos, é um mecanismo muito do safado para os governantes lavarem suas mãos e dizerem que “o povo decidiu”.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Mas essa história de scitar a plebe à torto e a direito é muito questionável também, Mamed — ao invés de os juristas, legisladores, etc., i.e., das pessoas que (teoricamente) deveriam se pender profundamente sobre o problema e explorar suas conseqüências tomarem uma decisão, eles põe a decisão nas mãos da plebe, que, parafraseando Verdi, é volúvel como o vento, muda sua voz e seu pensar o tempo todo.

    Democracia já é um sistema super problemático (mas é melhor que todos os outros, concordo). Mas democracia direta, não é democracia!

    Afora casos muito específicos, é um mecanismo muito do safado para os governantes lavarem suas mãos e dizerem que “o povo decidiu”.

  • http://eugostodeumacoisaerrada.wordpress.com/ Rachel

    Acho toda essa discussão sobre aborto mto valiosa, etc e tal, mas queria registrar:

    1. Decidir por não realizar um aborto não dá mostras de maior maturidade e/ou responsabilidade que a decisão por praticá-lo. São apenas duas maneiras distintas de pensar.

    2 . Esse papo de quem já é pai/mãe mostrando o qto é mais feliz e mais satisfeito com seu filhote não tem argumento. Apela pra subjetividade de quinta categoria e não emociona ngm além deles próprios.

    Prontofalei.

  • http://eugostodeumacoisaerrada.wordpress.com/ Rachel

    Acho toda essa discussão sobre aborto mto valiosa, etc e tal, mas queria registrar:

    1. Decidir por não realizar um aborto não dá mostras de maior maturidade e/ou responsabilidade que a decisão por praticá-lo. São apenas duas maneiras distintas de pensar.

    2 . Esse papo de quem já é pai/mãe mostrando o qto é mais feliz e mais satisfeito com seu filhote não tem argumento. Apela pra subjetividade de quinta categoria e não emociona ngm além deles próprios.

    Prontofalei.

  • http://eugostodeumacoisaerrada.wordpress.com Rachel

    Acho toda essa discussão sobre aborto mto valiosa, etc e tal, mas queria registrar:

    1. Decidir por não realizar um aborto não dá mostras de maior maturidade e/ou responsabilidade que a decisão por praticá-lo. São apenas duas maneiras distintas de pensar.

    2 . Esse papo de quem já é pai/mãe mostrando o qto é mais feliz e mais satisfeito com seu filhote não tem argumento. Apela pra subjetividade de quinta categoria e não emociona ngm além deles próprios.

    Prontofalei.

  • http://www.wikinutil.blogspot.com/ Laércio Pessetti

    Todos falam da política…
    Tive um irmão que nasceu com problemas no pulmão onde nem deu tempo de descobrir ao certo o que era e faleceu com 4 dias por insuficiencia respiratoria.
    Quando lembramos(eu e meus pais) dele dói pra kct e na maioria das vezes cada um vai pra um canto chorar escondido… rs
    Não foi culpa de ninguém, foi algo que deveria acontecer, sei lá… mas a dor é grande, agora imagina só no futuro, você estar em uma roda de amigos onde o assunto é citado… aborto, morte infantil, e bla bla bla… sei lá… é como o Thiago disse, eu não consigo me posicionar nesse assunto, mas sinto que a nossa consciencia é o maior castigo… não adianta tentar enganar.
    Não falarei sobre a politica, o que é certo e errado e bla bla bla… mas acredito que você está perdido… pq vc não chama seu pai e sua mãe, sei lá… um adulto centrado e de confiança e converse, exclareça suas dúvidas e debata o assunto por horas…
    Outra coisa, se o detalhe que mais te preocupa é a situação financeira, lembre-se que quando vc pega um emprestimo e vc não tem dinheiro pra pagar, vc não morre… vc dá seus pulos e sobrevive… então meu amigo, relaxa… do mesmo jeito que quando vc tá sem grana nenhuma, mas arruma uns troquinhos quando seu camarada bate na sua porta e chama pra tomar umas no boteco da esquina, vc arrumar uns troquinhos pra comprar o leite e as fraldas.
    Se vc é adolescente, pode ficar tranquilo que mesmo com tanta raiva e esporros que vc vai tomar de ambas as familias, assim que a criança nascer todos ajudarão e vc só terá de fazer a sua parte, pois familia mete o pau mesmo, mas no aperto eles vão apoiar… salvo algumas excessões… hehehe
    Bom, sei lá… acredito que vc está agindo por impulso e isso pode acabar te ferindo lá no futuro… sei lá…
    Eu não abortaria… por pior que seja minha situação… mas eu não descrimino… pois talvez seja melhor um feto abortado… do que uma criança abandonada, sem carinho e amor…

    Quer ficar mais confuso??? hehehe
    Pensa se for um muleke, gritando gol junto com vc no estadio…
    Pensa se for uma menina, toda feliz chegando em casa e mostrando pra vc o que aprendeu na escolinha…

    Meu caro amigo, vc tá vivendo e aprendendo…
    Deixe seu filho nascer e aprender…

  • http://www.wikinutil.blogspot.com/ Laércio Pessetti

    Todos falam da política…
    Tive um irmão que nasceu com problemas no pulmão onde nem deu tempo de descobrir ao certo o que era e faleceu com 4 dias por insuficiencia respiratoria.
    Quando lembramos(eu e meus pais) dele dói pra kct e na maioria das vezes cada um vai pra um canto chorar escondido… rs
    Não foi culpa de ninguém, foi algo que deveria acontecer, sei lá… mas a dor é grande, agora imagina só no futuro, você estar em uma roda de amigos onde o assunto é citado… aborto, morte infantil, e bla bla bla… sei lá… é como o Thiago disse, eu não consigo me posicionar nesse assunto, mas sinto que a nossa consciencia é o maior castigo… não adianta tentar enganar.
    Não falarei sobre a politica, o que é certo e errado e bla bla bla… mas acredito que você está perdido… pq vc não chama seu pai e sua mãe, sei lá… um adulto centrado e de confiança e converse, exclareça suas dúvidas e debata o assunto por horas…
    Outra coisa, se o detalhe que mais te preocupa é a situação financeira, lembre-se que quando vc pega um emprestimo e vc não tem dinheiro pra pagar, vc não morre… vc dá seus pulos e sobrevive… então meu amigo, relaxa… do mesmo jeito que quando vc tá sem grana nenhuma, mas arruma uns troquinhos quando seu camarada bate na sua porta e chama pra tomar umas no boteco da esquina, vc arrumar uns troquinhos pra comprar o leite e as fraldas.
    Se vc é adolescente, pode ficar tranquilo que mesmo com tanta raiva e esporros que vc vai tomar de ambas as familias, assim que a criança nascer todos ajudarão e vc só terá de fazer a sua parte, pois familia mete o pau mesmo, mas no aperto eles vão apoiar… salvo algumas excessões… hehehe
    Bom, sei lá… acredito que vc está agindo por impulso e isso pode acabar te ferindo lá no futuro… sei lá…
    Eu não abortaria… por pior que seja minha situação… mas eu não descrimino… pois talvez seja melhor um feto abortado… do que uma criança abandonada, sem carinho e amor…

    Quer ficar mais confuso??? hehehe
    Pensa se for um muleke, gritando gol junto com vc no estadio…
    Pensa se for uma menina, toda feliz chegando em casa e mostrando pra vc o que aprendeu na escolinha…

    Meu caro amigo, vc tá vivendo e aprendendo…
    Deixe seu filho nascer e aprender…

  • http://www.wikinutil.blogspot.com Laércio Pessetti

    Todos falam da política…
    Tive um irmão que nasceu com problemas no pulmão onde nem deu tempo de descobrir ao certo o que era e faleceu com 4 dias por insuficiencia respiratoria.
    Quando lembramos(eu e meus pais) dele dói pra kct e na maioria das vezes cada um vai pra um canto chorar escondido… rs
    Não foi culpa de ninguém, foi algo que deveria acontecer, sei lá… mas a dor é grande, agora imagina só no futuro, você estar em uma roda de amigos onde o assunto é citado… aborto, morte infantil, e bla bla bla… sei lá… é como o Thiago disse, eu não consigo me posicionar nesse assunto, mas sinto que a nossa consciencia é o maior castigo… não adianta tentar enganar.
    Não falarei sobre a politica, o que é certo e errado e bla bla bla… mas acredito que você está perdido… pq vc não chama seu pai e sua mãe, sei lá… um adulto centrado e de confiança e converse, exclareça suas dúvidas e debata o assunto por horas…
    Outra coisa, se o detalhe que mais te preocupa é a situação financeira, lembre-se que quando vc pega um emprestimo e vc não tem dinheiro pra pagar, vc não morre… vc dá seus pulos e sobrevive… então meu amigo, relaxa… do mesmo jeito que quando vc tá sem grana nenhuma, mas arruma uns troquinhos quando seu camarada bate na sua porta e chama pra tomar umas no boteco da esquina, vc arrumar uns troquinhos pra comprar o leite e as fraldas.
    Se vc é adolescente, pode ficar tranquilo que mesmo com tanta raiva e esporros que vc vai tomar de ambas as familias, assim que a criança nascer todos ajudarão e vc só terá de fazer a sua parte, pois familia mete o pau mesmo, mas no aperto eles vão apoiar… salvo algumas excessões… hehehe
    Bom, sei lá… acredito que vc está agindo por impulso e isso pode acabar te ferindo lá no futuro… sei lá…
    Eu não abortaria… por pior que seja minha situação… mas eu não descrimino… pois talvez seja melhor um feto abortado… do que uma criança abandonada, sem carinho e amor…

    Quer ficar mais confuso??? hehehe
    Pensa se for um muleke, gritando gol junto com vc no estadio…
    Pensa se for uma menina, toda feliz chegando em casa e mostrando pra vc o que aprendeu na escolinha…

    Meu caro amigo, vc tá vivendo e aprendendo…
    Deixe seu filho nascer e aprender…

  • Mamed

    Permita-me discordar SaintCahier.

    Um assunto desta importância não é citar a plebe à toa. Muito pelo contrário: o maior problema do país está em sempre esperar que os políticos tenham solução para tudo, quando na verdade eles não têm solução para quase nada.

    Sem querer adentrar o mérito da política, em última instância, não há poder que não emane do povo (tá na CF), e já que os políticos não têm pulso para tomar uma decisão, que submeta-a ao povo.

    Assuntos de grande interesse nacional, em qualquer lugar civilizado mundo, é submetido ao crivo popular. Acho que Verdi fica meio fora de contexto, pois ele viveu em outra época.

    Aliás, os povos sempre foram manipulados, e hoje não é diferente. Entretanto, é preciso ressaltar que os congressistas brasileiros, o Presidente da República e os Ministros do Supremo não têm poder subjetivo algum. Todo o poder que detêm e tudo lhe foi outorgado pelo povo, por meio de uma Constituição meia-sola, que descreve “alhos e bugalhos” da vida cotidiana e no entando é omissa e contraditória em um assunto dessa relavância.

    Decmoracia direta é asim democracia e é exercida plenamente em vários locais “civilizados” mundo afora. Em qualquer eleição americana, vota-se diversos assuntos polêmicos. Desde escolha dos delegados que elegerão o Presidente até alteração de limites para consumo de alcool na direção. E olha que o voto nem é obrigatório.

    Por fim, e não menos importante, não esqueçamos que o Estado brasileiro é laico, e portanto as decisões, ao menos de que envolvam interesses da sociedade como um todo, deverão estar desprovidas de emoções de caráter religioso.

    Confesso que apesar de tudo ainda fico dividido entre apoiar a legalização ampla ou mantê-la como está, apenas para casos específicos. São delemas de ordem individual que cada um deve resolver, e que a sociedade deve se manifestar em conjunto, devendo prevalecer a vontade da maioria.

  • Mamed

    Permita-me discordar SaintCahier.

    Um assunto desta importância não é citar a plebe à toa. Muito pelo contrário: o maior problema do país está em sempre esperar que os políticos tenham solução para tudo, quando na verdade eles não têm solução para quase nada.

    Sem querer adentrar o mérito da política, em última instância, não há poder que não emane do povo (tá na CF), e já que os políticos não têm pulso para tomar uma decisão, que submeta-a ao povo.

    Assuntos de grande interesse nacional, em qualquer lugar civilizado mundo, é submetido ao crivo popular. Acho que Verdi fica meio fora de contexto, pois ele viveu em outra época.

    Aliás, os povos sempre foram manipulados, e hoje não é diferente. Entretanto, é preciso ressaltar que os congressistas brasileiros, o Presidente da República e os Ministros do Supremo não têm poder subjetivo algum. Todo o poder que detêm e tudo lhe foi outorgado pelo povo, por meio de uma Constituição meia-sola, que descreve “alhos e bugalhos” da vida cotidiana e no entando é omissa e contraditória em um assunto dessa relavância.

    Decmoracia direta é asim democracia e é exercida plenamente em vários locais “civilizados” mundo afora. Em qualquer eleição americana, vota-se diversos assuntos polêmicos. Desde escolha dos delegados que elegerão o Presidente até alteração de limites para consumo de alcool na direção. E olha que o voto nem é obrigatório.

    Por fim, e não menos importante, não esqueçamos que o Estado brasileiro é laico, e portanto as decisões, ao menos de que envolvam interesses da sociedade como um todo, deverão estar desprovidas de emoções de caráter religioso.

    Confesso que apesar de tudo ainda fico dividido entre apoiar a legalização ampla ou mantê-la como está, apenas para casos específicos. São delemas de ordem individual que cada um deve resolver, e que a sociedade deve se manifestar em conjunto, devendo prevalecer a vontade da maioria.

  • Mamed

    Permita-me discordar SaintCahier.

    Um assunto desta importância não é citar a plebe à toa. Muito pelo contrário: o maior problema do país está em sempre esperar que os políticos tenham solução para tudo, quando na verdade eles não têm solução para quase nada.

    Sem querer adentrar o mérito da política, em última instância, não há poder que não emane do povo (tá na CF), e já que os políticos não têm pulso para tomar uma decisão, que submeta-a ao povo.

    Assuntos de grande interesse nacional, em qualquer lugar civilizado mundo, é submetido ao crivo popular. Acho que Verdi fica meio fora de contexto, pois ele viveu em outra época.

    Aliás, os povos sempre foram manipulados, e hoje não é diferente. Entretanto, é preciso ressaltar que os congressistas brasileiros, o Presidente da República e os Ministros do Supremo não têm poder subjetivo algum. Todo o poder que detêm e tudo lhe foi outorgado pelo povo, por meio de uma Constituição meia-sola, que descreve “alhos e bugalhos” da vida cotidiana e no entando é omissa e contraditória em um assunto dessa relavância.

    Decmoracia direta é asim democracia e é exercida plenamente em vários locais “civilizados” mundo afora. Em qualquer eleição americana, vota-se diversos assuntos polêmicos. Desde escolha dos delegados que elegerão o Presidente até alteração de limites para consumo de alcool na direção. E olha que o voto nem é obrigatório.

    Por fim, e não menos importante, não esqueçamos que o Estado brasileiro é laico, e portanto as decisões, ao menos de que envolvam interesses da sociedade como um todo, deverão estar desprovidas de emoções de caráter religioso.

    Confesso que apesar de tudo ainda fico dividido entre apoiar a legalização ampla ou mantê-la como está, apenas para casos específicos. São delemas de ordem individual que cada um deve resolver, e que a sociedade deve se manifestar em conjunto, devendo prevalecer a vontade da maioria.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Estamos indo para uma discussão completamente off-topic… (cadê o Dr. Politics ?) mas eu realmente não vou concordar com você, Mamed, pelo menos em alguns pontos essenciais.

    Delegar certas decisões à classe política ao invés de praticar a democracia direta não é “esperar que os políticos tenham a solução para tudo”, mas exigir que certos assuntos essenciais sejam decididos através de estudo e debate e não um simples “acho que”.

    O problema da democracia é justamente sua última frase — “devendo prevalecer a vontade da maioria”. Como a democracia é uma solução preemptiva e não de consenso (a opinião da maioria esmaga, “preempta” a da minoria) precisam ser colocadas milhões de nuances nesse “prevaleces”, senão o sistema vira uma ditadura da maioria. Daí mecanismos como constituições, “bills of rights”, comissões de proteção das minorias, e o diabo à quarta.

    O poder pode até emanar do povo, mas não pode ser colocado diretamente nas mãos dele. E eu acho muito pouco provável que lugares civilizados deixem a plebe decidir questões complicadas e convolutas “on the will of a wisp”.

    Eu acho democracia direta maravilhosa para decidir entre colocar um escorregador na pracinha ou plantar tulipas no canteiro central da avenida. Aqui em BH tem um programa de orçamento participativo que é um estrondoso sucesso, e na minha opinião, muito pertinente (até porque uma boa parte da política municipal é atender essas necessidades do cotidiano).

    Mas perguntar ao povo se é para ter armas ou não, aborto ou não, transgênicos ou não, casamento gay ou não, escravidão ou não, essas coisas que envolvem discussões complicadíssimas de economia, ética, medicina, ecologia, etc… desculpe, não rola.

    Poderíamos continuar essa discussão em um foro mais adequado, se você se interessar (…e puder sugerir um? :-D), para não poluirmos demais este aqui.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Estamos indo para uma discussão completamente off-topic… (cadê o Dr. Politics ?) mas eu realmente não vou concordar com você, Mamed, pelo menos em alguns pontos essenciais.

    Delegar certas decisões à classe política ao invés de praticar a democracia direta não é “esperar que os políticos tenham a solução para tudo”, mas exigir que certos assuntos essenciais sejam decididos através de estudo e debate e não um simples “acho que”.

    O problema da democracia é justamente sua última frase — “devendo prevalecer a vontade da maioria”. Como a democracia é uma solução preemptiva e não de consenso (a opinião da maioria esmaga, “preempta” a da minoria) precisam ser colocadas milhões de nuances nesse “prevaleces”, senão o sistema vira uma ditadura da maioria. Daí mecanismos como constituições, “bills of rights”, comissões de proteção das minorias, e o diabo à quarta.

    O poder pode até emanar do povo, mas não pode ser colocado diretamente nas mãos dele. E eu acho muito pouco provável que lugares civilizados deixem a plebe decidir questões complicadas e convolutas “on the will of a wisp”.

    Eu acho democracia direta maravilhosa para decidir entre colocar um escorregador na pracinha ou plantar tulipas no canteiro central da avenida. Aqui em BH tem um programa de orçamento participativo que é um estrondoso sucesso, e na minha opinião, muito pertinente (até porque uma boa parte da política municipal é atender essas necessidades do cotidiano).

    Mas perguntar ao povo se é para ter armas ou não, aborto ou não, transgênicos ou não, casamento gay ou não, escravidão ou não, essas coisas que envolvem discussões complicadíssimas de economia, ética, medicina, ecologia, etc… desculpe, não rola.

    Poderíamos continuar essa discussão em um foro mais adequado, se você se interessar (…e puder sugerir um? :-D), para não poluirmos demais este aqui.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Estamos indo para uma discussão completamente off-topic… (cadê o Dr. Politics ?) mas eu realmente não vou concordar com você, Mamed, pelo menos em alguns pontos essenciais.

    Delegar certas decisões à classe política ao invés de praticar a democracia direta não é “esperar que os políticos tenham a solução para tudo”, mas exigir que certos assuntos essenciais sejam decididos através de estudo e debate e não um simples “acho que”.

    O problema da democracia é justamente sua última frase — “devendo prevalecer a vontade da maioria”. Como a democracia é uma solução preemptiva e não de consenso (a opinião da maioria esmaga, “preempta” a da minoria) precisam ser colocadas milhões de nuances nesse “prevaleces”, senão o sistema vira uma ditadura da maioria. Daí mecanismos como constituições, “bills of rights”, comissões de proteção das minorias, e o diabo à quarta.

    O poder pode até emanar do povo, mas não pode ser colocado diretamente nas mãos dele. E eu acho muito pouco provável que lugares civilizados deixem a plebe decidir questões complicadas e convolutas “on the will of a wisp”.

    Eu acho democracia direta maravilhosa para decidir entre colocar um escorregador na pracinha ou plantar tulipas no canteiro central da avenida. Aqui em BH tem um programa de orçamento participativo que é um estrondoso sucesso, e na minha opinião, muito pertinente (até porque uma boa parte da política municipal é atender essas necessidades do cotidiano).

    Mas perguntar ao povo se é para ter armas ou não, aborto ou não, transgênicos ou não, casamento gay ou não, escravidão ou não, essas coisas que envolvem discussões complicadíssimas de economia, ética, medicina, ecologia, etc… desculpe, não rola.

    Poderíamos continuar essa discussão em um foro mais adequado, se você se interessar (…e puder sugerir um? :-D), para não poluirmos demais este aqui.

  • Euzão

    Eu também creio igual ao Saint Cahier,
    a consulta direta, a democracia direta, em geral, é usada como pretexto para ditadores;
    Temos que levar em consideração queum dos motivos de elegermos representantes é porque, em tese, estes estão mais capacitados do que o povo, que em geral está por demais preocupado com as questões do dia-a-dia.

    off off

    O ideal seria um sistema demo-tecnocrático. (mais ou menos o que temos hoje, só que com menos ênfase em politicagens e carismas etc

  • Euzão

    Eu também creio igual ao Saint Cahier,
    a consulta direta, a democracia direta, em geral, é usada como pretexto para ditadores;
    Temos que levar em consideração queum dos motivos de elegermos representantes é porque, em tese, estes estão mais capacitados do que o povo, que em geral está por demais preocupado com as questões do dia-a-dia.

    off off

    O ideal seria um sistema demo-tecnocrático. (mais ou menos o que temos hoje, só que com menos ênfase em politicagens e carismas etc

  • Euzão

    Eu também creio igual ao Saint Cahier,
    a consulta direta, a democracia direta, em geral, é usada como pretexto para ditadores;
    Temos que levar em consideração queum dos motivos de elegermos representantes é porque, em tese, estes estão mais capacitados do que o povo, que em geral está por demais preocupado com as questões do dia-a-dia.

    off off

    O ideal seria um sistema demo-tecnocrático. (mais ou menos o que temos hoje, só que com menos ênfase em politicagens e carismas etc

  • Euzão

    Ademais, fosse levada a questão do aborto a voto popular, certamente os abostistas perderiam, com veemência.

    Eu até concordaria com o plebiscito em caso de se haver uma programação muito antecipada de debates programado, massissos, com, digamos, dois ou três anos de antecedência … nesse caso, eu aprovaria.

  • Euzão

    Ademais, fosse levada a questão do aborto a voto popular, certamente os abostistas perderiam, com veemência.

    Eu até concordaria com o plebiscito em caso de se haver uma programação muito antecipada de debates programado, massissos, com, digamos, dois ou três anos de antecedência … nesse caso, eu aprovaria.

  • Euzão

    Ademais, fosse levada a questão do aborto a voto popular, certamente os abostistas perderiam, com veemência.

    Eu até concordaria com o plebiscito em caso de se haver uma programação muito antecipada de debates programado, massissos, com, digamos, dois ou três anos de antecedência … nesse caso, eu aprovaria.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Poderíamos continuar essa discussão em um foro mais adequado, se você se interessar (…e puder sugerir um? :-D), para não poluirmos demais este aqui.

    Me ocorreu este diálogo moderno:

    “— Hmmm, a discussão está off-topic, mas está tão gostosa! Vamos para um lugar mais aconchegante?”

    “— O seu blogue ou o meu?”

    ahahahahah

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Poderíamos continuar essa discussão em um foro mais adequado, se você se interessar (…e puder sugerir um? :-D), para não poluirmos demais este aqui.

    Me ocorreu este diálogo moderno:

    “— Hmmm, a discussão está off-topic, mas está tão gostosa! Vamos para um lugar mais aconchegante?”

    “— O seu blogue ou o meu?”

    ahahahahah

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Poderíamos continuar essa discussão em um foro mais adequado, se você se interessar (…e puder sugerir um? :-D), para não poluirmos demais este aqui.

    Me ocorreu este diálogo moderno:

    “— Hmmm, a discussão está off-topic, mas está tão gostosa! Vamos para um lugar mais aconchegante?”

    “— O seu blogue ou o meu?”

    ahahahahah

  • Mamed

    Embora seus argumentos sejam pertinentes, insisto em discordar.

    O tema é complicadíssimo para deixar nas mãos dos políticos e dos “especialistas”. Prova disso é o atual estado de letargia destas classes.

    A democracia direta nada tem a ver com ditadura da maioria.

    Quanto aos freios e contrapesos, o sistema brasileiro soa como piada, pois nosso parlamento abre mão de sua missão mais nobre, que é legislar, em favor de um presidencialismo semi-ditatorial velado. Na realidade, vivemos em um sistema de governo atípico, único no mundo: presidencialismo com viés parlamentarista, onde só prevalece o que há de pior em ambos os sistemas.

    Concordo que o aborto merece discussão ampla e irrestrita. Justamente em razão disso é que a sociedade toda deve participar, dando a palavra final. Deixar nas mãos de pseudo-especialistas é muito simplista, a meu ver.

    Para não fugir ao tema, a angústia que o casal está vivendo decorre justamente do vácuo existente na sociedade sobre o tema, pois o debate hoje cinge-se em prós e contras, cada lado entricheirado em seus argumentos, sem possibilidade de debate aberto, civilizado.

    Enquanto isso ocorre, uns defendem que o médico não incorre em erro ao denunciar, outros argumentam que ele está protegido pela relação médico-paciente.

    Oras, é justamente esse cipoal legislativo que gera tais contradições: o código de ética da medicina protege o profissional, mas a legislação penal o obriga a denunciar o aborto. É mais ou menos o que o obriga a denunciar maus tratos em crianças e estupro.

    São bens jurídicos protegidos e que entram em colisão. O que fazer?

    Retomo o que postei acima: a sociedade brasileira prefere empurrar com a barriga, dá uma de avestruz.

    Só tem mais uma coisa: nossos polítocos não vieram de Marte ou Vênus. São pessoas do meio social, então, nada mais correto: cada povo tem o governo que merece.

  • Mamed

    Embora seus argumentos sejam pertinentes, insisto em discordar.

    O tema é complicadíssimo para deixar nas mãos dos políticos e dos “especialistas”. Prova disso é o atual estado de letargia destas classes.

    A democracia direta nada tem a ver com ditadura da maioria.

    Quanto aos freios e contrapesos, o sistema brasileiro soa como piada, pois nosso parlamento abre mão de sua missão mais nobre, que é legislar, em favor de um presidencialismo semi-ditatorial velado. Na realidade, vivemos em um sistema de governo atípico, único no mundo: presidencialismo com viés parlamentarista, onde só prevalece o que há de pior em ambos os sistemas.

    Concordo que o aborto merece discussão ampla e irrestrita. Justamente em razão disso é que a sociedade toda deve participar, dando a palavra final. Deixar nas mãos de pseudo-especialistas é muito simplista, a meu ver.

    Para não fugir ao tema, a angústia que o casal está vivendo decorre justamente do vácuo existente na sociedade sobre o tema, pois o debate hoje cinge-se em prós e contras, cada lado entricheirado em seus argumentos, sem possibilidade de debate aberto, civilizado.

    Enquanto isso ocorre, uns defendem que o médico não incorre em erro ao denunciar, outros argumentam que ele está protegido pela relação médico-paciente.

    Oras, é justamente esse cipoal legislativo que gera tais contradições: o código de ética da medicina protege o profissional, mas a legislação penal o obriga a denunciar o aborto. É mais ou menos o que o obriga a denunciar maus tratos em crianças e estupro.

    São bens jurídicos protegidos e que entram em colisão. O que fazer?

    Retomo o que postei acima: a sociedade brasileira prefere empurrar com a barriga, dá uma de avestruz.

    Só tem mais uma coisa: nossos polítocos não vieram de Marte ou Vênus. São pessoas do meio social, então, nada mais correto: cada povo tem o governo que merece.

  • Mamed

    Embora seus argumentos sejam pertinentes, insisto em discordar.

    O tema é complicadíssimo para deixar nas mãos dos políticos e dos “especialistas”. Prova disso é o atual estado de letargia destas classes.

    A democracia direta nada tem a ver com ditadura da maioria.

    Quanto aos freios e contrapesos, o sistema brasileiro soa como piada, pois nosso parlamento abre mão de sua missão mais nobre, que é legislar, em favor de um presidencialismo semi-ditatorial velado. Na realidade, vivemos em um sistema de governo atípico, único no mundo: presidencialismo com viés parlamentarista, onde só prevalece o que há de pior em ambos os sistemas.

    Concordo que o aborto merece discussão ampla e irrestrita. Justamente em razão disso é que a sociedade toda deve participar, dando a palavra final. Deixar nas mãos de pseudo-especialistas é muito simplista, a meu ver.

    Para não fugir ao tema, a angústia que o casal está vivendo decorre justamente do vácuo existente na sociedade sobre o tema, pois o debate hoje cinge-se em prós e contras, cada lado entricheirado em seus argumentos, sem possibilidade de debate aberto, civilizado.

    Enquanto isso ocorre, uns defendem que o médico não incorre em erro ao denunciar, outros argumentam que ele está protegido pela relação médico-paciente.

    Oras, é justamente esse cipoal legislativo que gera tais contradições: o código de ética da medicina protege o profissional, mas a legislação penal o obriga a denunciar o aborto. É mais ou menos o que o obriga a denunciar maus tratos em crianças e estupro.

    São bens jurídicos protegidos e que entram em colisão. O que fazer?

    Retomo o que postei acima: a sociedade brasileira prefere empurrar com a barriga, dá uma de avestruz.

    Só tem mais uma coisa: nossos polítocos não vieram de Marte ou Vênus. São pessoas do meio social, então, nada mais correto: cada povo tem o governo que merece.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Bem, já que sequestramos o assunto mesmo, vá lá.

    Mamed, está difícil contra-argumentar, porque você está mesclando diversas questões:

    1) Méritos da democracia direta x indireta

    2) Letargia e incompetência da classe política brasileira

    3) Perversões do sistema político / jurídico brasileiro

    4) Etc.

    Seria desejával “desembolar” o discurso, porque em alguns aspectos (2 e 3), eu concordo com o que você diz, enquanto em outros (1 especialmente) eu discordo totalmente, pelas razões supra citadas.

    * * *

    O tema é complicadíssimo para deixar nas mãos dos políticos e dos “especialistas”. Prova disso é o atual estado de letargia destas classes.

    Isso está muito difícil de desembolar, mas eu acho que você inverteu a causalidade — não é porque o assunto é complexo que o Estado entrou em letargia => mas o fato do Estado ser letárgico fez com que um assunto já complexo virasse um verdadeiro pântano.

    E o que você propõe? Curar uma perversão com outra? Em nome do pragmatismo eu até poderia aceitar se a questão fosse meio indiferente (vamos pedir para o povo votar se muda ou não a bandeira para rosa fosforecente e enterrar o assunto). Mas dadas as sérias implicações do assunto, acho estapafúrdio usar a democracia direta — ainda mais visto nossa condição social, onde as pessoas não conseguem fazer o ó com a boca da garrafa.

    * * *

    Dando uma verificada na tal legislação brasileira, descobri uma coisa interessantíssima: a lei não obriga ninguém a denunciar voluntariamene crime nenhum. Se a pessoa for intimada como testemunha, aí ela precisa contar a verdade, mas isso é outra história.

    Pelo foi o que constatou um procurada nos Códigos. Acho que vocês estão confundindo princípios morais com princípios legais, não? Ou vocês podem me citar essa lei?

    Então o médico que denuncia o aborto (e portanto, quebra o sigilo) só pode se defender dizendo que agiu de acordo com sua consciência, não de acordo com a lei.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Bem, já que sequestramos o assunto mesmo, vá lá.

    Mamed, está difícil contra-argumentar, porque você está mesclando diversas questões:

    1) Méritos da democracia direta x indireta

    2) Letargia e incompetência da classe política brasileira

    3) Perversões do sistema político / jurídico brasileiro

    4) Etc.

    Seria desejával “desembolar” o discurso, porque em alguns aspectos (2 e 3), eu concordo com o que você diz, enquanto em outros (1 especialmente) eu discordo totalmente, pelas razões supra citadas.

    * * *

    O tema é complicadíssimo para deixar nas mãos dos políticos e dos “especialistas”. Prova disso é o atual estado de letargia destas classes.

    Isso está muito difícil de desembolar, mas eu acho que você inverteu a causalidade — não é porque o assunto é complexo que o Estado entrou em letargia => mas o fato do Estado ser letárgico fez com que um assunto já complexo virasse um verdadeiro pântano.

    E o que você propõe? Curar uma perversão com outra? Em nome do pragmatismo eu até poderia aceitar se a questão fosse meio indiferente (vamos pedir para o povo votar se muda ou não a bandeira para rosa fosforecente e enterrar o assunto). Mas dadas as sérias implicações do assunto, acho estapafúrdio usar a democracia direta — ainda mais visto nossa condição social, onde as pessoas não conseguem fazer o ó com a boca da garrafa.

    * * *

    Dando uma verificada na tal legislação brasileira, descobri uma coisa interessantíssima: a lei não obriga ninguém a denunciar voluntariamene crime nenhum. Se a pessoa for intimada como testemunha, aí ela precisa contar a verdade, mas isso é outra história.

    Pelo foi o que constatou um procurada nos Códigos. Acho que vocês estão confundindo princípios morais com princípios legais, não? Ou vocês podem me citar essa lei?

    Então o médico que denuncia o aborto (e portanto, quebra o sigilo) só pode se defender dizendo que agiu de acordo com sua consciência, não de acordo com a lei.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Bem, já que sequestramos o assunto mesmo, vá lá.

    Mamed, está difícil contra-argumentar, porque você está mesclando diversas questões:

    1) Méritos da democracia direta x indireta

    2) Letargia e incompetência da classe política brasileira

    3) Perversões do sistema político / jurídico brasileiro

    4) Etc.

    Seria desejával “desembolar” o discurso, porque em alguns aspectos (2 e 3), eu concordo com o que você diz, enquanto em outros (1 especialmente) eu discordo totalmente, pelas razões supra citadas.

    * * *

    O tema é complicadíssimo para deixar nas mãos dos políticos e dos “especialistas”. Prova disso é o atual estado de letargia destas classes.

    Isso está muito difícil de desembolar, mas eu acho que você inverteu a causalidade — não é porque o assunto é complexo que o Estado entrou em letargia => mas o fato do Estado ser letárgico fez com que um assunto já complexo virasse um verdadeiro pântano.

    E o que você propõe? Curar uma perversão com outra? Em nome do pragmatismo eu até poderia aceitar se a questão fosse meio indiferente (vamos pedir para o povo votar se muda ou não a bandeira para rosa fosforecente e enterrar o assunto). Mas dadas as sérias implicações do assunto, acho estapafúrdio usar a democracia direta — ainda mais visto nossa condição social, onde as pessoas não conseguem fazer o ó com a boca da garrafa.

    * * *

    Dando uma verificada na tal legislação brasileira, descobri uma coisa interessantíssima: a lei não obriga ninguém a denunciar voluntariamene crime nenhum. Se a pessoa for intimada como testemunha, aí ela precisa contar a verdade, mas isso é outra história.

    Pelo foi o que constatou um procurada nos Códigos. Acho que vocês estão confundindo princípios morais com princípios legais, não? Ou vocês podem me citar essa lei?

    Então o médico que denuncia o aborto (e portanto, quebra o sigilo) só pode se defender dizendo que agiu de acordo com sua consciência, não de acordo com a lei.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Pelo menos* foi o que constatou…

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Pelo menos* foi o que constatou…

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Pelo menos* foi o que constatou…

  • Paulo Cesar

    Assunto complicadíssimo, hein!?
    Tenho uma certa “velha opinião formada sobre tudo” e no caso do aborto, inicialmente, sou contra!

    Por que inicialmente?? Pois existe aquela famosa frase “Vc é contra pois não é com você!”. E sinceramente, não sei o que faria se fosse comigo! Não digo que incentivaria o aborto do meu suposto filho, mas mesmo sendo contra, tenho certeza de que minha cabeça, dependendo da situação como foi concebida a criança, cogitaria a possibilidade. Sem hipocrisia. Mas não tão simples assim.

    A dificuldade de saber o que nos espera nos tira a certeza de muitas decisões. A única certeza que tenho, é que é bem provável me arrepender de preferir ser uma “metamorfose ambulante”.

    Abraço…

  • Paulo Cesar

    Assunto complicadíssimo, hein!?
    Tenho uma certa “velha opinião formada sobre tudo” e no caso do aborto, inicialmente, sou contra!

    Por que inicialmente?? Pois existe aquela famosa frase “Vc é contra pois não é com você!”. E sinceramente, não sei o que faria se fosse comigo! Não digo que incentivaria o aborto do meu suposto filho, mas mesmo sendo contra, tenho certeza de que minha cabeça, dependendo da situação como foi concebida a criança, cogitaria a possibilidade. Sem hipocrisia. Mas não tão simples assim.

    A dificuldade de saber o que nos espera nos tira a certeza de muitas decisões. A única certeza que tenho, é que é bem provável me arrepender de preferir ser uma “metamorfose ambulante”.

    Abraço…

  • http://www.ruinelson.net/2006/11/30/efeitos-do-cytotec/ Rui Nelson

    Há um tempo atrás eu escrevi alguma coisa sobre o Cytotec e seus efeitos. Dêem uma olhada em:

    http://www.ruinelson.net/2006/11/30/efeitos-do-cytotec/

  • http://www.ruinelson.net/2006/11/30/efeitos-do-cytotec/ Rui Nelson

    Há um tempo atrás eu escrevi alguma coisa sobre o Cytotec e seus efeitos. Dêem uma olhada em:

    http://www.ruinelson.net/2006/11/30/efeitos-do-cytotec/

  • http://escoladeseducao.com.br/ Eduardo Barancelli

    “Me explica uma coisa, Dr. Health, como eu já presenciei um médico dizendo que salvou um “abortado” que cabia na pauma de sua mão, e que – inclusive – o que era feto indesejável e que sofreu tentativa de assassinato hoje é uma criança normal?”

    Esse médico no mínimo é mentiroso.

    Aborto é com fetos até 20 semanas. A partir de 20 semanas é parto prematuro.
    Hoje, nas melhores UTIs neonatais do mundo não se salva fetos com menos de 24 semanas, é incompatível com a vida.

  • http://escoladeseducao.com.br Eduardo Barancelli

    “Me explica uma coisa, Dr. Health, como eu já presenciei um médico dizendo que salvou um “abortado” que cabia na pauma de sua mão, e que – inclusive – o que era feto indesejável e que sofreu tentativa de assassinato hoje é uma criança normal?”

    Esse médico no mínimo é mentiroso.

    Aborto é com fetos até 20 semanas. A partir de 20 semanas é parto prematuro.
    Hoje, nas melhores UTIs neonatais do mundo não se salva fetos com menos de 24 semanas, é incompatível com a vida.

  • http://escoladeseducao.com.br/ Eduardo Barancelli

    Vamos deixar uma coisa bem clara: na atual legislação o aborto é proibido somente para os pobres.

    Se vc tiver dinheiro, vai até uma clínica de aborto, paga 3 mil reais e sai de lá sem o “problema”.

    Se for pobre, faz o aborto em casa, com curiosos e corre risco de vida. É justo??

    Primeiro vamos salvar as mães!

    O dia em que todas as mulheres tiverem acesso aos métodos anticoncepcionais aí sim o aborto pode ser proibido. Hoje, uma parcela ínfima das adolescentes das favelas, cortiços, vila e etc tem conhecimento e acesso aos métodos anticoncepcionais (camisinha não é método anticoncepcional pelo alto índice de falha). Quando o governo fala em distribuir contraceptivos, os desocupados da Igreja Católica armam um escandalo, entram no MP (vide caso de Recife neste carnaval) e tentam impedir a todo custo que os pobres tenham acesso.

    Cansei de atender nos hospitais mulheres que estavam no seu sexto, sétimo parto. Porra, pq ninguém faz laqueadura nessas mulheres? Elas não tem condições de criar um filho, imagine 7! Essas mulheres não tem condições intelectuais e culturais de decidir ir sozinha atrás do método, elas mal conseguiam responder o que eu perguntava sobre a própria saúde!!!

    Antes de o aborto ser ilegal, todos esses problemas tem de ser resolvidos. Nossa sociedade tá nessa violência toda, entre outras coisas, pelo excessivo número de filhos de pessoas miseráveis economicamente que não tem condição de dar moradia, educação e futuro para seus filhos, que só veêm como saída o trafico e outros crimes.

  • http://escoladeseducao.com.br/ Eduardo Barancelli

    Vamos deixar uma coisa bem clara: na atual legislação o aborto é proibido somente para os pobres.

    Se vc tiver dinheiro, vai até uma clínica de aborto, paga 3 mil reais e sai de lá sem o “problema”.

    Se for pobre, faz o aborto em casa, com curiosos e corre risco de vida. É justo??

    Primeiro vamos salvar as mães!

    O dia em que todas as mulheres tiverem acesso aos métodos anticoncepcionais aí sim o aborto pode ser proibido. Hoje, uma parcela ínfima das adolescentes das favelas, cortiços, vila e etc tem conhecimento e acesso aos métodos anticoncepcionais (camisinha não é método anticoncepcional pelo alto índice de falha). Quando o governo fala em distribuir contraceptivos, os desocupados da Igreja Católica armam um escandalo, entram no MP (vide caso de Recife neste carnaval) e tentam impedir a todo custo que os pobres tenham acesso.

    Cansei de atender nos hospitais mulheres que estavam no seu sexto, sétimo parto. Porra, pq ninguém faz laqueadura nessas mulheres? Elas não tem condições de criar um filho, imagine 7! Essas mulheres não tem condições intelectuais e culturais de decidir ir sozinha atrás do método, elas mal conseguiam responder o que eu perguntava sobre a própria saúde!!!

    Antes de o aborto ser ilegal, todos esses problemas tem de ser resolvidos. Nossa sociedade tá nessa violência toda, entre outras coisas, pelo excessivo número de filhos de pessoas miseráveis economicamente que não tem condição de dar moradia, educação e futuro para seus filhos, que só veêm como saída o trafico e outros crimes.

  • http://escoladeseducao.com.br Eduardo Barancelli

    Vamos deixar uma coisa bem clara: na atual legislação o aborto é proibido somente para os pobres.

    Se vc tiver dinheiro, vai até uma clínica de aborto, paga 3 mil reais e sai de lá sem o “problema”.

    Se for pobre, faz o aborto em casa, com curiosos e corre risco de vida. É justo??

    Primeiro vamos salvar as mães!

    O dia em que todas as mulheres tiverem acesso aos métodos anticoncepcionais aí sim o aborto pode ser proibido. Hoje, uma parcela ínfima das adolescentes das favelas, cortiços, vila e etc tem conhecimento e acesso aos métodos anticoncepcionais (camisinha não é método anticoncepcional pelo alto índice de falha). Quando o governo fala em distribuir contraceptivos, os desocupados da Igreja Católica armam um escandalo, entram no MP (vide caso de Recife neste carnaval) e tentam impedir a todo custo que os pobres tenham acesso.

    Cansei de atender nos hospitais mulheres que estavam no seu sexto, sétimo parto. Porra, pq ninguém faz laqueadura nessas mulheres? Elas não tem condições de criar um filho, imagine 7! Essas mulheres não tem condições intelectuais e culturais de decidir ir sozinha atrás do método, elas mal conseguiam responder o que eu perguntava sobre a própria saúde!!!

    Antes de o aborto ser ilegal, todos esses problemas tem de ser resolvidos. Nossa sociedade tá nessa violência toda, entre outras coisas, pelo excessivo número de filhos de pessoas miseráveis economicamente que não tem condição de dar moradia, educação e futuro para seus filhos, que só veêm como saída o trafico e outros crimes.

  • http://www.papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    Barancelli, apesar de ter dito no começo dos comentários que não tenho uma opinião engessada sobre o assunto, eu me identifico muito com sua maneira de pensar. Mas uma pergunta sua me fez lembrar de certos discurssos que já ouvi e que a meu ver, beiram o absurdo:

    Porra, pq ninguém faz laqueadura nessas mulheres?

    A resposta de alguns sociólogos é que isso é uma forma de extermínio dos pobres. Como eles incomodam a chamada “burguesia” é muito conveniente para nós arranjarmos uma maneira de exterminá-los.

    Isso para mim cheira a puro besteirol de cientista social irresponsável.

  • http://www.papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    Barancelli, apesar de ter dito no começo dos comentários que não tenho uma opinião engessada sobre o assunto, eu me identifico muito com sua maneira de pensar. Mas uma pergunta sua me fez lembrar de certos discurssos que já ouvi e que a meu ver, beiram o absurdo:

    Porra, pq ninguém faz laqueadura nessas mulheres?

    A resposta de alguns sociólogos é que isso é uma forma de extermínio dos pobres. Como eles incomodam a chamada “burguesia” é muito conveniente para nós arranjarmos uma maneira de exterminá-los.

    Isso para mim cheira a puro besteirol de cientista social irresponsável.

  • http://www.papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    Barancelli, apesar de ter dito no começo dos comentários que não tenho uma opinião engessada sobre o assunto, eu me identifico muito com sua maneira de pensar. Mas uma pergunta sua me fez lembrar de certos discurssos que já ouvi e que a meu ver, beiram o absurdo:

    Porra, pq ninguém faz laqueadura nessas mulheres?

    A resposta de alguns sociólogos é que isso é uma forma de extermínio dos pobres. Como eles incomodam a chamada “burguesia” é muito conveniente para nós arranjarmos uma maneira de exterminá-los (na verdade, impedir a procriação).

    Isso para mim cheira a puro besteirol de cientista social irresponsável.

  • http://www.papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    Barancelli, apesar de ter dito no começo dos comentários que não tenho uma opinião engessada sobre o assunto, eu me identifico muito com sua maneira de pensar. Mas uma pergunta sua me fez lembrar de certos discurssos que já ouvi e que a meu ver, beiram o absurdo:

    Porra, pq ninguém faz laqueadura nessas mulheres?

    A resposta de alguns sociólogos é que isso é uma forma de extermínio dos pobres. Como eles incomodam a chamada “burguesia” é muito conveniente para nós arranjarmos uma maneira de exterminá-los (na verdade, impedir a procriação).

    Isso para mim cheira a puro besteirol de cientista social irresponsável.

  • http://www.papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    Barancelli, apesar de ter dito no começo dos comentários que não tenho uma opinião engessada sobre o assunto, eu me identifico muito com sua maneira de pensar. Mas uma pergunta sua me fez lembrar de certos discurssos que já ouvi e que a meu ver, beiram o absurdo:

    Porra, pq ninguém faz laqueadura nessas mulheres?

    A resposta de alguns sociólogos é que isso é uma forma de extermínio dos pobres. Como eles incomodam a chamada “burguesia” é muito conveniente para nós arranjarmos uma maneira de exterminá-los.

    Isso para mim cheira a puro besteirol de cientista social irresponsável.

  • http://www.papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    Barancelli, apesar de ter dito no começo dos comentários que não tenho uma opinião engessada sobre o assunto, eu me identifico muito com sua maneira de pensar. Mas uma pergunta sua me fez lembrar de certos discurssos que já ouvi e que a meu ver, beiram o absurdo:

    Porra, pq ninguém faz laqueadura nessas mulheres?

    A resposta de alguns sociólogos é que isso é uma forma de extermínio dos pobres. Como eles incomodam a chamada “burguesia” é muito conveniente para nós arranjarmos uma maneira de exterminá-los (na verdade, impedir a procriação).

    Isso para mim cheira a puro besteirol de cientista social irresponsável.

  • http://escoladeseducao.com.br/ Eduardo Barancelli

    Tiago, deixar uma mulher que estudou até a segunda série, tem 6 filhos, vive com um salário mínimo por mês, mora num barraco do morro ter mais filhos ainda é na verdade um jeito de exterminar pobres. Daonde que vem a mortalidade infantil? Daí!!
    Nunca ouvi falar em filho da classe média morrer de desinteria! PQP!

    Eu não prego nem nunca preguei a “laqueadura compulsória” ou algo do tipo. Ainda acho que a mulher deve ter direito de escolher se quer ou não passar por um procedimento cirurgico esterilizante (procedimento este que é super simples).

    O problema é que atual sistema, a idéia de fazer laqueadura tem de vir da própria paciente. Só que elas não tem cultura, informação e educação suficiente para saber que elas podem fazer isso gratuitamente pelo SUS e não ter mais filhos.

    Eu penso que a partir de determinado número de filhos, assistentes sociais devem procurar a casa da paciente pobre, e explicar que ela tem direito a fazer o procedimento se quiser. Nada mais que isso.

    Não tenho dúvida que a proliferação de pessoas na periferia iria diminuir e muito.

    Uma familia que teria 8 filhos, acaba tendo 2. Em vez dos 8 venderem bala no sinaleiro para comprar o arroz e o feijão, teríamos 2 crianças que poderiam frequentar a escola e viver num meio mais saudável.

    Numa das matérias da faculdade de medicina, visitamos uma favela e entramos na casa das pessoas. Não me esqueço daquele barraco na beira do córrego de 2mX2m com 8 (isso mesmo, 8) pessoas morando alí, isso sem contar os ratos. Não consigo imaginar como elas conseguem dormir à noite naquele espaço sem ventilação.
    Qual será o futuro daquelas 6 crianças? Miséria? Trafico? Roubo?
    Quantas vão escapar daquela merda?

    O unico jeito do Brasil diminuir a desigualdade é controlar a natalidade nas áreas pobres. Não adianta tirar dos ricos, não adianta cotas, não adianta bolsa-isso, bolsa-aquilo. Sem controle de natalidade nada feito.

    Lí um autor que diz que nos estados do EUA em que o aborto foi liberado, em 20 anos a violência cresceu menos em relação aos estados onde o aborto não foi legalizado. Não sei até que ponto existe a relação direta entre os dois fatos. Mas não tenho dúvida que isso merece mais estudos.

    Do mesmo jeito que tenho direito de ser contra “eu fazer o aborto”, sou favorável que a mulher tenha direito de escolher se é a favor ou não.
    Como médico nunca, nunca, nunca faria.

    Mas cada pessoa deve ter o direito de decidir sobre a própria vida.

  • http://escoladeseducao.com.br/ Eduardo Barancelli

    Tiago, deixar uma mulher que estudou até a segunda série, tem 6 filhos, vive com um salário mínimo por mês, mora num barraco do morro ter mais filhos ainda é na verdade um jeito de exterminar pobres. Daonde que vem a mortalidade infantil? Daí!!
    Nunca ouvi falar em filho da classe média morrer de desinteria! PQP!

    Eu não prego nem nunca preguei a “laqueadura compulsória” ou algo do tipo. Ainda acho que a mulher deve ter direito de escolher se quer ou não passar por um procedimento cirurgico esterilizante (procedimento este que é super simples).

    O problema é que atual sistema, a idéia de fazer laqueadura tem de vir da própria paciente. Só que elas não tem cultura, informação e educação suficiente para saber que elas podem fazer isso gratuitamente pelo SUS e não ter mais filhos.

    Eu penso que a partir de determinado número de filhos, assistentes sociais devem procurar a casa da paciente pobre, e explicar que ela tem direito a fazer o procedimento se quiser. Nada mais que isso.

    Não tenho dúvida que a proliferação de pessoas na periferia iria diminuir e muito.

    Uma familia que teria 8 filhos, acaba tendo 2. Em vez dos 8 venderem bala no sinaleiro para comprar o arroz e o feijão, teríamos 2 crianças que poderiam frequentar a escola e viver num meio mais saudável.

    Numa das matérias da faculdade de medicina, visitamos uma favela e entramos na casa das pessoas. Não me esqueço daquele barraco na beira do córrego de 2mX2m com 8 (isso mesmo, 8) pessoas morando alí, isso sem contar os ratos. Não consigo imaginar como elas conseguem dormir à noite naquele espaço sem ventilação.
    Qual será o futuro daquelas 6 crianças? Miséria? Trafico? Roubo?
    Quantas vão escapar daquela merda?

    O unico jeito do Brasil diminuir a desigualdade é controlar a natalidade nas áreas pobres. Não adianta tirar dos ricos, não adianta cotas, não adianta bolsa-isso, bolsa-aquilo. Sem controle de natalidade nada feito.

    Lí um autor que diz que nos estados do EUA em que o aborto foi liberado, em 20 anos a violência cresceu menos em relação aos estados onde o aborto não foi legalizado. Não sei até que ponto existe a relação direta entre os dois fatos. Mas não tenho dúvida que isso merece mais estudos.

    Do mesmo jeito que tenho direito de ser contra “eu fazer o aborto”, sou favorável que a mulher tenha direito de escolher se é a favor ou não.
    Como médico nunca, nunca, nunca faria.

    Mas cada pessoa deve ter o direito de decidir sobre a própria vida.

  • http://escoladeseducao.com.br Eduardo Barancelli

    Tiago, deixar uma mulher que estudou até a segunda série, tem 6 filhos, vive com um salário mínimo por mês, mora num barraco do morro ter mais filhos ainda é na verdade um jeito de exterminar pobres. Daonde que vem a mortalidade infantil? Daí!!
    Nunca ouvi falar em filho da classe média morrer de desinteria! PQP!

    Eu não prego nem nunca preguei a “laqueadura compulsória” ou algo do tipo. Ainda acho que a mulher deve ter direito de escolher se quer ou não passar por um procedimento cirurgico esterilizante (procedimento este que é super simples).

    O problema é que atual sistema, a idéia de fazer laqueadura tem de vir da própria paciente. Só que elas não tem cultura, informação e educação suficiente para saber que elas podem fazer isso gratuitamente pelo SUS e não ter mais filhos.

    Eu penso que a partir de determinado número de filhos, assistentes sociais devem procurar a casa da paciente pobre, e explicar que ela tem direito a fazer o procedimento se quiser. Nada mais que isso.

    Não tenho dúvida que a proliferação de pessoas na periferia iria diminuir e muito.

    Uma familia que teria 8 filhos, acaba tendo 2. Em vez dos 8 venderem bala no sinaleiro para comprar o arroz e o feijão, teríamos 2 crianças que poderiam frequentar a escola e viver num meio mais saudável.

    Numa das matérias da faculdade de medicina, visitamos uma favela e entramos na casa das pessoas. Não me esqueço daquele barraco na beira do córrego de 2mX2m com 8 (isso mesmo, 8) pessoas morando alí, isso sem contar os ratos. Não consigo imaginar como elas conseguem dormir à noite naquele espaço sem ventilação.
    Qual será o futuro daquelas 6 crianças? Miséria? Trafico? Roubo?
    Quantas vão escapar daquela merda?

    O unico jeito do Brasil diminuir a desigualdade é controlar a natalidade nas áreas pobres. Não adianta tirar dos ricos, não adianta cotas, não adianta bolsa-isso, bolsa-aquilo. Sem controle de natalidade nada feito.

    Lí um autor que diz que nos estados do EUA em que o aborto foi liberado, em 20 anos a violência cresceu menos em relação aos estados onde o aborto não foi legalizado. Não sei até que ponto existe a relação direta entre os dois fatos. Mas não tenho dúvida que isso merece mais estudos.

    Do mesmo jeito que tenho direito de ser contra “eu fazer o aborto”, sou favorável que a mulher tenha direito de escolher se é a favor ou não.
    Como médico nunca, nunca, nunca faria.

    Mas cada pessoa deve ter o direito de decidir sobre a própria vida.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Eduardo, o autor a quem que vc se refere é o premiado economista norte-americano Steven Levitt, autor do livro “Freakonomics”. A tese é polêmica sim, mas onde há fumaça, há fogo.

  • http://www.papodehomem.com.br Dr Health

    Eduardo, o autor a quem que vc se refere é o premiado economista norte-americano Steven Levitt, autor do livro “Freakonomics”. A tese é polêmica sim, mas onde há fumaça, há fogo.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Freakonomics foi um livro que mudou meu jeito de enxergar o mundo.

    (Mas o capítulo sobre o aborto x violência não é exatamente uma tese pro-aborto — ele termina até de forma bem sóbria e neutra comentando que tudo depende do valor relativo que se dá a uma vida pos-uterina x a um feto, e que mesmo que se atribua a um feto o valor de um centésimo de um humano — ou menos que isso, não lembro mais os valores exatos — o aborto não compensa economicamente…)

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Freakonomics foi um livro que mudou meu jeito de enxergar o mundo.

    (Mas o capítulo sobre o aborto x violência não é exatamente uma tese pro-aborto — ele termina até de forma bem sóbria e neutra comentando que tudo depende do valor relativo que se dá a uma vida pos-uterina x a um feto, e que mesmo que se atribua a um feto o valor de um centésimo de um humano — ou menos que isso, não lembro mais os valores exatos — o aborto não compensa economicamente…)

  • http://www.papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    Numa das matérias da faculdade de medicina, visitamos uma favela e entramos na casa das pessoas. Não me esqueço daquele barraco na beira do córrego de 2mX2m com 8 (isso mesmo, 8) pessoas morando alí, isso sem contar os ratos. Não consigo imaginar como elas conseguem dormir à noite naquele espaço sem ventilação

    Amigo Barancelli, essa é a diferença entre o cara que vai lá na fonte ver como a vida é na realidade e o cara cheio de verborragias que tem um discursso muito bonito, mas na verdade só conhece o que está no papel.

    Eu não sou médico, sou engenheiro. Acontece que trabalho em agência ambiental e acabo conhencendo muitos lixões irregulares pelo interior do Estado, onde existem crianças e adolescentes fazendo aquela catação no meio do lixo em condições extremamente perigosas. Toda vez que me deparo com essas cenas, eu penso nesse tipo de coisa que estamos discutindo.

  • http://www.papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    Numa das matérias da faculdade de medicina, visitamos uma favela e entramos na casa das pessoas. Não me esqueço daquele barraco na beira do córrego de 2mX2m com 8 (isso mesmo, 8) pessoas morando alí, isso sem contar os ratos. Não consigo imaginar como elas conseguem dormir à noite naquele espaço sem ventilação

    Amigo Barancelli, essa é a diferença entre o cara que vai lá na fonte ver como a vida é na realidade e o cara cheio de verborragias que tem um discursso muito bonito, mas na verdade só conhece o que está no papel.

    Eu não sou médico, sou engenheiro. Acontece que trabalho em agência ambiental e acabo conhencendo muitos lixões irregulares pelo interior do Estado, onde existem crianças e adolescentes fazendo aquela catação no meio do lixo em condições extremamente perigosas. Toda vez que me deparo com essas cenas, eu penso nesse tipo de coisa que estamos discutindo.

  • Bia

    Quando eu engravidei, namorava ha apenas 3 meses, é obvio que a primeira coisa que pensamos foi em tirar… tinha todo o fato da minha carreira e de que eu perderia minha liberdade.
    Corremos atras de informaçao e ele estava disposto a pagar caro pra nao ter.
    No fim das contas vi que era totalmente contra meus principios e contra toda a educação que minha familia me deu.
    Hoje tenho um filho de 1 ano que é a melhor coisa que aconteceu na minha vida, abri mao de muita coisa pessoal e profissionalmente, mas teria feito td de novo.

    Se sou contra ou a favor?? Acho muito facil vir aqui e falar um monte quando nao acontece com você. Cada cabeça uma sentença.

    Quanto ao Sr Anonimo ai de cima. Se ela realmente estiver gravida, assuma o filho e esteja do lado dela na gravidez, é ela que vai ter que abrir mão de tudo.

    Ter filho é assustador porem MARAVILHOSO!!

  • Bia

    Quando eu engravidei, namorava ha apenas 3 meses, é obvio que a primeira coisa que pensamos foi em tirar… tinha todo o fato da minha carreira e de que eu perderia minha liberdade.
    Corremos atras de informaçao e ele estava disposto a pagar caro pra nao ter.
    No fim das contas vi que era totalmente contra meus principios e contra toda a educação que minha familia me deu.
    Hoje tenho um filho de 1 ano que é a melhor coisa que aconteceu na minha vida, abri mao de muita coisa pessoal e profissionalmente, mas teria feito td de novo.

    Se sou contra ou a favor?? Acho muito facil vir aqui e falar um monte quando nao acontece com você. Cada cabeça uma sentença.

    Quanto ao Sr Anonimo ai de cima. Se ela realmente estiver gravida, assuma o filho e esteja do lado dela na gravidez, é ela que vai ter que abrir mão de tudo.

    Ter filho é assustador porem MARAVILHOSO!!

  • Paulo de Tarso

    A vida é um processo que não pára: começa na concepção e continua até a morte natural. O processo de desvalorização da vida humana, quando começa, também vai até o fim. Geralmente, esse processo começa trazendo a aceitação social e legal do aborto, e termina trazendo a aceitação social e legal da eutanásia. Uma sociedade que assume o direito de eliminar bebés na barriga de suas mães – porque eles são indesejados, imperfeitos ou simplesmente inconvenientes – achará difícil eventualmente não justificar a eliminação de outros seres humanos, principalmente os idosos, os doentes e os deficientes. Não é de estranhar então que a eutanásia esteja avançando exactamente nos países ricos, onde há anos o aborto se tornou uma prática protegida por lei. Se a lei permite a eliminação da vida antes do nascimento, por que não permiti-la também, pelas mesmas razões, depois do nascimento?”
    Ricardo Oliveira

    Conseqüência da Eutanásia:

    A fuga diante da ameaça de morte
    Idosos holandeses fogem da Holanda com medo de sofrerem Eutanásia: http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=OPINIAO&id=opi0238

    SaintCahier

    Relativizar a condição humana dá nisso. Relativizar só serve para destruir conceitos e valores, nada mais!

  • Paulo de Tarso

    A vida é um processo que não pára: começa na concepção e continua até a morte natural. O processo de desvalorização da vida humana, quando começa, também vai até o fim. Geralmente, esse processo começa trazendo a aceitação social e legal do aborto, e termina trazendo a aceitação social e legal da eutanásia. Uma sociedade que assume o direito de eliminar bebés na barriga de suas mães – porque eles são indesejados, imperfeitos ou simplesmente inconvenientes – achará difícil eventualmente não justificar a eliminação de outros seres humanos, principalmente os idosos, os doentes e os deficientes. Não é de estranhar então que a eutanásia esteja avançando exactamente nos países ricos, onde há anos o aborto se tornou uma prática protegida por lei. Se a lei permite a eliminação da vida antes do nascimento, por que não permiti-la também, pelas mesmas razões, depois do nascimento?”
    Ricardo Oliveira

    Conseqüência da Eutanásia:

    A fuga diante da ameaça de morte
    Idosos holandeses fogem da Holanda com medo de sofrerem Eutanásia: http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=OPINIAO&id=opi0238

    SaintCahier

    Relativizar a condição humana dá nisso. Relativizar só serve para destruir conceitos e valores, nada mais!

  • Paulo de Tarso

    THIAGO OXIRO CAMPI

    Pra esses casos sempre há o Auto Aborto Voluntário Retroativo.

    Por exemplo, vai que algum dia acontece uma desgraça com vc, e vc fique pobre e doente, não seria razoável vc criticar seus pais por não o terem abortado e evitado seu possível sofrimento (porque mesmo pobres e doentes podem ser felizes!!!). Ao invéz disso – se queixar – você adotaria a prática do AAVR, ora, mais racional? Já perguntou a uma das crianças desses lixões se elas prefeririam ter sido abortadas, e em caso de sim, o porque delas então não cometerem suicídio, e corrigir um erro do passado?

    Me parece que vc é quem é cheio de verborragias, afinal, a lógica acima é impecável!

  • Paulo de Tarso

    THIAGO OXIRO CAMPI

    Pra esses casos sempre há o Auto Aborto Voluntário Retroativo.

    Por exemplo, vai que algum dia acontece uma desgraça com vc, e vc fique pobre e doente, não seria razoável vc criticar seus pais por não o terem abortado e evitado seu possível sofrimento (porque mesmo pobres e doentes podem ser felizes!!!). Ao invéz disso – se queixar – você adotaria a prática do AAVR, ora, mais racional? Já perguntou a uma das crianças desses lixões se elas prefeririam ter sido abortadas, e em caso de sim, o porque delas então não cometerem suicídio, e corrigir um erro do passado?

    Me parece que vc é quem é cheio de verborragias, afinal, a lógica acima é impecável!

  • Anônimo do Post

    Pessoal sou o Anônimo da história. Finalmente li o post e todos os comentários.

    Estou completamente de acordo com as idéias do SaintCahier. O estado é laico, independente de religião, então qualquer argumento que não seja científico não é válido, simples.

    @Paulo de Tarso
    O exemplo que você deu já tinha sido comentado. Você esta comparando alguém que chegou a condição humana e esta prestes a perder com alguém que tem a possibilidade de chegar à condição humana.

    O aborto era uma das opções que tínhamos e logicamente sendo uma opção seria analisada (e foi). Em nenhum momento eu disse que iria fazê-lo. A idéia inicial de pesquisar sobre o assunto foi dela e eu deixei claro que independente da decisão dela (abortar ou ter a criança) eu a apoiaria.

    Mandei a pergunta para o Dr. Health para ter mais detalhes científicos e não para ajudar no nosso psicológico. Enquanto eu pesquisava sobre o assunto o que mais me preocupava era a situação dela, como ela se sentiria depois, os riscos essas coisas.

    Nós não temos problemas financeiros, não temos sobrando, mas o suficiente para ter filhos sem problemas. Temos educação suficiente e conhecemos todos os métodos. Agora podem vir nos chamar de hipócritas ou qualquer coisa do tipo.

    Toda a pesquisa foi feita para saber como seria essa opção de escolha, não tínhamos certeza da gravidez.

    O resultado do exame saiu e deu negativo, no mesmo dia do resultado ela ficou menstruada.

  • Anônimo do Post

    Pessoal sou o Anônimo da história. Finalmente li o post e todos os comentários.

    Estou completamente de acordo com as idéias do SaintCahier. O estado é laico, independente de religião, então qualquer argumento que não seja científico não é válido, simples.

    @Paulo de Tarso
    O exemplo que você deu já tinha sido comentado. Você esta comparando alguém que chegou a condição humana e esta prestes a perder com alguém que tem a possibilidade de chegar à condição humana.

    O aborto era uma das opções que tínhamos e logicamente sendo uma opção seria analisada (e foi). Em nenhum momento eu disse que iria fazê-lo. A idéia inicial de pesquisar sobre o assunto foi dela e eu deixei claro que independente da decisão dela (abortar ou ter a criança) eu a apoiaria.

    Mandei a pergunta para o Dr. Health para ter mais detalhes científicos e não para ajudar no nosso psicológico. Enquanto eu pesquisava sobre o assunto o que mais me preocupava era a situação dela, como ela se sentiria depois, os riscos essas coisas.

    Nós não temos problemas financeiros, não temos sobrando, mas o suficiente para ter filhos sem problemas. Temos educação suficiente e conhecemos todos os métodos. Agora podem vir nos chamar de hipócritas ou qualquer coisa do tipo.

    Toda a pesquisa foi feita para saber como seria essa opção de escolha, não tínhamos certeza da gravidez.

    O resultado do exame saiu e deu negativo, no mesmo dia do resultado ela ficou menstruada.

  • Euzão

    http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=6408&language=pt

    SOBRE CONDIÇÃO HUMANA, leia o link acima:

    (Quem define quando já há ou não condição humana?)

    Destaque:

    “Eles têm razão de ter medo. Mas também é de se temer que, se o Tribunal decidir de outro modo, ocorra no Brasil uma tragédia semelhante à ocorrida nos Estados Unidos em 1857, quando a Suprema Corte decidiu que os negros não eram pessoas (caso Dred Scott versus Sandford) ou em 1973, quando a mesma Corte decidiu que os nascituros não são pessoas (caso Roe versus Wade).

    Novamente, quem decide quem já tem ou não condição humana? As necessidades econômicas e seus representantes no meio científico e jurídico?

    Abortar dá dinheiro! Ter filho implica em custos familiares e sociais! É POR ISSO QUE SE DEFENDE O ABORTO?

    ASSIM COMO ERA VANTAJOSO DEFENDER QUE NEGRO NÃO ERA GENTE?

  • Euzão

    http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=6408&language=pt

    SOBRE CONDIÇÃO HUMANA, leia o link acima:

    (Quem define quando já há ou não condição humana?)

    Destaque:

    “Eles têm razão de ter medo. Mas também é de se temer que, se o Tribunal decidir de outro modo, ocorra no Brasil uma tragédia semelhante à ocorrida nos Estados Unidos em 1857, quando a Suprema Corte decidiu que os negros não eram pessoas (caso Dred Scott versus Sandford) ou em 1973, quando a mesma Corte decidiu que os nascituros não são pessoas (caso Roe versus Wade).

    Novamente, quem decide quem já tem ou não condição humana? As necessidades econômicas e seus representantes no meio científico e jurídico?

    Abortar dá dinheiro! Ter filho implica em custos familiares e sociais! É POR ISSO QUE SE DEFENDE O ABORTO?

    ASSIM COMO ERA VANTAJOSO DEFENDER QUE NEGRO NÃO ERA GENTE?

  • Mamed

    Volto depois de me abster por uns dias:

    Ao Anônimo acima.

    Qualquer argumento que não seja científico também é válido sim. Embora laico, o Estado não é construído apenas por argumentos científicos. A construção de uma sociedade é calcada em valores que muitas vezes se sobrepõem ao que a Ciência estabelece.

    Como havia dito acima, cabe somente à sociedade estabelecer seus próprios valores de conduta e comportamento. Dificilmente um médico segue à risca tudo aquilo que a medicina recomenda. Até porque a dinâmica dos avanços impõe alterações de conceitos e padrões anteriormente estabelecidos.

    Quanto ao SaintCahier achar que a democracia direta não é de todo bom, volto a discordar dele, pois o povo que não está preparado para escolher seu próprio caminho, certamente está condenado ao ostracismo e à dominação de outros povos. O fato dos brasileiros escolherem mal seus governantes não legitima que seja conceidas apenas a poucos o direito de ditar os rumos que a sociedade deve seguir.

    Um tema complexo e polêmico como o aborto deve ser debatido sim por todas as camadas e extratos sociais e não apenas por cientistas e pseudo-especialistas, e ser submetido ao crivo da população.

    Juridicamente falando, o aborto hoje, feito sem as exclusões da ilicitude previstas no Código Penal, é crime contra a pessoa, punível com pena de detenção, e quando realizado por terceiro, é punível com pena de reclusão. Não sou positivista a ponto de achar que a lei é perfeita e deve ser cumprida, até porque não tenho opinião formado sobre o aborto: não sei se sou a favor ou contra. Isso depende muito de cada um e do momento em que agravidez indesejada ocorre. Daí que defendo que o tema seja debatido por todos, independente de paixões, e submetido à sociedade em geral, e não apenas a uns poucos “instruídos” e que se acham donos da verdade.

    Isso porque em um país de contrastes, como é o Brasil, só pobres têm dificuldades para realizar um aborto, correndo os riscos próprios do ato, porque os ricos e abonados o fazem sem se preocupar com a lei ou com a polícia, contando com os mais elevados padrões de atendimento médico.

    Quanto à possibilidade de não permitir que pobres não tenham muitos filhos, isso beira o absuro, chegando a flertar com teses nazistas.

    Essa questão é mais relacionada com educação e falta de informação do que outra coisa. Cabe aos governos em todos os níveis e à sociedade em geral, políticas de educação voltadas para informar às pessoas pobres e sem instrução. Apenas fazer laqueaduras nessas pessoas é uma atitude simplista e que não leva a lugar nenhum. Seria um passo um tanto perigoso para outras coisas.

    E aos que venham me criticar, informo desde logo, que sou de uma família de seis irmãos, do interior do Amazonas e que nem por isso minha mãe deveria ter feito cirurgia. Isso depende muito da educação que cada família passa aos seus filhos, pois sendo caboclo do interiorzão, tendo convivido com índios e tudo mais, consegui vir para a cidade e faço faculdade de Direito e tenho um bom emprego e família maravilhosa, graças a Deus.

    De resto, os atos de cada um depende muito da consciência e dops valores que cada um carrega.

  • Mamed

    Volto depois de me abster por uns dias:

    Ao Anônimo acima.

    Qualquer argumento que não seja científico também é válido sim. Embora laico, o Estado não é construído apenas por argumentos científicos. A construção de uma sociedade é calcada em valores que muitas vezes se sobrepõem ao que a Ciência estabelece.

    Como havia dito acima, cabe somente à sociedade estabelecer seus próprios valores de conduta e comportamento. Dificilmente um médico segue à risca tudo aquilo que a medicina recomenda. Até porque a dinâmica dos avanços impõe alterações de conceitos e padrões anteriormente estabelecidos.

    Quanto ao SaintCahier achar que a democracia direta não é de todo bom, volto a discordar dele, pois o povo que não está preparado para escolher seu próprio caminho, certamente está condenado ao ostracismo e à dominação de outros povos. O fato dos brasileiros escolherem mal seus governantes não legitima que seja conceidas apenas a poucos o direito de ditar os rumos que a sociedade deve seguir.

    Um tema complexo e polêmico como o aborto deve ser debatido sim por todas as camadas e extratos sociais e não apenas por cientistas e pseudo-especialistas, e ser submetido ao crivo da população.

    Juridicamente falando, o aborto hoje, feito sem as exclusões da ilicitude previstas no Código Penal, é crime contra a pessoa, punível com pena de detenção, e quando realizado por terceiro, é punível com pena de reclusão. Não sou positivista a ponto de achar que a lei é perfeita e deve ser cumprida, até porque não tenho opinião formado sobre o aborto: não sei se sou a favor ou contra. Isso depende muito de cada um e do momento em que agravidez indesejada ocorre. Daí que defendo que o tema seja debatido por todos, independente de paixões, e submetido à sociedade em geral, e não apenas a uns poucos “instruídos” e que se acham donos da verdade.

    Isso porque em um país de contrastes, como é o Brasil, só pobres têm dificuldades para realizar um aborto, correndo os riscos próprios do ato, porque os ricos e abonados o fazem sem se preocupar com a lei ou com a polícia, contando com os mais elevados padrões de atendimento médico.

    Quanto à possibilidade de não permitir que pobres não tenham muitos filhos, isso beira o absuro, chegando a flertar com teses nazistas.

    Essa questão é mais relacionada com educação e falta de informação do que outra coisa. Cabe aos governos em todos os níveis e à sociedade em geral, políticas de educação voltadas para informar às pessoas pobres e sem instrução. Apenas fazer laqueaduras nessas pessoas é uma atitude simplista e que não leva a lugar nenhum. Seria um passo um tanto perigoso para outras coisas.

    E aos que venham me criticar, informo desde logo, que sou de uma família de seis irmãos, do interior do Amazonas e que nem por isso minha mãe deveria ter feito cirurgia. Isso depende muito da educação que cada família passa aos seus filhos, pois sendo caboclo do interiorzão, tendo convivido com índios e tudo mais, consegui vir para a cidade e faço faculdade de Direito e tenho um bom emprego e família maravilhosa, graças a Deus.

    De resto, os atos de cada um depende muito da consciência e dops valores que cada um carrega.

  • Anônimo do Post

    @Mamed
    O que vejo, assim como você, é que a maioria da população não tem educação, sem isso qual a base do voto dela? Ela vai votar no que falarem pra ela, são pessoas muito voláteis acreditam em qualquer coisa mesmo que sem base.

    Quanto a laqueadura, foi sugerido que fosse levado o conhecimento de que o procedimento existe para as pessoas carentes, assim elas poderiam tomar a decisão.

    O mais tenso nisso tudo é o psicológico, você fica pensando no futuro. Como seria quando eu tivesse um filho e lembrasse que uma vez fizemos um aborto? O que ela sentiria ao ver crianças na rua? Mulheres são mais sentimentais, eu me preocupava mais com ela.

  • Anônimo do Post

    @Mamed
    O que vejo, assim como você, é que a maioria da população não tem educação, sem isso qual a base do voto dela? Ela vai votar no que falarem pra ela, são pessoas muito voláteis acreditam em qualquer coisa mesmo que sem base.

    Quanto a laqueadura, foi sugerido que fosse levado o conhecimento de que o procedimento existe para as pessoas carentes, assim elas poderiam tomar a decisão.

    O mais tenso nisso tudo é o psicológico, você fica pensando no futuro. Como seria quando eu tivesse um filho e lembrasse que uma vez fizemos um aborto? O que ela sentiria ao ver crianças na rua? Mulheres são mais sentimentais, eu me preocupava mais com ela.

  • Mamed

    Anônimo,

    Tenho certeza que esses pensamentos povoaram sua cabeça e a dela por algum tempo.

    Vou confessar: eu aos 18 e a minha mulher aos 16, também cogitamos tal possibilidade. Isso porque nem éramos casados, eu sem emprego em uma cidade pequena e sem qualquer perspectiva de vida.

    Entretanto, em por razões morais e de foro íntimo, resolvi assumir e hoje temos uma filha maravilhosa, com 11 anos de idade.

    Não foi fácil, mas todos os medos se dissiparam, pois a vida ensina e talha as pessoas conforme a situação. Tive que me virar, arrumar emprego, casa e tudo mais. Enfim, nos viramos, e hoje vejo que valeu a pena.

    Quanto à questão da falta de educação para dar base à decisão das pessoas, não cabe, em um contexto democrático, questionar a legitimidade de um voto de analfabeto. Do contrário, seria mais simples abolir o voto de pobre, miserável, analfabeto, etc…

    Infelizmente, é o preço que se paga para viver democraticamente: uma pessoa, um voto. De modo algum um voto de um médico, advogado, engenheiro, pode valer mais que um voto de um sem instrução.

    Isso é consequência de décadas de descaso com a educação dos pobres. Como disse De Gaulle, isso não é um país sério, pois tudo é do faz de conta. o Governo faz que ensina e a sociedade faz de conta que aprende.

    Fazer o quê?

  • Mamed

    Anônimo,

    Tenho certeza que esses pensamentos povoaram sua cabeça e a dela por algum tempo.

    Vou confessar: eu aos 18 e a minha mulher aos 16, também cogitamos tal possibilidade. Isso porque nem éramos casados, eu sem emprego em uma cidade pequena e sem qualquer perspectiva de vida.

    Entretanto, em por razões morais e de foro íntimo, resolvi assumir e hoje temos uma filha maravilhosa, com 11 anos de idade.

    Não foi fácil, mas todos os medos se dissiparam, pois a vida ensina e talha as pessoas conforme a situação. Tive que me virar, arrumar emprego, casa e tudo mais. Enfim, nos viramos, e hoje vejo que valeu a pena.

    Quanto à questão da falta de educação para dar base à decisão das pessoas, não cabe, em um contexto democrático, questionar a legitimidade de um voto de analfabeto. Do contrário, seria mais simples abolir o voto de pobre, miserável, analfabeto, etc…

    Infelizmente, é o preço que se paga para viver democraticamente: uma pessoa, um voto. De modo algum um voto de um médico, advogado, engenheiro, pode valer mais que um voto de um sem instrução.

    Isso é consequência de décadas de descaso com a educação dos pobres. Como disse De Gaulle, isso não é um país sério, pois tudo é do faz de conta. o Governo faz que ensina e a sociedade faz de conta que aprende.

    Fazer o quê?

  • Euzão

    Embrião humano: pessoa ou coisa?

    Resumo: O Supremo Tribunal Federal decidirá a questão em 05 de março de 2008, no julgamento da ADI 3510, contra o artigo 5º da Lei de Biossegurança, que permite a destruição de embriões humanos.

    http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=6408&language=pt

    ______________________________________

    Destaque:

    (…)”é de se temer que, se o Tribunal decidir de outro modo (considerar embrião coisa), ocorra no Brasil uma tragédia semelhante à ocorrida nos Estados Unidos em 1857, quando a Suprema Corte decidiu que os negros não eram pessoas (caso Dred Scott versus Sandford) ou em 1973, quando a mesma Corte decidiu que os nascituros não são pessoas (caso Roe versus Wade).

    Os abortistas falam em condição humana como se isso fosse relativizável. Nem os abortistas sabem o que é condição humana. Reltivizar condição humana dá nisso: divisão da humanidade em raças, exlusão de determinadas raças da condição humana, legalização do aborto, legalização da eutanásia, do extermínio …

    E sabe por quê? Porque sempre há motivações econômicas: pais que não querem ter que gastar com filhos; senhores de escravo defendendo mão-de-obra barata; ditadores querendo combater detratores e povos inimigos, conquistando com isso poder econômico; economistas e políticos com medo de impactos negativos da longevidade aumentando, por isso defendem a eutanásia por critérios médicos … enfim, É ISSO QUE DÁ RELATIVIZAR A CONDIÇÃO HUMANA!

  • Euzão

    Embrião humano: pessoa ou coisa?

    Resumo: O Supremo Tribunal Federal decidirá a questão em 05 de março de 2008, no julgamento da ADI 3510, contra o artigo 5º da Lei de Biossegurança, que permite a destruição de embriões humanos.

    http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=6408&language=pt

    ______________________________________

    Destaque:

    (…)”é de se temer que, se o Tribunal decidir de outro modo (considerar embrião coisa), ocorra no Brasil uma tragédia semelhante à ocorrida nos Estados Unidos em 1857, quando a Suprema Corte decidiu que os negros não eram pessoas (caso Dred Scott versus Sandford) ou em 1973, quando a mesma Corte decidiu que os nascituros não são pessoas (caso Roe versus Wade).

    Os abortistas falam em condição humana como se isso fosse relativizável. Nem os abortistas sabem o que é condição humana. Reltivizar condição humana dá nisso: divisão da humanidade em raças, exlusão de determinadas raças da condição humana, legalização do aborto, legalização da eutanásia, do extermínio …

    E sabe por quê? Porque sempre há motivações econômicas: pais que não querem ter que gastar com filhos; senhores de escravo defendendo mão-de-obra barata; ditadores querendo combater detratores e povos inimigos, conquistando com isso poder econômico; economistas e políticos com medo de impactos negativos da longevidade aumentando, por isso defendem a eutanásia por critérios médicos … enfim, É ISSO QUE DÁ RELATIVIZAR A CONDIÇÃO HUMANA!

  • Paulo de Tarso

    Embrião humano: pessoa ou coisa?

    Resumo: O Supremo Tribunal Federal decidirá a questão em 05 de março de 2008, no julgamento da ADI 3510, contra o artigo 5º da Lei de Biossegurança, que permite a destruição de embriões humanos.

    http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=6408&language=pt

    ______________________________________

    Destaque:

    (…)”é de se temer que, se o Tribunal decidir de outro modo (considerar embrião coisa), ocorra no Brasil uma tragédia semelhante à ocorrida nos Estados Unidos em 1857, quando a Suprema Corte decidiu que os negros não eram pessoas (caso Dred Scott versus Sandford) ou em 1973, quando a mesma Corte decidiu que os nascituros não são pessoas (caso Roe versus Wade).

    Os abortistas falam em condição humana como se isso fosse relativizável. Nem os abortistas sabem o que é condição humana. Reltivizar condição humana dá nisso: divisão da humanidade em raças, exlusão de determinadas raças da condição humana, legalização do aborto, legalização da eutanásia, do extermínio …

    E sabe por quê? Porque sempre há motivações econômicas: pais que não querem ter que gastar com filhos; senhores de escravo defendendo mão-de-obra barata; ditadores querendo combater detratores e povos inimigos, conquistando com isso poder econômico; economistas e políticos com medo de impactos negativos da longevidade aumentando, por isso defendem a eutanásia por critérios médicos … enfim, É ISSO QUE DÁ RELATIVIZAR A CONDIÇÃO HUMANA!

  • Paulo de Tarso

    Embrião humano: pessoa ou coisa?

    Resumo: O Supremo Tribunal Federal decidirá a questão em 05 de março de 2008, no julgamento da ADI 3510, contra o artigo 5º da Lei de Biossegurança, que permite a destruição de embriões humanos.

    http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=6408&language=pt

    ______________________________________

    Destaque:

    (…)”é de se temer que, se o Tribunal decidir de outro modo (considerar embrião coisa), ocorra no Brasil uma tragédia semelhante à ocorrida nos Estados Unidos em 1857, quando a Suprema Corte decidiu que os negros não eram pessoas (caso Dred Scott versus Sandford) ou em 1973, quando a mesma Corte decidiu que os nascituros não são pessoas (caso Roe versus Wade).

    Os abortistas falam em condição humana como se isso fosse relativizável. Nem os abortistas sabem o que é condição humana. Reltivizar condição humana dá nisso: divisão da humanidade em raças, exlusão de determinadas raças da condição humana, legalização do aborto, legalização da eutanásia, do extermínio …

    E sabe por quê? Porque sempre há motivações econômicas: pais que não querem ter que gastar com filhos; senhores de escravo defendendo mão-de-obra barata; ditadores querendo combater detratores e povos inimigos, conquistando com isso poder econômico; economistas e políticos com medo de impactos negativos da longevidade aumentando, por isso defendem a eutanásia por critérios médicos … enfim, É ISSO QUE DÁ RELATIVIZAR A CONDIÇÃO HUMANA!

  • Paulo de Tarso

    Embrião humano: pessoa ou coisa?
    por Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz em 29 de fevereiro de 2008

    Resumo: O Supremo Tribunal Federal decidirá a questão em 05 de março de 2008, no julgamento da ADI 3510, contra o artigo 5º da Lei de Biossegurança, que permite a destruição de embriões humanos.

    © 2008 MidiaSemMascara.org

    No dia 24 de março de 2005, o Presidente Lula sancionou a Lei de Biossegurança (Lei 11.105 de 24 de março de 2005), vetando alguns dispositivos, mas mantendo intacto o art. 5°, que permite a destruição de embriões humanos. A Lei entrou em vigor com sua publicação no Diário Oficial da União em 28 de março de 2005.

    No dia 30 de maio de 2005, o então Procurador Geral da República Dr. Cláudio Fontelles ajuizou a Ação Direta de Inconstitucionalidade n.º 3510 (ADI 3510) contra o art. 5° da Lei de Biossegurança (Lei n.º 11.105/05) que permite a destruição de embriões humanos.

    No dia 20 de abril de 2007, o Supremo Tribunal Federal, pela primeira vez na história, abriu suas portas para uma audiência pública. O objetivo era instruir os Ministros sobre “quando começa a vida humana”. A discussão se dividiu entre os que afirmaram o óbvio e aqueles que tentaram negar o óbvio.

    É interessante notar que nenhum dos oradores favoráveis à destruição de embriões ousou dizer que eles não eram indivíduos humanos. Quando muito, disseram que “não sabiam”. De um modo geral, tentaram dizer que essa questão não tem importância, diante da perspectiva de cura de doenças degenerativas mediante o uso de células-tronco embrionárias.

    Como, porém, estavam debatendo com cientistas pró-vida de alto gabarito, não puderam fazer no Supremo a propaganda enganosa que fizeram na Câmara e no Senado. Foram constrangidos a admitir que até hoje ninguém foi curado com transplante de células-tronco embrionárias, ao passo que a pesquisa com células-tronco adultas (que não requerem a destruição de embriões) tem tido grande sucesso terapêutico.

    O que ficou patente, porém, em toda a discussão, foi o medo de que o pedido da ação seja julgado procedente e o artigo 5º da Lei de Biossegurança seja declarado inconstitucional. Os defensores da destruição de embriões humanos deixaram claro que tal decisão seria um golpe fatal na causa abortista. Confessaram que tratar os embriões humanos como pessoas tornaria inviável a fertilização in vitro, uma vez que a perda de tais embriões está no cerne de sua manipulação em laboratório.

    Eles têm razão de ter medo. Mas também é de se temer que, se o Tribunal decidir de outro modo, ocorra no Brasil uma tragédia semelhante à ocorrida nos Estados Unidos em 1857, quando a Suprema Corte decidiu que os negros não eram pessoas (caso Dred Scott versus Sandford) ou em 1973, quando a mesma Corte decidiu que os nascituros não são pessoas (caso Roe versus Wade).

    O julgamento está previsto para a sessão do dia 5 de março de 2008, no Supremo Tribunal Federal. No banco dos réus: os seres humanos em estágio embrionário.

    Se o embrião humano é pessoa:
    Se o embrião humano é coisa:

    Ele tem dignidade humana;
    Ele não merece respeito algum;

    não pode ser manipulado, congelado ou destruído;
    pode ser manipulado, congelado ou destruído;

    não pode ser instrumentalizado para pesquisas ou terapias
    pode ser usado como simples material biológico

    “A maioria considerada inútil e ‘sacrificável’ – judeus, ciganos, russos, e outros prisioneiros subumanos – era que virava forragem científica”
    (BLACK, Edwin. Guerra contra os fracos: a eugenia e a campanha dos Estados Unidos para criar uma raça dominante. São Paulo: A Girafa, 2003. p.583)

    É preciso orar muito…

  • Paulo de Tarso

    Embrião humano: pessoa ou coisa?
    por Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz em 29 de fevereiro de 2008

    Resumo: O Supremo Tribunal Federal decidirá a questão em 05 de março de 2008, no julgamento da ADI 3510, contra o artigo 5º da Lei de Biossegurança, que permite a destruição de embriões humanos.

    © 2008 MidiaSemMascara.org

    No dia 24 de março de 2005, o Presidente Lula sancionou a Lei de Biossegurança (Lei 11.105 de 24 de março de 2005), vetando alguns dispositivos, mas mantendo intacto o art. 5°, que permite a destruição de embriões humanos. A Lei entrou em vigor com sua publicação no Diário Oficial da União em 28 de março de 2005.

    No dia 30 de maio de 2005, o então Procurador Geral da República Dr. Cláudio Fontelles ajuizou a Ação Direta de Inconstitucionalidade n.º 3510 (ADI 3510) contra o art. 5° da Lei de Biossegurança (Lei n.º 11.105/05) que permite a destruição de embriões humanos.

    No dia 20 de abril de 2007, o Supremo Tribunal Federal, pela primeira vez na história, abriu suas portas para uma audiência pública. O objetivo era instruir os Ministros sobre “quando começa a vida humana”. A discussão se dividiu entre os que afirmaram o óbvio e aqueles que tentaram negar o óbvio.

    É interessante notar que nenhum dos oradores favoráveis à destruição de embriões ousou dizer que eles não eram indivíduos humanos. Quando muito, disseram que “não sabiam”. De um modo geral, tentaram dizer que essa questão não tem importância, diante da perspectiva de cura de doenças degenerativas mediante o uso de células-tronco embrionárias.

    Como, porém, estavam debatendo com cientistas pró-vida de alto gabarito, não puderam fazer no Supremo a propaganda enganosa que fizeram na Câmara e no Senado. Foram constrangidos a admitir que até hoje ninguém foi curado com transplante de células-tronco embrionárias, ao passo que a pesquisa com células-tronco adultas (que não requerem a destruição de embriões) tem tido grande sucesso terapêutico.

    O que ficou patente, porém, em toda a discussão, foi o medo de que o pedido da ação seja julgado procedente e o artigo 5º da Lei de Biossegurança seja declarado inconstitucional. Os defensores da destruição de embriões humanos deixaram claro que tal decisão seria um golpe fatal na causa abortista. Confessaram que tratar os embriões humanos como pessoas tornaria inviável a fertilização in vitro, uma vez que a perda de tais embriões está no cerne de sua manipulação em laboratório.

    Eles têm razão de ter medo. Mas também é de se temer que, se o Tribunal decidir de outro modo, ocorra no Brasil uma tragédia semelhante à ocorrida nos Estados Unidos em 1857, quando a Suprema Corte decidiu que os negros não eram pessoas (caso Dred Scott versus Sandford) ou em 1973, quando a mesma Corte decidiu que os nascituros não são pessoas (caso Roe versus Wade).

    O julgamento está previsto para a sessão do dia 5 de março de 2008, no Supremo Tribunal Federal. No banco dos réus: os seres humanos em estágio embrionário.

    Se o embrião humano é pessoa:
    Se o embrião humano é coisa:

    Ele tem dignidade humana;
    Ele não merece respeito algum;

    não pode ser manipulado, congelado ou destruído;
    pode ser manipulado, congelado ou destruído;

    não pode ser instrumentalizado para pesquisas ou terapias
    pode ser usado como simples material biológico

    “A maioria considerada inútil e ‘sacrificável’ – judeus, ciganos, russos, e outros prisioneiros subumanos – era que virava forragem científica”
    (BLACK, Edwin. Guerra contra os fracos: a eugenia e a campanha dos Estados Unidos para criar uma raça dominante. São Paulo: A Girafa, 2003. p.583)

    É preciso orar muito…

  • Anônimo do Post

    @Mamed
    Sobre a democracia e o valor do voto, você tem toda razão. O sistema não é perfeito mas é assim que deve funcionar.

  • Anônimo do Post

    @Mamed
    Sobre a democracia e o valor do voto, você tem toda razão. O sistema não é perfeito mas é assim que deve funcionar.

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    O nível sinal/ruído dessa thread está caindo vertiginosamente. Mas eu não vou sair sem colocar umas considerações finais:

    1) Anônimo — a discussão não é sobre o valor da democracia x não democracia, mas sobre democracia direta x democracia representativa.

    2) Paulo de Tarso — cuidado com o viés religioso. Você pode acreditar em duendes e fadas, se quiser, mas o “argumento deus” é inaceitável no debate intelectual. Deus é igual provar o absurdo — se você põe o argumento na mão de deus, all hell break loose: tudo é passível de ser aceito, para um lado ou para o outro.

    3) Eu acho plenamente aceitável que vocês queiram estender à condição humana ao feto, argumentando que o acesso à consciência é dispensável à essa consciência: mas as conseqüências disso são super espinhosas.

    Questões arbitrárias admitem arbítrio, mas não admitem contradição

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    O nível sinal/ruído dessa thread está caindo vertiginosamente. Mas eu não vou sair sem colocar umas considerações finais:

    1) Anônimo — a discussão não é sobre o valor da democracia x não democracia, mas sobre democracia direta x democracia representativa.

    2) Paulo de Tarso — cuidado com o viés religioso. Você pode acreditar em duendes e fadas, se quiser, mas o “argumento deus” é inaceitável no debate intelectual. Deus é igual provar o absurdo — se você põe o argumento na mão de deus, all hell break loose: tudo é passível de ser aceito, para um lado ou para o outro.

    3) Eu acho plenamente aceitável que vocês queiram estender à condição humana ao feto, argumentando que o acesso à consciência é dispensável à essa consciência: mas as conseqüências disso são super espinhosas.

    Questões arbitrárias admitem arbítrio, mas não admitem contradição

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    acesso à consciência é dispensável à essa condição*

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    acesso à consciência é dispensável à essa condição*

  • Mamed

    Parece que o SaintCahier insiste em que a democracia direta é algo ruim, repugnante e maléfico para o país.

    Veja bem: não defendo que a população seja consultada sobre qualquer tema. Apenas em questões polêmicas como é o aborto. Não vejo o porque da relutância.

    Deixar que o Estado tome todas as decisões, sem prestar atenção na opinião da sociedade, não deixa de ser um arbítrio, cujas tentações gos governantes de plantão, pode caminhar perigosamente para outros rumos.

    De qualquer modo, vou dar o assunto por encerrado, reiterando as manifetasções anteriores.

  • Mamed

    Parece que o SaintCahier insiste em que a democracia direta é algo ruim, repugnante e maléfico para o país.

    Veja bem: não defendo que a população seja consultada sobre qualquer tema. Apenas em questões polêmicas como é o aborto. Não vejo o porque da relutância.

    Deixar que o Estado tome todas as decisões, sem prestar atenção na opinião da sociedade, não deixa de ser um arbítrio, cujas tentações gos governantes de plantão, pode caminhar perigosamente para outros rumos.

    De qualquer modo, vou dar o assunto por encerrado, reiterando as manifetasções anteriores.

  • Pingback: 30 & Alguns » Blog Archive » Meu Google Reader (21/02 - 08/03) - Parte I

  • insolente

    Li uma piada que me fez lembrar desse tópico. Segue ela:

    Sherlock Holmes e Dr. Watson vão acampar
    Montam a barraca e, depois de uma boa refeição e uma garrafa de vinho, deitam-se para dormir.
    Algumas horas depois, Holmes acorda e cutuca seu fiel amigo:
    - Meu caro Watson, olhe para cima e diga-me o que vê.
    Watson responde:
    -Vejo milhares e milhares de estrelas.
    Holmes então pergunta:
    - E o que isso significa?
    Watson pondera por um minuto, depois enumera:
    - 1) Astronomicamente, significa que há milhares e milhares de galáxias e, potencialmente, bilhões de planetas.
    2) Astrologicamente, observo que Saturno está em Leão e teremos um dia de sorte.
    3) Temporalmente, deduzo que são aproximadamente 03h15min pela altura em que se encontra a Estrela Polar.
    4) Teologicamente, posso ver que Deus é todo poderoso e somos pequenos e insignificantes.
    5) Metereologicamente, suspeito que teremos um lindo dia amanhã.
    Correto?
    Holmes fica um minuto em silêncio, então responde:
    - Watson, seu imbecil! Significa apenas que alguém roubou nossa barraca!

    E, honestamente e mudando um tanto de assunto, não vi nada de novo. Além da modinha de sair repetindo o que algumas correntes sociológicas proferem, vi apenas a mesma conduta pró-irresponsabilidade de sempre e a mesma necessidade de justificar o aborto de um ponto de vista científico, quando esse delineamento do “início da condição humana” não é sequer significativamente válido no meio científico. A única coisa que fazem é pegar meia dúzia de pessoas da comunidade científica e falar que o que eles dizem representa a verdade da ciência. Pronto! Temos aí um argumento infalível…Sei… Pois eu poderia pegar um milhão de pessoas, nessa mesma comunidade científica, que falam o contrário. Claro, não existe consenso, mas existem coisas bem mais consensuais do que outras… Saber um pouco sobre “teorias da verdade” ajuda um tanto nessa compreensão. Por isso sempre fui muito mais inclinado à filosofia e nunca confundi inteligência com intelectualidade. Assim, consigo ver com grande clareza a diferença entre pessoas exclusivamente intelectualóides que saem repetindo e pessoas de real inteligência e sólido conhecimento.

  • insolente

    Li uma piada que me fez lembrar desse tópico. Segue ela:

    Sherlock Holmes e Dr. Watson vão acampar
    Montam a barraca e, depois de uma boa refeição e uma garrafa de vinho, deitam-se para dormir.
    Algumas horas depois, Holmes acorda e cutuca seu fiel amigo:
    - Meu caro Watson, olhe para cima e diga-me o que vê.
    Watson responde:
    -Vejo milhares e milhares de estrelas.
    Holmes então pergunta:
    - E o que isso significa?
    Watson pondera por um minuto, depois enumera:
    - 1) Astronomicamente, significa que há milhares e milhares de galáxias e, potencialmente, bilhões de planetas.
    2) Astrologicamente, observo que Saturno está em Leão e teremos um dia de sorte.
    3) Temporalmente, deduzo que são aproximadamente 03h15min pela altura em que se encontra a Estrela Polar.
    4) Teologicamente, posso ver que Deus é todo poderoso e somos pequenos e insignificantes.
    5) Metereologicamente, suspeito que teremos um lindo dia amanhã.
    Correto?
    Holmes fica um minuto em silêncio, então responde:
    - Watson, seu imbecil! Significa apenas que alguém roubou nossa barraca!

    E, honestamente e mudando um tanto de assunto, não vi nada de novo. Além da modinha de sair repetindo o que algumas correntes sociológicas proferem, vi apenas a mesma conduta pró-irresponsabilidade de sempre e a mesma necessidade de justificar o aborto de um ponto de vista científico, quando esse delineamento do “início da condição humana” não é sequer significativamente válido no meio científico. A única coisa que fazem é pegar meia dúzia de pessoas da comunidade científica e falar que o que eles dizem representa a verdade da ciência. Pronto! Temos aí um argumento infalível…Sei… Pois eu poderia pegar um milhão de pessoas, nessa mesma comunidade científica, que falam o contrário. Claro, não existe consenso, mas existem coisas bem mais consensuais do que outras… Saber um pouco sobre “teorias da verdade” ajuda um tanto nessa compreensão. Por isso sempre fui muito mais inclinado à filosofia e nunca confundi inteligência com intelectualidade. Assim, consigo ver com grande clareza a diferença entre pessoas exclusivamente intelectualóides que saem repetindo e pessoas de real inteligência e sólido conhecimento.

  • http://www.orkut.com/ luiza

    sou contra o aborto,pois destrói uma vida que esta sendo gerada…
    isto é covardia
    só uma pessoa fria para fazer isto
    (na minha opniao)

  • http://www.orkut.com luiza

    sou contra o aborto,pois destrói uma vida que esta sendo gerada…
    isto é covardia
    só uma pessoa fria para fazer isto
    (na minha opniao)

  • ELISABETE CARDOSO

    O aborto é horrivel .Mas só o faz a pessoa que se encontra terrivelmente desesperada .
    Se ela tivesse a coragem de pedir ajuda, talvez esse terrivel acto nunca chegasse a consumar-se.

    ELISABETE

  • ELISABETE CARDOSO

    O aborto é horrivel .Mas só o faz a pessoa que se encontra terrivelmente desesperada .
    Se ela tivesse a coragem de pedir ajuda, talvez esse terrivel acto nunca chegasse a consumar-se.

    ELISABETE

  • ELISABETE CARDOSO

    Nunca o façam. pois é um peso que fica gravado no nosso subconsciente para o resto da nossa vida.

  • ELISABETE CARDOSO

    Nunca o façam. pois é um peso que fica gravado no nosso subconsciente para o resto da nossa vida.

  • Anonimo final

    Eu sou a favor sim do aborto. to passando uma tremenda barra, nao posso ter este filho agora. E a minha namorada tambem nao pode nem pensar em ter filho agora. Tenho que de alguma maneira resolver esta questao o mais rápido possivel. Alguem me da uma forcinha aí?

  • Anonimo final

    Eu sou a favor sim do aborto. to passando uma tremenda barra, nao posso ter este filho agora. E a minha namorada tambem nao pode nem pensar em ter filho agora. Tenho que de alguma maneira resolver esta questao o mais rápido possivel. Alguem me da uma forcinha aí?

  • anonimo

    Soh num pais calhorda como o brasil q essas coisas acontecem
    tem estudos q falam em taxa de aborto de 33%!!! e mesmo assim, os governantes insistem em nao ver isso e assim, prejudicar a vida de inumeros brasileiros e brasileiras.

  • anonimo

    Soh num pais calhorda como o brasil q essas coisas acontecem
    tem estudos q falam em taxa de aborto de 33%!!! e mesmo assim, os governantes insistem em nao ver isso e assim, prejudicar a vida de inumeros brasileiros e brasileiras.

  • Aline

    Como é feito aborto em clinicas!!!E quais os sintomas da perda do feto.

  • Aline

    Como é feito aborto em clinicas!!!E quais os sintomas da perda do feto.

  • bel

    Como se existisse algum método anticoncepcional 100% eficaz, o único que garante essa porcentagem é a abstinência sexual. Mesmo as mulheres q utilizam CORRETAMENTE a pílula, o injetável, o Diu, e todos os outros métodos CORREM SIM o risco de ficarem grávidas. É só vcs lerem as bulas desses medicamentos. Aliás a laqueadura também apresenta uma margem de falha.

  • bel

    Como se existisse algum método anticoncepcional 100% eficaz, o único que garante essa porcentagem é a abstinência sexual. Mesmo as mulheres q utilizam CORRETAMENTE a pílula, o injetável, o Diu, e todos os outros métodos CORREM SIM o risco de ficarem grávidas. É só vcs lerem as bulas desses medicamentos. Aliás a laqueadura também apresenta uma margem de falha.

  • EStado Laico

    Caros intelectualóides,

    1 – que se dane a lei. Sou advogado e já cansei de explicar que leis humanas não são perfeitas E DEVEM EVOLUIR COM A SOCIEDADE, ou essa vai para o saco.
    2 – Religião. Parabéns, vc não vai para o inferno, e só.
    google em ESTADO LAICO, pode fazer a cabeça doer um pouco no começo, mas são só seus neurônios se acostumando a algo novo…

    Pensem no seguinte:
    é crime? sim é. Mas não é crime deixar que alguém despreparado crie uma criança? – ou no caso, mais um cliente do ‘bolsa-família’… que, se vc’s não sabem, sai de nossos bolsos.
    ou vc acha que o sujeito do castelo está preocupado??

    Legalizar o Aborto é uma saída saudável do Estado enquanto organização que zela por uma nação, por garantir a segurança daquelas que morrem na ilegalidade, e daquelas (crianças) que vivem/morrem na miséria e sofrimento, visto que o estado é deficiente no que se trata de garantias básicas.

    MAS A SAÍDA FINAL SEMPRE FOI E SEMPRE SERÁ A EDUCAÇÃO. PESSOAS BEM EDUCADAS quase NUNCA FAZEM CAGADAS.

    leiam, pensem, reflitam.
    chega de besteiras

  • EStado Laico

    Caros intelectualóides,

    1 – que se dane a lei. Sou advogado e já cansei de explicar que leis humanas não são perfeitas E DEVEM EVOLUIR COM A SOCIEDADE, ou essa vai para o saco.
    2 – Religião. Parabéns, vc não vai para o inferno, e só.
    google em ESTADO LAICO, pode fazer a cabeça doer um pouco no começo, mas são só seus neurônios se acostumando a algo novo…

    Pensem no seguinte:
    é crime? sim é. Mas não é crime deixar que alguém despreparado crie uma criança? – ou no caso, mais um cliente do ‘bolsa-família’… que, se vc’s não sabem, sai de nossos bolsos.
    ou vc acha que o sujeito do castelo está preocupado??

    Legalizar o Aborto é uma saída saudável do Estado enquanto organização que zela por uma nação, por garantir a segurança daquelas que morrem na ilegalidade, e daquelas (crianças) que vivem/morrem na miséria e sofrimento, visto que o estado é deficiente no que se trata de garantias básicas.

    MAS A SAÍDA FINAL SEMPRE FOI E SEMPRE SERÁ A EDUCAÇÃO. PESSOAS BEM EDUCADAS quase NUNCA FAZEM CAGADAS.

    leiam, pensem, reflitam.
    chega de besteiras

  • KARINE

    BEM AJUDEI UMA AMIGA A FAZER UM ABORTO, ELA FICOU UM MÊS COM HEMORRAGIA E POR DEUS QUE NÃO FALECEU, ME SINTO UM MONSTRO NUNCA MAIS ME ESQUECEREI DAQUELE 15/12/2007 O PIOR DIA DA MINHA VIDA O DIA QUE ME TORNEI UMA ASSASSINA, TANTO QUANTO OS NARDONI.

  • KARINE

    BEM AJUDEI UMA AMIGA A FAZER UM ABORTO, ELA FICOU UM MÊS COM HEMORRAGIA E POR DEUS QUE NÃO FALECEU, ME SINTO UM MONSTRO NUNCA MAIS ME ESQUECEREI DAQUELE 15/12/2007 O PIOR DIA DA MINHA VIDA O DIA QUE ME TORNEI UMA ASSASSINA, TANTO QUANTO OS NARDONI.

  • valdileni

    eu so comta ao abrorto pos eu nao teria colgem

  • valdileni

    eu so comta ao abrorto pos eu nao teria colgem

  • carla

    ola sou emfermeira do hospital das clinicas de são paulo.
    trabalho no estoque do hospital,mexendo com essas medicações.
    MIFEPRISTONE MISOPROSTOL E RU 486
    misoprostol 200 mg é a formula do medicamento cytotec, usado em quase todo o mundo para fins abortivos e ajuda de parto normal, também usado no tratamento de ulceras.
    Para 1 a 8 semanas de gestação ira precisar de 3 comprimidos misoprostol 200 mg (cytotec) e/ou mifepristone, sera ministrado 2 via oral e 3 via uterina (o mais profundo possivel) e depois de 6 a 8 horas ira sentir o efeito (dores menstruais, colicas dores abdominais, contrações uterinas etc), logo após isso acontecer voce ira ter o inicio da menstruação e junto ao sangue ira descer o saco gestacional.
    CUSTO DO MIFEPRISTONE + MISOPROSTOL
    E DE 600,00
    Após 16 semanas de gestação recomendo a injeção Abortion ru 486. ESTA INJEÇÃO ELIMINA O FETO ATRAVÉZ DE TAQUICARDIA E FALTA DE OXIGENIO, CAUSANDO A FALENCIA TOTAL DO FETO.
    Injetavel Abortion RU-486 5 ml R$ 980,00
    se dúvidas me add no msn?
    enfermeira-carla@hotmail.com

  • carla

    ola sou emfermeira do hospital das clinicas de são paulo.
    trabalho no estoque do hospital,mexendo com essas medicações.
    MIFEPRISTONE MISOPROSTOL E RU 486
    misoprostol 200 mg é a formula do medicamento cytotec, usado em quase todo o mundo para fins abortivos e ajuda de parto normal, também usado no tratamento de ulceras.
    Para 1 a 8 semanas de gestação ira precisar de 3 comprimidos misoprostol 200 mg (cytotec) e/ou mifepristone, sera ministrado 2 via oral e 3 via uterina (o mais profundo possivel) e depois de 6 a 8 horas ira sentir o efeito (dores menstruais, colicas dores abdominais, contrações uterinas etc), logo após isso acontecer voce ira ter o inicio da menstruação e junto ao sangue ira descer o saco gestacional.
    CUSTO DO MIFEPRISTONE + MISOPROSTOL
    E DE 600,00
    Após 16 semanas de gestação recomendo a injeção Abortion ru 486. ESTA INJEÇÃO ELIMINA O FETO ATRAVÉZ DE TAQUICARDIA E FALTA DE OXIGENIO, CAUSANDO A FALENCIA TOTAL DO FETO.
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    se dúvidas me add no msn?
    enfermeira-carla@hotmail.com

  • agatha

    Aborto é um tema muito complexo pq envolve muitas variáveis, e eu, reles mortal metida a sabichona, não me sinto apta para ser a favor ou contra. O que posso dizer é que qualquer postura fervorosa é burra por não considerar um ponto fundamental na situação: a empatia. É muito fácil deliberar sobre as decisões que a outra pessoa deve tomar, mas o que cada um de nós faria se fosse com a gente? Eu, por exemplo, não defendo o aborto, mas não posso dizer que não faria um se de repente engravidasse e me visse sem condições para criar o filho. Mais importante do que o Estado se preocupar com a legalidade do aborto, é buscar assegurar os direitos mínimos para milhares de crianças que vivem sem alimentação, escola, saúde e carinho, caminhando para as drogas, prostituição e violência. Continuar negando esses direitos aos cidadãos é um crime imensamente maior do que a prática do aborto.

  • agatha

    Aborto é um tema muito complexo pq envolve muitas variáveis, e eu, reles mortal metida a sabichona, não me sinto apta para ser a favor ou contra. O que posso dizer é que qualquer postura fervorosa é burra por não considerar um ponto fundamental na situação: a empatia. É muito fácil deliberar sobre as decisões que a outra pessoa deve tomar, mas o que cada um de nós faria se fosse com a gente? Eu, por exemplo, não defendo o aborto, mas não posso dizer que não faria um se de repente engravidasse e me visse sem condições para criar o filho. Mais importante do que o Estado se preocupar com a legalidade do aborto, é buscar assegurar os direitos mínimos para milhares de crianças que vivem sem alimentação, escola, saúde e carinho, caminhando para as drogas, prostituição e violência. Continuar negando esses direitos aos cidadãos é um crime imensamente maior do que a prática do aborto.

  • André Gagarim

    Há muito o que falar sobr o aborto e inúmeras considerações de toda natureza, ética, moral, financeira, econômica, de saúde pública, espiritual, religiosa etc etc…
    Entretanto, há algumas coisas que são mais absolutas e que deveriam nortear a conduta humana civilizada (já que assim nos denotamos…).
    Em primeiro lugar, gostaria de dizer que sexo é “brincadeira de gente grande”… Ou seja, se não pode arcar com as consequências, morra na mão, ou pratique sexo oral e sexo anal (ótima alternativa não acham?! rsrsrsrs).
    Segundo, todos os dias se cometem outros assassinatos (que não são o do aborto) e nem por isso discutimos a legalização da pena de morte (inclusive para livrar a sociedade de criminosos de alta periculosidade ou simplesmente inconvenientes).
    Outro ponto, ainda nesta linha, é que a proposta de penas de mutilação causa certa ogeriza nas pessoas… Porque não adotarmos a emasculação (castração) de estupradores? Afinal, o crime é o estupro (ou será apenas sexo? rsrrs) e não a gravidez deccorente do mesmo… E também o filho oriundo de um estupro é DA MULHER TAMBÉM… É o filho dela e não do estuprador apenas… (aliás, quando ocorre uma separação litigiosa é comum as mulheres, e a justiça, argumetarm que a guarda deve ser da mãe, porque o filho como que “pertence mais à mãe”… E no caso de gravidez oriunda do estupro não?). Ah, e depois do aborto, o que é que se discute fazer com a vítima de estupro e com o estuprador? Ninguém discute mais nada porque o PROBLEMA JÁ ESTÁ RESOLVIDO!!! Abortou, pronto… Cabou-se… Tudo resolvido… Francamente, que hipocrisia DO CARALHO!!! (Eu pensei em pedir desculpas pelo palavrão, mas como estamos tratando de algo tão absolutamente IMORAL, e AMORAL, que nenhuma palavra chula pode ser considerada ofensiva, diante da covardia satãnica do aborto…).
    Não há argumento realmente justo (pode haver algum legal…) para se interromper uma vida ou uma vida em potencial (creio que a vida aqui está claramente se referindo à vida HUMANA, e não à de uma alface…). A propósito, onde estão os defensores dos direitos dos ANIMAIS… Nós somos animais também… Essas sociedades de defesa dos animais também têm que nos defender, viu!!! rsrsrsrsrs
    Mais um aspecto que devemos levar em consideração é o grande interesse econômico da indústria de procedimentos médicos… (todo mundo sabe que se vende órgãos, que existe tráficos de seres humanos e de bebês, que a indústria de cosméticos se interessa muito por fetos abortados, uma matéria prima muito valorizada…). Um aborto é uma cirurgia a mais, rola mais grana… Como, aliás, o parto cesariana também… Até parece que o parto “normal” é a cesariana…rsrsrs Nós temos tanta coisa pra cuidar em termos de saúde pública, que é revoltante a prontidão, e voracidade, com que o tema aborto é discutido e colocado como uma panacéia que irá resolver os males das pobres mulheres que engravidam… Que absurdo!!! As mulheres engravidarem!!!! É o fim do mundo… Seria melhor que o sexo não levasse à gravidez!!! kkkkkkkkkkkkkk
    Acho engraçado como o jurisdiquês define pelo método da canetada, tudo quanto é coisa… Define o que é vida, o que é ser humano, o que legal (bacana) e o que é reprovável… Isso é importante, mas tem coisas que são, usando o jurisdiquês, cláusulas pétreas… O direito à vida é um deles… A mãe NÃO TEM DIREITO ABSOLUTO SOBRE SEU CORPO, NEM SOBRE O CORPO DO OVO QUE CARREGA DENTRO DE SI. Tanto é que tentativa de SUICÍDIO é crime… Por que uma pessoa não tem direito legal de se matar? A vida é a dela! Mas um argumento feminista diz que a mulher deve ter direito de escolher pelo aborto, porque é o corpo dela…. Nem se fosse, poque não é!!! É um outro ser vivo, um “corpo estranho”… Que tem até certa autonomia… E quanto ao momento que se inicia a vida, segundo os livros de escola, é quando o espermatozóide penetra no óvulo, que passa a ser chamado, por definição, OVO ou ZIGOTO… Antes da fecundação, temos duas células haplóides, após, uma única célula diplóide, algo diferente… E não é uma célula óssea, epitelial, muscular ou outra comum que morre o temo todo não… É um ser vivo, humano… (grande coisa, né…rsrs). Mas, se não quer, deixe nascer e depois mate, olhando nos olhos… BRINCADEIRINHA…. Eu sei que tem pessoas que são capazes de fazer isso, mesmo!!!
    Todos nós sabemos… às vezes esquecemos… O homem foi capaz de explodir as bombas do Japão… Aquelas…
    O ser humano é capaz de fazer guerras e MATAR, L E G A L M E N T E!!! Não é crime matar na guerra… kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Que diferença faz pro morto? rsrsrsrs
    Bando de hipócrita os que ficam procurando retórica para justificar o aborto!!!! Não quer engravidar, dê o CU. Goze na boquinha… Use camininha, seu bilola mole… Bando de brocha, que se vê um condon o pau amolece… Ora porra!!!
    TOCA P U N H E T A!!!!
    Se foi estuprada, vai atrás de MATAR o E S T U P R A D O R!!!!
    Nós mantemos os estupradores VIVOS (deve ser fetiche…kkkk)
    e matamos a maior vítima de todas… A criança… Também, vivemos numa sociedade capaz de estuprar criancinhas de 6 anos (pode né… Afinal, nesta idade não engravida…).
    Tem gente que é comerciante de seviços de saúde, que vivem recomendando a compra e drogas para abortar porque são incompetentes para ganhar dinheiro honestamente. Altamente antiéticos…
    A civilização em vez de evoluir, regride…
    Deveríamos estar discutindo coisas mais trancendentais, em vez de ainda estarmos tratando de questões que afligiam o homem das cavernas… Naquela época sim, um estupro representava a transmissão indesejada de outros gens que não o do macho DONO da fêmea estuprada… E ele procurava matar o estuprador antes de tudo… E depois tomava a força e matava o filho (a mãe-bicho selvagem, ainda lutava pra proteger SUA cria)… Um comportamento muito melhor e justo do que algumas idéias atuais…
    Olha, tem tanta coisa pra flar, que só mesmo matando uma galinha gorda e tomando uma grade de cerveja…rsrs
    Vou parar por aqui, porque não dá pra ir contra as leis da termodinâmica (princípio da máxima entropia), ou seja, é muito mais fácil destruir, do que construir… O aborto é bom demais… é o caminho mais fácil da destruição… Quanta covardia…. E as pessoas de bem se deixam levar pela escória podre da sociedade… Sempre foi assim, criminosos, assassinos, covardes… Faltam adjetvos!

  • André Gagarim

    Há muito o que falar sobr o aborto e inúmeras considerações de toda natureza, ética, moral, financeira, econômica, de saúde pública, espiritual, religiosa etc etc…
    Entretanto, há algumas coisas que são mais absolutas e que deveriam nortear a conduta humana civilizada (já que assim nos denotamos…).
    Em primeiro lugar, gostaria de dizer que sexo é “brincadeira de gente grande”… Ou seja, se não pode arcar com as consequências, morra na mão, ou pratique sexo oral e sexo anal (ótima alternativa não acham?! rsrsrsrs).
    Segundo, todos os dias se cometem outros assassinatos (que não são o do aborto) e nem por isso discutimos a legalização da pena de morte (inclusive para livrar a sociedade de criminosos de alta periculosidade ou simplesmente inconvenientes).
    Outro ponto, ainda nesta linha, é que a proposta de penas de mutilação causa certa ogeriza nas pessoas… Porque não adotarmos a emasculação (castração) de estupradores? Afinal, o crime é o estupro (ou será apenas sexo? rsrrs) e não a gravidez deccorente do mesmo… E também o filho oriundo de um estupro é DA MULHER TAMBÉM… É o filho dela e não do estuprador apenas… (aliás, quando ocorre uma separação litigiosa é comum as mulheres, e a justiça, argumetarm que a guarda deve ser da mãe, porque o filho como que “pertence mais à mãe”… E no caso de gravidez oriunda do estupro não?). Ah, e depois do aborto, o que é que se discute fazer com a vítima de estupro e com o estuprador? Ninguém discute mais nada porque o PROBLEMA JÁ ESTÁ RESOLVIDO!!! Abortou, pronto… Cabou-se… Tudo resolvido… Francamente, que hipocrisia DO CARALHO!!! (Eu pensei em pedir desculpas pelo palavrão, mas como estamos tratando de algo tão absolutamente IMORAL, e AMORAL, que nenhuma palavra chula pode ser considerada ofensiva, diante da covardia satãnica do aborto…).
    Não há argumento realmente justo (pode haver algum legal…) para se interromper uma vida ou uma vida em potencial (creio que a vida aqui está claramente se referindo à vida HUMANA, e não à de uma alface…). A propósito, onde estão os defensores dos direitos dos ANIMAIS… Nós somos animais também… Essas sociedades de defesa dos animais também têm que nos defender, viu!!! rsrsrsrsrs
    Mais um aspecto que devemos levar em consideração é o grande interesse econômico da indústria de procedimentos médicos… (todo mundo sabe que se vende órgãos, que existe tráficos de seres humanos e de bebês, que a indústria de cosméticos se interessa muito por fetos abortados, uma matéria prima muito valorizada…). Um aborto é uma cirurgia a mais, rola mais grana… Como, aliás, o parto cesariana também… Até parece que o parto “normal” é a cesariana…rsrsrs Nós temos tanta coisa pra cuidar em termos de saúde pública, que é revoltante a prontidão, e voracidade, com que o tema aborto é discutido e colocado como uma panacéia que irá resolver os males das pobres mulheres que engravidam… Que absurdo!!! As mulheres engravidarem!!!! É o fim do mundo… Seria melhor que o sexo não levasse à gravidez!!! kkkkkkkkkkkkkk
    Acho engraçado como o jurisdiquês define pelo método da canetada, tudo quanto é coisa… Define o que é vida, o que é ser humano, o que legal (bacana) e o que é reprovável… Isso é importante, mas tem coisas que são, usando o jurisdiquês, cláusulas pétreas… O direito à vida é um deles… A mãe NÃO TEM DIREITO ABSOLUTO SOBRE SEU CORPO, NEM SOBRE O CORPO DO OVO QUE CARREGA DENTRO DE SI. Tanto é que tentativa de SUICÍDIO é crime… Por que uma pessoa não tem direito legal de se matar? A vida é a dela! Mas um argumento feminista diz que a mulher deve ter direito de escolher pelo aborto, porque é o corpo dela…. Nem se fosse, poque não é!!! É um outro ser vivo, um “corpo estranho”… Que tem até certa autonomia… E quanto ao momento que se inicia a vida, segundo os livros de escola, é quando o espermatozóide penetra no óvulo, que passa a ser chamado, por definição, OVO ou ZIGOTO… Antes da fecundação, temos duas células haplóides, após, uma única célula diplóide, algo diferente… E não é uma célula óssea, epitelial, muscular ou outra comum que morre o temo todo não… É um ser vivo, humano… (grande coisa, né…rsrs). Mas, se não quer, deixe nascer e depois mate, olhando nos olhos… BRINCADEIRINHA…. Eu sei que tem pessoas que são capazes de fazer isso, mesmo!!!
    Todos nós sabemos… às vezes esquecemos… O homem foi capaz de explodir as bombas do Japão… Aquelas…
    O ser humano é capaz de fazer guerras e MATAR, L E G A L M E N T E!!! Não é crime matar na guerra… kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Que diferença faz pro morto? rsrsrsrs
    Bando de hipócrita os que ficam procurando retórica para justificar o aborto!!!! Não quer engravidar, dê o CU. Goze na boquinha… Use camininha, seu bilola mole… Bando de brocha, que se vê um condon o pau amolece… Ora porra!!!
    TOCA P U N H E T A!!!!
    Se foi estuprada, vai atrás de MATAR o E S T U P R A D O R!!!!
    Nós mantemos os estupradores VIVOS (deve ser fetiche…kkkk)
    e matamos a maior vítima de todas… A criança… Também, vivemos numa sociedade capaz de estuprar criancinhas de 6 anos (pode né… Afinal, nesta idade não engravida…).
    Tem gente que é comerciante de seviços de saúde, que vivem recomendando a compra e drogas para abortar porque são incompetentes para ganhar dinheiro honestamente. Altamente antiéticos…
    A civilização em vez de evoluir, regride…
    Deveríamos estar discutindo coisas mais trancendentais, em vez de ainda estarmos tratando de questões que afligiam o homem das cavernas… Naquela época sim, um estupro representava a transmissão indesejada de outros gens que não o do macho DONO da fêmea estuprada… E ele procurava matar o estuprador antes de tudo… E depois tomava a força e matava o filho (a mãe-bicho selvagem, ainda lutava pra proteger SUA cria)… Um comportamento muito melhor e justo do que algumas idéias atuais…
    Olha, tem tanta coisa pra flar, que só mesmo matando uma galinha gorda e tomando uma grade de cerveja…rsrs
    Vou parar por aqui, porque não dá pra ir contra as leis da termodinâmica (princípio da máxima entropia), ou seja, é muito mais fácil destruir, do que construir… O aborto é bom demais… é o caminho mais fácil da destruição… Quanta covardia…. E as pessoas de bem se deixam levar pela escória podre da sociedade… Sempre foi assim, criminosos, assassinos, covardes… Faltam adjetvos!

  • hamilton

    De pleno acordo com Paulo de Tarso. Quanto ao Caderno Santo (?), praticamente um dominador de 90% do debate (que apetite, ou que cosnciencia pesada!), então religião é um viés, é?????? Sem comentários…..
    Elisabete Cardoso: é isso mesmo. As consequencias morais e psicológicas para as mulheres que provocam aborto são TERRIVEIS, espantosamente TERRIVEIS!
    Isso os abortistas desconhecem ou fingem desconhecer!
    Eu, porém, conheci uma mulher, ja idosa, terrivelmente marcada pelo remorso de ter praticado abortos. Garanto que o que vi não era nada agradável.
    Deus nos livre do aborto. Madre Teresa da Calcutá, em conversa com o presidente Bill Clinton dos EEUU disse: “Uma nação que permite a pratica do aborto é uma nação pobre, muito pobre”

  • hamilton

    De pleno acordo com Paulo de Tarso. Quanto ao Caderno Santo (?), praticamente um dominador de 90% do debate (que apetite, ou que cosnciencia pesada!), então religião é um viés, é?????? Sem comentários…..
    Elisabete Cardoso: é isso mesmo. As consequencias morais e psicológicas para as mulheres que provocam aborto são TERRIVEIS, espantosamente TERRIVEIS!
    Isso os abortistas desconhecem ou fingem desconhecer!
    Eu, porém, conheci uma mulher, ja idosa, terrivelmente marcada pelo remorso de ter praticado abortos. Garanto que o que vi não era nada agradável.
    Deus nos livre do aborto. Madre Teresa da Calcutá, em conversa com o presidente Bill Clinton dos EEUU disse: “Uma nação que permite a pratica do aborto é uma nação pobre, muito pobre”

  • carla

    ola sou emfermeira do hospital das clinicas de são paulo.
    trabalho no estoque do hospital,mexendo com essas medicações.
    MIFEPRISTONE MISOPROSTOL E RU 486
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    CUSTO DO MIFEPRISTONE + MISOPROSTOL
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    Injetavel Abortion RU-486 5 ml R$ 980,00
    se dúvidas me add no msn?
    enfermeira-carla@hotmail.com

    me mande email

  • carla

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  • Procurar uma clínica (com indicação de quem ja fez) é muito mais aconselhável do que tomar medicamentos.

  • Procurar uma clínica (com indicação de quem ja fez) é muito mais aconselhável do que tomar medicamentos.

  • milena

    Sou totalmente a favor. Eu acho que vc poderia considerar viajar para realizar o procedimento. A Guiana Francesa é favor do aborto e lá pode ser realizado de forma segura em hospitais decentes. Era o que eu faria.

  • milena

    Sou totalmente a favor. Eu acho que vc poderia considerar viajar para realizar o procedimento. A Guiana Francesa é favor do aborto e lá pode ser realizado de forma segura em hospitais decentes. Era o que eu faria.

  • cris

    sou a favor sim,ate pq quem sabe dos problemas a enfrentar é a pessoa;e quem somos para julgar ??

  • cris

    sou a favor sim,ate pq quem sabe dos problemas a enfrentar é a pessoa;e quem somos para julgar ??

  • Iraponan

    ABORTO – Onde inicia esta obra das trevas? E o Brasil, como está ?
    Neste primeiro momento em que escrevo à tão conceituada SITE, gostaria de apresentar informações importantíssimas colhidas pelo Movimento Nacional da Cidadania Pela Vida – Brasil Sem Aborto, e que devem ser divulgadas a toda Nação Brasileira.
    “DE ONDE VEM O MOVIMENTO MUNDIAL A FAVOR DO ABORTO?” Sabemos que sempre houve um grupo muito reduzido de pessoas a favor da legalização do aborto no mundo, mas o movimento foi ganhando adeptos e se fortaleceu graças à iniciativa de um mega-bilionário americano de nome John Rockefeller III. Herdeiro de uma imensa fortuna e de uma extensa rede de instituições filantrópicas, sentiu-se atraído nos anos 50 pela questão ainda emergente da explosão populacional que “ameaçava” a soberania dos países ricos, em especial os Estados Unidos. O problema poderia ser resolvido promovendo o desenvolvimento educacional e econômico do terceiro mundo, mas em vez disso, as organizações Rockefeller resolveram utilizar-se de seus fabulosos recursos para tentar resolver o problema através do controle direto da natalidade, dentre os quais o principal método viria a ser o aborto. Em 1952 Rockefeller e mais 26 especialistas em demografia fundaram em Williamsburg o Population Council, a organização que desencadeou o projeto mundial de controle populacional. O Conselho Populacional arrastou na sua esteira, imediatamente a seguir, a imensa Fundação Ford e as próprias organizações Rockefeller e, a partir de 1990, uma quantidade extraordinariamente grande de outras e novas fundações internacionais.
    A questão a nosso ver é que para John Rockefeller III e seu Conselho Populacional executarem seus projetos de controle populacional exigiria ações intermináveis de práticas anti-democráticas, como tomar decisões de interesses nacionais sem consultar a Nação, bem como o desmantelamento da Igreja em todos os seus fundamentos, a inversão de valores, o investimento para alteração dos julgamentos morais e éticos dos indivíduos e da sociedade, além da divulgação e convencimento de que não há vida humana antes do nascimento, algo impossível de se conseguir diante das evidências tecnológicas e científicas do mundo atual.
    Não precisamos convencer os que promovem o aborto sobre a veracidade dessas afirmações. Os que realmente planejam as ações sabem muito bem que é assim. Limitado ao jogo limpo e democrático, a questão do aborto inevitavelmente perde. Nos Estados Unidos cunhou-se a expressão “rights by steal” para designar o processo, retirada literalmente dos próprios memorandos dos que promovem o aborto, e que em português se traduziria aproximadamente como “a obtenção do direito através do assalto”. Um exemplo disso deu-se já no início do movimento pela legalização do aborto naquele País. O primeiro Estado americano a legalizar o aborto, mas apenas até o terceiro mês de gestação, foi o Colorado, em 1968. Surgiu em seguida uma contra reação tão forte nos parlamentos estaduais que ficou claro que o resultado final do processo que se desdobraria a partir daí seria claramente a favor da vida. Foi então preciso recorrer à Suprema Corte de Justiça para que, usurpando as atribuições que deveriam pertencer ao Legislativo e impedindo o livre debate democrático que estava em curso, através da apresentação de um caso de estupro ocorrido no Texas que depois revelou-se falso pela confissão dos próprios autores, o aborto pudesse finalmente ser amplamente legalizado, durante todos os nove meses da gravidez, por uma súbita imposição de cinco dos nove juízes da Suprema Corte.
    Em janeiro de 1973, pela célebre decisão Roe x Wade, a Suprema Corte de Justiça dos Estados Unidos decidiu que o aborto deveria ser legal, em todo o país, durante todos os nove meses da gravidez, sem necessidade de que a mulher, do primeiro até o sexto mês, apresentasse nenhum motivo para pedir o aborto e, a partir daí, do sexto até o nono mês, bastando apenas que ela apresentasse qualquer motivo.
    No Brasil, passados quase quatro décadas, a imprensa não divulgou ainda, uma única vez, como o judiciário americano obrigou todos os estados da federação a instituir o aborto livre e legal durante todos os nove meses da gravidez. A mídia brasileira não divulga estas notícias pelo receio de tornar a população brasileira ainda mais contrária à legalização do aborto do que ela já é.
    Ora, qualquer projeto que, para vencer, deva ocultar constantemente seu modo de proceder e subverter os princípios democráticos e que, para consolidar-se, deva propor-se a destruir a Igreja, “alterar os julgamentos morais e éticos dos indivíduos e da sociedade”, e desafiar as evidências mais manifestas que surgem todos os dias graças à ciência, não poderia nunca ter sido considerado, por nenhum estrategista sensato, como um projeto de futuro. Um projeto como este, ainda que criado pelas poderosas organizações Rockefeller e Ford, é um projeto falido em seu próprio princípio.
    Hoje, pertence ao senso comum espantar-se pela falta de visão do projeto do Partido Nazista alemão, do qual era possível prever a viabilidade pelas reações praticamente insuperáveis que acabaria por suscitar. No entanto, não é difícil entender que um estrategista isento, sentado junto a uma mesa de trabalho e comparando friamente ambas as propostas, teria que concluir que o projeto nazista, já insustentável a longo prazo, teria ainda assim, tecnicamente considerado, maiores probabilidades de êxito do que o projeto Ford e Rockefeller. É espantoso observar o quanto os envolvidos nestes projetos não conseguiam perceber afirmações tão evidentes.
    Porém, mais espantoso do que isto, é observar agora o Partido dos Trabalhadores, que não estava envolvido com estas questões, ter decidido, com a total aprovação do presidente Lula, diante de uma população crescentemente contra a legalização do aborto, atirar-se contra a sua base e contra a Igreja que o ajudou a organizar-se. O PT, aliando seu próprio projeto político ao projeto internacional do aborto está fadado a afundar junto com ele. E, se isto já não mostrasse suficientemente um caso gravíssimo de miopia política, o Partido acrescenta-lhe a condenação unânime de dois dos seus mais valorosos militantes, que mais claramente haviam percebido as verdadeiras dimensões do problema.
    Os deputados Luiz Bassuma – BA e Henrique Afonso – AC, foram apresentados à nação como homens honestos. Se o Partido queria expulsá-los, a coisa mais fácil para isso teria sido flagrá-los e acusá-los de corrupção, coisa comum entre políticos. Não conseguiu fazê-lo. Em vez disso, atestou publicamente que nada encontrou nos acusados que pudesse comprometê-los, exceto haverem defendido o direito à Vida.
    Em segundo lugar, os deputados foram apresentados à nação como políticos capazes de serem fiéis aos seus ideais e às suas propostas de trabalho. O julgamento mostrou que estes homens não puderam ser comprados pela ameaça, pelo desprezo, ou pela própria expulsão do Partido a que serviam.
    A violência envolvida neste julgamento do Partido dos Trabalhadores não é apenas um grave golpe à defesa da dignidade da vida humana e à liberdade de expressão no Brasil. Ela representa um sinal claro da existência de um compromisso programático contra o direito à vida por parte do atual Governo Federal.
    O Brasil está enfrentando o maior e mais ordenado ataque já desencadeado contra a dignidade da vida humana que houve em sua história. É necessário esclarecer de onde ele vem, como ele age, e como o governo brasileiro decidiu envolver-se com esta agenda monstruosa.
    Que Deus em sua infinita sabedoria proteja aos que vendo a luz da verdade não se omitem na luta em defesa da vida, pois nesta luta não é o grito dos infanticidas que devemos temer, é sim o silêncio dos bons.
    Iraponan Chaves de Arruda – É Formado em Gestão de Segurança Pública pela Universidade do Sul de Santa Catarina – UNISUL e é Coordenador Executivo do Comitê Pernambucano da Cidadania Pela Vida – Brasil Sem Aborto.
    Referências Bibiográficas:
    - http://womenshistor y.about.com/ library/etext/gov/blroef.htm
    - mdv@defesadavida.com.br
    - http://www.brasilsemaborto.com.br
    - Niltow Pereira de Carvalho – Coronel R1, Engenheiro, Economista e Militante Pró-Vida -DF

  • Iraponan

    ABORTO – Onde inicia esta obra das trevas? E o Brasil, como está ?
    Neste primeiro momento em que escrevo à tão conceituada SITE, gostaria de apresentar informações importantíssimas colhidas pelo Movimento Nacional da Cidadania Pela Vida – Brasil Sem Aborto, e que devem ser divulgadas a toda Nação Brasileira.
    “DE ONDE VEM O MOVIMENTO MUNDIAL A FAVOR DO ABORTO?” Sabemos que sempre houve um grupo muito reduzido de pessoas a favor da legalização do aborto no mundo, mas o movimento foi ganhando adeptos e se fortaleceu graças à iniciativa de um mega-bilionário americano de nome John Rockefeller III. Herdeiro de uma imensa fortuna e de uma extensa rede de instituições filantrópicas, sentiu-se atraído nos anos 50 pela questão ainda emergente da explosão populacional que “ameaçava” a soberania dos países ricos, em especial os Estados Unidos. O problema poderia ser resolvido promovendo o desenvolvimento educacional e econômico do terceiro mundo, mas em vez disso, as organizações Rockefeller resolveram utilizar-se de seus fabulosos recursos para tentar resolver o problema através do controle direto da natalidade, dentre os quais o principal método viria a ser o aborto. Em 1952 Rockefeller e mais 26 especialistas em demografia fundaram em Williamsburg o Population Council, a organização que desencadeou o projeto mundial de controle populacional. O Conselho Populacional arrastou na sua esteira, imediatamente a seguir, a imensa Fundação Ford e as próprias organizações Rockefeller e, a partir de 1990, uma quantidade extraordinariamente grande de outras e novas fundações internacionais.
    A questão a nosso ver é que para John Rockefeller III e seu Conselho Populacional executarem seus projetos de controle populacional exigiria ações intermináveis de práticas anti-democráticas, como tomar decisões de interesses nacionais sem consultar a Nação, bem como o desmantelamento da Igreja em todos os seus fundamentos, a inversão de valores, o investimento para alteração dos julgamentos morais e éticos dos indivíduos e da sociedade, além da divulgação e convencimento de que não há vida humana antes do nascimento, algo impossível de se conseguir diante das evidências tecnológicas e científicas do mundo atual.
    Não precisamos convencer os que promovem o aborto sobre a veracidade dessas afirmações. Os que realmente planejam as ações sabem muito bem que é assim. Limitado ao jogo limpo e democrático, a questão do aborto inevitavelmente perde. Nos Estados Unidos cunhou-se a expressão “rights by steal” para designar o processo, retirada literalmente dos próprios memorandos dos que promovem o aborto, e que em português se traduziria aproximadamente como “a obtenção do direito através do assalto”. Um exemplo disso deu-se já no início do movimento pela legalização do aborto naquele País. O primeiro Estado americano a legalizar o aborto, mas apenas até o terceiro mês de gestação, foi o Colorado, em 1968. Surgiu em seguida uma contra reação tão forte nos parlamentos estaduais que ficou claro que o resultado final do processo que se desdobraria a partir daí seria claramente a favor da vida. Foi então preciso recorrer à Suprema Corte de Justiça para que, usurpando as atribuições que deveriam pertencer ao Legislativo e impedindo o livre debate democrático que estava em curso, através da apresentação de um caso de estupro ocorrido no Texas que depois revelou-se falso pela confissão dos próprios autores, o aborto pudesse finalmente ser amplamente legalizado, durante todos os nove meses da gravidez, por uma súbita imposição de cinco dos nove juízes da Suprema Corte.
    Em janeiro de 1973, pela célebre decisão Roe x Wade, a Suprema Corte de Justiça dos Estados Unidos decidiu que o aborto deveria ser legal, em todo o país, durante todos os nove meses da gravidez, sem necessidade de que a mulher, do primeiro até o sexto mês, apresentasse nenhum motivo para pedir o aborto e, a partir daí, do sexto até o nono mês, bastando apenas que ela apresentasse qualquer motivo.
    No Brasil, passados quase quatro décadas, a imprensa não divulgou ainda, uma única vez, como o judiciário americano obrigou todos os estados da federação a instituir o aborto livre e legal durante todos os nove meses da gravidez. A mídia brasileira não divulga estas notícias pelo receio de tornar a população brasileira ainda mais contrária à legalização do aborto do que ela já é.
    Ora, qualquer projeto que, para vencer, deva ocultar constantemente seu modo de proceder e subverter os princípios democráticos e que, para consolidar-se, deva propor-se a destruir a Igreja, “alterar os julgamentos morais e éticos dos indivíduos e da sociedade”, e desafiar as evidências mais manifestas que surgem todos os dias graças à ciência, não poderia nunca ter sido considerado, por nenhum estrategista sensato, como um projeto de futuro. Um projeto como este, ainda que criado pelas poderosas organizações Rockefeller e Ford, é um projeto falido em seu próprio princípio.
    Hoje, pertence ao senso comum espantar-se pela falta de visão do projeto do Partido Nazista alemão, do qual era possível prever a viabilidade pelas reações praticamente insuperáveis que acabaria por suscitar. No entanto, não é difícil entender que um estrategista isento, sentado junto a uma mesa de trabalho e comparando friamente ambas as propostas, teria que concluir que o projeto nazista, já insustentável a longo prazo, teria ainda assim, tecnicamente considerado, maiores probabilidades de êxito do que o projeto Ford e Rockefeller. É espantoso observar o quanto os envolvidos nestes projetos não conseguiam perceber afirmações tão evidentes.
    Porém, mais espantoso do que isto, é observar agora o Partido dos Trabalhadores, que não estava envolvido com estas questões, ter decidido, com a total aprovação do presidente Lula, diante de uma população crescentemente contra a legalização do aborto, atirar-se contra a sua base e contra a Igreja que o ajudou a organizar-se. O PT, aliando seu próprio projeto político ao projeto internacional do aborto está fadado a afundar junto com ele. E, se isto já não mostrasse suficientemente um caso gravíssimo de miopia política, o Partido acrescenta-lhe a condenação unânime de dois dos seus mais valorosos militantes, que mais claramente haviam percebido as verdadeiras dimensões do problema.
    Os deputados Luiz Bassuma – BA e Henrique Afonso – AC, foram apresentados à nação como homens honestos. Se o Partido queria expulsá-los, a coisa mais fácil para isso teria sido flagrá-los e acusá-los de corrupção, coisa comum entre políticos. Não conseguiu fazê-lo. Em vez disso, atestou publicamente que nada encontrou nos acusados que pudesse comprometê-los, exceto haverem defendido o direito à Vida.
    Em segundo lugar, os deputados foram apresentados à nação como políticos capazes de serem fiéis aos seus ideais e às suas propostas de trabalho. O julgamento mostrou que estes homens não puderam ser comprados pela ameaça, pelo desprezo, ou pela própria expulsão do Partido a que serviam.
    A violência envolvida neste julgamento do Partido dos Trabalhadores não é apenas um grave golpe à defesa da dignidade da vida humana e à liberdade de expressão no Brasil. Ela representa um sinal claro da existência de um compromisso programático contra o direito à vida por parte do atual Governo Federal.
    O Brasil está enfrentando o maior e mais ordenado ataque já desencadeado contra a dignidade da vida humana que houve em sua história. É necessário esclarecer de onde ele vem, como ele age, e como o governo brasileiro decidiu envolver-se com esta agenda monstruosa.
    Que Deus em sua infinita sabedoria proteja aos que vendo a luz da verdade não se omitem na luta em defesa da vida, pois nesta luta não é o grito dos infanticidas que devemos temer, é sim o silêncio dos bons.
    Iraponan Chaves de Arruda – É Formado em Gestão de Segurança Pública pela Universidade do Sul de Santa Catarina – UNISUL e é Coordenador Executivo do Comitê Pernambucano da Cidadania Pela Vida – Brasil Sem Aborto.
    Referências Bibiográficas:
    - http://womenshistor y.about.com/ library/etext/gov/blroef.htm
    - mdv@defesadavida.com.br
    - http://www.brasilsemaborto.com.br
    - Niltow Pereira de Carvalho – Coronel R1, Engenheiro, Economista e Militante Pró-Vida -DF

  • Iraponan

    ABORTO – Onde inicia esta obra das trevas? E o Brasil, como está ?
    Neste primeiro momento em que escrevo à tão conceituada SITE, gostaria de apresentar informações importantíssimas colhidas pelo Movimento Nacional da Cidadania Pela Vida – Brasil Sem Aborto, e que devem ser divulgadas a toda Nação Brasileira.
    “DE ONDE VEM O MOVIMENTO MUNDIAL A FAVOR DO ABORTO?” Sabemos que sempre houve um grupo muito reduzido de pessoas a favor da legalização do aborto no mundo, mas o movimento foi ganhando adeptos e se fortaleceu graças à iniciativa de um mega-bilionário americano de nome John Rockefeller III. Herdeiro de uma imensa fortuna e de uma extensa rede de instituições filantrópicas, sentiu-se atraído nos anos 50 pela questão ainda emergente da explosão populacional que “ameaçava” a soberania dos países ricos, em especial os Estados Unidos. O problema poderia ser resolvido promovendo o desenvolvimento educacional e econômico do terceiro mundo, mas em vez disso, as organizações Rockefeller resolveram utilizar-se de seus fabulosos recursos para tentar resolver o problema através do controle direto da natalidade, dentre os quais o principal método viria a ser o aborto. Em 1952 Rockefeller e mais 26 especialistas em demografia fundaram em Williamsburg o Population Council, a organização que desencadeou o projeto mundial de controle populacional. O Conselho Populacional arrastou na sua esteira, imediatamente a seguir, a imensa Fundação Ford e as próprias organizações Rockefeller e, a partir de 1990, uma quantidade extraordinariamente grande de outras e novas fundações internacionais.
    A questão a nosso ver é que para John Rockefeller III e seu Conselho Populacional executarem seus projetos de controle populacional exigiria ações intermináveis de práticas anti-democráticas, como tomar decisões de interesses nacionais sem consultar a Nação, bem como o desmantelamento da Igreja em todos os seus fundamentos, a inversão de valores, o investimento para alteração dos julgamentos morais e éticos dos indivíduos e da sociedade, além da divulgação e convencimento de que não há vida humana antes do nascimento, algo impossível de se conseguir diante das evidências tecnológicas e científicas do mundo atual.
    Não precisamos convencer os que promovem o aborto sobre a veracidade dessas afirmações. Os que realmente planejam as ações sabem muito bem que é assim. Limitado ao jogo limpo e democrático, a questão do aborto inevitavelmente perde. Nos Estados Unidos cunhou-se a expressão “rights by steal” para designar o processo, retirada literalmente dos próprios memorandos dos que promovem o aborto, e que em português se traduziria aproximadamente como “a obtenção do direito através do assalto”. Um exemplo disso deu-se já no início do movimento pela legalização do aborto naquele País. O primeiro Estado americano a legalizar o aborto, mas apenas até o terceiro mês de gestação, foi o Colorado, em 1968. Surgiu em seguida uma contra reação tão forte nos parlamentos estaduais que ficou claro que o resultado final do processo que se desdobraria a partir daí seria claramente a favor da vida. Foi então preciso recorrer à Suprema Corte de Justiça para que, usurpando as atribuições que deveriam pertencer ao Legislativo e impedindo o livre debate democrático que estava em curso, através da apresentação de um caso de estupro ocorrido no Texas que depois revelou-se falso pela confissão dos próprios autores, o aborto pudesse finalmente ser amplamente legalizado, durante todos os nove meses da gravidez, por uma súbita imposição de cinco dos nove juízes da Suprema Corte.
    Em janeiro de 1973, pela célebre decisão Roe x Wade, a Suprema Corte de Justiça dos Estados Unidos decidiu que o aborto deveria ser legal, em todo o país, durante todos os nove meses da gravidez, sem necessidade de que a mulher, do primeiro até o sexto mês, apresentasse nenhum motivo para pedir o aborto e, a partir daí, do sexto até o nono mês, bastando apenas que ela apresentasse qualquer motivo.
    No Brasil, passados quase quatro décadas, a imprensa não divulgou ainda, uma única vez, como o judiciário americano obrigou todos os estados da federação a instituir o aborto livre e legal durante todos os nove meses da gravidez. A mídia brasileira não divulga estas notícias pelo receio de tornar a população brasileira ainda mais contrária à legalização do aborto do que ela já é.
    Ora, qualquer projeto que, para vencer, deva ocultar constantemente seu modo de proceder e subverter os princípios democráticos e que, para consolidar-se, deva propor-se a destruir a Igreja, “alterar os julgamentos morais e éticos dos indivíduos e da sociedade”, e desafiar as evidências mais manifestas que surgem todos os dias graças à ciência, não poderia nunca ter sido considerado, por nenhum estrategista sensato, como um projeto de futuro. Um projeto como este, ainda que criado pelas poderosas organizações Rockefeller e Ford, é um projeto falido em seu próprio princípio.
    Hoje, pertence ao senso comum espantar-se pela falta de visão do projeto do Partido Nazista alemão, do qual era possível prever a viabilidade pelas reações praticamente insuperáveis que acabaria por suscitar. No entanto, não é difícil entender que um estrategista isento, sentado junto a uma mesa de trabalho e comparando friamente ambas as propostas, teria que concluir que o projeto nazista, já insustentável a longo prazo, teria ainda assim, tecnicamente considerado, maiores probabilidades de êxito do que o projeto Ford e Rockefeller. É espantoso observar o quanto os envolvidos nestes projetos não conseguiam perceber afirmações tão evidentes.
    Porém, mais espantoso do que isto, é observar agora o Partido dos Trabalhadores, que não estava envolvido com estas questões, ter decidido, com a total aprovação do presidente Lula, diante de uma população crescentemente contra a legalização do aborto, atirar-se contra a sua base e contra a Igreja que o ajudou a organizar-se. O PT, aliando seu próprio projeto político ao projeto internacional do aborto está fadado a afundar junto com ele. E, se isto já não mostrasse suficientemente um caso gravíssimo de miopia política, o Partido acrescenta-lhe a condenação unânime de dois dos seus mais valorosos militantes, que mais claramente haviam percebido as verdadeiras dimensões do problema.
    Os deputados Luiz Bassuma – BA e Henrique Afonso – AC, foram apresentados à nação como homens honestos. Se o Partido queria expulsá-los, a coisa mais fácil para isso teria sido flagrá-los e acusá-los de corrupção, coisa comum entre políticos. Não conseguiu fazê-lo. Em vez disso, atestou publicamente que nada encontrou nos acusados que pudesse comprometê-los, exceto haverem defendido o direito à Vida.
    Em segundo lugar, os deputados foram apresentados à nação como políticos capazes de serem fiéis aos seus ideais e às suas propostas de trabalho. O julgamento mostrou que estes homens não puderam ser comprados pela ameaça, pelo desprezo, ou pela própria expulsão do Partido a que serviam.
    A violência envolvida neste julgamento do Partido dos Trabalhadores não é apenas um grave golpe à defesa da dignidade da vida humana e à liberdade de expressão no Brasil. Ela representa um sinal claro da existência de um compromisso programático contra o direito à vida por parte do atual Governo Federal.
    O Brasil está enfrentando o maior e mais ordenado ataque já desencadeado contra a dignidade da vida humana que houve em sua história. É necessário esclarecer de onde ele vem, como ele age, e como o governo brasileiro decidiu envolver-se com esta agenda monstruosa.
    Que Deus em sua infinita sabedoria proteja aos que vendo a luz da verdade não se omitem na luta em defesa da vida, pois nesta luta não é o grito dos infanticidas que devemos temer, é sim o silêncio dos bons.
    Iraponan Chaves de Arruda – É Formado em Gestão de Segurança Pública pela Universidade do Sul de Santa Catarina – UNISUL e é Coordenador Executivo do Comitê Pernambucano da Cidadania Pela Vida – Brasil Sem Aborto.
    Referências Bibiográficas:
    - http://womenshistor y.about.com/ library/etext/gov/blroef.htm
    - mdv@defesadavida.com.br
    - http://www.brasilsemaborto.com.br
    - Niltow Pereira de Carvalho – Coronel R1, Engenheiro, Economista e Militante Pró-Vida -DF

  • Jonas

    Carla
    Peço a gentileza de responder o e-mail.
    obrigado

  • Marcela

    Procurem o site Women on Waves, é uma ONG holandesa que ajuda mulheres de todo mundo a realizar aborto com medicamentos de forma segura. Minha amiga fez, ela recebeu o kit com mifepristone e misoprostol, pagou cerca de R$ 170 (ou seja, muito mais barato que no mercado negro brasileiro, onde nem se tem certeza da procedência dos medicamentos) fez com 8 semnas e deu tudo certo. Não comprem de golpistas brasileiros, porque o mife nem existe aqui no páis (o dr. health mesmo disse que nem conhecia), aqui só se consegue o misoprostol (comercializado como Cytotec). Conheçam o trabalho da ONG: http://www.womenonwaves.org.

  • Gdsgfdsds

    Sou mulher e penso bem diferente de vocês. Homens do meu Brasil (ou seja lá de onde vocês são)… Muitos não apoiam o aborto, mas não são vocês que carregam o bebê durante nove meses. Não seria a vida de vocês que mudaria 100%. Acho que a mulher tem o direito de escolher entre ter e não ter o bebê. Sou a favor. A mulher querer ter um filho é decisão dela e não do governo. Quem fez o sexo foi ela, não foi? Ninguém tem direito de decidir se uma vida vai existir ali, a não ser a própria mãe. E muitas vezes, o aborto ajudaria. Menos crianças seriam abandonadas, largadas, ou jogadas fora (literalmente) diminuiria a taxa de crianças que nascem com problemas devido a medicamentos de aborto (se o mesmo fosse legal, tudo seria feito corretamente), etc.
    Sei que é um assunto polêmico, mas para mim, a resposta é simples.

    • Claudio Jose

      SUA MÃE ESCOLHEU O QUE? ESPERAR QUE UM DIA VC MORRA?
      ABORTO É UM HOMICÍDIO QUALIFICADO! SUA BURRICE SÓ NÃO É MAIOR QUE A SUA IGNORÂNCIA! SE NÃO FOSSE O DOM DIVINO CONCEDIDO AS MULHERES, ESTAS NÃO SERVIRIAM PRA PORRA NENHUMA! PORQUE A GIGANTESCA MAIORIA DAS FAMILIAS AINDA SÃO SUSTENTADAS PELO PAI, EM QUANTO MINHA EX-ESPOSA CARREGAVA A BARRIGA ENTRE QUARTO BANHEIRO COZINHA QUARTO, EU ANDAVA QUILOMETROS COM “DUAS” BOLSA CHEIAS DE CARTAS!

      • Claudio Jose

        DEVEMOS AGORA MUDAR A DATA DO DIA DAS MÃES PARA O DIA
        2 DE NOVEMBRO!

  • Prof. Machado

    Olá Galera!
    Praticar aborto é algo comum desde os tempos medievais – muitos dirão! Na opinião não passa de uma prática que nos remete a tal época! Aqui no século XXI esse tipo de atitude deveria ser extinta!
    Falo isso porque sou PAI e AMO meu FILHO, daria minha vida por ele. Aliás, essa deveria, na minha opinião, ser a atitude de TODO aquele que se considera HOMEM. Fico pensando que tipo de pessoa se refere a uma gravidez dizendo haver feito merda?
    P.S: Quando pesquisamos sobre aborto muitos abortistas amenizam dizendo que um minúsculo embrião não pode ser entendido como um ser humano. Baste, galera, vocês pesquisarem no Google imagens sobre o tema “aborto” e verão as aberrações. Bebês de 4, 6 e até 7 meses mortos de maneira cruel! Sejam honestos consigo mesmos. Orgulho-me de minha mãe e a meu pai que foram antes de qualquer coisa, HUMANOS e me permitiram viver. (Pesquisem o nome Gianna Jessen)
    Abraço galera

  • Anonymous

    Sou a favor do aborto no caso de fetos muito malformados. Sou a favor de aborto legal no caso de fetos com malformação que não tenha nenhuma chance de vida após o nascimento. Porque associado a uma malformação fetal pode haver complicações na gravidez como eclâmpsia, placenta prévia, acreta e isto pode por a mãe em risco de morte.
    Porque arriscar a mãe se não há chances de vida para o feto? Ressalto que minha opinião refere-se a fetos muito malformados, como anencefalia, hidropsia generalizada, ectopia cordis, etc.

  • Tiago

    Eu sou a favor do aborto, segundo nosso vigente código civil de 2002 contempla em seu art 2º
    que a personalidade jurídica começa com o nascimento com vida,
    mais a lei poe a salvo alguns direitos desde a concepção.
    o nascituro não é sujeito de aptidão de direito e garantias. essa contradição nós leva a uma direção.
    para efeitos jurídicos, que nos leva a uma contradição.

    o aborto é possivel no Brasil apénas em casos excepcionais, como estrupro onde é preservado o direito a dignidade da mulher e em casos que esse pode colocar em risco a vida da mae.

    colocando no plano prático. como é possivel uma criança de 15 anos cuidar cuidar de outra?

    a eventual prole não tem culpa de que sua mãe é uma criança!

    considerações finais;
    De uma lado uma vida, do outro lado uma criança sem condição de cuidar de si mesma
    me entendimento que essa prática de aborto deveria ser permitida e amparada, salve em fase inicial.

  • Thais

    [b][i] Nunca havia parado para pensar no assunto, mas hoje sou a favor, enquanto embrião ainda não é um feto, e o casal (ou a mãe) opta por retira-lo é um direito dela não querer criar um, criança, ou não querer mais um órfão para o estado manter, teríamos menos bandidos se essas piranhas parassem de ficar pondo filhos para nosso imposto criar.

    Que o Governo pare de se meter onde não lhe cabe.

  • Direitodeescolha

    Pessoal trabalho com isso a 8 anos, tenho grande experiencia com medicamentos e o melhor remedio hj para abortar com 100% de eficacia é o Citotec, causando menos danos a mulher tbm! Caso alguma mulher queira abortar poder ser usado ate 3 meses e meio… Tenho mais de 200 referencias de meninas, envio o produto via sedex e vc paga ao receber! MEU MSN é direitodeescolha@live.com podem me add estou o dia todo online para tirar duvidas

  • Amnaigjdsgil

    Eu sempre achei que a decisão de ter um filho é mais que séria. Que deve ser tomada quando há de fato certezas de que é isso que se quer, ou pelo menos quando há uma disponibilidade e estabilidade quer emocional quer financeira, para assegurar uma certa harmonia. Mas isto é o que eu acho.
    E por achar que as coisas se passam assim, ou melhor que deveriam passar-se assim e que é desse modo que quero que se desenvolvam comigo, fico estupefacto quando vejo uma louca, desculpe o termo mas tem mesmo de ser, sem trabalho, sem estudos, e sem qualquer estabilidade, ficar grávida de propósito para agarrar um homem. E nem é por dinheiro, porque o homem que ela quis agarrar é uma pessoa normal. É claro que a responsabilidade é dos dois isso nem se discute, o homem por confiar que a pessoa  está tomando a pílula que ambos combinaram para evitar o preservativo, e a mulher por saber que pode evitar mas mesmo assim aplica o golpe, acho deprimente uma mulher usar o golpe da barriga. Acho realmente deprimente em todos os aspectos. Se fosse um com um tipo rico, apesar de não achar correto, até consigo entender. Agora para tentar amarrar um homem a uma relação  que nem sequer existiu verdadeiramente, é uma atrocidade. Porque o que está em causa é uma nova vida que não tem culpa absolutamente nenhuma dos devaneios de uma pessoa “louca”.
    É por estas e por outras que andamos num mundo de doidos. Onde meio mundo anda a tentar enganar outro meio.

  • Veronica

    Eu estou grávida e já tentei fazer aborto com cytotec e nao adiantou ! Já tomei até coca-cola com dorflex e nao aconteceu nada , só tenho enjôs e dores no corpo . E agora o que faço ? Será que meu filho vai nascer com problemas mentais ou até messmo maá formaçao ?

  • Kamila

    Gostaria de saber se o ato de pular muro é abortivo

  • Janayna

    Eu vou fazer um aborto hj mais n queria to sendo obrigada!

  • Janayna

    Precisoo de ajuda estou só nesse moneto tao doficil da minha vida!

  • Carol

    preciso fazer um aborto, me indiquem a melhor forma

  • Vanessa

    Abortei com a Gabriela do gabriela_ss1974@hotmail.com

    graças a DEUS deu td certo, fiquei super preocupada imaginando meu risco de vida, sou muito grata !

  • CLEBER

    CONTATO VENDA CYTOTEC : gabriela_ss1974@hotmail.com

  • Debora

    NAO CAIA EM GOLPES DO DEPOSITO ANTECIPADO!
    TEM PESSOAS USANDO ATE DEPOIMENTOS FALSOS! NAO CAIA NESSE GOLPE!
    SOU A UNICA Q MANDA O REMEDIO E VC PODE PAGAR QNDO O PRDUTO CHEGAR NA SUA MAO!
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    OU ACESSE http://citoteccytotecaborto.blogspot.com.br

  • ui

    bom tomei e ainda estou sentindo dores mas n veio nada

  • Fábia

    Olá vi sua resposta sobre o cytotec e estou grávida a 4 semanas e fiz uso dele, coloquei 2 na vagina e tomei 2, sendo que não tive nenhuma cólica e muito menos sangramento, gostaria de saber se eu levar a gestação adiante meu terá algum problema. Me responda por favor.

    • cris

      Oi Fabia tomare que vc esteja bem assim como eu e meu filho hj estamos..eu tb descobri minha gravidez tardiamente..ja estava com quase 4 meses e resolvi tomar e enserir 2..porem não tive nenhum efeito e hj meu filho lindo e perfeito tem 4 anos e meio…Sabe tem coisa que valem pena e tudo se ajeita msm quando a gente acha que não TEMOS CONDIÇOES ..

    • elaine

      Olá Fábia como voce conseguiu adquirir o produto?

  • a verdade q vcs nao sabem

    os medico nao atendem t deixam morrer e discriminam a mulher eu passei por isso eles nao estao nem ai e no sus quando e aborto eles nem t atendem e se vc toas medicaçoes e o bebe nao morre eles fazem vc pagar te tratam mau t dicriminam eu estou com processos em andamento por causa disso tenho horror a gente hipocrita os medicos sao tudo hipocritas

  • Duda

    Oii, onde vc encontrou o cytotec ? bjs ! aguardo sua resposta.

    • Claudio Jose

      ÉS CEGA? NÃO PERCEBEU QUE VC ESTARÁ MATANDO UMA PARTE DE VC? NÃO PERCEBE QUEM ESTA TE MANIPULANDO, TE LEVANDO A BEIRA O ABISMO INFINITO, PRA SER JOGADA SEM VOLTA? NÃO SEJA MAIS UMA CRIMINOSA DA MORTE DO PRÓPRIO(A) FILHO(A)!

      • http://mageddo.com deFreitas

        Não me venha com essa… sabe o que é criar um filho do qual você não tem a mínima condicao de manter? criar um filho sendo que voce não está preparado nem para cuidar de si mesmo? Se for pra colocar alguém nesse mundo para sofrer pro resto da vida é melhor evitar desde o começo.

  • Claudio Jose

    E O BURRÃO É VC! SE O MEDICAMENTO INDUZ A CONTRAÇÃO ABDOMINAL, EXPULSANDO O FETO SEM A COMPLETA FORMAÇÃO DOS PULMÕES, O FETO MORRERÁ. MAS AS CONTRAÇÕES NÃO FOREM O BASTANTE, A PRESSÃO EXERCIDA SOBRE A CARTILAGINOSA CALOTA CRANIANA VAI!! COM CERTEZA, CAUSAR PROBLEMAS NO SISTEMA NERVOSO, PELA FALTA DE OXIGENAÇÃO DO FETO! SE TOMADO EM UMA ÚNICA VEZ, O FETO PODERÁ TER PROBLEMAS EM SUA FORMAÇÃO OSSEA E MUSCULAR, PELA PERDA DE LIQUIDOS PELA URINA, DECORRENTES DA MEDICAÇÃO.

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