A Nova Revista da Velha Mulher: por que mulheres peladas são capa de publicações femininas?

Marina Graminha Cury

por
em às | Ladies Room


Quando entrei pela primeira vez no Papo de Homem, a primeira coisa que pensei foi: “Por que não existem revistas femininas assim? Que falem a verdade? Que sejam bem humoradas e irreverentes?”.

Logo comecei a pensar nas revistas femininas, sempre com uma gostosa na capa e com milhares de receitas para tornar as mulheres “melhores”, afinal a melhor mulher é sempre aquela que você pode tornar a ser. Se você se satisfizer com a mulher que você é, não vai precisar comprar a próxima revista com novas receitas infalíveis da mesma coisa: a nova dieta, a nova ginástica, as novas posições sexuais.

A revista feminina é, portanto, a sequência de planos infalíveis do Cebolinha: aqueles planos feitos para não dar certo, para que assim ele possa apanhar da Mônica (já foi provado aqui neste mesmo espaço que não há nada mais sexual que um tapinha – ou uma coelhada, de repente). E assim a mulher fica sempre na expectativa do que ela pode se tornar.

Mas por que tantas mulheres caem nessa? Será que tem algo do feminino relacionada à mesmice das revistas – uhm, deixa eu ver – femininas?

nova-sexo-lacrado
O lacre sempre permanece lacrado

Sexo lacrado: leitura periódica

A boa nova é: sempre a próxima.

Pensem: se uma mulher é bem resolvida quanto ao sexo, por que ela leria um manual de sexo lacrado? Todos os meses? A contradição já está no nome: se é para abrir, para que lacrar? A proposta é naturalizar o sexo, mas desde que seja algo lacrado, fechado a vácuo – e com aquela conotação de proibido.

Ou seja, a nova mulher é, na verdade, a velha mulher, disfarçada, que continua vendo o sexo como tabu.

A nova mulher e o novo homem: existem?


Trailer do filme Down with love

No filme Abaixo ao amor (Down with love), que se passa em Nova York, 1962, os protagonistas Catcher Block (Ewan McGregor) e Bárbara Novak (Renée Zellweger) são escritores: ele, um jornalista brilhante e mulherengo que consegue todos os furos (em todos os sentidos); ela, uma escritora de um best-seller, intitulado “Abaixo ao Amor”, que ensina as mulheres, em três passos, como nunca mais amarem.

O argumento é de que o amor é uma distração e o livro propõe que as mulheres não associem mais o amor ao sexo; assim, elas poderiam fazer sexo casual, como os homens (e a la carte, segundo o filme). Deste jeito, liberariam a energia antes dispendida no amor para conseguirem os objetivos profissionais. Assim, funcionariam, segundo a autora, como os homens.

No final do filme, ambos descobrem que o amor é um dispêndio de energia muito bom, que tanto extremo de viver sem amor quanto o das mulheres que vivem só para o amor e para o casamento são ruins; e que o bom é o meio termo.

O mais engraçado é que ao descobrirem isto, eles se intitulam como o “novo homem e a nova mulher”. E o mais engraçado ainda é que o filme, apesar de novo, se passa em 1962! E as pessoas continuam reinventando a roda…

O enigma da mulher

esfinge-mulher
Já imaginou se toda mulher mudasse a famosa frase? “Para me devorar, decifra-me antes”…

Freud começa seu texto “Feminilidade” (de 1933, vejam bem…)  falando sobre o enigma da natureza da feminilidade. Sim, ele chama de enigma e diz que a própria psicologia não tinha respostas sobre a mulher. O texto dele fala, então, do desenvolvimento sexual da mulher, desde a infância até a maturidade, sempre em comparação com o desenvolvimento do menino.

O desenvolvimento inicial dos dois é igual: ambos inicialmente desejam a mãe, que é a provedora de cuidados. A diferença básica é a de que, enquanto o homem é definido pelo seu pênis, a mulher é definida pela ausência dele; a mulher, portanto, é definida pelo negativo. E aí, enquanto o desenvolvimento normal do menino implica que ele se identifique com o pai porque ele é o objeto de amor da mãe e possuidor do falo, a menina tem de renunciar ao amor pela mãe e passar a desejar o pai, pois faz parte do desenvolvimento sexual da mulher ter de atrair o falo.

Assim, não é a toa que as revistas femininas se encham de mulheres que atraiam o olhar: o papel da mulher, portanto seria o de fazer-se passiva, no intuito de atrair o falo. Mas notem: fazer-se implica numa atividade. Feminismos à parte, é algo que faz parte das consequências psíquicas da diferença anatômica entre os sexos, já diria Freud.

Não é à toa que tanto as revistas femininas quanto as masculinas tenham mulheres nuas na capa. É isto que atrai o olhar, de ambos os sexos: a mulher, por querer ser como aquela que atrai o olhar; o homem, por desejar aquela mulher, que atrai o olhar de todos.

Mas e aí, isso justifica tudo? As mulheres então devem ficar numa vitrine e as revistas devem tratar de assuntos medíocres, já que só a imagem satisfaz?

É claro que não. Esta é a escolha fácil, a das revistas que não se preocupam de fato em formar mulheres novas de verdade e apenas repaginar a velha ideia de que a mulher deve sim, ser independente, bonita, sarada, bem resolvida, ter uma carreira e ser simpática para… conseguir um bom casamento, é claro!

“A mulher” não existe

freud-e-as-mulheres
“Querido, te mandei meu texto final. Pode publicar em seu nome.”

Freud fala que a mulher existe por um negativo: aquela que não possui o pênis. Assim, não existe um elemento “unificador” entre as mulheres: cada uma é única. Sim, Martinho da Vila e Chico Buarque estavam certos em ver as mulheres em suas diferenças. E realmente, as mulheres podem parecer, aparentar serem iguais, mas são únicas.

E embora digam por aí, Freud (1933) não explica tudo. Ele próprio fecha sua conferência com a seguinte afirmação:

“Isso é tudo o que tinha a dizer-lhe a respeito da feminilidade. Certamente está incompleto e fragmentário, e nem sempre parece agradável. (…) Se desejarem saber mais a respeito da feminilidade, indaguem da própria experiência de vida dos senhores, ou consultem os poetas, ou aguardem até que a ciência possa dar-lhes informações mais profundas e mais coerentes” (p. 165)

Deste jeito, ao meu ver, o caminho para novas revistas femininas seria o de valorizar esta diferença. E não o contrario, que é o que se faz por aí, uma tentativa de padronização: “a nova mulher deve ser assim, deve ser assado”. Essa tentativa sempre vai gerar a frustração em todas as mulheres – claro, a venda deste tipo de revista é alavancada por esta frustração!

Assim, não se pode ter bom humor ou irreverência para tratar dos assuntos do universo feminino, já que o bom humor implica numa capacidade de rir de si mesmo, de estar confortável na própria pele. E, de fato, implica em estar bem resolvida, coisa que a velha mulher da nova revista não está, senão não precisaria das novas fórmulas…

E aí sim, podemos aproveitar o fato de que cada uma de nós somos únicas e especiais, no que isto tem de bom – sorry, guys, mas ser única é realmente uma característica do feminino. Coisa que, na verdade, os homens já sabem, caso contrário eles não gostariam tanto de provar um pouquinho de todas nós…

Referências:

Freud, S. Novas conferências introdutórias sobre psicanálise. (1933) In: Obras completas. Rio de Janeiro: Imago. 1980. vol XXII.

Marina Graminha Cury

Marina Graminha Cury é psicóloga e especialista em Psicologia Hospitalar pela USP. É psicanalista em formação. Atua como psicóloga clínica em instituições e consultório particular e acredita que os livros de auto-ajuda deveriam ser queimados em praça pública.


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  • Neto

    Caramba muito doido esse texto!

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  • http://www.benderblog.com/ Bender

    Não é de hoje, mas as mulheres mais gostosas estão sempre na capa das revistas femininas. É fato.

    E digo mais, na Nova tem mais photoshop q na Playboy.

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  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Marina, um dos melhores textos que já passaram por aqui, na minha opinião.

    Deixa eu aproveitar pra te fazer uma pergunta:

    Quando li sobre a mulher na perspectiva da psicanálise, essa questão da ausência de um fator unificador ou uma base pra própria subjetivação, pensei na amizade feminina X amizade masculina.

    O senso comum (que não está de todo errado) mostra que os homens são mais amigos entre si do que as mulheres. Há alguma relação entre esses pontos? O que você pensa disso?

    Ah, e outra: você lê alguma revista feminina que evita os equívocos que você citou no texto?

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  • http://deliriodocotidiano.blogspot.com/ Ricardo R.

    Excelente sua análise!
    Fiquei curioso com as perguntas do Gustavo Gitti. Existe alguma publicação que evite isto?
    Abraço

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  • http://twitter.com/tzvd Tainah de Azevedo

    muito bom mesmo esse texto, a psicanálise quando bem explicada elucida muita coisa! gostei da Marina, convidem ela pra escrever mais vezes aqui.

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  • Cadu

    Isso explica porque fico com o “sentido aranha” ligado quando vejo alguma garota lendo essas revistas…vem aquela dúvida “ela realmente tá interessada no que essa revista diz? Ela realmente tenta aprender a ser mulher com essa revista?” E olha que não são poucas as mulheres (detalhe: lindas) que vi lendo revistas assim…uma lástima.

  • Cadu

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  • Cadu

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  • Cadu

    MAS FALAR MAL DE QUALQUER COISA QUE TENHA A ANGELINA JOLIE SEMI-NUA É CONTRA MEUS PRINCIPIOS….RSRSRS

  • Cadu

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  • Daniel Sugui

    Revista com dicas de moda, beleza e saúde = Revista feminina
    Revista com mulher pelada = Revista masculina
    Revista com homem pelado = Revista gay

    Eu acho engraçado essas definições de revistas. Mostra como nossa sociedade ainda é machista e homofóbica.

  • Daniel Sugui

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  • Paulo de Tarso

    Só uma coisa, Freud hoje em dia serve mais como referencial histórico. Me parece que ele já está largamente superado ou complementado.
    ;)

  • Paulo de Tarso

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  • http://arealidadeelouca.blogspot.com/ Deborah

    Olha, finalmente apareceu um texto por aqui que dá vontade de elogiar e comentar… Muito bom, Marina, parabéns!

    A busca da identidade é um tema que, embora sempre esteja na pauta do dia, acaba sendo feito em forma de estereótipo. “As mulheres” isso, “os homens” aquilo, talvez porque uma parte importante da formação da nossa subjetividade se dê pela identificação com o grupo. O problema é levar isso a um nível cada vez maior.

    Penso que seja fundamental ressaltar a importância da individualidade num tempo em que a sociedade nos impele para a massificação de gostos, desejos, aparências, escolhas. “Todas as mulheres querem ser a Angelina Jolie”. Todas, menos aquelas que não querem.

    Novamente, parabéns, belo texto.

    Gustavo, sobre as revistas femininas, a TPM costumava ter uma linha editorial muito bacana, com capas diferentes da média e matérias que não consideravam que a mulher só quer saber como emagrecer, usar as melhores roupas e agradar o parceiro na cama. Parei de ler revistas há algum tempo, e não sei se isso se mantém, mas costumava gostar bastante.

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    Gustavo, sobre as revistas femininas, a TPM costumava ter uma linha editorial muito bacana, com capas diferentes da média e matérias que não consideravam que a mulher só quer saber como emagrecer, usar as melhores roupas e agradar o parceiro na cama. Parei de ler revistas há algum tempo, e não sei se isso se mantém, mas costumava gostar bastante.

  • http://arealidadeelouca.blogspot.com/ Deborah

    Paulo de Tarso: referencial histórico? Ultrapassado? Olha, acabou de passar o aniversário de 70 anos da morte de Freud, e a conclusão a que se chegou foi exatamente a de que ele continua extremamente atual. Embora as soluções farmacológicas sejam encaradas como a “miraculina” que tudo resolve, o fato é que elas não respondem às angústias – nem tudo a neuroquímica explica.

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    Paulo de Tarso: referencial histórico? Ultrapassado? Olha, acabou de passar o aniversário de 70 anos da morte de Freud, e a conclusão a que se chegou foi exatamente a de que ele continua extremamente atual. Embora as soluções farmacológicas sejam encaradas como a “miraculina” que tudo resolve, o fato é que elas não respondem às angústias – nem tudo a neuroquímica explica.

  • Rose

    É muito dificil encontrar uma reportagem interessante. Vez ou outra encontra-se um relato de mulheres que se destacam fazendo algo por elas mesmas ou pela humanidade.

    O resto são dicas de beleza, que não funcionam, dietas milagrosas que só causam frustrações.

  • Rose

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  • http://www.cazz.com.br/ossos Rodrigo Franco

    Fantástico. Não canso de tirar sarro da minha mulher dizendo, por exemplo, que ler uma Playboy (sim, ler) vale a pena — também é o que quer dizer a Marina no começo do artigo quando pergunta porque não existe conteúdo como o deste blog voltado para as mulheres. Não consigo entender, as próprias mulheres contribuem bastante para o conteúdo voltado aos homens, como esse post mesmo comprova.

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  • http://cristinalinardi.blogspot.com/ Aline Nardi

    Este artigo veio de encontro a uma postagem que estava ensaiando ainda ontem, acerca da rotina da Super Mulher da atualidade: super poderes em mode on ativadíssimos e terminando o dia lindas, é claro!
    É que eu cismo que sei escrever..rsrs, mas este texto é ótimo: leitura gostosa, divertida e as informações todas com base e fundamento.
    O comment do Cadu foi legal – “sentido aranha” – bom saber que tem homens que se interessam pelo conteúdo e não só pela embalagem (aff, sei, termo velho).
    Hehe, quer dizer que posso continuar lendo minha Época e meus livros numa boa, o óculos também continuará dando a falsa impressão de ‘bom’ conteúdo!
    Bendito dia que encontrei este site, tô cada vez gostando mais dele!

  • http://cristinalinardi.blogspot.com/ Aline Nardi

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  • Felipe Dornelas

    Faz sentido.

    Mas eu odeio quando dizem que as mulheres tem que se aceitar como são.

    Porque elas não aceitam os homens como são. Querem sempre o mais foda, o mais poderoso, o bonitão.

    Daí se um homem quer uma mulher muito bonita e gostosa, é taxado de machista ou exigente demais.

  • Felipe Dornelas

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  • http://becosangre.blogspot.com/ Camila

    Ótimo o texto! Concordo com a Deborah, acho que a única revista feminina que se salva é a TPM, que trata de todo assunto com um texto inteligente, sem querer ser um manualzinho. Claro que tem dicas de beleza e fala de roupa, mas ainda assim ela tem respeito pela leitora.

    Outro dia estava num consultório médico e, pra passar a loooonga espera, folheei e dei uma lida em 5 publicações femininas de marcas diferentes, mas com o conteúdo totalmente igual e textos péssimos, que tratavam a leitora como imbecil. Eram todas como um manualzinho de regras com linguagem para retardados. Realmente, essas revistas com esses ideais venderem o tanto que vendem, só vindo de uma “programação” social pra manter os estereótipos.

  • http://becosangre.blogspot.com/ Camila

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  • Gabriela

    É isso aí, Marina. Falou o disse!Ser única é característica do feminino :-)Uhuuuu Até que enfim alguém noticia alguma coisa boa para as mulheres rsrsrsrsrrs Adorei!

  • Gabriela

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  • http://fanfalifestyle.blogspot.com/ Transeunte

    Muito bom o texto, poderia até ter sido desmembrado em 2 ou 3 posts que mesmo assim estaria legal, abordou um espectro de temas bem abrangente…

    Imaginei que fosse psicologa mesmo, é bem tipico da galera de humanas essa desconstrução de tudo que existe só pra reconstruir de novo e ver se a teoria é válida.

    Gitti,

    Acredito que essa ausencia de um fator unificador entre as mulheres vem justamente da maior inteligencia emocional e adaptação que elas tem…

    Eu vejo que os homens geralmente se igualam e disputam entre si num nivel comum (o cara mais forte, ou mais rico) e isso acaba gerando um senso de unidade e coesão entre os próprios participantes, existe uma “sabedoria de grupo” onde os que possuem status mais elevado hierarquisam o poder no grupo, e onde os de status mais baixo reforçam aqueles que estão acima da pirâmide visando vantagens e sua própria ascensão.

    Já as mulheres eu vejo se ocupando mais em expandir seu universo particular, tornando-se atraentes para os tais machos de 1o. escalão de forma unica e dificilmente cooperando entre si para tal feito – justamente por saberem que julgamento de atração masculino pode ser corrompido pela facilidade/oportunidade de uma “concorrente” por perto.

    Vejo que inclusive o status (ou demonstação dele) pelos homens é parte importante do julgamento das mulheres sobre a atratividade do parceiro. Na cabeça delas, atributos fisicos e até de talento/inteligencia não costumam contar tanto quanto estabilidade emocional, poder de decisão, e admiração que outros homens e mulheres tem sobre o cara.

    Por outro lado, essa natural “singularidade” dentre as mulheres as torna mais facilmente identificáveis para os possiveis parceiros, que normalmente não ligam para o status da mulher – e avaliam sua atratividade com critérios muito mais concretos e evidentes como beleza fisica, estrutura ossea/muscular, tom de voz etc. ;)

    []‘s!

  • http://fanfalifestyle.blogspot.com/ Transeunte

    Muito bom o texto, poderia até ter sido desmembrado em 2 ou 3 posts que mesmo assim estaria legal, abordou um espectro de temas bem abrangente…

    Imaginei que fosse psicologa mesmo, é bem tipico da galera de humanas essa desconstrução de tudo que existe só pra reconstruir de novo e ver se a teoria é válida.

    Gitti,

    Acredito que essa ausencia de um fator unificador entre as mulheres vem justamente da maior inteligencia emocional e adaptação que elas tem…

    Eu vejo que os homens geralmente se igualam e disputam entre si num nivel comum (o cara mais forte, ou mais rico) e isso acaba gerando um senso de unidade e coesão entre os próprios participantes, existe uma “sabedoria de grupo” onde os que possuem status mais elevado hierarquisam o poder no grupo, e onde os de status mais baixo reforçam aqueles que estão acima da pirâmide visando vantagens e sua própria ascensão.

    Já as mulheres eu vejo se ocupando mais em expandir seu universo particular, tornando-se atraentes para os tais machos de 1o. escalão de forma unica e dificilmente cooperando entre si para tal feito – justamente por saberem que julgamento de atração masculino pode ser corrompido pela facilidade/oportunidade de uma “concorrente” por perto.

    Vejo que inclusive o status (ou demonstação dele) pelos homens é parte importante do julgamento das mulheres sobre a atratividade do parceiro. Na cabeça delas, atributos fisicos e até de talento/inteligencia não costumam contar tanto quanto estabilidade emocional, poder de decisão, e admiração que outros homens e mulheres tem sobre o cara.

    Por outro lado, essa natural “singularidade” dentre as mulheres as torna mais facilmente identificáveis para os possiveis parceiros, que normalmente não ligam para o status da mulher – e avaliam sua atratividade com critérios muito mais concretos e evidentes como beleza fisica, estrutura ossea/muscular, tom de voz etc. ;)

    []‘s!

  • http://fanfalifestyle.blogspot.com/ Transeunte

    Muito bom o texto, poderia até ter sido desmembrado em 2 ou 3 posts que mesmo assim estaria legal, abordou um espectro de temas bem abrangente…

    Imaginei que fosse psicologa mesmo, é bem tipico da galera de humanas essa desconstrução de tudo que existe só pra reconstruir de novo e ver se a teoria é válida.

    Gitti,

    Acredito que essa ausencia de um fator unificador entre as mulheres vem justamente da maior inteligencia emocional e adaptação que elas tem…

    Eu vejo que os homens geralmente se igualam e disputam entre si num nivel comum (o cara mais forte, ou mais rico) e isso acaba gerando um senso de unidade e coesão entre os próprios participantes, existe uma “sabedoria de grupo” onde os que possuem status mais elevado hierarquisam o poder no grupo, e onde os de status mais baixo reforçam aqueles que estão acima da pirâmide visando vantagens e sua própria ascensão.

    Já as mulheres eu vejo se ocupando mais em expandir seu universo particular, tornando-se atraentes para os tais machos de 1o. escalão de forma unica e dificilmente cooperando entre si para tal feito – justamente por saberem que julgamento de atração masculino pode ser corrompido pela facilidade/oportunidade de uma “concorrente” por perto.

    Vejo que inclusive o status (ou demonstação dele) pelos homens é parte importante do julgamento das mulheres sobre a atratividade do parceiro. Na cabeça delas, atributos fisicos e até de talento/inteligencia não costumam contar tanto quanto estabilidade emocional, poder de decisão, e admiração que outros homens e mulheres tem sobre o cara.

    Por outro lado, essa natural “singularidade” dentre as mulheres as torna mais facilmente identificáveis para os possiveis parceiros, que normalmente não ligam para o status da mulher – e avaliam sua atratividade com critérios muito mais concretos e evidentes como beleza fisica, estrutura ossea/muscular, tom de voz etc. ;)

    []‘s!

  • http://fanfalifestyle.blogspot.com/ Transeunte

    Muito bom o texto, poderia até ter sido desmembrado em 2 ou 3 posts que mesmo assim estaria legal, abordou um espectro de temas bem abrangente…

    Imaginei que fosse psicologa mesmo, é bem tipico da galera de humanas essa desconstrução de tudo que existe só pra reconstruir de novo e ver se a teoria é válida.

    Gitti,

    Acredito que essa ausencia de um fator unificador entre as mulheres vem justamente da maior inteligencia emocional e adaptação que elas tem…

    Eu vejo que os homens geralmente se igualam e disputam entre si num nivel comum (o cara mais forte, ou mais rico) e isso acaba gerando um senso de unidade e coesão entre os próprios participantes, existe uma “sabedoria de grupo” onde os que possuem status mais elevado hierarquisam o poder no grupo, e onde os de status mais baixo reforçam aqueles que estão acima da pirâmide visando vantagens e sua própria ascensão.

    Já as mulheres eu vejo se ocupando mais em expandir seu universo particular, tornando-se atraentes para os tais machos de 1o. escalão de forma unica e dificilmente cooperando entre si para tal feito – justamente por saberem que julgamento de atração masculino pode ser corrompido pela facilidade/oportunidade de uma “concorrente” por perto.

    Vejo que inclusive o status (ou demonstação dele) pelos homens é parte importante do julgamento das mulheres sobre a atratividade do parceiro. Na cabeça delas, atributos fisicos e até de talento/inteligencia não costumam contar tanto quanto estabilidade emocional, poder de decisão, e admiração que outros homens e mulheres tem sobre o cara.

    Por outro lado, essa natural “singularidade” dentre as mulheres as torna mais facilmente identificáveis para os possiveis parceiros, que normalmente não ligam para o status da mulher – e avaliam sua atratividade com critérios muito mais concretos e evidentes como beleza fisica, estrutura ossea/muscular, tom de voz etc. ;)

    []‘s!

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    Muito bom o texto, poderia até ter sido desmembrado em 2 ou 3 posts que mesmo assim estaria legal, abordou um espectro de temas bem abrangente…

    Imaginei que fosse psicologa mesmo, é bem tipico da galera de humanas essa desconstrução de tudo que existe só pra reconstruir de novo e ver se a teoria é válida.

    Gitti,

    Acredito que essa ausencia de um fator unificador entre as mulheres vem justamente da maior inteligencia emocional e adaptação que elas tem…

    Eu vejo que os homens geralmente se igualam e disputam entre si num nivel comum (o cara mais forte, ou mais rico) e isso acaba gerando um senso de unidade e coesão entre os próprios participantes, existe uma “sabedoria de grupo” onde os que possuem status mais elevado hierarquisam o poder no grupo, e onde os de status mais baixo reforçam aqueles que estão acima da pirâmide visando vantagens e sua própria ascensão.

    Já as mulheres eu vejo se ocupando mais em expandir seu universo particular, tornando-se atraentes para os tais machos de 1o. escalão de forma unica e dificilmente cooperando entre si para tal feito – justamente por saberem que julgamento de atração masculino pode ser corrompido pela facilidade/oportunidade de uma “concorrente” por perto.

    Vejo que inclusive o status (ou demonstação dele) pelos homens é parte importante do julgamento das mulheres sobre a atratividade do parceiro. Na cabeça delas, atributos fisicos e até de talento/inteligencia não costumam contar tanto quanto estabilidade emocional, poder de decisão, e admiração que outros homens e mulheres tem sobre o cara.

    Por outro lado, essa natural “singularidade” dentre as mulheres as torna mais facilmente identificáveis para os possiveis parceiros, que normalmente não ligam para o status da mulher – e avaliam sua atratividade com critérios muito mais concretos e evidentes como beleza fisica, estrutura ossea/muscular, tom de voz etc. ;)

    []‘s!

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    Muito bom o texto, poderia até ter sido desmembrado em 2 ou 3 posts que mesmo assim estaria legal, abordou um espectro de temas bem abrangente…

    Imaginei que fosse psicologa mesmo, é bem tipico da galera de humanas essa desconstrução de tudo que existe só pra reconstruir de novo e ver se a teoria é válida.

    Gitti,

    Acredito que essa ausencia de um fator unificador entre as mulheres vem justamente da maior inteligencia emocional e adaptação que elas tem…

    Eu vejo que os homens geralmente se igualam e disputam entre si num nivel comum (o cara mais forte, ou mais rico) e isso acaba gerando um senso de unidade e coesão entre os próprios participantes, existe uma “sabedoria de grupo” onde os que possuem status mais elevado hierarquisam o poder no grupo, e onde os de status mais baixo reforçam aqueles que estão acima da pirâmide visando vantagens e sua própria ascensão.

    Já as mulheres eu vejo se ocupando mais em expandir seu universo particular, tornando-se atraentes para os tais machos de 1o. escalão de forma unica e dificilmente cooperando entre si para tal feito – justamente por saberem que julgamento de atração masculino pode ser corrompido pela facilidade/oportunidade de uma “concorrente” por perto.

    Vejo que inclusive o status (ou demonstação dele) pelos homens é parte importante do julgamento das mulheres sobre a atratividade do parceiro. Na cabeça delas, atributos fisicos e até de talento/inteligencia não costumam contar tanto quanto estabilidade emocional, poder de decisão, e admiração que outros homens e mulheres tem sobre o cara.

    Por outro lado, essa natural “singularidade” dentre as mulheres as torna mais facilmente identificáveis para os possiveis parceiros, que normalmente não ligam para o status da mulher – e avaliam sua atratividade com critérios muito mais concretos e evidentes como beleza fisica, estrutura ossea/muscular, tom de voz etc. ;)

    []‘s!

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    Muito bom o texto, poderia até ter sido desmembrado em 2 ou 3 posts que mesmo assim estaria legal, abordou um espectro de temas bem abrangente…

    Imaginei que fosse psicologa mesmo, é bem tipico da galera de humanas essa desconstrução de tudo que existe só pra reconstruir de novo e ver se a teoria é válida.

    Gitti,

    Acredito que essa ausencia de um fator unificador entre as mulheres vem justamente da maior inteligencia emocional e adaptação que elas tem…

    Eu vejo que os homens geralmente se igualam e disputam entre si num nivel comum (o cara mais forte, ou mais rico) e isso acaba gerando um senso de unidade e coesão entre os próprios participantes, existe uma “sabedoria de grupo” onde os que possuem status mais elevado hierarquisam o poder no grupo, e onde os de status mais baixo reforçam aqueles que estão acima da pirâmide visando vantagens e sua própria ascensão.

    Já as mulheres eu vejo se ocupando mais em expandir seu universo particular, tornando-se atraentes para os tais machos de 1o. escalão de forma unica e dificilmente cooperando entre si para tal feito – justamente por saberem que julgamento de atração masculino pode ser corrompido pela facilidade/oportunidade de uma “concorrente” por perto.

    Vejo que inclusive o status (ou demonstação dele) pelos homens é parte importante do julgamento das mulheres sobre a atratividade do parceiro. Na cabeça delas, atributos fisicos e até de talento/inteligencia não costumam contar tanto quanto estabilidade emocional, poder de decisão, e admiração que outros homens e mulheres tem sobre o cara.

    Por outro lado, essa natural “singularidade” dentre as mulheres as torna mais facilmente identificáveis para os possiveis parceiros, que normalmente não ligam para o status da mulher – e avaliam sua atratividade com critérios muito mais concretos e evidentes como beleza fisica, estrutura ossea/muscular, tom de voz etc. ;)

    []‘s!

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    Muito bom o texto, poderia até ter sido desmembrado em 2 ou 3 posts que mesmo assim estaria legal, abordou um espectro de temas bem abrangente…

    Imaginei que fosse psicologa mesmo, é bem tipico da galera de humanas essa desconstrução de tudo que existe só pra reconstruir de novo e ver se a teoria é válida.

    Gitti,

    Acredito que essa ausencia de um fator unificador entre as mulheres vem justamente da maior inteligencia emocional e adaptação que elas tem…

    Eu vejo que os homens geralmente se igualam e disputam entre si num nivel comum (o cara mais forte, ou mais rico) e isso acaba gerando um senso de unidade e coesão entre os próprios participantes, existe uma “sabedoria de grupo” onde os que possuem status mais elevado hierarquisam o poder no grupo, e onde os de status mais baixo reforçam aqueles que estão acima da pirâmide visando vantagens e sua própria ascensão.

    Já as mulheres eu vejo se ocupando mais em expandir seu universo particular, tornando-se atraentes para os tais machos de 1o. escalão de forma unica e dificilmente cooperando entre si para tal feito – justamente por saberem que julgamento de atração masculino pode ser corrompido pela facilidade/oportunidade de uma “concorrente” por perto.

    Vejo que inclusive o status (ou demonstação dele) pelos homens é parte importante do julgamento das mulheres sobre a atratividade do parceiro. Na cabeça delas, atributos fisicos e até de talento/inteligencia não costumam contar tanto quanto estabilidade emocional, poder de decisão, e admiração que outros homens e mulheres tem sobre o cara.

    Por outro lado, essa natural “singularidade” dentre as mulheres as torna mais facilmente identificáveis para os possiveis parceiros, que normalmente não ligam para o status da mulher – e avaliam sua atratividade com critérios muito mais concretos e evidentes como beleza fisica, estrutura ossea/muscular, tom de voz etc. ;)

    []‘s!

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    Muito bom o texto, poderia até ter sido desmembrado em 2 ou 3 posts que mesmo assim estaria legal, abordou um espectro de temas bem abrangente…

    Imaginei que fosse psicologa mesmo, é bem tipico da galera de humanas essa desconstrução de tudo que existe só pra reconstruir de novo e ver se a teoria é válida.

    Gitti,

    Acredito que essa ausencia de um fator unificador entre as mulheres vem justamente da maior inteligencia emocional e adaptação que elas tem…

    Eu vejo que os homens geralmente se igualam e disputam entre si num nivel comum (o cara mais forte, ou mais rico) e isso acaba gerando um senso de unidade e coesão entre os próprios participantes, existe uma “sabedoria de grupo” onde os que possuem status mais elevado hierarquisam o poder no grupo, e onde os de status mais baixo reforçam aqueles que estão acima da pirâmide visando vantagens e sua própria ascensão.

    Já as mulheres eu vejo se ocupando mais em expandir seu universo particular, tornando-se atraentes para os tais machos de 1o. escalão de forma unica e dificilmente cooperando entre si para tal feito – justamente por saberem que julgamento de atração masculino pode ser corrompido pela facilidade/oportunidade de uma “concorrente” por perto.

    Vejo que inclusive o status (ou demonstação dele) pelos homens é parte importante do julgamento das mulheres sobre a atratividade do parceiro. Na cabeça delas, atributos fisicos e até de talento/inteligencia não costumam contar tanto quanto estabilidade emocional, poder de decisão, e admiração que outros homens e mulheres tem sobre o cara.

    Por outro lado, essa natural “singularidade” dentre as mulheres as torna mais facilmente identificáveis para os possiveis parceiros, que normalmente não ligam para o status da mulher – e avaliam sua atratividade com critérios muito mais concretos e evidentes como beleza fisica, estrutura ossea/muscular, tom de voz etc. ;)

    []‘s!

  • kk

    lembro quando eu tinha 17 anos, adorava uma dessas revistas, era novidade na epoca (quase 20 anos atrás) e eu era inexperiente em muitas coisas.
    até que ganhei uma assinatura do meu namorado. antes de um ano já não aguentava mais ler a mesma coisa todos os meses, e o que é pior………..elas são assim até hoje!!!

    amei seu texto Marina!!!

  • kk

    lembro quando eu tinha 17 anos, adorava uma dessas revistas, era novidade na epoca (quase 20 anos atrás) e eu era inexperiente em muitas coisas.
    até que ganhei uma assinatura do meu namorado. antes de um ano já não aguentava mais ler a mesma coisa todos os meses, e o que é pior………..elas são assim até hoje!!!

    amei seu texto Marina!!!

  • kk

    lembro quando eu tinha 17 anos, adorava uma dessas revistas, era novidade na epoca (quase 20 anos atrás) e eu era inexperiente em muitas coisas.
    até que ganhei uma assinatura do meu namorado. antes de um ano já não aguentava mais ler a mesma coisa todos os meses, e o que é pior………..elas são assim até hoje!!!

    amei seu texto Marina!!!

  • kk

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    até que ganhei uma assinatura do meu namorado. antes de um ano já não aguentava mais ler a mesma coisa todos os meses, e o que é pior………..elas são assim até hoje!!!

    amei seu texto Marina!!!

  • kk

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    até que ganhei uma assinatura do meu namorado. antes de um ano já não aguentava mais ler a mesma coisa todos os meses, e o que é pior………..elas são assim até hoje!!!

    amei seu texto Marina!!!

  • kk

    lembro quando eu tinha 17 anos, adorava uma dessas revistas, era novidade na epoca (quase 20 anos atrás) e eu era inexperiente em muitas coisas.
    até que ganhei uma assinatura do meu namorado. antes de um ano já não aguentava mais ler a mesma coisa todos os meses, e o que é pior………..elas são assim até hoje!!!

    amei seu texto Marina!!!

  • kk

    lembro quando eu tinha 17 anos, adorava uma dessas revistas, era novidade na epoca (quase 20 anos atrás) e eu era inexperiente em muitas coisas.
    até que ganhei uma assinatura do meu namorado. antes de um ano já não aguentava mais ler a mesma coisa todos os meses, e o que é pior………..elas são assim até hoje!!!

    amei seu texto Marina!!!

  • kk

    lembro quando eu tinha 17 anos, adorava uma dessas revistas, era novidade na epoca (quase 20 anos atrás) e eu era inexperiente em muitas coisas.
    até que ganhei uma assinatura do meu namorado. antes de um ano já não aguentava mais ler a mesma coisa todos os meses, e o que é pior………..elas são assim até hoje!!!

    amei seu texto Marina!!!

  • El Hombre

    Esse negócio de se aceitar como é pra mim existem N váriáveis e não pode ser levado a regra. A mulher não precisa parecer uma Deusa ou uma Top Model, mas tem que se cuidar sim, não precisar ser nada de exagerado, mas tem que se manter feminina.

    Agora pegar uma mulher que está vários quilos acima do peso, cabelo zuado, incapaz de conversar 10 minutos, falar pra uma pessoa dessa que ela tem que se aceitar como é, é um atentado a propria pessoa, acho sim que deve se incentivar que a pessoa melhores em alguns pontos que podem ser melhorados. a pessoa tem que deixar de ser preguiçosa e se cuidar mais sim.

    Bom depois tento desenvolver mais sobre esse assunto.

  • El Hombre

    Esse negócio de se aceitar como é pra mim existem N váriáveis e não pode ser levado a regra. A mulher não precisa parecer uma Deusa ou uma Top Model, mas tem que se cuidar sim, não precisar ser nada de exagerado, mas tem que se manter feminina.

    Agora pegar uma mulher que está vários quilos acima do peso, cabelo zuado, incapaz de conversar 10 minutos, falar pra uma pessoa dessa que ela tem que se aceitar como é, é um atentado a propria pessoa, acho sim que deve se incentivar que a pessoa melhores em alguns pontos que podem ser melhorados. a pessoa tem que deixar de ser preguiçosa e se cuidar mais sim.

    Bom depois tento desenvolver mais sobre esse assunto.

  • El Hombre

    Esse negócio de se aceitar como é pra mim existem N váriáveis e não pode ser levado a regra. A mulher não precisa parecer uma Deusa ou uma Top Model, mas tem que se cuidar sim, não precisar ser nada de exagerado, mas tem que se manter feminina.

    Agora pegar uma mulher que está vários quilos acima do peso, cabelo zuado, incapaz de conversar 10 minutos, falar pra uma pessoa dessa que ela tem que se aceitar como é, é um atentado a propria pessoa, acho sim que deve se incentivar que a pessoa melhores em alguns pontos que podem ser melhorados. a pessoa tem que deixar de ser preguiçosa e se cuidar mais sim.

    Bom depois tento desenvolver mais sobre esse assunto.

  • El Hombre

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    Agora pegar uma mulher que está vários quilos acima do peso, cabelo zuado, incapaz de conversar 10 minutos, falar pra uma pessoa dessa que ela tem que se aceitar como é, é um atentado a propria pessoa, acho sim que deve se incentivar que a pessoa melhores em alguns pontos que podem ser melhorados. a pessoa tem que deixar de ser preguiçosa e se cuidar mais sim.

    Bom depois tento desenvolver mais sobre esse assunto.

  • El Hombre

    Esse negócio de se aceitar como é pra mim existem N váriáveis e não pode ser levado a regra. A mulher não precisa parecer uma Deusa ou uma Top Model, mas tem que se cuidar sim, não precisar ser nada de exagerado, mas tem que se manter feminina.

    Agora pegar uma mulher que está vários quilos acima do peso, cabelo zuado, incapaz de conversar 10 minutos, falar pra uma pessoa dessa que ela tem que se aceitar como é, é um atentado a propria pessoa, acho sim que deve se incentivar que a pessoa melhores em alguns pontos que podem ser melhorados. a pessoa tem que deixar de ser preguiçosa e se cuidar mais sim.

    Bom depois tento desenvolver mais sobre esse assunto.

  • El Hombre

    Esse negócio de se aceitar como é pra mim existem N váriáveis e não pode ser levado a regra. A mulher não precisa parecer uma Deusa ou uma Top Model, mas tem que se cuidar sim, não precisar ser nada de exagerado, mas tem que se manter feminina.

    Agora pegar uma mulher que está vários quilos acima do peso, cabelo zuado, incapaz de conversar 10 minutos, falar pra uma pessoa dessa que ela tem que se aceitar como é, é um atentado a propria pessoa, acho sim que deve se incentivar que a pessoa melhores em alguns pontos que podem ser melhorados. a pessoa tem que deixar de ser preguiçosa e se cuidar mais sim.

    Bom depois tento desenvolver mais sobre esse assunto.

  • El Hombre

    Esse negócio de se aceitar como é pra mim existem N váriáveis e não pode ser levado a regra. A mulher não precisa parecer uma Deusa ou uma Top Model, mas tem que se cuidar sim, não precisar ser nada de exagerado, mas tem que se manter feminina.

    Agora pegar uma mulher que está vários quilos acima do peso, cabelo zuado, incapaz de conversar 10 minutos, falar pra uma pessoa dessa que ela tem que se aceitar como é, é um atentado a propria pessoa, acho sim que deve se incentivar que a pessoa melhores em alguns pontos que podem ser melhorados. a pessoa tem que deixar de ser preguiçosa e se cuidar mais sim.

    Bom depois tento desenvolver mais sobre esse assunto.

  • El Hombre

    Esse negócio de se aceitar como é pra mim existem N váriáveis e não pode ser levado a regra. A mulher não precisa parecer uma Deusa ou uma Top Model, mas tem que se cuidar sim, não precisar ser nada de exagerado, mas tem que se manter feminina.

    Agora pegar uma mulher que está vários quilos acima do peso, cabelo zuado, incapaz de conversar 10 minutos, falar pra uma pessoa dessa que ela tem que se aceitar como é, é um atentado a propria pessoa, acho sim que deve se incentivar que a pessoa melhores em alguns pontos que podem ser melhorados. a pessoa tem que deixar de ser preguiçosa e se cuidar mais sim.

    Bom depois tento desenvolver mais sobre esse assunto.

  • http://www.nandiland.blogspot.com nandi

    por isso eu leio a TPM que até já foi melhor, mas continua sendo a melhor.

  • http://www.nandiland.blogspot.com/ nandi

    por isso eu leio a TPM que até já foi melhor, mas continua sendo a melhor.

  • http://www.twitter.com/marconalesso Marco Nalesso

    Fe-no-me-nal!!! Será a salvação do tal jornalismo de “comportamento”? Já tinha desistido de ler um texto desse tipo realmente interessante. Também quero mais textos da Marina aqui!
    É importante notar que a atividade mais inteligente nessa área parece forçar o rompimento das barreiras de gênero: mulheres percebem que o tom das revistas masculinas é mais interessante; revistas, blogs, etc percebem que autoras femininas são mais interessantes, todos percebem que ninguém faz piada ou estilo como os gays… Quem sabe logo poderemos todos juntos trocar idéias sobre sexo, consumo, carreira, “comportamento”, blá? Existe vida para além dessa mídia morta que foi analisada aqui!
    Quanto a Freud, questionar seu pensamento sem justificativas é que é um enorme chavão hoje. O que ele diz, sim, vai muito além dos clichês que a ele se referem por ai, e teva, na verdade, poucos “atualizadores”. Um deles, Lacan, disse: “Vocês é que são lacanianos. Eu sou freudiano”. Mais que atual, o pensamento de Freud ainda tem muito a ser explorado, a exemplo de seus textos que analisam fenômenos de grupo. Apimentar a eterna discussão homem/mulher com ele e tirá-la da mesmisse das bancas, ainda por cima em tom divertido assim, é genial!

  • http://www.twitter.com/marconalesso Marco Nalesso

    Fe-no-me-nal!!! Será a salvação do tal jornalismo de “comportamento”? Já tinha desistido de ler um texto desse tipo realmente interessante. Também quero mais textos da Marina aqui!
    É importante notar que a atividade mais inteligente nessa área parece forçar o rompimento das barreiras de gênero: mulheres percebem que o tom das revistas masculinas é mais interessante; revistas, blogs, etc percebem que autoras femininas são mais interessantes, todos percebem que ninguém faz piada ou estilo como os gays… Quem sabe logo poderemos todos juntos trocar idéias sobre sexo, consumo, carreira, “comportamento”, blá? Existe vida para além dessa mídia morta que foi analisada aqui!
    Quanto a Freud, questionar seu pensamento sem justificativas é que é um enorme chavão hoje. O que ele diz, sim, vai muito além dos clichês que a ele se referem por ai, e teva, na verdade, poucos “atualizadores”. Um deles, Lacan, disse: “Vocês é que são lacanianos. Eu sou freudiano”. Mais que atual, o pensamento de Freud ainda tem muito a ser explorado, a exemplo de seus textos que analisam fenômenos de grupo. Apimentar a eterna discussão homem/mulher com ele e tirá-la da mesmisse das bancas, ainda por cima em tom divertido assim, é genial!

  • http://www.transmutando.blogspot.com/ Alessandra

    Ótimo texto, super inspirador inclusive. Sempre descofiei que o melhor de Freud é o que ele não explica… rs

  • http://www.transmutando.blogspot.com Alessandra

    Ótimo texto, super inspirador inclusive. Sempre descofiei que o melhor de Freud é o que ele não explica… rs

  • http://www.nandiland.blogspot.com/ nandi

    Gitti,

    vou responder a uma de suas perguntas, de metida mesmo, pq ninguém me perguntou nada =).

    existe amizade entre mulheres, amizade de chorar em ombro alheio, de falar verdades duras, de espremer furúnculo em bunda alheia. não sou homem, então a visão que eu tenho da amizade masculina é baseada na amizade que eu tenho com os homens e no que eu vejo da relação dos meus amigos. mas acredito que é igual nos dois casos. existem muitos colegas, parceiros de choppe e de balada e poucos amigos. mas amigo qd é de verdade é pra valer, venha ele com cromossoma X Y ou Z.

    já agora respondo a outra: existe sim revista feminina feita por gente com mais de 2 neuronios. é a TPM (trip para mulheres), uma derivação da revista masculina TRIP, depois q eles descobriram q uma parte importante dos leitores eram na verdade leitorAs.
    hmm… será q PdH ainda vai dar origem ao PdM? =)

  • http://www.nandiland.blogspot.com nandi

    Gitti,

    vou responder a uma de suas perguntas, de metida mesmo, pq ninguém me perguntou nada =).

    existe amizade entre mulheres, amizade de chorar em ombro alheio, de falar verdades duras, de espremer furúnculo em bunda alheia. não sou homem, então a visão que eu tenho da amizade masculina é baseada na amizade que eu tenho com os homens e no que eu vejo da relação dos meus amigos. mas acredito que é igual nos dois casos. existem muitos colegas, parceiros de choppe e de balada e poucos amigos. mas amigo qd é de verdade é pra valer, venha ele com cromossoma X Y ou Z.

    já agora respondo a outra: existe sim revista feminina feita por gente com mais de 2 neuronios. é a TPM (trip para mulheres), uma derivação da revista masculina TRIP, depois q eles descobriram q uma parte importante dos leitores eram na verdade leitorAs.
    hmm… será q PdH ainda vai dar origem ao PdM? =)

  • Manuel T.

    “Deste jeito, ao meu ver, o caminho para novas revistas femininas seria …”

    puts, ta no lugar certo esse texto? o.O

  • Manuel T.

    “Deste jeito, ao meu ver, o caminho para novas revistas femininas seria …”

    puts, ta no lugar certo esse texto? o.O

  • Maria

    Genial seu texto… Lemantável a quantidade de mulheres que se matam pra se encaixar naquele padrão de ‘mulher perfeita’. Incrível como revistas que acabam com a autoestima de quem as lê vendam tanto…

    Eventualmente enquanto espero pra fazer as unhas ‘vejo as figurinhas’ de um exemplar desses, mesmo tento um nível de autoestima que varia entre ‘alto’ e ‘muito alto’ termino a atividade com a sensação de que sou feia, gorda, burra, pobre e péssima de cama… Em minutos desisto de me matar e volto ao normal…

    Adorei a pergunta do Gitti, estou eu tentando respondê-la…

  • Maria

    Genial seu texto… Lemantável a quantidade de mulheres que se matam pra se encaixar naquele padrão de ‘mulher perfeita’. Incrível como revistas que acabam com a autoestima de quem as lê vendam tanto…

    Eventualmente enquanto espero pra fazer as unhas ‘vejo as figurinhas’ de um exemplar desses, mesmo tento um nível de autoestima que varia entre ‘alto’ e ‘muito alto’ termino a atividade com a sensação de que sou feia, gorda, burra, pobre e péssima de cama… Em minutos desisto de me matar e volto ao normal…

    Adorei a pergunta do Gitti, estou eu tentando respondê-la…

  • Carol

    Supremo esse post.

    Eu encontrei o “papo de homem” através do não2não1 do Gitti que, por sua vez, encontrei no yahoo! posts.
    Fiquei totalmente, humm sei lá, feliz, acho q é a palavra, com o conteúdo do papo de homem. Hoje, faz parte dos meus favoritos e todo dia estou dando uma lida por aqui, exatamente por ser diferente, sair do lugar-comum.
    Odeio com todas as minhas forças a Nova, huahauhau acho artificial, nunca li a TPM depois da indicação da Débora vou dar uma lida. Leio a Womens Health pelas dicas de fitness e nutrição… sobre relacionamentos deixa a desejar.
    O que eu sinto disso tudo é pra quem está em formação (ou não) essas revistas realizam uma lavagem cerebral terrível, nunca seremos com aquelas mulheres P-E-R-F-E-I-T-A-S da capa e isso gera um frustração violenta. É meio triste, sei lá, acho que também sou meio frustrada… minha adolescência foi lendo a Capricho, kkkkk.
    Adorei seu post, Marina.
    P.S. Quero ler a resposta para o Gitti, fiquei curiosa tb. Essa relação de amizade homensXmulheres… confesso que uma amizade sincera, cúmplice entre mulheres não é tão forte se comparada a eles. (Eu acho)

  • Carol

    Supremo esse post.

    Eu encontrei o “papo de homem” através do não2não1 do Gitti que, por sua vez, encontrei no yahoo! posts.
    Fiquei totalmente, humm sei lá, feliz, acho q é a palavra, com o conteúdo do papo de homem. Hoje, faz parte dos meus favoritos e todo dia estou dando uma lida por aqui, exatamente por ser diferente, sair do lugar-comum.
    Odeio com todas as minhas forças a Nova, huahauhau acho artificial, nunca li a TPM depois da indicação da Débora vou dar uma lida. Leio a Womens Health pelas dicas de fitness e nutrição… sobre relacionamentos deixa a desejar.
    O que eu sinto disso tudo é pra quem está em formação (ou não) essas revistas realizam uma lavagem cerebral terrível, nunca seremos com aquelas mulheres P-E-R-F-E-I-T-A-S da capa e isso gera um frustração violenta. É meio triste, sei lá, acho que também sou meio frustrada… minha adolescência foi lendo a Capricho, kkkkk.
    Adorei seu post, Marina.
    P.S. Quero ler a resposta para o Gitti, fiquei curiosa tb. Essa relação de amizade homensXmulheres… confesso que uma amizade sincera, cúmplice entre mulheres não é tão forte se comparada a eles. (Eu acho)

  • Francesco

    “O desenvolvimento inicial dos dois é igual: ambos inicialmente desejam a mãe, que é a provedora de cuidados. A diferença básica é a de que, enquanto o homem é definido pelo seu pênis, a mulher é definida pela ausência dele; a mulher, portanto, É DEFINIDA PELO NEGATIVO. E aí, enquanto o desenvolvimento normal do menino implica que ele se identifique com o pai porque ele é o objeto de amor da mãe e possuidor do falo, a menina tem de renunciar ao amor pela mãe e passar a desejar o pai, pois faz parte do desenvolvimento sexual da mulher ter de atrair o falo.”

    Foi só eu que achei isso um completo charlatanismo?

  • Francesco

    “O desenvolvimento inicial dos dois é igual: ambos inicialmente desejam a mãe, que é a provedora de cuidados. A diferença básica é a de que, enquanto o homem é definido pelo seu pênis, a mulher é definida pela ausência dele; a mulher, portanto, É DEFINIDA PELO NEGATIVO. E aí, enquanto o desenvolvimento normal do menino implica que ele se identifique com o pai porque ele é o objeto de amor da mãe e possuidor do falo, a menina tem de renunciar ao amor pela mãe e passar a desejar o pai, pois faz parte do desenvolvimento sexual da mulher ter de atrair o falo.”

    Foi só eu que achei isso um completo charlatanismo?

  • http://papodehomem.com.br/author/fabiobergamo/ Fábio Bergamo

    Muito bom texto Marina.
    Parabéns!!!!

    Continue colaborando com o Papo de homem.

    • Polianavanaine

      ata isso e uma bobeira çl];[

  • http://papodehomem.com.br/author/fabiobergamo/ Fábio Bergamo

    Muito bom texto Marina.
    Parabéns!!!!

    Continue colaborando com o Papo de homem.

  • Adrian Sial

    muito bom, gostei mesmo

  • Adrian Sial

    muito bom, gostei mesmo

  • Dr. Firmino Sabe Quase Tudo da

    muié feia é igual jumento, só o dono que procura

  • Dr. Firmino Sabe Quase Tudo da Silva

    muié feia é igual jumento, só o dono que procura

  • Daniel

    texto muito bom, nem parece que foi escrito por uma mulher ;)

  • Daniel

    texto muito bom, nem parece que foi escrito por uma mulher ;)

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Fala Daniel!

    “nem parece que foi escrito por uma mulher”

    Por que não parece? Fiquei curioso.

    Abraço!

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Fala Daniel!

    “nem parece que foi escrito por uma mulher”

    Por que não parece? Fiquei curioso.

    Abraço!

  • WBM

    Parabéns Graminha. Falou tudo hein?

  • WBM

    Parabéns Graminha. Falou tudo hein?

  • http://www.guilhermevarella.blogspot.com/ Guilherme Varella

    Marina, impressionante o texto. Na verdade, admirável o poder de síntese e de fusão de algumas linguagens, ainda mais num campo tão difícil quanto o da análise da feminilidade. Explicar o elemento unificador negativo da mulher, usando Martinho da Vila para explicar o Freud é algo sensacional.

    Sobre a imagem, Eugenio Bucci explicava o fenômeno televisivo como a “compra das retinas” dos telespectadores. Ficando apenas na imagem da mulher vendida por essas revistas femininas, fica a pergunta: como as donas das retinas podem vedê-las tão barato?

    Ótima análise. Parabéns!

  • http://www.guilhermevarella.blogspot.com Guilherme Varella

    Marina, impressionante o texto. Na verdade, admirável o poder de síntese e de fusão de algumas linguagens, ainda mais num campo tão difícil quanto o da análise da feminilidade. Explicar o elemento unificador negativo da mulher, usando Martinho da Vila para explicar o Freud é algo sensacional.

    Sobre a imagem, Eugenio Bucci explicava o fenômeno televisivo como a “compra das retinas” dos telespectadores. Ficando apenas na imagem da mulher vendida por essas revistas femininas, fica a pergunta: como as donas das retinas podem vedê-las tão barato?

    Ótima análise. Parabéns!

  • http://twitter.com/alessandrofomm Alessandro

    Excelente texto.

    Mas análise não serve apenas para o sexo feminino não. É aplicável para todos, eu mesmo conheço um monte de marmanjo que se a TV e as revistas mandarem pular num poço pulam…

  • http://twitter.com/alessandrofomm Alessandro

    Excelente texto.

    Mas análise não serve apenas para o sexo feminino não. É aplicável para todos, eu mesmo conheço um monte de marmanjo que se a TV e as revistas mandarem pular num poço pulam…

  • Marina Graminha Cury

    Ei pessoal,

    gostaria de agradecer todos os posts. Foi a primeira vez que escrevi na net, estou acostumada a escrever textos acadêmicos que poucas pessoas lêem… então foi muito legal ter o feedback!
    Bom, Gustavo, pensei agora quando li seu post: eu acho que a amizade entre homens e mulheres é realmente diferente, e não sei se para mlehor ou para pior: é só diferente.
    Mas acho que as mulheres são mais competitivas sim, e acho que isso pode ter a ver com o próprio desenvolvimento da mulher: ela compete com a mãe pelo desejo do pai (mas isso é pauta para o próximo texto, né?).
    Quanto a revistas que fogem deste padrão, não acho que tenha nehuma que se paute no bom humor e na irrevrência (não no Brasil, mas tenho uma amiga que me garantiu que as inglesas são assim… mas não sei).
    E eu esperava mais da TPm, para falar a verdade, porque a TRIP é super bem-humorada… mas a TPM me dá uma sensação de que é uma TRIP “enbonecada”, sabe? Que eles mudam a linguagem para não pegar “muito pesado com as meninas”…
    Mas quando estou na sala de um consultório com opções de escolha, geralmente escolho a GLOSS. Acho ela das ‘melhorzinhas”. Não é bem humorada, até poderiam explorar isto, mas as matérias de comportamento, que acabo lendo mais, porque tem mais a ver com minha área são bem bacanas. Teve uma sobre levar um pé na bunda que achei bem respeitosa: diferente da NOVA que mandaria a mulher caprichar no “make up” (que, aliás, nas dicas deles custa mais de 500, porque é tudo da clinique ou sei lá que marca francesa) e ir para balada esnobar o ex, a GLOSS escreveu uma materia dizendo que é difícil mesmo e que cada um tem seu tempo de “recuperação”. Achei mais realista, menos faz-de-conta, sabe?
    Mas longe de ser a revista ideal…
    Quanto ao Freud, desculpa, mas discordo que seja desatualizado…

  • Marina Graminha Cury

    Ei pessoal,

    gostaria de agradecer todos os posts. Foi a primeira vez que escrevi na net, estou acostumada a escrever textos acadêmicos que poucas pessoas lêem… então foi muito legal ter o feedback!
    Bom, Gustavo, pensei agora quando li seu post: eu acho que a amizade entre homens e mulheres é realmente diferente, e não sei se para mlehor ou para pior: é só diferente.
    Mas acho que as mulheres são mais competitivas sim, e acho que isso pode ter a ver com o próprio desenvolvimento da mulher: ela compete com a mãe pelo desejo do pai (mas isso é pauta para o próximo texto, né?).
    Quanto a revistas que fogem deste padrão, não acho que tenha nehuma que se paute no bom humor e na irrevrência (não no Brasil, mas tenho uma amiga que me garantiu que as inglesas são assim… mas não sei).
    E eu esperava mais da TPm, para falar a verdade, porque a TRIP é super bem-humorada… mas a TPM me dá uma sensação de que é uma TRIP “enbonecada”, sabe? Que eles mudam a linguagem para não pegar “muito pesado com as meninas”…
    Mas quando estou na sala de um consultório com opções de escolha, geralmente escolho a GLOSS. Acho ela das ‘melhorzinhas”. Não é bem humorada, até poderiam explorar isto, mas as matérias de comportamento, que acabo lendo mais, porque tem mais a ver com minha área são bem bacanas. Teve uma sobre levar um pé na bunda que achei bem respeitosa: diferente da NOVA que mandaria a mulher caprichar no “make up” (que, aliás, nas dicas deles custa mais de 500, porque é tudo da clinique ou sei lá que marca francesa) e ir para balada esnobar o ex, a GLOSS escreveu uma materia dizendo que é difícil mesmo e que cada um tem seu tempo de “recuperação”. Achei mais realista, menos faz-de-conta, sabe?
    Mas longe de ser a revista ideal…
    Quanto ao Freud, desculpa, mas discordo que seja desatualizado…

  • gui

    uau…até referencia bibliográfica…show! só acho que podia colocar link né…é a vantagem da internet. hiperlinks. sinto muito a falta disso em periódicos.
    mas, Parabens Gatinha.
    no mais, acho q vc prova o tanto que a sociedade ainda é machista…
    eu inclusive iria além. será q a sociedade algum dia não será machista em algum ponto? afinal, vcs nascem e já tem a definição do negativo, não?
    eu acho q vcs tao ferradas…rsrsrs

  • gui

    uau…até referencia bibliográfica…show! só acho que podia colocar link né…é a vantagem da internet. hiperlinks. sinto muito a falta disso em periódicos.
    mas, Parabens Gatinha.
    no mais, acho q vc prova o tanto que a sociedade ainda é machista…
    eu inclusive iria além. será q a sociedade algum dia não será machista em algum ponto? afinal, vcs nascem e já tem a definição do negativo, não?
    eu acho q vcs tao ferradas…rsrsrs

  • Leonardo

    Desse texto ainda surgiu uma bela (e talvez maquiavélica) idéia: uma revista pra mulheres escrita por homens! Idéia quente, hein.

  • Leonardo

    Desse texto ainda surgiu uma bela (e talvez maquiavélica) idéia: uma revista pra mulheres escrita por homens! Idéia quente, hein.

  • Leonardo

    Desse texto ainda surgiu uma bela (e talvez maquiavélica) idéia: uma revista pra mulheres escrita por homens! Idéia quente, hein.

  • Vivi Catugy

    C-E-R-T-I-S-S-I-M-A! Com todas as letras! BJS…

  • Vivi Catugy

    C-E-R-T-I-S-S-I-M-A! Com todas as letras! BJS…

  • Vivi Catugy

    C-E-R-T-I-S-S-I-M-A! Com todas as letras! BJS…

  • Louise

    Esse com certeza é um dos melhores posts daqui. Já li todos os tipos de revistas para garotas adolescentes e, agora (tenho que me convencer dos 21 anos), para mulheres adultas e reafirmo o que disseram anteriormente sobre as revistas femininas apresentarem conteúdo mal escrito e “independent woman do Paraguai”. Vira e mexe ainda folheio (especialmente no jornaleiro aqui perto de casa que odeia quem folheia e não compra) algumas matérias de beleza e moda, mas as comportamentais passo batido (a não ser aquelas que acendem uma lâmpada no lado antropológico do meu cerébro). Falta sinceridade, cuidado, cientificidade, naturalidade e realidade nas revistas femininas. Nesse sentido, sinto-me muito mais próxima da Papo de Homem e Não2Não 1 do que as publicações que supostamente são voltadas para mim.

    Entendo perfeitamente a explicação de Freud, mas eu nunca consigo achá-la suficiente. Pode até ser presunção minha, porque na verdade faz todo o sentido o que ele diz, mas fazer sentido às vezes é mero jogo de premissas coerentes. Acho que a ausência de falo não deveria definir a mulher como não possuidora de um elemento unificador, todas serem “igualmente” diferentes umas das outras não seria ter algo em comum?

    Posso parecer simplista demais agora, mas o fato de que o homem (ser humano, pra quem não manja dessas literaturas) é um animal social reflete nisso tudo que está sendo discutido: parceiro para procriar = casamento, leoas disputando pelo único leão do bando = mulheres deixando a amizade entre si se abalar por causa de homem, pavões dançando e mostrando o leque de plumas = melhor partido será objeto da inimizade mencionada antes da última vírgula…

    Estou falando isso não querendo invalidar a discussão do “por que precisa ser assim?! “, acho super interessante e importante, meu comentário foi para esse lado só para demonstrar como esses questionamentos me soam, às vezes, tanto como “por que o céu é azul?”. hehe

    Mas retornando ao que eu queria dizer… Espero que esse tópico seja um bom ponto de discussão e de mudanças para dominarem o futuro das revistas femininas. =)

  • Louise

    Esse com certeza é um dos melhores posts daqui. Já li todos os tipos de revistas para garotas adolescentes e, agora (tenho que me convencer dos 21 anos), para mulheres adultas e reafirmo o que disseram anteriormente sobre as revistas femininas apresentarem conteúdo mal escrito e “independent woman do Paraguai”. Vira e mexe ainda folheio (especialmente no jornaleiro aqui perto de casa que odeia quem folheia e não compra) algumas matérias de beleza e moda, mas as comportamentais passo batido (a não ser aquelas que acendem uma lâmpada no lado antropológico do meu cerébro). Falta sinceridade, cuidado, cientificidade, naturalidade e realidade nas revistas femininas. Nesse sentido, sinto-me muito mais próxima da Papo de Homem e Não2Não 1 do que as publicações que supostamente são voltadas para mim.

    Entendo perfeitamente a explicação de Freud, mas eu nunca consigo achá-la suficiente. Pode até ser presunção minha, porque na verdade faz todo o sentido o que ele diz, mas fazer sentido às vezes é mero jogo de premissas coerentes. Acho que a ausência de falo não deveria definir a mulher como não possuidora de um elemento unificador, todas serem “igualmente” diferentes umas das outras não seria ter algo em comum?

    Posso parecer simplista demais agora, mas o fato de que o homem (ser humano, pra quem não manja dessas literaturas) é um animal social reflete nisso tudo que está sendo discutido: parceiro para procriar = casamento, leoas disputando pelo único leão do bando = mulheres deixando a amizade entre si se abalar por causa de homem, pavões dançando e mostrando o leque de plumas = melhor partido será objeto da inimizade mencionada antes da última vírgula…

    Estou falando isso não querendo invalidar a discussão do “por que precisa ser assim?! “, acho super interessante e importante, meu comentário foi para esse lado só para demonstrar como esses questionamentos me soam, às vezes, tanto como “por que o céu é azul?”. hehe

    Mas retornando ao que eu queria dizer… Espero que esse tópico seja um bom ponto de discussão e de mudanças para dominarem o futuro das revistas femininas. =)

  • Louise

    Esse com certeza é um dos melhores posts daqui. Já li todos os tipos de revistas para garotas adolescentes e, agora (tenho que me convencer dos 21 anos), para mulheres adultas e reafirmo o que disseram anteriormente sobre as revistas femininas apresentarem conteúdo mal escrito e “independent woman do Paraguai”. Vira e mexe ainda folheio (especialmente no jornaleiro aqui perto de casa que odeia quem folheia e não compra) algumas matérias de beleza e moda, mas as comportamentais passo batido (a não ser aquelas que acendem uma lâmpada no lado antropológico do meu cerébro). Falta sinceridade, cuidado, cientificidade, naturalidade e realidade nas revistas femininas. Nesse sentido, sinto-me muito mais próxima da Papo de Homem e Não2Não 1 do que as publicações que supostamente são voltadas para mim.

    Entendo perfeitamente a explicação de Freud, mas eu nunca consigo achá-la suficiente. Pode até ser presunção minha, porque na verdade faz todo o sentido o que ele diz, mas fazer sentido às vezes é mero jogo de premissas coerentes. Acho que a ausência de falo não deveria definir a mulher como não possuidora de um elemento unificador, todas serem “igualmente” diferentes umas das outras não seria ter algo em comum?

    Posso parecer simplista demais agora, mas o fato de que o homem (ser humano, pra quem não manja dessas literaturas) é um animal social reflete nisso tudo que está sendo discutido: parceiro para procriar = casamento, leoas disputando pelo único leão do bando = mulheres deixando a amizade entre si se abalar por causa de homem, pavões dançando e mostrando o leque de plumas = melhor partido será objeto da inimizade mencionada antes da última vírgula…

    Estou falando isso não querendo invalidar a discussão do “por que precisa ser assim?! “, acho super interessante e importante, meu comentário foi para esse lado só para demonstrar como esses questionamentos me soam, às vezes, tanto como “por que o céu é azul?”. hehe

    Mas retornando ao que eu queria dizer… Espero que esse tópico seja um bom ponto de discussão e de mudanças para dominarem o futuro das revistas femininas. =)

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Louise, é por causa de leitoras como você e comentários como esse que dá gosto de participar do PdH.

    Hoje estamos em um momento curioso: nunca foi tão fácil termos nossa própria revista. Então penso que, assim que tivermos uma massa crítica de mulheres como você, uma bela revista feminina não será feita para esse mercado emergente. Não, ela nascerá de dentro desse grupo de mulheres.

    Eu estou pra ver uma publicação ser feita com o olhar feminino, não com o olhar masculino projetado em mulheres (tanto as produtoras quanto as leitoras). Isso não significa necessariamente uma capa com homens pelados, mas feita para o olhar feminino mesmo. Alguém que venha de vocês pra vocês, o que já acontece mais facilmente com os homens.

    Sobre isso, recomendo esse documentário italiano que mostra como as propagandas e programas de TV são feitos para o olhar masculino, mesmo quando o produto é para uso das mulheres. Impressionante:

    http://www.ilcorpodelledonne.net/?page_id=209

    Beijo.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Louise, é por causa de leitoras como você e comentários como esse que dá gosto de participar do PdH.

    Hoje estamos em um momento curioso: nunca foi tão fácil termos nossa própria revista. Então penso que, assim que tivermos uma massa crítica de mulheres como você, uma bela revista feminina não será feita para esse mercado emergente. Não, ela nascerá de dentro desse grupo de mulheres.

    Eu estou pra ver uma publicação ser feita com o olhar feminino, não com o olhar masculino projetado em mulheres (tanto as produtoras quanto as leitoras). Isso não significa necessariamente uma capa com homens pelados, mas feita para o olhar feminino mesmo. Alguém que venha de vocês pra vocês, o que já acontece mais facilmente com os homens.

    Sobre isso, recomendo esse documentário italiano que mostra como as propagandas e programas de TV são feitos para o olhar masculino, mesmo quando o produto é para uso das mulheres. Impressionante:

    http://www.ilcorpodelledonne.net/?page_id=209

    Beijo.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Louise, é por causa de leitoras como você e comentários como esse que dá gosto de participar do PdH.

    Hoje estamos em um momento curioso: nunca foi tão fácil termos nossa própria revista. Então penso que, assim que tivermos uma massa crítica de mulheres como você, uma bela revista feminina não será feita para esse mercado emergente. Não, ela nascerá de dentro desse grupo de mulheres.

    Eu estou pra ver uma publicação ser feita com o olhar feminino, não com o olhar masculino projetado em mulheres (tanto as produtoras quanto as leitoras). Isso não significa necessariamente uma capa com homens pelados, mas feita para o olhar feminino mesmo. Alguém que venha de vocês pra vocês, o que já acontece mais facilmente com os homens.

    Sobre isso, recomendo esse documentário italiano que mostra como as propagandas e programas de TV são feitos para o olhar masculino, mesmo quando o produto é para uso das mulheres. Impressionante:

    http://www.ilcorpodelledonne.net/?page_id=209

    Beijo.

  • Louise

    Ah e pensei em mais umas coisas agora (só que menos viajantes hehe).

    Ser mulher não é nada fácil e toda vez ter alguma coisa que parece dizer que você ainda não é uma mulher linda, inteligente e resolvida o suficiente enche o meu falo imaginário e acredito que de todas as mulheres (apesar de nem todas terem se dado conta disso).
    Vou falar uma coisa que já pensei várias por aí olhando pro nada pela janela do ônibus: minha maneira de lidar com os homens e com a vida como um todo teria sido bem diferente se a Papo de Homem estivesse aí desde os meus 12 anos e a “primeira onda” dos blogs (lembram do blig, nos idos de 2000?). Essa afirmação não é mero puxa-saquismo, é o tipo de sensação/pensamento que uma revista de comportamento deveria despertar no leitor. O problema é social, mas poderia até rumar para a resolução mais fácil se algumas pessoas perderam a aula de marketing/administração que ensinava o que era visão/missão de uma empresa. =O

  • Louise

    Ah e pensei em mais umas coisas agora (só que menos viajantes hehe).

    Ser mulher não é nada fácil e toda vez ter alguma coisa que parece dizer que você ainda não é uma mulher linda, inteligente e resolvida o suficiente enche o meu falo imaginário e acredito que de todas as mulheres (apesar de nem todas terem se dado conta disso).
    Vou falar uma coisa que já pensei várias por aí olhando pro nada pela janela do ônibus: minha maneira de lidar com os homens e com a vida como um todo teria sido bem diferente se a Papo de Homem estivesse aí desde os meus 12 anos e a “primeira onda” dos blogs (lembram do blig, nos idos de 2000?). Essa afirmação não é mero puxa-saquismo, é o tipo de sensação/pensamento que uma revista de comportamento deveria despertar no leitor. O problema é social, mas poderia até rumar para a resolução mais fácil se algumas pessoas perderam a aula de marketing/administração que ensinava o que era visão/missão de uma empresa. =O

  • Louise

    Ah e pensei em mais umas coisas agora (só que menos viajantes hehe).

    Ser mulher não é nada fácil e toda vez ter alguma coisa que parece dizer que você ainda não é uma mulher linda, inteligente e resolvida o suficiente enche o meu falo imaginário e acredito que de todas as mulheres (apesar de nem todas terem se dado conta disso).
    Vou falar uma coisa que já pensei várias por aí olhando pro nada pela janela do ônibus: minha maneira de lidar com os homens e com a vida como um todo teria sido bem diferente se a Papo de Homem estivesse aí desde os meus 12 anos e a “primeira onda” dos blogs (lembram do blig, nos idos de 2000?). Essa afirmação não é mero puxa-saquismo, é o tipo de sensação/pensamento que uma revista de comportamento deveria despertar no leitor. O problema é social, mas poderia até rumar para a resolução mais fácil se algumas pessoas perderam a aula de marketing/administração que ensinava o que era visão/missão de uma empresa. =O

  • Beto

    Marina diz: sorry, guys, mas ser única é realmente uma característica do feminino.

    O texto foi ótimo… se vc não tivesse dado essa cutucadinha típica da ‘velha mulher’ eu teria achado perfeito. Mas não se pode agradar todos né?

    Ótimo texto.. Parabéns!

  • Beto

    Marina diz: sorry, guys, mas ser única é realmente uma característica do feminino.

    O texto foi ótimo… se vc não tivesse dado essa cutucadinha típica da ‘velha mulher’ eu teria achado perfeito. Mas não se pode agradar todos né?

    Ótimo texto.. Parabéns!

  • Beto

    Marina diz: sorry, guys, mas ser única é realmente uma característica do feminino.

    O texto foi ótimo… se vc não tivesse dado essa cutucadinha típica da ‘velha mulher’ eu teria achado perfeito. Mas não se pode agradar todos né?

    Ótimo texto.. Parabéns!

  • Louise

    desculpa (corrigindo a antepenúltima frase) *se algumas pessoas não tivessem perdido.

    Eee, Gitti me respondeu! hehe Estou feliz porque geralmente não ninguém online quando eu estou comentando. hehe

    Consegui visualizar exatamente o que você disse. =) As autoras daqui são muito boas e boa parte da leitoras também acrescentam bastante aos posts. Quando eu comecei a visitar a revista eu cheguei a achar esquisito a existência de uma coluna feminina, mas com o tempo fui sacando a razão de ser da PdH e realmente gostei. Torcendo para que tudo isso ocorra num futuro próximo. O crescimento do Ladies Room é muito mais revolucionário do que queimar sutiã. hahaha

    Assistirei esse documentário! Ai, meu Deus, agora que não vou dormir! haha

  • Louise

    desculpa (corrigindo a antepenúltima frase) *se algumas pessoas não tivessem perdido.

    Eee, Gitti me respondeu! hehe Estou feliz porque geralmente não ninguém online quando eu estou comentando. hehe

    Consegui visualizar exatamente o que você disse. =) As autoras daqui são muito boas e boa parte da leitoras também acrescentam bastante aos posts. Quando eu comecei a visitar a revista eu cheguei a achar esquisito a existência de uma coluna feminina, mas com o tempo fui sacando a razão de ser da PdH e realmente gostei. Torcendo para que tudo isso ocorra num futuro próximo. O crescimento do Ladies Room é muito mais revolucionário do que queimar sutiã. hahaha

    Assistirei esse documentário! Ai, meu Deus, agora que não vou dormir! haha

  • Louise

    desculpa (corrigindo a antepenúltima frase) *se algumas pessoas não tivessem perdido.

    Eee, Gitti me respondeu! hehe Estou feliz porque geralmente não ninguém online quando eu estou comentando. hehe

    Consegui visualizar exatamente o que você disse. =) As autoras daqui são muito boas e boa parte da leitoras também acrescentam bastante aos posts. Quando eu comecei a visitar a revista eu cheguei a achar esquisito a existência de uma coluna feminina, mas com o tempo fui sacando a razão de ser da PdH e realmente gostei. Torcendo para que tudo isso ocorra num futuro próximo. O crescimento do Ladies Room é muito mais revolucionário do que queimar sutiã. hahaha

    Assistirei esse documentário! Ai, meu Deus, agora que não vou dormir! haha

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    “sorry, guys, mas ser única é realmente uma característica do feminino.”

    Marina, manda algum link pra lermos sobre isso.

    Eu confesso que já li em livros de psicanálise e mais especificamente num da Malvine Zalcberg, só que é o tipo da coisa que eu não saberia explicar do zero numa conversa de bar.

    Valeu!

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    “sorry, guys, mas ser única é realmente uma característica do feminino.”

    Marina, manda algum link pra lermos sobre isso.

    Eu confesso que já li em livros de psicanálise e mais especificamente num da Malvine Zalcberg, só que é o tipo da coisa que eu não saberia explicar do zero numa conversa de bar.

    Valeu!

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    “sorry, guys, mas ser única é realmente uma característica do feminino.”

    Marina, manda algum link pra lermos sobre isso.

    Eu confesso que já li em livros de psicanálise e mais especificamente num da Malvine Zalcberg, só que é o tipo da coisa que eu não saberia explicar do zero numa conversa de bar.

    Valeu!

  • http://www.twitter.com/sosantos Susana

    hahahahaha “planos infalíveis do Cebolinha”
    Adorei o post, muito bom, parabéns.

  • http://www.twitter.com/sosantos Susana

    hahahahaha “planos infalíveis do Cebolinha”
    Adorei o post, muito bom, parabéns.

  • http://www.twitter.com/sosantos Susana

    hahahahaha “planos infalíveis do Cebolinha”
    Adorei o post, muito bom, parabéns.

  • Daniel

    Gitti,
    Meu comentário foi mais uma simples brincadeira/provocação “machista”.

    é que eu sempre me interessei por psicologia e cheguei a cursar, e mulheres do meio constumam ser meio “histéricas”.Isso acontece por necessidade de auto-afirmação, preconceitos e condescendência em relação aos próprios vícios.Mas até onde eu sei, isso não são características típicas de mulheres dessa área, e sim do ser humano comum.O que acontece é que algumas dessas mulheres com diploma ganham o direito de sair espalhando seus preconceitos por aí como se fosse a mais absoluta verdade.

    A brincadeira foi só na generalização em dizer que um texto de opinião ponderada não podia vir de uma mulher.Alías, os recentes textos feminos do pdh, como o da meditação e o da economista (minha área, atualmente), tão muito bons.

    PS:Gitti, tenho uma proposta a te fazer em que eu ganho e tu nem perde nada :) , tem a ver com essa minha resposta

  • Daniel

    Gitti,
    Meu comentário foi mais uma simples brincadeira/provocação “machista”.

    é que eu sempre me interessei por psicologia e cheguei a cursar, e mulheres do meio constumam ser meio “histéricas”.Isso acontece por necessidade de auto-afirmação, preconceitos e condescendência em relação aos próprios vícios.Mas até onde eu sei, isso não são características típicas de mulheres dessa área, e sim do ser humano comum.O que acontece é que algumas dessas mulheres com diploma ganham o direito de sair espalhando seus preconceitos por aí como se fosse a mais absoluta verdade.

    A brincadeira foi só na generalização em dizer que um texto de opinião ponderada não podia vir de uma mulher.Alías, os recentes textos feminos do pdh, como o da meditação e o da economista (minha área, atualmente), tão muito bons.

    PS:Gitti, tenho uma proposta a te fazer em que eu ganho e tu nem perde nada :) , tem a ver com essa minha resposta

  • Daniel

    Gitti,
    Meu comentário foi mais uma simples brincadeira/provocação “machista”.

    é que eu sempre me interessei por psicologia e cheguei a cursar, e mulheres do meio constumam ser meio “histéricas”.Isso acontece por necessidade de auto-afirmação, preconceitos e condescendência em relação aos próprios vícios.Mas até onde eu sei, isso não são características típicas de mulheres dessa área, e sim do ser humano comum.O que acontece é que algumas dessas mulheres com diploma ganham o direito de sair espalhando seus preconceitos por aí como se fosse a mais absoluta verdade.

    A brincadeira foi só na generalização em dizer que um texto de opinião ponderada não podia vir de uma mulher.Alías, os recentes textos feminos do pdh, como o da meditação e o da economista (minha área, atualmente), tão muito bons.

    PS:Gitti, tenho uma proposta a te fazer em que eu ganho e tu nem perde nada :) , tem a ver com essa minha resposta

  • Daniel

    “Isso não significa necessariamente uma capa com homens pelados”

    e uma publicação assim seria algo feito de uma perspectiva muito masculina, atrairia mais homens gays do que mulheres

  • Daniel

    “Isso não significa necessariamente uma capa com homens pelados”

    e uma publicação assim seria algo feito de uma perspectiva muito masculina, atrairia mais homens gays do que mulheres

  • Daniel

    “Isso não significa necessariamente uma capa com homens pelados”

    e uma publicação assim seria algo feito de uma perspectiva muito masculina, atrairia mais homens gays do que mulheres

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Manda!

    Se preferir: gitti arroba papodehomem.com.br

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Manda!

    Se preferir: gitti arroba papodehomem.com.br

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Manda!

    Se preferir: gitti arroba papodehomem.com.br

  • http://www.blogatoa.com/ Erik Paixão

    Mas ainda acho que o grande “problema” feminino é a alta competitividade entre elas. Incrível isso.

    As capas de revistas femininas tem mulheres pelo simples fato de que elas preferem se comparar a ver corpos femininos. É a velha história do “elas se arrumam para outras mulheres e não para homens”, só que em nova versão.

    Elas não ligam se o seu homem é bonito, tem dinheiro, carro do ano ou coisas assim, mas se as amigas dela acham que seu homem tem dinheiro, carro… é tudo competição.

    Lógico que isso pode ser convertido em qualidade (as aspas lá em cima não me deixam mentir). Infelizmente às vezes elas vão longe demais.

  • http://www.blogatoa.com/ Erik Paixão

    Mas ainda acho que o grande “problema” feminino é a alta competitividade entre elas. Incrível isso.

    As capas de revistas femininas tem mulheres pelo simples fato de que elas preferem se comparar a ver corpos femininos. É a velha história do “elas se arrumam para outras mulheres e não para homens”, só que em nova versão.

    Elas não ligam se o seu homem é bonito, tem dinheiro, carro do ano ou coisas assim, mas se as amigas dela acham que seu homem tem dinheiro, carro… é tudo competição.

    Lógico que isso pode ser convertido em qualidade (as aspas lá em cima não me deixam mentir). Infelizmente às vezes elas vão longe demais.

  • http://www.blogatoa.com Erik Paixão

    Mas ainda acho que o grande “problema” feminino é a alta competitividade entre elas. Incrível isso.

    As capas de revistas femininas tem mulheres pelo simples fato de que elas preferem se comparar a ver corpos femininos. É a velha história do “elas se arrumam para outras mulheres e não para homens”, só que em nova versão.

    Elas não ligam se o seu homem é bonito, tem dinheiro, carro do ano ou coisas assim, mas se as amigas dela acham que seu homem tem dinheiro, carro… é tudo competição.

    Lógico que isso pode ser convertido em qualidade (as aspas lá em cima não me deixam mentir). Infelizmente às vezes elas vão longe demais.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Erik, não é exatamente competição. Ou, pelo menos, esse é só um processo, não a causa do lance.

    Ambos, homens e mulheres, desejamos ser olhados, a gente depende disso pra existir. Mas parece que as mulheres têm uma necessidade maior (a psicanálise aponta alguns motivos pra isso) desse olhar subjetivador.

    Então, nesse sentido, o homem bonito, rico e inteligente não é exatamente desejado por tais atributos mas porque ele pode conquistar e olhar com desejo pra QUALQUER mulher. Então ele é automaticamente desejado: “Se eu for escolhida por esse cara, que poderia ter todas, então é sinal de que sou especial”.

    Essa necessidade por um olhar e por um amor masculino é realmente impressionante.

    Marina, taí uma pauta fenomenal pro seu terceiro texto aqui. ;-)

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Erik, não é exatamente competição. Ou, pelo menos, esse é só um processo, não a causa do lance.

    Ambos, homens e mulheres, desejamos ser olhados, a gente depende disso pra existir. Mas parece que as mulheres têm uma necessidade maior (a psicanálise aponta alguns motivos pra isso) desse olhar subjetivador.

    Então, nesse sentido, o homem bonito, rico e inteligente não é exatamente desejado por tais atributos mas porque ele pode conquistar e olhar com desejo pra QUALQUER mulher. Então ele é automaticamente desejado: “Se eu for escolhida por esse cara, que poderia ter todas, então é sinal de que sou especial”.

    Essa necessidade por um olhar e por um amor masculino é realmente impressionante.

    Marina, taí uma pauta fenomenal pro seu terceiro texto aqui. ;-)

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Erik, não é exatamente competição. Ou, pelo menos, esse é só um processo, não a causa do lance.

    Ambos, homens e mulheres, desejamos ser olhados, a gente depende disso pra existir. Mas parece que as mulheres têm uma necessidade maior (a psicanálise aponta alguns motivos pra isso) desse olhar subjetivador.

    Então, nesse sentido, o homem bonito, rico e inteligente não é exatamente desejado por tais atributos mas porque ele pode conquistar e olhar com desejo pra QUALQUER mulher. Então ele é automaticamente desejado: “Se eu for escolhida por esse cara, que poderia ter todas, então é sinal de que sou especial”.

    Essa necessidade por um olhar e por um amor masculino é realmente impressionante.

    Marina, taí uma pauta fenomenal pro seu terceiro texto aqui. ;-)

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Erik, não é exatamente competição. Ou, pelo menos, esse é só um processo, não a causa do lance.

    Ambos, homens e mulheres, desejamos ser olhados, a gente depende disso pra existir. Mas parece que as mulheres têm uma necessidade maior (a psicanálise aponta alguns motivos pra isso) desse olhar subjetivador.

    Então, nesse sentido, o homem bonito, rico e inteligente não é exatamente desejado por tais atributos mas porque ele pode conquistar e olhar com desejo pra QUALQUER mulher. Então ele é automaticamente desejado: “Se eu for escolhida por esse cara, que poderia ter todas, então é sinal de que sou especial”.

    Essa necessidade por um olhar e por um amor masculino é realmente impressionante.

    Marina, taí uma pauta fenomenal pro seu terceiro texto aqui. ;-)

  • Louise

    “O que acontece é que algumas dessas mulheres com diploma ganham o direito de sair espalhando seus preconceitos por aí como se fosse a mais absoluta verdade.

    A brincadeira foi só na generalização em dizer que um texto de opinião ponderada não podia vir de uma mulher.”

    Homens diplomados (ou não também né) também saem por aí espalhando seus preconceitos, mas as revistas e programas voltados ao público feminino reproduzindo os “valores” de “isso é inveja, amiga”, “amor é isso, sexo é assado”, “fulana de tal faz assim para ser perfeita assim”, entre outros, somado ao fato de que a objetividade masculina é diretamente proporcional a emotividade feminina, exponencia o problema ao ponto de eu nem criar caso com sua brincadeira. hehe
    E concordando com o Erik, sim, somos o exagero personificado. Às vezes para o “bem”, e agora em pauta para o “mau”. =| Se as mulheres voltarem a energia que gastam se comparando as outras no serem elas mesmas, buscando o seu melhor não por outros homens ou mulheres, mas por si mesmas, ah, que bom seria. =)
    Mas é complicado, as mulheres olham outras mulheres em fins de comparação porque há homens que olhem para algumas e digam que elas que são “AS mulheres”. =| E dizer que mulheres resolvidas (de verdade) não se sentem assim é mentira, como seres humanos, dá aquele incômodo e a inevitável pergunta “poxa, e eu?” =/ Incluo-me nessa parcela (mesmo que me sinta assim apenas 0000,1% do tempo).

    “Essa necessidade por um olhar e por um amor masculino é realmente impressionante.”
    As estrelas não deixam de brilhar se ninguém as notar, mas brilhar não ganha um sentido maior se tem que as admire? =)
    (cheguei ao ponto que não sei responder mais com antropologia – vou dar uma relembrada em uns livros de estudos de gênero que eu tenho-, filosofia e menos ainda psicologia. Marina, é com você!)

  • Louise

    “O que acontece é que algumas dessas mulheres com diploma ganham o direito de sair espalhando seus preconceitos por aí como se fosse a mais absoluta verdade.

    A brincadeira foi só na generalização em dizer que um texto de opinião ponderada não podia vir de uma mulher.”

    Homens diplomados (ou não também né) também saem por aí espalhando seus preconceitos, mas as revistas e programas voltados ao público feminino reproduzindo os “valores” de “isso é inveja, amiga”, “amor é isso, sexo é assado”, “fulana de tal faz assim para ser perfeita assim”, entre outros, somado ao fato de que a objetividade masculina é diretamente proporcional a emotividade feminina, exponencia o problema ao ponto de eu nem criar caso com sua brincadeira. hehe
    E concordando com o Erik, sim, somos o exagero personificado. Às vezes para o “bem”, e agora em pauta para o “mau”. =| Se as mulheres voltarem a energia que gastam se comparando as outras no serem elas mesmas, buscando o seu melhor não por outros homens ou mulheres, mas por si mesmas, ah, que bom seria. =)
    Mas é complicado, as mulheres olham outras mulheres em fins de comparação porque há homens que olhem para algumas e digam que elas que são “AS mulheres”. =| E dizer que mulheres resolvidas (de verdade) não se sentem assim é mentira, como seres humanos, dá aquele incômodo e a inevitável pergunta “poxa, e eu?” =/ Incluo-me nessa parcela (mesmo que me sinta assim apenas 0000,1% do tempo).

    “Essa necessidade por um olhar e por um amor masculino é realmente impressionante.”
    As estrelas não deixam de brilhar se ninguém as notar, mas brilhar não ganha um sentido maior se tem que as admire? =)
    (cheguei ao ponto que não sei responder mais com antropologia – vou dar uma relembrada em uns livros de estudos de gênero que eu tenho-, filosofia e menos ainda psicologia. Marina, é com você!)

  • Louise

    “O que acontece é que algumas dessas mulheres com diploma ganham o direito de sair espalhando seus preconceitos por aí como se fosse a mais absoluta verdade.

    A brincadeira foi só na generalização em dizer que um texto de opinião ponderada não podia vir de uma mulher.”

    Homens diplomados (ou não também né) também saem por aí espalhando seus preconceitos, mas as revistas e programas voltados ao público feminino reproduzindo os “valores” de “isso é inveja, amiga”, “amor é isso, sexo é assado”, “fulana de tal faz assim para ser perfeita assim”, entre outros, somado ao fato de que a objetividade masculina é diretamente proporcional a emotividade feminina, exponencia o problema ao ponto de eu nem criar caso com sua brincadeira. hehe
    E concordando com o Erik, sim, somos o exagero personificado. Às vezes para o “bem”, e agora em pauta para o “mau”. =| Se as mulheres voltarem a energia que gastam se comparando as outras no serem elas mesmas, buscando o seu melhor não por outros homens ou mulheres, mas por si mesmas, ah, que bom seria. =)
    Mas é complicado, as mulheres olham outras mulheres em fins de comparação porque há homens que olhem para algumas e digam que elas que são “AS mulheres”. =| E dizer que mulheres resolvidas (de verdade) não se sentem assim é mentira, como seres humanos, dá aquele incômodo e a inevitável pergunta “poxa, e eu?” =/ Incluo-me nessa parcela (mesmo que me sinta assim apenas 0000,1% do tempo).

    “Essa necessidade por um olhar e por um amor masculino é realmente impressionante.”
    As estrelas não deixam de brilhar se ninguém as notar, mas brilhar não ganha um sentido maior se tem que as admire? =)
    (cheguei ao ponto que não sei responder mais com antropologia – vou dar uma relembrada em uns livros de estudos de gênero que eu tenho-, filosofia e menos ainda psicologia. Marina, é com você!)

  • Louise

    “O que acontece é que algumas dessas mulheres com diploma ganham o direito de sair espalhando seus preconceitos por aí como se fosse a mais absoluta verdade.

    A brincadeira foi só na generalização em dizer que um texto de opinião ponderada não podia vir de uma mulher.”

    Homens diplomados (ou não também né) também saem por aí espalhando seus preconceitos, mas as revistas e programas voltados ao público feminino reproduzindo os “valores” de “isso é inveja, amiga”, “amor é isso, sexo é assado”, “fulana de tal faz assim para ser perfeita assim”, entre outros, somado ao fato de que a objetividade masculina é diretamente proporcional a emotividade feminina, exponencia o problema ao ponto de eu nem criar caso com sua brincadeira. hehe
    E concordando com o Erik, sim, somos o exagero personificado. Às vezes para o “bem”, e agora em pauta para o “mau”. =| Se as mulheres voltarem a energia que gastam se comparando as outras no serem elas mesmas, buscando o seu melhor não por outros homens ou mulheres, mas por si mesmas, ah, que bom seria. =)
    Mas é complicado, as mulheres olham outras mulheres em fins de comparação porque há homens que olhem para algumas e digam que elas que são “AS mulheres”. =| E dizer que mulheres resolvidas (de verdade) não se sentem assim é mentira, como seres humanos, dá aquele incômodo e a inevitável pergunta “poxa, e eu?” =/ Incluo-me nessa parcela (mesmo que me sinta assim apenas 0000,1% do tempo).

    “Essa necessidade por um olhar e por um amor masculino é realmente impressionante.”
    As estrelas não deixam de brilhar se ninguém as notar, mas brilhar não ganha um sentido maior se tem que as admire? =)
    (cheguei ao ponto que não sei responder mais com antropologia – vou dar uma relembrada em uns livros de estudos de gênero que eu tenho-, filosofia e menos ainda psicologia. Marina, é com você!)

  • Bruno Cavalcanti

    Pra mim, a melhor maneira de entender uma mulher é tentando não entendê-la.

    Completando o último comentário do Gustavo Gitti: Entendo que as necessidades de mulher está além do acasalamento: elas querem criar e proteger a prole. Então, nós, homens, servimos mais por nossas atitudes em termos utilitários.

    O cara bonito, rico e inteligente que foi citado no seu comentário é perseguido (assim como os artistas, ídolos, mafiosos, etc.) porque é destacado e não pelo que é em si mesmo. Nós as amamos em si mesmas. Elas nos amam de forma indireta – utilidade.

  • Bruno Cavalcanti

    Pra mim, a melhor maneira de entender uma mulher é tentando não entendê-la.

    Completando o último comentário do Gustavo Gitti: Entendo que as necessidades de mulher está além do acasalamento: elas querem criar e proteger a prole. Então, nós, homens, servimos mais por nossas atitudes em termos utilitários.

    O cara bonito, rico e inteligente que foi citado no seu comentário é perseguido (assim como os artistas, ídolos, mafiosos, etc.) porque é destacado e não pelo que é em si mesmo. Nós as amamos em si mesmas. Elas nos amam de forma indireta – utilidade.

  • Bruno Cavalcanti

    Pra mim, a melhor maneira de entender uma mulher é tentando não entendê-la.

    Completando o último comentário do Gustavo Gitti: Entendo que as necessidades de mulher está além do acasalamento: elas querem criar e proteger a prole. Então, nós, homens, servimos mais por nossas atitudes em termos utilitários.

    O cara bonito, rico e inteligente que foi citado no seu comentário é perseguido (assim como os artistas, ídolos, mafiosos, etc.) porque é destacado e não pelo que é em si mesmo. Nós as amamos em si mesmas. Elas nos amam de forma indireta – utilidade.

  • Bruno Cavalcanti

    Pra mim, a melhor maneira de entender uma mulher é tentando não entendê-la.

    Completando o último comentário do Gustavo Gitti: Entendo que as necessidades de mulher está além do acasalamento: elas querem criar e proteger a prole. Então, nós, homens, servimos mais por nossas atitudes em termos utilitários.

    O cara bonito, rico e inteligente que foi citado no seu comentário é perseguido (assim como os artistas, ídolos, mafiosos, etc.) porque é destacado e não pelo que é em si mesmo. Nós as amamos em si mesmas. Elas nos amam de forma indireta – utilidade.

  • Marcela Azevedo

    Marina, quer uma dica?

    Pare de ler Nova e leia Women’s Health!!

    =D

  • Marcela Azevedo

    Marina, quer uma dica?

    Pare de ler Nova e leia Women’s Health!!

    =D

  • Marcela Azevedo

    Marina, quer uma dica?

    Pare de ler Nova e leia Women’s Health!!

    =D

  • Marcela Azevedo

    Marina, quer uma dica?

    Pare de ler Nova e leia Women’s Health!!

    =D

  • http://lepoeteenfleur.blogspot.com/ carol sakurá

    Adorei o texto!
    Aos poucos foi desvirtuando a Amélia moderna.O que na verdade é uma utopia.Moderna,porém sempre Amélia.
    Sexo lacrado?
    Ótima sacada!Nunca havia pensado desta forma.
    Abs!

    Carol Sakurá

    http://lepoeteenfleur.blogspot.com

  • http://lepoeteenfleur.blogspot.com/ carol sakurá

    Adorei o texto!
    Aos poucos foi desvirtuando a Amélia moderna.O que na verdade é uma utopia.Moderna,porém sempre Amélia.
    Sexo lacrado?
    Ótima sacada!Nunca havia pensado desta forma.
    Abs!

    Carol Sakurá

    http://lepoeteenfleur.blogspot.com

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    Adorei o texto!
    Aos poucos foi desvirtuando a Amélia moderna.O que na verdade é uma utopia.Moderna,porém sempre Amélia.
    Sexo lacrado?
    Ótima sacada!Nunca havia pensado desta forma.
    Abs!

    Carol Sakurá

    http://lepoeteenfleur.blogspot.com

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    Adorei o texto!
    Aos poucos foi desvirtuando a Amélia moderna.O que na verdade é uma utopia.Moderna,porém sempre Amélia.
    Sexo lacrado?
    Ótima sacada!Nunca havia pensado desta forma.
    Abs!

    Carol Sakurá

    http://lepoeteenfleur.blogspot.com

  • http://verdeolhardejade.blogspot.com/ J@de

    Marina, eu tô de bobeira com esse texto que eu gostaria de ter escrito!! Geniais todas as suas colocações!!

    Freud pra mim era um misógino babaca que restringiu a mulher a um ser que tem inveja de pau!

    Há muitos anos parei de ler revistas femininas, porque acho ridículo tantas dicas sobre como ser maravilhosa, independente e tal se o objetivo é pegar homem.

    Acho que essas revistas estimulam as mulheres ao Complexo de Cinderela. A mulher é guerreira porque precisa, sempre esperando um príncipe encantado que vai tirá-la do borralho.

    Ser maravilhosa e independente não garante uma relação, muito pelo contrário, tradicionalmente os homens não querem um relacionamento onde eles não não possam dominar.

    Além do mais… do que adianta a gente ler tanta dica se os homens não leem também? hahahaha!!!

    Palmas para seu texto!!
    Beijos!!

  • http://verdeolhardejade.blogspot.com/ J@de

    Marina, eu tô de bobeira com esse texto que eu gostaria de ter escrito!! Geniais todas as suas colocações!!

    Freud pra mim era um misógino babaca que restringiu a mulher a um ser que tem inveja de pau!

    Há muitos anos parei de ler revistas femininas, porque acho ridículo tantas dicas sobre como ser maravilhosa, independente e tal se o objetivo é pegar homem.

    Acho que essas revistas estimulam as mulheres ao Complexo de Cinderela. A mulher é guerreira porque precisa, sempre esperando um príncipe encantado que vai tirá-la do borralho.

    Ser maravilhosa e independente não garante uma relação, muito pelo contrário, tradicionalmente os homens não querem um relacionamento onde eles não não possam dominar.

    Além do mais… do que adianta a gente ler tanta dica se os homens não leem também? hahahaha!!!

    Palmas para seu texto!!
    Beijos!!

  • http://verdeolhardejade.blogspot.com/ J@de

    Marina, eu tô de bobeira com esse texto que eu gostaria de ter escrito!! Geniais todas as suas colocações!!

    Freud pra mim era um misógino babaca que restringiu a mulher a um ser que tem inveja de pau!

    Há muitos anos parei de ler revistas femininas, porque acho ridículo tantas dicas sobre como ser maravilhosa, independente e tal se o objetivo é pegar homem.

    Acho que essas revistas estimulam as mulheres ao Complexo de Cinderela. A mulher é guerreira porque precisa, sempre esperando um príncipe encantado que vai tirá-la do borralho.

    Ser maravilhosa e independente não garante uma relação, muito pelo contrário, tradicionalmente os homens não querem um relacionamento onde eles não não possam dominar.

    Além do mais… do que adianta a gente ler tanta dica se os homens não leem também? hahahaha!!!

    Palmas para seu texto!!
    Beijos!!

  • http://verdeolhardejade.blogspot.com J@de

    Marina, eu tô de bobeira com esse texto que eu gostaria de ter escrito!! Geniais todas as suas colocações!!

    Freud pra mim era um misógino babaca que restringiu a mulher a um ser que tem inveja de pau!

    Há muitos anos parei de ler revistas femininas, porque acho ridículo tantas dicas sobre como ser maravilhosa, independente e tal se o objetivo é pegar homem.

    Acho que essas revistas estimulam as mulheres ao Complexo de Cinderela. A mulher é guerreira porque precisa, sempre esperando um príncipe encantado que vai tirá-la do borralho.

    Ser maravilhosa e independente não garante uma relação, muito pelo contrário, tradicionalmente os homens não querem um relacionamento onde eles não não possam dominar.

    Além do mais… do que adianta a gente ler tanta dica se os homens não leem também? hahahaha!!!

    Palmas para seu texto!!
    Beijos!!

  • Marcão, macho-alpha++

    Marina,

    parabéns, você escreveu o ÚNICO texto que merece ser lido da Ladies Room. Essa seção normalmente é um lixo como uma revista nova.

    Já teve de tudo: fio terra, piranhas drogadas em orgias, blá blá blá de princesinha procurando o príncipe (falo) encantado, enfim, uma mediocridade intelectual típica da mulher mediana.

    Antes que perguntem, eu sou uma espécie de ombudsman(?) não oficial/autorizado/convidado/apreciado da PdH. Já li tanta coisa boa e interessante aqui que fico chateado quando deixam uma piranha qualquer escrever lixo.

    Voltando a psicologia: Freud é o cara. Um século depois e ainda estão correndo atrás do cara.

    Att

    Marcão, macho-alpha++
    PS: Aliás, alguns blogs fazem uma vez por mês ou por semana um post só comentando os artigos e escolhendo os melhores comentarios. Pode ser uma idéia maneira pra PdH.

  • Marcão, macho-alpha++

    Marina,

    parabéns, você escreveu o ÚNICO texto que merece ser lido da Ladies Room. Essa seção normalmente é um lixo como uma revista nova.

    Já teve de tudo: fio terra, piranhas drogadas em orgias, blá blá blá de princesinha procurando o príncipe (falo) encantado, enfim, uma mediocridade intelectual típica da mulher mediana.

    Antes que perguntem, eu sou uma espécie de ombudsman(?) não oficial/autorizado/convidado/apreciado da PdH. Já li tanta coisa boa e interessante aqui que fico chateado quando deixam uma piranha qualquer escrever lixo.

    Voltando a psicologia: Freud é o cara. Um século depois e ainda estão correndo atrás do cara.

    Att

    Marcão, macho-alpha++
    PS: Aliás, alguns blogs fazem uma vez por mês ou por semana um post só comentando os artigos e escolhendo os melhores comentarios. Pode ser uma idéia maneira pra PdH.

  • Marcão, macho-alpha++

    Marina,

    parabéns, você escreveu o ÚNICO texto que merece ser lido da Ladies Room. Essa seção normalmente é um lixo como uma revista nova.

    Já teve de tudo: fio terra, piranhas drogadas em orgias, blá blá blá de princesinha procurando o príncipe (falo) encantado, enfim, uma mediocridade intelectual típica da mulher mediana.

    Antes que perguntem, eu sou uma espécie de ombudsman(?) não oficial/autorizado/convidado/apreciado da PdH. Já li tanta coisa boa e interessante aqui que fico chateado quando deixam uma piranha qualquer escrever lixo.

    Voltando a psicologia: Freud é o cara. Um século depois e ainda estão correndo atrás do cara.

    Att

    Marcão, macho-alpha++
    PS: Aliás, alguns blogs fazem uma vez por mês ou por semana um post só comentando os artigos e escolhendo os melhores comentarios. Pode ser uma idéia maneira pra PdH.

  • Marcão, macho-alpha++

    Marina,

    parabéns, você escreveu o ÚNICO texto que merece ser lido da Ladies Room. Essa seção normalmente é um lixo como uma revista nova.

    Já teve de tudo: fio terra, piranhas drogadas em orgias, blá blá blá de princesinha procurando o príncipe (falo) encantado, enfim, uma mediocridade intelectual típica da mulher mediana.

    Antes que perguntem, eu sou uma espécie de ombudsman(?) não oficial/autorizado/convidado/apreciado da PdH. Já li tanta coisa boa e interessante aqui que fico chateado quando deixam uma piranha qualquer escrever lixo.

    Voltando a psicologia: Freud é o cara. Um século depois e ainda estão correndo atrás do cara.

    Att

    Marcão, macho-alpha++
    PS: Aliás, alguns blogs fazem uma vez por mês ou por semana um post só comentando os artigos e escolhendo os melhores comentarios. Pode ser uma idéia maneira pra PdH.

  • http://twitter.com/luckfurtado Lucas Furtado

    (sorry, guys, mas ser única é realmente uma característica do feminino. Coisa que, na verdade, os homens já sabem, caso contrário eles não gostariam tanto de provar um pouquinho de todas nós…)

    Concordo com você… Não existe mulheres iguais, é muito simples, todas tem seus diferenciais pessoais e cá pra nós, todos são excepcionais. De facto parece que nós homens temos que provar todas ou o quanto puder conseguir xD…

    hugs guys..

  • http://twitter.com/luckfurtado Lucas Furtado

    (sorry, guys, mas ser única é realmente uma característica do feminino. Coisa que, na verdade, os homens já sabem, caso contrário eles não gostariam tanto de provar um pouquinho de todas nós…)

    Concordo com você… Não existe mulheres iguais, é muito simples, todas tem seus diferenciais pessoais e cá pra nós, todos são excepcionais. De facto parece que nós homens temos que provar todas ou o quanto puder conseguir xD…

    hugs guys..

  • http://twitter.com/luckfurtado Lucas Furtado

    (sorry, guys, mas ser única é realmente uma característica do feminino. Coisa que, na verdade, os homens já sabem, caso contrário eles não gostariam tanto de provar um pouquinho de todas nós…)

    Concordo com você… Não existe mulheres iguais, é muito simples, todas tem seus diferenciais pessoais e cá pra nós, todos são excepcionais. De facto parece que nós homens temos que provar todas ou o quanto puder conseguir xD…

    hugs guys..

  • http://twitter.com/luckfurtado Lucas Furtado

    (sorry, guys, mas ser única é realmente uma característica do feminino. Coisa que, na verdade, os homens já sabem, caso contrário eles não gostariam tanto de provar um pouquinho de todas nós…)

    Concordo com você… Não existe mulheres iguais, é muito simples, todas tem seus diferenciais pessoais e cá pra nós, todos são excepcionais. De facto parece que nós homens temos que provar todas ou o quanto puder conseguir xD…

    hugs guys..

  • kk

    “”# Marcão, macho-alpha++ disse em 06.10.09 at 11:07 am
    #

    Marina,

    parabéns, você escreveu o ÚNICO texto que merece ser lido da Ladies Room. “”

    concordo em partes, mas se procurar um pouco mais, vai encontrar esse que eu achei bom

    Carreira e Desenvolvimento – Ladies Room
    Como saber se a sua melhor decisão é realmente a melhor?

    Publicado por Mariana Hauer em 21.9.2009 às 17:49

    Esse é um que vale a pena ser lido

  • kk

    “”# Marcão, macho-alpha++ disse em 06.10.09 at 11:07 am
    #

    Marina,

    parabéns, você escreveu o ÚNICO texto que merece ser lido da Ladies Room. “”

    concordo em partes, mas se procurar um pouco mais, vai encontrar esse que eu achei bom

    Carreira e Desenvolvimento – Ladies Room
    Como saber se a sua melhor decisão é realmente a melhor?

    Publicado por Mariana Hauer em 21.9.2009 às 17:49

    Esse é um que vale a pena ser lido

  • kk

    “”# Marcão, macho-alpha++ disse em 06.10.09 at 11:07 am
    #

    Marina,

    parabéns, você escreveu o ÚNICO texto que merece ser lido da Ladies Room. “”

    concordo em partes, mas se procurar um pouco mais, vai encontrar esse que eu achei bom

    Carreira e Desenvolvimento – Ladies Room
    Como saber se a sua melhor decisão é realmente a melhor?

    Publicado por Mariana Hauer em 21.9.2009 às 17:49

    Esse é um que vale a pena ser lido

  • kk

    “”# Marcão, macho-alpha++ disse em 06.10.09 at 11:07 am
    #

    Marina,

    parabéns, você escreveu o ÚNICO texto que merece ser lido da Ladies Room. “”

    concordo em partes, mas se procurar um pouco mais, vai encontrar esse que eu achei bom

    Carreira e Desenvolvimento – Ladies Room
    Como saber se a sua melhor decisão é realmente a melhor?

    Publicado por Mariana Hauer em 21.9.2009 às 17:49

    Esse é um que vale a pena ser lido

  • Paulo de Tarso

    @Débora,
    um dos motívos da a psicanálise tradicional ser tão criticada basea-se no fato de que não há como testar seus resultados. A duração do tratamento, além disso, impõe dúvidas se não foi o simples passar do tempo ou mesmo o amadurecimento do paciente que o fez “curar-se”.

    Mais além, vários pressupostos freudianos (a inveja do falo, por exemplo) hoje são duramente combatidos.

  • Paulo de Tarso

    @Débora,
    um dos motívos da a psicanálise tradicional ser tão criticada basea-se no fato de que não há como testar seus resultados. A duração do tratamento, além disso, impõe dúvidas se não foi o simples passar do tempo ou mesmo o amadurecimento do paciente que o fez “curar-se”.

    Mais além, vários pressupostos freudianos (a inveja do falo, por exemplo) hoje são duramente combatidos.

  • Paulo de Tarso

    @Débora,
    um dos motívos da a psicanálise tradicional ser tão criticada basea-se no fato de que não há como testar seus resultados. A duração do tratamento, além disso, impõe dúvidas se não foi o simples passar do tempo ou mesmo o amadurecimento do paciente que o fez “curar-se”.

    Mais além, vários pressupostos freudianos (a inveja do falo, por exemplo) hoje são duramente combatidos.

  • Paulo de Tarso

    @Débora,
    um dos motívos da a psicanálise tradicional ser tão criticada basea-se no fato de que não há como testar seus resultados. A duração do tratamento, além disso, impõe dúvidas se não foi o simples passar do tempo ou mesmo o amadurecimento do paciente que o fez “curar-se”.

    Mais além, vários pressupostos freudianos (a inveja do falo, por exemplo) hoje são duramente combatidos.

  • Gabriela

    O que mais me deixa feliz em ver esses comentários todos é constatar que existe espaço para falar sobre comportamento de maneira leve, descontraída e com um puta conteúdo. O pior das revistas femininas serem tão ruins, na minha opinião, é que elas acabaram por gerar um certo estereótipo negativo sobre o assunto. Como se falar sobre relações fosse algo banal e besta. Mas o que são as relações senão nós mesmos? E existe algo mais importante do que isso? Mais uma vez: adorei o post e já estou ansiosa para ler o próximo…

  • Gabriela

    O que mais me deixa feliz em ver esses comentários todos é constatar que existe espaço para falar sobre comportamento de maneira leve, descontraída e com um puta conteúdo. O pior das revistas femininas serem tão ruins, na minha opinião, é que elas acabaram por gerar um certo estereótipo negativo sobre o assunto. Como se falar sobre relações fosse algo banal e besta. Mas o que são as relações senão nós mesmos? E existe algo mais importante do que isso? Mais uma vez: adorei o post e já estou ansiosa para ler o próximo…

  • Gabriela

    O que mais me deixa feliz em ver esses comentários todos é constatar que existe espaço para falar sobre comportamento de maneira leve, descontraída e com um puta conteúdo. O pior das revistas femininas serem tão ruins, na minha opinião, é que elas acabaram por gerar um certo estereótipo negativo sobre o assunto. Como se falar sobre relações fosse algo banal e besta. Mas o que são as relações senão nós mesmos? E existe algo mais importante do que isso? Mais uma vez: adorei o post e já estou ansiosa para ler o próximo…

  • Gabriela

    O que mais me deixa feliz em ver esses comentários todos é constatar que existe espaço para falar sobre comportamento de maneira leve, descontraída e com um puta conteúdo. O pior das revistas femininas serem tão ruins, na minha opinião, é que elas acabaram por gerar um certo estereótipo negativo sobre o assunto. Como se falar sobre relações fosse algo banal e besta. Mas o que são as relações senão nós mesmos? E existe algo mais importante do que isso? Mais uma vez: adorei o post e já estou ansiosa para ler o próximo…

  • Marcão, macho-alpha++

    @kk

    não gostei do artigo da outra Mariana não. Muito superficial. Falou muito e disse nada. Mas não digo que é lixo. Só fraco.

    @Paulo de Tarso

    “Freud hoje em dia serve mais como referencial histórico. Me parece que ele já está largamente superado ou complementado.”

    “pressupostos freudianos (a inveja do falo, por exemplo) hoje são duramente combatidos.”

    Dá pra se decidir? Freud é atual e pertinente. Se é combatido e estudado e discutido não está superado. E outra coisa: tem “diagnóstico” mais perfeito que Complexo de Édipo? Se estivesse sempre na capa da PdH, teríamos menos da metade dos comentários boçais que temos aqui (ou não).

    Att

    Marcão, macho-alpha++
    PS: Acho que tu frequenta também o Nassif né?

  • Marcão, macho-alpha++

    @kk

    não gostei do artigo da outra Mariana não. Muito superficial. Falou muito e disse nada. Mas não digo que é lixo. Só fraco.

    @Paulo de Tarso

    “Freud hoje em dia serve mais como referencial histórico. Me parece que ele já está largamente superado ou complementado.”

    “pressupostos freudianos (a inveja do falo, por exemplo) hoje são duramente combatidos.”

    Dá pra se decidir? Freud é atual e pertinente. Se é combatido e estudado e discutido não está superado. E outra coisa: tem “diagnóstico” mais perfeito que Complexo de Édipo? Se estivesse sempre na capa da PdH, teríamos menos da metade dos comentários boçais que temos aqui (ou não).

    Att

    Marcão, macho-alpha++
    PS: Acho que tu frequenta também o Nassif né?

  • Marcão, macho-alpha++

    @kk

    não gostei do artigo da outra Mariana não. Muito superficial. Falou muito e disse nada. Mas não digo que é lixo. Só fraco.

    @Paulo de Tarso

    “Freud hoje em dia serve mais como referencial histórico. Me parece que ele já está largamente superado ou complementado.”

    “pressupostos freudianos (a inveja do falo, por exemplo) hoje são duramente combatidos.”

    Dá pra se decidir? Freud é atual e pertinente. Se é combatido e estudado e discutido não está superado. E outra coisa: tem “diagnóstico” mais perfeito que Complexo de Édipo? Se estivesse sempre na capa da PdH, teríamos menos da metade dos comentários boçais que temos aqui (ou não).

    Att

    Marcão, macho-alpha++
    PS: Acho que tu frequenta também o Nassif né?

  • Marcão, macho-alpha++

    @kk

    não gostei do artigo da outra Mariana não. Muito superficial. Falou muito e disse nada. Mas não digo que é lixo. Só fraco.

    @Paulo de Tarso

    “Freud hoje em dia serve mais como referencial histórico. Me parece que ele já está largamente superado ou complementado.”

    “pressupostos freudianos (a inveja do falo, por exemplo) hoje são duramente combatidos.”

    Dá pra se decidir? Freud é atual e pertinente. Se é combatido e estudado e discutido não está superado. E outra coisa: tem “diagnóstico” mais perfeito que Complexo de Édipo? Se estivesse sempre na capa da PdH, teríamos menos da metade dos comentários boçais que temos aqui (ou não).

    Att

    Marcão, macho-alpha++
    PS: Acho que tu frequenta também o Nassif né?

  • Dea

    Marina, o texto está realmente ótimo.

    Engraçado que pensava exatamente nisso esses dias. Concordo com as meninas que disseram que adorariam ter algo do gênero PdH na adolescência. Foi exatamente por achar essas outras revistas tão estúpidas, que acabei parando aqui. Gosto da forma como temas tão significativos são abordados de forma mais natural. E real.

    Aliás, acho que pode ser exatamente isso o que esteja faltando: O natural. Não quero nem de perto generalizar nada, mas tanta gente fala em ser “normal”… que se esquece de ser “natural”. Talvez a auto-aceitação possa partir daí.

    Nossa, tantos comentários relevantes e interessantes, que acho que vou voltar mais tarde para refletir un poquito más sobre o assunto.

    By the way, hoje vi no Yahoo Posts uma matéria que, de certa forma, tem muito em comum com essa aqui. Revistas (internacionais, quem sabe a onda não chege no Brasil?) que estão deixando as modelos irreais de lado e adotando mulheres reais em suas capas – espero que não seja só nas capas, rsrsrs. Não sei dizer se o conteúdo também se tornou mais real, mas pode ser um começo, não?

    Para quem quiser ler, está aí o Link:
    http://br.noticias.yahoo.com/s/05102009/48/entretenimento-revistas-apelam-gordinhas-busca-da.html

  • Dea

    Marina, o texto está realmente ótimo.

    Engraçado que pensava exatamente nisso esses dias. Concordo com as meninas que disseram que adorariam ter algo do gênero PdH na adolescência. Foi exatamente por achar essas outras revistas tão estúpidas, que acabei parando aqui. Gosto da forma como temas tão significativos são abordados de forma mais natural. E real.

    Aliás, acho que pode ser exatamente isso o que esteja faltando: O natural. Não quero nem de perto generalizar nada, mas tanta gente fala em ser “normal”… que se esquece de ser “natural”. Talvez a auto-aceitação possa partir daí.

    Nossa, tantos comentários relevantes e interessantes, que acho que vou voltar mais tarde para refletir un poquito más sobre o assunto.

    By the way, hoje vi no Yahoo Posts uma matéria que, de certa forma, tem muito em comum com essa aqui. Revistas (internacionais, quem sabe a onda não chege no Brasil?) que estão deixando as modelos irreais de lado e adotando mulheres reais em suas capas – espero que não seja só nas capas, rsrsrs. Não sei dizer se o conteúdo também se tornou mais real, mas pode ser um começo, não?

    Para quem quiser ler, está aí o Link:
    http://br.noticias.yahoo.com/s/05102009/48/entretenimento-revistas-apelam-gordinhas-busca-da.html

  • Dea

    Marina, o texto está realmente ótimo.

    Engraçado que pensava exatamente nisso esses dias. Concordo com as meninas que disseram que adorariam ter algo do gênero PdH na adolescência. Foi exatamente por achar essas outras revistas tão estúpidas, que acabei parando aqui. Gosto da forma como temas tão significativos são abordados de forma mais natural. E real.

    Aliás, acho que pode ser exatamente isso o que esteja faltando: O natural. Não quero nem de perto generalizar nada, mas tanta gente fala em ser “normal”… que se esquece de ser “natural”. Talvez a auto-aceitação possa partir daí.

    Nossa, tantos comentários relevantes e interessantes, que acho que vou voltar mais tarde para refletir un poquito más sobre o assunto.

    By the way, hoje vi no Yahoo Posts uma matéria que, de certa forma, tem muito em comum com essa aqui. Revistas (internacionais, quem sabe a onda não chege no Brasil?) que estão deixando as modelos irreais de lado e adotando mulheres reais em suas capas – espero que não seja só nas capas, rsrsrs. Não sei dizer se o conteúdo também se tornou mais real, mas pode ser um começo, não?

    Para quem quiser ler, está aí o Link:
    http://br.noticias.yahoo.com/s/05102009/48/entretenimento-revistas-apelam-gordinhas-busca-da.html

  • Dea

    Marina, o texto está realmente ótimo.

    Engraçado que pensava exatamente nisso esses dias. Concordo com as meninas que disseram que adorariam ter algo do gênero PdH na adolescência. Foi exatamente por achar essas outras revistas tão estúpidas, que acabei parando aqui. Gosto da forma como temas tão significativos são abordados de forma mais natural. E real.

    Aliás, acho que pode ser exatamente isso o que esteja faltando: O natural. Não quero nem de perto generalizar nada, mas tanta gente fala em ser “normal”… que se esquece de ser “natural”. Talvez a auto-aceitação possa partir daí.

    Nossa, tantos comentários relevantes e interessantes, que acho que vou voltar mais tarde para refletir un poquito más sobre o assunto.

    By the way, hoje vi no Yahoo Posts uma matéria que, de certa forma, tem muito em comum com essa aqui. Revistas (internacionais, quem sabe a onda não chege no Brasil?) que estão deixando as modelos irreais de lado e adotando mulheres reais em suas capas – espero que não seja só nas capas, rsrsrs. Não sei dizer se o conteúdo também se tornou mais real, mas pode ser um começo, não?

    Para quem quiser ler, está aí o Link:
    http://br.noticias.yahoo.com/s/05102009/48/entretenimento-revistas-apelam-gordinhas-busca-da.html

  • Dea

    @ Gitti

    Muito bom o documentário, o tema foi muito bem abordado.
    Vou pensar mais no tema… :)

  • Dea

    @ Gitti

    Muito bom o documentário, o tema foi muito bem abordado.
    Vou pensar mais no tema… :)

  • Dea

    @ Gitti

    Muito bom o documentário, o tema foi muito bem abordado.
    Vou pensar mais no tema… :)

  • Dea

    @ Gitti

    Muito bom o documentário, o tema foi muito bem abordado.
    Vou pensar mais no tema… :)

  • Demétrio

    “ caso contrário eles não gostariam tanto de provar um pouquinho de todas nós…´´
    melhor explicação para a fome de sabores(putaria) que nós homem possuímos, explicação vinda de uma mulher, melhor impossível, parabéns de verdade pelo estudo.
    obs.: parabenizar pela facilidade e talento para a escrita.

  • Demétrio

    “ caso contrário eles não gostariam tanto de provar um pouquinho de todas nós…´´
    melhor explicação para a fome de sabores(putaria) que nós homem possuímos, explicação vinda de uma mulher, melhor impossível, parabéns de verdade pelo estudo.
    obs.: parabenizar pela facilidade e talento para a escrita.

  • Demétrio

    “ caso contrário eles não gostariam tanto de provar um pouquinho de todas nós…´´
    melhor explicação para a fome de sabores(putaria) que nós homem possuímos, explicação vinda de uma mulher, melhor impossível, parabéns de verdade pelo estudo.
    obs.: parabenizar pela facilidade e talento para a escrita.

  • Demétrio

    “ caso contrário eles não gostariam tanto de provar um pouquinho de todas nós…´´
    melhor explicação para a fome de sabores(putaria) que nós homem possuímos, explicação vinda de uma mulher, melhor impossível, parabéns de verdade pelo estudo.
    obs.: parabenizar pela facilidade e talento para a escrita.

  • Gustavo Castro

    não entendi o pq das mulheres serem únicas e os homens não.

    O “elemento “unificador” entre os homens” seria o pênis, mas entre as mulheres seria justamente a ausência do pênis. Não entendi pq ausência de pênis implica que cada mulher é única, até pq a ausência do pênis é em função da vagina, presente em todas as mulheres ne?

    sei la, ate gosto um pouco de psicologia mas não sei quase nada a respeito, nunca estudei esse assunto

  • Gustavo Castro

    não entendi o pq das mulheres serem únicas e os homens não.

    O “elemento “unificador” entre os homens” seria o pênis, mas entre as mulheres seria justamente a ausência do pênis. Não entendi pq ausência de pênis implica que cada mulher é única, até pq a ausência do pênis é em função da vagina, presente em todas as mulheres ne?

    sei la, ate gosto um pouco de psicologia mas não sei quase nada a respeito, nunca estudei esse assunto

  • Gustavo Castro

    não entendi o pq das mulheres serem únicas e os homens não.

    O “elemento “unificador” entre os homens” seria o pênis, mas entre as mulheres seria justamente a ausência do pênis. Não entendi pq ausência de pênis implica que cada mulher é única, até pq a ausência do pênis é em função da vagina, presente em todas as mulheres ne?

    sei la, ate gosto um pouco de psicologia mas não sei quase nada a respeito, nunca estudei esse assunto

  • Gustavo Castro

    não entendi o pq das mulheres serem únicas e os homens não.

    O “elemento “unificador” entre os homens” seria o pênis, mas entre as mulheres seria justamente a ausência do pênis. Não entendi pq ausência de pênis implica que cada mulher é única, até pq a ausência do pênis é em função da vagina, presente em todas as mulheres ne?

    sei la, ate gosto um pouco de psicologia mas não sei quase nada a respeito, nunca estudei esse assunto

  • Gil Vieira

    Repare como a mulher sempre veste-se preocupada com os outros (entenda-se outras). Sim, mulher se veste pra si mesma, embora queira provocar os homens, mas na verdade existe o desejo reprimido de querer ser e estar melhor que qualquer outra mulher, especialmente no ambiente social onde vá estar. Repare como a mulher repara em como as outras estão vestidas e comentam entre elas detalhes dos trajes, acessórios, cabelos e maquiagem das outras. Homens vaidosos gostam e devem vestir-se e cuidar-se bem, mas é raro ver a turma do clube do bolinha em roda de chope perguntando um ao outro “se estou bem-vestido”, se o colega veio com roupa cafona, se o corte do cabelo é chique e outros chavões que rondam o clube das luluzinhas. As revistas do mundo inteiro vão continuar colocando fotos esplendorosas e estonteantes de grandes estrelas nas capas, pois é assim que a maioria das mulheres quer parecer-se. Repare como vão ao cabeleireiro e às lojas e recomendam à vendedora: “quero algo igual ao parecido ao que a fulana da novela das oito tá usando.” Pra nós homens, vale ainda o que o poeta disse: “Que me desculpem as feias, mas beleza e fundamental”.

  • Gil Vieira

    Repare como a mulher sempre veste-se preocupada com os outros (entenda-se outras). Sim, mulher se veste pra si mesma, embora queira provocar os homens, mas na verdade existe o desejo reprimido de querer ser e estar melhor que qualquer outra mulher, especialmente no ambiente social onde vá estar. Repare como a mulher repara em como as outras estão vestidas e comentam entre elas detalhes dos trajes, acessórios, cabelos e maquiagem das outras. Homens vaidosos gostam e devem vestir-se e cuidar-se bem, mas é raro ver a turma do clube do bolinha em roda de chope perguntando um ao outro “se estou bem-vestido”, se o colega veio com roupa cafona, se o corte do cabelo é chique e outros chavões que rondam o clube das luluzinhas. As revistas do mundo inteiro vão continuar colocando fotos esplendorosas e estonteantes de grandes estrelas nas capas, pois é assim que a maioria das mulheres quer parecer-se. Repare como vão ao cabeleireiro e às lojas e recomendam à vendedora: “quero algo igual ao parecido ao que a fulana da novela das oito tá usando.” Pra nós homens, vale ainda o que o poeta disse: “Que me desculpem as feias, mas beleza e fundamental”.

  • Gil Vieira

    Repare como a mulher sempre veste-se preocupada com os outros (entenda-se outras). Sim, mulher se veste pra si mesma, embora queira provocar os homens, mas na verdade existe o desejo reprimido de querer ser e estar melhor que qualquer outra mulher, especialmente no ambiente social onde vá estar. Repare como a mulher repara em como as outras estão vestidas e comentam entre elas detalhes dos trajes, acessórios, cabelos e maquiagem das outras. Homens vaidosos gostam e devem vestir-se e cuidar-se bem, mas é raro ver a turma do clube do bolinha em roda de chope perguntando um ao outro “se estou bem-vestido”, se o colega veio com roupa cafona, se o corte do cabelo é chique e outros chavões que rondam o clube das luluzinhas. As revistas do mundo inteiro vão continuar colocando fotos esplendorosas e estonteantes de grandes estrelas nas capas, pois é assim que a maioria das mulheres quer parecer-se. Repare como vão ao cabeleireiro e às lojas e recomendam à vendedora: “quero algo igual ao parecido ao que a fulana da novela das oito tá usando.” Pra nós homens, vale ainda o que o poeta disse: “Que me desculpem as feias, mas beleza e fundamental”.

  • Gil Vieira

    Repare como a mulher sempre veste-se preocupada com os outros (entenda-se outras). Sim, mulher se veste pra si mesma, embora queira provocar os homens, mas na verdade existe o desejo reprimido de querer ser e estar melhor que qualquer outra mulher, especialmente no ambiente social onde vá estar. Repare como a mulher repara em como as outras estão vestidas e comentam entre elas detalhes dos trajes, acessórios, cabelos e maquiagem das outras. Homens vaidosos gostam e devem vestir-se e cuidar-se bem, mas é raro ver a turma do clube do bolinha em roda de chope perguntando um ao outro “se estou bem-vestido”, se o colega veio com roupa cafona, se o corte do cabelo é chique e outros chavões que rondam o clube das luluzinhas. As revistas do mundo inteiro vão continuar colocando fotos esplendorosas e estonteantes de grandes estrelas nas capas, pois é assim que a maioria das mulheres quer parecer-se. Repare como vão ao cabeleireiro e às lojas e recomendam à vendedora: “quero algo igual ao parecido ao que a fulana da novela das oito tá usando.” Pra nós homens, vale ainda o que o poeta disse: “Que me desculpem as feias, mas beleza e fundamental”.

  • http://rioemuralha.blogspot.com/ Kakau

    Ótimo texto e fechamento brilhante.

  • http://rioemuralha.blogspot.com/ Kakau

    Ótimo texto e fechamento brilhante.

  • http://rioemuralha.blogspot.com/ Kakau

    Ótimo texto e fechamento brilhante.

  • http://rioemuralha.blogspot.com Kakau

    Ótimo texto e fechamento brilhante.

  • http://dezmilplatos.blogspot.com/ Pedro

    Ser único é uma característica de TODOS os seres humanos.

    Esse papo politicamente correto de “valorizar as diferenças” só pode emergir mesmo quando a situação feminina foi devidamente domesticada. Que venham os negros, indígenas e mulheres reclamando sua diferença, uma vez que essa não mais ameaça a civilização como fazia outrora.

    A hegemonia é completa, e a mulher tem que ver de que outro modo ela está sendo uma mera ferramenta…

  • http://dezmilplatos.blogspot.com/ Pedro

    Ser único é uma característica de TODOS os seres humanos.

    Esse papo politicamente correto de “valorizar as diferenças” só pode emergir mesmo quando a situação feminina foi devidamente domesticada. Que venham os negros, indígenas e mulheres reclamando sua diferença, uma vez que essa não mais ameaça a civilização como fazia outrora.

    A hegemonia é completa, e a mulher tem que ver de que outro modo ela está sendo uma mera ferramenta…

  • http://dezmilplatos.blogspot.com/ Pedro

    Ser único é uma característica de TODOS os seres humanos.

    Esse papo politicamente correto de “valorizar as diferenças” só pode emergir mesmo quando a situação feminina foi devidamente domesticada. Que venham os negros, indígenas e mulheres reclamando sua diferença, uma vez que essa não mais ameaça a civilização como fazia outrora.

    A hegemonia é completa, e a mulher tem que ver de que outro modo ela está sendo uma mera ferramenta…

  • http://dezmilplatos.blogspot.com Pedro

    Ser único é uma característica de TODOS os seres humanos.

    Esse papo politicamente correto de “valorizar as diferenças” só pode emergir mesmo quando a situação feminina foi devidamente domesticada. Que venham os negros, indígenas e mulheres reclamando sua diferença, uma vez que essa não mais ameaça a civilização como fazia outrora.

    A hegemonia é completa, e a mulher tem que ver de que outro modo ela está sendo uma mera ferramenta…

  • Vagner

    esses lances de nova mulher e novo homem parece brincadeira d nadar e morrer afogado na praia… qdo eh q xegaremos aa poligamia (para machos e femeas)?

  • Vagner

    esses lances de nova mulher e novo homem parece brincadeira d nadar e morrer afogado na praia… qdo eh q xegaremos aa poligamia (para machos e femeas)?

  • Vagner

    esses lances de nova mulher e novo homem parece brincadeira d nadar e morrer afogado na praia… qdo eh q xegaremos aa poligamia (para machos e femeas)?

  • Vagner

    esses lances de nova mulher e novo homem parece brincadeira d nadar e morrer afogado na praia… qdo eh q xegaremos aa poligamia (para machos e femeas)?

  • http://www.simonemendoncadiniz.blogspot.com/ Simone Mendonça Diniz

    Parabéns pelo excelente texto, reflexo de um pensamento que apesar de não ter brotado em nossas mentes parece cada vez mais óbvio. Tentei nos redimir de culpa justificando pelo simples fato de que sempre foi assim e não nos demos conta. Depois tentei compreender que talvez se fosse diferente, em outros tempos teria impedido a venda de parte dos exemplares, por conta do machismo dos companheiros, que vigiam até a sombra de seus pares, que jamais poderiam comprar uma revista com um bonitão de sunga.
    Tempos passados.
    Talvez para que a gente se inspire na barriga sarada que não temos (por vezes nem as próprias modelos), cabelos lindos e esvoaçantes, maquiagem impecável e estupidamente cínica, que nos faz sentir mal com nossas imperfeitas imagens normais, de gente real, de carne e osso.
    Abaixo ao masoquismo. Abaixo o photoshop.
    Recentemente vi estampada a bela imagem da cantora Claudia Leite em sua melhor forma mesmo após ter dado a luz ao seu bebê há pouquíssimo tempo.
    Foram feitas matérias em revistas, jornais e na TV, mostrando que qualquer mulher que ganhe o que ela ganhe, que tenha personal trainers, que tenha babás, empregadas, secretárias e ajuda de toda forma, pode realmente apresentar tamanha recuperação de seu corpo pós parto! Fácil, né?
    Depois não sabem o porquê de tanta depressão pós parto. Salvo as tendências genéticas e descargas hormonais, quem é que aguenta admitir suas formas não tão esculpidas, inchadas, e por que não dizer gordinhas, após a chegada de seu bebê, sabendo que será comparada a toda a incrível capacidade que a outra teve em manter o corpão?
    Oras!
    A gente compra muita coisa, muitas idéias, muita bobagem sem nem questionarmos a qualidade, cabe a nós mulheres exigirmos o novo, e que a gente também mude, não apenas a cor dos cabelos, mas o que temos na cabeça, as idéias, os conceitos.

  • http://www.simonemendoncadiniz.blogspot.com/ Simone Mendonça Diniz

    Parabéns pelo excelente texto, reflexo de um pensamento que apesar de não ter brotado em nossas mentes parece cada vez mais óbvio. Tentei nos redimir de culpa justificando pelo simples fato de que sempre foi assim e não nos demos conta. Depois tentei compreender que talvez se fosse diferente, em outros tempos teria impedido a venda de parte dos exemplares, por conta do machismo dos companheiros, que vigiam até a sombra de seus pares, que jamais poderiam comprar uma revista com um bonitão de sunga.
    Tempos passados.
    Talvez para que a gente se inspire na barriga sarada que não temos (por vezes nem as próprias modelos), cabelos lindos e esvoaçantes, maquiagem impecável e estupidamente cínica, que nos faz sentir mal com nossas imperfeitas imagens normais, de gente real, de carne e osso.
    Abaixo ao masoquismo. Abaixo o photoshop.
    Recentemente vi estampada a bela imagem da cantora Claudia Leite em sua melhor forma mesmo após ter dado a luz ao seu bebê há pouquíssimo tempo.
    Foram feitas matérias em revistas, jornais e na TV, mostrando que qualquer mulher que ganhe o que ela ganhe, que tenha personal trainers, que tenha babás, empregadas, secretárias e ajuda de toda forma, pode realmente apresentar tamanha recuperação de seu corpo pós parto! Fácil, né?
    Depois não sabem o porquê de tanta depressão pós parto. Salvo as tendências genéticas e descargas hormonais, quem é que aguenta admitir suas formas não tão esculpidas, inchadas, e por que não dizer gordinhas, após a chegada de seu bebê, sabendo que será comparada a toda a incrível capacidade que a outra teve em manter o corpão?
    Oras!
    A gente compra muita coisa, muitas idéias, muita bobagem sem nem questionarmos a qualidade, cabe a nós mulheres exigirmos o novo, e que a gente também mude, não apenas a cor dos cabelos, mas o que temos na cabeça, as idéias, os conceitos.

  • http://www.simonemendoncadiniz.blogspot.com/ Simone Mendonça Diniz

    Parabéns pelo excelente texto, reflexo de um pensamento que apesar de não ter brotado em nossas mentes parece cada vez mais óbvio. Tentei nos redimir de culpa justificando pelo simples fato de que sempre foi assim e não nos demos conta. Depois tentei compreender que talvez se fosse diferente, em outros tempos teria impedido a venda de parte dos exemplares, por conta do machismo dos companheiros, que vigiam até a sombra de seus pares, que jamais poderiam comprar uma revista com um bonitão de sunga.
    Tempos passados.
    Talvez para que a gente se inspire na barriga sarada que não temos (por vezes nem as próprias modelos), cabelos lindos e esvoaçantes, maquiagem impecável e estupidamente cínica, que nos faz sentir mal com nossas imperfeitas imagens normais, de gente real, de carne e osso.
    Abaixo ao masoquismo. Abaixo o photoshop.
    Recentemente vi estampada a bela imagem da cantora Claudia Leite em sua melhor forma mesmo após ter dado a luz ao seu bebê há pouquíssimo tempo.
    Foram feitas matérias em revistas, jornais e na TV, mostrando que qualquer mulher que ganhe o que ela ganhe, que tenha personal trainers, que tenha babás, empregadas, secretárias e ajuda de toda forma, pode realmente apresentar tamanha recuperação de seu corpo pós parto! Fácil, né?
    Depois não sabem o porquê de tanta depressão pós parto. Salvo as tendências genéticas e descargas hormonais, quem é que aguenta admitir suas formas não tão esculpidas, inchadas, e por que não dizer gordinhas, após a chegada de seu bebê, sabendo que será comparada a toda a incrível capacidade que a outra teve em manter o corpão?
    Oras!
    A gente compra muita coisa, muitas idéias, muita bobagem sem nem questionarmos a qualidade, cabe a nós mulheres exigirmos o novo, e que a gente também mude, não apenas a cor dos cabelos, mas o que temos na cabeça, as idéias, os conceitos.

  • http://www.simonemendoncadiniz.blogspot.com Simone Mendonça Diniz

    Parabéns pelo excelente texto, reflexo de um pensamento que apesar de não ter brotado em nossas mentes parece cada vez mais óbvio. Tentei nos redimir de culpa justificando pelo simples fato de que sempre foi assim e não nos demos conta. Depois tentei compreender que talvez se fosse diferente, em outros tempos teria impedido a venda de parte dos exemplares, por conta do machismo dos companheiros, que vigiam até a sombra de seus pares, que jamais poderiam comprar uma revista com um bonitão de sunga.
    Tempos passados.
    Talvez para que a gente se inspire na barriga sarada que não temos (por vezes nem as próprias modelos), cabelos lindos e esvoaçantes, maquiagem impecável e estupidamente cínica, que nos faz sentir mal com nossas imperfeitas imagens normais, de gente real, de carne e osso.
    Abaixo ao masoquismo. Abaixo o photoshop.
    Recentemente vi estampada a bela imagem da cantora Claudia Leite em sua melhor forma mesmo após ter dado a luz ao seu bebê há pouquíssimo tempo.
    Foram feitas matérias em revistas, jornais e na TV, mostrando que qualquer mulher que ganhe o que ela ganhe, que tenha personal trainers, que tenha babás, empregadas, secretárias e ajuda de toda forma, pode realmente apresentar tamanha recuperação de seu corpo pós parto! Fácil, né?
    Depois não sabem o porquê de tanta depressão pós parto. Salvo as tendências genéticas e descargas hormonais, quem é que aguenta admitir suas formas não tão esculpidas, inchadas, e por que não dizer gordinhas, após a chegada de seu bebê, sabendo que será comparada a toda a incrível capacidade que a outra teve em manter o corpão?
    Oras!
    A gente compra muita coisa, muitas idéias, muita bobagem sem nem questionarmos a qualidade, cabe a nós mulheres exigirmos o novo, e que a gente também mude, não apenas a cor dos cabelos, mas o que temos na cabeça, as idéias, os conceitos.

  • Marina

    É, acabamos não parando pra pensar nessas coisas, mas você foi exelente em nos lembrar. É, afinal temos a mídia que meremos, enquanto nossa mentalidade não mudar é isso que teremos, lixo.

  • Marina

    É, acabamos não parando pra pensar nessas coisas, mas você foi exelente em nos lembrar. É, afinal temos a mídia que meremos, enquanto nossa mentalidade não mudar é isso que teremos, lixo.

  • Marina

    É, acabamos não parando pra pensar nessas coisas, mas você foi exelente em nos lembrar. É, afinal temos a mídia que meremos, enquanto nossa mentalidade não mudar é isso que teremos, lixo.

  • Marina

    É, acabamos não parando pra pensar nessas coisas, mas você foi exelente em nos lembrar. É, afinal temos a mídia que meremos, enquanto nossa mentalidade não mudar é isso que teremos, lixo.

  • Daniel

    Esse tipo de revista aborda um tipo de mulher que não existe: uma que é ao mesmo tempo uma excelente mãe para os filhos, uma funcionária ou chefe impecável, uma tremenda duma gostosa com o corpo perfeito e ainda por cima uma VADIA NA CAMA! Essa é a “proposta” principal da NOVA principalmente, já li algumas vezes, e a revista parece direcionada a prostitutas ou mulheres extremamente fingidas e artificiais! Acho engraçado que ninguém repare que a Nova seja uma revista tão incrivelmente MACHISTA (afinal, tudo o que a mulher precisa fazer para ser feliz passa necessariamente, na ótica de quem escreve a revista, pela satisfação do HOMEM em primeiro lugar). É meio estranho a popularidade desse tipo de revista, isso sem falar nas mil e uma dietas, nas mil e uma fantasias sexuais, coisas que não existem no mundo real, é tudo inventado para vender mais…

    essas revistas não retratam a realidade feminina como ela é, elas vendem fantasias e estimulam a proliferação de estereótipos.

  • Daniel

    Esse tipo de revista aborda um tipo de mulher que não existe: uma que é ao mesmo tempo uma excelente mãe para os filhos, uma funcionária ou chefe impecável, uma tremenda duma gostosa com o corpo perfeito e ainda por cima uma VADIA NA CAMA! Essa é a “proposta” principal da NOVA principalmente, já li algumas vezes, e a revista parece direcionada a prostitutas ou mulheres extremamente fingidas e artificiais! Acho engraçado que ninguém repare que a Nova seja uma revista tão incrivelmente MACHISTA (afinal, tudo o que a mulher precisa fazer para ser feliz passa necessariamente, na ótica de quem escreve a revista, pela satisfação do HOMEM em primeiro lugar). É meio estranho a popularidade desse tipo de revista, isso sem falar nas mil e uma dietas, nas mil e uma fantasias sexuais, coisas que não existem no mundo real, é tudo inventado para vender mais…

    essas revistas não retratam a realidade feminina como ela é, elas vendem fantasias e estimulam a proliferação de estereótipos.

  • Daniel

    Esse tipo de revista aborda um tipo de mulher que não existe: uma que é ao mesmo tempo uma excelente mãe para os filhos, uma funcionária ou chefe impecável, uma tremenda duma gostosa com o corpo perfeito e ainda por cima uma VADIA NA CAMA! Essa é a “proposta” principal da NOVA principalmente, já li algumas vezes, e a revista parece direcionada a prostitutas ou mulheres extremamente fingidas e artificiais! Acho engraçado que ninguém repare que a Nova seja uma revista tão incrivelmente MACHISTA (afinal, tudo o que a mulher precisa fazer para ser feliz passa necessariamente, na ótica de quem escreve a revista, pela satisfação do HOMEM em primeiro lugar). É meio estranho a popularidade desse tipo de revista, isso sem falar nas mil e uma dietas, nas mil e uma fantasias sexuais, coisas que não existem no mundo real, é tudo inventado para vender mais…

    essas revistas não retratam a realidade feminina como ela é, elas vendem fantasias e estimulam a proliferação de estereótipos.

  • Daniel

    Esse tipo de revista aborda um tipo de mulher que não existe: uma que é ao mesmo tempo uma excelente mãe para os filhos, uma funcionária ou chefe impecável, uma tremenda duma gostosa com o corpo perfeito e ainda por cima uma VADIA NA CAMA! Essa é a “proposta” principal da NOVA principalmente, já li algumas vezes, e a revista parece direcionada a prostitutas ou mulheres extremamente fingidas e artificiais! Acho engraçado que ninguém repare que a Nova seja uma revista tão incrivelmente MACHISTA (afinal, tudo o que a mulher precisa fazer para ser feliz passa necessariamente, na ótica de quem escreve a revista, pela satisfação do HOMEM em primeiro lugar). É meio estranho a popularidade desse tipo de revista, isso sem falar nas mil e uma dietas, nas mil e uma fantasias sexuais, coisas que não existem no mundo real, é tudo inventado para vender mais…

    essas revistas não retratam a realidade feminina como ela é, elas vendem fantasias e estimulam a proliferação de estereótipos.

  • Alessandra Martins

    Olá, essa é a primeira vez que acesso esse site e gostei muito desse texto. Me parece que o machismo esta estampado em todas as capas de revistas e jornais, que vendem muito (diga-se de passagem). Agora a pergunta que não quer calar: é isso que nós queremos ver na capa da NOVA? os seios da Grazi Massafera, amiga eu prefiro ver o Cauã de sunga, (sem, se possível). Concluo que, ou a maioria das mulheres é lesbica ou não temos mais referencia nenhuma, simplesmente aceitamos tudo que nos empurram goela abaixo, sem questionar. Posso não conseguir mudar nada, mas eu simplesmente não compro esses exemplares, nem com mulheres frutas na capa, nem com as modelos mais reconhecidas do mundo, porque no meu mundo eu sou a mais gostosa, a mais bonita e principalmente a mias inteligente, inteligente o bastante para reconhecer que a Grazi e a Jolie são lindas, mas eu prefiro o Brad Pitt. O dinheiro é meu, eu compro o que eu quiser.

  • Alessandra Martins

    Olá, essa é a primeira vez que acesso esse site e gostei muito desse texto. Me parece que o machismo esta estampado em todas as capas de revistas e jornais, que vendem muito (diga-se de passagem). Agora a pergunta que não quer calar: é isso que nós queremos ver na capa da NOVA? os seios da Grazi Massafera, amiga eu prefiro ver o Cauã de sunga, (sem, se possível). Concluo que, ou a maioria das mulheres é lesbica ou não temos mais referencia nenhuma, simplesmente aceitamos tudo que nos empurram goela abaixo, sem questionar. Posso não conseguir mudar nada, mas eu simplesmente não compro esses exemplares, nem com mulheres frutas na capa, nem com as modelos mais reconhecidas do mundo, porque no meu mundo eu sou a mais gostosa, a mais bonita e principalmente a mias inteligente, inteligente o bastante para reconhecer que a Grazi e a Jolie são lindas, mas eu prefiro o Brad Pitt. O dinheiro é meu, eu compro o que eu quiser.

  • Alessandra Martins

    Olá, essa é a primeira vez que acesso esse site e gostei muito desse texto. Me parece que o machismo esta estampado em todas as capas de revistas e jornais, que vendem muito (diga-se de passagem). Agora a pergunta que não quer calar: é isso que nós queremos ver na capa da NOVA? os seios da Grazi Massafera, amiga eu prefiro ver o Cauã de sunga, (sem, se possível). Concluo que, ou a maioria das mulheres é lesbica ou não temos mais referencia nenhuma, simplesmente aceitamos tudo que nos empurram goela abaixo, sem questionar. Posso não conseguir mudar nada, mas eu simplesmente não compro esses exemplares, nem com mulheres frutas na capa, nem com as modelos mais reconhecidas do mundo, porque no meu mundo eu sou a mais gostosa, a mais bonita e principalmente a mias inteligente, inteligente o bastante para reconhecer que a Grazi e a Jolie são lindas, mas eu prefiro o Brad Pitt. O dinheiro é meu, eu compro o que eu quiser.

  • Alessandra Martins

    Olá, essa é a primeira vez que acesso esse site e gostei muito desse texto. Me parece que o machismo esta estampado em todas as capas de revistas e jornais, que vendem muito (diga-se de passagem). Agora a pergunta que não quer calar: é isso que nós queremos ver na capa da NOVA? os seios da Grazi Massafera, amiga eu prefiro ver o Cauã de sunga, (sem, se possível). Concluo que, ou a maioria das mulheres é lesbica ou não temos mais referencia nenhuma, simplesmente aceitamos tudo que nos empurram goela abaixo, sem questionar. Posso não conseguir mudar nada, mas eu simplesmente não compro esses exemplares, nem com mulheres frutas na capa, nem com as modelos mais reconhecidas do mundo, porque no meu mundo eu sou a mais gostosa, a mais bonita e principalmente a mias inteligente, inteligente o bastante para reconhecer que a Grazi e a Jolie são lindas, mas eu prefiro o Brad Pitt. O dinheiro é meu, eu compro o que eu quiser.

  • http://omundodedentro.blogspot.com/ Bruna

    Passei só pra parabenizar! Ótimo texto!

  • http://omundodedentro.blogspot.com/ Bruna

    Passei só pra parabenizar! Ótimo texto!

  • http://omundodedentro.blogspot.com/ Bruna

    Passei só pra parabenizar! Ótimo texto!

  • http://omundodedentro.blogspot.com/ Bruna

    Passei só pra parabenizar! Ótimo texto!

  • fmc

    Interessante o texto. Na verdade, a maioria das mulheres por mais que critique este tipo de linha ediorial, vai acabar apelando para tais fórmulas apresentadas neas revistas. É um troço muito complicdo, e eu que sou homem não quero nem tentar entender isso aí, rsrsrsrsrs…

    Mas existe uma revista qu deve ser bacana pras mulheres que não querem seguir fórmulas: a TPM (“Trip Para Mulheres”), que minha mulher assina e sempre vejo coisas bem interessante mesmo eu sendo homem. As editoras detonam estes manuais tipo “como dominar os homens” ou “homens são de marte, mulheres são de vênus”, e promovem matérias e entrevistas com CONTEÚDO interessante, de viagens a personalidades anônimas, passando por decoração, culinária, etc. E, por incrível qe pareça, não cai naquela onda feminsta radical tipo “todos os homens têm de morrer”. Mas, inevitavelmente, dá para perceber umas contradições ali, tipo: sempre tenho a impressão de que as meninas que escrevem pra revista fazem questão de esfregar na cara da “concorrência”que praticam yoga, comem alimentos saudáveis, são bem resolvidas sexualmente, são melhores que a outras… a inevitável competição feminina, haahahahaha!!!

  • fmc

    Interessante o texto. Na verdade, a maioria das mulheres por mais que critique este tipo de linha ediorial, vai acabar apelando para tais fórmulas apresentadas neas revistas. É um troço muito complicdo, e eu que sou homem não quero nem tentar entender isso aí, rsrsrsrsrs…

    Mas existe uma revista qu deve ser bacana pras mulheres que não querem seguir fórmulas: a TPM (“Trip Para Mulheres”), que minha mulher assina e sempre vejo coisas bem interessante mesmo eu sendo homem. As editoras detonam estes manuais tipo “como dominar os homens” ou “homens são de marte, mulheres são de vênus”, e promovem matérias e entrevistas com CONTEÚDO interessante, de viagens a personalidades anônimas, passando por decoração, culinária, etc. E, por incrível qe pareça, não cai naquela onda feminsta radical tipo “todos os homens têm de morrer”. Mas, inevitavelmente, dá para perceber umas contradições ali, tipo: sempre tenho a impressão de que as meninas que escrevem pra revista fazem questão de esfregar na cara da “concorrência”que praticam yoga, comem alimentos saudáveis, são bem resolvidas sexualmente, são melhores que a outras… a inevitável competição feminina, haahahahaha!!!

  • fmc

    Interessante o texto. Na verdade, a maioria das mulheres por mais que critique este tipo de linha ediorial, vai acabar apelando para tais fórmulas apresentadas neas revistas. É um troço muito complicdo, e eu que sou homem não quero nem tentar entender isso aí, rsrsrsrsrs…

    Mas existe uma revista qu deve ser bacana pras mulheres que não querem seguir fórmulas: a TPM (“Trip Para Mulheres”), que minha mulher assina e sempre vejo coisas bem interessante mesmo eu sendo homem. As editoras detonam estes manuais tipo “como dominar os homens” ou “homens são de marte, mulheres são de vênus”, e promovem matérias e entrevistas com CONTEÚDO interessante, de viagens a personalidades anônimas, passando por decoração, culinária, etc. E, por incrível qe pareça, não cai naquela onda feminsta radical tipo “todos os homens têm de morrer”. Mas, inevitavelmente, dá para perceber umas contradições ali, tipo: sempre tenho a impressão de que as meninas que escrevem pra revista fazem questão de esfregar na cara da “concorrência”que praticam yoga, comem alimentos saudáveis, são bem resolvidas sexualmente, são melhores que a outras… a inevitável competição feminina, haahahahaha!!!

  • fmc

    Interessante o texto. Na verdade, a maioria das mulheres por mais que critique este tipo de linha ediorial, vai acabar apelando para tais fórmulas apresentadas neas revistas. É um troço muito complicdo, e eu que sou homem não quero nem tentar entender isso aí, rsrsrsrsrs…

    Mas existe uma revista qu deve ser bacana pras mulheres que não querem seguir fórmulas: a TPM (“Trip Para Mulheres”), que minha mulher assina e sempre vejo coisas bem interessante mesmo eu sendo homem. As editoras detonam estes manuais tipo “como dominar os homens” ou “homens são de marte, mulheres são de vênus”, e promovem matérias e entrevistas com CONTEÚDO interessante, de viagens a personalidades anônimas, passando por decoração, culinária, etc. E, por incrível qe pareça, não cai naquela onda feminsta radical tipo “todos os homens têm de morrer”. Mas, inevitavelmente, dá para perceber umas contradições ali, tipo: sempre tenho a impressão de que as meninas que escrevem pra revista fazem questão de esfregar na cara da “concorrência”que praticam yoga, comem alimentos saudáveis, são bem resolvidas sexualmente, são melhores que a outras… a inevitável competição feminina, haahahahaha!!!

  • Paulo de Tarso

    “Se é combatido e estudado e discutido não está superado.”

    Marcão,

    O Freud, ME PARECE, está superado e CONTINUA SENDO COMBATIDO porque seus postulados atraem, ainda hoje, um séquito de seguidores carolas… O combate se dá mais junto ao meio não acadêmico, junto ás pessoas que vêem em Freud um messias e não um cientista (o que dizem, ele tb não era!!) (apesar de ocorrer no academico também, porém em menor intensidade).

    Sim, já frequentei o Nassif, apesar de comentar raríssimas vezes.

  • Paulo de Tarso

    “Se é combatido e estudado e discutido não está superado.”

    Marcão,

    O Freud, ME PARECE, está superado e CONTINUA SENDO COMBATIDO porque seus postulados atraem, ainda hoje, um séquito de seguidores carolas… O combate se dá mais junto ao meio não acadêmico, junto ás pessoas que vêem em Freud um messias e não um cientista (o que dizem, ele tb não era!!) (apesar de ocorrer no academico também, porém em menor intensidade).

    Sim, já frequentei o Nassif, apesar de comentar raríssimas vezes.

  • Paulo de Tarso

    “Se é combatido e estudado e discutido não está superado.”

    Marcão,

    O Freud, ME PARECE, está superado e CONTINUA SENDO COMBATIDO porque seus postulados atraem, ainda hoje, um séquito de seguidores carolas… O combate se dá mais junto ao meio não acadêmico, junto ás pessoas que vêem em Freud um messias e não um cientista (o que dizem, ele tb não era!!) (apesar de ocorrer no academico também, porém em menor intensidade).

    Sim, já frequentei o Nassif, apesar de comentar raríssimas vezes.

  • Paulo de Tarso

    “Se é combatido e estudado e discutido não está superado.”

    Marcão,

    O Freud, ME PARECE, está superado e CONTINUA SENDO COMBATIDO porque seus postulados atraem, ainda hoje, um séquito de seguidores carolas… O combate se dá mais junto ao meio não acadêmico, junto ás pessoas que vêem em Freud um messias e não um cientista (o que dizem, ele tb não era!!) (apesar de ocorrer no academico também, porém em menor intensidade).

    Sim, já frequentei o Nassif, apesar de comentar raríssimas vezes.

  • Julieta

    Nossa, a mulher q tem seu cérebro lavado por essas revistas é muito imbecil! Sinceramente não dá pra confiar numa capacidade dessas vindo de algo tão tosco qto essas matérias ridículas… Marina, procurei a referência que passou do Freud e não encontrei esse texto “Feminilidades” no livro que vc indica….
    Não é esse?:
    http://www.scribd.com/doc/6081582/sigmund-freud-vol

  • Julieta

    Nossa, a mulher q tem seu cérebro lavado por essas revistas é muito imbecil! Sinceramente não dá pra confiar numa capacidade dessas vindo de algo tão tosco qto essas matérias ridículas… Marina, procurei a referência que passou do Freud e não encontrei esse texto “Feminilidades” no livro que vc indica….
    Não é esse?:
    http://www.scribd.com/doc/6081582/sigmund-freud-vol

  • Julieta

    Nossa, a mulher q tem seu cérebro lavado por essas revistas é muito imbecil! Sinceramente não dá pra confiar numa capacidade dessas vindo de algo tão tosco qto essas matérias ridículas… Marina, procurei a referência que passou do Freud e não encontrei esse texto “Feminilidades” no livro que vc indica….
    Não é esse?:
    http://www.scribd.com/doc/6081582/sigmund-freud-vol

  • Julieta

    Nossa, a mulher q tem seu cérebro lavado por essas revistas é muito imbecil! Sinceramente não dá pra confiar numa capacidade dessas vindo de algo tão tosco qto essas matérias ridículas… Marina, procurei a referência que passou do Freud e não encontrei esse texto “Feminilidades” no livro que vc indica….
    Não é esse?:
    http://www.scribd.com/doc/6081582/sigmund-freud-vol

  • Potira

    Olha Daniel,com todo respeito que vc NÃO TEM PELAS MULHERES, eu vou contrariar sua sugestão. Seria ma-ra-vi-lho-so ter homens gostosos na capa sim! porque não? acho que só os homens iriam se incomodar com isso pois, se nas capas de revistas masculinas não se vê outra coisa a não ser lindas mulheres! seria uma ótima poder ter um colírio para os olhos! ” antes que eu esqueça,comente sua colocação: Nem parece que foi escrito por uma mulher…” você deve ser um homem frustrado…hahaha

  • Potira

    Olha Daniel,com todo respeito que vc NÃO TEM PELAS MULHERES, eu vou contrariar sua sugestão. Seria ma-ra-vi-lho-so ter homens gostosos na capa sim! porque não? acho que só os homens iriam se incomodar com isso pois, se nas capas de revistas masculinas não se vê outra coisa a não ser lindas mulheres! seria uma ótima poder ter um colírio para os olhos! ” antes que eu esqueça,comente sua colocação: Nem parece que foi escrito por uma mulher…” você deve ser um homem frustrado…hahaha

  • Potira

    Olha Daniel,com todo respeito que vc NÃO TEM PELAS MULHERES, eu vou contrariar sua sugestão. Seria ma-ra-vi-lho-so ter homens gostosos na capa sim! porque não? acho que só os homens iriam se incomodar com isso pois, se nas capas de revistas masculinas não se vê outra coisa a não ser lindas mulheres! seria uma ótima poder ter um colírio para os olhos! ” antes que eu esqueça,comente sua colocação: Nem parece que foi escrito por uma mulher…” você deve ser um homem frustrado…hahaha

  • Potira

    Olha Daniel,com todo respeito que vc NÃO TEM PELAS MULHERES, eu vou contrariar sua sugestão. Seria ma-ra-vi-lho-so ter homens gostosos na capa sim! porque não? acho que só os homens iriam se incomodar com isso pois, se nas capas de revistas masculinas não se vê outra coisa a não ser lindas mulheres! seria uma ótima poder ter um colírio para os olhos! ” antes que eu esqueça,comente sua colocação: Nem parece que foi escrito por uma mulher…” você deve ser um homem frustrado…hahaha

  • http://blogjobing.wordpress.com/ Cynthia Garda

    #4 Gitti
    #25 Nandi

    O texto é excelente, a Marina faz uma leitura profunda e provocadora. Desesperador ver que “a nova mulher” proposta pelas revistas é a mesma “velha mulher” que vive única e exclusivamente em função de um homem (encontrá-lo, mantê-lo, etc).

    Eu acho que a raíz da pergunta do Gitti sobre amizade entre mulheres (como a Nandi, vou tomar a liberdade de responder também), está bem explícita no texto da Marina e fez a minha cabeça ir a mil. Sempre vai quando alguém se pergunta se existe amizade entre mulheres, porque acho a pergunta válida e, ao mesmo tempo, triste.

    Eu tenho grande amigas e amigos. Não sei o que seria de mim sem eles todos, de verdade. Mas vou falar só delas. Porque eu acho que todas as mulheres que são amigas, com todos os percalços de seus caminhos e com todas as limitações que jogam e encaram na amizade, estão desafiando a História. Quando duas mulheres decidem superar a inevitável competição pela atenção dos homens, são inseparáveis.

    Eu penso na minha avó. Quando nasceu, enquanto cresceu, tudo em sua vida dependia de uma única coisa: o valor do homem que decidiu que ela valia alguma coisa. Primeiro ela tinha o valor agregado pelo pai. Depois ela teve pelo marido. Minha avó! Isso foi ontem.

    Então hoje muitas coisas mudaram. Mudaram mesmo. Em tese, em certas culturas e sob certas condições econômicas, sociais, religiosas, a mulher pode tentar valer o que quiser, com muito esforço e muito saco, mas o que quiser tentar. Só que não é tão simples assim. Podem nos dar todas as pílulas anticoncepcionais do mundo, todos os filmes do mundo, todos os biquínis do mundo, todos os empregos e vibradores do mundo, todas as borrachas do mundo, que a gente não apaga a História. Os milhares de anos esperando a validação de um homem continuam estampados na capa da revista Nova.

    O que me assusta nessas revistas, é que texto após texto, o homem continua sendo aquele que pode dar “tudo” para a mulher. Tudo? Se eu fosse homem, morria de medo de mulher.

    Lógico, se “tudo” depende de conseguir um homem, a amizade entre mulheres se complica. Porque se ele é tudo, qualquer mulher pode um dia roubar “tudo” de outra mulher. Entenda, é diferente de um cara roubar a namorada de outro. Aqui é roubar tudo (porque durante milhares de anos, aquele homem era efetivamente a chance de “tudo”). Começa a competição.

    É claro que eu não acho que estamos todas presas nisso. Mas, correndo o risco de não ser politicamente correta, acho que todas ainda brigamos com isso, em diferentes momentos e níveis. E não é a toa. Quando fico desentendida com o porque desse processo, lembro da minha avó. Foi ontem mesmo que as coisas começaram a mudar. Então, nós hoje estamos dando passos largos para mudar isso, e muitas vezes a gente tropeça.

    Da minha parte, tenho uma solidariedade e uma gratidão enormes pelas mulheres. Cada uma que dá o seu passo, tá construindo uma História nova e mais bacana para os filhos que porventura eu tiver. E uma História hoje mais bacana para mim, apesar da revista Nova continuar na banca. Eu sou muito grata às minhas amigas, porque elas tão fazendo um mundo melhor. (tirei os amigos de propósito do texto porque só estou falando delas, mas eles também estão ☺.

  • http://blogjobing.wordpress.com/ Cynthia Garda

    #4 Gitti
    #25 Nandi

    O texto é excelente, a Marina faz uma leitura profunda e provocadora. Desesperador ver que “a nova mulher” proposta pelas revistas é a mesma “velha mulher” que vive única e exclusivamente em função de um homem (encontrá-lo, mantê-lo, etc).

    Eu acho que a raíz da pergunta do Gitti sobre amizade entre mulheres (como a Nandi, vou tomar a liberdade de responder também), está bem explícita no texto da Marina e fez a minha cabeça ir a mil. Sempre vai quando alguém se pergunta se existe amizade entre mulheres, porque acho a pergunta válida e, ao mesmo tempo, triste.

    Eu tenho grande amigas e amigos. Não sei o que seria de mim sem eles todos, de verdade. Mas vou falar só delas. Porque eu acho que todas as mulheres que são amigas, com todos os percalços de seus caminhos e com todas as limitações que jogam e encaram na amizade, estão desafiando a História. Quando duas mulheres decidem superar a inevitável competição pela atenção dos homens, são inseparáveis.

    Eu penso na minha avó. Quando nasceu, enquanto cresceu, tudo em sua vida dependia de uma única coisa: o valor do homem que decidiu que ela valia alguma coisa. Primeiro ela tinha o valor agregado pelo pai. Depois ela teve pelo marido. Minha avó! Isso foi ontem.

    Então hoje muitas coisas mudaram. Mudaram mesmo. Em tese, em certas culturas e sob certas condições econômicas, sociais, religiosas, a mulher pode tentar valer o que quiser, com muito esforço e muito saco, mas o que quiser tentar. Só que não é tão simples assim. Podem nos dar todas as pílulas anticoncepcionais do mundo, todos os filmes do mundo, todos os biquínis do mundo, todos os empregos e vibradores do mundo, todas as borrachas do mundo, que a gente não apaga a História. Os milhares de anos esperando a validação de um homem continuam estampados na capa da revista Nova.

    O que me assusta nessas revistas, é que texto após texto, o homem continua sendo aquele que pode dar “tudo” para a mulher. Tudo? Se eu fosse homem, morria de medo de mulher.

    Lógico, se “tudo” depende de conseguir um homem, a amizade entre mulheres se complica. Porque se ele é tudo, qualquer mulher pode um dia roubar “tudo” de outra mulher. Entenda, é diferente de um cara roubar a namorada de outro. Aqui é roubar tudo (porque durante milhares de anos, aquele homem era efetivamente a chance de “tudo”). Começa a competição.

    É claro que eu não acho que estamos todas presas nisso. Mas, correndo o risco de não ser politicamente correta, acho que todas ainda brigamos com isso, em diferentes momentos e níveis. E não é a toa. Quando fico desentendida com o porque desse processo, lembro da minha avó. Foi ontem mesmo que as coisas começaram a mudar. Então, nós hoje estamos dando passos largos para mudar isso, e muitas vezes a gente tropeça.

    Da minha parte, tenho uma solidariedade e uma gratidão enormes pelas mulheres. Cada uma que dá o seu passo, tá construindo uma História nova e mais bacana para os filhos que porventura eu tiver. E uma História hoje mais bacana para mim, apesar da revista Nova continuar na banca. Eu sou muito grata às minhas amigas, porque elas tão fazendo um mundo melhor. (tirei os amigos de propósito do texto porque só estou falando delas, mas eles também estão ☺.

  • http://blogjobing.wordpress.com/ Cynthia Garda

    #4 Gitti
    #25 Nandi

    O texto é excelente, a Marina faz uma leitura profunda e provocadora. Desesperador ver que “a nova mulher” proposta pelas revistas é a mesma “velha mulher” que vive única e exclusivamente em função de um homem (encontrá-lo, mantê-lo, etc).

    Eu acho que a raíz da pergunta do Gitti sobre amizade entre mulheres (como a Nandi, vou tomar a liberdade de responder também), está bem explícita no texto da Marina e fez a minha cabeça ir a mil. Sempre vai quando alguém se pergunta se existe amizade entre mulheres, porque acho a pergunta válida e, ao mesmo tempo, triste.

    Eu tenho grande amigas e amigos. Não sei o que seria de mim sem eles todos, de verdade. Mas vou falar só delas. Porque eu acho que todas as mulheres que são amigas, com todos os percalços de seus caminhos e com todas as limitações que jogam e encaram na amizade, estão desafiando a História. Quando duas mulheres decidem superar a inevitável competição pela atenção dos homens, são inseparáveis.

    Eu penso na minha avó. Quando nasceu, enquanto cresceu, tudo em sua vida dependia de uma única coisa: o valor do homem que decidiu que ela valia alguma coisa. Primeiro ela tinha o valor agregado pelo pai. Depois ela teve pelo marido. Minha avó! Isso foi ontem.

    Então hoje muitas coisas mudaram. Mudaram mesmo. Em tese, em certas culturas e sob certas condições econômicas, sociais, religiosas, a mulher pode tentar valer o que quiser, com muito esforço e muito saco, mas o que quiser tentar. Só que não é tão simples assim. Podem nos dar todas as pílulas anticoncepcionais do mundo, todos os filmes do mundo, todos os biquínis do mundo, todos os empregos e vibradores do mundo, todas as borrachas do mundo, que a gente não apaga a História. Os milhares de anos esperando a validação de um homem continuam estampados na capa da revista Nova.

    O que me assusta nessas revistas, é que texto após texto, o homem continua sendo aquele que pode dar “tudo” para a mulher. Tudo? Se eu fosse homem, morria de medo de mulher.

    Lógico, se “tudo” depende de conseguir um homem, a amizade entre mulheres se complica. Porque se ele é tudo, qualquer mulher pode um dia roubar “tudo” de outra mulher. Entenda, é diferente de um cara roubar a namorada de outro. Aqui é roubar tudo (porque durante milhares de anos, aquele homem era efetivamente a chance de “tudo”). Começa a competição.

    É claro que eu não acho que estamos todas presas nisso. Mas, correndo o risco de não ser politicamente correta, acho que todas ainda brigamos com isso, em diferentes momentos e níveis. E não é a toa. Quando fico desentendida com o porque desse processo, lembro da minha avó. Foi ontem mesmo que as coisas começaram a mudar. Então, nós hoje estamos dando passos largos para mudar isso, e muitas vezes a gente tropeça.

    Da minha parte, tenho uma solidariedade e uma gratidão enormes pelas mulheres. Cada uma que dá o seu passo, tá construindo uma História nova e mais bacana para os filhos que porventura eu tiver. E uma História hoje mais bacana para mim, apesar da revista Nova continuar na banca. Eu sou muito grata às minhas amigas, porque elas tão fazendo um mundo melhor. (tirei os amigos de propósito do texto porque só estou falando delas, mas eles também estão ☺.

  • http://blogjobing.wordpress.com Cynthia Garda

    #4 Gitti
    #25 Nandi

    O texto é excelente, a Marina faz uma leitura profunda e provocadora. Desesperador ver que “a nova mulher” proposta pelas revistas é a mesma “velha mulher” que vive única e exclusivamente em função de um homem (encontrá-lo, mantê-lo, etc).

    Eu acho que a raíz da pergunta do Gitti sobre amizade entre mulheres (como a Nandi, vou tomar a liberdade de responder também), está bem explícita no texto da Marina e fez a minha cabeça ir a mil. Sempre vai quando alguém se pergunta se existe amizade entre mulheres, porque acho a pergunta válida e, ao mesmo tempo, triste.

    Eu tenho grande amigas e amigos. Não sei o que seria de mim sem eles todos, de verdade. Mas vou falar só delas. Porque eu acho que todas as mulheres que são amigas, com todos os percalços de seus caminhos e com todas as limitações que jogam e encaram na amizade, estão desafiando a História. Quando duas mulheres decidem superar a inevitável competição pela atenção dos homens, são inseparáveis.

    Eu penso na minha avó. Quando nasceu, enquanto cresceu, tudo em sua vida dependia de uma única coisa: o valor do homem que decidiu que ela valia alguma coisa. Primeiro ela tinha o valor agregado pelo pai. Depois ela teve pelo marido. Minha avó! Isso foi ontem.

    Então hoje muitas coisas mudaram. Mudaram mesmo. Em tese, em certas culturas e sob certas condições econômicas, sociais, religiosas, a mulher pode tentar valer o que quiser, com muito esforço e muito saco, mas o que quiser tentar. Só que não é tão simples assim. Podem nos dar todas as pílulas anticoncepcionais do mundo, todos os filmes do mundo, todos os biquínis do mundo, todos os empregos e vibradores do mundo, todas as borrachas do mundo, que a gente não apaga a História. Os milhares de anos esperando a validação de um homem continuam estampados na capa da revista Nova.

    O que me assusta nessas revistas, é que texto após texto, o homem continua sendo aquele que pode dar “tudo” para a mulher. Tudo? Se eu fosse homem, morria de medo de mulher.

    Lógico, se “tudo” depende de conseguir um homem, a amizade entre mulheres se complica. Porque se ele é tudo, qualquer mulher pode um dia roubar “tudo” de outra mulher. Entenda, é diferente de um cara roubar a namorada de outro. Aqui é roubar tudo (porque durante milhares de anos, aquele homem era efetivamente a chance de “tudo”). Começa a competição.

    É claro que eu não acho que estamos todas presas nisso. Mas, correndo o risco de não ser politicamente correta, acho que todas ainda brigamos com isso, em diferentes momentos e níveis. E não é a toa. Quando fico desentendida com o porque desse processo, lembro da minha avó. Foi ontem mesmo que as coisas começaram a mudar. Então, nós hoje estamos dando passos largos para mudar isso, e muitas vezes a gente tropeça.

    Da minha parte, tenho uma solidariedade e uma gratidão enormes pelas mulheres. Cada uma que dá o seu passo, tá construindo uma História nova e mais bacana para os filhos que porventura eu tiver. E uma História hoje mais bacana para mim, apesar da revista Nova continuar na banca. Eu sou muito grata às minhas amigas, porque elas tão fazendo um mundo melhor. (tirei os amigos de propósito do texto porque só estou falando delas, mas eles também estão ☺.

  • Armando

    Muito bom o post, dos melhores que já li aqui numa perspectiva feminina. Sobretudo pelo enfoque pelo qual aborda a questão, desmistificando de vez a empulhação dessas revistas ditas femininas.

    A leitura do texto e dos comentários me conduzem à algumas divagações:

    - Li muito a Playboy numa época em que havia poucas opções de leitura e, além das mulheres gostosas, ela tinha muito conteúdo. E não vi todo esse simbolismo no fato dessas revistas virem lacradas, senão apenas pra evitar que leitores com idade imprópria tenha acesso ao seu conteúdo.

    - Parece que há um certo maniqueísmo em relação à Freud, que como todo autor precisa ser lido com senso crítico e contextualizado. Apesar de ser um típico representante do cientificismo – e daí talvez resulte algumas leituras equivocadas – há muito de Literatura no seu texto. A frequente referência que ele mesmo faz aos poetas, por exemplo, é um indicativo desse seu viés literário.

    - Há por parte de muita gente (eu inclusive) a crença de que o Mito de Édipo tem um significado bem diferente daquele que Freud lhe atribui, mais como uma construção metafórica, talvez, do que como um enunciado científico. Sem demérito para o legado do seu pensamento, que só pelo debate que proporciona já faz jus ao reconhecimento que tem.

    - É discutível essa tese de que o feminino se define pelo negativo. Basta lembrarmos que na fecundação “quem tem a função de disparar o mecanismo de ativação da diferenciação masculina do embrião é o gene SRY, que é um pedaço do cromossomo Y. E que até a sétima semana após a fertilização, o embrião humano não tem uma definição de sexo, uma vez que só após a sétima semana, é que o gene SRY começa a se expressar, produzindo uma proteína que entra em funcionamento e começa a criar as características do fenótipo masculino.” Ou seja, é pela negação dos cromossomos XX e o acréscimo da informação do cromossomo Y que se dá o masculino.

    - É sempre saudável o debate em torno das identidades de gênero, mas a ideia de que os homens sejam todos iguais, e as mulheres únicas, cada uma em si mesma, me parece uma substituição de um estereótipo por outro. E não contribui para uma real compreensão das diferenças entre os sexos – que existem sim, e damos vivas à elas – e uma consequente melhora nas relações entre ambos.

    Faço essas ponderações apenas como uma contribuição ao debate, sem prejuízo do conteúdo do texto, em geral.

  • Armando

    Muito bom o post, dos melhores que já li aqui numa perspectiva feminina. Sobretudo pelo enfoque pelo qual aborda a questão, desmistificando de vez a empulhação dessas revistas ditas femininas.

    A leitura do texto e dos comentários me conduzem à algumas divagações:

    - Li muito a Playboy numa época em que havia poucas opções de leitura e, além das mulheres gostosas, ela tinha muito conteúdo. E não vi todo esse simbolismo no fato dessas revistas virem lacradas, senão apenas pra evitar que leitores com idade imprópria tenha acesso ao seu conteúdo.

    - Parece que há um certo maniqueísmo em relação à Freud, que como todo autor precisa ser lido com senso crítico e contextualizado. Apesar de ser um típico representante do cientificismo – e daí talvez resulte algumas leituras equivocadas – há muito de Literatura no seu texto. A frequente referência que ele mesmo faz aos poetas, por exemplo, é um indicativo desse seu viés literário.

    - Há por parte de muita gente (eu inclusive) a crença de que o Mito de Édipo tem um significado bem diferente daquele que Freud lhe atribui, mais como uma construção metafórica, talvez, do que como um enunciado científico. Sem demérito para o legado do seu pensamento, que só pelo debate que proporciona já faz jus ao reconhecimento que tem.

    - É discutível essa tese de que o feminino se define pelo negativo. Basta lembrarmos que na fecundação “quem tem a função de disparar o mecanismo de ativação da diferenciação masculina do embrião é o gene SRY, que é um pedaço do cromossomo Y. E que até a sétima semana após a fertilização, o embrião humano não tem uma definição de sexo, uma vez que só após a sétima semana, é que o gene SRY começa a se expressar, produzindo uma proteína que entra em funcionamento e começa a criar as características do fenótipo masculino.” Ou seja, é pela negação dos cromossomos XX e o acréscimo da informação do cromossomo Y que se dá o masculino.

    - É sempre saudável o debate em torno das identidades de gênero, mas a ideia de que os homens sejam todos iguais, e as mulheres únicas, cada uma em si mesma, me parece uma substituição de um estereótipo por outro. E não contribui para uma real compreensão das diferenças entre os sexos – que existem sim, e damos vivas à elas – e uma consequente melhora nas relações entre ambos.

    Faço essas ponderações apenas como uma contribuição ao debate, sem prejuízo do conteúdo do texto, em geral.

  • Armando

    Muito bom o post, dos melhores que já li aqui numa perspectiva feminina. Sobretudo pelo enfoque pelo qual aborda a questão, desmistificando de vez a empulhação dessas revistas ditas femininas.

    A leitura do texto e dos comentários me conduzem à algumas divagações:

    - Li muito a Playboy numa época em que havia poucas opções de leitura e, além das mulheres gostosas, ela tinha muito conteúdo. E não vi todo esse simbolismo no fato dessas revistas virem lacradas, senão apenas pra evitar que leitores com idade imprópria tenha acesso ao seu conteúdo.

    - Parece que há um certo maniqueísmo em relação à Freud, que como todo autor precisa ser lido com senso crítico e contextualizado. Apesar de ser um típico representante do cientificismo – e daí talvez resulte algumas leituras equivocadas – há muito de Literatura no seu texto. A frequente referência que ele mesmo faz aos poetas, por exemplo, é um indicativo desse seu viés literário.

    - Há por parte de muita gente (eu inclusive) a crença de que o Mito de Édipo tem um significado bem diferente daquele que Freud lhe atribui, mais como uma construção metafórica, talvez, do que como um enunciado científico. Sem demérito para o legado do seu pensamento, que só pelo debate que proporciona já faz jus ao reconhecimento que tem.

    - É discutível essa tese de que o feminino se define pelo negativo. Basta lembrarmos que na fecundação “quem tem a função de disparar o mecanismo de ativação da diferenciação masculina do embrião é o gene SRY, que é um pedaço do cromossomo Y. E que até a sétima semana após a fertilização, o embrião humano não tem uma definição de sexo, uma vez que só após a sétima semana, é que o gene SRY começa a se expressar, produzindo uma proteína que entra em funcionamento e começa a criar as características do fenótipo masculino.” Ou seja, é pela negação dos cromossomos XX e o acréscimo da informação do cromossomo Y que se dá o masculino.

    - É sempre saudável o debate em torno das identidades de gênero, mas a ideia de que os homens sejam todos iguais, e as mulheres únicas, cada uma em si mesma, me parece uma substituição de um estereótipo por outro. E não contribui para uma real compreensão das diferenças entre os sexos – que existem sim, e damos vivas à elas – e uma consequente melhora nas relações entre ambos.

    Faço essas ponderações apenas como uma contribuição ao debate, sem prejuízo do conteúdo do texto, em geral.

  • Armando

    Muito bom o post, dos melhores que já li aqui numa perspectiva feminina. Sobretudo pelo enfoque pelo qual aborda a questão, desmistificando de vez a empulhação dessas revistas ditas femininas.

    A leitura do texto e dos comentários me conduzem à algumas divagações:

    - Li muito a Playboy numa época em que havia poucas opções de leitura e, além das mulheres gostosas, ela tinha muito conteúdo. E não vi todo esse simbolismo no fato dessas revistas virem lacradas, senão apenas pra evitar que leitores com idade imprópria tenha acesso ao seu conteúdo.

    - Parece que há um certo maniqueísmo em relação à Freud, que como todo autor precisa ser lido com senso crítico e contextualizado. Apesar de ser um típico representante do cientificismo – e daí talvez resulte algumas leituras equivocadas – há muito de Literatura no seu texto. A frequente referência que ele mesmo faz aos poetas, por exemplo, é um indicativo desse seu viés literário.

    - Há por parte de muita gente (eu inclusive) a crença de que o Mito de Édipo tem um significado bem diferente daquele que Freud lhe atribui, mais como uma construção metafórica, talvez, do que como um enunciado científico. Sem demérito para o legado do seu pensamento, que só pelo debate que proporciona já faz jus ao reconhecimento que tem.

    - É discutível essa tese de que o feminino se define pelo negativo. Basta lembrarmos que na fecundação “quem tem a função de disparar o mecanismo de ativação da diferenciação masculina do embrião é o gene SRY, que é um pedaço do cromossomo Y. E que até a sétima semana após a fertilização, o embrião humano não tem uma definição de sexo, uma vez que só após a sétima semana, é que o gene SRY começa a se expressar, produzindo uma proteína que entra em funcionamento e começa a criar as características do fenótipo masculino.” Ou seja, é pela negação dos cromossomos XX e o acréscimo da informação do cromossomo Y que se dá o masculino.

    - É sempre saudável o debate em torno das identidades de gênero, mas a ideia de que os homens sejam todos iguais, e as mulheres únicas, cada uma em si mesma, me parece uma substituição de um estereótipo por outro. E não contribui para uma real compreensão das diferenças entre os sexos – que existem sim, e damos vivas à elas – e uma consequente melhora nas relações entre ambos.

    Faço essas ponderações apenas como uma contribuição ao debate, sem prejuízo do conteúdo do texto, em geral.

  • Eduardo

    texto muito bom, nem parece que foi escrito por uma mulher[2]

    Abaixo as revistas femininas, correntes do pensamento e da consciência da mulher (moderna?)!

  • Eduardo

    texto muito bom, nem parece que foi escrito por uma mulher[2]

    Abaixo as revistas femininas, correntes do pensamento e da consciência da mulher (moderna?)!

  • Eduardo

    texto muito bom, nem parece que foi escrito por uma mulher[2]

    Abaixo as revistas femininas, correntes do pensamento e da consciência da mulher (moderna?)!

  • Eduardo

    texto muito bom, nem parece que foi escrito por uma mulher[2]

    Abaixo as revistas femininas, correntes do pensamento e da consciência da mulher (moderna?)!

  • http://poucaspalavras.wordpress.com/2009/09/07/serie-pecados-capitais-%E2%80%93-volume-ii-a-inveja/ Jazz

    que coisa… eu escrevi sobre isso um tantinho antes.

    Coincidência?

  • http://poucaspalavras.wordpress.com/2009/09/07/serie-pecados-capitais-%E2%80%93-volume-ii-a-inveja/ Jazz

    que coisa… eu escrevi sobre isso um tantinho antes.

    Coincidência?

  • http://poucaspalavras.wordpress.com/2009/09/07/serie-pecados-capitais-%E2%80%93-volume-ii-a-inveja/ Jazz

    que coisa… eu escrevi sobre isso um tantinho antes.

    Coincidência?

  • http://poucaspalavras.wordpress.com/2009/09/07/serie-pecados-capitais-%E2%80%93-volume-ii-a-inveja/ Jazz

    que coisa… eu escrevi sobre isso um tantinho antes.

    Coincidência?

  • Ale

    Marina querida,
    Adorei o teu texto! Bem escrito, criativo, associações de idéias muito boas!
    Os comentários tb estão, num geral, ótimos.
    “é fácil melhorar sua vida sexual: acerte no perfume”
    Parece brincadeira que uma bobagem dessas esteja escrita na capa de uma das mais vendidas revistas femininas do país. Por favor, homens e mulheres que passarem por aqui: divulguem o texto da Marina para começarmos a despertar uma consciencia coletiva sobre o assunto (que é a ponta de um iceberg)!
    No #81 a Cynthia falou um pouco sobre a avó dela …dá para refletirmos um pouco do por que das revistas femininas estarem como estão. Aliás, falar em avó, na casa dos meus avós é proibido entrar revistas femininas (meu avô acha o conteudo delas impróprio e idiota…), uma vez perguntei para a minha avó por que ela se submetia a essa imposição do meu avô e ela me respondeu que as revistas femininas não tinham nada de interessante mesmo para se ler…rsrsrs
    bjo

  • Ale

    Marina querida,
    Adorei o teu texto! Bem escrito, criativo, associações de idéias muito boas!
    Os comentários tb estão, num geral, ótimos.
    “é fácil melhorar sua vida sexual: acerte no perfume”
    Parece brincadeira que uma bobagem dessas esteja escrita na capa de uma das mais vendidas revistas femininas do país. Por favor, homens e mulheres que passarem por aqui: divulguem o texto da Marina para começarmos a despertar uma consciencia coletiva sobre o assunto (que é a ponta de um iceberg)!
    No #81 a Cynthia falou um pouco sobre a avó dela …dá para refletirmos um pouco do por que das revistas femininas estarem como estão. Aliás, falar em avó, na casa dos meus avós é proibido entrar revistas femininas (meu avô acha o conteudo delas impróprio e idiota…), uma vez perguntei para a minha avó por que ela se submetia a essa imposição do meu avô e ela me respondeu que as revistas femininas não tinham nada de interessante mesmo para se ler…rsrsrs
    bjo

  • Ale

    Marina querida,
    Adorei o teu texto! Bem escrito, criativo, associações de idéias muito boas!
    Os comentários tb estão, num geral, ótimos.
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    Parece brincadeira que uma bobagem dessas esteja escrita na capa de uma das mais vendidas revistas femininas do país. Por favor, homens e mulheres que passarem por aqui: divulguem o texto da Marina para começarmos a despertar uma consciencia coletiva sobre o assunto (que é a ponta de um iceberg)!
    No #81 a Cynthia falou um pouco sobre a avó dela …dá para refletirmos um pouco do por que das revistas femininas estarem como estão. Aliás, falar em avó, na casa dos meus avós é proibido entrar revistas femininas (meu avô acha o conteudo delas impróprio e idiota…), uma vez perguntei para a minha avó por que ela se submetia a essa imposição do meu avô e ela me respondeu que as revistas femininas não tinham nada de interessante mesmo para se ler…rsrsrs
    bjo

  • Ale

    Marina querida,
    Adorei o teu texto! Bem escrito, criativo, associações de idéias muito boas!
    Os comentários tb estão, num geral, ótimos.
    “é fácil melhorar sua vida sexual: acerte no perfume”
    Parece brincadeira que uma bobagem dessas esteja escrita na capa de uma das mais vendidas revistas femininas do país. Por favor, homens e mulheres que passarem por aqui: divulguem o texto da Marina para começarmos a despertar uma consciencia coletiva sobre o assunto (que é a ponta de um iceberg)!
    No #81 a Cynthia falou um pouco sobre a avó dela …dá para refletirmos um pouco do por que das revistas femininas estarem como estão. Aliás, falar em avó, na casa dos meus avós é proibido entrar revistas femininas (meu avô acha o conteudo delas impróprio e idiota…), uma vez perguntei para a minha avó por que ela se submetia a essa imposição do meu avô e ela me respondeu que as revistas femininas não tinham nada de interessante mesmo para se ler…rsrsrs
    bjo

  • http://www.docesoutravessuras.com.br/ Jackeline Aguiar

    Muito bom o texto, fato, mas a minha porção advogado do diabo e estudante de publicidade, ficou intrigada com o seguinte: “E aí sim, podemos aproveitar o fato de que cada uma de nós somos únicas e especiais, no que isto tem de bom – sorry, guys, mas ser única é realmente uma característica do feminino.” Não é contraditório esperar que as caracteríticas individuais ou diferenças da mulher, sejam evidenciadas através de um meio de comunicação de massa?
    Porque neste caso, a avaliação a qual se refere, seria um grão de areia perto da nova revista sobre a velha mulher. Afinal, tais padrões nem foram criados pela mesma. Ela apenas o utiliza para vender, claro que isso você sabe, mas o que quero dizer é, de que adianta uma revista que evidencia as diferenças das mulheres (que eu não imagino como, pois se todas as mulheres são diferentes, logo todas são iguais) quando a televisão e os outros milhões de veículos , distribuem padrões?
    Daí você pode me dizer que a revista é apenas uma referência e é muito fraco se ater desta forma ao exemplo citado. Concordo, mas homens e mulheres são insafisfeitos e costumam desejar o que não são ou não tem. Para eles, muitos padrões. Para aquela que desejar ser modelo, a magreza. Para aquela que deseja se gostosa, academia. E sua falta de auto-estima sempre será alimentada de alguma forma, e mesmo que uma nova revista acalme as mulheres igualmente diferentes, outras surgirão para satisfazer as insatisfeitas.

  • http://www.docesoutravessuras.com.br/ Jackeline Aguiar

    Muito bom o texto, fato, mas a minha porção advogado do diabo e estudante de publicidade, ficou intrigada com o seguinte: “E aí sim, podemos aproveitar o fato de que cada uma de nós somos únicas e especiais, no que isto tem de bom – sorry, guys, mas ser única é realmente uma característica do feminino.” Não é contraditório esperar que as caracteríticas individuais ou diferenças da mulher, sejam evidenciadas através de um meio de comunicação de massa?
    Porque neste caso, a avaliação a qual se refere, seria um grão de areia perto da nova revista sobre a velha mulher. Afinal, tais padrões nem foram criados pela mesma. Ela apenas o utiliza para vender, claro que isso você sabe, mas o que quero dizer é, de que adianta uma revista que evidencia as diferenças das mulheres (que eu não imagino como, pois se todas as mulheres são diferentes, logo todas são iguais) quando a televisão e os outros milhões de veículos , distribuem padrões?
    Daí você pode me dizer que a revista é apenas uma referência e é muito fraco se ater desta forma ao exemplo citado. Concordo, mas homens e mulheres são insafisfeitos e costumam desejar o que não são ou não tem. Para eles, muitos padrões. Para aquela que desejar ser modelo, a magreza. Para aquela que deseja se gostosa, academia. E sua falta de auto-estima sempre será alimentada de alguma forma, e mesmo que uma nova revista acalme as mulheres igualmente diferentes, outras surgirão para satisfazer as insatisfeitas.

  • http://www.docesoutravessuras.com.br/ Jackeline Aguiar

    Muito bom o texto, fato, mas a minha porção advogado do diabo e estudante de publicidade, ficou intrigada com o seguinte: “E aí sim, podemos aproveitar o fato de que cada uma de nós somos únicas e especiais, no que isto tem de bom – sorry, guys, mas ser única é realmente uma característica do feminino.” Não é contraditório esperar que as caracteríticas individuais ou diferenças da mulher, sejam evidenciadas através de um meio de comunicação de massa?
    Porque neste caso, a avaliação a qual se refere, seria um grão de areia perto da nova revista sobre a velha mulher. Afinal, tais padrões nem foram criados pela mesma. Ela apenas o utiliza para vender, claro que isso você sabe, mas o que quero dizer é, de que adianta uma revista que evidencia as diferenças das mulheres (que eu não imagino como, pois se todas as mulheres são diferentes, logo todas são iguais) quando a televisão e os outros milhões de veículos , distribuem padrões?
    Daí você pode me dizer que a revista é apenas uma referência e é muito fraco se ater desta forma ao exemplo citado. Concordo, mas homens e mulheres são insafisfeitos e costumam desejar o que não são ou não tem. Para eles, muitos padrões. Para aquela que desejar ser modelo, a magreza. Para aquela que deseja se gostosa, academia. E sua falta de auto-estima sempre será alimentada de alguma forma, e mesmo que uma nova revista acalme as mulheres igualmente diferentes, outras surgirão para satisfazer as insatisfeitas.

  • http://www.docesoutravessuras.com.br Jackeline Aguiar

    Muito bom o texto, fato, mas a minha porção advogado do diabo e estudante de publicidade, ficou intrigada com o seguinte: “E aí sim, podemos aproveitar o fato de que cada uma de nós somos únicas e especiais, no que isto tem de bom – sorry, guys, mas ser única é realmente uma característica do feminino.” Não é contraditório esperar que as caracteríticas individuais ou diferenças da mulher, sejam evidenciadas através de um meio de comunicação de massa?
    Porque neste caso, a avaliação a qual se refere, seria um grão de areia perto da nova revista sobre a velha mulher. Afinal, tais padrões nem foram criados pela mesma. Ela apenas o utiliza para vender, claro que isso você sabe, mas o que quero dizer é, de que adianta uma revista que evidencia as diferenças das mulheres (que eu não imagino como, pois se todas as mulheres são diferentes, logo todas são iguais) quando a televisão e os outros milhões de veículos , distribuem padrões?
    Daí você pode me dizer que a revista é apenas uma referência e é muito fraco se ater desta forma ao exemplo citado. Concordo, mas homens e mulheres são insafisfeitos e costumam desejar o que não são ou não tem. Para eles, muitos padrões. Para aquela que desejar ser modelo, a magreza. Para aquela que deseja se gostosa, academia. E sua falta de auto-estima sempre será alimentada de alguma forma, e mesmo que uma nova revista acalme as mulheres igualmente diferentes, outras surgirão para satisfazer as insatisfeitas.

  • Vinicius

    Aos interessados, explorem este blog e digam sua opinião.

    @Gitii, faz mais ou menos um ano que leio este site que irei passar, sempre achei que se complementa com o nao2nao1.

    Como Atrair A Mulher Dos Teus Sonhos… Como Detectar Um Homem De Qualidade
    http://coolvibesblog.blogspot.com/

    abraços

  • Vinicius

    Aos interessados, explorem este blog e digam sua opinião.

    @Gitii, faz mais ou menos um ano que leio este site que irei passar, sempre achei que se complementa com o nao2nao1.

    Como Atrair A Mulher Dos Teus Sonhos… Como Detectar Um Homem De Qualidade
    http://coolvibesblog.blogspot.com/

    abraços

  • Vinicius

    Aos interessados, explorem este blog e digam sua opinião.

    @Gitii, faz mais ou menos um ano que leio este site que irei passar, sempre achei que se complementa com o nao2nao1.

    Como Atrair A Mulher Dos Teus Sonhos… Como Detectar Um Homem De Qualidade
    http://coolvibesblog.blogspot.com/

    abraços

  • Vinicius

    Aos interessados, explorem este blog e digam sua opinião.

    @Gitii, faz mais ou menos um ano que leio este site que irei passar, sempre achei que se complementa com o nao2nao1.

    Como Atrair A Mulher Dos Teus Sonhos… Como Detectar Um Homem De Qualidade
    http://coolvibesblog.blogspot.com/

    abraços

  • Helvis

    Sempre me questionei quanto a esse fato…
    Porque revistas voltadas para o publico feminino são tão futeis?!
    E as vezes acabo vendo que a culpa é de certa forma das proprias leitoras, que se interessam por materias sem conteudo, superfluas… que vão até as bancas que compram as revistas que assinam…
    e o pior se acham cultas e interessantes por lerem tais revitas…
    Não estou julgando que lê ,pois já li algumas vezes, e de vezes em quando tem umas materias boas… e a parte de moda e beleza até que é interessante…
    Mas se esse tipo de revista ainda tem essas materias é por que ainda tem quem as comprem.
    Muitas estão querendo ser NOVAS mulheres, inteligentes, independentes mas estão se tornando simplesmente futeis..
    Inteligentes até, intependentes quem sabe, mas estão sendo futeis….
    sem conteudo onde compram uma revista para saber qual é a dieta da vez..-será que é a do chá?!-
    para tentar ser como a Miss Photoshop da capa….
    Para saber como ir bem na cama, sendo que sexo não precisa de ensaio o bom mesmo é só praticar!!

    Para quem quer ser uma NOVA mulher primeiro passo
    lê algo que preste!

  • Helvis

    Sempre me questionei quanto a esse fato…
    Porque revistas voltadas para o publico feminino são tão futeis?!
    E as vezes acabo vendo que a culpa é de certa forma das proprias leitoras, que se interessam por materias sem conteudo, superfluas… que vão até as bancas que compram as revistas que assinam…
    e o pior se acham cultas e interessantes por lerem tais revitas…
    Não estou julgando que lê ,pois já li algumas vezes, e de vezes em quando tem umas materias boas… e a parte de moda e beleza até que é interessante…
    Mas se esse tipo de revista ainda tem essas materias é por que ainda tem quem as comprem.
    Muitas estão querendo ser NOVAS mulheres, inteligentes, independentes mas estão se tornando simplesmente futeis..
    Inteligentes até, intependentes quem sabe, mas estão sendo futeis….
    sem conteudo onde compram uma revista para saber qual é a dieta da vez..-será que é a do chá?!-
    para tentar ser como a Miss Photoshop da capa….
    Para saber como ir bem na cama, sendo que sexo não precisa de ensaio o bom mesmo é só praticar!!

    Para quem quer ser uma NOVA mulher primeiro passo
    lê algo que preste!

  • Helvis

    Sempre me questionei quanto a esse fato…
    Porque revistas voltadas para o publico feminino são tão futeis?!
    E as vezes acabo vendo que a culpa é de certa forma das proprias leitoras, que se interessam por materias sem conteudo, superfluas… que vão até as bancas que compram as revistas que assinam…
    e o pior se acham cultas e interessantes por lerem tais revitas…
    Não estou julgando que lê ,pois já li algumas vezes, e de vezes em quando tem umas materias boas… e a parte de moda e beleza até que é interessante…
    Mas se esse tipo de revista ainda tem essas materias é por que ainda tem quem as comprem.
    Muitas estão querendo ser NOVAS mulheres, inteligentes, independentes mas estão se tornando simplesmente futeis..
    Inteligentes até, intependentes quem sabe, mas estão sendo futeis….
    sem conteudo onde compram uma revista para saber qual é a dieta da vez..-será que é a do chá?!-
    para tentar ser como a Miss Photoshop da capa….
    Para saber como ir bem na cama, sendo que sexo não precisa de ensaio o bom mesmo é só praticar!!

    Para quem quer ser uma NOVA mulher primeiro passo
    lê algo que preste!

  • Helvis

    Sempre me questionei quanto a esse fato…
    Porque revistas voltadas para o publico feminino são tão futeis?!
    E as vezes acabo vendo que a culpa é de certa forma das proprias leitoras, que se interessam por materias sem conteudo, superfluas… que vão até as bancas que compram as revistas que assinam…
    e o pior se acham cultas e interessantes por lerem tais revitas…
    Não estou julgando que lê ,pois já li algumas vezes, e de vezes em quando tem umas materias boas… e a parte de moda e beleza até que é interessante…
    Mas se esse tipo de revista ainda tem essas materias é por que ainda tem quem as comprem.
    Muitas estão querendo ser NOVAS mulheres, inteligentes, independentes mas estão se tornando simplesmente futeis..
    Inteligentes até, intependentes quem sabe, mas estão sendo futeis….
    sem conteudo onde compram uma revista para saber qual é a dieta da vez..-será que é a do chá?!-
    para tentar ser como a Miss Photoshop da capa….
    Para saber como ir bem na cama, sendo que sexo não precisa de ensaio o bom mesmo é só praticar!!

    Para quem quer ser uma NOVA mulher primeiro passo
    lê algo que preste!

  • http://www.twitter.com/BandaAtrituS Anderock

    Interessante o Texto, e concerteza cada mulher é única e isso justifica a melhor frase do artigo: “caso contrário eles não gostariam tanto de provar um pouquinho de todas nós”.
    ;)

  • http://www.twitter.com/BandaAtrituS Anderock

    Interessante o Texto, e concerteza cada mulher é única e isso justifica a melhor frase do artigo: “caso contrário eles não gostariam tanto de provar um pouquinho de todas nós”.
    ;)

  • http://www.twitter.com/BandaAtrituS Anderock

    Interessante o Texto, e concerteza cada mulher é única e isso justifica a melhor frase do artigo: “caso contrário eles não gostariam tanto de provar um pouquinho de todas nós”.
    ;)

  • http://www.twitter.com/BandaAtrituS Anderock

    Interessante o Texto, e concerteza cada mulher é única e isso justifica a melhor frase do artigo: “caso contrário eles não gostariam tanto de provar um pouquinho de todas nós”.
    ;)

  • L. Leite

    A crítica principal apresentada pelo texto é ótima, mas o desenvolvimento seguiu por um rumo meio falho (citando Freud , que é criticado horrores na psciologia) e cimentou o desastre com um comentário pra lá de sexista – sexismo nunca é bom, fikdik.

    Uma pena, mas tente novamente, mocinha! :)

  • L. Leite

    A crítica principal apresentada pelo texto é ótima, mas o desenvolvimento seguiu por um rumo meio falho (citando Freud , que é criticado horrores na psciologia) e cimentou o desastre com um comentário pra lá de sexista – sexismo nunca é bom, fikdik.

    Uma pena, mas tente novamente, mocinha! :)

  • L. Leite

    A crítica principal apresentada pelo texto é ótima, mas o desenvolvimento seguiu por um rumo meio falho (citando Freud , que é criticado horrores na psciologia) e cimentou o desastre com um comentário pra lá de sexista – sexismo nunca é bom, fikdik.

    Uma pena, mas tente novamente, mocinha! :)

  • L. Leite

    A crítica principal apresentada pelo texto é ótima, mas o desenvolvimento seguiu por um rumo meio falho (citando Freud , que é criticado horrores na psciologia) e cimentou o desastre com um comentário pra lá de sexista – sexismo nunca é bom, fikdik.

    Uma pena, mas tente novamente, mocinha! :)

  • Victor

    #81 – Cynthia Garda em 06.10.09 at 5:41 pm

    Brilhante, simplesmente brilhante o seu comentário!

    Achei sua analogia sobre o homem sendo o “tudo” para mulher muito mais poderosa e consistente com a enorme competitividade entre elas do que qualquer baboseira que já tenha lido.
    Quem nos dera se pelo menos 10% das mulheres conseguissem racionalizar a própria competitividade de forma tão acertada! Também achei fantástica uma das consequências desta competição pelo “tudo”, que é uma menor confiança nas amigas, já que elas são “usurpadoras” em potencial (engraçado pensar nisso agora, porque já cheguei a conclusão que grandes amigos homens não deixam a amizade abalar nem por conta de mulheres!!!). Achei suas comparações fantásticas e absolutamente pertinentes, eu nunca seria capaz de chegar a tais considerações. Nada como um ponto de vista inteligente e diferente sobre um assunto.

  • Victor

    #81 – Cynthia Garda em 06.10.09 at 5:41 pm

    Brilhante, simplesmente brilhante o seu comentário!

    Achei sua analogia sobre o homem sendo o “tudo” para mulher muito mais poderosa e consistente com a enorme competitividade entre elas do que qualquer baboseira que já tenha lido.
    Quem nos dera se pelo menos 10% das mulheres conseguissem racionalizar a própria competitividade de forma tão acertada! Também achei fantástica uma das consequências desta competição pelo “tudo”, que é uma menor confiança nas amigas, já que elas são “usurpadoras” em potencial (engraçado pensar nisso agora, porque já cheguei a conclusão que grandes amigos homens não deixam a amizade abalar nem por conta de mulheres!!!). Achei suas comparações fantásticas e absolutamente pertinentes, eu nunca seria capaz de chegar a tais considerações. Nada como um ponto de vista inteligente e diferente sobre um assunto.

  • Victor

    #81 – Cynthia Garda em 06.10.09 at 5:41 pm

    Brilhante, simplesmente brilhante o seu comentário!

    Achei sua analogia sobre o homem sendo o “tudo” para mulher muito mais poderosa e consistente com a enorme competitividade entre elas do que qualquer baboseira que já tenha lido.
    Quem nos dera se pelo menos 10% das mulheres conseguissem racionalizar a própria competitividade de forma tão acertada! Também achei fantástica uma das consequências desta competição pelo “tudo”, que é uma menor confiança nas amigas, já que elas são “usurpadoras” em potencial (engraçado pensar nisso agora, porque já cheguei a conclusão que grandes amigos homens não deixam a amizade abalar nem por conta de mulheres!!!). Achei suas comparações fantásticas e absolutamente pertinentes, eu nunca seria capaz de chegar a tais considerações. Nada como um ponto de vista inteligente e diferente sobre um assunto.

  • Victor

    #81 – Cynthia Garda em 06.10.09 at 5:41 pm

    Brilhante, simplesmente brilhante o seu comentário!

    Achei sua analogia sobre o homem sendo o “tudo” para mulher muito mais poderosa e consistente com a enorme competitividade entre elas do que qualquer baboseira que já tenha lido.
    Quem nos dera se pelo menos 10% das mulheres conseguissem racionalizar a própria competitividade de forma tão acertada! Também achei fantástica uma das consequências desta competição pelo “tudo”, que é uma menor confiança nas amigas, já que elas são “usurpadoras” em potencial (engraçado pensar nisso agora, porque já cheguei a conclusão que grandes amigos homens não deixam a amizade abalar nem por conta de mulheres!!!). Achei suas comparações fantásticas e absolutamente pertinentes, eu nunca seria capaz de chegar a tais considerações. Nada como um ponto de vista inteligente e diferente sobre um assunto.

  • http://ataleb.wordpress.com/ alexandre taleb

    Ola
    Gostei muito do seu site, parabéns!
    De uma olhada em meu blog: http://ataleb.wordpress.com
    Abs
    Alexandre Taleb
    Consultor de Imagem

  • http://ataleb.wordpress.com/ alexandre taleb

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  • Luiz Azevedo

    Muito bom o texto, e acho que muitas outras mulheres deveriam pensar assim, ainda mais no quesito “saber que os homens sempre querem provar um pouco de todas”… rs…

  • Luiz Azevedo

    Muito bom o texto, e acho que muitas outras mulheres deveriam pensar assim, ainda mais no quesito “saber que os homens sempre querem provar um pouco de todas”… rs…

  • Luiz Azevedo

    Muito bom o texto, e acho que muitas outras mulheres deveriam pensar assim, ainda mais no quesito “saber que os homens sempre querem provar um pouco de todas”… rs…

  • Luiz Azevedo

    Muito bom o texto, e acho que muitas outras mulheres deveriam pensar assim, ainda mais no quesito “saber que os homens sempre querem provar um pouco de todas”… rs…

  • Fernando

    Coincidência ler a matéria abaixo e logo em seguida achar(http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=8015) isso:

    http://www.dw-world.de/dw/article/0,,4760130,00.html

    As mudanças já começaram…

  • Fernando

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  • Fernando

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  • Fernando

    Coincidência ler a matéria abaixo e logo em seguida achar(http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=8015) isso:

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  • http://www.nandiland.blogspot.com/ nandi

    #81 – Cynthia Garda
    #91 – Victor

    gostei de ler seu ponto de vista, nunca tinha racionalizado a coisa por esse lado. ainda não decidi se concordo… rsrs não sei se é mais difícil ser amiga de mulheres do q de homens. no meu caso durante mt tempo era mais facil me tornar amiga dos homens basicamente pq eu não me interessava por assuntos ditos femininos e não por achar q alguma delas pudesse ser uma ameaça. talvez seja reflexo dos tempos, ou talvez eu seja simplesmente distraída e não repare nestas coisas. o fato é q as minhas amizades femininas são sólidas e mais viscerais do q as masculinas (q tb são otimas, apenas diferentes). mulheres choram juntas, falam de sexo e relacionamentos de uma forma q eu acho dificil os homens falarem entre si e tb não deixam a amizade ser abalada por causa de homem, como diz o Victor. essa parte eu posso falar por mim mesma. já me interessei por um carinha ao mesmo tempo q uma grande amiga minha e soubemos administrar isso de uma forma q hj em dia somos ainda mais próximas e cúmplices.

  • http://www.nandiland.blogspot.com/ nandi

    #81 – Cynthia Garda
    #91 – Victor

    gostei de ler seu ponto de vista, nunca tinha racionalizado a coisa por esse lado. ainda não decidi se concordo… rsrs não sei se é mais difícil ser amiga de mulheres do q de homens. no meu caso durante mt tempo era mais facil me tornar amiga dos homens basicamente pq eu não me interessava por assuntos ditos femininos e não por achar q alguma delas pudesse ser uma ameaça. talvez seja reflexo dos tempos, ou talvez eu seja simplesmente distraída e não repare nestas coisas. o fato é q as minhas amizades femininas são sólidas e mais viscerais do q as masculinas (q tb são otimas, apenas diferentes). mulheres choram juntas, falam de sexo e relacionamentos de uma forma q eu acho dificil os homens falarem entre si e tb não deixam a amizade ser abalada por causa de homem, como diz o Victor. essa parte eu posso falar por mim mesma. já me interessei por um carinha ao mesmo tempo q uma grande amiga minha e soubemos administrar isso de uma forma q hj em dia somos ainda mais próximas e cúmplices.

  • http://www.nandiland.blogspot.com/ nandi

    #81 – Cynthia Garda
    #91 – Victor

    gostei de ler seu ponto de vista, nunca tinha racionalizado a coisa por esse lado. ainda não decidi se concordo… rsrs não sei se é mais difícil ser amiga de mulheres do q de homens. no meu caso durante mt tempo era mais facil me tornar amiga dos homens basicamente pq eu não me interessava por assuntos ditos femininos e não por achar q alguma delas pudesse ser uma ameaça. talvez seja reflexo dos tempos, ou talvez eu seja simplesmente distraída e não repare nestas coisas. o fato é q as minhas amizades femininas são sólidas e mais viscerais do q as masculinas (q tb são otimas, apenas diferentes). mulheres choram juntas, falam de sexo e relacionamentos de uma forma q eu acho dificil os homens falarem entre si e tb não deixam a amizade ser abalada por causa de homem, como diz o Victor. essa parte eu posso falar por mim mesma. já me interessei por um carinha ao mesmo tempo q uma grande amiga minha e soubemos administrar isso de uma forma q hj em dia somos ainda mais próximas e cúmplices.

  • http://www.nandiland.blogspot.com nandi

    #81 – Cynthia Garda
    #91 – Victor

    gostei de ler seu ponto de vista, nunca tinha racionalizado a coisa por esse lado. ainda não decidi se concordo… rsrs não sei se é mais difícil ser amiga de mulheres do q de homens. no meu caso durante mt tempo era mais facil me tornar amiga dos homens basicamente pq eu não me interessava por assuntos ditos femininos e não por achar q alguma delas pudesse ser uma ameaça. talvez seja reflexo dos tempos, ou talvez eu seja simplesmente distraída e não repare nestas coisas. o fato é q as minhas amizades femininas são sólidas e mais viscerais do q as masculinas (q tb são otimas, apenas diferentes). mulheres choram juntas, falam de sexo e relacionamentos de uma forma q eu acho dificil os homens falarem entre si e tb não deixam a amizade ser abalada por causa de homem, como diz o Victor. essa parte eu posso falar por mim mesma. já me interessei por um carinha ao mesmo tempo q uma grande amiga minha e soubemos administrar isso de uma forma q hj em dia somos ainda mais próximas e cúmplices.

  • Fencas

    Texto espetacular. O melhor do Ladies Room, sem dúvida.

  • Fencas

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  • Fencas

    Texto espetacular. O melhor do Ladies Room, sem dúvida.

  • Fencas

    Texto espetacular. O melhor do Ladies Room, sem dúvida.

  • Marina Graminha Cury

    Nossa, pessoal, muito bom ler todos estes comentários. Acho que o texto era para suscitar reflexões mesmo, já que concordamos que não existem fórmulas prontas que resolvam tudo – e até por isso, não tem como dizer que a boa revista seria deste jeito ou de outro. Só apontar caminhos mesmo e refletir sobre eles.
    O “sorry guys” foi uma grande piada, na verdade. Exatamente o tipo de piada que eu acho que não tem nas revistas femininas, como se não se pudesse falar algo irônico a um homem.
    O link que sugiro foi o da referência bibliográfica (é o link que a Julieta mandou mesmo), o texto do Freud. É um texto simples, pois foi escrito em forma de conferência (é a conferência 33, com título de Feminilidade). É bem interessante. E d maneira nenhuma sou o tipo de psicanalista em formação que acha que se deve ler Freud como a uma bíblia. Aliás, acho que todas as leituras, como bem disse alguém aí, devem ser feitas de maneira crítica. Mas ele continua, sem dúvida, muito atual e é um dos 3 autores que revolucionou a perspectiva de como o homem era colocado no mundo. O primeiro foi Copérnico, tirando a Terra do centro do mundo; o segundo, Darwin, ao aproximar o homem dos animais e distanciá-lo de Deus. E o terceiro sem dúvida Freud, ao dizer que o homem não é senhor nem na sua própria casa – pois o inconsciente não segue às leis da consciência.
    Concordo quando o Gitti fala da necessidade de ambos, homens e mulheres, serem olhados. E a competitividade está em ambos os sexos e é algo ainda mais acentuado na sociedade atual. E, Bruno, discordo que a mulher ame um homem por ele ser uma utilidade. Acho que não é por aí. Querer chamar a atenção, o olhar, não implica necessariamente em amor. É só uma parte dele, entende? Mas o Gitti tem razão, este é um tema para um próximo texto, porque é bem complexo.
    Gustavo e Armando, não quis dizer que os homens são iguais de maneira nenhuma. Na verdade, o Pedro tem razão: todos os seres humanos são únicos. O que eu quis dizer é que não há um elemento que defina a mulher, e sim a ausência dele. É uma afirmação do Lacan, um bom psicanalista e leitor de Freud de que “a mulher não existe” e o que existe de fato é uma mulher. Mas é um conceito bem complexo, tentei esboçar uma explicação aqui e ela já estava dando 2 parágrafos. Recomendo então, a leitura do texto, também do Freud, “Totem e Tabu”, que aborda este tema (http://www.clube-de-leituras.pt/upload/e_livros/clle000164.pdf). Qualquer dúvida mande no meu email.
    Obrigada a todos pelos coment´rios, eu não esperava – e também não sabia se era para responder tudo aqui ou pessoalmente. Me dá uma luz aí, Gitti!

  • Marina Graminha Cury

    Nossa, pessoal, muito bom ler todos estes comentários. Acho que o texto era para suscitar reflexões mesmo, já que concordamos que não existem fórmulas prontas que resolvam tudo – e até por isso, não tem como dizer que a boa revista seria deste jeito ou de outro. Só apontar caminhos mesmo e refletir sobre eles.
    O “sorry guys” foi uma grande piada, na verdade. Exatamente o tipo de piada que eu acho que não tem nas revistas femininas, como se não se pudesse falar algo irônico a um homem.
    O link que sugiro foi o da referência bibliográfica (é o link que a Julieta mandou mesmo), o texto do Freud. É um texto simples, pois foi escrito em forma de conferência (é a conferência 33, com título de Feminilidade). É bem interessante. E d maneira nenhuma sou o tipo de psicanalista em formação que acha que se deve ler Freud como a uma bíblia. Aliás, acho que todas as leituras, como bem disse alguém aí, devem ser feitas de maneira crítica. Mas ele continua, sem dúvida, muito atual e é um dos 3 autores que revolucionou a perspectiva de como o homem era colocado no mundo. O primeiro foi Copérnico, tirando a Terra do centro do mundo; o segundo, Darwin, ao aproximar o homem dos animais e distanciá-lo de Deus. E o terceiro sem dúvida Freud, ao dizer que o homem não é senhor nem na sua própria casa – pois o inconsciente não segue às leis da consciência.
    Concordo quando o Gitti fala da necessidade de ambos, homens e mulheres, serem olhados. E a competitividade está em ambos os sexos e é algo ainda mais acentuado na sociedade atual. E, Bruno, discordo que a mulher ame um homem por ele ser uma utilidade. Acho que não é por aí. Querer chamar a atenção, o olhar, não implica necessariamente em amor. É só uma parte dele, entende? Mas o Gitti tem razão, este é um tema para um próximo texto, porque é bem complexo.
    Gustavo e Armando, não quis dizer que os homens são iguais de maneira nenhuma. Na verdade, o Pedro tem razão: todos os seres humanos são únicos. O que eu quis dizer é que não há um elemento que defina a mulher, e sim a ausência dele. É uma afirmação do Lacan, um bom psicanalista e leitor de Freud de que “a mulher não existe” e o que existe de fato é uma mulher. Mas é um conceito bem complexo, tentei esboçar uma explicação aqui e ela já estava dando 2 parágrafos. Recomendo então, a leitura do texto, também do Freud, “Totem e Tabu”, que aborda este tema (http://www.clube-de-leituras.pt/upload/e_livros/clle000164.pdf). Qualquer dúvida mande no meu email.
    Obrigada a todos pelos coment´rios, eu não esperava – e também não sabia se era para responder tudo aqui ou pessoalmente. Me dá uma luz aí, Gitti!

  • Marina Graminha Cury

    Nossa, pessoal, muito bom ler todos estes comentários. Acho que o texto era para suscitar reflexões mesmo, já que concordamos que não existem fórmulas prontas que resolvam tudo – e até por isso, não tem como dizer que a boa revista seria deste jeito ou de outro. Só apontar caminhos mesmo e refletir sobre eles.
    O “sorry guys” foi uma grande piada, na verdade. Exatamente o tipo de piada que eu acho que não tem nas revistas femininas, como se não se pudesse falar algo irônico a um homem.
    O link que sugiro foi o da referência bibliográfica (é o link que a Julieta mandou mesmo), o texto do Freud. É um texto simples, pois foi escrito em forma de conferência (é a conferência 33, com título de Feminilidade). É bem interessante. E d maneira nenhuma sou o tipo de psicanalista em formação que acha que se deve ler Freud como a uma bíblia. Aliás, acho que todas as leituras, como bem disse alguém aí, devem ser feitas de maneira crítica. Mas ele continua, sem dúvida, muito atual e é um dos 3 autores que revolucionou a perspectiva de como o homem era colocado no mundo. O primeiro foi Copérnico, tirando a Terra do centro do mundo; o segundo, Darwin, ao aproximar o homem dos animais e distanciá-lo de Deus. E o terceiro sem dúvida Freud, ao dizer que o homem não é senhor nem na sua própria casa – pois o inconsciente não segue às leis da consciência.
    Concordo quando o Gitti fala da necessidade de ambos, homens e mulheres, serem olhados. E a competitividade está em ambos os sexos e é algo ainda mais acentuado na sociedade atual. E, Bruno, discordo que a mulher ame um homem por ele ser uma utilidade. Acho que não é por aí. Querer chamar a atenção, o olhar, não implica necessariamente em amor. É só uma parte dele, entende? Mas o Gitti tem razão, este é um tema para um próximo texto, porque é bem complexo.
    Gustavo e Armando, não quis dizer que os homens são iguais de maneira nenhuma. Na verdade, o Pedro tem razão: todos os seres humanos são únicos. O que eu quis dizer é que não há um elemento que defina a mulher, e sim a ausência dele. É uma afirmação do Lacan, um bom psicanalista e leitor de Freud de que “a mulher não existe” e o que existe de fato é uma mulher. Mas é um conceito bem complexo, tentei esboçar uma explicação aqui e ela já estava dando 2 parágrafos. Recomendo então, a leitura do texto, também do Freud, “Totem e Tabu”, que aborda este tema (http://www.clube-de-leituras.pt/upload/e_livros/clle000164.pdf). Qualquer dúvida mande no meu email.
    Obrigada a todos pelos coment´rios, eu não esperava – e também não sabia se era para responder tudo aqui ou pessoalmente. Me dá uma luz aí, Gitti!

  • Marina Graminha Cury

    Nossa, pessoal, muito bom ler todos estes comentários. Acho que o texto era para suscitar reflexões mesmo, já que concordamos que não existem fórmulas prontas que resolvam tudo – e até por isso, não tem como dizer que a boa revista seria deste jeito ou de outro. Só apontar caminhos mesmo e refletir sobre eles.
    O “sorry guys” foi uma grande piada, na verdade. Exatamente o tipo de piada que eu acho que não tem nas revistas femininas, como se não se pudesse falar algo irônico a um homem.
    O link que sugiro foi o da referência bibliográfica (é o link que a Julieta mandou mesmo), o texto do Freud. É um texto simples, pois foi escrito em forma de conferência (é a conferência 33, com título de Feminilidade). É bem interessante. E d maneira nenhuma sou o tipo de psicanalista em formação que acha que se deve ler Freud como a uma bíblia. Aliás, acho que todas as leituras, como bem disse alguém aí, devem ser feitas de maneira crítica. Mas ele continua, sem dúvida, muito atual e é um dos 3 autores que revolucionou a perspectiva de como o homem era colocado no mundo. O primeiro foi Copérnico, tirando a Terra do centro do mundo; o segundo, Darwin, ao aproximar o homem dos animais e distanciá-lo de Deus. E o terceiro sem dúvida Freud, ao dizer que o homem não é senhor nem na sua própria casa – pois o inconsciente não segue às leis da consciência.
    Concordo quando o Gitti fala da necessidade de ambos, homens e mulheres, serem olhados. E a competitividade está em ambos os sexos e é algo ainda mais acentuado na sociedade atual. E, Bruno, discordo que a mulher ame um homem por ele ser uma utilidade. Acho que não é por aí. Querer chamar a atenção, o olhar, não implica necessariamente em amor. É só uma parte dele, entende? Mas o Gitti tem razão, este é um tema para um próximo texto, porque é bem complexo.
    Gustavo e Armando, não quis dizer que os homens são iguais de maneira nenhuma. Na verdade, o Pedro tem razão: todos os seres humanos são únicos. O que eu quis dizer é que não há um elemento que defina a mulher, e sim a ausência dele. É uma afirmação do Lacan, um bom psicanalista e leitor de Freud de que “a mulher não existe” e o que existe de fato é uma mulher. Mas é um conceito bem complexo, tentei esboçar uma explicação aqui e ela já estava dando 2 parágrafos. Recomendo então, a leitura do texto, também do Freud, “Totem e Tabu”, que aborda este tema (http://www.clube-de-leituras.pt/upload/e_livros/clle000164.pdf). Qualquer dúvida mande no meu email.
    Obrigada a todos pelos coment´rios, eu não esperava – e também não sabia se era para responder tudo aqui ou pessoalmente. Me dá uma luz aí, Gitti!

  • http://blogjobing.wordpress.com/ Cynthia Garda

    # 91 Victor
    Poxa, Victor, muito obrigada. As analogias são traçadas por observação própria de minhas próprias maluquices, e muita vontade de não cair nas armadilhas. Ainda assim, caio. Depois levanto ;). Mas quando reconheço que no final estou na mesma luta que todas as outras mulheres, é que fico realmente agradecida a cada uma e a cada passo novo que ela dá. É espetacular ler o Papo de Homem, ver um texto assim no Ladies Room, e poder trocar aqui. Com homens e mulheres.

    # 95 Nandi
    Nandi, eu concordo contigo totalmente. As amizades entre mulheres são vicerais mesmo, e adorei a parte do choro! Eu adoro chorar, e chorar com as amigas é uma atividade incompartilhável com os amigos homens. É só um exemplo da riqueza que temos para dividir umas com as outras, porque nos reconhecemos. E como você disse, as amigas mulheres sobrevivem, sim, ao contrário da crença popular, ao interesse pelo mesmo homem.

    Eu acho que a chave, no final, é a mesma chave com a qual todo mundo briga, em menor ou maior grau. A chave da auto-estima. É quase impossível gostar de alguém sem gostar de si primeiro. E se a auto-estima de alguém depender de outra pessoa, tudo fica muito frágil. É nesse sentido que eu acho que historicamente as mulheres foram massacradas, porque tinha muito pouco o que podiam fazer no âmbito social, econômico, acadêmico… para ajudar a construir o seu valor, a sua identidade. Milhares de anos em que o valor social, econômico, político de uma mulher era determinado pelo homem que ela conseguisse atrair, porque a vivência social, política e econômica da mulher se daria através desse homem. Então competir com outras mulheres pela atenção dos homens era questão de sobrevivência mesmo, e não um traço de caráter ou determinação biológica, na minha opinião. Minhas amigas são generosas, fiéis à amizade que nem cachorro e mulheres que transformam a minha vida para melhor, com seu exemplo e sua cumplicidade.

    Hoje, eu concordo, não tem razão para essa competição. Ou pelo menos que não precisa ser assim. Acho que você e sua amiga, quando lidaram bem com a situação de estarem atraídas pelo mesmo cara e ficaram ainda mais próximas, deram um show de auto-estima. E daí vem a fraternidade.

    Infelizmente, a riqueza do universo feminino passa longe, bem longe, das bancas de revistas. Então, acho o texto da Marina fundamental. Porque a revista Nova e seus similares jogam a gente décadas para trás. Massacram de novo as mulheres. E ver esse texto e os comentários aqui me enche de alegria – pra não dizer de esperança.

  • http://blogjobing.wordpress.com/ Cynthia Garda

    # 91 Victor
    Poxa, Victor, muito obrigada. As analogias são traçadas por observação própria de minhas próprias maluquices, e muita vontade de não cair nas armadilhas. Ainda assim, caio. Depois levanto ;). Mas quando reconheço que no final estou na mesma luta que todas as outras mulheres, é que fico realmente agradecida a cada uma e a cada passo novo que ela dá. É espetacular ler o Papo de Homem, ver um texto assim no Ladies Room, e poder trocar aqui. Com homens e mulheres.

    # 95 Nandi
    Nandi, eu concordo contigo totalmente. As amizades entre mulheres são vicerais mesmo, e adorei a parte do choro! Eu adoro chorar, e chorar com as amigas é uma atividade incompartilhável com os amigos homens. É só um exemplo da riqueza que temos para dividir umas com as outras, porque nos reconhecemos. E como você disse, as amigas mulheres sobrevivem, sim, ao contrário da crença popular, ao interesse pelo mesmo homem.

    Eu acho que a chave, no final, é a mesma chave com a qual todo mundo briga, em menor ou maior grau. A chave da auto-estima. É quase impossível gostar de alguém sem gostar de si primeiro. E se a auto-estima de alguém depender de outra pessoa, tudo fica muito frágil. É nesse sentido que eu acho que historicamente as mulheres foram massacradas, porque tinha muito pouco o que podiam fazer no âmbito social, econômico, acadêmico… para ajudar a construir o seu valor, a sua identidade. Milhares de anos em que o valor social, econômico, político de uma mulher era determinado pelo homem que ela conseguisse atrair, porque a vivência social, política e econômica da mulher se daria através desse homem. Então competir com outras mulheres pela atenção dos homens era questão de sobrevivência mesmo, e não um traço de caráter ou determinação biológica, na minha opinião. Minhas amigas são generosas, fiéis à amizade que nem cachorro e mulheres que transformam a minha vida para melhor, com seu exemplo e sua cumplicidade.

    Hoje, eu concordo, não tem razão para essa competição. Ou pelo menos que não precisa ser assim. Acho que você e sua amiga, quando lidaram bem com a situação de estarem atraídas pelo mesmo cara e ficaram ainda mais próximas, deram um show de auto-estima. E daí vem a fraternidade.

    Infelizmente, a riqueza do universo feminino passa longe, bem longe, das bancas de revistas. Então, acho o texto da Marina fundamental. Porque a revista Nova e seus similares jogam a gente décadas para trás. Massacram de novo as mulheres. E ver esse texto e os comentários aqui me enche de alegria – pra não dizer de esperança.

  • http://blogjobing.wordpress.com/ Cynthia Garda

    # 91 Victor
    Poxa, Victor, muito obrigada. As analogias são traçadas por observação própria de minhas próprias maluquices, e muita vontade de não cair nas armadilhas. Ainda assim, caio. Depois levanto ;). Mas quando reconheço que no final estou na mesma luta que todas as outras mulheres, é que fico realmente agradecida a cada uma e a cada passo novo que ela dá. É espetacular ler o Papo de Homem, ver um texto assim no Ladies Room, e poder trocar aqui. Com homens e mulheres.

    # 95 Nandi
    Nandi, eu concordo contigo totalmente. As amizades entre mulheres são vicerais mesmo, e adorei a parte do choro! Eu adoro chorar, e chorar com as amigas é uma atividade incompartilhável com os amigos homens. É só um exemplo da riqueza que temos para dividir umas com as outras, porque nos reconhecemos. E como você disse, as amigas mulheres sobrevivem, sim, ao contrário da crença popular, ao interesse pelo mesmo homem.

    Eu acho que a chave, no final, é a mesma chave com a qual todo mundo briga, em menor ou maior grau. A chave da auto-estima. É quase impossível gostar de alguém sem gostar de si primeiro. E se a auto-estima de alguém depender de outra pessoa, tudo fica muito frágil. É nesse sentido que eu acho que historicamente as mulheres foram massacradas, porque tinha muito pouco o que podiam fazer no âmbito social, econômico, acadêmico… para ajudar a construir o seu valor, a sua identidade. Milhares de anos em que o valor social, econômico, político de uma mulher era determinado pelo homem que ela conseguisse atrair, porque a vivência social, política e econômica da mulher se daria através desse homem. Então competir com outras mulheres pela atenção dos homens era questão de sobrevivência mesmo, e não um traço de caráter ou determinação biológica, na minha opinião. Minhas amigas são generosas, fiéis à amizade que nem cachorro e mulheres que transformam a minha vida para melhor, com seu exemplo e sua cumplicidade.

    Hoje, eu concordo, não tem razão para essa competição. Ou pelo menos que não precisa ser assim. Acho que você e sua amiga, quando lidaram bem com a situação de estarem atraídas pelo mesmo cara e ficaram ainda mais próximas, deram um show de auto-estima. E daí vem a fraternidade.

    Infelizmente, a riqueza do universo feminino passa longe, bem longe, das bancas de revistas. Então, acho o texto da Marina fundamental. Porque a revista Nova e seus similares jogam a gente décadas para trás. Massacram de novo as mulheres. E ver esse texto e os comentários aqui me enche de alegria – pra não dizer de esperança.

  • http://blogjobing.wordpress.com Cynthia Garda

    # 91 Victor
    Poxa, Victor, muito obrigada. As analogias são traçadas por observação própria de minhas próprias maluquices, e muita vontade de não cair nas armadilhas. Ainda assim, caio. Depois levanto ;). Mas quando reconheço que no final estou na mesma luta que todas as outras mulheres, é que fico realmente agradecida a cada uma e a cada passo novo que ela dá. É espetacular ler o Papo de Homem, ver um texto assim no Ladies Room, e poder trocar aqui. Com homens e mulheres.

    # 95 Nandi
    Nandi, eu concordo contigo totalmente. As amizades entre mulheres são vicerais mesmo, e adorei a parte do choro! Eu adoro chorar, e chorar com as amigas é uma atividade incompartilhável com os amigos homens. É só um exemplo da riqueza que temos para dividir umas com as outras, porque nos reconhecemos. E como você disse, as amigas mulheres sobrevivem, sim, ao contrário da crença popular, ao interesse pelo mesmo homem.

    Eu acho que a chave, no final, é a mesma chave com a qual todo mundo briga, em menor ou maior grau. A chave da auto-estima. É quase impossível gostar de alguém sem gostar de si primeiro. E se a auto-estima de alguém depender de outra pessoa, tudo fica muito frágil. É nesse sentido que eu acho que historicamente as mulheres foram massacradas, porque tinha muito pouco o que podiam fazer no âmbito social, econômico, acadêmico… para ajudar a construir o seu valor, a sua identidade. Milhares de anos em que o valor social, econômico, político de uma mulher era determinado pelo homem que ela conseguisse atrair, porque a vivência social, política e econômica da mulher se daria através desse homem. Então competir com outras mulheres pela atenção dos homens era questão de sobrevivência mesmo, e não um traço de caráter ou determinação biológica, na minha opinião. Minhas amigas são generosas, fiéis à amizade que nem cachorro e mulheres que transformam a minha vida para melhor, com seu exemplo e sua cumplicidade.

    Hoje, eu concordo, não tem razão para essa competição. Ou pelo menos que não precisa ser assim. Acho que você e sua amiga, quando lidaram bem com a situação de estarem atraídas pelo mesmo cara e ficaram ainda mais próximas, deram um show de auto-estima. E daí vem a fraternidade.

    Infelizmente, a riqueza do universo feminino passa longe, bem longe, das bancas de revistas. Então, acho o texto da Marina fundamental. Porque a revista Nova e seus similares jogam a gente décadas para trás. Massacram de novo as mulheres. E ver esse texto e os comentários aqui me enche de alegria – pra não dizer de esperança.

  • Buffa

    Gostaria que estas mulheres que escrevem editoriais em revistas femininas, valorando o que é e o que não é , o que pode e o que não pode, como a mulher pós moderna deve ou não deve se comportar, pusessem a cara na rua e se mostrassem para além do que escrevem. Veríamos boa parte delas inseguras, com medos, anseios, alegrias e vontades como todo ser humano de osso e carne, que veste e repete roupas, que peida, que menstrua, que um dia se sente gostosa, outro não. Precsamos entender, assimilar de uma vez por todas que tais publicações são venda de anúncios publicitários e semeadura de desassossego entre as mulheres que estão em busca do bem estar e não se sentem ainda conquistadoras dele. Revistas de fofoca de celebridades e revistas femininas são os meios mais fáceis e patéticos de, como um potente carro, ir de 0 a 100 no humor e satisfação, em apenas algns segundos.

  • Buffa

    Gostaria que estas mulheres que escrevem editoriais em revistas femininas, valorando o que é e o que não é , o que pode e o que não pode, como a mulher pós moderna deve ou não deve se comportar, pusessem a cara na rua e se mostrassem para além do que escrevem. Veríamos boa parte delas inseguras, com medos, anseios, alegrias e vontades como todo ser humano de osso e carne, que veste e repete roupas, que peida, que menstrua, que um dia se sente gostosa, outro não. Precsamos entender, assimilar de uma vez por todas que tais publicações são venda de anúncios publicitários e semeadura de desassossego entre as mulheres que estão em busca do bem estar e não se sentem ainda conquistadoras dele. Revistas de fofoca de celebridades e revistas femininas são os meios mais fáceis e patéticos de, como um potente carro, ir de 0 a 100 no humor e satisfação, em apenas algns segundos.

  • Buffa

    Gostaria que estas mulheres que escrevem editoriais em revistas femininas, valorando o que é e o que não é , o que pode e o que não pode, como a mulher pós moderna deve ou não deve se comportar, pusessem a cara na rua e se mostrassem para além do que escrevem. Veríamos boa parte delas inseguras, com medos, anseios, alegrias e vontades como todo ser humano de osso e carne, que veste e repete roupas, que peida, que menstrua, que um dia se sente gostosa, outro não. Precsamos entender, assimilar de uma vez por todas que tais publicações são venda de anúncios publicitários e semeadura de desassossego entre as mulheres que estão em busca do bem estar e não se sentem ainda conquistadoras dele. Revistas de fofoca de celebridades e revistas femininas são os meios mais fáceis e patéticos de, como um potente carro, ir de 0 a 100 no humor e satisfação, em apenas algns segundos.

  • Buffa

    Gostaria que estas mulheres que escrevem editoriais em revistas femininas, valorando o que é e o que não é , o que pode e o que não pode, como a mulher pós moderna deve ou não deve se comportar, pusessem a cara na rua e se mostrassem para além do que escrevem. Veríamos boa parte delas inseguras, com medos, anseios, alegrias e vontades como todo ser humano de osso e carne, que veste e repete roupas, que peida, que menstrua, que um dia se sente gostosa, outro não. Precsamos entender, assimilar de uma vez por todas que tais publicações são venda de anúncios publicitários e semeadura de desassossego entre as mulheres que estão em busca do bem estar e não se sentem ainda conquistadoras dele. Revistas de fofoca de celebridades e revistas femininas são os meios mais fáceis e patéticos de, como um potente carro, ir de 0 a 100 no humor e satisfação, em apenas algns segundos.

  • Victor

    #96 – nandi

    Bem, sou obrigado a concordar com você, claro que existem situações em que grandes amigas conseguem administrar o interesse mútuo pelo mesmo cara (esse é a grande m. das generalizações, sempre se é injusto com alguma parte) sem maiores consequencia na amizade. Mas, via de regra, tendo a acreditar (também por observação in locco) que os homens administram este tipo de situação melhor, só isso. Ponto :-)
    Ah, uma curiosidade que há muito me acompanha e que acho que vocês poderia me ajudar. Por que cargas d’águas as mulheres dão tanta atenção à opinião das amigas na hora de ficar com um cara? Já vivi situações em que a mulher estava realmente interessada no cara (tá bom, o bucha da situação era este humilde escriba aqui) e ela foi se aconselhar com uma amiga que não nutria muita simpatia por mim e… A mulher ficou claramente decepcionada (me deu a impressão de um embate pessoal dela, huahauh) e acabou parando de demonstrar interesse em mim (claro que se eu me manifestasse poderia até mudar a coisa, mas não tinha maiores interesses nela). A questão é: se um cara está interessado numa mulher ele não vai perder muito tempo perguntando aos amigos sobre a mulher, no máximo vai tentar se informar sobre quem já “pegou” a dita cuja (machista, eu sei, mas a vida é assim..) já as mulheres irão meio que se aconselhar com as amigas e caso o caro não passe no crivo delas, a mulher simplesmente vai deixar o cara pra lá!!! Por que isso?

    Ah, só um comentário… Bem, se vc tiver um amigo “homem” e vcs chorarem juntos por conta de alguma experiência sua, lamento, seu amigo não é homem… Claro que existem sentimentos, situações que vc não conseguiria compartilhar com um amigo da mesma forma que com uma amiga, natural isso…

    #99 – Cynthia Garda

    É, seu comentário anterior já tinha me despertado pra esse fato, como o status da mulher, até bem pouco tempo (e até agora, na verdade), era/é determinado pela status do companheiro dela. São reflexões que têm que partir de mulheres, muito difícil um cara saber o que é isso.

    Ainda bem que estamos evoluindo Cynthia, a passos curtos, concordo, mas já estamos infinitamente melhores do que no início do século passado, onde nem votar as mulheres podiam.

    Parabéns pelos seus comentários, estamos precisando de mulheres lúcidas e inteligentes como vc, pra nos mostrarem o ponto de vista feminino.

  • Victor

    #96 – nandi

    Bem, sou obrigado a concordar com você, claro que existem situações em que grandes amigas conseguem administrar o interesse mútuo pelo mesmo cara (esse é a grande m. das generalizações, sempre se é injusto com alguma parte) sem maiores consequencia na amizade. Mas, via de regra, tendo a acreditar (também por observação in locco) que os homens administram este tipo de situação melhor, só isso. Ponto :-)
    Ah, uma curiosidade que há muito me acompanha e que acho que vocês poderia me ajudar. Por que cargas d’águas as mulheres dão tanta atenção à opinião das amigas na hora de ficar com um cara? Já vivi situações em que a mulher estava realmente interessada no cara (tá bom, o bucha da situação era este humilde escriba aqui) e ela foi se aconselhar com uma amiga que não nutria muita simpatia por mim e… A mulher ficou claramente decepcionada (me deu a impressão de um embate pessoal dela, huahauh) e acabou parando de demonstrar interesse em mim (claro que se eu me manifestasse poderia até mudar a coisa, mas não tinha maiores interesses nela). A questão é: se um cara está interessado numa mulher ele não vai perder muito tempo perguntando aos amigos sobre a mulher, no máximo vai tentar se informar sobre quem já “pegou” a dita cuja (machista, eu sei, mas a vida é assim..) já as mulheres irão meio que se aconselhar com as amigas e caso o caro não passe no crivo delas, a mulher simplesmente vai deixar o cara pra lá!!! Por que isso?

    Ah, só um comentário… Bem, se vc tiver um amigo “homem” e vcs chorarem juntos por conta de alguma experiência sua, lamento, seu amigo não é homem… Claro que existem sentimentos, situações que vc não conseguiria compartilhar com um amigo da mesma forma que com uma amiga, natural isso…

    #99 – Cynthia Garda

    É, seu comentário anterior já tinha me despertado pra esse fato, como o status da mulher, até bem pouco tempo (e até agora, na verdade), era/é determinado pela status do companheiro dela. São reflexões que têm que partir de mulheres, muito difícil um cara saber o que é isso.

    Ainda bem que estamos evoluindo Cynthia, a passos curtos, concordo, mas já estamos infinitamente melhores do que no início do século passado, onde nem votar as mulheres podiam.

    Parabéns pelos seus comentários, estamos precisando de mulheres lúcidas e inteligentes como vc, pra nos mostrarem o ponto de vista feminino.

  • Victor

    #96 – nandi

    Bem, sou obrigado a concordar com você, claro que existem situações em que grandes amigas conseguem administrar o interesse mútuo pelo mesmo cara (esse é a grande m. das generalizações, sempre se é injusto com alguma parte) sem maiores consequencia na amizade. Mas, via de regra, tendo a acreditar (também por observação in locco) que os homens administram este tipo de situação melhor, só isso. Ponto :-)
    Ah, uma curiosidade que há muito me acompanha e que acho que vocês poderia me ajudar. Por que cargas d’águas as mulheres dão tanta atenção à opinião das amigas na hora de ficar com um cara? Já vivi situações em que a mulher estava realmente interessada no cara (tá bom, o bucha da situação era este humilde escriba aqui) e ela foi se aconselhar com uma amiga que não nutria muita simpatia por mim e… A mulher ficou claramente decepcionada (me deu a impressão de um embate pessoal dela, huahauh) e acabou parando de demonstrar interesse em mim (claro que se eu me manifestasse poderia até mudar a coisa, mas não tinha maiores interesses nela). A questão é: se um cara está interessado numa mulher ele não vai perder muito tempo perguntando aos amigos sobre a mulher, no máximo vai tentar se informar sobre quem já “pegou” a dita cuja (machista, eu sei, mas a vida é assim..) já as mulheres irão meio que se aconselhar com as amigas e caso o caro não passe no crivo delas, a mulher simplesmente vai deixar o cara pra lá!!! Por que isso?

    Ah, só um comentário… Bem, se vc tiver um amigo “homem” e vcs chorarem juntos por conta de alguma experiência sua, lamento, seu amigo não é homem… Claro que existem sentimentos, situações que vc não conseguiria compartilhar com um amigo da mesma forma que com uma amiga, natural isso…

    #99 – Cynthia Garda

    É, seu comentário anterior já tinha me despertado pra esse fato, como o status da mulher, até bem pouco tempo (e até agora, na verdade), era/é determinado pela status do companheiro dela. São reflexões que têm que partir de mulheres, muito difícil um cara saber o que é isso.

    Ainda bem que estamos evoluindo Cynthia, a passos curtos, concordo, mas já estamos infinitamente melhores do que no início do século passado, onde nem votar as mulheres podiam.

    Parabéns pelos seus comentários, estamos precisando de mulheres lúcidas e inteligentes como vc, pra nos mostrarem o ponto de vista feminino.

  • Victor

    #96 – nandi

    Bem, sou obrigado a concordar com você, claro que existem situações em que grandes amigas conseguem administrar o interesse mútuo pelo mesmo cara (esse é a grande m. das generalizações, sempre se é injusto com alguma parte) sem maiores consequencia na amizade. Mas, via de regra, tendo a acreditar (também por observação in locco) que os homens administram este tipo de situação melhor, só isso. Ponto :-)
    Ah, uma curiosidade que há muito me acompanha e que acho que vocês poderia me ajudar. Por que cargas d’águas as mulheres dão tanta atenção à opinião das amigas na hora de ficar com um cara? Já vivi situações em que a mulher estava realmente interessada no cara (tá bom, o bucha da situação era este humilde escriba aqui) e ela foi se aconselhar com uma amiga que não nutria muita simpatia por mim e… A mulher ficou claramente decepcionada (me deu a impressão de um embate pessoal dela, huahauh) e acabou parando de demonstrar interesse em mim (claro que se eu me manifestasse poderia até mudar a coisa, mas não tinha maiores interesses nela). A questão é: se um cara está interessado numa mulher ele não vai perder muito tempo perguntando aos amigos sobre a mulher, no máximo vai tentar se informar sobre quem já “pegou” a dita cuja (machista, eu sei, mas a vida é assim..) já as mulheres irão meio que se aconselhar com as amigas e caso o caro não passe no crivo delas, a mulher simplesmente vai deixar o cara pra lá!!! Por que isso?

    Ah, só um comentário… Bem, se vc tiver um amigo “homem” e vcs chorarem juntos por conta de alguma experiência sua, lamento, seu amigo não é homem… Claro que existem sentimentos, situações que vc não conseguiria compartilhar com um amigo da mesma forma que com uma amiga, natural isso…

    #99 – Cynthia Garda

    É, seu comentário anterior já tinha me despertado pra esse fato, como o status da mulher, até bem pouco tempo (e até agora, na verdade), era/é determinado pela status do companheiro dela. São reflexões que têm que partir de mulheres, muito difícil um cara saber o que é isso.

    Ainda bem que estamos evoluindo Cynthia, a passos curtos, concordo, mas já estamos infinitamente melhores do que no início do século passado, onde nem votar as mulheres podiam.

    Parabéns pelos seus comentários, estamos precisando de mulheres lúcidas e inteligentes como vc, pra nos mostrarem o ponto de vista feminino.

  • Luh

    Estou escrevendo para o Pdh pela primeira vez, acompanho o site a algum tempo, mas somente depois de ler este texto é que tive vontade de deixar a minha contribuição…

    Primeiro gostaria de dizer que adorei o texto, apesar de ser um texto que faz uma leitura psicanalítica, eu por outro lado, gostaria d fazer uma leitura mais social do contexto.

    O texto foi escrito de maneira muito agradável de ler, acredito inclusive que uma leitura assim é algo raro, principalmente com fundamentação teórica. Marina, vc está de parabéns!!!

    Comecei a ler mais sobre psicanálise a pouco tempo, por isso não possuo uma grande apropriação a respeito do assunto, mas mesmo assim me interesso mto pelo tema. Acredito porém que existe também uma explicação Social para a apresentação dessas revistas femininas.

    Faço aqui uma leitura través da Teoria Social Crítica de Marx, (leitura esta bem superficial em função do tamanho do tópico) pois estas revistas ditas “femininas” tem uma função clara na sociedade: de massificar a mulher, reduzindo-a na maioria das vezes a um corpo.

    Esta é uma compreensão histórica, que vem sendo repassada através dos séculos, em que o papel da mulher é o de servir ao homem. Essas revistas reproduzem ainda estes conceitos, de que a mulher deve sempre buscar seu bem-estar, para assim satisfazer ao homem. E a que se enquadrar melhor nesses parâmetros, nesses padrões que a sociedade nos impõe, é a que obtêm maior sucesso. Mas gostaria de dizer com isso, que a culpa não é das mulheres, mas do modo de produção em q vivemos, que estimula cada vez mais o consumo, a massificação e a perda da identidade.

    pq as mulheres ainda leem essas revistas? A resposta é muito simples, pq não somos educadas e educados de maneira a pensar, e na maioria das vezes apenas reproduzimos pensamentos e ações, disseminados por essas revistas e também pela televisão. Q é um instrumento de massificação incrível. O documentário sugerido pelo Gitti, q inclusive eu já tinha visto, explica mto bem isso.

    Gostaria também de comentar alguns outros assuntos abordados nos outros tópicos:
    quanto ao fato de que alguem trouxe de que Freud estava ultrapassado, acho isso uma grande besteira, pois o cara foi um revolucionário, sabe-se lá o que é falar de sexualidade em 1930? onde tudo era tabu e ainda continuar atual em 2009? é claro q são feitas algumas releituras de sua obra por contemporâneos. Mas ultrapassado jamais!!!!!

    Por fim, gostaria de dizer q não se deve pensar em revistas femininas, e masculinas em separado, e nem q colocar homem pelado em capa de revista “feminina” seja a solução. Pois pensar assim é disseminar um pensamento senão machista mto sexista. Devemos pensar em leitura de qualidade, engraçada e para ambos os sexos, pq afinal o que agrada a um sexo, o outro também deve saber. Assim acredito q não devemos discutir uma revista feminina d qualidade, e sim uma revista de qualidade.

    Acho inclusive, q o Pdh, já está mostrando q isso é possível.

    Espero ansiosamente novos textos interessantes, para q possamos voltar a debater.

    Bjux

  • Luh

    Estou escrevendo para o Pdh pela primeira vez, acompanho o site a algum tempo, mas somente depois de ler este texto é que tive vontade de deixar a minha contribuição…

    Primeiro gostaria de dizer que adorei o texto, apesar de ser um texto que faz uma leitura psicanalítica, eu por outro lado, gostaria d fazer uma leitura mais social do contexto.

    O texto foi escrito de maneira muito agradável de ler, acredito inclusive que uma leitura assim é algo raro, principalmente com fundamentação teórica. Marina, vc está de parabéns!!!

    Comecei a ler mais sobre psicanálise a pouco tempo, por isso não possuo uma grande apropriação a respeito do assunto, mas mesmo assim me interesso mto pelo tema. Acredito porém que existe também uma explicação Social para a apresentação dessas revistas femininas.

    Faço aqui uma leitura través da Teoria Social Crítica de Marx, (leitura esta bem superficial em função do tamanho do tópico) pois estas revistas ditas “femininas” tem uma função clara na sociedade: de massificar a mulher, reduzindo-a na maioria das vezes a um corpo.

    Esta é uma compreensão histórica, que vem sendo repassada através dos séculos, em que o papel da mulher é o de servir ao homem. Essas revistas reproduzem ainda estes conceitos, de que a mulher deve sempre buscar seu bem-estar, para assim satisfazer ao homem. E a que se enquadrar melhor nesses parâmetros, nesses padrões que a sociedade nos impõe, é a que obtêm maior sucesso. Mas gostaria de dizer com isso, que a culpa não é das mulheres, mas do modo de produção em q vivemos, que estimula cada vez mais o consumo, a massificação e a perda da identidade.

    pq as mulheres ainda leem essas revistas? A resposta é muito simples, pq não somos educadas e educados de maneira a pensar, e na maioria das vezes apenas reproduzimos pensamentos e ações, disseminados por essas revistas e também pela televisão. Q é um instrumento de massificação incrível. O documentário sugerido pelo Gitti, q inclusive eu já tinha visto, explica mto bem isso.

    Gostaria também de comentar alguns outros assuntos abordados nos outros tópicos:
    quanto ao fato de que alguem trouxe de que Freud estava ultrapassado, acho isso uma grande besteira, pois o cara foi um revolucionário, sabe-se lá o que é falar de sexualidade em 1930? onde tudo era tabu e ainda continuar atual em 2009? é claro q são feitas algumas releituras de sua obra por contemporâneos. Mas ultrapassado jamais!!!!!

    Por fim, gostaria de dizer q não se deve pensar em revistas femininas, e masculinas em separado, e nem q colocar homem pelado em capa de revista “feminina” seja a solução. Pois pensar assim é disseminar um pensamento senão machista mto sexista. Devemos pensar em leitura de qualidade, engraçada e para ambos os sexos, pq afinal o que agrada a um sexo, o outro também deve saber. Assim acredito q não devemos discutir uma revista feminina d qualidade, e sim uma revista de qualidade.

    Acho inclusive, q o Pdh, já está mostrando q isso é possível.

    Espero ansiosamente novos textos interessantes, para q possamos voltar a debater.

    Bjux

  • Luh

    Estou escrevendo para o Pdh pela primeira vez, acompanho o site a algum tempo, mas somente depois de ler este texto é que tive vontade de deixar a minha contribuição…

    Primeiro gostaria de dizer que adorei o texto, apesar de ser um texto que faz uma leitura psicanalítica, eu por outro lado, gostaria d fazer uma leitura mais social do contexto.

    O texto foi escrito de maneira muito agradável de ler, acredito inclusive que uma leitura assim é algo raro, principalmente com fundamentação teórica. Marina, vc está de parabéns!!!

    Comecei a ler mais sobre psicanálise a pouco tempo, por isso não possuo uma grande apropriação a respeito do assunto, mas mesmo assim me interesso mto pelo tema. Acredito porém que existe também uma explicação Social para a apresentação dessas revistas femininas.

    Faço aqui uma leitura través da Teoria Social Crítica de Marx, (leitura esta bem superficial em função do tamanho do tópico) pois estas revistas ditas “femininas” tem uma função clara na sociedade: de massificar a mulher, reduzindo-a na maioria das vezes a um corpo.

    Esta é uma compreensão histórica, que vem sendo repassada através dos séculos, em que o papel da mulher é o de servir ao homem. Essas revistas reproduzem ainda estes conceitos, de que a mulher deve sempre buscar seu bem-estar, para assim satisfazer ao homem. E a que se enquadrar melhor nesses parâmetros, nesses padrões que a sociedade nos impõe, é a que obtêm maior sucesso. Mas gostaria de dizer com isso, que a culpa não é das mulheres, mas do modo de produção em q vivemos, que estimula cada vez mais o consumo, a massificação e a perda da identidade.

    pq as mulheres ainda leem essas revistas? A resposta é muito simples, pq não somos educadas e educados de maneira a pensar, e na maioria das vezes apenas reproduzimos pensamentos e ações, disseminados por essas revistas e também pela televisão. Q é um instrumento de massificação incrível. O documentário sugerido pelo Gitti, q inclusive eu já tinha visto, explica mto bem isso.

    Gostaria também de comentar alguns outros assuntos abordados nos outros tópicos:
    quanto ao fato de que alguem trouxe de que Freud estava ultrapassado, acho isso uma grande besteira, pois o cara foi um revolucionário, sabe-se lá o que é falar de sexualidade em 1930? onde tudo era tabu e ainda continuar atual em 2009? é claro q são feitas algumas releituras de sua obra por contemporâneos. Mas ultrapassado jamais!!!!!

    Por fim, gostaria de dizer q não se deve pensar em revistas femininas, e masculinas em separado, e nem q colocar homem pelado em capa de revista “feminina” seja a solução. Pois pensar assim é disseminar um pensamento senão machista mto sexista. Devemos pensar em leitura de qualidade, engraçada e para ambos os sexos, pq afinal o que agrada a um sexo, o outro também deve saber. Assim acredito q não devemos discutir uma revista feminina d qualidade, e sim uma revista de qualidade.

    Acho inclusive, q o Pdh, já está mostrando q isso é possível.

    Espero ansiosamente novos textos interessantes, para q possamos voltar a debater.

    Bjux

  • Luh

    Estou escrevendo para o Pdh pela primeira vez, acompanho o site a algum tempo, mas somente depois de ler este texto é que tive vontade de deixar a minha contribuição…

    Primeiro gostaria de dizer que adorei o texto, apesar de ser um texto que faz uma leitura psicanalítica, eu por outro lado, gostaria d fazer uma leitura mais social do contexto.

    O texto foi escrito de maneira muito agradável de ler, acredito inclusive que uma leitura assim é algo raro, principalmente com fundamentação teórica. Marina, vc está de parabéns!!!

    Comecei a ler mais sobre psicanálise a pouco tempo, por isso não possuo uma grande apropriação a respeito do assunto, mas mesmo assim me interesso mto pelo tema. Acredito porém que existe também uma explicação Social para a apresentação dessas revistas femininas.

    Faço aqui uma leitura través da Teoria Social Crítica de Marx, (leitura esta bem superficial em função do tamanho do tópico) pois estas revistas ditas “femininas” tem uma função clara na sociedade: de massificar a mulher, reduzindo-a na maioria das vezes a um corpo.

    Esta é uma compreensão histórica, que vem sendo repassada através dos séculos, em que o papel da mulher é o de servir ao homem. Essas revistas reproduzem ainda estes conceitos, de que a mulher deve sempre buscar seu bem-estar, para assim satisfazer ao homem. E a que se enquadrar melhor nesses parâmetros, nesses padrões que a sociedade nos impõe, é a que obtêm maior sucesso. Mas gostaria de dizer com isso, que a culpa não é das mulheres, mas do modo de produção em q vivemos, que estimula cada vez mais o consumo, a massificação e a perda da identidade.

    pq as mulheres ainda leem essas revistas? A resposta é muito simples, pq não somos educadas e educados de maneira a pensar, e na maioria das vezes apenas reproduzimos pensamentos e ações, disseminados por essas revistas e também pela televisão. Q é um instrumento de massificação incrível. O documentário sugerido pelo Gitti, q inclusive eu já tinha visto, explica mto bem isso.

    Gostaria também de comentar alguns outros assuntos abordados nos outros tópicos:
    quanto ao fato de que alguem trouxe de que Freud estava ultrapassado, acho isso uma grande besteira, pois o cara foi um revolucionário, sabe-se lá o que é falar de sexualidade em 1930? onde tudo era tabu e ainda continuar atual em 2009? é claro q são feitas algumas releituras de sua obra por contemporâneos. Mas ultrapassado jamais!!!!!

    Por fim, gostaria de dizer q não se deve pensar em revistas femininas, e masculinas em separado, e nem q colocar homem pelado em capa de revista “feminina” seja a solução. Pois pensar assim é disseminar um pensamento senão machista mto sexista. Devemos pensar em leitura de qualidade, engraçada e para ambos os sexos, pq afinal o que agrada a um sexo, o outro também deve saber. Assim acredito q não devemos discutir uma revista feminina d qualidade, e sim uma revista de qualidade.

    Acho inclusive, q o Pdh, já está mostrando q isso é possível.

    Espero ansiosamente novos textos interessantes, para q possamos voltar a debater.

    Bjux

  • felisberto cruz

    adorei esta pagina noticias informaçoes boas ok

  • felisberto cruz

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  • felisberto cruz

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  • felisberto cruz

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  • Lívia Burin

    Marina, simplesmente sensacional o seu texto!

    Para quem está habituada ao “lacanês” e a textos acadêmicos, é um bálsamo poder ler uma reflexão que, embasada na psicanálise, seja uma crítica tão bem construída e tão acessível, inclusive com belas pitadas de humor que, como foi dito acima, realmente faltam nas revistas femininas.

    Até porque, se formos tomar a maioria delas como “manuais”, realmente não há espaço algum para humor, criação e espontaneidade, só para a reprodução de padrões que geram esse ciclo vicioso de frustração.

    Aguardo mais textos, hein?!?! Beijos!

  • Lívia Burin

    Marina, simplesmente sensacional o seu texto!

    Para quem está habituada ao “lacanês” e a textos acadêmicos, é um bálsamo poder ler uma reflexão que, embasada na psicanálise, seja uma crítica tão bem construída e tão acessível, inclusive com belas pitadas de humor que, como foi dito acima, realmente faltam nas revistas femininas.

    Até porque, se formos tomar a maioria delas como “manuais”, realmente não há espaço algum para humor, criação e espontaneidade, só para a reprodução de padrões que geram esse ciclo vicioso de frustração.

    Aguardo mais textos, hein?!?! Beijos!

  • Lívia Burin

    Marina, simplesmente sensacional o seu texto!

    Para quem está habituada ao “lacanês” e a textos acadêmicos, é um bálsamo poder ler uma reflexão que, embasada na psicanálise, seja uma crítica tão bem construída e tão acessível, inclusive com belas pitadas de humor que, como foi dito acima, realmente faltam nas revistas femininas.

    Até porque, se formos tomar a maioria delas como “manuais”, realmente não há espaço algum para humor, criação e espontaneidade, só para a reprodução de padrões que geram esse ciclo vicioso de frustração.

    Aguardo mais textos, hein?!?! Beijos!

  • Lívia Burin

    Marina, simplesmente sensacional o seu texto!

    Para quem está habituada ao “lacanês” e a textos acadêmicos, é um bálsamo poder ler uma reflexão que, embasada na psicanálise, seja uma crítica tão bem construída e tão acessível, inclusive com belas pitadas de humor que, como foi dito acima, realmente faltam nas revistas femininas.

    Até porque, se formos tomar a maioria delas como “manuais”, realmente não há espaço algum para humor, criação e espontaneidade, só para a reprodução de padrões que geram esse ciclo vicioso de frustração.

    Aguardo mais textos, hein?!?! Beijos!

  • lala

    aleluia! essa post eh bastante oportuno, pois as mulheres sofrem muito na atualidade com essa ditadura. Mesmo que não queira a mulher acaba se tornando escrava desses padrões idiotas inventados não sei por quem…
    e essas revistas acabam é deixando a maioria de nós com a autoestima no chão…
    putz, meu biotipo não é de mulher esquelética e mesmo que eu faça todas as dietas e exercícios do mundo jamais vou ter o corpo escultural e ainda sou baixinha…
    acho que a pessoa tem que ter consciencia das coisas, mudar radicalmente seus hábitos só porque isso é um padrão imposto pela sociedade não é nada saudável…a gente só deve mudar quando algo tá realmente incomodando…
    ABAIXO O PHOTOSHOP rsrs

  • lala

    aleluia! essa post eh bastante oportuno, pois as mulheres sofrem muito na atualidade com essa ditadura. Mesmo que não queira a mulher acaba se tornando escrava desses padrões idiotas inventados não sei por quem…
    e essas revistas acabam é deixando a maioria de nós com a autoestima no chão…
    putz, meu biotipo não é de mulher esquelética e mesmo que eu faça todas as dietas e exercícios do mundo jamais vou ter o corpo escultural e ainda sou baixinha…
    acho que a pessoa tem que ter consciencia das coisas, mudar radicalmente seus hábitos só porque isso é um padrão imposto pela sociedade não é nada saudável…a gente só deve mudar quando algo tá realmente incomodando…
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  • lala

    aleluia! essa post eh bastante oportuno, pois as mulheres sofrem muito na atualidade com essa ditadura. Mesmo que não queira a mulher acaba se tornando escrava desses padrões idiotas inventados não sei por quem…
    e essas revistas acabam é deixando a maioria de nós com a autoestima no chão…
    putz, meu biotipo não é de mulher esquelética e mesmo que eu faça todas as dietas e exercícios do mundo jamais vou ter o corpo escultural e ainda sou baixinha…
    acho que a pessoa tem que ter consciencia das coisas, mudar radicalmente seus hábitos só porque isso é um padrão imposto pela sociedade não é nada saudável…a gente só deve mudar quando algo tá realmente incomodando…
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  • lala

    aleluia! essa post eh bastante oportuno, pois as mulheres sofrem muito na atualidade com essa ditadura. Mesmo que não queira a mulher acaba se tornando escrava desses padrões idiotas inventados não sei por quem…
    e essas revistas acabam é deixando a maioria de nós com a autoestima no chão…
    putz, meu biotipo não é de mulher esquelética e mesmo que eu faça todas as dietas e exercícios do mundo jamais vou ter o corpo escultural e ainda sou baixinha…
    acho que a pessoa tem que ter consciencia das coisas, mudar radicalmente seus hábitos só porque isso é um padrão imposto pela sociedade não é nada saudável…a gente só deve mudar quando algo tá realmente incomodando…
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  • Cibele L. Barbará

    Oi Marina!

    Adorei seu texto! Concordo com a Lívia sobre a fácil transmissão de conceitos, affe, complicados da psicanálise.

    Como toda “boa mulher”..quero mais textos! ;-)
    Beijos!

  • Cibele L. Barbará

    Oi Marina!

    Adorei seu texto! Concordo com a Lívia sobre a fácil transmissão de conceitos, affe, complicados da psicanálise.

    Como toda “boa mulher”..quero mais textos! ;-)
    Beijos!

  • Cibele L. Barbará

    Oi Marina!

    Adorei seu texto! Concordo com a Lívia sobre a fácil transmissão de conceitos, affe, complicados da psicanálise.

    Como toda “boa mulher”..quero mais textos! ;-)
    Beijos!

  • Cibele L. Barbará

    Oi Marina!

    Adorei seu texto! Concordo com a Lívia sobre a fácil transmissão de conceitos, affe, complicados da psicanálise.

    Como toda “boa mulher”..quero mais textos! ;-)
    Beijos!

  • Leonardo

    Eu confesso que ainda não consegui encontrar, seja no texto da Marina, seja nos comentários, a descrição de algo que consiga valer exclusivamente pra mulheres ou exclusivamente pra homens: identidade individual, inteligência emocional, disputa de qualidades, etc., etc., etc.

    Mesmo a conclusão do ótimo texto da Marina é, de certa forma, uma “licença poética” ao tema da identidade feminina, pois pra mim, nesse sentido, a mesma coisa vale para o homem.

  • Leonardo

    Eu confesso que ainda não consegui encontrar, seja no texto da Marina, seja nos comentários, a descrição de algo que consiga valer exclusivamente pra mulheres ou exclusivamente pra homens: identidade individual, inteligência emocional, disputa de qualidades, etc., etc., etc.

    Mesmo a conclusão do ótimo texto da Marina é, de certa forma, uma “licença poética” ao tema da identidade feminina, pois pra mim, nesse sentido, a mesma coisa vale para o homem.

  • Leonardo

    Eu confesso que ainda não consegui encontrar, seja no texto da Marina, seja nos comentários, a descrição de algo que consiga valer exclusivamente pra mulheres ou exclusivamente pra homens: identidade individual, inteligência emocional, disputa de qualidades, etc., etc., etc.

    Mesmo a conclusão do ótimo texto da Marina é, de certa forma, uma “licença poética” ao tema da identidade feminina, pois pra mim, nesse sentido, a mesma coisa vale para o homem.

  • Leonardo

    Eu confesso que ainda não consegui encontrar, seja no texto da Marina, seja nos comentários, a descrição de algo que consiga valer exclusivamente pra mulheres ou exclusivamente pra homens: identidade individual, inteligência emocional, disputa de qualidades, etc., etc., etc.

    Mesmo a conclusão do ótimo texto da Marina é, de certa forma, uma “licença poética” ao tema da identidade feminina, pois pra mim, nesse sentido, a mesma coisa vale para o homem.

  • Cláudio Vigas

    Há uma máxima (da psicalize) popular que diz que: “homem e mulher, são as merma(sic) coisas!… só que, o quê ele tem de dentro pra fora, ela quer de fora pra dentro”

    E, diferentemente do que aborda o texto da Marina, o universo masculino, não é nem um plano Cartesiano e, muito menos de Argand-Gauss em comparação à “cabeça” feminina… que parece algo imune à sistematizações e talvez, inefável.

    E, nessa busca do entendimento, como a fronteira final… todas as revistas femininas só ajudam a complexidade da questão; enfim, elas têm na verdade, a grande função de alienar as mulheres e, por fim, torná-las cada vez mais ótimas e livres consumidoras em busca de um ideal de mulher mais adequado ao sistema, com todas as suas contradições e distorções que lhe são peculiares. Ou seja, serem tudo; menos Novas Mulheres. Quanto a isso, Alexandra Kollontai (grande mulher) já disse muita coisa…

    Marina Cury, sucesso e longa vida.

  • Cláudio Vigas

    Há uma máxima (da psicalize) popular que diz que: “homem e mulher, são as merma(sic) coisas!… só que, o quê ele tem de dentro pra fora, ela quer de fora pra dentro”

    E, diferentemente do que aborda o texto da Marina, o universo masculino, não é nem um plano Cartesiano e, muito menos de Argand-Gauss em comparação à “cabeça” feminina… que parece algo imune à sistematizações e talvez, inefável.

    E, nessa busca do entendimento, como a fronteira final… todas as revistas femininas só ajudam a complexidade da questão; enfim, elas têm na verdade, a grande função de alienar as mulheres e, por fim, torná-las cada vez mais ótimas e livres consumidoras em busca de um ideal de mulher mais adequado ao sistema, com todas as suas contradições e distorções que lhe são peculiares. Ou seja, serem tudo; menos Novas Mulheres. Quanto a isso, Alexandra Kollontai (grande mulher) já disse muita coisa…

    Marina Cury, sucesso e longa vida.

  • Cláudio Vigas

    Há uma máxima (da psicalize) popular que diz que: “homem e mulher, são as merma(sic) coisas!… só que, o quê ele tem de dentro pra fora, ela quer de fora pra dentro”

    E, diferentemente do que aborda o texto da Marina, o universo masculino, não é nem um plano Cartesiano e, muito menos de Argand-Gauss em comparação à “cabeça” feminina… que parece algo imune à sistematizações e talvez, inefável.

    E, nessa busca do entendimento, como a fronteira final… todas as revistas femininas só ajudam a complexidade da questão; enfim, elas têm na verdade, a grande função de alienar as mulheres e, por fim, torná-las cada vez mais ótimas e livres consumidoras em busca de um ideal de mulher mais adequado ao sistema, com todas as suas contradições e distorções que lhe são peculiares. Ou seja, serem tudo; menos Novas Mulheres. Quanto a isso, Alexandra Kollontai (grande mulher) já disse muita coisa…

    Marina Cury, sucesso e longa vida.

  • Cláudio Vigas

    Há uma máxima (da psicalize) popular que diz que: “homem e mulher, são as merma(sic) coisas!… só que, o quê ele tem de dentro pra fora, ela quer de fora pra dentro”

    E, diferentemente do que aborda o texto da Marina, o universo masculino, não é nem um plano Cartesiano e, muito menos de Argand-Gauss em comparação à “cabeça” feminina… que parece algo imune à sistematizações e talvez, inefável.

    E, nessa busca do entendimento, como a fronteira final… todas as revistas femininas só ajudam a complexidade da questão; enfim, elas têm na verdade, a grande função de alienar as mulheres e, por fim, torná-las cada vez mais ótimas e livres consumidoras em busca de um ideal de mulher mais adequado ao sistema, com todas as suas contradições e distorções que lhe são peculiares. Ou seja, serem tudo; menos Novas Mulheres. Quanto a isso, Alexandra Kollontai (grande mulher) já disse muita coisa…

    Marina Cury, sucesso e longa vida.

  • 561

    a ideia é sempre a msm homen se diverte para o prazer mais qnd convem ele sossega dps vem pra mulher, mulher nao se diverte mulher apenas tem q viver pra achar o cara pra construir uma familia e cuidar do lar claro nao estou dznd que a mulher nao se divirta apenas nao temos “leis” iguais qnt a isso e ainda dissem q as mulheres conquistaram sua liberdade?! sera msm ?cade a liberdade? nao queremos liberdades masculinas apenas liberdades que possam nos libertar desse vicio antigo que diz que a mulher é um ser supremo,somos de certa forma somos mas nao intocaveis se é que me intendem…

  • 561

    a ideia é sempre a msm homen se diverte para o prazer mais qnd convem ele sossega dps vem pra mulher, mulher nao se diverte mulher apenas tem q viver pra achar o cara pra construir uma familia e cuidar do lar claro nao estou dznd que a mulher nao se divirta apenas nao temos “leis” iguais qnt a isso e ainda dissem q as mulheres conquistaram sua liberdade?! sera msm ?cade a liberdade? nao queremos liberdades masculinas apenas liberdades que possam nos libertar desse vicio antigo que diz que a mulher é um ser supremo,somos de certa forma somos mas nao intocaveis se é que me intendem…

  • 561

    a ideia é sempre a msm homen se diverte para o prazer mais qnd convem ele sossega dps vem pra mulher, mulher nao se diverte mulher apenas tem q viver pra achar o cara pra construir uma familia e cuidar do lar claro nao estou dznd que a mulher nao se divirta apenas nao temos “leis” iguais qnt a isso e ainda dissem q as mulheres conquistaram sua liberdade?! sera msm ?cade a liberdade? nao queremos liberdades masculinas apenas liberdades que possam nos libertar desse vicio antigo que diz que a mulher é um ser supremo,somos de certa forma somos mas nao intocaveis se é que me intendem…

  • 561

    a ideia é sempre a msm homen se diverte para o prazer mais qnd convem ele sossega dps vem pra mulher, mulher nao se diverte mulher apenas tem q viver pra achar o cara pra construir uma familia e cuidar do lar claro nao estou dznd que a mulher nao se divirta apenas nao temos “leis” iguais qnt a isso e ainda dissem q as mulheres conquistaram sua liberdade?! sera msm ?cade a liberdade? nao queremos liberdades masculinas apenas liberdades que possam nos libertar desse vicio antigo que diz que a mulher é um ser supremo,somos de certa forma somos mas nao intocaveis se é que me intendem…

  • Ana Paula Silva

    Bravo Maria ! Exelente texto, de opinião inteligente. Eu até gosto de revistas femininas mas realmenteels não são bíblia para a mulher do novo milênio. A nova mulher á aquela que pensa com a própria cabeça e forma as próprias opiniões independente do que os outros acham. O ser humano,homem ou mulher, não se resume a uma genitália e precisamos olhar miais pro conteúdo do outro. É uma pena que a maioria das mulheres ainda se iluda com futilidades e as priorize. Acordem pra realidade ! Não adianta querer sera Angelina Jolie ou a Juliana Paes, não dá pra foçar a barra ! Pode-se admirá-las sim, mas não de foma obcecada ao ponto de passar fome e malhar loucamente pra ficar igual.
    É bom que textos como o seu circulem na internet para que os homens posam saber que existe vida inteligente no Universo Feminino – e que exponham também a sua opinião.

  • Ana Paula Silva

    Bravo Maria ! Exelente texto, de opinião inteligente. Eu até gosto de revistas femininas mas realmenteels não são bíblia para a mulher do novo milênio. A nova mulher á aquela que pensa com a própria cabeça e forma as próprias opiniões independente do que os outros acham. O ser humano,homem ou mulher, não se resume a uma genitália e precisamos olhar miais pro conteúdo do outro. É uma pena que a maioria das mulheres ainda se iluda com futilidades e as priorize. Acordem pra realidade ! Não adianta querer sera Angelina Jolie ou a Juliana Paes, não dá pra foçar a barra ! Pode-se admirá-las sim, mas não de foma obcecada ao ponto de passar fome e malhar loucamente pra ficar igual.
    É bom que textos como o seu circulem na internet para que os homens posam saber que existe vida inteligente no Universo Feminino – e que exponham também a sua opinião.

  • Ana Paula Silva

    Bravo Maria ! Exelente texto, de opinião inteligente. Eu até gosto de revistas femininas mas realmenteels não são bíblia para a mulher do novo milênio. A nova mulher á aquela que pensa com a própria cabeça e forma as próprias opiniões independente do que os outros acham. O ser humano,homem ou mulher, não se resume a uma genitália e precisamos olhar miais pro conteúdo do outro. É uma pena que a maioria das mulheres ainda se iluda com futilidades e as priorize. Acordem pra realidade ! Não adianta querer sera Angelina Jolie ou a Juliana Paes, não dá pra foçar a barra ! Pode-se admirá-las sim, mas não de foma obcecada ao ponto de passar fome e malhar loucamente pra ficar igual.
    É bom que textos como o seu circulem na internet para que os homens posam saber que existe vida inteligente no Universo Feminino – e que exponham também a sua opinião.

  • http://nenhum Ana Paula Silva

    Bravo Maria ! Exelente texto, de opinião inteligente. Eu até gosto de revistas femininas mas realmenteels não são bíblia para a mulher do novo milênio. A nova mulher á aquela que pensa com a própria cabeça e forma as próprias opiniões independente do que os outros acham. O ser humano,homem ou mulher, não se resume a uma genitália e precisamos olhar miais pro conteúdo do outro. É uma pena que a maioria das mulheres ainda se iluda com futilidades e as priorize. Acordem pra realidade ! Não adianta querer sera Angelina Jolie ou a Juliana Paes, não dá pra foçar a barra ! Pode-se admirá-las sim, mas não de foma obcecada ao ponto de passar fome e malhar loucamente pra ficar igual.
    É bom que textos como o seu circulem na internet para que os homens posam saber que existe vida inteligente no Universo Feminino – e que exponham também a sua opinião.

  • Mayara

    Marina,

    Seu texto é bom, mas preconceituoso. Se os homens podem ler as playboys, por que nós mulheres não podemos ler as tais revistas femininas?
    Temos que nos contentar só com as Istoés e Vejas da vida? Fala sério, né?! Quem quiser ler Istoé, Veja, Nova e etc que leia, sem ter que sofrer o preconceito de ninguém por isso.
    Não é contraditório pregar a diferença da mulher e ao mesmo tempo condenar as que leem as revistas femininas? Ou todas nós temos que ser iguais e não podemos ler as tais revistas?
    Eu particularmente gosto de ler de tudo: de informação a entretenimento, e isso inclui as revistas criticadas por vc.
    Gostaria de saber por que nunca li um post que critique os homens por lerem as revistas masculinas.
    Quer saber? Sou a favor da liberdade, sem preconceito.

  • Mayara

    Marina,

    Seu texto é bom, mas preconceituoso. Se os homens podem ler as playboys, por que nós mulheres não podemos ler as tais revistas femininas?
    Temos que nos contentar só com as Istoés e Vejas da vida? Fala sério, né?! Quem quiser ler Istoé, Veja, Nova e etc que leia, sem ter que sofrer o preconceito de ninguém por isso.
    Não é contraditório pregar a diferença da mulher e ao mesmo tempo condenar as que leem as revistas femininas? Ou todas nós temos que ser iguais e não podemos ler as tais revistas?
    Eu particularmente gosto de ler de tudo: de informação a entretenimento, e isso inclui as revistas criticadas por vc.
    Gostaria de saber por que nunca li um post que critique os homens por lerem as revistas masculinas.
    Quer saber? Sou a favor da liberdade, sem preconceito.

  • Mayara

    Marina,

    Seu texto é bom, mas preconceituoso. Se os homens podem ler as playboys, por que nós mulheres não podemos ler as tais revistas femininas?
    Temos que nos contentar só com as Istoés e Vejas da vida? Fala sério, né?! Quem quiser ler Istoé, Veja, Nova e etc que leia, sem ter que sofrer o preconceito de ninguém por isso.
    Não é contraditório pregar a diferença da mulher e ao mesmo tempo condenar as que leem as revistas femininas? Ou todas nós temos que ser iguais e não podemos ler as tais revistas?
    Eu particularmente gosto de ler de tudo: de informação a entretenimento, e isso inclui as revistas criticadas por vc.
    Gostaria de saber por que nunca li um post que critique os homens por lerem as revistas masculinas.
    Quer saber? Sou a favor da liberdade, sem preconceito.

  • Mayara

    Marina,

    Seu texto é bom, mas preconceituoso. Se os homens podem ler as playboys, por que nós mulheres não podemos ler as tais revistas femininas?
    Temos que nos contentar só com as Istoés e Vejas da vida? Fala sério, né?! Quem quiser ler Istoé, Veja, Nova e etc que leia, sem ter que sofrer o preconceito de ninguém por isso.
    Não é contraditório pregar a diferença da mulher e ao mesmo tempo condenar as que leem as revistas femininas? Ou todas nós temos que ser iguais e não podemos ler as tais revistas?
    Eu particularmente gosto de ler de tudo: de informação a entretenimento, e isso inclui as revistas criticadas por vc.
    Gostaria de saber por que nunca li um post que critique os homens por lerem as revistas masculinas.
    Quer saber? Sou a favor da liberdade, sem preconceito.

  • Bira

    Bem, devo confessar, claro que não lí todos os posts… mas,
    Ana Paula, discordo de você quando você diz que: “A nova mulher á aquela que pensa com a própria cabeça e forma as próprias opiniões independente do que os outros acham”. Não existe tal criatura… somo seres em mutação eterna… ninguém pensa só por si mesmo… somos somatória de tudo com o que tenhamos contato… ninguém é (foi) completamente original.
    Marina, parabéns pelo texto…
    Permita discordar só de uma coisa… Freud é, sim, ultrapassado…
    Escreveu um monte de bobagens…
    E afirmar três nomes Copérnico, Darwin e Freud e abrir mão de muita gente interessante que pintou por aí…

  • Bira

    Bem, devo confessar, claro que não lí todos os posts… mas,
    Ana Paula, discordo de você quando você diz que: “A nova mulher á aquela que pensa com a própria cabeça e forma as próprias opiniões independente do que os outros acham”. Não existe tal criatura… somo seres em mutação eterna… ninguém pensa só por si mesmo… somos somatória de tudo com o que tenhamos contato… ninguém é (foi) completamente original.
    Marina, parabéns pelo texto…
    Permita discordar só de uma coisa… Freud é, sim, ultrapassado…
    Escreveu um monte de bobagens…
    E afirmar três nomes Copérnico, Darwin e Freud e abrir mão de muita gente interessante que pintou por aí…

  • Bira

    Bem, devo confessar, claro que não lí todos os posts… mas,
    Ana Paula, discordo de você quando você diz que: “A nova mulher á aquela que pensa com a própria cabeça e forma as próprias opiniões independente do que os outros acham”. Não existe tal criatura… somo seres em mutação eterna… ninguém pensa só por si mesmo… somos somatória de tudo com o que tenhamos contato… ninguém é (foi) completamente original.
    Marina, parabéns pelo texto…
    Permita discordar só de uma coisa… Freud é, sim, ultrapassado…
    Escreveu um monte de bobagens…
    E afirmar três nomes Copérnico, Darwin e Freud e abrir mão de muita gente interessante que pintou por aí…

  • Bira

    Bem, devo confessar, claro que não lí todos os posts… mas,
    Ana Paula, discordo de você quando você diz que: “A nova mulher á aquela que pensa com a própria cabeça e forma as próprias opiniões independente do que os outros acham”. Não existe tal criatura… somo seres em mutação eterna… ninguém pensa só por si mesmo… somos somatória de tudo com o que tenhamos contato… ninguém é (foi) completamente original.
    Marina, parabéns pelo texto…
    Permita discordar só de uma coisa… Freud é, sim, ultrapassado…
    Escreveu um monte de bobagens…
    E afirmar três nomes Copérnico, Darwin e Freud e abrir mão de muita gente interessante que pintou por aí…

  • Lu Pisarro

    Interessante… Muito pior que estas revistas femininas são as revistas “ditas” masculinas. Os homens as compram e ficam se masturbando a olhar para aquelas belas, distantes e “photoshopadas” mulheres. Quer coisa mais pequena ?
    Mais ridícula… Esta é uma ótima sugestão para ti Marina ! Gostaria que comentasses este tema.Tenho uma ótima auto-estima, me aceito e gosto do meu jeito de ser. E muitas vezes gosto de comprar e ler algumas revistas chamadas femininas.
    Gosto de moda,beleza,dietas,comportamento,decoração,pontos de vista diferentes e testemunhos. E em várias destas revistas encontro estes artigos. Lógico ! Poderiam melhorar ! Ser mais inteligentes e conter artigos que ajudassem a “nova” mulher a ser uma pessoa melhor ! Quem ama se cuida ! Tanto externamente como internamente… Então poderiam “trabalhar ” mais o intelecto das suas leitoras Mais a “aceitação de ser como é. Não a aceitação “passiva” mas aquela que impusiona e motiva !! Se algumas destas revistas tivessem a colaboração de pessoas como a Marina Graminha certamente seriam melhores !!!
    Pela 1ª vez estou lendo Papo de Homem ! Gosto de homens inteligentes e este site me agradou bastante ! E se mulheres assim como a Marina continuarem escrevendo ao lado de homens inteligentes, que com seus artigos e comentários somam e agregam conhecimento e vivencia melhor !!
    Parabens Marina !!! Um beijo ! Lu

  • Lu Pisarro

    Interessante… Muito pior que estas revistas femininas são as revistas “ditas” masculinas. Os homens as compram e ficam se masturbando a olhar para aquelas belas, distantes e “photoshopadas” mulheres. Quer coisa mais pequena ?
    Mais ridícula… Esta é uma ótima sugestão para ti Marina ! Gostaria que comentasses este tema.Tenho uma ótima auto-estima, me aceito e gosto do meu jeito de ser. E muitas vezes gosto de comprar e ler algumas revistas chamadas femininas.
    Gosto de moda,beleza,dietas,comportamento,decoração,pontos de vista diferentes e testemunhos. E em várias destas revistas encontro estes artigos. Lógico ! Poderiam melhorar ! Ser mais inteligentes e conter artigos que ajudassem a “nova” mulher a ser uma pessoa melhor ! Quem ama se cuida ! Tanto externamente como internamente… Então poderiam “trabalhar ” mais o intelecto das suas leitoras Mais a “aceitação de ser como é. Não a aceitação “passiva” mas aquela que impusiona e motiva !! Se algumas destas revistas tivessem a colaboração de pessoas como a Marina Graminha certamente seriam melhores !!!
    Pela 1ª vez estou lendo Papo de Homem ! Gosto de homens inteligentes e este site me agradou bastante ! E se mulheres assim como a Marina continuarem escrevendo ao lado de homens inteligentes, que com seus artigos e comentários somam e agregam conhecimento e vivencia melhor !!
    Parabens Marina !!! Um beijo ! Lu

  • http://Yahoo Lu Pisarro

    Interessante… Muito pior que estas revistas femininas são as revistas “ditas” masculinas. Os homens as compram e ficam se masturbando a olhar para aquelas belas, distantes e “photoshopadas” mulheres. Quer coisa mais pequena ?
    Mais ridícula… Esta é uma ótima sugestão para ti Marina ! Gostaria que comentasses este tema.Tenho uma ótima auto-estima, me aceito e gosto do meu jeito de ser. E muitas vezes gosto de comprar e ler algumas revistas chamadas femininas.
    Gosto de moda,beleza,dietas,comportamento,decoração,pontos de vista diferentes e testemunhos. E em várias destas revistas encontro estes artigos. Lógico ! Poderiam melhorar ! Ser mais inteligentes e conter artigos que ajudassem a “nova” mulher a ser uma pessoa melhor ! Quem ama se cuida ! Tanto externamente como internamente… Então poderiam “trabalhar ” mais o intelecto das suas leitoras Mais a “aceitação de ser como é. Não a aceitação “passiva” mas aquela que impusiona e motiva !! Se algumas destas revistas tivessem a colaboração de pessoas como a Marina Graminha certamente seriam melhores !!!
    Pela 1ª vez estou lendo Papo de Homem ! Gosto de homens inteligentes e este site me agradou bastante ! E se mulheres assim como a Marina continuarem escrevendo ao lado de homens inteligentes, que com seus artigos e comentários somam e agregam conhecimento e vivencia melhor !!
    Parabens Marina !!! Um beijo ! Lu

  • Joaquim Costa

    Olá querida,
    meus parabéns pela tentativa de reduzir a muolher ao pó.

    Você falha em todos os aspectos da análise do ser feminino.
    De novo Meus Parabéns!!!!!

    Toda análise tem como fundo uma idéia superficial.
    Mas você se superou!
    Parabéns de novo!!!!

    Essa história do pênis negativo foi a melhor que eu já ouvi em toda a minha vida!!!!
    HISTÓRICA!!!
    Coisa de quem segue uma doutrina freudiana a risca.
    Meus pesames…..
    Que seu deus te guarde…..

    quanto ao resto das bobagens aqui ditas, me recuso a comentar.

    Não existe nenhum fato quee me instigue a prosseguir nessa discussão tola.

    Boa sorte no seu feminismo barato.
    Que seu deus te proteja do mundo!!!!!
    E que você nunca tenha filhos!!!!!!!

    Boa Sorte

  • Joaquim Costa

    Olá querida,
    meus parabéns pela tentativa de reduzir a muolher ao pó.

    Você falha em todos os aspectos da análise do ser feminino.
    De novo Meus Parabéns!!!!!

    Toda análise tem como fundo uma idéia superficial.
    Mas você se superou!
    Parabéns de novo!!!!

    Essa história do pênis negativo foi a melhor que eu já ouvi em toda a minha vida!!!!
    HISTÓRICA!!!
    Coisa de quem segue uma doutrina freudiana a risca.
    Meus pesames…..
    Que seu deus te guarde…..

    quanto ao resto das bobagens aqui ditas, me recuso a comentar.

    Não existe nenhum fato quee me instigue a prosseguir nessa discussão tola.

    Boa sorte no seu feminismo barato.
    Que seu deus te proteja do mundo!!!!!
    E que você nunca tenha filhos!!!!!!!

    Boa Sorte

  • Joaquim Costa

    Olá querida,
    meus parabéns pela tentativa de reduzir a muolher ao pó.

    Você falha em todos os aspectos da análise do ser feminino.
    De novo Meus Parabéns!!!!!

    Toda análise tem como fundo uma idéia superficial.
    Mas você se superou!
    Parabéns de novo!!!!

    Essa história do pênis negativo foi a melhor que eu já ouvi em toda a minha vida!!!!
    HISTÓRICA!!!
    Coisa de quem segue uma doutrina freudiana a risca.
    Meus pesames…..
    Que seu deus te guarde…..

    quanto ao resto das bobagens aqui ditas, me recuso a comentar.

    Não existe nenhum fato quee me instigue a prosseguir nessa discussão tola.

    Boa sorte no seu feminismo barato.
    Que seu deus te proteja do mundo!!!!!
    E que você nunca tenha filhos!!!!!!!

    Boa Sorte

  • Augustinho

    A imagem feminina tem mesmo de ser destacada, pois sem esse destaque jamais haveria interece pelo sexo oposto, Homem nenhum gostaria de ter uma espôsa, e ou um caso com uma mulher que não sabe se destacar, Ela tem de ser bonita, atraente, comunicativa, e esperta, isso é o que nós homens espera de uma mulher objetiva.
    A mulher sem vaidade, não sabe se comunicar e esse é o caso de muitas mulheres que as veses ficam biatas, A mulher vaidosa tem o gosto, de ser vaidosa e isso é o que mais atrai o homen,
    Homem nenhum gostaria de ter uma mulher relaxada, em casa, nem no trabalho, pois saímos as ruas e vemos as mulheres mais lindas, e ai começa o desejo por outra, se a propria dêle é desmanzelada… portanto mulhjeres sejam vaidosas mesmo cuide-se … pois temos muito mais mulheres de que homens em nosso país…….

  • Augustinho

    A imagem feminina tem mesmo de ser destacada, pois sem esse destaque jamais haveria interece pelo sexo oposto, Homem nenhum gostaria de ter uma espôsa, e ou um caso com uma mulher que não sabe se destacar, Ela tem de ser bonita, atraente, comunicativa, e esperta, isso é o que nós homens espera de uma mulher objetiva.
    A mulher sem vaidade, não sabe se comunicar e esse é o caso de muitas mulheres que as veses ficam biatas, A mulher vaidosa tem o gosto, de ser vaidosa e isso é o que mais atrai o homen,
    Homem nenhum gostaria de ter uma mulher relaxada, em casa, nem no trabalho, pois saímos as ruas e vemos as mulheres mais lindas, e ai começa o desejo por outra, se a propria dêle é desmanzelada… portanto mulhjeres sejam vaidosas mesmo cuide-se … pois temos muito mais mulheres de que homens em nosso país…….

  • Augustinho

    A imagem feminina tem mesmo de ser destacada, pois sem esse destaque jamais haveria interece pelo sexo oposto, Homem nenhum gostaria de ter uma espôsa, e ou um caso com uma mulher que não sabe se destacar, Ela tem de ser bonita, atraente, comunicativa, e esperta, isso é o que nós homens espera de uma mulher objetiva.
    A mulher sem vaidade, não sabe se comunicar e esse é o caso de muitas mulheres que as veses ficam biatas, A mulher vaidosa tem o gosto, de ser vaidosa e isso é o que mais atrai o homen,
    Homem nenhum gostaria de ter uma mulher relaxada, em casa, nem no trabalho, pois saímos as ruas e vemos as mulheres mais lindas, e ai começa o desejo por outra, se a propria dêle é desmanzelada… portanto mulhjeres sejam vaidosas mesmo cuide-se … pois temos muito mais mulheres de que homens em nosso país…….

  • Claudio Fonseca

    Gostei da materia e gostaria de receber tudo a respeito via e-mail.

  • Claudio Fonseca

    Gostei da materia e gostaria de receber tudo a respeito via e-mail.

  • Claudio Fonseca

    Gostei da materia e gostaria de receber tudo a respeito via e-mail.

  • eneiva

    Fantástico seu texto.
    Visão de pessoa inteligente e observadora.

  • eneiva

    Fantástico seu texto.
    Visão de pessoa inteligente e observadora.

  • eneiva

    Fantástico seu texto.
    Visão de pessoa inteligente e observadora.

  • Mari Panta

    Parabéns Marina, você conseguiu que pessoas comentassem o seu texto, explodindo o que cada um tem dentro de si. Gosto de texto que desencadeiam nas pessoas a vontade de falar… somos fruto de uma educação que “geralmente” só aceitam as opinões e não criticam (massificação dos gostos, vontades, etc) sempre tem alguém nos dizendo como temos que pensar, agir… viver!!! Valeu!!!!

  • Mari Panta

    Parabéns Marina, você conseguiu que pessoas comentassem o seu texto, explodindo o que cada um tem dentro de si. Gosto de texto que desencadeiam nas pessoas a vontade de falar… somos fruto de uma educação que “geralmente” só aceitam as opinões e não criticam (massificação dos gostos, vontades, etc) sempre tem alguém nos dizendo como temos que pensar, agir… viver!!! Valeu!!!!

  • Mari Panta

    Parabéns Marina, você conseguiu que pessoas comentassem o seu texto, explodindo o que cada um tem dentro de si. Gosto de texto que desencadeiam nas pessoas a vontade de falar… somos fruto de uma educação que “geralmente” só aceitam as opinões e não criticam (massificação dos gostos, vontades, etc) sempre tem alguém nos dizendo como temos que pensar, agir… viver!!! Valeu!!!!

  • Flavia

    Adorei o texto.
    Na verdade, abomino as revistas femininas há tempos!
    E o culto incessante ao corpo também me cansa. Tenho evitado publicações que se baseiam principalmente em estética.

    Continue assim.

  • Flavia

    Adorei o texto.
    Na verdade, abomino as revistas femininas há tempos!
    E o culto incessante ao corpo também me cansa. Tenho evitado publicações que se baseiam principalmente em estética.

    Continue assim.

  • Flavia

    Adorei o texto.
    Na verdade, abomino as revistas femininas há tempos!
    E o culto incessante ao corpo também me cansa. Tenho evitado publicações que se baseiam principalmente em estética.

    Continue assim.

  • antonio

    gostava mais do site quando era mais masculino.. mais voltado pra homem. Desculpe-me quem discorda, mas eu gostava mais. Quero eu lá saber de revista feminina.. me desculpe, mas isso não é “papo de homem”.

  • antonio

    gostava mais do site quando era mais masculino.. mais voltado pra homem. Desculpe-me quem discorda, mas eu gostava mais. Quero eu lá saber de revista feminina.. me desculpe, mas isso não é “papo de homem”.

  • antonio

    gostava mais do site quando era mais masculino.. mais voltado pra homem. Desculpe-me quem discorda, mas eu gostava mais. Quero eu lá saber de revista feminina.. me desculpe, mas isso não é “papo de homem”.

  • http://papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

    #120 – antonio,

    feminino e masculino se completam, se convergem, se afastam. Essa relação, e a compreensão da mesma, só nos faz homens mais amplos, seja nos momentos de mandar tudo se foder e impor a ogrice, seja nos momentos de compreender cantos de sua dama que nem mesmo ela conhece.

    Portanto, não é obrigação de todos ler todos os artigos (seria insano agradar tantas tribos frequentadoras em uma só tacada), mas saiba que cada um deles cumpre papel importante na construção de algo maior.

    E se ainda assim a sede de testosterona bater, coloca em prática os ensinamentos do Dr. Drinks. Os artigos recentes dele estão fuderosos, e não tenho visto tanta gente comentar:

    http://papodehomem.com.br/author/junior/

    Grande abraço.

  • http://papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

    #120 – antonio,

    feminino e masculino se completam, se convergem, se afastam. Essa relação, e a compreensão da mesma, só nos faz homens mais amplos, seja nos momentos de mandar tudo se foder e impor a ogrice, seja nos momentos de compreender cantos de sua dama que nem mesmo ela conhece.

    Portanto, não é obrigação de todos ler todos os artigos (seria insano agradar tantas tribos frequentadoras em uma só tacada), mas saiba que cada um deles cumpre papel importante na construção de algo maior.

    E se ainda assim a sede de testosterona bater, coloca em prática os ensinamentos do Dr. Drinks. Os artigos recentes dele estão fuderosos, e não tenho visto tanta gente comentar:

    http://papodehomem.com.br/author/junior/

    Grande abraço.

  • http://papodehomem.com.br Guilherme Nascimento Valadares

    #120 – antonio,

    feminino e masculino se completam, se convergem, se afastam. Essa relação, e a compreensão da mesma, só nos faz homens mais amplos, seja nos momentos de mandar tudo se foder e impor a ogrice, seja nos momentos de compreender cantos de sua dama que nem mesmo ela conhece.

    Portanto, não é obrigação de todos ler todos os artigos (seria insano agradar tantas tribos frequentadoras em uma só tacada), mas saiba que cada um deles cumpre papel importante na construção de algo maior.

    E se ainda assim a sede de testosterona bater, coloca em prática os ensinamentos do Dr. Drinks. Os artigos recentes dele estão fuderosos, e não tenho visto tanta gente comentar:

    http://papodehomem.com.br/author/junior/

    Grande abraço.

  • Daniel

    as mulheres não são todas iguais, mas seguem um padrão de comportamento. Os homens não são todos iguais, mas são de fato independentes. Senão não teria tanta mulher correndo atrás de um só homem, ou então elas não teriam tanta dificuldade de encontrar a “cara metade”, já que somos todos idênticos. Todos os esforços da mulher são direta ou indiretamtente direcionados a buscar um homem. Já o homem tem seus esforços direcionados pra N objetivos, sendo a mulher apenas mais um deles. Sejam sinceros, quantas mulheres se interessam REALMENTE por questões como origem da vida, evolução, universo, religião, tecnologia, fenômenos naturais, etc. Ocorre desde a mais tenra idade. Enquanto o menino pensa em: videogame, futebol, super-herois, meninas, bicicleta, concurso de pum, brigas, rolemã, historia em quadrinhos, etc, a menina pensa, nessa ordem: romance, meninos, romance, meninos, meninos, romance, meninos, casamento futuro e meninos. E essa limitação perdura a vida toda, ainda que sofisticada e disfarçada.

  • Daniel

    as mulheres não são todas iguais, mas seguem um padrão de comportamento. Os homens não são todos iguais, mas são de fato independentes. Senão não teria tanta mulher correndo atrás de um só homem, ou então elas não teriam tanta dificuldade de encontrar a “cara metade”, já que somos todos idênticos. Todos os esforços da mulher são direta ou indiretamtente direcionados a buscar um homem. Já o homem tem seus esforços direcionados pra N objetivos, sendo a mulher apenas mais um deles. Sejam sinceros, quantas mulheres se interessam REALMENTE por questões como origem da vida, evolução, universo, religião, tecnologia, fenômenos naturais, etc. Ocorre desde a mais tenra idade. Enquanto o menino pensa em: videogame, futebol, super-herois, meninas, bicicleta, concurso de pum, brigas, rolemã, historia em quadrinhos, etc, a menina pensa, nessa ordem: romance, meninos, romance, meninos, meninos, romance, meninos, casamento futuro e meninos. E essa limitação perdura a vida toda, ainda que sofisticada e disfarçada.

  • Lu Pisarro

    Ao Daniel…
    Misógeno não ? Ou então as mulheres que tens conhecido são muito limitadas… Que comentário mais antiquado e machista.Achei teu comentário bastante radical !
    Deve ser por que as mulheres que tens como “referência” são assim como o teu comentário. Rasas e desprovidas de inteligencia…
    Sou mulher e quando criança gostava de várias coisas. Minha família,ler,brincar,futebol (q ainda jogo) bicicleta,meus bichinhos (gatos,saguim,coelhos etc..) Agora adulta me interesso sim por: Origem da vida, evolução, universo, religião, tecnologia, fenômenos naturais,ovns,política,geologia,história,psicologia,
    esportes,comportamento e por + uma infinidades de coisas ! E não “somente” por um homem… Aliás ! Nunca precisei ficar perseguindo homens, acho + interessante eles me perseguirem…
    Ser mulher é maravilhoso Daniel !
    Gostamos de homem sim ! Mas a vida tem muito mais q isto…
    Um abraço ! Lu

  • http://Yahoo Lu Pisarro

    Ao Daniel…
    Misógeno não ? Ou então as mulheres que tens conhecido são muito limitadas… Que comentário mais antiquado e machista.Achei teu comentário bastante radical !
    Deve ser por que as mulheres que tens como “referência” são assim como o teu comentário. Rasas e desprovidas de inteligencia…
    Sou mulher e quando criança gostava de várias coisas. Minha família,ler,brincar,futebol (q ainda jogo) bicicleta,meus bichinhos (gatos,saguim,coelhos etc..) Agora adulta me interesso sim por: Origem da vida, evolução, universo, religião, tecnologia, fenômenos naturais,ovns,política,geologia,história,psicologia,
    esportes,comportamento e por + uma infinidades de coisas ! E não “somente” por um homem… Aliás ! Nunca precisei ficar perseguindo homens, acho + interessante eles me perseguirem…
    Ser mulher é maravilhoso Daniel !
    Gostamos de homem sim ! Mas a vida tem muito mais q isto…
    Um abraço ! Lu

  • eneiva

    Lu, seu comentario foi fantastico, percebi em vc uma mulher madura e inteligente.
    Pois concordo com vc em genero grau e numero, adoraria te-la como vizinha para conversarmos e dividirmos experiencias. O mundo precisa de mulheres como vc e Marina Cury pois com essa visão podemos modificar alguns conceitos machitas impostos em nossa sociedade.
    Grata
    eneiva

  • http://ParaLuPissaro. eneiva

    Lu, seu comentario foi fantastico, percebi em vc uma mulher madura e inteligente.
    Pois concordo com vc em genero grau e numero, adoraria te-la como vizinha para conversarmos e dividirmos experiencias. O mundo precisa de mulheres como vc e Marina Cury pois com essa visão podemos modificar alguns conceitos machitas impostos em nossa sociedade.
    Grata
    eneiva

  • Sá_ RJ

    Este post está fenomenal.

    Provocou algumas reflexoes bem interessantes e outras bem cretinas. Que maravilha a democracia.

    Daniel : “Os homens não são todos iguais, mas são de fato independentes. Senão não teria tanta mulher correndo atrás de um só homem, ou então elas não teriam tanta dificuldade de encontrar a “cara metade”. ”
    Nao entendi a lógica do seu raciocínio. Tb nao é problema meu quem corre atrás de quem, afinal cada um que cuide do seu próprio parametro de dignidade. Só que vale lembrar que a relacao oferta-procura entre homens e mulheres é totalmente desproporcional. Talvez esse seja um dos indicadores-resposta pra tua colocacao.
    Ah! E pelo teu referencial de mulheres, percebe-se que vc anda comendo muito mal. Cuidado pra nao ter uma indigestao…

    Mas o foco sendo o texto.
    Parabéns autora! :)
    Voce deve ser uma pessoa ótima de bater um papo! Sorte dos teus amigos!

  • Sá_ RJ

    Este post está fenomenal.

    Provocou algumas reflexoes bem interessantes e outras bem cretinas. Que maravilha a democracia.

    Daniel : “Os homens não são todos iguais, mas são de fato independentes. Senão não teria tanta mulher correndo atrás de um só homem, ou então elas não teriam tanta dificuldade de encontrar a “cara metade”. ”
    Nao entendi a lógica do seu raciocínio. Tb nao é problema meu quem corre atrás de quem, afinal cada um que cuide do seu próprio parametro de dignidade. Só que vale lembrar que a relacao oferta-procura entre homens e mulheres é totalmente desproporcional. Talvez esse seja um dos indicadores-resposta pra tua colocacao.
    Ah! E pelo teu referencial de mulheres, percebe-se que vc anda comendo muito mal. Cuidado pra nao ter uma indigestao…

    Mas o foco sendo o texto.
    Parabéns autora! :)
    Voce deve ser uma pessoa ótima de bater um papo! Sorte dos teus amigos!

  • joão luiz campana de moraes

    Isso tudo é como você esta fazendo, COMÉRCIO ( DINHEIRO ), é o que move o planeta. Na verdade sempre vai ter quem compra e quem vende. Não que a mulher se deixa vender, é questão de meio de vida. Todo mundo querende se dar bem. Inclusive você! Como dizia um tio meu: enquanto tiver pau torto no mato, tem gente tonta no mundo.

  • joão luiz campana de moraes

    Isso tudo é como você esta fazendo, COMÉRCIO ( DINHEIRO ), é o que move o planeta. Na verdade sempre vai ter quem compra e quem vende. Não que a mulher se deixa vender, é questão de meio de vida. Todo mundo querende se dar bem. Inclusive você! Como dizia um tio meu: enquanto tiver pau torto no mato, tem gente tonta no mundo.

  • Daniel

    Lu Pisarro, no fim do seu comentário vc se denunciou, “acho + interessante eles me perseguirem”. Quer dizer, a mulher se interessa por vários assuntos, sempre visando atrair ou ficar instigante para determinado tipo de homem. Já o homem se interessa pelo assunto em si, ponto final. E meninas, a questão não é vencer a discussão, mas tentar se aproximar da verdade (discussão filosófica). E infelizmente muita mulher é mestre na arte de se auto-enganar, acreditar nas próprias desculpas para suas verdadeiras motivações, ao invés de buscar entendê-las. Por isso é muito comum vermos mulheres dizendo “nem eu me entendo as vezes”.

  • Daniel

    Lu Pisarro, no fim do seu comentário vc se denunciou, “acho + interessante eles me perseguirem”. Quer dizer, a mulher se interessa por vários assuntos, sempre visando atrair ou ficar instigante para determinado tipo de homem. Já o homem se interessa pelo assunto em si, ponto final. E meninas, a questão não é vencer a discussão, mas tentar se aproximar da verdade (discussão filosófica). E infelizmente muita mulher é mestre na arte de se auto-enganar, acreditar nas próprias desculpas para suas verdadeiras motivações, ao invés de buscar entendê-las. Por isso é muito comum vermos mulheres dizendo “nem eu me entendo as vezes”.

  • Daniel

    Para Sá_RJ
    Muito boa sua colocação sobre a minha lógica. É possível que tenha colocado de maneira confusa o meu raciocínio, e precise corrigi-lo. Até aí tudo bem. Uma pena que no final do comentário vc tenha usado um artifício comum da mulher, pela sua característica emocional de pensar. Tentar desestabilizar o homem com um ataque gratuito ao seu ego e sem sentido para a discussão, cujo único objetivo é motivar medo, insegurança, confusão e perda de foco. Essa característica é uma das mais perceptíveis na mulher, talvez seja a primeira que surja na sua “psiquê”, devido à sua melhor capacidade no que diz respeito a inteligencia emocional, ou habilidade de dominar e se utilizar das emoções, suas e alheias.

  • Daniel

    Para Sá_RJ
    Muito boa sua colocação sobre a minha lógica. É possível que tenha colocado de maneira confusa o meu raciocínio, e precise corrigi-lo. Até aí tudo bem. Uma pena que no final do comentário vc tenha usado um artifício comum da mulher, pela sua característica emocional de pensar. Tentar desestabilizar o homem com um ataque gratuito ao seu ego e sem sentido para a discussão, cujo único objetivo é motivar medo, insegurança, confusão e perda de foco. Essa característica é uma das mais perceptíveis na mulher, talvez seja a primeira que surja na sua “psiquê”, devido à sua melhor capacidade no que diz respeito a inteligencia emocional, ou habilidade de dominar e se utilizar das emoções, suas e alheias.

  • Um MalucO no peDaço

    Apenas duas coisas que pensei ao ler:

    1 Puxa quanta genialidade!

    2 Sabia… pra botar Freud no meio tinha que ser do ramo. Nada contra é claro, mas acontece que esse raciocínio é tão obvio (ou simples tanto faz a banalidade é a mesma) que até meu macaco sagui que eu tenho aqui em casa conseguiria fazer se lesse tais revistas. E no entanto muitas mulheres não veêm.

    Mas por outro lado é bom que muitas não enxerguem que estão sendo padronizadas, afinal a concorrência faz com que elas agradem a nós de qualquer jeito, seja na cama ou na cozinha, como sempre foi e será por um bom tempo. É copiando a idéia da roda e dizendo que é nova.

    Minha estúpida conclusão é : mulheres que leêm revistas de bláblá eu como uma, duas, três ou quantas vezes as dicas do dr love funcionar ; mas as que pensarem mais ou menos como a que escreveu o quase epílogo acima eu faço amor.

    Sem mais delongas parabens a autora pelo belíssimo, digníssimo e tudo quanto íssimo q tiver por aí … texto esclarecedor, curioso, engraçado e reflexivo.

  • Um MalucO no peDaço

    Apenas duas coisas que pensei ao ler:

    1 Puxa quanta genialidade!

    2 Sabia… pra botar Freud no meio tinha que ser do ramo. Nada contra é claro, mas acontece que esse raciocínio é tão obvio (ou simples tanto faz a banalidade é a mesma) que até meu macaco sagui que eu tenho aqui em casa conseguiria fazer se lesse tais revistas. E no entanto muitas mulheres não veêm.

    Mas por outro lado é bom que muitas não enxerguem que estão sendo padronizadas, afinal a concorrência faz com que elas agradem a nós de qualquer jeito, seja na cama ou na cozinha, como sempre foi e será por um bom tempo. É copiando a idéia da roda e dizendo que é nova.

    Minha estúpida conclusão é : mulheres que leêm revistas de bláblá eu como uma, duas, três ou quantas vezes as dicas do dr love funcionar ; mas as que pensarem mais ou menos como a que escreveu o quase epílogo acima eu faço amor.

    Sem mais delongas parabens a autora pelo belíssimo, digníssimo e tudo quanto íssimo q tiver por aí … texto esclarecedor, curioso, engraçado e reflexivo.

  • Lu Pisarro

    Eneiva
    Obrigada pelo teu comentário ao meu respeito !
    E como tem machistas não ? Afloram em todos os lados e por
    aqui não seria diferente…
    Um beijo !
    Cabe a nós, mulheres, mudarmos estes conceitos e não ficarmos caladas e resignadas. Cabe a nós,mães,criarmos os nossos filhos com uma nova visão do que é ser homem para esta “nova” mulher. Homem que sabe ser educado,suave e meigo sem deixar de ser por isto menos homem.
    Cabe a nós,mulheres,escolhermos para ser o nosso amor,um homem que saiba nos dignificar e nos merecer ! Cabe a nós,mulheres,escolhermos para serem nossos amigas e amigos pessoas bem educadas e com mentes elevadas e que possam dar valor e reciprocidade a uma bonita amizade.
    Daniel
    Refrescando tua memória… “Senão não teria tanta mulher correndo atrás de um só homem, ou então elas não teriam tanta dificuldade de encontrar a “cara metade”, já que somos todos idênticos. Todos os esforços da mulher são direta ou indiretamtente direcionados a buscar um homem”
    Foi em resposta a esta tua colocação que eu me referi quando citei “homem” em meu comentário.
    E quando falas “Quer dizer, a mulher se interessa por vários assuntos, sempre visando atrair ou ficar instigante para determinado tipo de homem” Isto é o que tu pensas e não o que falei e penso. Me interesso por estes assuntos diversos para
    melhoria do meu ser e do meu intelecto e não “visando atrair” quem quer que seja. Não seja mediocre Daniel !
    A gente fala o que o coração está cheio ! E o teu Daniel, “parece” estar cheio de amargura e de rancor contra as mulheres… Há de se separar o joio do trigo Daniel…
    Um abraço !

  • http://Yahoo Lu Pisarro

    Eneiva
    Obrigada pelo teu comentário ao meu respeito !
    E como tem machistas não ? Afloram em todos os lados e por
    aqui não seria diferente…
    Um beijo !
    Cabe a nós, mulheres, mudarmos estes conceitos e não ficarmos caladas e resignadas. Cabe a nós,mães,criarmos os nossos filhos com uma nova visão do que é ser homem para esta “nova” mulher. Homem que sabe ser educado,suave e meigo sem deixar de ser por isto menos homem.
    Cabe a nós,mulheres,escolhermos para ser o nosso amor,um homem que saiba nos dignificar e nos merecer ! Cabe a nós,mulheres,escolhermos para serem nossos amigas e amigos pessoas bem educadas e com mentes elevadas e que possam dar valor e reciprocidade a uma bonita amizade.
    Daniel
    Refrescando tua memória… “Senão não teria tanta mulher correndo atrás de um só homem, ou então elas não teriam tanta dificuldade de encontrar a “cara metade”, já que somos todos idênticos. Todos os esforços da mulher são direta ou indiretamtente direcionados a buscar um homem”
    Foi em resposta a esta tua colocação que eu me referi quando citei “homem” em meu comentário.
    E quando falas “Quer dizer, a mulher se interessa por vários assuntos, sempre visando atrair ou ficar instigante para determinado tipo de homem” Isto é o que tu pensas e não o que falei e penso. Me interesso por estes assuntos diversos para
    melhoria do meu ser e do meu intelecto e não “visando atrair” quem quer que seja. Não seja mediocre Daniel !
    A gente fala o que o coração está cheio ! E o teu Daniel, “parece” estar cheio de amargura e de rancor contra as mulheres… Há de se separar o joio do trigo Daniel…
    Um abraço !

  • Sá_ RJ

    Daniel,

    Nao se incomode tanto com a minha resposta e a minha “psiquê”. Nao quis lhe provocar nenhuma sensacao de desestabilidade e nem medo. Nem em vc e nem em ninguém, pois nao é essa minha proposta.

    Nem perca tanto tempo e energia fazendo essa super análise do universo feminino. É fraca, previsível e superficial, como as pessoas com as quais vc se relaciona. Papo totalmente furado.

    Como me parece que vc ta querendo ibope demais, vou me despedindo aqui de vc.

    Mas te desejo, de coracao, melhores mulheres na tua vida.

  • Sá_ RJ

    Daniel,

    Nao se incomode tanto com a minha resposta e a minha “psiquê”. Nao quis lhe provocar nenhuma sensacao de desestabilidade e nem medo. Nem em vc e nem em ninguém, pois nao é essa minha proposta.

    Nem perca tanto tempo e energia fazendo essa super análise do universo feminino. É fraca, previsível e superficial, como as pessoas com as quais vc se relaciona. Papo totalmente furado.

    Como me parece que vc ta querendo ibope demais, vou me despedindo aqui de vc.

    Mas te desejo, de coracao, melhores mulheres na tua vida.

  • http://believe-or-not.blogspot.com/ Unbelieveable Stuff

    Nice One……….

  • http://believe-or-not.blogspot.com/ Unbelieveable Stuff

    Nice One……….

  • Daniel

    Não Lu Pisarro, meu coração não está cheio de amargura, pelo contrário. Agora que compreendo melhor o funcionamento da mente feminina (depois de muito quebrar a cara), agora sim consigo ser feliz, sem ilusões e sem apego.
    Trabalho e me relaciono com uma quantidade bastante grande e diversificada de pessoas, e posso te dizer que já vi muitas mulheres aparentemente cultas e muito inteligentes, fazendo escolhas estúpidas. Repetidamente. Por isso acho previsível e até esperado o conteúdo dessas revistas femininas, direcionado para mulheres apenas aparentemente bem resolvidas, mas que na verdade são até mais manipuladas e menos independentes que as mulheres de outras épocas. Há exceções, claro. Comento tendo em vista o geral.

    E Sá_RJ, não mudou em nada tua forma de comentar. Argumente menina, não seja pessoal.

    Também desconsidero o cinismo da tua ultima frase. Obviamente ninguém aqui precisa dos seus desejos pra conseguir alguma coisa, OK.

  • Daniel

    Não Lu Pisarro, meu coração não está cheio de amargura, pelo contrário. Agora que compreendo melhor o funcionamento da mente feminina (depois de muito quebrar a cara), agora sim consigo ser feliz, sem ilusões e sem apego.
    Trabalho e me relaciono com uma quantidade bastante grande e diversificada de pessoas, e posso te dizer que já vi muitas mulheres aparentemente cultas e muito inteligentes, fazendo escolhas estúpidas. Repetidamente. Por isso acho previsível e até esperado o conteúdo dessas revistas femininas, direcionado para mulheres apenas aparentemente bem resolvidas, mas que na verdade são até mais manipuladas e menos independentes que as mulheres de outras épocas. Há exceções, claro. Comento tendo em vista o geral.

    E Sá_RJ, não mudou em nada tua forma de comentar. Argumente menina, não seja pessoal.

    Também desconsidero o cinismo da tua ultima frase. Obviamente ninguém aqui precisa dos seus desejos pra conseguir alguma coisa, OK.

  • Sá_ RJ

    Daniel,

    Eu nao sou uma pessoa cínica.

    Agora eu já sei o que vc pensa e vc ja sabe o que eu penso. Que bom.

    Que pena que a gente descambou pra um lance meio agressivo, desnecessário e fora de contexto. Isso nao é legal.

    Bandeira branca. Pode ser?

    Até o próximo post! ;)

  • Sá_ RJ

    Daniel,

    Eu nao sou uma pessoa cínica.

    Agora eu já sei o que vc pensa e vc ja sabe o que eu penso. Que bom.

    Que pena que a gente descambou pra um lance meio agressivo, desnecessário e fora de contexto. Isso nao é legal.

    Bandeira branca. Pode ser?

    Até o próximo post! ;)

  • Daniel

    Sá_RJ, claro que sim! Em nenhum momento quis ser grosseiro ou ofensivo, porém é um assunto que desperta questões complexas e sentimentos mais complexos ainda. E só critico alguns comportamentos e e atitudes de algumas mulheres, por realmente amar esse ser maravilhoso. É como, em analogia, o sujeito que pragueja e xinga o time de futebol que ama, na esperança de vê-lo mudar. Amor e ódio andam juntos, o inferno é a indiferença.

    Desculpe se generalizei, de fato é errado atribuir ao todo, quando analisamos apenas parte.

    Embora o que eu tenha relatado seja verídico e tenha observado em várias mulheres. O erro pode ser achar que podemos mudar as pessoas pelo simples fato de expormos um ponto de vista à elas. Talvez tenha tb um pouco de frustração por não ter conseguido mudar “aquela” pessoa.

    Anyway, seguirei tentando encontrar a exceção que tanto busco!

  • Daniel

    Sá_RJ, claro que sim! Em nenhum momento quis ser grosseiro ou ofensivo, porém é um assunto que desperta questões complexas e sentimentos mais complexos ainda. E só critico alguns comportamentos e e atitudes de algumas mulheres, por realmente amar esse ser maravilhoso. É como, em analogia, o sujeito que pragueja e xinga o time de futebol que ama, na esperança de vê-lo mudar. Amor e ódio andam juntos, o inferno é a indiferença.

    Desculpe se generalizei, de fato é errado atribuir ao todo, quando analisamos apenas parte.

    Embora o que eu tenha relatado seja verídico e tenha observado em várias mulheres. O erro pode ser achar que podemos mudar as pessoas pelo simples fato de expormos um ponto de vista à elas. Talvez tenha tb um pouco de frustração por não ter conseguido mudar “aquela” pessoa.

    Anyway, seguirei tentando encontrar a exceção que tanto busco!

  • Lu Pisarro

    Daniel !
    Quando “não” estiveres procurando a “tua exceção” aparecerá !
    Eu achei a minha há 4 anos. Na verdade o mérito é da minha exceção. Foi ele q me descobriu, e bem longe do Brasil…
    Boa Sorte !

  • http://Yahoo Lu Pisarro

    Daniel !
    Quando “não” estiveres procurando a “tua exceção” aparecerá !
    Eu achei a minha há 4 anos. Na verdade o mérito é da minha exceção. Foi ele q me descobriu, e bem longe do Brasil…
    Boa Sorte !

  • Juliana

    Gente adorei isso, e acho um atraso isso, pq as dicas de moda, sexo e mulheres bonitas podem estar nas paginas de dentro da revista e nada melhor q fora um belo homem gostoso só pra alegrar
    e depois as pessoas reclamam q as mulheres nao gostam tanto de sexo, claro, elas nao sao estimuladas ainda bem q eu nao me encaixo nesse esteriotipo de VELHAS MULHERES adoro tudooo
    sexo, homem nu, mulher bonita. NADA DE NOVO PRA MIM.

  • Juliana

    Gente adorei isso, e acho um atraso isso, pq as dicas de moda, sexo e mulheres bonitas podem estar nas paginas de dentro da revista e nada melhor q fora um belo homem gostoso só pra alegrar
    e depois as pessoas reclamam q as mulheres nao gostam tanto de sexo, claro, elas nao sao estimuladas ainda bem q eu nao me encaixo nesse esteriotipo de VELHAS MULHERES adoro tudooo
    sexo, homem nu, mulher bonita. NADA DE NOVO PRA MIM.

  • Tabaquara C. Filho

    Cara, texto é sensacional!
    Diria que está entre o top 10 do PdH!!!

    Na verdade é tão bom, que o que me resta é parabenizar a autora!
    Nem preciso comentar mais que isso!

  • Tabaquara C. Filho

    Cara, texto é sensacional!
    Diria que está entre o top 10 do PdH!!!

    Na verdade é tão bom, que o que me resta é parabenizar a autora!
    Nem preciso comentar mais que isso!

  • http://GoDmOd.org/ GoDmOd

    Nossa, que perda de tempo…vamos agora discutir o sexo dos anjos.

    Vou ensinar a lidar com as novas e com as velhas mulheres.

    1 – Saia de casa ostentando um carro, jóias e roupas caras;

    2 – Vá para uma noitada qualquer, peça uma garrafa de uma bebida cara e divirta-se muito com os amigos.

    3 – Depois de 30 minutos se divertindo e ostentando, no min uma dúzia de vagabundas já estará disposta a passar a noite com você.

    4 – Escolha a mais gata e divirta-se.

    5 – Leve ela em casa após a noitada para fidelizar a cliente.

    6 – Repita o processo na noite seguinte e não se preocupe em entender as mulheres…apenas saibam que elas estão sempre certas e existem para nos entreter.

  • http://GoDmOd.org GoDmOd

    Nossa, que perda de tempo…vamos agora discutir o sexo dos anjos.

    Vou ensinar a lidar com as novas e com as velhas mulheres.

    1 – Saia de casa ostentando um carro, jóias e roupas caras;

    2 – Vá para uma noitada qualquer, peça uma garrafa de uma bebida cara e divirta-se muito com os amigos.

    3 – Depois de 30 minutos se divertindo e ostentando, no min uma dúzia de vagabundas já estará disposta a passar a noite com você.

    4 – Escolha a mais gata e divirta-se.

    5 – Leve ela em casa após a noitada para fidelizar a cliente.

    6 – Repita o processo na noite seguinte e não se preocupe em entender as mulheres…apenas saibam que elas estão sempre certas e existem para nos entreter.

  • Allan

    O problema no geral é da mulher mesmo.Por que a maioria das que conheço se vestem para competir umas com as outras, e nao para seduzir um homem.A mulher lutou muito por seu espaço na sociedade, mas sempre tem alguns instrumentos sonoros que impedem e retrocedem esse processo evolutivo da mulher, me refiro a muitas musicas que esculacham a mulher, e o pior que boa parte delas ate gostam de ser “massacradas” pela letra bizarra e de duplo sentido.Geralmente sao musicas do genero forró, forró eletronico, tecno brega, e funk.Sao músicas que realmente colocam a mulher abaixo do tapete, porque a ridicularizam, nao sao todas as músicas claro, mas na atualidades sao maioria.A mulher pode ser sim, bonita, gostosa, inteligente, bem sucedida, e nao apenas uma “bunda rebolativa”.Nao precisa se espelhar em “mulheres frutas” para chamar a atençao masculina.Basta ela ser ela mesma.Ela pode sim, ter sexo sem compromisso, ela pode sim exigir um streap tease do macho dela, ela tem os mesmos direitos do homem, mas infelismente, a sociedade nao aceita esse comportamento.Por isso que há homem que faz gato e sapato da mulher, e ela ainda reclama.

  • Allan

    O problema no geral é da mulher mesmo.Por que a maioria das que conheço se vestem para competir umas com as outras, e nao para seduzir um homem.A mulher lutou muito por seu espaço na sociedade, mas sempre tem alguns instrumentos sonoros que impedem e retrocedem esse processo evolutivo da mulher, me refiro a muitas musicas que esculacham a mulher, e o pior que boa parte delas ate gostam de ser “massacradas” pela letra bizarra e de duplo sentido.Geralmente sao musicas do genero forró, forró eletronico, tecno brega, e funk.Sao músicas que realmente colocam a mulher abaixo do tapete, porque a ridicularizam, nao sao todas as músicas claro, mas na atualidades sao maioria.A mulher pode ser sim, bonita, gostosa, inteligente, bem sucedida, e nao apenas uma “bunda rebolativa”.Nao precisa se espelhar em “mulheres frutas” para chamar a atençao masculina.Basta ela ser ela mesma.Ela pode sim, ter sexo sem compromisso, ela pode sim exigir um streap tease do macho dela, ela tem os mesmos direitos do homem, mas infelismente, a sociedade nao aceita esse comportamento.Por isso que há homem que faz gato e sapato da mulher, e ela ainda reclama.

  • Pingback: Sobre mulheres imperfeitas e tangíveis | Revista Papo de Homem – Lifestyle Magazine

  • Vitolha

    Muito bom o texto, ótimo mesmo, principalmente por vir de uma mulher. Normalmente as mulheres [hipócritas ou ingênuas mesmo] fazem de tudo para dizer exatamente o contrario, num sentido geral, ao que foi dito por vc.
    Parabéns
    :]

  • Vitolha

    Muito bom o texto, ótimo mesmo, principalmente por vir de uma mulher. Normalmente as mulheres [hipócritas ou ingênuas mesmo] fazem de tudo para dizer exatamente o contrario, num sentido geral, ao que foi dito por vc.
    Parabéns
    :]

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Como contraponto ao “enigma feminino” de Freud, não deixem de ler o excelente, maravilhoso, “XY — sobre a identidade masculina” da Elizabeth Badinter. A Badinter é uma grande intelectual e inverte essa visão de que o desenvolvimento do homem é o normal e o da mulher é o desvio.

    Quanto à inexistencia de foruns interessantes para mulheres, não procure na imprensa escrita (pois a imprensa escrita masculna também é uma pobreza) — há iniciativas de forums de mulheres para mulheres super interessantes na net, como o 02neuronio, o Banheiro Feminino, e o (defunto) Garotas que Dizem Ni.

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    Como contraponto ao “enigma feminino” de Freud, não deixem de ler o excelente, maravilhoso, “XY — sobre a identidade masculina” da Elizabeth Badinter. A Badinter é uma grande intelectual e inverte essa visão de que o desenvolvimento do homem é o normal e o da mulher é o desvio.

    Quanto à inexistencia de foruns interessantes para mulheres, não procure na imprensa escrita (pois a imprensa escrita masculna também é uma pobreza) — há iniciativas de forums de mulheres para mulheres super interessantes na net, como o 02neuronio, o Banheiro Feminino, e o (defunto) Garotas que Dizem Ni.

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  • Mel

    Gostei bastante, vou recomendar aos meus amigos…

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  • Mulher Misteriosa

    Genial Marina!!!

    Nota 10 para a sua estreia com artigos não científicos.

    Nota 100 para a sua crítica ao conteúdo das revistas femininas.

    Nota 1.000 para suas teses sobre o desenvolvimento do comportamento sexual feminino e suas nuances.

    Quanto a sua abordagem sobre a atração exercida pelo nu feminino sobre as mulheres, gostaria de elucidar que aqui reside um dos principais problemas de ordem sexual femininos: inúmeras mulheres martirizam-se com a idéia de serem lésbicas ou bissexuais quando sentem uma incontrolável atração pelo corpo nu de outras mulheres.

    Um exemplo claro disso é que em sonhos, na hora do sexo e até mesmo durante o orgasmo os homens heterossexuais fantasiam corpos de mulheres nuas e as mulheres “também” (muito mais “secretamente” do que eles e por isso mesmo de uma forma muito mais excitante).

    Se um homem sonha que um outro homem possui a sua mulher isso lhe causa repulsa (com raras exceções, lembremos dos “fetiches” daqueles que deleitam-se em serem traidos) pela sensação de ausência de poder e domínio sobre sua fêmea.

    Se uma mulher sonha que uma outra mulher se deixa possuir pelo seu homem isso lhe causa excitação (desconheço as exceções, mas talvez existam) pela sensação de poder e domínio do seu macho.

    Desde os primórdios o nu feminino possui um apelo, indelével, até mesmo em relação ao “Sagrado”. Lembremos do culto a(s) deusa(s) nas diversas culturas.

    Não esqueçamos que o “menage à trois” mais famoso, desejado e praticado em todos os tempos e lugares é entre um homem e duas mulheres.

    Também a poligamia sempre foi mais praticada do que a poliandria entre diversos povos com maior êxito.

    Parabéns!!!

    Saudações.

  • Mulher Misteriosa

    Genial Marina!!!

    Nota 10 para a sua estreia com artigos não científicos.

    Nota 100 para a sua crítica ao conteúdo das revistas femininas.

    Nota 1.000 para suas teses sobre o desenvolvimento do comportamento sexual feminino e suas nuances.

    Quanto a sua abordagem sobre a atração exercida pelo nu feminino sobre as mulheres, gostaria de elucidar que aqui reside um dos principais problemas de ordem sexual femininos: inúmeras mulheres martirizam-se com a idéia de serem lésbicas ou bissexuais quando sentem uma incontrolável atração pelo corpo nu de outras mulheres.

    Um exemplo claro disso é que em sonhos, na hora do sexo e até mesmo durante o orgasmo os homens heterossexuais fantasiam corpos de mulheres nuas e as mulheres “também” (muito mais “secretamente” do que eles e por isso mesmo de uma forma muito mais excitante).

    Se um homem sonha que um outro homem possui a sua mulher isso lhe causa repulsa (com raras exceções, lembremos dos “fetiches” daqueles que deleitam-se em serem traidos) pela sensação de ausência de poder e domínio sobre sua fêmea.

    Se uma mulher sonha que uma outra mulher se deixa possuir pelo seu homem isso lhe causa excitação (desconheço as exceções, mas talvez existam) pela sensação de poder e domínio do seu macho.

    Desde os primórdios o nu feminino possui um apelo, indelével, até mesmo em relação ao “Sagrado”. Lembremos do culto a(s) deusa(s) nas diversas culturas.

    Não esqueçamos que o “menage à trois” mais famoso, desejado e praticado em todos os tempos e lugares é entre um homem e duas mulheres.

    Também a poligamia sempre foi mais praticada do que a poliandria entre diversos povos com maior êxito.

    Parabéns!!!

    Saudações.

  • Mulher Misteriosa

    Caros Rapazes,

    Só para não haver “mal-entendidos” quanto as colocações feitas por mim: o fato de nós mulheres nos comportarmos assim em relação a nossa sexualidade, não significa, em hipótese alguma, que gostamos de ser traidas por vocês em nossa vida real. Tudo isso é saudável quando povoa o nosso imaginário e não as nossas relações.

    Para haver variações de ordem sexual que incluam outros parceiros nas relações, a conversa deve ser franca e não se deve descartar as implicações emocionais adivindas dessas experiências, pois as mesmas podem minar relacionamentos amorosos irreversivelmente. Quando não há envolvimento sentimental, elas também podem auto-destruir o praticante de diversas formas, inclusive abalando sua saúde mental e comportamental.

    Pronto, agora ficou melhor. Rsrsrs…

  • Mulher Misteriosa

    Caros Rapazes,

    Só para não haver “mal-entendidos” quanto as colocações feitas por mim: o fato de nós mulheres nos comportarmos assim em relação a nossa sexualidade, não significa, em hipótese alguma, que gostamos de ser traidas por vocês em nossa vida real. Tudo isso é saudável quando povoa o nosso imaginário e não as nossas relações.

    Para haver variações de ordem sexual que incluam outros parceiros nas relações, a conversa deve ser franca e não se deve descartar as implicações emocionais adivindas dessas experiências, pois as mesmas podem minar relacionamentos amorosos irreversivelmente. Quando não há envolvimento sentimental, elas também podem auto-destruir o praticante de diversas formas, inclusive abalando sua saúde mental e comportamental.

    Pronto, agora ficou melhor. Rsrsrs…

  • Edu

    A existencia das ditas revistas assim como outras muitas futilidades consumistas deve-se a que muitas mulheres acham que tem a obrigação de consumir. Comprar para prencherem o vacúo imenso.
    A baixa autoestima faz milhões de brasileiras achar que ser gostosa é quasi um dever patriótico. A brasileira carrega a responsbilidade de ser “a mulher mais gostosa do mundo”. Nem que tenha que ganhar junto a copa mundial da burrice e a sacanagem.

  • Edu

    A existencia das ditas revistas assim como outras muitas futilidades consumistas deve-se a que muitas mulheres acham que tem a obrigação de consumir. Comprar para prencherem o vacúo imenso.
    A baixa autoestima faz milhões de brasileiras achar que ser gostosa é quasi um dever patriótico. A brasileira carrega a responsbilidade de ser “a mulher mais gostosa do mundo”. Nem que tenha que ganhar junto a copa mundial da burrice e a sacanagem.

  • Lu Pisarro

    Agradeço a Deus por não ter passado na minha vida certos tipos de homens que escreveram aqui…
    Eles certamente “merecem” as mulheres descritas por eles…

  • Lu Pisarro

    Agradeço a Deus por não ter passado na minha vida certos tipos de homens que escreveram aqui…
    Eles certamente “merecem” as mulheres descritas por eles…

  • ferferfer123

    Excelente texto! Descreve exatamente td que penso a respeito dessas porcarias de revistas femininas, todas iguais, idiotas e prontas pra acabar com a nossa auto estima. Só me chateio um pouco pq ficamos absolutamente sem opção nesse universo machista e deprimente: de um lado não consigo ler essas revistas femininas por td o que descrevi, me sinto insultada e menosprezada em minha inteligência, além de totalmente deprimida com tanta futilidade. De outro, não consigo ler as masculinas, pq embora divertidas, irreverentes, engraçadas e descontraídas, são machistas e tb estão prontas pra acabar com a nossa auto estima pois nos vendem como bifes num açougue: a cada piada e matéria é um peito e uma bunda ali pra nos humilhar e ridicularizar. Resumindo: eu só leio jornal mesmo!rs

  • Diana Rossi

    Puuuuuuuuuta texto… eu não dizer mais nada mas já estou me coçando aqui !

    Não concordo com essa generalização sobre competitividade feminina, acredito que existe sim competição entre as mulheres da mesma forma que existe competição entre os homens, só que em planos diferentes.

    As mulheres competem entre sí em alguns aspectos … mas ao pensarmos em situações extremas de catástrofe, dor, doença ou desamparo, procurem e descobrirão que a maioria do voluntariado é composto por mulheres. Em caso de doença incurável e debilitante de um filho, é impressionante como as mulheres de uma mesma família se ajudam, enquanto seus homens simplesmente abandonam o ninho por pura covardia ou egoísmo.

    Não concordo que a amizade entre mulheres é menos qualitativa que entre homens. Tenho amigas verdadeiras sim, amizades que já duram 20 anos e mostraram ser à prova de tudo, mas tudo mesmo!

    Por último não entendo por que essa tentativa de superiorização das mulheres ao dizer que “as mulheres são seres únicos”. Ora bolas, até hoje também não conheci um único par de homens que sejam idênticos.

    Cada ser, independentemente de seu gênero, é um universo… embora possamos ser classificados, catalogados e massificados … afinal a indústria do entretenimento, cosméticos e afins precisa de um mínimo de padronização, né não?

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