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A polêmica dos militares gays

Publicado por Mauricio Garcia em 05.6.2008 às 13:17

image

Muito se tem debatido à respeito dos fatos ocorridos após a divulgação da divulgação recente de dois casos envolvendo militares gays. O caso do transsexual que entrou na Justiça para ser reincorporado às Forças Armadas.

E agora, a prisão de um dos sargentos gays durante uma entrevista no programa da Luciana Gimenez (a quem, ao contrário do senso comum, me recuso a chamar de burra, porque para engravidar do Mick Jagger, burra ela não é mesmo).

E tome discussão, preconceito e homofobia daqui, “exército não é lugar para boiola” dali. Resolvi então dar o meu pitaco.

Por dois anos servi como médico do Exército Brasileiro, lotado no Hospital Central do Exército, no Rio de Janeiro, onde moro.

E confesso uma coisa para vocês, vi muito homossexual por lá. Seja trabalhando, seja como paciente. Alguns eram inclusive afetados, você percebia facilmente os trejeitos. Mas partindo da premissa que suas funções fossem bem cumpridas e sua conduta em serviço estivessem de acordo com o Regulamento disciplinar, sem problemas.

I don´t ask, you don´t tell

É uma política semelhante à atual adotada pelo Exército americano sobre a entrada de homossexuais em suas fileiras : “I don´t ask, you don´t tell” (Eu não pergunto, você não fala).

soldier

Pegamos cinco na bala… err… matamos cinco na batalha ontem.

A Marinha inglesa, considerada uma das melhores do mundo, tem um programa em associação com o Stonewall, um grupo que defende direitos de gays e lésbicas, para atrair estes grupos para suas fileiras.

Mas, especialmente no caso do sargento que foi preso, eu apóio tal prisão. Não é porque a presença gay nas Forças Armadas é tolerada (e isso eu vi com meus próprios olhos) que a coisa vai se tornar uma Parada Gay em farda.

As Forças Armadas baseiam-se em dois pilares básicos : Hierarquia e DISCIPLINA. Cumpra as ordens superiores e comande os subordinados, respeite o regulamento, e você será um bom militar. Ao entrar para o mundo fardado, o militar é mais do que informado a respeito disto, e existe um regulamento expresso a cumprir. E em diversos aspectos, distinto da legislação civil a qual estamos acostumados.

Por várias vezes, vi colegas meus de farda afrontando superiores e “exigindo direitos”. Tá certo no meu caso (médicos), nós somos pegos para servir à força, e como as Forças Armadas precisam de médicos, eles acabam abrindo as pernas um pouco para nós. De qualquer forma, o regulamento tem que ser cumprido.

Justamente aí está a falha do casal

Primeiramente, para ter ido ao programa conceder a entrevista, eles necessitariam de autorização expressa do Comandante de sua Unidade. Primeira transgressão, agravada com o teor da declaração de um deles, dizendo que,

“Não há coisa melhor que tomar banho junto com um monte de homens sarados.”

Um militar é militar durante 24 horas (isso eu ouvi muito), tal declaração é incompatível com a conduta moral prevista para os militares. Não tenho dúvidas que o Ministério Público Militar tentará encaixar tal ato no Código Penal Militar, como crime de pederastia ou ato libidinoso, apesar do que, teriam que provar que tal fato ocorreu no âmbito dos quartéis. E não me venham com argumentos civis, pois para crime militar, vale o CPM, sem discussão.

Deserção

Mais grave que isto, vem o real motivo da prisão do sargento. Para quem não sabe, a pena de morte no Brasil existe sim, em um único caso: Deserção em tempo de guerra é igual a morte por fuzilamento.

Se a pessoa sumir sem dar satisfação ou justificativa aceitável por 8 dias, é considerado desertor. Desertores, além de cumprir pena em prisão militar, posteriormente não conseguem tirar passaporte, prestar concursos públicos e outras restrições civis. Dura lex, sed lex.

O sargento alega que apresentou atestados médicos particulares, mas esquece que o Exército tem médicos em seus quadros, e atestado no meio militar, só serve se for de um médico militar (era uma das coisas mais chatas para fazer no serviço, a pessoa vinha com um atestado de fora, e eu tinha que transcrevê-lo).

findi

Chegou o final de semana, soldados!

Defensores dos direitos civis entraram em polvorosa taxando de arbitrária a ação da Polícia do Exército indo prender o sargento na sede da Rede Record.

Ora, se ele é desertor e o quartel já emitiu ordem de prisão, a PE tem autoridade para buscá-lo em qualquer lugar. Sem contar que a deserção foi emitida em 2007, quando o sargento tinha vários anos de farda. Se ele já era gay esse tempo todo, sua prisão não foi por isso, ao contrário do que a mídia tenta empurrar.

A farra do preconceito

E por falar nisso, mesmo eu, que já entrei em inúmeras discussões com amigos sobre os direitos dos homossexuais, dos quais sou defensor (defendo sim a união civil dos homossexuais, por isso mesmo muitas vezes taxado de enrustido por alguns seres mais acéfalos, fazer o quê), começo a ficar irritado com o que chamo de “farra do preconceito”.

Tudo é preconceito, você fala um “ai” contra e é taxado de preconceituoso. Entidades de direitos humanos, aquelas mesmas que só aparecem para defender bandidos, argumentam que está ocorrendo perseguição por homofobia.

Mas o que tem que ser avaliado é o seguinte: Exército é regulamento. Ou se enquadra, ou vai ser mandado pra rua. Prova disso são os outros inúmeros gays que pertencem às Forças Armadas e ali continuam. Provavelmente se os sargentos ficassem quietinhos, jamais teriam sido incomodados durante seu tempo de serviço.

Mas parece que o glamour foi mais forte, e pediram para aparecer. Ainda mais num programa de TV cuja especialidade é criar polêmica (de baixo nível, diga-se de passagem). E o “pobre” sargento ainda foi pouco sagaz, pois havia desertado e achava que tudo ficaria bem. Quanto aos laudos psiquiátricos que alega apresentar, isso não o impediu de ir ao Programa, onde parecia bem animadinho.

Minha experiência

Eu mesmo passei por uma situação complicada, pois pedi baixa devido a uma oportunidade de trabalho fora, e tal baixa não me foi concedida (inconveniência para o Exército), e eu teria que cumprir meu tempo de serviço. Processei o Exército, mas o resultado só saiu depois do término do meu tempo de serviço.

Fiquei extremamente puto de ter que trabalhar num lugar onde não queria, mas percebi que se não o fizesse, seria pior para mim. Foi uma verdadeira merda, mas passou. Perdi a tal oportunidade, mas outras sempre surgem. Hoje posso olhar para o meu certificado de reservista e dormir tranquilamente, posso tirar passaporte, prestar concurso. Coisa que o sargento não poderá.

Mas enfim, a corporação militar têm regras. Se você está nela, cumpra as regras. Não está satisfeito, pede baixa. Não cumpriu, é punição (cana, no caso), e nem adianta vir com esse ranço de vida civil onde “tudo é festa”.

esquilo-guerreiro

Esquilo expulso da tropa por falta de disciplina. Saqueou o refeitório.

Agora não adianta chorar.

E para pensar, o preconceito nunca é maior do que o que nós achamos dele. Se a pessoa se sente discriminada, existem dois problemas. Um na cabeça de quem discrimina, o outro em quem SE SENTE discriminado. Muito do exagero na atual questão dos preconceitos tem embasamento nisto.

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Mauricio Garcia é flamenguista ortodoxo, toca bateria e ama cerveja e mulher (nessa ordem). Nas horas vagas, é médico. Ele é o nosso grande Dr. Health.

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131 comentários

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  1. Imagem do comentarista
    Daron Silva

    Ahh sei lá.. mas se uma pessoa entra no exercito, sabe das “regras” que tem que ser seguidas.. se um homosexual entra (ou se torna um dentro) sabe dos riscos que está correndo… discriminação e afins…

    “que a coisa vai se tornar uma Parada Gay em farda”

    Isso se continuar do jeito que está e fato, pois até dentro de quartel aceitar isso…ahhh ai ja é demais!!

  2. Imagem do comentarista
    rafael

    pois até dentro de quartel aceitar isso…ahhh ai ja é demais!![2]

  3. Imagem do comentarista

    Assino embaixo.

    É complicado falar sobre gays, mesmo pq a maioria deles não entende e vem querendo te processar…

    Mas eu acho o seguinte: o cara quer ser gay, seja. Quer gostar de homem, goste. Quer dar o cu, dê. Quer fazer chupeta, faça. Mas não queira ser mulher, porque isso é ridículo. E respeite quem não é gay, porque não é porque o cara é gay, que todo mundo é obrigado a ser.

    Porque porra, é foda… homem que fala pra mulher: “gostosa!” é processado por assédio sexual. Gay que fala para homem: “gostoso!” é bonitinho…

    As pessoas têm que começar a entender que ninguém é aceito em 100% dos grupos. Temos como exemplo os gays que acham que todo mundo tem que ser gay, os pretos que acham que todo mundo tem que seguir a mesma linha de cultura, os crentes que acham que todo mundo tem que acreditar em Deus e ficar orando aos berros às três da manhã e tantos outros grupos que acham que todo mundo tem que fazer as vontades deles… aí se você é contra, você é preconceituoso.

    Não existe mais liberdade de opinião. Se sua opinião bate de frente com a opinião de outra pessoa, você é racista. A menos que você acuse o outro de racismo primeiro…

    É por essas e outras que eu queria que voltasse a ditadura e descesse o reio em todo mundo. Começando pelos ativistas dos direitos humanos.

  4. Imagem do comentarista

    Tava esperando um artigo seu, pq me lembrava de comentários seus acerca disso!

    Concordo plenamente com você: “dura lex, sed lex”, ou como diz meu pai: “quem tem cu apertado não faz trato com pica grossa”

    Quem entra no exército sabe onde tá entrando, é fato que o do serviço militar é obrigatório em nosso país, mas há formas de não entrar ou sair depois de cumprido o tempo mínimo, se bem que há pouco tempo atrás, o exército tava até dispensando soldados com 4 meses porque não tinha dinheiro para mantê-los.

    Como filha da ditadura (sem trocadilhos, por favor) que sou, sou sim a favor da disciplina e isso vale para qualquer um, até os gatos lá em casa vivem sob regras, eu heim!!

    Não sou fã da postura militar com relação aos civis, sempre achando-se superiores, mas não vejo nenhum movimento em favor da mudança, porque no frigir dos ovos, se houver uma guerra eu quero sim soldados defendendo meu país e não um bando de mariquinhas (sejam homens, mulheres ou gays!) choramingando em vez de me defender eu heim!!

    Ótimo artigo Maurício, beijos!!

  5. Imagem do comentarista
    Wilma Flintstone

    show de artigo!
    Me senti meio mal ao ler a revista època desta semana, onde os dois são capa.
    Confesso que certas coisas são incompatíveis para mim. E militar com trejeitos efeminados é uma destas “certas coisas”.
    A declaração dos “pelados no chuveiro” foi triste. Não mostrou apenas desrespeito pela instituição, mas desrespeito próprio. é o tipo de coisa que se comenta entre amigos (se for o caso) e não para uma revista.
    Não sei que sanções eles devem responder, não tenho conhecimento técnico para isso. Mas antes que vire uma “putaria generalizada”, algo tem de ser feito.
    E os direitos humanos não tem nada com isso. Quem serve a uma instituição, qualquer que seja ela (serviço público, inclusive), enquanto estiver dentro, tem de honrá-la, porque se a porcaria respingar, te suja também.

    Beijo!

    obs: Jade, teu blog é uma delícia! Parabéns.

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    Gustavo Alencastro

    Perfeita a abordagem do Dr. Health, o assunto foi desvirtuado pela mídia para dar o famoso contorno sensacionalista e garantir a audiência, a apresentadora ou sei lá quem quer que seja não está preocupado nem um pouco com a questão do homossexualismo mas sim em causar a bagunça e promover assunto nenhum (conteúdo pluasível zero). Vão se fuder todos os programas sensacionalistas!

  7. Imagem do comentarista
    Ana

    Acho que deve haver respeito no exército, como em qualquer ambiente de trabalho. O exército não deixa de ser um tipo de trabalho. Também há regras, muito rigorosas, diferente de outros ambientes de trabalho, em que as regras podem ser flexíveis.

    O militar tem que saber seus direitos e deveres como militar. Não vejo problema algum em ser homossexual, cada um é livre para expressar-se como quiser em sua sexualidade. Só acho que deve haver uma conduta responsável, por exemplo, ir ao programa da Luciana Gimenez e fazer aquelas delcarações não foi responsável, feriu os códigos de disciplina.

    É RedeTV, e não Record, Maurício. Apenas corrigindo. Ótimo Artigo, brilhante e esclarecedor.

  8. Imagem do comentarista

    Regras são regras. Desertores são desertores… Não é questão de preconceito, é questão de respeito.

    As forças armadas do país têm que mostrar respeito e pronto, não me venha querer fazer a farra das mulheres loucas e insandecidas não!

    O que falta pra homossexuais, peruas e bad boys é o senso crítico de querer ser o que não são, de dar espetáculo para aparecer.

    Um soldado do exército falar que o melhor é tomar banho com homens saradões é como se um ginecologista sair contando sobre suas pacientes.

    Não é questão de preconceito, é respeito o que infelizmente muitos homossexuais não fazem por merecer, pois não dão respeito às demais pessoas.

    Tenho dito!

  9. Imagem do comentarista
    Mala

    “exército não é lugar para boiola” e ponto final!
    Só mais dúvida, eles foram no programa fardados!?!

  10. Imagem do comentarista
    Loko

    Correção: Defensores dos direitos civis entraram em polvorosa taxando de arbitrária a ação da Polícia do Exército indo prender o sargento na sede da **Rede TV** e não Rede Record como está no artigo.

  11. Imagem do comentarista

    Putz! Os caras estavam fardados, tanto na tv, tanto na revista. Assim eles querem o quê?

  12. Imagem do comentarista
    Dr Health

    Mala, pra boiola (afetado) eu concordo. Mas tem homossexual muito mais valente/competente que muito hetero por aí.

    Eles foram só com a parte de cima da farda. O que por si só já era passível de uma “mijada”.

    Mijada = Esporro homérico, em jargão militar.

  13. Imagem do comentarista
    Dr Health

    Obrigado a Ana e ao Loko.. Eu me enganei, é Rede TV mesmo.

  14. Imagem do comentarista
    Mala

    “Não há coisa melhor que tomar banho junto com um monte de homens sarados.”
    Quer ser viado, blz! Não tenho nada a ver com isso, mas respeite a disciplina dentro do quartel, que como vc disse é bem diferente do mundo civil!

    Meu pai foi militar por mais de 30 anos e ele tem muitas histórias de bichinhas que amanheceram no xadrez por histórias como essas… Houve até um caso de um soldado que foi para uma boate gay fardado!

    Dr Helath, parabéns pelo testo!
    Garanto que vai ser mais um post polemico do Papo de Homem!

  15. Imagem do comentarista
    Mala

    Ops… “testo” erro de digitação… o S fica perto do X!

  16. Imagem do comentarista
    Rafael

    Mas eu acho o seguinte: o cara quer ser gay, seja. Quer gostar de homem, goste. Quer dar o cu, dê. Quer fazer chupeta, faça. Mas não queira ser mulher, porque isso é ridículo. [b]E respeite quem não é gay,[/b] porque não é porque o cara é gay, que todo mundo é obrigado a ser. [2]

    Concordo plenamente quando você diz que estamos na farra do preconceito! Porra, eu sou obrigado a gostar e achar graça?
    O que ocorre é que não é só pq eu naum gosto que eu desrespeite.

    Mas sinto que cada vez mais somos obrigados a conviver com isso e não podemos reclamar!

    Bons tempos em que Chuck “Texas Ranger” Norris era a referência de masculinidade.

    Dá pra levar a sério uma sociedade que chama David Beckham de homem “moderno”?

  17. Imagem do comentarista
    Willian

    A partir do momento que o exército quer se passar por obrigatório para todas as pessoas, tá mais é certo quem desobedece-lo.

    Sabe aquele ditado, “nem toda le é ética e nem toda ética tá na lei”.

    Não é porque é exército que vai continuar com atos furados movidos por irracionalidade.

  18. Imagem do comentarista
    Dr Health

    O ato não é furado e não foi movido por irracionalidade. Existe um regulamento a ser cumprido.

    O Sargento estava há mais de 10 anos no Exército, e o serviço militar obrigatório é de UM aninho só. Passa bem rápido. Gera milhares de empregos, e na atualidade (exceção feita a minha classe), só serve quem quer, dada a necessidade de emprego na sociedade atual.

    Portanto, ele não pode reclamar que não sabia do regulamento, pois estava lá de livre e espontânea vontade e sabia das consequências. Porque ele não pediu baixa então ??? Ah, porque ia perder sua reforma, né ? Espertinho.

    Eu era um revoltado contra o serviço militar assim como vc parece ser, Willian. Depois que servi, passei a respeitar a instituição. Lá vc aprende de fato, mesmo com todos os defeitos e ranços da caserna (e são muitos), o conceito de DISCIPLINA E RESPEITO ás regras/leis. Coisa que deveria haver mais no Brasil.

  19. Imagem do comentarista
    talita

    adorei o texto dr. health!

  20. Imagem do comentarista
    Willian

    Sou da opinião que emprego não se obriga, no máximo se cede a quem quer segui-lo. Isso aplicado no caso dos recrutas (não oficiais)

    agora nessa questão dos oficiais, porque da recusa em receber atestado vindo de um civil? Algum problema?

    Não estamos em período de guerra, e eu sei muito bem como lá nem todas as regras são cumpridas (como é o ditado, não há nada proibido no exército, proibido é ser pego).

    Tipo, para que esta repercussão negativa do exército, esse tipo de ato de engerenciamento na vida dos tais? Qual a implicancia com os atestados médicos que eles apresentaram para justificar a ausência?

  21. Imagem do comentarista

    Willian, emprego realmente não se obriga… mas com certeza deveria ser obrigado sim.

    Quem não trabalha usa isso de desculpa pra sair roubando e falar que tem vida sofrida e o caralho…

  22. Imagem do comentarista
    Dr Health

    Willian, eu como trabalhei nos dois meios, civil e militar, te respondo sobre os atestados :

    Porque no meio civil, se vc tem convênio e cobra um atestado médico, dificilmente o médico deixará de dar. Isso pq senão o fizer, o paciente vai no convênio, reclama e o convênio simplesmente DESCREDENCIA o médico/clínica onde o atestado foi emitido. Muitos empregadores só aceitam atestados do SUS por isso, e eu dou razão a eles. Sem contar alguns menos escrupulosos que simplesmente VENDEM atestados.

    É por isso que o meio militar só aceita atestados vindo deste próprio. E digo mais, se realmente o sargento estava com problemas, por que não procurou um médico da unidade ? Aí tem coisa.

  23. Imagem do comentarista
    Dr Health

    Pelo menos quando vc é pego no Exército, a punição é CERTA..

    Já no meio civil, nem isso…

  24. Imagem do comentarista
    Dr Health

    Corrigndo acima, onde o atestado NÃO foi emitido.

  25. Imagem do comentarista
    MC Black

    Serviço militar tem que ser obrigatório, sim. Não quer servir, é só se alistar numa cidade que não tenha quartel.

    E mesmo nas capitais, onde existem diversos quartéis, tem mais contingente do que vagas disponíveis. Ou seja, só serve o exército quem realmente quer.

  26. Imagem do comentarista
    Dr Health

    Quando vc entra no Exército, assina um contrato onde declara obediência a todas as regras. O sargento assinou o contrato, então TEM QUE CUMPRIR, é contrato, acabou. Se não concorda, não assine o contrato e seja feliz. Se tá insatisfeito, pede baixa. Simples. (Aqui falo do serviço voluntário, onde o sargento se encaixa).

    Ponto. Ele não cumpriu, que arque com as consequências.

  27. Imagem do comentarista
    Willian

    Maldito. Obrigar assim por obrigar é arranjar para a cabeça, é criar rancor ressentimento e lançar as sementes pro motim.

    Tudo bem fazer seguir a lei para aqueles que querem segui-la, mas para aqueles que não a querem com certeza é criar problemas.

    Sobre os atestados, voce mesmo não disse que voce apenas “re-transcreve” os atestados que vieram dos médicos civis? Porque isso não aconteceu lá no caso dos sargentos? Como é esse “retranscreve” que dá uma trabalheira e que vc falou no artigo? Estranho.

    Sobre a parte do contrato concordo contigo Health, mas mesmo assim, vai lá a pergunta, havia necessidade disso??

    eu ainda acho que não. Esse é o ponto.

  28. Imagem do comentarista
    Willian

    entenda-se, quando falo necessidae é necessidade dessa lei existir (aplicação da lei se faz necessaria, existência dela, questionável)

  29. Imagem do comentarista
    Dr Health

    Black, eu não tive essa opção, servi obrigado, hehehehe. Mas médico eles precisam pegar à força mesmo. Pelo menos escapei de ser mandado pra Amazônia. Como eu já era especialista, eles precisavam aqui no Rio. Normalmente eles mandam pra Amazônia os recem-formados, e eu consegui adiar o meu após a faculdade, pra fazer residência.

    Mas como recruta, só serve mesmo quem quer. Na própria fila do alistamento eles já perguntam isso. E normalmente o pessoal menos abastado se oferece e preenche todas as vagas.

  30. Imagem do comentarista
    Dr Health

    A transcrição era a seguinte : O cara trazia o atestado, eu o examinava, e se concordasse com o diagnóstico e a dispensa, eu fazia um novo, de acordo com os padrões militares. Disse que era um saco pq eram MUITOS. Burocracia é um porre !

    Agora pq não aconteceu no caso do sargento, eu não sei. Pode ser pq ele achou que tava garantido com os atestados civis e não procurou os medicos militares (o que eu não creio, todo militar sabe disso), ou os médicos militares acharam que não havia necessidade, que era frescura do cara.

    Mas ele sabia que se sumisse por 8 dias, era desertor.

  31. Imagem do comentarista
    MC Black

    “Mas eu acho o seguinte: o cara quer ser gay, seja.(…)
    Mas não queira ser mulher, porque isso é ridículo.(…)
    As pessoas têm que começar a entender que ninguém é aceito em 100% dos grupos.(…)
    aí se você é contra, você é preconceituoso.”

    Concordo com o Maldito. Apesar do linguajar chulo, falou com imensa sabedoria. No caso do militares que quiseram aparecer na mídia, achei uma profunda falta de respeito com a instituição que é o Exército. Que tem homossexuais incorporados, isso todo mundo sabe. Mas mesmo sendo gays, os caras não agem como mulherzinhas. Lamentável essa atitude. Precisam ser punidos sim, não pelo fato de serem gays, mas pela atitude de gente pequena que tiveram (fora os crimes cometidos).

  32. Imagem do comentarista
    MC Black

    Parece que os assuntos que envolvem gays estão em alta aqui no PdH. Mal saí de um debate desses no outro tópico, já dou de cara com a mesma temática nesse aqui. O assunto dá muito pano pra manga, e, pra não recomeçar o mesmo debate do outro post, sugiro que a galera dê uma lida. Assim, quem sabe, evitamos os exageros que rolaram por lá.

    http://papodehomem.com.br/a-primeira-vez-no-se-esquece/

  33. Imagem do comentarista
    Renata

    Um amigo da faculdade foi se alistar, e pediu dispensa pela incompatibilidade dos horários da faculdade e do “quartel”. No mesmo dia o encontrei, e ele estava atônito porque foi assediado pelo militar que o atendeu.

    Fico pensando se esses dois rapazes alegres que foram no programa da Luciana Gimenez não faziam outros colegas passarem pelo mesmo constrangimento que meu amigo passou, ainda que numa visita rápida ao quartel.
    Não sei se acho certo ou errado militares gays, pensando por este lado. Sempre vai ter alguém que ache que as regras - que certamente tentam manter a disciplina e o respeito entre todos no ambiente - são homofóbicas, e que desrespeitá-las é simplesmente “lutar pelos seus direitos”. E os direitos dos héteros, então, onde ficam?!

  34. Imagem do comentarista
    Vai te lascar

    Não concordo com 95% do que foi dito neste artigo, que sinceramente denota sim um preconceito enrustido por parte do autor. Ah! O sargento foi preso de acordo com as leis militares e não por causa da homossexualidade, certo ?! Então me explique porque o exército sabendo onde ele e seus familiares moravam e com um processo por deserção desde de 2007 nas mãos, “coincidentemente” só agora no dia e hora da declaração pública dele de que era gay, decidiu detê-lo? O que impediu o exército de fazê-lo antes disso ????? Na época do DOPS e da ditadura militar eles achavam até agulha perdida em palheiro. Com toda a certeza normas de conduta militares foram feridas, pois como bem diz o autor do artigo um militar é um militar 24 horas por dia e deve ser punido pelas transgressões cometidas contra o regimento, mas daí querer tapar o sol com a peneira e dizer que não se mexeu com os brios homofóbicos das forças armadas e que isso não influenciou a prisão… Já é demais ! É acreditar em contos de fadas como se fossem reais. E sinceramente: que papelão dos militares cercarem uma emissora de TV! A ditadura acabou minha gente! Que repeteco de 5º categoria é essa?! Se o processo é militar que eles conduzissem tudo dentro de seus quartéis, não trazendo para a esfera civil !!!! Independentemente de quem está certo ou não nessa questão, a legislação quanto a entrada de gays nas forças armadas deve ser revista e seguir o que a sociedade demanda, tal como rege os princípios de legitimação para qualquer lei que se venha a criar (que escuta e serve a população). Os militares ainda não aprenderam que são SERVIDORES públicos e não o contrário (o povo os servindo). Lembremo-nos que quando tiveram a oportunidade de defender o país eles se venderam aos americanos (que custearam a ditadura militar no país, tal como demonstram os documentos liberados publicamente pela CIA após 35 anos de “Top Secret”, no que ganharam fábulas de dinheiro e lutaram, mataram e torturaram o povo que deveriam defender.

  35. Imagem do comentarista

    @MC Black: meu linguajar não está assim tão chulo… digamos que ele está… coloquial! Todo mundo fala sobre dar o cu, fazer chupeta e o caralho a quatro… Só que ninguém assume que fala isso… Deixemos a boa educação para o horário de trabalho, onde dizer uma baixaria dessas custa uma advertência ou mesmo a cabeça…

    @Vai te lascar: Primeiramente, desejo que você vá tomar no cu! Coisa que você deve gostar, já que seu comentário deixa implícito que você é uma bichona daquelas bem barraqueiras mesmo. Que se um cara olha torto você já sai rodando a baiana e quer processar deus e o mundo. Você é um exemplo clássico do tipo de pessoa que onde todo mundo está vestido de amarelo, você entra vestido de azul e quer provar que todo mundo que está vestido de amarelo é racista e que todo mundo deve se vestir de azul e se enturmar com quem se veste de azul… É por causa de gente como você que temos essa mídia barata insuportável e essa situação extremamente desagradável de apartheid enrustido.

  36. Imagem do comentarista
    Dr Health

    “Com toda a certeza normas de conduta militares foram feridas, pois como bem diz o autor do artigo um militar é um militar 24 horas por dia e deve ser punido pelas transgressões cometidas contra o regimento”

    Fato concreto

    ” mas daí querer tapar o sol com a peneira e dizer que não se mexeu com os brios homofóbicos das forças armadas e que isso não influenciou a prisão… Já é demais !”

    Pode ser, mas não há como provar. Fato abstrato, alavancador pessoal de ego de pessoas necessitadas tipo “Oh, como eu sou foda, eu sei das coisas”, e apenas isso. Tradução : Bla bla bla patati patatá. Se isso te faz bem, parabéns !

    Sem mais.

  37. Imagem do comentarista

    Maurício

    Olha, quando eu vi o título do post já pensei “só vai vir M, sujeito vai botar os pés pelas mãos e analisar a coisa sobre uma ótica totalmente irrelevante”.

    Entretanto, me surpreendi. Parabéns. Analisaste a coisa melhor que muito jurista: “exército=hierarquia+subordinação”. Não IMPORTA a opção sexual do sujeito. Faça o que fizer, ele simplesmente não pode subverter ordens de seus superiores.

    Dizer qualquer coisa fora disso é levar a um raciocínio que, em grande escala, acaba com qualquer efetividade que o exército possa ter.

  38. Imagem do comentarista
    Werther

    De tudo isso tem uma coisa que é fato… a gente não pode mais não gostar de algo… seja em música, TV, cinema, relacionamentos pessoais, etc… É tudo muito eclético, tem aquelas frases de merda “tudo é válido” que faz vc ter que tolerar qualquer merda em favor de uma suposta diversidade que seria benéfica.
    Fico com beavis and butthead: o que é uma bosta, é uma bosta e ponto… não tem essa de “tudo é válido”. Se eu acho que algo sucks, então sucks pra mim e os outros que respeitem minha opinião.

  39. Imagem do comentarista

    Gay no exército não pode. E para quem disse que exército é um “trabalho” como qualquer outro… pode até que seja para o soldado que vai descorporar logo mais. Mas não para quem decidiu ir para Academia Militar e viver um vida muuuuuito diferente da que o resto do pessoal tem aqui fora. Carreira militar é sacerdócio.

  40. Imagem do comentarista

    concordo… se ficar de boiolagem, que vá preso.

    e não gosto de bicha afetada. nem de demonstrações públicas de homossexualismo.

    e concordo com o que está dito no artigo e com a prisão do sargento.

    grato.

  41. Imagem do comentarista
    lotus

    Regras são Regras.

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    VELOSO

    Estudei oito anos num Colégio Militar. Tudo bem, não é lá um quartelzão mas tem todo esse lance de cumprimento de regras, de hierarquia e de disciplina.

    Regra existe para ser cumprida e não quebrada, ao contrário do que muitos acreditam.

    Viado tem em todo lugar. Até na Igreja. Na Marinha então….

    O que percebi em alguns dos comentários acima, provavelmente emanados por baitolas, é que as leis, sejam no âmbito militar ou civil, estão obsoletas e não atendem aos anseios da população.

    Só se for aos anseios da população GAY meus amigos, pois eu desafio os senhores a fazerem uma pesquisa e perguntarem quem tem interesse que os quadros das forças armadas sejam preenchidos por bibas. A resposta me parece óbvia!

    Forças Armadas não é lugar de viado do naipe dos que se apresentaram no programa, afetados.

    Como disse, viado tem em todo lugar e, desde que fiquem quietinhos no canto deles e não evoquem direitos que não existem, devem ser tolerados.

    Agora, a fofolete foi ao programa televisivo para aparecer e só para isso, haja vista o fato de se dizer artista, tendo, inclusive, cantado no palco.

    Tenta diminuir os valores de uma instituição com 360 anos de existência e ainda quer sair de bonitinho.

    Que se foda ele. Deveria ser preso, expulso da corporação e ainda deveria tomar um corretivo para aprender a ficar quietinho.

    Embora meu discurso possa parecer preconceituoso, e talvez até seja, gostaria que os confrades entendessem que não é essa minha intenção. Tenho amigos gays. Aliás um dos grandes amigos que tenho é Gay. Cara 100%, pedra noventa mesmo.

    Mas, viado tem que saber o seu lugar. Não tem que sair por aí querendo que todos achem normal o que de fato não é.

    Falei demais. Não sei se falei coisa com coisa, mas é isso aí!

    FORÇAS ARMADAS não é lugar de viado afetado e “ativista” dos direitos dos homossexuais. Entrou por que quis! Sabe que os caras são intolerantes com viadagem. Não quer, não gosta, tá sofrendo represália?? Pede para cagar e sai! Vai cantar em boteco na noite já que é artista e não vem encher o saco!

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    3. Sgt. Muller

    Primeiramente vou partir em defesa do Exército Brasileiro… ELES NÃO FORAM PRESOS POR SEREM GAYS, e SIM PORQUE COMECARAM A FALTAR SEM JUSTIFICATIVAS, O QUE perante a LEI MILITAR É PENALIZADO COM PRISÃO DE ALGUNS DIAS… no Exércio, Marinha e na Aeronautica tem mais viado que vocês pensam a diferença é que são irrustidos, sinceramente que sejam muito felizes como gays desde que não afetem seu desempenho e sua moral, que consequentemente afetará a moral da tropa, si um Cabo aparece numa refista com o olho pintado, dando cruzada de perna, falando DO CHUVEIRO(REVOLTANTE),que é o PARAISO para os GAYS… o mínimo que eu faço e manda um ofício solicitando a transferência imediata dele, Amigos imagina o que iria virar a minha caserna??? macho de pau duro tomando banho, quer ser viado seja, mas não na caserna!!
    e outra antes tivessem assumido a homosexualidade deles para os superiores, e não numa emissora de TV e numa revista, para ver se teriam proteção da sociedade..

  44. Imagem do comentarista
    3. Sgt. Muller

    VELOSO…

    na Marinha então o que??

  45. Imagem do comentarista
    Rafael

    Essa libertinagem presente na sociedade me dá nojo.

    Regras e disciplina são a solução pra esse mundo que vivemos.

  46. Imagem do comentarista

    É o que eu digo… quer ser viado seja… mas não queira ser mulher… e respeite quem não é.

  47. Imagem do comentarista
    Rafa pereira

    perderam completamente a noção do ridículo , não bastava a parada gay e a imposição do modo de vida deles pela televisão agora eles querem detonar com o exército .

    Só falta eles quererm processar o exército hehe como se isso fosse possível .

    próxima reivindicação : mudar a cor da farda para rosa .

    Q GENTE MAIS TRAUMATIZADA

  48. Imagem do comentarista
    VELOSO

    Sgto Muller,

    Não dei o tom que queria a afirmativa.
    Na verdade era para ser uma provocação pois é corrente que na marinha tem muito viado! Tem até o famoso teste da barrica. Mas quis dar tom de brincadeira a afirmativa. Acho que não alcancei meu objetivo.

  49. Imagem do comentarista

    Uhú, agora vai ficar legal!! Marinha, Exercito, Aeronáutica discutindo onde tem mais ou menos viados!! hahahahahahaha!!

    Veloso, desculpe mas seu comentário foi preconceituoso sim, eu sou a favor da disciplina como disse lá em cima, sou uma boa filha da ditadura (nasci em 64), e concordo com a decisão do Exército.

    Se a prisão dos moços foi discriminação velada, paciência, foi baseada na lei da instituição.

    Minha criação foi toda dentro da liberdade com respeito e acho que cada um tem o direito de ser, querer, ver, fazer o que quiser, mas não é preciso ser hipócrita, basta respeitar as regras e leis.

    Mas dizer que até tem um amigo gay, mas que gay tem que saber seu lugar, é preconceito sim. Eu não tenho amigos gays, negros, macumbeiros… eu tenho amigos e ponto!!

    Beijos!!

  50. Imagem do comentarista
    VELOSO

    Não me esquivei de ser preconceituoso.
    Disse que não era minha intenção, mas que eu até poderia estar sendo.
    E realmente fui no texto e sou em relação a esta questão!

    Ser gay, preto, pobre, rico, sapatão, gordo, magrelo são características da pessoa e, nesse ponto, tenho amigos gays sim, tenho amigos pretos sim, tenho amigos roceiros sim, tenho amigos ricos sim, tenho amigos pobres sim!

    E se o preconceito está em definir uma característiva pessoal então sou o mais preconceituoso do planeta.

    Sou gordinho, sofro preconceito por isso? POde até ser, mas cago e ando. É uma característica minha que me limita em algumas situações, mas não lamento isso.

    Meus amigos me chamam carinhosamente de GORDO e eu nunca fui atrás dos direitos humanos por isso. É uma característica, como é uma característica ser viado.

    Mas viado nas forças armadas usando florzinha na orelha e sapato de salto, isto não dá!

    Pode ser viado aonde quiser, desde que respeite as regras e saiba se colocar em seu lugar, sem desrespeitar os limites dos outros.

    A velha máxima: Minha liberdade termina aonde começa a sua!

  51. Imagem do comentarista
    MC Black

    Todo mundo tem que saber o seu lugar. Extrapolou, tem que levar corretivo. Isso vale pra brancos, negros, amarelos, cor-de-rosa e multicolors.

  52. Imagem do comentarista
    3. Sgt. Muller

    Por eles serem Sgts da infantaria, garanto que eles tiveram que ser MUITO MACHOS pra aguentar, Agora eu garanto pra vocês a essa etapa do rolo, ja tem muita cabeça rolando…

    Veloso…
    esquenta não, eu entendi a brincadeira eu escuto isso quase diariamente, mas como Fuzileiro Naval ou seja membro da marinha não poderia passar batido..

    Eu ja ouvi histórias de membros da cavalaria que se divertiam com os pobres cavalos durante a noite….

  53. Imagem do comentarista

    Veloso, me lembrei de minha irmã que quando ia me apresentar prá alguém dizia: essa é minha irmã, ela que tem psoríase!!

    E isso me incomodava sobremaneira, porque psoríase é minha doença, não sou eu!! Por isso volto a dizer, tenho amigos, se são pobres, pretos, gays, gordos, não me interessa.

    Enfim, não tô aqui prá mudar seu pensamento, só prá expressar o meu né??

    Beijos!!

  54. Imagem do comentarista

    3. Sgt. Muller, fardas nunca me atraíram, como atraem a maioria das mulheres, mas fuzileiros navais exercem sobre mim um certo fascínio… algumas fantasias… bah, xá prá lá!! hehehehehe!!

    Beijos!!

  55. Imagem do comentarista
    3. Sgt. Muller

    rsrs..

    deixa pra lá Jade, Deixa pra lá….

    Gente, as Forças Armadas são uma empresa, existe o seu regulamento… saiu fora dele, é punido… a diferença é a punição.

    as Forças Armadas fizeram o correto, não foram presos por serem Gays e sim por faltarem sem justificativa durante dias.

  56. Imagem do comentarista
    VELOSO

    Psoríase é a sua doença, mas também uma característica Jade.

    Voce não é a Psoríase, assim como eu não sou o Gordo, sou o Marco Túlio, mas que essas são características nossas, ah são e eu não vejo nada de errado nisso.

    Jade,

    Não acho que seja preconceito associar uma pessoa a uma característica.

    By the way, tenho um primo que tem a mesma doença em grau elevadíssimo. Ele está fazendo um tratamento bastante interessante no Hospital Universitário de Brasília, inclusive com acompanhamento psicológico. Tenho notado uma grande melhora nele! Informe-se. Qualquer coisa me manda um e-mail que eu te dou o caminho das pedras aqui.

    Não posso deixar de registrar que eu adoro seus comentários Jade. Voce é sempre muito ponderada.

    Beijo!

    Sgto Muller,
    Já ouvi as histórias da cavalaria também.
    Mas nenhuma das que ouvi são piores do que as da Banda! rsrsrs

    No Colégio Militar fui comandado por um Sgto Fuzileiro. Grande cara.

    Tiro o chapéu para voces! Não é fácil se tornar fuzileiro. É a nata da nata!

    Amplexo

    Beijo do Gordo! rsrsrs (e o pior é que nem sou tão gordo assim!, rsrsrs, vai entender)

  57. Imagem do comentarista
    3. Sgt. Muller

    Comandado por um Sgt. Fuz. Naval no CM? essa eu juro que não sabia.

    Jade, você tem um problema “fisico” se assim podemos dizer, eu tenho MUITOS problemas que não vem ao caso falar. que afetam meu psicologico quando vou durmir… todos temos problemas não podemos deixar que eles nos dominem

  58. Imagem do comentarista
    VELOSO

    Sim Sgto.

    Na verdade são chamados monitores.
    À época tinhamos monitores do Exército, Marinha, Aeronáutica, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.
    Acho que funciona como uma tática para incentivar os alunos a fazerem as provas para as escolas preparatórias e academias.
    Hoje não sei se ainda funciona assim.
    Saí de lá em 99.
    Caralho, já se vão dez anos! Tõ ficando véio!

  59. Imagem do comentarista
    3. Sgt. Muller

    VELOSO.

    rodolfo_jaca@hotmail.com
    faz favor!

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    VELOSO

    Sgto,

    O MSN é bloqueado aqui no trabalho.

    De qualquer forma vou te adicionar aqui.

  61. Imagem do comentarista
    Euzão

    A vítima é o Exército Brasileiro

    Por Reinaldo Azevedo

    Por que o politicamente correto é uma manifestação semelhante à propaganda fascista? A exemplo daquela, esta também fala em nome de supostas vítimas ou de supostos perseguidos. É uma forma de legitimar a violência. Pior: usa verdades para propagar mentiras.Vamos lá.

    Há homossexuais no Exército, na Igreja, no Congresso, entre os caminhoneiros, os advogados, os letrados e os iletrados? Sim. É uma das muitas condições humanas. Há práticas homossexuais entre outros mamíferos e entre as aves, mas “ser gay”, como se isso fosse uma variante existencial, trazendo consigo um suposto conjunto de valores que pretende se afirmar, bem, isso é exclusivamente humano, não?

    Adiante. Laci de Araújo e Fernando Figueiredo são sargentos do Exército e parceiros estáveis. Moram juntos num apartamento funcional da Força. Não sabíamos, até outro dia, de sua existência. Mas vejam só: eles não querem ser “homossexuais”. Eles não querem exercer o seu amor e seu sexo no resguardo do seu lar, como faz a larga maioria dos heterossexuais: chegam em casa, fecham a porta, e ninguém tem nada a ver com o que se passa lá dentro. Eles querem visibilidade. Eles querem ser “gays”. Mas eles querem ser gays NO e DO Exército.

    Por isso, vestindo camisetas que os identificam com a Força, posaram para a capa da revista Época, na qual se lê: “Eles são do Exército, eles são gays, eles são parceiros”. Pararam por aí? Não! A causa precisa de visibilidade. Sempre com as camisetas próprias dos militares, foram dar uma entrevista ao programa Superpop, da Rede TV.

    O que torna esses dois tão especiais? Por que capa de revista e programa de TV? Ah, porque eles são do Exército. O que se pretende, na aparência, é atacar um suposto preconceito social. A fórmula é esta: num ambiente viril, em que a coragem e a disciplina são valores máximos, também há gays. Sim, claro, por que não haveria? Essa é só a boa intenção aparente, que esconde um outro preconceito, aí contra os militares: “Olhem so! Os caras ficam posando de machões, mas vai saber o que se passa lá dentro”. Uniformes, diga-se, integram o cardápio das fantasias homoeróticas. Deve ser mais freqüente do que o delírio de pacientes heterossexuais com as enfermeiras…

    Adiante. Acontece que o tal Laci, que também é cover de Cássia Eller, enquanto vivia os seus 15 minutos de fama, também estava na condição de desertor. E a Justiça Militar expediu uma ordem de prisão contra ele — e a deserção nada tem a ver com o lugar onde ele põe o seu desejo. Fosse heterossexual e tivesse cometido as mesmas falhas, estaria sujeito à mesma pena. Um desertor dando entrevista? A Polícia do Exército, seguindo ordem da Justiça, cercou o prédio da emissora para prendê-lo.

    E pronto! O Exército foi parar na primeira página dos jornais como perseguidor do pobre soldado gay — que, noticia-se com alarde, está muito, muito doente, com um verdadeiro coquetel de doenças psicológicas — o que, suponho, desfez a fantasia de muita gente: macho de uniforme não pode ter fraquezas… Apto ele estava para, com roupa do Exército, posar para capa de revista e dar entrevista em programa de TV. A vítima, claro, é o Exército; o agressor é o casal. Mas a propaganda politicamente correta, a exemplo da propaganda fascista, consegue inverter o ônus da culpa.

    O Exército errou feio? Ah, errou, sim. Não ao cumprir a determinação da Justiça — obrigação de todos, mormente de uma Força Armada. Mas ao fazê-lo com mais visibilidade do que era necessário. Bastavam dois soldados discretamente colocados nas saídas da emissora. Ou então que se seguisse o tal Laci até sua casa ou sei lá onde, dando-lhe voz de prisão, ao abrigo do espalhafato midiático. Da forma como fez, estava buscando sarna para se coçar. Especialmente porque sabia que estava mexendo não com “homossexuais”, mas com “gays”, que formam uma categoria militante.

    Laura Capriglione, na Folha, com um estilo já notório por selecionar meticulosamente frases infelizes daqueles a quem ela quer demonizar ou ridicularizar, fez a festa. O título na primeira página do jornal não deixa dúvida: “Exército prende sargento que assumiu ser gay”. Não há nenhuma mentira ai: o Exercito prendeu? Prendeu. Ele assumiu ser gay? Assumiu. Como sabemos — um ensinamento lá da propaganda nazista —, é possível mentir dizendo só a verdade. Houve um jornal, certa feita, que usou esse mote em sua campanha publicitária.

    É possível ser homossexual no Exército? É.
    É possível ser militante gay no Exército? Não!
    É possível ser homossexual na Igreja? É.
    É possível ser militante gay na Igreja? Não!
    É possíel ser homossexual na medicina? E?
    É possível haver uma ética de gays na medicina? Não.
    Até porque o Exército, a Igreja ou a medicina não aceitariam soldados, padres ou médicos que fossem militantes antigays. Fui claro ou preciso desenhar? É o ofício dos soldados, dos padres ou dos médicos que os iguala. É aí que está a democracia.

    Agora, os dois se dizem discriminados. É mesmo? Por quê? Eles tinham, entre seus pares, algum comportamento que os identificava como “gays”? A verdadeira liberdade não consiste em poder ser o que se é sem a obrigação de expressar a identidade particular? Não é mais “libertária” uma Força Armada que abriga as diferenças sem querer arbitrar ou legislar sobre elas, desde que os subordinados cumpram as regras?

    Ademais, pensemos um pouco: será que a tolerância com “a” diferença, entre os soldados, será maior depois desse episódio? Intuo que não. Creio mesmo que se dará o contrário. Os dois ocupam um apartamento funcional do Exército. Duvido que seus superiores ignorassem a relação amorosa. Nem por isso foram molestados. Mas eles quiseram ir além: pretenderam levar a “causa gay” para o seio da tropa — uma tropa que não pode ter causa nenhuma que não seja a obediência a seu código disciplinar. E ajudaram a transformar em vilãs pessoas que só cumprem as suas obrigações. O sensacionalismo midiático, daqui a pouco, estará ocupado com outras personagens, com outras causas, com outras “vítimas”. Gays ou não, eles não conseguiram ser é bons soldados.

  62. Imagem do comentarista

    Opa… trocando msn meninos?? Vê lá heim!! Querem aumentar as fofocas??

    Por favor, estou brincando, acho que já mostrei em outras oportunidades que não sou nem um pouco preconceituosa, mas sou a favor da molecagem, não sou frequentadora de botequim à toa!!

    Veloso, eu moro no Rio, conheci pela internet, Haroldo Tarja, de Brasília, um dos maiores responsáveis pelo criação do dia nacional da psoríase e engajadíssimo em divulgar informações sobre a doença e seus tratamentos!!

    Eu me trato na Santa Casa de Misericórdia, referência no tratamento por aqui!! Já tive várias crises que eram piores antes da aceitação da doença, que antigamente eu chamava de “condição”.

    Há alguns meses tive uma crise por causa de um remédio, mas já estou novamente em remissão, obrigada pela atenção!!

    Mas, fugindo de vez do assunto do post (ou não), não gosto de pensar em alguém dizendo: a Patricia, aquela que tem aquelas feridas no cotovelo!!

    Prefiro que alguém diga: ah a Patricia que tem uma gargalhada contagiante, ou umas tiradas super inteligentes!! Já que é prá caracterizar, que seja pelo meu melhor né??

    Beijos!!

  63. Imagem do comentarista

    Só prá constar meninos… meu msn é: cinderella.rj@hotmail.com tá?? hehehe!!

    Euzão, gostei do artigo, mais claro que isso, impossível!!

    Beijos!!

  64. Imagem do comentarista
    TCA

    Sei que não tem nada a ver com o post, mas…

    CADÊ O DOUTOR LOVE, HEIN???
    PROCURA-SE!!!

    hahahaha

  65. Imagem do comentarista
    MC Black

    É, o artigo que o Euzão postou, fala tudo mesmo. Ih, Jade, ninguém mandou postar seu msn aqui. Vou te adicionar já!

  66. Imagem do comentarista

    Black, já é!! Wstou sempre aberta (ops, sem maldade que eu sou uma senhora de respeito) a novas amizades!!

    Beijos!!

  67. Imagem do comentarista

    Cara… os comentários estão demais e a Jade tá arregaçando tudo:

    Jade: Uhú, agora vai ficar legal!! Marinha, Exercito, Aeronáutica discutindo onde tem mais ou menos viados!! hahahahahahaha!!

    MC Black: …amarelos, cor-de-rosa e multicolors.

    Sgt. Muller: Eu ja ouvi histórias de membros da cavalaria que se divertiam com os pobres cavalos durante a noite….

    Jade: Opa… trocando msn meninos?? Vê lá heim!! Querem aumentar as fofocas??

    Jade: …não gosto de pensar em alguém dizendo: a Patricia, aquela que tem aquelas feridas no cotovelo!!

    Essa última eu achei mais engraçada…

    E por último, mas nem de longe, menos importante, o artigo do Euzão também arregaçou…

  68. Imagem do comentarista

    PARABÉNS DR HEALTH!!!

    mas os laudos psiquiátricos não foram a desculpa para prendê-los? oi foi mais uma distorção da mídia?

    “Ou se enquadra, ou vai ser mandado pra rua.” - mas ser mandado pra rua seria como exatamente? Cairia muito mal, no mínimo.

    LUIZ MOTT, um Doutor em Antropologia bahiano escreveu “o “Batalhão dos Amantes” de Esparta era todo ele constituído de ‘pares”(por que não falar “casais”) homossexuais”
    - eu acrescento que, sem encarar uma dolorida e lenta evolução cultural, não dá pra voltar a encarar naturalmente a homossexualidade e incluí-la em todas as atividades humanas. Não sou contra os ditos direitos homos, muito pelo contrário, apenas não quero dar espaço a radicalismos ou idealismos inúteis.

    Novamente, parabéns Mauricio Garcia.

    Conheço um pol. militar e um rodoviário q sao homos, assumidérrimos, e entendem mto bem dessa situação. Quem vê nem diz que sao, pois nao sao afetados, e, acima de tudo, se respeitam, e impõem respeito, respeitando aos outros e a profissão. Quando não estão a serviço nem com o traje do trabalho são outras pessoas. Nem é tão difícil assim gente. Mas tem uma coisa…

    “i dont ask you dont tell” - tem situações q ninguém pergunta, acaba vindo à tona. E aí, fingir de sonso e deixar como tá? Deixar tudo por debaixo dos panos? Não haverá nenhuma tipo de evolução nessas questões? Ignorá-las é tudo?

    Ah meu deus, um dia isso acaba. E nós provavelmente não estaremos aqui pra ver.

  69. Imagem do comentarista
    Joao

    O cú é deles; pois então que façam o seu uso como bem lhes aprouver.

    Mas que de fato aí há realmente essa “farra do preconceito”, há sim. Não é difícil ver que não foram poucos os cegados em relação à deserção por conta desta farra.

  70. Imagem do comentarista

    Eu não estando aqui pra ver isso vai ser ótimo…

  71. Imagem do comentarista
    Jefferson Gomes

    Perfeito o seu artigo ! Deu uma luz nas varias informacoes desencontradas da imprensa. Nao tenho preconceitos em relacao a sexo, raca ou religiao, e defendo o direito a opiniao de todos. Mas acho que o respeito as instituicoes eh fundamental numa sociedade democratica e a entrevista deles soh demonstrou um total ignorancia em relacao a conceitos basicos de convivencia em sociedades.
    Parabens novamente
    SAN
    Jeff

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    Sgt. MÜLLER

    consegui colocar a trema finalmente, meu teclado estava disconfigurado.

    Pessoal, as Forças Armadas não estão cometendo preconceito por eles serem gays, vai existir algum tipo de preconceito por parte dos companheiros mas isso existiria em qualquer lugar e outra o Sgt. começo a falar de Queima de arquivo… O que o Exercito ganharia com isso?

    Ele é da Elite das forças Armadas? NÃO
    Ele tem influência dentro das Forças Armadas? NÃO
    Ele Sabe muita coisa? NÃO - ele sabe o que todos os cadetes ou militares em formação sabem, e sí eles sabem é por que podem saber.

    vendo a reportagem ontem eu pensei que além de desertor, ele é louco e deve ser afastado por isso, Queima de Arquivo? que arquivo?

    Eu quando estive no Haiti(MINUSTAH), conheci uns 3 4 militares gays, eram gays SIM, nós sabiamos SIM, mas eram ótimos militares, dentro do quartel eles eram homens.

    Ninguém prendeu ningué por ser Gay! entendam isso

  73. Imagem do comentarista

    No caso dos sargentos gays, não vai ser queima de arquivo. É queima de rosca mesmo, hehehehehe !!!

  74. Imagem do comentarista
    HannaH V

    É…. concordo, perfeita a reflexão sobre todo o show. “Quem sabe brincar que saia da brincandeira”, como diria minha avozinha… ou, “o combinado não é caro” (tb da vovó…).

    Mas… só uma questão sobre Luciana Gimenez (… “porque para engravidar do Mick Jagger, burra ela não é mesmo”): e ladinice agora é sinal de inteligencia?????????

  75. Imagem do comentarista
    Guilherme

    cara, este artigo devia ser lido por todo mundo, e publicado no maior numero de veiculos possivel
    simplesmente perfeito, consciente, racional, sem nem um pingo de hipocrisia

  76. Imagem do comentarista

    Cara, parabéns pelas suas colocações. Sem preconceitos e sem ser tendencioso. Apenas explicou. Eu também tenho a mesma linha de pensamento que você colocou no sue artigo.

    A mídia está querendo colocar o cara como um santo. Coisa, que pelo que entendi, não é.

    Okay, a capa da revista ficou legal, como eu comentei no blog da Época. Mas apenas capa, a parte gráfica e tal. Mas o conteúdo da matéria?

    Sair por aí dizendo uma coisa que tem uma barreira enorme em cima, já é forçar a barra. E pior, querer dar um show em cima disso. Transformar sua homossexualidade em uma espetáculo.

    Esse cara é louco, e o atestado apresentado por ele pode ser facilmente validado por suas atitudes.

    Exército é lugar de homem. Não que gays não possam ser homens, muito pelo contrário. Sexualidade é diferente de caráter e postura. Isso sempre me foi ensinado pela minha família.

    Esse cara não tem postura de homem. Não tem honra sobre si mesmo. Não tem caráter - pelo menos é o que parece.

  77. Imagem do comentarista
    Gustavo Alencastro

    Senhora Jade, já era, ninhguém mandou colocar o endereço de msn. terás que me aguentar daqui para frente!

  78. Imagem do comentarista
    Gustavo Alencastro

    “O sensacionalismo midiático, daqui a pouco, estará ocupado com outras personagens, com outras causas, com outras “vítimas”. Gays ou não, eles não conseguiram ser é bons soldados”. Como eu disse no meu cometário, resumindo toda essa problemática que ao meu ver foi criada pela mídia, nem precisa tocar no caso do homossexualismo e das Forças armadas é tudo uma palhaçada montada (gerada) pela mída.

  79. Imagem do comentarista

    Falou tudo nesse artigo Dr.

    Realmente se ele tivesse sofrendo alguma coisa psicologica, não estaria indo em programa de Tv, falando para uma revista (nem cito o nome) e ainda por cima achando que estava certo.

    O Exercito, apenas cumpriu o CPM e é obvio que sabia que ia rolar o DH querendo colocar a culpa na discriminação.

    Como você mesmo disse Dr. era pra eles ficarem quietinhos mesmo.

  80. Imagem do comentarista
    Stylus

    Parafraseando o Arnaldo Jarbor

    “Antes o homossexualismo era proibido. Depois, passou a ser tolerado. Hoje, é visto como algo normal… Eu vou-me embora daqui antes que se torne obrigatório”

  81. Imagem do comentarista
    Felipe Fernandes Horn

    Realmente você falou todos os pontos que eu citaria em um post Sr. Maurício!

    Mesmo não aprovando a existência de exército no mundo, quando se assume um compromisso, como o da “disciplina” do exército militar, deve ser cumprida, seja você branco, negro, pardo, azul, rosa, homosexual, nerd, geek, emo, raper, punk, etc.

    Outro fato que concordo muito é o de você falar qualquer coisa e ser considerado preconceituoso. Mas também muitas vezes falamos coisas preconceituosas e nem notamos pois pode ser um termo “comum”, mas que ofende realmente os outros.
    Os homosexuais sofrem muito preconceito sim, assim como os negros sofrem e ja sofreram muito mais no passado. Isso faz o psicológico ficar com um certo receio de pensar que as pessoas todas tem algo contra ou o que estão falando tem um duplo sentido ofensivo.

    Isso não é fácil de ser mudado, apenas com o tempo e principalmente com a reavaliação de conceitos. Muitos são influenciados pela grande maioria… “iii, o cara usa rosa, que bixa”… E passoa vai lá e diz a mesma coisa para um outro. Isso eu já chamo de falta de personalidade e burrice juntas. Mas isso já é outra história também…

    Abraço!

  82. Imagem do comentarista

    Nada contra os gays… mas se homossexualismo fosse normal, deus tinha criado Adão e Ivo…

  83. Imagem do comentarista

    Nada contra cristãos, mas se Deus fosse normal, não teria criado os seres humanos.

  84. Imagem do comentarista

    Olha… eu li o artigo e concordei com cada vírgula do que foi escrito. Sou antimilico por princípio, acho que as Forças Armadas da forma como existem hoje formam uma instituição arcaica e que deveria ser banida, pelo menos no Brasil. E pelotão de fuzilamento para os oficiais.

    Bem, como não posso fazer esse tipo de coisa, as F.A.s continuam existindo. E existem regras ali. E como já foi dito, regras servem para ser respeitadas. Até onde eu sei não existe nenhuma regra contra o homossexualismo - parece que o parágrafo que fala sobre o que houve é mais ou menos isso: “São proibidos atos que concorrem em atentado ao pudor, seja homossexual ou não, dentro da corporação”. O que a galera pró-arco-íris anda fazendo é dizer que por dizer ‘homossexual ou não’, e não ‘heterossexual ou não’, a instituição pratica discriminação velada. Pura babaquice, convenhamos.

    Enfim, os milicos alegam que o cara está preso por desertar. Se for o caso, tem mais é que ir pro xadrez mesmo.

    No entanto, lendo os comentários, pensei em dois problemas. O primeiro é velho conhecido nosso: o serviço militar é obrigatório, a não ser que a corporação não te aceite (reservistas e afins). Esse é o problema 1. Em uma nação que se pretende democrática não pode haver esses ransos medievais (a despeito de tantos outros).

    Problema dois: se o regulamento diz que o milico é o que é 24hs por dia então, pelas regras, não se pode ferir o Código Militar em horário algum, mesmo em casa quando não se está de serviço? Tudo bem com um militar de carreira (caso da biba que foi o motor de toda essa discussão), ou daqueles que optaram por servir… mas isso se torna um problema quando o camarada é obrigado a servir. Nesse caso, é legítimo o descumprimento às regras.

    Uma dúvida: o regulamento militar, no que se trata - óbvio - aos militares, está acima da Constituição e das Leis Internacionais? Pois, se me lembro bem, existe uma cláusula nas Constituições Liberais que garante o direito à insurgência, quando justificada. Algo como “Todo ser humano tem o direito de se rebelar contra leis que forem discordantes da coerência racional”. Se for o caso, como fica o casamento entre a Constituição e o Regulamento? É uma dúvida mesmo, então não sei.

    Para não me tornar prolixo em demasia (coisa que já fiz), termino com um apontamento já feito pelos colegas: o camarada lá era Sargento, servia há dez anos. Não cabe nenhum argumento sobre “coitadinho, ele não sabia” ou “eles não têm o direito de fazer o que querem fazer com o coitado”. Ele sabia, aceitou por dez anos e quis dar uma de ‘joão-sem-braço’ pra cima da corporação. Xilindró nele.

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    Nati

    EXCELENTE texto!

    Parabéns!

    E concordo plenamente. Regras são regras.

    E liberdade é exercer seu direito, sem precisar declarar na tv.

    Vc é livre de si mesmo ou não? Quem é seguro de si, não sai falando pros 4 ventos.

    Bem, pelo menos eu não fico falando: “SOu mulher, sou mulher, sou hetero e blá blá blá!

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    Sgt. MÜLLER

    Henrique…

    O que você falou procede, porém hoje em dia eu Duvido muito que alguém entra nas forças armadas obrigado, primeiro que ao contrário do que as pessoas alegam, as forças Armadas não querem ferrar com a vida de ninguém. tanto que hoje em dia é normal nas juntas de serviço militar e até em alguns quartéis que exercem essa função a pergunta:

    - Você quer servir?

    Obviamente que nem todos que respondem NÃO são dispensados na hora, talves passem para outros exames más ao longo das seletivas quem realmente não quer servir não entra, as Forças Armadas tem sabedoria o suficiente para saber que em alguns casos se um cidadão engaja nas forças armadas para ele Financeiramente será terrível já que um Recruta(Sd. nos 4 meses de quartel) ganha meio salario mínimo, mas desconta daqui e desconta de lá, já vi soldado recebendo no final do mês R$ 5,20.

    Regras são Regras, eles Fizeram concurso público, eliminaram no mínimo 5 pessoas para estarem lá, DESERTARAM, e ainda foram teoricamente FARDADOS a um programa de Televisão, Falando em Queima de Arquivo, vão me matar…. Além de Desertores tem que serem punidos por DESACATO pois questionaram no mínimo 3 vezes a ordem de um Coronel.

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    Gustavo Alencastro

    Essa pergunta foi feita para mim e respondi que não queria, na hora fui encaminhado para outra fila, só realizei o exame de visão e apresentei o atestado que comprovava que sou asmático, depois fui na Caixa Econômica Federal e paguei R$ 1,15, passei na Junta Militar para saber o dia de jurar a bandeira e já era posteriormente peguei a tal dispensa por excesso de contigente, embora todos com a dispença estão à disposição das forças armadas até os 45 anos de idade. De fato só serve quem quer ou quem precisa. Enfatizo que não tenho nada contra as Forças Armadas foi somente uma opção. Mais uma vez a mídia fez um bagunça nas coisas e deturpou toda uma situação!

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    Em muitos dos comentários notei que sempre falam da homossexualidade como uma opção, o que não é. Nenhuma sexualidade é opção, é uma orientação. Opção é assumir-se, o que no caso dos militares foi feito de forma estranha, muito mais como tentativa de se safar de uma situação. Sobre o seu comentário sobre os militantes acho engraçado o discursso que se usa, “você diz alguma coisa contrária e logo é taxado de preconceituoso”. Sinceramente, não tem nada que me cause mais nojo do que esse preconceito cordial: “se ele quiser dá o cu, o problema é dele” ou que “tudo bem que seja viado mas que faça a sua porra escondida”. Responda-me: isso não é preconceito? Sou a favor