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A monogamia como processo econômico-cultural

Mari Terin

por
em às | Debates, Ladies Room


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Normal é o que é feito pela maioria. O Dicionário de Filosofia define “normal” como:

  1. Aquilo que está em conformidade com a norma.
  2. Aquilo que está em conformidade com um hábito, com um costume, com uma média aproximada ou matemática, ou com o equilíbrio físico ou psíquico.

Consequentemente, o normal é considerado certo e bom. No campo dos relacionamentos, a monogamia é o normal. E sexo no plural extingue o conceito de profundidade sentimental — sendo que é o sentimento que nos diferencia das demais espécies.

“A relação sexual sem amor tem valor mínimo e deve ser considerada uma primeira experiência, capaz de dar uma noção aproximada do amor.” (Marriage and Morais, cap. IX, p. 118)

Sexo sem amor é, portanto, uma mera representação do amor ou, para os mais otimistas, o amor em potencial (no conceito socrático). E sem o sentimento, não somos nada além de primatas. O casamento é a sanção definitiva deste sentimento e desviar-se da monogamia conjugal é o pecado interpessoal definitivo:

“A moralidade consiste em suspeitar de quem não é legalmente casado.” (George Bernard Shaw)

A fidelidade, por sua vez, é a grande via, o grande trunfo, mesmo que isso vá contra a natureza humana.

Não há infedelidade no país dos polígamos

A biologia da infidelidade

Fidelidade é a nossa forma de formatar o amor, apesar de não ser biologicamente natural. Até o Drauzio Varella sabe disso.

“Monogamia social é fenômeno raríssimo entre os animais. Monogamia genética, então, nem se fala. Até nos pássaros que formam pares amorosos, como o joão-de-barro (acusado injustamente de emparedar no ninho a fêmea infiel), o DNA dos filhos muitas vezes não bate com o do pai social (…) Um trabalho conduzido na Universidade da Geórgia com 180 espécies diferentes de pássaros cantores acasalados mostrou que apenas 10% deles eram sexualmente monogâmicos. Para a surpresa dos pesquisadores, nem os pássaros azuis americanos, tradicionais modelos de fidelidade conjugal, escaparam: 15% a 20% dos filhotes são concebidos em encontros fortuitos das fêmeas com machos da vizinhança.”

Mais perto de nós estão, claro, os chimpanzés. 99% de compatibilidade genética e mais de 60% de pulação de cerca. Principalmente entre as fêmeas, já que são menos atacadas quando em outros grupos. Agora, a pergunta óbvia: se na natureza os animais não estão biologicamente programados para a monogamia, por que o ser humano estaria?

A monogamia como farsa comportamental

A verdade é que o ser humano não é biologicamente programado para a monogamia. Sempre haverá o desejo por terceiros de ambas as partes. De maneira simplista, podemos apenas afirmar que este desejo é uma manifestação instintiva — ou seja, dos nossos antepassados — em prol da proliferação da espécie. É bom para a variabilidade genética.

Então por que nos atemos à monogamia?

Anthony Gideon, na obra Sociologia, reforça este questionamento com um dado antropológico:

“Nas sociedades ocidentais, o casamento e, por conseguinte, a família, está associado à monogamia. É ilegal que um homem ou uma mulher seja casado com mais de um indivíduo simultaneamente. Contudo, esta situação não se verifica a nível mundial.

Numa famosa comparação, que envolvia várias centenas de sociedades em meados do século XIX, George Murdock descobriu que a poligamia — que permitia que um homem ou uma mulher tivessem mais de um cônjuge — era permitida em mais de 80% delas.”

Um outro estudo — Patterns of Sexual Behavior, de Clellan S. Ford e Frank A. Beach — confirma a poligamia como padrão social. Segundo o trabalho que analisou 185 sociedades, menos de 16% restringem seus membros à monogamia, e só 5% inibem o sexo extraconjugal.

Volto à pergunta: por que nos atemos à monogamia? Talvez seja interessante revisarmos a história.

Cadinho não está muito feliz com essa discussão

A monogamia como processo econômico-cultural

Se olharmos um pouco o passado — e nem precisamos ir muito longe —, veremos que a monogamia é um instrumento social para inibir a procriação (o que, em termos econômicos, significa acumular riquezas). É o que aponta o estudo Ecological and social complexities in human monogamy. Seu autor, Bobbi S. Low, observou que durante os períodos de grandes transições econômicas, investir mais em menos filhos aumentou o sucesso da estirpe, pois 1) com mais incentivos, os filhos podem obter status social mais elevado, e 2) ao investir em poucos filhos, a riqueza não se pulveriza.

(Mas se quiserem ir mais além no passado, podem tomar César Augusto como exemplo. O herdeiro de Júlio César incentivava o casamento e reprodução para forçar a aristocracia a dividir riqueza e poder entre os vários herdeiros. A aristocracia não engoliu essa ideia, e se manteve com poucos filhos — mas muito sexo fora do casamento.)

O fator econômico também teve forte influência na decisão da Igreja em tomar a monogamia o padrão. Antigamente, a riqueza era herdada pelo parente vivo mais próximo, sempre do sexo masculino. Muitas vezes acontecia de esta riqueza pertencer a um homem ser irmão mais velho, o que fazia com que sua herança fosse deixada ao irmão mais novo, celibatário e, digamos, sem conhecimento dos pecados do mundo — ou seja, mais próximo da Igreja e por ela manipulável. É o que afirma Laura Betzig, no seu artigo Medieval Monogamy.

Não fosse o dinheiro, a poligamia seria padrão.

A monogamia como expressão de amor

Claro que não se pode ignorar os sentimentos. É o que nos diferencia dos outros animais, apesar de se confundirem com os instintos. É possível reprimir o desejo e ignorá-lo em nome da louvável, e talvez inútil, fidelidade. É o pilar central da monogamia que às vezes castra em nome de algo maior: o amor. Mas consumar o desejo pode ser só isso mesmo: apagar o fogo.

E a relação que criamos entre amor e monogamia é o que racha relacionamentos mundo afora. O que o amor tem a ver com isso? Vocês conseguem, com plena certeza, dizer que poliamoristas não amam de maneira tão intensa e verdadeira quanto vocês?


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Pensando a longo prazo, a repressão de desejos relativamente pequenos pode resultar numa frustração maior desembocando no fim de um relacionamento, apenas por causa de realizações sexuais. Isso não é um imperativo, mas frustrações desse tipo funcionam como catalizador de outros problemas. Também não é raro terminar um namoro apesar do sentimento porque um dos dois acha que não consegue explorar todo seu potencial sexual apenas com um parceiro ou parceira. Acontece.

A lealdade pensada além do físico, por outro lado, parece satisfazer melhor tanto o sentimento quanto o instinto. É a consciência de que o amor não precisa ser sacrificado e o desejo não precisa ser reprimido. Ambos podem coexistir desde que haja confiança e comunicação. Fidelidade não é sinônimo de ausência de desejo por outras pessoas. Pode soar estranho e até errado, mas é apenas admitir nossas limitações e lidar com elas de maneira que não atrapalhe o que realmente interessa: ser feliz

Mari Terin

Mari Teri é quase ex-estudante de ciências farmacêuticas, leitora de Drummond, ouvinte de Cazuza e fã de Stanley Kubrick. Quer conhecer o Uruguai só pra tomar mate com Eduardo Galeano, mesmo não gostando de mate. Não é louca, apenas curte uma realidade diferente da maioria. Inclusive a sua.


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  • Katz

    Poliamor, vulgo ninfomania.

  • Polygall

    Estamos falando de Poligamia ou de uma Relação Aberta?? Importante saber para direcionar a discussão, pois existe sim uma linha tenue entre um e outro. Explico: Poligamia é o casamento entre mais de duas pessoas; Relação aberta é ter relações sexuais com terceiros saciando o desejo momentaneo mas sem criar vinculos com estes. Talvez pareça para alguns uma bobagem, mas na minha concepção, faz toda a diferença!!

    • http://papodehomem.com.br/author/rodolfoviana/ Rodolfo Viana

      De fato, a diferença existe e é sempre bom deixar claro o que é um e o que é outro.

      Contudo, não vejo no texto a necessidade de se posicionar se ele serve para poliamoristas ou pessoas em relações abertas. Explico: o texto trata da monogamia como algo não-natural, algo imposto, algo que decorre de fatores como cultura e economia e, sobretudo, algo universal. Assim, seguindo a linha lógica, a não-naturalidade se aplica a homens e mulheres independente do “sistema de relacionamento” em que se encontram.

      Tanto que — e esta é minha visão –, antes que se aponte o dedo e se se pronunciem a favor ou contra relacionamentos abertos, poliamor, monogamia etc etc., não vi no texto uma bandeira, um convite para que todos por aí adotem este ou aquele comportamento. Nada disso. Vejo o texto como proposta de reflexão, apenas. (O que, na minha opinião, é algo positivo — seria muito ruim um texto falando sobre a não-naturalidade da monogamia escrito por alguém que levantasse determinadas bandeiras, como “sou poliamorista” ou “defendo a traição”.)

      • Polygall

        Rodolfo seguindo a lógica, quando fala-se do não-natural intrinsicamente já se fala do natural? O nada não existe. Sendo assim, é provavel que nós leitores, conscientes ou não, perguntemos: “se a monogamia é imposta, se não é natural, o que seria natural?”. E o texto responde, sutilmente, sugerindo e não precisa nem levantar bandeira para entender. Mas, particularmente, a questão [pelo menos por enqto] nem é apontar o dedo ou defender, mas refletir [como vc mesmo disse] e para isso se faz necessário entender alguns conceitos, que olhado a distancia, podem [e normalmente são] confundidos de forma pejorativa. A proposito: parabens Mari pelo texto e pela coragem – assunto bastante delicado.

      • http://papodehomem.com.br/author/rodolfoviana/ Rodolfo Viana

        Sim, fala-se do natural ao apontar o não-natural. Eu não rotularia o natural como “poliamorista” ou “em um relacionamento aberto”. Na minha opinião, não é porque a monogamia é não-natural (segundo o texto) que o poliamor seja, que o relacionamento aberto seja. A questão é justamente esta: sabemos, de acordo com o texto, o que é o não-natural (a monogamia), e só. O natural (ainda que em oposição às convenções) seria a multiplicidade de parceiros, independente do nome que a gente dê a isso. E esta é a única bandeira que eu vejo no texto: a multiplicidade de parceiros como algo natural.

        Ainda assim, eu não pontuo como natural o poliamor ou o relacionamento aberto, pois isso é apenas restringir as possibilidades — por exemplo, posso buscar múltiplas parceiras fora de um casamento monogâmico, o que não é nem poliamor e nem relacionamento aberto.

        O que quero dizer é que a questão não é o poliamor ou o relacionamento aberto (o que torna a discussão sobre o que é um e o que é outro sem sentido aqui), e sim a multiplicidade de parceiros, independente do rótulo.

      • Leonardo

        Natural pode ser aquilo que existe em oposição ao cultural e ao artificial, como a arte, a religião, a filosofia, etc. Então o natural por ele mesmo pode nos deixar com incesto, infanticídio, canibalismo, extorsão, estupro, etc., etc., etc. As conveniências da “não naturalidade”, ou seja, da cultura, não são necessária e automaticamente “antinaturais”, mas podem ser a organização de vantagens e conquistas. Então mesmo sobre essa divisão de natural ou não natural ou texto não é necessariamente uma bandeira, mas uma possível reflexão mesmo.

        (Eu apenas acrescentaria que a linha entre o que é considerado natural e o que não é pode ser bem tênue, porque se algo se acomoda na cultura sem violentar a nossa natureza, por mais que exija um certo comportamento guiado pela cultura, isso pode até não ser “natural” em si, mas acredito que segue o nosso impulso de instituir costumes. É como se a cultura e os artifícios fossem, quase contraditoriamente, frutos de um impulso natural de criá-los!).

  • Abobrino

    O PDH deveria agrupar todos os outros textos desse tipo numa só seção chamada “manual para cornos(as) conformados(as)” ou “chifres for dummies”.

    E só para constar, reconheço que no texto não foi levantada nenhuma bandeira, mas como esse tipo de tema é recorrente aqui parece ser uma defesa geral ou algo assim. Só por curiosidade, tem alguém aí do QG que não é adepto de relacionamento aberto? Pelo visto cada vez mais se confunde relacionamento com “amizade de foda”…

    • Augusto

      Escrevi meu post antes de ver o seu, dizendo o mesmo. Toda hora este assunto surge aqui, é impressionante… Gostaria de saber o que estão querendo com isto.

    • http://papodehomem.com.br/author/rodolfoviana/ Rodolfo Viana

      Tem sim.

      Assim como tem gente no PdH que é monogâmico, gosta de ser monogâmico e, ainda que monogâmico, não se sente ofendido — principalmente a ponto de inserir termos como “corno conformado” e “chifres for dummies” — em ler artigos que trazem uma visão diferente, que propõem algum tipo de reflexão.

      ///

      Opinião pessoal: todo mundo que usa da intolerância e caracteriza como “manual de chifres” este texto ou os demais que tratam de formas de relacionamento além da monogamia tem sérios problemas íntimos. Sugiro que resolvam suas questões pessoais, seus traumas, e depois voltem. ;-)

      • Abobrino

        Apenas uma reflexão: O PDH possui uma seção inspiradora com biografias de homens fodões onde já passaram caras do calibre de Bruce Lee, Clint Eastwood, Arnold, Muhammad Ali e até o Barão de Mauá. Me pergunto agora qual seria a opinião deles sobre um cara que apóia/incentiva sua namorada a foder com outros caras. Aposto meus dentes que termos como “frouxo” e “bundão” seriam recorrentes em suas falas.

        Sobre o tema, quem sou eu para dizer o que deve ser abordado… é só uma questão de passar para a próxima texto. Só manifestei minha estranheza por ver o assunto sendo abordado com certa insistência – até pq convenhamos: poliamor, casamento aberto, relativização do que é fidelidade e afins não são nenhuma novidade na história, isso é mais velho do que andar pra trás e só está ficando mais “maistream” no mundo provavelmente por simples falta de assunto. Queiram ou não ninguém aqui está na vanguarda de um movimento sexual só pq trepa com mais de uma pessoa por vez, a humanidade não está quebrando paradigma nenhum, é mera repetição do que sempre se fez, então foi mal aê se eu estou entediado com esse assunto que eu só devo ver umas míseras dez vezes por semana em blogs, redes sociais e portais de informações. Parece mais um exercício de autoafirmação de quem pratica do que proposta de reflexão propriamente dita. O menágezinho de fim de semana com a namorada e a melhor amiga que rende um texto de 200 linhas e uma enxurrada de comentários num blog atualmente nem se compara com uma corriqueira orgia romana de dois mil anos trás.

        Pra fechar, só uma dica (e é com a melhor das intenções mesmo, gosto muito do PDH e recomendo para outros caras): Pela repetição da temática a tendência é ela perder a força e ficar com aquele gosto de “mais do mesmo”. Esse portal merece mais do que isso.

        Abraços!

      • http://papodehomem.com.br/author/rodolfoviana/ Rodolfo Viana

        “(…) um cara que apóia/incentiva sua namorada a foder com outros caras. Aposto meus dentes que termos como “frouxo” e “bundão” seriam recorrentes em suas falas.”

        Onde você leu isso neste texto?

        O texto fala simplesmente como a monogamia se tornou default na sociedade — e, consequentemente, nas entrelinhas, como a poligamia se transformou, talvez de maneira injusta, em algo tão hediondo — e repassa a presença dessa forma de relacionamento em diversas esferas: econômica, comportamental, sentimental.

      • Samuel Santos

        Rodolfo, convenhamos que no segundo parágrafo desse post ele foi bem articulado e expôs uma opinião que vale muito a pena ser considerada.

      • Leandro Terra

        Seu primeiro parágrafo é bem tosco, tentando adivinhar o que um bando de homem velho, gringo e/ ou morto e que ninguém aqui chegou a conhecer com detalhes além dos profissionais, pensaria.

        Já no segundo você matou a pau, uhauhahuahuauhuha…

      • http://twitter.com/luizagcn Luiza


        Só manifestei minha estranheza por ver o assunto sendo abordado com certa insistência – até pq convenhamos: poliamor, casamento aberto, relativização do que é fidelidade e afins não são nenhuma novidade na história, isso é mais velho do que andar pra trás e só está ficando mais “maistream” no mundo provavelmente por simples falta de assunto”

        É velho sim poliamor e etc., só a forma de enxergar é que é nova. É isto que está sendo proposto: um novo olhar.

      • LuizZamboni

        Novo olhar ?Amor livre á coisa de Hippie, anos 60…meus país já conheciam essas coisas.
        Eu acho que tem um pessoalzinho descolado/alternativo que se imagina na vanguarda do pensamento ocidental….mas ainda são os mesmos e vivem como seus pais…

      • http://twitter.com/luizagcn Luiza

        Poligamia existe há milênios, ninguém aqui está falando que é revolucionário e moderno. Um novo olhar, o olhar é novo, não a coisa olhada. Uma pessoa que se deparou com uma coisa nova pra ela, deu um novo olhar. Mesmo que seja velho pra outros.

        Convenhamos, algumas pessoas sequer pensam na possibilidade.

      • LuizZamboni

        Certo , mas vamos olhar o público deste site, são pessoas inteligentes, que sabem de tudo isso.
        Todo mundo aqui sabe que existem outras culturas que são diferentes, nem precisa ser uma pessoa de muita cultura pra saber disso, até o povão da rua sabe que os árabes por exemplo são polígamos pq viram na novela…
        Todo mundo sabe que na natureza existem espécies que vivem em casal como as baleias(Mamonas Assassinas: ‘o homem é corno é cruel, mata a baleia que não chifra e e fiel’) e outras como os leões tem multiplas parceiras…isso já é Mainstream, é matéria do Fantástico, não vale a pena na minha humilde opinião colocar isso como “nova visão”, já não é faz tempo.

      • http://twitter.com/luizagcn Luiza

        Aí já que questão de ponto de vista, porque observando os comentários notei mais estranheza do que costume com a poligamia. Tanto que o modo de se relacionar do Catra é alvo de espanto. Pra nossa sociedade poligamia é uma coisa dos outros e estranho. Eu nunca vi pessoalmente ninguém levar numa boa essa situação. Nesse contexto é um novo olhar. Engraçado, o rapaz que me respondeu antes disse que eu adorava modernidade e você o contrário.

      • LuizZamboni

        Sim, a Poligamia não causa estranheza por si, o que causa estranheza é a poligamia inserida numa sociedade monogâmica, onde os relacionamentos tem como premissa de que não é justo uma das partes ser diferenciada e ter o direito de ter mais parceiros , é 1 = 1.
        O relacionamento do Catra causa espanto SIM, pois não é a norma, e vai ser enquanto a norma não for outra. Porém espanto não significa condenação, e não ser a norma não significa que não seja aceito, o Catra não está enganando ninguém, suas mulheres saber e aceitam a situação (aí estão pessoas que levam numa boa a situação).
        Pensamentos como esses de “amor livre etc” não são novos, porém nunca se tornaram normas. O que realmente é um insulto a inteligência é a forçação de barra para desconstruir a norma vigente tentando fazer tudo isso esses desvios ser visto como algo normal…
        Conhecer as pessoas conhecem tudo isso, só não admitem como normal, esse é o espanto…

        obs.: quando eu digo normal, eu quero dizer o que corresponde a norma como o comumente aceito, acordado e entendido quando se fala de uma instituição.

      • http://twitter.com/luizagcn Luiza

        “Sim, a Poligamia não causa estranheza por si, o que causa estranheza é a poligamia inserida numa sociedade monogâmica, onde os relacionamentos tem como premissa de que não é justo uma das partes ser diferenciada e ter o direito de ter mais parceiros , é 1 = 1.

        Então, que tal um novo olhar?

        Não entendi o que você quis dizer. Ou você que não entendeu o que eu disse. Novo olhar diz respeito a inserção da poligamia numa sociedade monogâmica. Foi o que eu disse. O que você questiona afinal?

        “O que realmente é um insulto a inteligência é a forçação de barra para desconstruir a norma vigente tentando fazer tudo isso esses desvios ser visto como algo normal…”

        Desvio de que? No seu ponto de vista. A proposta é justamente tornar normal, não pra você ou pra mim, pra quem couber. Algumas pessoas são felizes num relacionamento monogâmico, e só assim, já outras não. O intuito do texto é demonstrar que existe mais de uma opção, dar um novo olhar e ver que um certo modelo também pode servir “pra nós”. Não é porque nossa sociedade é monogâmica que sempre será. “Essa é regra e ponto”. E outra, sociedade monogâmica naquelas, conheço uma pá de gente que tem amantes ou cria filho do outro. É curiosa a postura de alguns em achar que o relacionamento é garantia de fidelidade. Curioso, pra não dizer que tenho pena.

      • LuizZamboni

        Todos conhecem essas opções, e que se de acordo com a liberdade que cada um tem os relacionamento poder ser diferentes nos moldes que 2 ou mais combinarem entre si…
        Mas convenhamos não é o padrão, institucionalizado, portanto é desvio, não entenda essa palavra de maneira pejorativa, Mas é que tudo tem uma norma que é como a instituição é aceita.
        Não é questão de ponto de vista (não tente relativizar isso, falando de outras sociedades e da vida animal, fui bem claro de que instituição falo e onde e quando), é questão de conhecer as instituições da sociedade aonde se vive…
        .
        Eu acho curioso é o pessoal que se acho super vanguarda, se importa em ser aceito como normal em tudo o que faz, e fica buscando explicações que equalizem seu comportamento com o vigente. Mr. Catra ta ligando pra isso ?..huhaua
        Cada um vive a sua vida como quer, só não forcem a barra contra o que tudo mundo sabe como é.

      • http://twitter.com/luizagcn Luiza

        E onde você quer chegar? Falou e não disse nada.

        “Eu acho curioso é o pessoal que se acho super vanguarda, se importa em ser aceito como normal em tudo o que faz, e fica buscando explicações que equalizem seu comportamento com o vigente.”

        E não é o que todos nós queremos? Ser aceitos do jeito que formos? Não é legal ver gente olhando torto por seu estilo de vida. Ninguém quer um comportamento vigente, queremos comportamentos diferentes sendo aceitos. O Catra não liga, mas ele não sou eu ou a Maria, ou o João. Você não quer gente sujando a internet com sues modos de vida que não combinam com o seu?

        ” é questão de conhecer as instituições da sociedade aonde se vive…” E? Conheço, e agora?

        “Cada um vive a sua vida como quer, só não forcem a barra contra o que tudo mundo sabe como é.”

        Sabe como é o que? Forcem a barra com o que? Sério, tá difícil. Se cada um vive a vida como quer, por que você está criticando o texto? Apenas diga “legal, mas pra mim não serve”. Você se contradiz quando fiz “viva a vida como quiser, mas não venha querer que eu aceite que você viva como quer”.

        Fiz um monte de perguntas porque, sinceramente, você não deixou claro o que está querendo rebater. A principio foi o “novo olhar”, justifiquei e você continuar querendo discordar, só não sei do que.

      • LuizZamboni

        Sem ordem:
        1) Eu não estou criticando o texto em si, estou criticando a temática batida, repetida, e sem nenhuma novidade , ou algo que eu ou o público do site já não saiba. E não foi apenas eu quem notou isso.

        2)Estou criticando essa idéia de que está sendo apresentada uma “nova visão”…Pois quem nunca debateu sobre isso deve ter menos de 18 anos ou estar saindo da escola ou na primeira namorada. Não acho que seja o público do site e o público mesmo já se mostrou de saco cheio desse tema.

        2) Porque o PDH está batendo tanto nessa temática ?

        3)Luiza, o comportamento divergente é aceito, só não vira norma…se virar o outro comportamento que era norma até então deixará de ser. E aí trocou-se 6 por meia-duzia.A questão é que sempre vai haver uma norma Luiza pois é necessário um entendimento geral sobre como a coisa funciona em geral, e sempre vai haver dissonâncias. Não desqualifiquei o comportamento diferente , só estou deixando claro que não é a norma, e não quer dizer o se olhe torto também…significa apenas dizer que quando se fala em namoro por exemplo, se imagina a principio um relação monogâmica convencional, não é o que se pensa de cara ?

        5)Estou usando conceitos básicos de sociologia, talvez por isso vc não esteja entendendo e levando pro lado discriminatório quando eu falo de normalidade sobre as instituições, eu talvez os esteja usando equivocadamente, pois já faz um tempo que tive sociologia na escola.

        6)Não ponha palavras nos meus dedos, eu JAMAIS escrevi o que você coloca entre parenteses como citação… nem escrevi nem pode ser interpretado desse jeito.

        adulterado
        “viva a vida como quiser, mas não venha querer que eu aceite que você viva como quer”

        original
        “Cada um vive a sua vida como quer, só não forcem a barra contra o que tudo mundo sabe como é. ”

        o que estou dizendo é que todo mundo sabe como é a instituição de namoro, pode ser diferente? Pode, mas pq 2 combinaram assim entre si, esta não é a norma e não é o que se entende quando se fala de namoro.

        7) Acima eu postei “monogamia ou poligamia estão corretos desde que acordados. Traição é que é errado, pois o conceito de traição está ligado a quebra de um pacto (podem ver no dicionário)..PONTO, O RESTO É BLÁBLÁBLÁ….” se quer saber a minha opinião sobre o assunto em si.

        8) Esclareci algo ? Alguma dúvida ?

      • http://twitter.com/luizagcn Luiza

        Mais ou menos. Quantos assuntos aqui não foram comentados já? Nem por isso é batido, ou talvez seja. Corrupção é um assunto batido, mas ainda discutível assim como tantos outros. Eu achei a abordagem bem diferente. O texto não é simplesmente “poligamia existe, vejam”. É algo como “poligamia também pode servir pra você.”

        Se a poligamia não é norma e alguém tem esse “novo” modo de se relacionar na nossa sociedade, essa pessoa é sim de vanguarda. Criticar um texto porque você acha o tema velho é forçar. Você não concorda e quer criticar (desculpa o julgamento, mas é a impressão).

        Pra algumas pessoas aqui, aliás, todas que criticaram essa posição é absurda. Me parece coisa de quem desconhece, pelo menos a fundo. Posso citar uma infinidade de temas que foram discutidos aqui, nem por isso ninguém reclamou. A reclamação acontece quando o leitor discorda.

        Como eu disse a princípio, novo olhar diz respeito a pessoa e não ao assunto. Todo mundo aqui já ouviu falar em poligamia, se imaginou casado com 4 mulheres ou esposa de um cara que tem muitas mulheres como é comum em outras cultura. Agora quantos imaginaram essa situação inserida na nossa sociedade? Quero dizer, em vez de se transportar pra outra cultura, transportar o comportamento pra nossa cultura? Pelo que vi poucas pessoas. Fazer isso é dar um novo olhar.

        O pessoal pensa tão pouco no assunto que diz “não quero criar filho dos outros”. Como se não houvesse um modo fácil de definir quem é filho de quem, e não estou nem falando de DNA.

        Os textos são pra gerar debate, pensar. Ter acesso a informação não é o mesmo que entender sobre.

        Você não esclareceu tudo, porque falou bastante nos outros tópicos e baseou sua resposta em 2 pontos: dizer que o assunto é velho e me explicar o que quis dizer o que é normal. Aliás, desculpa a má interpretação. É o hábito de achar todos preconceituosos. Se era só pra dizer “esse assunto é velho” que fosse mais simples.

      • LuizZamboni

        1)”esse assunto é velho” .No meu primeiro comentário foi exatamente isso que eu disse, com um pouco mais de palavras. Bastava ter entendido.

        2) Ser diferente pra mim não é ser vanguarda…vanguarda é estar a frente do seu tempo…que implica em 2 possibilidades, 1) a pessoa se acha na vanguarda por ousar ser diferente (blz, tudo bem) , 2) A pessoa se acha vanguarda por se achar mais inteligente nas suas escolhas (isso eu não posso concordar, que nessa matéria exista algo superior). Acho que vc concorda com a primeira posição né ? Ok, nesse caso tudo bem.

        3) Não se trata só de ser um assunto velho, não seria problema se não estivesse sendo abordado tão frequentemente em tão pouco tempo, um colega acima citou artigos com menos de um mês , todos batendo na mesma temática.

        4) Sobre o texto agora, ele em si é parcial a favor de outros tipos de relacionamento, não é “olha , também pode ser assim” é “olha, vejam como assim é muito melhor” , sutilmente apresenta apenas as desvantagens no relacionamento convencional e tenta desconstruir este modo , o outro modo é perfeito né não tem nenhum porém ? Desnecessariamente faz isso, pois para mostrar uma outra maneira não é necessário desmerecer a outra forma…

        5) Da mesma maneira que os poligamicos não gostam de ser criticados pelo seu modo de vida, os monogâmicos também não gostam. Tipo, monogâmicos são os egoistas, inseguros hipórcitas, incoerentes( veja a sequencia dos textos ) e tal tal está no mesmo patamar que dizer que os adeptos desse poligamismo não tem amor próprio se se sujeitam a relacionamentos que os diminuem…

        6) Pra mim isso não é novo, conheço pessoas que tem relacionamentos bem diferentes, baseados em bdsm e etc, respeito tudo, já tive até algo parecido. Tenho vivência sobre isso, mas não me acho vanguardista por nada…

        7) Se eu não falei tudo, me diga o que está faltando ué…

      • http://twitter.com/luizagcn Luiza

        1 – Eu rebati, explicando que o assunto não é novo mas sim a forma de encarar. Você continuou e mudou o assunto

        2 – Sim, nunca considerei vanguarda mais inteligente. Só alguém que é pioneiro em algo.

        3 – Acho que o Fred respondeu de forma bem claro que eles não são iguais. Poliamor não é poligamia. E os textos abordavam relações de forma diferente. Mesmo que fosse isso, já vi várias séries de texto aqui, e eu gosto muito desse tipo de abordagem. Um texto não abrange tudo o que é pra ser discutido sobre um assunto.

        4 – Não é isso, é que o outro tipo precisa ser questionado pra que esse possa ser validado. Meio que “será que é tão bom assim?” E veja, o pessoal gosta de citar monogamia como se fosse garantia de fidelidade. Você observa isso? Se alguém não observar os “defeitos” na monogamia é porque ela é o melhor pra pessoa. Sinceramente, não acho que seja o melhor pra pessoa, cada relação tem um jeito. Cada relação desperta um jeito de se relacionar. A maioria dos pontos são contra a monogamia e porque insistimos, nela? Esse é o ponto. Talvez ela seja melhor, vai de quem é a favor defender seu ponto de vista

        5 – E não é egoismo querer o outro só pra si? Achar que é dono de alguém, ou que seu parceiro não vai sentir tesão por outro não é incoerente? Poliamorista e poligamista são diferentes. De qualquer modo aceitar que o outro tenha liberdade é uma prova de bem estar consigo, segurança. Até porque eu vejo gente monogamica aceitando o que pra ela é traição, isso sim é se diminuir. Não aceitar algo, mas no fim tolerar.

        6 – Você está colocando sua visão de mundo sobre a da maioria. Porque todo mundo aqui demonstra espanto. Se não fosse, não teriam comentários tão rudes. Leia acima o cara me chamando de louca, zoófila (o que tem a ver?) e mandando eu transar com 500 caras, já que eu penso assim. Enquanto ainda forem poucos, serão a vanguarda. E são poucos, bem poucos os que tem relacionamento aberto. Poligamia então, menos ainda, pelo menos no nosso país.

        7 – Não é forçar a barra colocar isso como natural ou normal, ali ela cita o natural não como o que é norma, mas o que é uma característica inata na raça humana. É mais normal do que a invenção da monogamia.

      • LuizZamboni

        1) Não Luiza, é que seus argumentos não me convenceram. Não acho nada tão novo assim, expliquei porque. Você parece que acha que pq argumentou algo eu tenho que concordar e ponto. Não é poque entendi o seu ponto que eu tenho que concordar com seu argumento.

        3-4) Sim, mas existe algo em comum nos textos que é a repulsa ao convencional, como se fosse necessariamente ruim…é isso que o pessoal ta de saco cheio. Uma coisa é questionar relativizando explicando que não há mal nenhum que se viva de outra maneira, outra é questionar desqualificando, dizendo que a outra maneira é errada .

        4) A maioria dos pontos(na verdade todos nos textos) são contra a monogamia nestes textos pois foram escritos por pessoas que veem nesse tipo de relacionamento como os ideais minha cara, isso não é um paradigma. Por favor.

        5) Você tem consciência do quanto está sendo absolutista nos seus conceitos ?
        5.1 A infidelidade sexual apenas não descaracteriza a monogamia, vc não leva um caso para viver na sua casa…a infidelidade sexual (digamos asism) não destroi a noção do casal por si. É possível ter um relacionamento aberto monogamico. Isso é um dos argumentos mais destorcidos. Ter um relacionamento é mais do que ter uma noite.
        5.2 Eu não disse pessoalmente que ninguém está se diminuindo, eu levantei a questão sobre como cada um tem seu ponto de vista e que por isso não se pode aferir superioridade de um sobre o outro , ou querer que um simplesmente aceite tal coisa pra si ,e dei exemplos que do ponto de vista monogâmico pois os divergentes gostam de criticar, mas não gostam de ouvir críticas. É bom né ?
        5.3 Pessoalmente agora eu acho degradante a poligamia, onde 1 homem ou uma mulher tem mais de um conjuge(com status oficial), pois eu não acho que ninguém seja pouco para outro alguém. Estar sobre essa condição na minha visão seria
        Que eu diga antes, não estou falando de relacionamentos abertos, se a questão é apagar o fogo, isso pode ser feito facilmente seja por traição(a maneira errada) ou por acordos.
        MAS eu entendo que os adeptos desse tipo de relacionamento sem outra visão, não é a minha. Sorry.

        6) Vanguarda não tem haver com quantidade…

        7) Como seres humanos não podemos nos pautar nesse naturalismo para justificar nossos comportamentos. Outros pessoas aqui já argumentaram e muito bem sobre isso. Recorrer ao naturalismo para embasar um visão seja monogamica ou poligamica é descontextualizar o ser humano como ser social. Na natureza muitas coisas são permitidas…
        Na verdade eu achei essa parte tão boba que nem entrei no mérito.

      • LuizZamboni

        Mais uma coisa: de onde se chega a conclusão que os monogamistas são possessivos e tratam os outros como objetos? Você não pode enquadrar todos os monogamicos como doentes mentais menina. Existe isso sim, mas são pessoas doentes…
        Pelo simples fato de achar que o outro merece tanta atenção quanto vc e vice versa eu estou me achando dono de alguém ?
        Na boa, o pessoal se julga “muito avançado” mas é preconceituoso pra caralho.

      • http://twitter.com/luizagcn Luiza

        Quem está julgando como “avançado” aqui é você e bem preconceituoso diga-se de passagem. Não disse que eu era avançada. Ah, não? E limitar a vivência do outro não é ter posse sobre ele? Querer atenção não é posse, onde eu disse isso? Aponte, por favor. Você acha que tudo é ofensa, menino. Se dói demais e leva tudo pro pior lado.

        A partir do momento que você quer exclusividade não é posse? Claro, existem níveis e níveis. Mas não estou falando no sentido pejorativo “possessivo/ obsessivo”. O outro não pode ser livre, não pode ir pra tal lugar sozinho, não pode usar tal roupa, não pode falar com fulano porque é ex, não pode isso, não pode aquilo. Cada casal é um casal, existem monogâmicos de boa e outros extremos, mas todos tem uma relação de posse. “Me pertence”. Pode acontecer na poligamia, isso é uma característica do ciúme, mas o mais comum é na monogamia.

      • LuizZamboni

        Eu disse que vc se achava na vanguarda por achar que tem uma nova visão da coisa, diferente da dois outros…que na minha opinião não é tão nova assim. Você não desmentiu, pelo que eu entendi assumiu não ? Foi mal então, julguei erradamente.Não, não é posse necessariamente, só se for uma relação doentia, saudavelmente é um pacto assim como existem outros que fazemos diversos outros momentos na nossa vida (implicita e explicitamente), pessoas fazem pactos, objetos não.
        Se existe um pacto existe o que é a traição deste pacto (que é o verdadeiro sentido de traição, valido em todas as ocasiões). Perceba que anteriormente eu disse “infidelidade sexual”, significa não ser fiel quanto ao parceiro sexual(sempre ter o mesmo) não é sinônimo de traição a não ser que este ponto esteja no pacto.
        Eu sei que ninguém é de ninguém, e que as pessoas são livres, mas liberdade total neste caso pode ser a de deixar o relacionamento…esse papo ta muito em voga ultimamente, é um livro né, e algumas pessoas usam isso como argumento contra relações monogâmicas…que eu acho um argumento distorcido.

      • http://twitter.com/luizagcn Luiza

        1 – Não é questão de concordar. Acontece que você disse que poligamia não era novo e eu não citei poligamia como novo, sim o olhar a ela. Você que está se fazendo de desentendido. Se acha que é visto tão comumente, dê uma olhada nos comentários, e na reação do público a própria novela. Ou no dia-a-dia, não vejo ninguém aceitando numa boa esse tipo de relação.
        2 – Não é repulsa é questionamento. Não era você que gostava de “coisas novas”? O que aconteceu? Muitos dos textos se encaixam na poligamia, ou você acha que esposa de muçulmano não tem ciúme? Não é traída e etc? Pelo jeito tudo que foge ao convencional te aflige. Nada ali é pela poligamia, não força e não relacione os textos.

        3 – Poligamia não é poliamor nem relacionamento aberto.

        4 – Não acho que sejam. Você acha, ficamos no achismo.

        5 – Absolutista? Não creio.
        5.1 – Tá. E? Não consegui relacionar com o que eu disse. Estou falando de amor próprio, de ter um ideal e negá-lo aceitando a traição. Ora, o problema então é dividir a casa? Sua mulher dando pra outro tudo bem? Não disse que desconstruía a monogamia, apenas a torna falha. O intuito é exclusividade. Sim, é possível ter um relacionamento monogâmico aberto. Como eu disse, poligamia, poliamor e relacionamento aberto são coisas diferentes. Agora, não era você que estava dizendo que todos os textos eram contra a monogamia e citou o cara dizendo que aceitava que a namorada transasse com outros? Afinal, qual sua posição? Os textos são todos sobre poligamia ou não? Então você concorda que falar de traição e relacionamento aberto não é o mesmo que falar de poligamia?

        5.2 Você está se ofendendo demais, não vi toda essa ofensa no texto. O questionamento é sobre a relação, não necessariamente sobre a postura pessoal/mente de cada um.
        5.3 Aí é problema seu. Mas TODA pessoa que eu conheço já gostou de mais de 1 pessoa ao mesmo tempo. Por que não podem ficar juntas? Porque a poligamia não é aceita, é novo na nossa sociedade.

        6 – Dependendo tem sim. Se não há histórico aqui de poligamia, não é algo disseminado, que fizer estará agindo a frente de seu tempo. Não é exclusivamente algo numérico, eu justifiquei com base no você, inclusive, concordou e complete. Não usei apenas o argumento “quantidade”.

        7 – Boba? ahahahaha sério? Puxa, deve ser por isso que toda a ciência que estuda o comportamento humano é baseada em comportamento animal. Deve ser bobo mesmo, por isso que na TPM mulheres mudam de humor e personalidade, por isso que homens com altas taxas de testosterona são mais violentos, nossa disputa por poder e território é igual a animal, comportamento materno. Isso está no nosso DNA, é inato. E se vivemos em sociedade, foi porque criamos e podemos mudar. Quando se quer avaliar o comportamento retirando a influência da mente, o que sobra do homem é o animal. Não vou me prolongar te explicando. Já discuti acima com o outro cara. Peço que se for discutir novamente esse ponto dê uma lida. Não vou ficar repetindo.

      • LuizZamboni

        1) Eu eu digo que esse olhar também não é novo, nos anos 60 essas coisas já eram discutidas entre os javens…entendeu ?
        Uma coisa é aceitar que a coisa possa existir, outra coisa é aceitar para si. A maioria das pessoas que eu conheço e já conversou sobre o assunto concorda que possa existir, porem não deseja pra si ? Qual o problema ?No que eu sei do personagem da novela é um canalha, ele engana suas mulheres…é diferente de ser polígamo…rs é um traidor.

        2) Eu gosto de “coisas novas” ? De onde você tirou isso ? Não gosto nem desgosto a princípio de nada por ser novo ou velho, tenho meu próprio julgamento.

        3) Eu sei a diferença, os estou citando juntos pois todos para ser justificar querem desqualificar o comportamento convencional.

        4) Ta bom :), pelo menos é uma postura menos dona da verdade.

        5-1) Os textos tem em comum é desqualificar o comportamento convencional afim de mostrar outra opção(poliamor, poligamia etc etc) e para isso os seus adeptos são chamados de egoistas, inseguros etc etc. Mas isso é completamente desnecessário, se existe uma outra opção tão boa assim porque perder tempo destacando os “defeitos” de outra opção, se fale das vantagens desse outro modo.

        5-2) Certo então vou você não se incomodaria se constantemente fossem publicadas matérias dizendo sobre o absurdo que é uma relação do tipo que vc tem ? Então ta bom.

        5-3) Ficar com 2 pessoas não envolve apenas a decisão de uma pessoa…uma das partes pode simplesmente decidir que aquilo não é legal pra ela. Fazer o q ?Existe a liberdade de propor algo assim, mas uma ponta pode preferir não aceitar e terminar o que não agrada a ela.

        6)Ok, fui só uma observação, pois vc não foi explícita.

        7) Então matar e roubar são coisas aceitáveis né…não se contesta a existência do comportamento …se contesta é se esse comportamento por ser natural é válido como crítério…
        Por que eu sou homem então eu vou justificar minha violência na natureza…putz. Nesse ponto vc errou feio.
        Vou lembrar de Nietzsche: “O homem é uma corda esticada entre o animal e o super-homem, uma corda por cima do abismo.” Nos afastamos do “natural” que é injusto e egoista (ID ou Sombra na Psicologia, se é Freud ou Jung) em direção a algo melhor. Claro que temos comportamentos animalescos, pode-se usar o entendimento dessa lado para entender certos atos, não justificar (eu usei esta palavra). Explicável tudo pode ser, justificável não…
        E não estou dizendo que a poligamia ou a monogamia, ou o poliamor seja esse caminho melhor, estou dizendo que usar o naturalismo para embasar isso é ridículo tanto quanto é usar para assassinato , canibalismo etc….natural é natural, não é parâmetro de comportamento “moral”. Por isso foi bobo.

      • http://twitter.com/luizagcn Luiza

        1 – Meu querido, e quando que eu disse que o assunto era novo? Qual parte do “o que é novo é o olhar, não a coisa olhada” você não entendeu? Nos anos 60 muita gente aqui nem era nascida e pelos comentários muita gente aqui nem sequer discutiu. Além disso essa forma de abordagem não é tão comum, tanto que você próprio desconhecia e debochou. Você mesmo deu um novo olhar e um atestado disso. Para de tentar negar.

        2 – De onde? Na hora que você disse que o assunto era batido, não era novo e isso é chato. Isso que quis dizer com coisas novas, não disse na vida, eu nem sei da sua vida. Como posso falar? Aí você quer assuntos novos que não fujam no convencional?

        3 – Você acha que todo mundo quer desqualificar, que eu chamei monogamicos de doentes, sempre é um ataque. Tá claro que essa é uma interpretação sua, é até um direito seu, mas não a realidade ou intenção do autor.

        4 – ok.

        5 – Você aproveitou pouco os textos, tem mais ajuda pra quem tem problemas de relacionamento do que críticas. Você não precisa concordar com tudo em um texto pra achar ele bom. É só ver o que cabe na sua vida e o que não lhe serve. Ciúme até poliamorista sente, mas faz mal e mais pra quem sente.

        5.2 Voltamos pro mesmo ponto. Ciúme qualquer um sente e traição também acontece na poligamia(muçulmanos são apedrejados). Não são ataques ao seu tipo de relação. Esse texto questiona a monogamia quando somos programados pra outra coisa. É mais questionamento que julgamento. Não gostaria que falassem mal, mas não acho que esse seja o caso.

        5.3 – Não lembro o que eu escrevi e to com preguiça de ler. to cansada de discutir. De qualquer forma, você escreve algo que é relevante aqui.

        7 – Você não leu, né? Porque ele falou a mesma coisa e eu respondi. Quem disse que matar e roubar é certo? Você está errando feio, meu caro. Um comportamento não é justificável porque é natural. Vivemos em sociedade, a natureza apenas explica a origem do comportamento e se não for maléfico a ninguém então não há problemas. Poligamia faz mal? Uma vez que foi um acordo?

        A existência do animal é o pano de fundo pro racional. Mas veja, eu não conheço nenhum animal que mate por matar. Você conhece? Isso é coisa de humano, você está confundindo. Matar pra comer, isto a gente faz. Matar por território, isto a gente faz. Veja, não é justificável, é explicável. Ali ela explica o porque da nossa vontade, se você vai achar certo ou não é uma decisão sua. Agora, se é natural, você não pode considerar absurda. Matar por matar não é natural, desculpa.

        http://super.abril.com.br/mundo-animal/monogamia-monotonia-442466.shtml

        http://br.noticias.yahoo.com/monogamia-n%C3%A3o-%C3%A9-natural-dos-humanos–dizem-pesquisadores.html

        http://hypescience.com/fomos-projetados-para-a-monogamia/

        Outros sites, falando sobre o assunto e abordando da mesma forma, explorando o lado animal. Isso é feito em estudos, não foi a autora que inventou, ela apenas usou o modelo.

      • LuizZamboni

        Não vou me alongar, vc não quer entender , já até me citou deturpando, fica difícil assim.

        1) Eu debochei pq eu conhecia já, não pq eu desconhecia essa “abordagem” …

        2) É mais do que batido, não é esse tanto o caso, é que é RECORRENTE aqui, em tão pouco tempo…

        3) Eu não disse que vc falou nada, eu deu um exemplo, joguei e vc se entrega…eu falei sobre o que há em comum com estes textos recorrentes em tão curto período.

        5) Sim, pode ser a intenção. Mas coloca o problema sempre nos moldes do relacionamento isso é RECORRENTE.

        5.2 e 7) A programação animal não é pertinente em aspectos morais. Não existe a razão levantar a questão..Se é para se mostrar outra opção, não se pode recorrer a vida animal, pois não é parâmetro. Eu entraria no mérito de que não se está fazendo mal a ninguém se 2 ou mais assumirem um novo tipo de relacionamento, então qual o problema ?
        Não estou dizendo que um ou outro modo é moralmente correto absolutamente. Apenas que o natural não entra na conta, então é incabido levantar-se a questão.

        Os animais não matam apenas por alimento, matam para alcançar seus objetivos. Sejam quais forem, geralmente é alimentação, as vezes é território, fêmeas… sem se importar com valores morais, esse é o ponto.
        Também fazem sexo sem se preocupar com quem, sejam suas mães ou suas tias (mamonas assassinas novamente)…as vezes a fêmea mata o macho após a cópula …o macho estupra a fêmea… baleias e outros animais matam até por diversão, quem não ficou chocado com baleias brincando de volei com uma foca ? Não venha com essa, modestia a parte, eu já vi muito Discovery Channel..
        Bom, dito isto, apenas acrescento que, não foi o intuito da autora explicar nosso desejos não, releia esse treicho, o que ela faz é simplesmente por em cheque a monogamia como natural. Como se isso tivesse pertinência entende ? Como dizer a um homossexual que ele foi projetado para copular mulheres, ou homens no caso de ser uma lésbica. Em nenhum momento ela fala de desejo neste ponto…

      • http://twitter.com/luizagcn Luiza

        Olha de 1 a 4 a gente vai ficar se contradizendo, até o fim. Sabe o que eu falo quando não gosto da postura de um site e ela se torna recorrente? Procuro outro. Não vou repetir o que eu disse, vai se tornar redundante. Assunto batido não gera comentários, meu caro. Se ainda há o que ser dito, não está batido. Muito menos é recorrente, se você acha ciúme, traição, poliamor e poligamia a mesma coisa. Bom, o problema é você.

        Animais matam por território, fêmeas e alimentos, isso mesmo objetivos. Seres humanos matam por matar. Matar por matar não justificável. Não são todos os animais que transam com parentes, alguns se reconhecem por cheiro e não tem relações. Fêmeas matam o macho depois da cópula dependendo da espécie pra ter nutrientes, não é por matar. E quem garante que a baleia estava “jogando vôlei” e não nocauteando a foca?

        Vou repetir, quando queremos avaliar o que é raciocínio humano, moral como você diz, e o que é animal no homem, nós comparamos com animais similares. Leia o que eu respondi por outro cara. A comparação não é feita com aranhas e crustáceos, mas sim com animais evolutivamente semelhantes, mamíferos, primatas… Amor de mãe é moral? Não, é biológico. Regido por hormônios e tal, tanto que uma colega estuda a influência da morfina no comportamento materno. E ela altera o comportamento, porque até nossa racionalidade é sujeita a nossa biologia. Um carro foi feito pra andar, ele pode correr, derrapar, mas não voar. Assim como não podemos fugir das nossas características naturais, ou até podemos, mas com certo esforço.

        “Não venha com essa, modestia a parte, eu já vi muito Discovery Channel..” Uau!

        Desculpa, seu entendimento sobre o assunto é ruim. Você leu os links? Não, né? Isso que a autora fez, repito, é comum na ciência, sabe? Gente que estuda e eles não acham ridículo ou absurda tal comparação. E não foi justificação de comportamento pelo lado animal é EXPLICAÇÃO. Nós somos naturalmente poligamistas, podemos por sermos humanos decidir a monogamia.

        Você ignora o texto todo e pega um trecho pra distorcer. A autora apenas diz que não somos naturalmente poligamistas e que a monogamia se mantém por ser um processo cultural. Nem sempre a cultura cabe a todos, portanto ela criticou em forma de questionamento. Leias os outros links, e verá esta comparação é mais que consolidada. Inclusive, se você gosta tanto de documentários, passa um com frequência que avalia o clico menstrual da mulher e seu comportamento. Mulheres em período fértil tendem a querer homens mais “másculos” e tem maior tendência a trair nesse período com esses homens que garantem melhores genes. Fora desse período preferem os femininos e também pra ter uma relação estável já que esse tendem a criar melhor a prole.

        Viu com um estudo em humanos o “natural” influência no comportamento? Vocês acham que o raciocínio vem do além? Não é regido por neurônios, hormônios e etc. O comportamento humano básico está em nosso DNA, há desdobramentos criados pelo raciocínio, mas sempre há similaridade entre certos fatores mesmo em culturas diferentes. Nós viemos de um ancestral comum dos macacos e preservamos características semelhantes. Bem como, em menor grau, com os mamíferos. Podemos ser comparados sim.

      • LuizZamboni

        1-4) Ta morreu, mas dá uma olhada nas matérias de 2 anos atrás nesse e veja a diferença.

        7) Não matamos por matar isso é simplificar demais a realidade, matamos por objetivos, bens materiais em geral, obtenção de poder, vantagens, território,vingança, por ciumes e também por sadismo…a diferença é que são objetivos imorais. Matar por matar é o que faz o bandido de um filme b com péssimo roteiro, não é assim.
        Matar por território é imoral, matar por uma mulher (femeas) é imoral, matar os filhos dos outros para afirmar nossa prole é imoral(com faz o leão) também fazemos isso, quer dizer, os criminosos fazem… Não podemos usar o naturalismo como argumento afim de justificar nossos atos.
        .
        Que a comportamento é construido socialmente ninguem duvida, o conhecimento de outras culturas já traz o conhecimento disso , então pq apelar para o natural ? Foi tão bobo que eu nem entrei nesse mérito, você que trouxe isso a discussão…naturalmente somos assassinos, ladrões, genocidas, comemos nossas mães , nossas tias, matamos os filhos dos outros etc etc..simplesmente não cabe no mérito , por exemplo justificar uma traição pois ocorreu num período fértil…putz…vc discordaria disso ? Creio que não, mas é tão natural quanto poligamia.
        .
        Eu não vou ficar vasculhando outra matéria para lhe apresentar o ponto, tenho mais o que fazer, ou vc vai lá e verifica, ou não acredita, ou acredita…mas por exemplo lembro que Rodolfo Viana (autor) simplesmente disse em um comentário algo como: se vem outro alguém é convida sua namorada para ter algo quem é vc para dizer que não(sendo que o outro cara apenas tinha dito que entende que não é dono de ninguém mas que deseja respeito )…não vou botar entre aspas pois não é uma citação exata, não vou procurar. Na matéria em si ele diz que “não trair pode ser trair a si mesmo” e que é egoista da parte não permitir que o parceiro o faça…
        Tem coisa mais egoista do que seguir seus instintos a despeito de tudo mais ? É apenas a “besta” no sentido Nitchcheano falando aí.

      • http://twitter.com/luizagcn Luiza


        ambém fazemos isso, quer dizer, os criminosos fazem… Não podemos usar o naturalismo como argumento afim de justificar nossos atos.” E eu não disse que não era justificável e sim explicável?

        Não matamos por matar? Fala isso pra assassinos em série. Mas a questão não é essa. Você está comparando poligamia com assassinato. As duas coisas são diferentes, um instinto é aceitável o outro não. Nenhuma cultura aceita assassinato e mesmo que alguém ficasse louco e aceitasse, ora, isso prejudica alguém. Mas a poligamia não. Esse é o ponto, quando é uma característica inofensiva pode sim ser explicada e, aliada a outros fatores, justificada com base na naturalidade.

        Eu não vou mais responder porque cansei da discussão. Numa boa? Numa boa mesmo! Tenta ler os textos não apenas observando o trecho que você acha ofensivo, olha a construção da ideia como um todo e você verá que os textos servem mais pra ajudar do que pra julgar a monogamia (ou seja lá o que você tenha relacionado). Que o PdH apoia posturas que fogem do padrão, é uma verdade, e é por isso que eu o leio. E você?

        Um relacionamento mais aberto, sem ciúme, que não se preocupa tanto com traição é mais leve. Traição não é algo que nós possamos evitar que o outro faça, se não podemos mudar o outro, mudamos nós. Ciúme a mesma coisa. Claro, mude até onde você achar que lhe serve.

        Abraço, foi bom trocar ideia.

      • LuizZamboni

        Só que explicável não é relevante ao comportamento humano, pois TUDO pode ser explicado…então, não vejo pq entrar no ponto.
        .
        Na verdade na verdade, nem mesmo poligamia estritamente o exemplo usa(e isso é uma puta distorção da coisa toda, pois os casais permanecem alem do que conceitos de monogamia e poligamia são diferentes na biologia e na sociologia…), ele diz respeito mais sobre infidelidade, no exemplo dos gorilas que não criam necessariamente seus filhos, bom como dizer que não está se causando um prejuizo neste caso ? Nossa moralidade nos diz que temos responsabilidade sobre a nossa cria, não é imoral fazer outro parceiro criar um filho que não é dele a princípio ? Ele não é obrigado a aceitar isso. Por outro lado o pai é obrigado a cuidar do seu filho, inclusive sabemos que é uma das poucas coisas que dá cadeia nesse país, por exemplo. Acho que você não está considerando todos os fatores do caso. Se você pesar isso não se justifica.
        .
        O nome do blog é “papo de homem” , eu espero encontrar coisas que me acrescentem como homem.
        Sobre o outro texto que comentei: não leio os textos apenas observando os pontos que me ferem, mas comento apenas o que acho que vale a pena comentar, se eu concordo com tudo e não tenho o que acrescentar, vou comentar o q ? No máximo dar os parabéns, na maioria das vezes nem comento, POIS concodo com tudo. Eu entendi o texto, o autor estava perfeito até o ponto que eu não pude ignorar , principalmente quando o mesmo autor insiste no ponto, respondendo comentários que discordem disso…rs Outra coisa que me faz perder o tesão é certa percepção que algumas coisas são ditas de maneira desconexa apenas para gerar polêmica. No texto do Rodolfo por exemplo ele esta muito bem falando sobre que ela pode estar te traindo ou não, e derrepente ele manda “não trair pode ser trair a si mesmo”, disconexo, pois quem está traindo no texto ou não é a terceira pessoa, não a primeira…rs…1) ou isso é uma opinião pessoal dele onde ele aproveitou certa proximidade do tema para encaixa-la ou 2) Ele escreveu isso para gerar discussão, sendo as duas coisas ridículas, pois ele perverteu o artigo dele com outro tema…não o que ele se propos a falar.

        Passar bem, também achei válida a troca.

      • http://twitter.com/luizagcn Luiza

        Só complementando. Matar não é aceitável em nenhuma cultura nossa. É, quando tem motivo, um instinto animal (mais uma vez o instinto animal), nem por isso é justificável apenas explicável. Já a poligamia não traz prejuízos, a menos que não seja culturalmente aceito. Agora temos um empate monogamia X poligamia, uns defendem um modo e outros o outro. Qual o critério de desempate? A nossa natureza é poligamica. Isso não impede ninguém de optar pela monogamia, já que somos humanos, mas não é da nossa natureza. Fim. Isso que ela quis dizer.

        Quando eu digo que você não aceita meu argumento, é porque você simplesmente repete sem apresentar um ponto de vista. “É recorrente” onde? Quando? Aqueles textos? Então me aponte porque eu justifiquei meu ponto de vista, você não. Enfim, fiz 2 comentários.

      • http://www.facebook.com/raqueltorres Raquel

        Concordo que tem sido um tema recorrente por aqui. E que esse texto, especificamente, poderia ter se aprofundado mais. Foi superficial. Mas sinceramente, ele já valeu pelos comentários. Estou abismada com a quantidade de homens revoltados com o tema, hahaha! E, me desculpem, mas ver uma mulher refletindo e criticando a situação “natural” com que a monogamia é vista em nossa sociedade não é um assunto nem um pouco saturado!! É interessantíssimo! Acho muito engraçado as pessoas manifestarem “sua estranheza” em relação a esses assuntos no PDH, como se fosse uma teoria da conspiração ou algo do tipo.. É meus queridos, vocês descobriram: na verdade os homens do PDH são fantoches de mulheres alienígenas que querem implantar a poliANDRIA no mundo bem aos poucos… MUAH HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA!! Aguardem.

      • Jucal

        Roldolfo na minha opinião pessoal você foi infeliz na sua opnião, acho que se você tivesse guardado para si ficaria melhor.
        Porque os problemas dos outros não é do seu interesse e se você é adepto da monogâmico ai já é com você, nunca responda pelos outros, e se ele disse pra criar algo relacionado a corno, acho que ele tem esse direito.
        Bom se você acha que ele não tem esse direito, é porque alguma ignorância imperou sobre você.

    • Junior

      Qg do Pdh= antro de perversão regado a poligamia,Marquês de Sade e Valesca Popozuda.

  • Namorado

    Eu não sei que pássaros são estes que o Dráuzio se refere na citação, mas segundo outras fontes, as as araras-azuis são animais monogâmicos e vivem com o mesmo parceiro durante toda a vida. Sendo assim, se for me comparar com algum animal, podem me comparar com a arara-azul.

    • Nicolas

      Segundo o dicionário Mor da Língua Portuguesa:
      Monogamia: s.f Estado conjugal em que o marido casa com somente uma esposa, ou uma mulher somente com um marido.
      Segundo o Priberam:

      matrimônio
      (latim matrimonium, -ii )
      s. m.União legítima entre duas pessoas, legalizada com as cerimónias e formalidades religiosas ou civis para constituir uma família. = CASAMENTO

      Então, por definição, os passarinhos bonitinhos não se classificam como monogâmicos, posto que eles não casam.

      Mas independente disso, a monogamia, também por definição, é a união civil e (ou) religiosa e não implica, necessariamente, em uma união sexual ou afetiva com apenas uma pessoa.
      Em termos mas simples, a monogamia diz que você está unido SOCIALMENTE com apenas uma pessoa, só isso.
      A questão de haver ou não relacionamento com outras pessoas além do casal é uma questão cultural e ainda assim, vai variar de pessoa para pessoa. Então a parte de fidelidade é uma questão individual, funciona de um jeito com uma pessoa, mas pode não funcionar do mesmo jeito com outra.

      • Namorado

        Discordo totalmente. Monogamia também é um termo utilizado no mundo animal conforme referência abaixo. Procure se informar.

        “monógamo”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2012, http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx?pal=monógamoconsultado em 21-07-2012].

      • Nicolas

        Então… como eu disse: “Então, por definição, os passarinhos bonitinhos…” o termo [por definição] representa que a origem da palavra tem um determinado significado, ao qual deve-se associa-lo, porém nos ramos científicos (especialmente na biologia) algumas palavras tem um determinado significado que difere do sentido real, e foi isso que eu tentei explicar.
        Mas pulando essa parte, dentro da própria biologia, não é possível determinar fatores referentes á sexualidade como sendo padronizados para todos os membros da espécie. Então quando dizem que as Araras Azuis são “monogâmicas” estão dizendo que um determinado grupo, quando analisado, apresentou este comportamento. E isso não implica necessariamente em um padrão único e definitivo no qual todos os membros da espécie devem obrigatoriamente se enquadrar (o que se enquadra perfeitamente na segunda parte da minha resposta).

      • Namorado

        Você enrrolou na sua argumentação. No comentário que fiz, logicamente, utilizei a palavra dentro do contexto animal e você sabe disso. O seu discurso é muito evasivo. Falou muito pra dizer que as araras talvez não sejam 100% monogâmicas.
        Não vou dar continuidade a discussão, mas entenda meu primeiro comentário como: Se for me comparar com animais, compare com os que possuem uma única parceira.

      • Nicolas

        Acho que você não entendeu muito bem, mas enfim, já que você não quer dar continuidade a uma discussão que parecia estar ficando interessante, fazer o que, né…

  • Luandemenezesmaia

    Em todos esses debates e artigos sobre monogamia, se ver claras referências à fidelidade, amor, sexo, wiskas sacher, felicidade bla bla bla, mas parece que não ligam ou fazem um exercício de negligencia a uma virtude tão mais importante que todas as outras: a sinceridade.

    A crítica é eficiente em sua essência à monogamia, mas esquecer da sinceridade, um dos pilares da boa relação, não só amorosa como social, é esquecer da importância da boa-fé. Não é apenas a monogamia que necessita da sinceridade para uma relação de bem estar e a longo prazo. Relacionamento aberto, por exemplo, só é possível quando as duas partes estão de acordo.

    Se a intenção é essa mesmo, viver de forma que as relações amorosas sejam apenas uma saciação de desejos, não vejo problema. Agora, pensar assim e não contar ao parceiro que esse é desde o começo seu objetivo, isso já beira a apatia aos sentimentos alheios, uma sociopatia.

    Seja o que for, o problema de TODOS os tipos de relacionamentos residem justamente nessa falta de boas intenções, de compreensão e sinceridade. Na minha opinião, o Homem nunca foi monogâmico ou poligâmico, mas sim machista.

    • Leandro Terra

      Boa, e por machista eu entendo: a gente faz e acontece o que for melhor pra gente. Mudamos de lado, de crença, de poli- pra mono- com a facilidade que nosso interesse no presente. Se ser sincero atrapalhar, vamos descartar essa virtude.

    • Ana

      Concordo

  • http://marciosarge.blogspot.com.br/ Marcio Sarge

    Sendo nos “animais” tão propensos a poligamia a fidelidade é um elo fraco mesmo entre os “casais” poligâmicos.
    Portanto a frase da legenda “Não há infedelidade no país dos polígamos” é mero partidarismo. O mundo não é tão perfeito, mesmo para eles.

  • Augusto

    Antes de tudo, Mari Teri, não leve para o lado pessoal o que direi.

    Normalmente sou uma pessoa educada e evito ser um troll, mas não gosto de me sentir enganado. A verdade é: por que o Papo de Homem está querendo empurrar “goela abaixo” que a poligamia e relacionamento aberto é o nosso modo “natural”?

    Sério. Eu gosto de ler sobre o assunto, ver outras opiniões e visões. Mas este deve ser o quinto artigo sobre este assunto em um prazo realmente curto de tempo. E falando, basicamente, a mesma coisa.

    Sou só eu que percebi isto?

    • Augusto

      Para não dizerem que estou exagerando (vejam as datas):
      http://papodehomem.com.br/onde-comeca-a-traicao/

      http://papodehomem.com.br/ciume/

      http://papodehomem.com.br/quantas-pessoas-voce-ama/

      http://papodehomem.com.br/todas-as-relacoes-sao-abertas/

      http://papodehomem.com.br/eu-queria-mas-sou-casado/

      Fora o que devo ter deixado passar, e algumas de 2011… Verão que todas tangem para o mesmo ponto.

      • Catalina

        eu acho Augusto que essa deve a única materia que te interessa, pois o Papo do Homem fala de muitas outras coisas e outras materias, ja vi de tudo neste lugar. Acho que você deve procurar outro tipo de textos, vai achar com certeza. E se as materias são as mesmas, como você afirma, procure outra literatura, outras revistas, livros…. :)

      • Ricardo

        vc é o cebolinha?

      • Frederico Mattos

        Vamos por partes, acho que você não leu os mesmos textos que eu.

        Sobre o texto do Fabio Rodrigues “Onde começa a traição” ele não está dizendo saia trepando com meio mundo, apenas relativiza e questiona o quanto nossa visão sobre fidelidade, posse e traição repousam em pensamentos que sequer questionamos. É uma óbvia provocação.

        O texto do Rodolfo Viana “Ciúme: atestado de egoísmo” trata da possessividade cega que algumas pessoas vivem em que rotulam seus parceiros como seus objetos de estimação. Não diz para você superar o ciúme traindo e sim questionando o acordo mútuo (e as vezes não consensual) que um casal faz de propriedade privada.

        O texto do Alex Castro “Quantas pessoas você ama?” abre o questionamento para o poliamor como uma possibilidade de relacionamento e não de obrigação para a felicidade. Alex é sensato o suficiente para expressar a opinião dele sem impor goela abaixo de ninguém, pra mim ele é um arauto do anti-preconceito e anti-absolutismo.

        O texto da Ale “Todo o relacionamento é aberto” trata da nossa necessidade de engessar as realidade e os relacionamentos e não conseguir pensar para além dos rótulos. Monogamicos ou poligamicos podem ser limitados quando tentam fechar suas mentes.

        O texto texto do Guilherme “Eu queria, mas sou casado” não fala para ninguém abdicar do casamento ou da monogamia e sim questionar do fechamento mental que muitos se impõe quando entram num relacionamento amoroso. É uma provocação para pessoas que começam a se castrar emocionalmente por estarem num relacionamento à dois.

      • Augusto

        Eu disse que todos remetem ao mesmo ponto, falam do mesmo assunto e geram as mesmas discussões. Vou ser sucinto. Vamos por partes também:

        1) É a frequente “provocação” que vejo no PdH, na qual os 5 links (e outros mais) demonstram. Veja as discussões nos comentários e verá o que todo mundo entendeu, é a mesma discussão que está ocorrendo aqui neste.

        2) “Eu tive uma namorada na época da faculdade e, numa das conversas, fui bastante claro: disse que se ela se apaixonasse por alguém e quisesse transar com outro cara, que apenas me avisasse para que pudéssemos fazer disso algo legal para todo mundo”. Acho que não preciso dizer mais nada.

        3) Questiona a família monogâmica e fala do poliamor. Tem até o mesmo vídeo que este post tem. É irônico dizer ainda assim ” acho que você não leu os mesmos textos que eu.” (uma tentativa educada de discordar e me chamar indiretamente de analfabeto funcional)

        4) E não é o mesmo assunto?

        5) E não é o mesmo assunto?

        O mais engraçado é que sua própria explicação para cada texto é bem similar. Veja que por 2 vezes você usa a palavra “provocação” para o mesmo assunto.

      • Frederico Mattos

        Augusto, não te chamei de analfabeto, só disse que partimos de tendências emocionais diferentes. Eu não me sinto incitado a trair minha mulher porque leio sobre poliamor e diferentes formas de provocação sobre propriedade emocional. Só isso.
        Lembre-se que cada casal é único e um cara que defende e vive o poliamor com uma pessoa no outro relacionamento pode não fazer sentido e vice-versa. Eu tirei o seguinte entendimento de todos esses textos, pense de fato no que essa história específica pede antes de dizer que algo é certo ou errado.
        Desculpe se pareci ofensivo. Ainda acho que não existe uma campanha subliminar no PdH à favor de poliamos ou relacionamento aberto. :)

      • Augusto

        Entendo que cada texto tenta uma abordagem diferente, mas todas me parecem chegar ao mesmo ponto.

        Sobre a última frase, conheço os editores do PdH o suficiente para não duvidar disto =)

      • Ana

        Realmente, falam muito desse assunto, e sempre parece que estão defendendo.

      • Vítor Moreira Barreto

        Augusto, tenho certeza que se alguém fizer um texto maneiro sobre monogamia e fidelidade o PdH vai publicar.

      • Augusto

        Você me entendeu errado. Eu não estou defendendo a monogamia em qualquer momento (pode conferir). O que estou apontando é o excesso dos posts de poligamia e relacionamento aberto.

      • Vítor Moreira Barreto

        Então, eu acho que esse excesso é devido ao perfil dos leitores. Muitos posts são escritos pelos leitores (eu incluso).

        Se os leitores com opiniões diferentes participassem mais a sua impressão poderia ser diferente.

      • LuizZamboni

        Já tinha notado isso, e me fez broxar com o site, é a primeira vez em semanas que o visito novamente, e ainda encontro esse tema aqui…rs monogamia ou poligamia estão corretos desde que acordados. Traição é que é errado, pois o conceito de traição está ligado a quebra de um pacto (podem ver no dicionário)..PONTO, O RESTO É BLÁBLÁBLÁ….

    • Junior

      Papo de Homem e Rede Globo(com suas novelas),um conluio “comuno-satano-gayzista” que visam destruir os valores morais,éticos e religiosos e causar confusão em nossa cabeça.

      • Augusto
      • Junior

        Aviso para quem negativar, pois eu esqueci de desenhar. Trata-se de uma ironia para tirar sarro com o chilique do Augusto :)

      • http://twitter.com/iannic666 Nick

        heheheh Tem gente que se leva a sério demais, né não, @a709a7e58d2d92b4b2afe76487836b0a:disqus .

      • Augusto

        Chilique onde?

      • JRM

        Lí aqui há tempos atŕas: Brasil, o país onde se deve avisar quando está sendo irônico. hahaha

      • Médico_Mg

        Jrm, grande superior, você vai avisar também quando for pleonástico?

      • LuizZamboni

        HUAHUAHUA…isso foi engraçado !

    • Ricardo

      Concordo com vc, Augusto, há algum tempo esse padrão de “superar” paradigmas, questionar sobre a monogamia era revolucionário, inovador. Hoje, já virou “lugar comum” dos ditos modernos, uma luta heroica dos reprimidos contra os retrógrados que já encheu o saco.
      Uma coisa ou outra nova e informativa no texto, porém esse argumento comparativo com animais é ridículo. E daí que os animais tem vários parceiros, que muitas crias não têm o DNA do pai? Nós somos seres humanos e uma escolha, pelo sim e pelo não,não deveria ser legitimada por analogia aos animais. Se sim, creio que podemos legitimar o assassinato entre dois homens disputando a mesma mulher, o mesmo “espaço” no ambiente de trabalho, afinal vemos isso todo dia na natureza.
      Outro ponto vazio, subsidiar-se em outras culturas para instituir a poligamia na nossa sociedade, qual o valor de um argumento como este? Para mim, só serve para legitimar um ponto específico que alguém queira retomar e não consegue apresentar motivos reais para tanto, ou a autora também gostaria de reestabelecer o enforcamento, empalação, proibição de votos para mulheres, negros etc? Sem contar com a contradição interna no texto já que no início ela tem uma visão negativa sobre “hábitos”…
      Não estou sendo um puritano, que fique claro. Só acho que buscar subterfúrgio em animais, sociedades antigas, que a fidelidade sentimental é muito mais importante e blá, blá, blá não trás nada de novo, nesse assunto batido e chato.
      Por que não buscar embasamento no direito à liberdade simplesmente, no que tange o indivíduo, acreditando também que podemos, enquanto sociedade, buscar o que seja de nossa vontade?

      • Catalina

        justamente Ricardo, porque o livre arbítrio é quase utópico, e ele traz implicações de todo tipo. A nossa vontade é puro egoísmo, não? E justamente porque a sexualidade é uma coisa não resolvida, ninguém chegou la ainda, por tanto o assunto vai ficar por mais algumas décadas…E não…comparar o ser humano com os animais não é ridículo, é preciso. Realmente, eu concordo com o Hobbes: “l´homme est un loup pour l´homme”.

      • Ricardo

        Calalina, sério, eu acho que vc se distancia demais do que é debatido, com assertivas que não justificam e não tem muito a ver… seja mais clara, talvez eu tenha dificuldades, como assim livre arbítrio é quase utópico, sexualidade é uma coisa não resolvida, ninguem chegou la ainda? vc não pode jogar estas ideias e achar que são intocáveis…

      • Médico_Mg

        entao vc acha que ele comparou o homem ao lobo? Cara, Catalina, o lobo vive em matilha e tem um senso de lealdade hipertrofiado… Eu acho que ele não quis dizer isso que vc está querendo sugerir.

      • http://twitter.com/lucianoandolini Luciano Andolini

        É claro que comparar seres humanos com animais é ridículo. Seres humanos e animais são a mesma coisa.

      • Impaciente

        Amigo, eu acho que você entendeu a diferença semântica… A graça em falar ser humano é um animal fica mais ou menos pela quinta série…

      • http://www.facebook.com/people/Isa-Belli/1584206490 Isa Belli

        Tirou as palavras da minha boca, Luciano! Falácias lógicas… o que não fazemos para obter um argumento que valide nossa posição pessoal, né?

      • http://twitter.com/luizagcn Luiza

        Comparar seres humanos aos animais só é ridículo pra você. Somos racionais sim, mas quando se fala de acasalamento o nosso lado animal fala mais alto. Podemos sim contornar instintos, mas eles estão ali. Foi isso que ela quis dizer. É o nosso natural.

        “e sim, creio que podemos legitimar o assassinato entre dois homens disputando a mesma mulher, o mesmo “espaço” no ambiente de trabalho…”

        Bom, nem todas as espécies animais brigam por fêmeas. Algumas espécias, por exemplo, dançam, outras enfeitam o terreno pra parceira, se enfeitam… não é parecido com o nosso “ritual de acasalamento”?

        Sua visão antropológica é muito limitada. Nós somos animais e nossas vontades são regidas por questões biológicas. Podemos citar uma mulher na TPM que fica com humor alterado, ou homens que tem níveis de testosterona muito elevados e por isso se tornam mais violentos.

        Além disso, esse tipo de comparação é muito utilizado pela comunidade científica, justamente por funcionar.

        “Por que não buscar embasamento no direito à liberdade simplesmente, no que tange o indivíduo?”

        Porque aí não seria tido como “natural”, as pessoas tendem a não gostar do novo e achá-lo artificial. Esse é um modo de mostrar que não é simplesmente uma sacanagem da mente humana, mas sim algo inato.

      • Impaciente

        nossa, é até engraçado como os argumentos mudaram completamente sob sua interpretação. Vamos por tópico:

        1 – Primeiro, garota, se vc ler direito verá que restringi o ridículo do argumento à comparação que ela fez e não a qualquer uma. E daí aos hábitos sexuais dos animais, isso que eu quis dizer… Não vou mudar minha sexualidade por ver um coelho comendo várias coelinhas ou uma ararinha vivendo o resto da vida com o (a) eleito (a). Ficou mais claro pra vc?
        2 – Então vc acha que se um cara matar seu pai no serviço porque eles eram aspirantes ao mesmo cargo é legítimo, legal? (estou dando um exemplo maluco pra vc parar pra pensar no que disse).
        3 – Outra vez, e daí que o pavão levanta o rabo? que sapo coaxa? eu nao vou fazer nada disso porque é natural… até os próprios animais tem sua originalidade. Tenha a sua também, não embase sua sexualidade na natureza, nao a defina pensando na nela, até mesmo pq ela é muito variada né? Se vc for praticante de zoofilia pode desconsiderar e continuar com sua coisa…rs
        4 – Em que momento eu falei que nao somos influenciados por questões biológicas? Vc é realmente louca. Me mostre uma parte do comentário que faz vc pensar isso. Só digo que não sou completamente impulso, uma vez que sou um ser humano dotado de telencéfalo altamente desenvolvido.
        “Porque aí não seria tido como “natural”, as pessoas tendem a não gostar do novo e achá-lo artificial. Esse é um modo de mostrar que não é simplesmente uma sacanagem da mente humana, mas sim algo inato.” Vc deixou a cereja do bolo pro final né? Sério… What the fuck? Os animais agem por instinto por serem dotados de baixo “qi” e isso é tido como natural. Os humanos são dotados de alto “qi” e agem baseados nas questões do seu “qi” e também biológicas, que lhe caracterizam, não seria natural também? É isso que estou querendo dizer…. não estou defendnedo nenhum dos lados…
        Mas sua interpretação é insana, me deixou preocupado…

      • http://twitter.com/luizagcn Luiza

        1- Eu li direito, acho que você que não entendeu. Não é ridícula a comparação nem nessa esfera. É muito utilizada por antropólogos. E não, não ficou claro o que é ridículo. Até porque eu rebati o argumento fazendo a mesma comparação: o acasalamento. E por que tanto mal humor?

        2 – Não é legal, mas acontece bastante, não? Pessoas matando pessoas por poder? Como os animais? A comparação não é pra dizer o que é certo. É pra justificar o achamos ser certo com base no natural. De novo, dá pra comparar o ser humano com animais, o que, não torna certo matar o outro por poder.

        3 – Ninguém falou pra você cochar ou ter o comportamento da espécie X, mas sim que uma grande gama de animais, incluindo os seres humanos que também são animais, tem esse tipo de comportamento. Posso sim embasar minha sexualidade nos animais, Pessoas que estudam o assunto e são especialista dizem que posso. Zoofilia não tem nada a ver com isso, qual a relação? Alguém aqui falou de ficar com outras espécies?

        “Tenha a sua também, não embase sua sexualidade na natureza” Sou um ser sintético agora?

        4 – Acho que a única pessoa com problemas mentais aqui é você. Em nenhum momento te ofendi pra você me tratar dessa maneira. Você parece o tipo de pessoa bem descontrolada mesmo. Em que momento?A todo o momento você nos separa dos animais, isso não é nos separar das questões biológicas? Outros animais possuem a genética e hormônios análogos aos nossos, quando a racionalidade é tirada o que sobra é só o comportamento animal. Essa é uma forma de analisar o ser humano puramente, sem que exista interferência do intelecto.

        O que me deixou preocupada foram suas ofensas e sua interpretação que está muito ruim. Acho que você precisa aprender a lidar mais com opiniões diversas.

        Os humanos agem de acordo com o Q.I? Sim, é natural, mas nossa racionalidade está sujeita a questões animais (ou biológicas). Volto a dizer, a comparação serve pra justamente eliminar o caráter cultural e racional, olhando ser humano como animal pra ver o que é invencionice da mente e o que é de fato da nossa espécie. É assim que a ciência faz, ela que está maluca, não eu.

        Talvez você seja o único são, não é mesmo?

      • Impaciente

        Lulu, meu bem, vou tentar ser mais sucinto, para melhorar a compreensão. Siga a minha lógica.
        Eu não disse que não somos só razão ou só instintos. É claro que nossos processos biológicos nos influenciam.
        O que eu não acho válido em relação a comparação entre animais e humanos é que, sendo os animais e nós mesmos, seres diferenciados não cabe a comparação. Exemplo, o nível de progesterona/estrógeno em mulheres segue um padrão completamente diferente do que ocorre em baleias, vacas, cadelas… O que quero dizer com isso é que a comparação seria incompleta e com grande possibilidade de viés (falsa ou espúria) só por este ponto, somos diferentes biologicamente dos animais, então o nosso “natural” não é o natural “deles”. Outro ponto que comprova isso é que os próprios animais entre si têm padrões diferenciados… E aí vem a pergunta qual usar para comparação com humanos? Resposta: Use o que for mais conveniente para o SEU ponto. Os defensores da monogamia vão usar o pinguim e a arara azul, por ex. Os defensores da poligamia vão usar os de coelhos, cadelas etc. Tá vendo como essa comparação não tem sentido, afinal qual é o nosso puro “natural” mesmo? Para mim, o nosso natural é o nosso comportamento simplesmente porque nosso pensamento é algo natural tbm. E uma vez que ele existe, definir um comportamento humano como natural embasado só no instinto é bobagem, a meu ver.
        Cachorros vivem em comunidade, logo o natural de humanos é viver em comunidade. Opa, o peixe beta se em companhia com outro animal da mesma especie briga ate morrer, opa aí nao cabe a comparação com animais.

        E olha o que eu achei sobre este ramo de estudo:
        “Embora não se possam transpor resultados diretamente, dada a importância das diferenças inter-específicas, estes estudos enriquecem a discussão…” Bom acho que cai no que te disse.
        Só uma dica, pelo visto vc ainda não deve ter feito um curso superior. Assim que estiver mais madura vai perceber que só pq existe um ramo de estudo não quer dizer que ele é “correto”, muito menos em áreas humanas. E além, até mesmo dentro de próprias linhas de estudo existem pontos completamente antagônicos, Freu e Jung… E agora o que seguir, tá escrito, alguém estuda, isto é “verdade científica”. Essa auto afirmação é muito vista em adolescentes para se encontrarem no mundo.
        Outro ponto, quando digo legítimo me refiro a possibilidade do ato ser legal judicialmente… E o que é certo? Cuidado com isso, mocinha… É muito relativo…
        Então vc ainda acha válida a comparação com animais? Claro né, se for pra fortalecer meu ponto de vista…

      • http://twitter.com/luizagcn Luiza

        É isso que quero dizer. Existe a monogamia e poligamia no mundo humano. A comparação com o animal é um desempate, ou melhor, um ponto que vale a pena ser considerado.

        Não somos iguais aos outros animais, temos nossas particularidades, é só um ponto de partida, algo a mais para acrescentar na discussão. E a comparação não é aleatória peixes X humanos. De modo geral preferimos comparar espécies mais próximas: mamíferos ou primatas. E essas comparações são relacionadas com outros dados da nossa evolução. Inicialmente a raça humana não era monogâmica, e ainda não é em muitas culturas. Viu? É um comportamento humano observado em animais “próximo” biologicamente de nós. A comparação com animais serve para enriquecer um ponto de vista, jamais como ponto final.

        E sim eu faço curso superior e estou iniciando minha carreira científica na graduação, espero que continue dando certo. Mas não na área de humanas, sim biológicas. Tenho 23 anos não sou nenhuma adolescente. Creio devemos deixar nossos preconceitos e opiniões sobre a vida pessoal do outro de lado e discutirmos só o que está sendo colocado aqui. Ou então vamos discutir o sexo dos anjos (ou minha graduação) sem chegar a lugar algum.

        Claro que a ciência se contradiz, nenhum estudo é conclusivo. Por isso que existem revisões sistemáticas, não é mesmo? mas esse modelo de estudo é velho e consolidado. Estamos falando de um modelo de estudos que teve que ser aprovado pela maior parte da comunidade científica, não de um estudo se contrapondo ao outro. Resultados são uma coisa, modelos de estudos são outra. Estudo de animais leva em conta não só o comportamento, mas também características genéticas similares, justamente, pra não comparar seres humanos e jacarés ou peixes beta. A não ser que seja justificável tal comparação.

        Quanto a “legalidade”. Ser legal não é sinônimo ser correto, existem muitas leis absurdas. Elas não são verdades absolutas.

      • Impaciente

        Olha sua fala, questão de desempate? Bom para MINHA escolha não preciso de subsídio animal é só isso…
        Uma coisa é testar remédios em animais que inclusive é a fase pré-clínica de estudos… Agora vc me dizer que a área de estudo de comportamento animal aplicada em comportamento humano é forte é brincaderia né? Pode até existir, mas a importância dela é pequena perante às demais.

      • http://twitter.com/luizagcn Luiza

        Ninguém faz uma escolha dessas porque os animais fazem. Pra MINHA escolha eu utilizo diversas variáveis.

        Se você considera a questão biológica verídica e não considera a animal está se contradizendo. Afinal o biológico é definido por genes, mediadores quimicos e etc., estes existem em nós e nos animais. Não importa se a taxa hormonal de uma rata é diferente da minha o papel do hormônio é o mesmo. Nosso comportamento é sujeito a questões genéticas/biológicas e são iguais para os animais. Uma colega estuda a influência da morfina no comportamento maternal de roedores. E por que? Porque o amor materno é puramente biológico. Tudo é biológico. Não existe um sentimento sobrenatural. Cada pensamento seu foi delineado dentro de um sistema que utiliza substâncias para poder trabalhar. Substâncias estas que são feitas à partir de um DNA. Natural, animal, similar a outros e comparável. Claro que animais não pensam como nós, mas tem comportamento similar como o exemplo que citei do maternal e também sexual.

        Não sou eu que disse, é dito há muito tempo por todos que estudam. Brincadeira é você querer por uma opinião sua duvidar. E também não disse que era o único fator a ser avaliado, existem outros que são relacionados.

        A teoria da evolução explica isso, viemos de espécies que foram se diferenciando, mas ainda apresentam comportamento similar. Você é criacionista? Se for, tudo bem. Acho que nem precisamos discutir mais. Se não, acho que precisa rever alguns conhecimentos seus

        Agora, se o animal não lhe serve o animal o humano diz a mesma coisa

        http://super.abril.com.br/mundo-animal/monogamia-monotonia-442466.shtml

        http://br.noticias.yahoo.com/monogamia-n%C3%A3o-%C3%A9-natural-dos-humanos–dizem-pesquisadores.html

        http://hypescience.com/fomos-projetados-para-a-monogamia/

        Mas repare, há comparação com outros animais nos textos.

        Abraço

      • Ana

        Muitas pessoas falam do instinto, da racionalidade, e do “hormônio da fidelidade”. Uma hora defendem que trair é natural dos humanos, outra hora dizem que existem um hormônio que deixam as pessoas mais fiéis, só acho que a racionalidade do ser humano faz parte dele e não podemos pensar nos humanos sem isso, porque é isso que os diferenciam, não podemos tirar uma de suas maiores diferenças para comparar com uma especie que possui menos ou nada. Então, eu resumo, é fiel quem quer ser e ponto, vai além de estudos e tudo o mais.E a ciência não é uma coisa concreta, ela sempre deixa as coisas em aberto para serem estudadas várias vezes, e muitas vezes, tem resultados diferentes, por exemplo dizer que os humanos são naturalmente infiéis, e depois outro estudo descobre que existe um hormônio que pode ajudar na fidelidade e tal, não podemos apostar todas as fichas em algo que pode mudar, por mais que tal argumento vem sendo usado há anos, ele pode cair por terra com um outro estudo.Agora, ser fiel é pra quem quer e se esforça, isso ninguém pode discutir(afinal não basta querer, tem que fazer acontecer).

        http://oglobo.globo.com/ciencia/cientistas-alemaes-identificam-hormonio-da-fidelidade-6732567

        http://nevascafm.com.br/hormonio-da-fidelidade-masculina-e-encontrado/

        Esta vendo, toda hora aparece um estudo diferente que contradiz o anterior, e assim vai não sei por quanto tempo, acho que até eles terem a absoluta certeza, aponto de não mais pesquisar sobre fidelidade, porque enquanto existir pesquisas sobre isso, é porque existe duvidas ainda. Mas com hormônio da fidelidade ou não, só é fiel quem quer, afinal, podemos bloquear tudo e viver do jeito que queremos.

      • http://twitter.com/luizagcn Luiza

        .

      • Médico_Mg

        Hmmmm discutir com vc, não dá…

      • http://twitter.com/luizagcn Luiza

        Eu recebi no e-mail sua resposta bem ofensiva.

        “Hmmmm discutir com vc, não dá… Ok, deixa eu te dar uma dica, deixa sua racionalidade de lado, afinal seus “pensamentos” são biológicos… Política é anti-natural, cultura, música etc. Faz o seguinte, sabe os primatas? NEste grupo que vc citou, o mais próximo é chimpanzé… Faça igual a fêmea, transe com tantos caras, mas tantos caras que eles mesmos não vão saber de quem é a cria, vão imaginar que é deles mesmos e não vão fazer mal a seu filinho… Transpondo isso pro mundo moderno, que é o que você adora, quem sabe não ganha umas 15 pensões diferentes… :)”

        Bem coisa de quem não tem argumento. Só pra calar sua boquinha, só tive 1 namorado na vida comecei namorar aos 13 e to com ele até hoje. Defender uma posição não é o mesmo que seguir. Algumas pessoas conseguem lidar com as diferenças, outras só sabem ofender. Pensamentos são antes de tudo biológicos. Sua transmissão de informação neuronal é feita como? Do além? Que eu saiba é por mediadores químicos e impulsos elétricos gerado por influxo de íons no neurônio. Se não é biológico é o que? Me diz? Música, política é tudo resultado disso.

        Não preciso de pensão, trabalho e estudo pra ter meu próprio dinheiro.

        =)

        Ignorância é foda. Só uma dica, antes de abrir a boquinha estuda ;)

      • Anony.

        Concordo com absolutamente tudo que o Ricardo falou e, antes de ler o final, já estava me preparando para comentar justamente o que ele disse. A justificativa sobre a poligamia não deveria ser o modo como outras sociedades vivem, ou o comportamento de outros animais. Deveria ser o simples direito à liberdade. Indivíduos que decidem unir-se a mais de 1 pessoa, tem o direito de o fazerem, oras. É como o casamento gay: não interfere na vida de ninguém, e só é proibido hoje por questões dogmáticas.

    • Frederico Mattos

      “SOMOS ENTUSIASTAS DO EMBATE SAUDÁVEL

      O texto acima não representa a opinião do PapodeHomem. Somos um espaço plural, aberto a visões contraditórias. ”

      É legal entender isso aqui acima, pois estou escrevendo um texto sobre monogamia que vai na contramão desse e até agora ninguém me barrou. Não podemos ser ingênuos em achar que 5 textos mudam a concepção de uma realidade pessoal.

      • Mel Tupinambá

        “Não podemos ser ingênuos em achar que 5 textos mudam a concepção de uma realidade pessoal.”
        Você está sendo INGÊNUO (ou muito malandro! Rs), né?? Rsrsrsrs

      • Médico_Mg

        Bom, Frederico, acho que você não está lendo os textos certos…

      • http://www.facebook.com/rafael.allegretti Rafael Allegretti

        Fred, mas ultimamente tivemos muitos textos sobre poligamia, a impressão que passa é que realmente está sendo feita uma manipulação ou até um brainwash. ”

      • Ana

        Se o texto for bem feito, e a pessoa já tem uma facilidade de aceitar opiniões de outras pessoas,não só para respeitar, mas para tomar para si mesma, sim, podem mudar o jeito delas pensarem. Existem pessoas e pessoas , não estou dizendo que todas sejam assim, mas sempre tem aquela que aceita as coisas mais facilmente.E sempre tem aquelas que ainda não se decidiram totalmente, tem aquela opinião fraca que logo pode ser substituída por outra. Não estou dizendo que vocês não podem postar coisas assim, só estou dizendo que existe pessoas que trocam de opinião facilmente. Nunca tentaria dizer o que vocês devem fazer, no máximo faria uma sugestão, mas nem isso estou fazendo.Quando eu estudava a professora dizia que debate duas/três ou mais pessoas que queiram colocar suas idéias em questão ou discordar das demais, sempre tentando manter a sua própria opinião ou sendo convencido pelas opiniões opostas se elas fossem muito boas. Então toda discussão pode mudar alguém.

    • Efraimmgon

      Mano, vc tá precisando fazer mais sexo e passar menos tempo na internerds.

  • Catalina

    eu gostei muito de ler. Achei que o texto mostra um problema (que ainda vai ficar sendo um problema per secula seculorum, até nossa sociedade amadurecer um pouco), o texto oferece uma possível explicação e até uma possível solução. Gosto de ler coisas assim. O texto me fez pensar, e isso é importante. Eu acho que existe infidelidade na poligamía também. O ser humano é muito egoista. Parabens Mari Teri. Você está sim no caminho certo.

  • Tháigor Rezek

    Toda forma de amor vale a pena, quando a alma não é pequena. Perdoem-me as devidas adaptações!

  • Bobao

    Ainda bem que existe teste de D.N.A !! uma coisa é uma escapadinha aqui e outra ali !! a zica mesmo é vc casar e criar um filho achando que é seu e ser de outra pessoa.. ´por isso poligamia não da certo !!

  • Bobao

    só uma obs da ultima postagem… nascemos crescemos procriamos e morremos.. esse é o ciclo…

    • Bobao

      de uma forma ou outra temos de passar nossos genes pra frente…. essa é a zica…..

  • José

    A poligamia é tão natural quanto à vontade de dominar, ou
    falando de outra forma, é tão normal quanto o ciúme. É natural que haja o
    conceito de traição e as pessoas façam isso escondido, até no próprio vídeo postado
    aqui deixa claro que mesmo aqueles que aceitam ainda ficam com ciúmes uns dos outros.
    Como várias outras espécies o instinto humano é de andar em bando(ou, famílias). Atualmente se propõe igualdade entre os
    sexos(algo que por sinal, não é natural), então a monogamia se torna praticamente obrigatória na
    visão social. Porém se for analisar a natureza humana o correto seria o mais
    forte dominar e possuir vários parceiros, mas isso não parece viável em uma
    sociedade.

    • http://www.facebook.com/batatagabriel Gabriel Moura

      É verdade! A monogamia talvez seja o preço do processo civilizatório. Se fôssemos ainda “homens das cavernas”, talvez nos comportássemos como os chimpanzés ou orangotangos – o macho alfa tem todas as fêmeas que quiser (e quando quiser) e os machos mais fracos não reproduzem (ou reproduzem pouco).

  • http://www.facebook.com/batatagabriel Gabriel Moura

    Gostei muito do texto! É um assunto interessante, e que de fato tem sido bastante discutido aqui pelo site.

    Amor e sexo são coisas distintas e podem viver separadas, embora, claro, o sexo fortaleça o amor, e o amor torne o sexo melhor (na minha opinião). Não há certo nem errado em um assunto como este, apenas há escolha. Cada um é livre para escolher a forma como quer viver – aceitando as consequências de sua escolha de forma sincera.
    A monogamia é uma convenção social, ao meu ver. O humano vive muito tempo na infância; passa muitos anos desprotegido. A monogamia surge como uma forma de garantir que a família permaneça vinculada, ficando assim a prole/criança mais protegida. Hoje, vivemos uma alteração de valores (o que também não é bom nem ruim, apenas É) e isso permite, penso, uma mudança nas relações. Hoje não somos obrigados socialmente a ter filhos, a constituir família… A mulher pode prover o próprio sustento sem auxílio dos homens e engravidar (ou não) quando quiser (inclusive sem cópula).

    Penso que a sociedade caminha, vagarosamente, para relações mais abertas – e as consequências nós nem vamos descobrir, pois já estaremos mortos.

    Raul Seixas sempre falou disso em suas músicas. Vide “A maçã”, que tem uma letra muito bonita.

    • alinetomazi

      Concordo com o seu ponto de vista, meu professor de sociologia promovia discussões sobre os relacionamentos modernos. Confesso temer pelas gerações futuras, pois as pessoas estão cada vez mais distantes. Antes de lutar para que eles possam viver o Poliamor , torço para que consigam ao menos ter contatos sociais que permitam um contato real .
      Esta musica é linda e tem tudo a ver com o tema. Raul Seixas estava realmente a frente do seu tempo.

      • alinetomazi

        Alias ele estava afrente do nosso tempo!!!

  • alinetomazi

    Estas entrevistas me sensibilizaram. Esses casais realmente se amam, isto é indiscutível. Amam-se alem do corpo, alem do sentimento de posse. É invejável.
    Refleti sobre o leque de possibilidades existentes em um relacionamento.
    Realmente como disseram na entrevista, é necessário coragem para assumir um relacionamento como este.

  • Alfredo

    Apesar de alguns reclamarem do texto ser mais do mesmo, de já terem lido coisas parecidas por aqui, é sempre bom refletir em temas polêmicos, até pq o ser humano está em constante evolução, a minha opinião de hoje talvez não seja a mesma de amanhã. Ótimo texto Mari Terin.
    Acho de uma maturidade absurda a pessoa que consegue amar o seu parceiro além do carnal, é um amor quase que sublime, deixando de lado o egoísmo e a possessividade, permitindo que o outro explore seus desejos mais íntimos sem que se sinta culpado. Essa “moralidade” é de uma hipocrisia tão grande, de 10 homens que conheço, 10 traem ou já trairam suas namoradas/esposas, acredito que muitos de nós também já foi traído. Seria bom poder me relacionar com outras mulheres sem me sentir infiel ou culpado e não só isso, permitir que minha namorada tivesse também tal liberdade. Infelizmente ainda não tenho tal maturidade e ela também não.

  • SonnyAllan

    Dois pontos que percebi no texto: Primeiro, distanciasse o homem do animal, devido ao ‘poder’ de amar. Segundo, aproxima o homem dos demais animais, devido a uma natural condição poligâmica.
    Eu sou um defensor dos instintos, tanto quanto da capacidade do homem de criar um ambiente social diferente dos demais animais. Cada especie possui noções e padrões sociais. A monogamia, colocada e criticada no texto, como anti natural, é uma imposição e criação de um padrão social. Mas cabe perguntar: se padrões sociais são criados a partir de uma interação econômica e política, que formam a cultura de um povo, e se é justamente isso que caracteriza nossa sociedade, qual o motivo então de criticar a monogamia por ser uma criação social nascida de tais concessões ? A sociedade, a cultura, é em si, portanto – seguindo o pensamento do texto, de que tudo que é promovido por padrões econômicos e políticos é anti-natural – fora do conceito de naturalidade.
    Resumindo, nossa sociedade é anti-natural, nossa noção de economia, cultura, política, não é natural e não é programada pelos nossos genes, sendo assim, a sociedade como um todo deve ser criticada e modificada, voltando aos tempos cavernais e pré-históricos. Mas calma ai, não, tem algo errado ai, somos seres políticos por natureza, no que me consta. Relações de poder sempre existiram, desde os primórdios da humanidade, e existem em outras especies (primatas, lupinos, caninos e até em abelhas,formigas e etc), a economia é uma criação política nossa, uma premissa para nossa sobrevivência social, e padrões que surgem a partir dela não são anti-naturais. São, acima de tudo, naturais de nosso contexto. Existem diferentes culturas humanas espalhadas pelo globo terrestre, e em cada uma delas existem adaptações politicas e econômicas, que resultam em demais convenções.
    Portanto, achei os argumentos nos quais o texto pautou a defesa da poligamia um tanto quanto falhos e contraditórios.

    • Catalina

      Eu não acho que o texto defenda a poligamia. A solução da autora está no último párrafo. Não podemos enganar a nos mesmos. Temos que saber o que queremos, ser sinceros, falar com o parceiro. Ao falar de poligamia com o marido eu tive o melhor sexo do mundo. Juro!!!! Eu não gosto de poligamia, mas eu ja me senti atraida por outros caras. Tem que aprender a controlar isso. Saber o que a gente quer na vida é muito importante, ter sexo de qualidade e com liberdade também e muito importante. Quando somos bem alimentados, não precisamos de mais comida, eu sei….porque mesmo quando me sinto atraida por outros caras, eu posso me conter, ja consegui antes.

      • SonnyAllan

        Desculpe, querida, mas o texto defende sim a poligamia, inclusive enquanto uma forma mais sincera de tratar o relacionamento. Tal defesa está mais do que nas entrelinhas. No entanto, eu não condeno a defesa da poligamia. A mesma existe em várias partes do mundo, em acordo com o padrão cultural de cada localidade. O que aqui critiquei foram dois argumentos dados para a defesa.
        Não entrei na questão amorosa, entrei na questão social e política exibida pelo texto. Afinal, no que cabe a questão afetiva, a poligamia e a monogamia são ditadas por padrões culturais, e cabe a cada individuo analisar o beneficio de cada opção. :)

      • Catalina

        Eu acho que concordo com você, sim. Porém, o texto oferece uma solução no último párrafo que deve ser comprendido bem, fala de lealdade. Isso é importante. Eu também acho que a sexualidade é ainda uma coisa não resolvida por ninguém. Falar abertamente do assunto é o mínimo que podemos fazer, especialmente com a turma que vem buscando respostas. :)

      • SonnyAllan

        Bem, lealdade é um termo que me agrada bastante, devo confessar. Tanto quanto sinceridade. Levando para o lado emotivo da questão, eu prefiro me sentir bem e pronto. Sempre gostei de ser solteiro, me relacionar com várias garotas, algumas por mais tempo, outras por menos, outras só por uma noite, e sempre deixei isso claro. No entanto, hoje tenho uma namorada, com a qual me relaciono quase um ano, só que só passamos para uma relação monogâmica a dois meses, com plena manifestação positiva dos dois. Eu queria e quero ficar apenas com ela, ela idem, levaremos até onde a vontade for esta. Quando não for, mudamos a forma de nos relacionarmos, simples :)

  • Miguel

    Não sei se isso foi
    “plantado” em minha cabeça, ou se simplesmente é uma característica
    de minha personalidade, mas nunca consegui “chegar” em mulheres para
    com as quais eu não tinha algum sentimento amoroso, mesmo se rolasse um desejo
    sexual e não gosto de ideia de “trair”, meus colegas sempre me
    criticam por isso; “homem não trai, é só sexo”, sinceramente não sei
    se estou certo ou errado.

  • http://www.facebook.com/marcus.telles.9 Marcus Telles

    Texto muito bem escrito e embasado. Parabéns à autora! Discordo de um ou outro trecho – por exemplo, não vejo base para se concluir que “Não fosse o dinheiro, a poligamia seria padrão” – mas no geral a questão está muito bem colocada.

    O tanto de ansiedade e irritação que se percebe em vários comentadores só ilustra a força das naturalizações e o quanto as pessoas têm medo de viver sem elas. Poucos argumentaram intelectualmente contra o texto, preferiram apenas repeli-lo. No entanto, entender estes processos apenas aumenta nosso campo de escolhas. Por exemplo, estou há quase seis anos em um relacionamento monogâmico e estou muito feliz nele. Saber que há outras alternativas apenas aumenta a nossa responsabilidade diante daquilo que escolhemos e das consequências dessas escolhas, e isso parece assustar a muitos.

  • Leandro Terra

    O pessoal que dá depoimento no vídeo tem uma coisa que a maioria dos comentaristas e até a autora do texto não tem ou tiveram: uma experiência sólida a respeito. (Ou pelo menos não se importaram em escrever isso, me impedindo de pensar outra coisa).

    Por isso mesmo, acho tedioso buscar explicações científicas e históricas sobre o assunto, e desnecessário ter que se posicionar a respeito de antemão.

    Os casais que aparecem nesse “Poliamor” falam de uma decisão íntima tomada no desenrolar dos fatos, e mal se dão o trabalho de levantar qualquer bandeira. Legal isso.

  • Catalina

    eu queria lembrar também, que tem uma coisa poderosa, além da poligamia e da monogamia: a imaginação. Com ela estamos salvos (as vezes). Só de imaginar certas coisas eu consigo ficar em paz, e algumas vezes, no êxtase total. A imaginação como a arte é: GENEROSA. :) Mesmo sendo poligamos, somos seletivos, não ficamos com tudo mundo, fazemos escolhas.

  • http://www.facebook.com/pdcgomes Pedro De Carvalho Gomes

    O texto é bem escrito, mas não sei de onde a autora tirou a certeza de que a “única coisa que nos separa dos animais são os sentimentos”. Ela repetiu essa falácia mais de uma vez, pra diminuir o sexo sem envolvimento.

    Vou rebater a autora de forma simples, pra não deixar dúvidas: um cachorro não tem sentimento? Ele não fica triste quando o dono está triste? Não se alegra quando ele chega?

    Então é fácil concluir que o que nos diferencia é a racionalidade, e não o sentimento. Racionalidade essa que, seguindo a linha do texto, nos faz monogâmicos, apesar da nossa “natureza” ser poligâmica. E é esta a idéia defendida no texto.

    • Luandemenezesmaia

      Sucinto. Gostei.

    • Fernanda

      Perfeito.

  • Dalton

    Não confunda anti-natural com não-prazeroso, pf.

  • http://www.facebook.com/marcelo.delphi Marcelo R. R.

    Nenhuma novidade. E pior de tudo é muito raso.

    Por exemplo isso aqui:

    O fator econômico também teve forte influência na decisão da Igreja em tomar a monogamia o padrão.

    Isso não foi decisão da Igreja, era uma necessidade da sociedade da época que recorreu a igreja como solução. Dizer que a Igreja “criou” isso para manipular a sociedade é teoria conspiracionista das brabas.

    O fenômeno social que ocorreu na Idade Média, onde propriedades e reinos se dividiam infinito em heranças terminando muitas vezes em disputas sangrentas é um fenômeno recorrente em sociedades feudais. O casamento nem sequer era “sacramento”, o que ocorreu é que as pessoas passaram a reconhecer somente o casamento “carimbado” pela Igreja, devido as disputas de heranças.

    Esse fenômeno também ocorreu no periodo que antecede a era “Sengoku” no Japão. As familias “nobres”(que tinham sobrenome) com o tempo passaram a ter numeros cada vez maiores. Isso ocorre por um determinado imperador japones(cujo nome e época me falham a memória) resolveu ser o “pai” da nação e teve muitos filhos.

    Ser uma familia nobre na era do Japão feudal, significava ter terras e servos, com o tempo havia familias nobres assenhorando outras familias, de forma similar a Europa, as disputas de poder convergiram criando a chamada “era Sengoku” marcadas por guerras.

    O que difere o Japão da Europa, é que não havia nenhuma “Igreja Católica”, o imperador Japonês de forma similar aos reias europeus pré-absolutismo, não detinha muitos poderes, o resultado foi décadas de guerras até que um clã “nobre” no caso Tokugawa conseguisse consolidar o poder. Anos mais tarde o governo modernizador japonês como solução para evitar futuras disputas, resolveu fortalecer a figura simbólica do imperador.

    Nos Estados Unidos, muitos grupos já tentaram experiências de “poliamorismo”, e todas terminaram em fracasso pelo mesmo motivo que não funcionou na humanidade: os mais fortes(economicamente e polticamente) ficava com o maior número de mulheres e as melhores mulheres.

    • Antonio

      Excelente comentário. Acho que crianças sem pais, velhas abandonadas, pessoas feias/pobres sem parceiro(a), além de guerras, doenças e miséria, são todas imagens chaves aqui, que as pessoas se esquecem de olhar. (Hoje, o ambiente institucional e a universalização da educação tornam esses últimos 3 muito difíceis de acontecer, mas ainda assim, eles aconteceram diversas vezes no passado e merecem atenção.)
      Acredito que a poligamia e o poliamor vão ganhar espaço e, num cenário de continuidade econômica e geopolítica, não sei dizer se isso será ser bom ou ruim. Somos mesmo melhores que antes? Desta vez será mesmo diferente? Conseguiremos garantir a continuidade da prosperidade sob uma base social em redefinição?
      E se uma crise muito séria, ou uma grande guerra vier? Qual sociedade estará mais preparada para apoiar seus cidadãos?

  • Leitor

    Minha análise sobre as pessoas que são contra a monogamia:
    - Se ferraram em vários relacionamentos
    - Não conseguiram encontrar a pessoa certa
    - Podem ter encontrado a pessoa certa mas não souberam dialogar
    - Acreditam que qualquer pulsão sexual deve ser realizada
    - Tem paranóia de traição
    - Não sabem aceitar diferenças
    - Acreditam ser donas da razão

    • CDP

      Com este comentário você também está acreditando ser o dono(a) da razão.

    • Samuel Santos

      Só pra ver se eu entendi…

      Vc traçou um perfil psicológico de um grupo de pessoas baseado em uma única opinião sobre um único assunto… e acha que essas pessoas é que são donas da razão??

      • Leitor

        Então, essa é a MINHA análise sobre essas pessoas e de fato eu acredito nisto. Mas eu quis dizer com esta colocação é que essas pessoas pensam que as coisas devem ser do jeito delas. Por exemplo, Eduardo sugeriu uma lanchonete, mas a Mônica queria ver o filme do Godard. O que acontece se nenhum deles ceder?

  • http://www.facebook.com/people/Melina-França/696012101 Melina França

    Pergunto ao Namorado: quantas “pessoas certas” você já encontrou?

    A maioria dos meus relacionamentos foi monogâmica, então teria eu encontrado várias “pessoas certas”? Falo isso porque esse conceito me incomoda um pouco. Existem pessoas, apenas. E pessoas são sempre possibilidades, não certezas cravadas a ferro e fogo.

    Já tive relacionamento aberto também. Nem por isso amei menos, nem por isso vivi paranoica com traição.

    Qual desses modelos seria o nosso “comportamento natural”? Minha humilde opinião: nenhum. Acredito que o natural é as pessoas se relacionarem. Pode parecer óbvio, mas não é. A naturalidade acaba aí. Definir que só podemos amar uma pessoa, que podemos criar vínculo com uma e transar com outras, que podemos casar com quatro desde que tenhamos condições financeiras de sustentar todas, que podemos casar com animais ou com os nossos irmãos… Tudo isso é convenção cultural e, portanto, anti-natural.

    Agora para pensar: se escrevessem um texto dizendo que a poligamia é anti-natural, provavelmente menos gente chiaria. A ideia é ir de encontro ao que temos como certeza (monogamia sendo algo natural), refletir sobre isso. Não quer dizer que tenhamos que adotar necessariamente um relacionamento aberto ou um poligâmico, mas que somos livres para nos relacionarmos como bem entendermos. Ou quem sabe de uma forma mais espontânea, aceitando que nem todos os amores precisam vir moldado na monogamia. Dizer que sua namorada não aceitaria isso é pensar por ela.

    • http://www.facebook.com/gcwebster Guilherme Cozer Webster

      Perfeito.

      Os comentários anteriores entraram num debate “monogamia” X “poligamia”, mas ninguém até então tinha comentado que podemos ser ambos. No texto da Alessandra Marcuzzi o primeiro comentário é sobre isso, e a guria afirma: quando finalmente encontrou alguém que partilhava do mesmo pensamento dela, supreendentemente não teve a vontade de sair com outros caras, mesmo podendo. Mas se um dia quiser, pode.

      Pq relacionamentos são acordos, e aí o Luan levantou outra coisa importante ali: sinceridade. O problema é que a maioria das pessoa snão quer lidar com isso, e prefere se fazer de monogâmico pra namorada (que finge acreditar) e sair traindo por aí.

      Os argumentos do texto não são lá mto convincentes mesmo, mas o cerne está correto: monogamia não é natural e pronto. Claro q tmb não é natural usar roupas, bater cartão e comer fast-food…mas contra isso é mais difícil lutar.

    • Namorado

      Melina, você falou em possibilidades e isso tem fundamento na física quântica. Se você não acredita ou não quer ver nenhum destes modelos como sendo natural, então nenhum deles será. Quem define o que vai te falar feliz ou não, é você mesmo. Então se duas pessoas acreditam ser possível viver um relacionamento monogâmico, perfeito. Ninguém precisa tentar enfiar na sua cabeça que aquilo é anti-natural, porque cada um molda sua realidade e pra mim é perfeitamente natural.

      • http://www.facebook.com/people/Melina-França/696012101 Melina França

        Se funciona pra ti, ótimo. O problema é que pra algumas pessoas não é assim tão bom, mas elas seguem monogâmicas por achar que é o “normal/certo” (Quando não existe um “certo”. E isso nem a fala de uma poliamorista “dona da razão”. Como disse no outro comentário, a monogamia funcionou pra mim diversas vezes.). Em se tratando de relacionamentos, a despeito de erros e acertos, é tudo tentativa. :)

    • http://www.facebook.com/raqueltorres Raquel

      Concordo que é complicado definir um comportamento “natural” em seres humanos, e talvez desnecessário. Certo dia, em uma mesa de bar com alguns amigos, fizemos a seguinte discussão, talvez tb desnecessária: monogamia seria racional ou natural? E poligamia? A mesa chegou a um consenso que, de início, quando nos apaixonamos, a monogamia é mais natural (no sentido de ser instintivo e de se querer ficar apenas com aquela pessoa – de apenas pensar nela), e que, com o passar do tempo, ela passa a ser racional, no sentido de nos protegermos e de proteger a relação, mesmo tendo interesse por terceiros. Já a poligamia, se a pessoa, por exemplo, já tem outras relações mas acaba se apaixonando e tendo vontade de ficar apenas com o ser apaixonante, acabaria se tornando racional, como uma forma de proteger as relações anteriores e de saber que a qualquer momento poderá querê-las de volta. E com o passar do tempo, quem sabe, se tornaria algo natural, no sentido de não limitar os desejos – se estes voltarem. Enfim… foi só uma discussão no sentido de mostrar o quão desnecessário é definirmos as coisas. E o quão necessário é pensarmos no quanto fazemos isso. Mas tenho muitos questionamentos em relação à poligamia que vão além de possessão e desejos mesquinhos… um deles só: e o sexo sem camisinha, como é que fica, minha gente? De repente vivemos em um mundo feliz sem doenças venéreas? E não venham me falar que é a mesma coisa…

  • Firmino

    Parabens ao papo de homem, mais um texto que não acrescenta em nada!
    voltem com o Dr. Love…sem mais!

    • Simon

      Penso que quando o PDH se propôs a publicar este tipo de texto, Dr. Love resolveu se retirar pois isso já deixou de ser papo de homem há mto tempo.

      • Carvalho

        Absolutamente verdade. Quando que um HOMEM irá aceitar que sua mulher tenha vários parceiros e vai correr o risco de criar filhos que não são seus????

        Machismo? Se for, prefiro ser machista que corno consentido trabalhando pra criar filho dos outros…

    • Mel Tupinambá

      Dr. Love! Dr. Love! Dr. Love!

    • Vítor Moreira Barreto

      @8512a5025d1c5954caceab41ec2c4251:disqus @meltupinamb:disqus @86beb6a6fa636b2ce0319c628bcd1383:disqus
      Há quantos meses ou anos o Dr. Love não dá as caras? Galera, vocês tem que superar esse trauma da perda do Dr. Love…

    • Vítor Moreira Barreto

      @8512a5025d1c5954caceab41ec2c4251:disqus @meltupinamb:disqus @86beb6a6fa636b2ce0319c628bcd1383:disqus
      Há quantos meses ou anos o Dr. Love não dá as caras? Galera, vocês tem que superar esse trauma da perda do Dr. Love…

    • Vítor Moreira Barreto

      Há quantos meses ou anos o Dr. Love não dá as caras? Galera, vocês tem que superar esse trauma da perda do Dr. Love…

    • Augusto

      Vamos falar sério agora: o PdH faz tempo que precisa de um cara com a visão do Dr. Love fazendo posts.

    • http://www.facebook.com/rafael.allegretti Rafael Allegretti

      Disse tudo! Esses textos de poligamia além de encher o saco são muito mal construídos e embasados. Biologicamente somos criados para sermos filhos da puta oportunistas, mas infelizmente desenvolvemos o raciocínio e a ética, junto com coisas como fidelidade. Esses textos são toscos.

  • http://about.me/albertobrandao Alberto Brandão

    Não gosto desses textos sobre poliamorismo, poligamia e todo esse blbalbala. Não porque me sinto ofendido ou chocado, nada disso, mas acho que tratam alguns pontos de forma muito parcial, atacando outros que realmente não devem ser levados em conta, mas deixando contextos importantíssimos de fora.

    O ponto que vejo de fora, na grande maioria dos casos é a questão social, sociedade e civilização. Devemos sempre entender o contexto social de tudo.

    Nos comparar com animais, ou em termos de falácia “apelar ao natural”, para dizer que algo é bom, ruim, certo ou errado é perigosíssimo. Primeiro porque vivemos em sociedade e nada vai mudar isso. Viver em sociedade quer dizer que inibimos nossos instintos primários para vivermos de forma mais harmoniosa, que abandonamos nosso direito de fazer o que o instinto nos manda.

    Se fossemos apelar ao natural, incestos, roubos, assassinato e todas as outras coisas socialmente recriminadas, devem cair no mesmo contexto. Poderíamos simplesmente entrar num bar, matar o cara com a fêmea mais “saudável” e sentar do lado dela, como se nada tivesse acontecido. Ela deveria aceitar e se juntar ao macho. Ao ver uma bunda gostosa na rua, eu poderia chegar e passar a mão, já que meus instintos disseram que aquilo é bom, e que eu quero aquilo, agora.

    Entendo o ponto de expor a possibilidade de nos relacionarmos com várias pessoas, de uma forma aberta e de conhecimento aos outros parceiros. Entender que não somos donos dos nossos parceiros, podemos perde-los a qualquer instante. Mas realmente acho que poderia ser feito de uma forma mais habilidosa.

    • http://www.facebook.com/gustavoducka Gustavo Augusto R. Abreu

      Entendo seu ponto Alberto, mas querer negar que o ser humano antes de ser um ser social que passou por um processo civilizatório, é antes de tudo um ser biológico. animal e natural, é querer simplesmente apagar um prisma da realidade humana, muitas vezes oculta e que são apenas camufladas no convivio ordinário com o outro, apesar de ser grande parte do nosso eu vier disso.
      Não somos presos a nossa sociedade e nem aos nossos costumes a não ser se assim queiramos (é claro que há processos inconscientes que estamos fadados a seguir em nossa sociedade e que não estão sobre nosso controle),
      Um erro recorrente de generalizações que cai sobre esse argumento contra uma “suposta redução do ser humano ao seu contexto natural” é permitir com isso que todas as “barbaries naturais” conhecidas no meio selvagem, se tornaria permitidas na sociedade civilizada.
      Há erros crasos nisso, primeiro saber em que sentido se consiste essas “barbaries naturais”, é cada vez mais dificl nas ciências inclusive nas humanas, separar o que é natural do que é artifical ou criado pelo homem.
      A psicologia evolutiva está ai pra nos mostrar, muito do que consideramos barbarie é apenas um esquema conceitual humano do que consideramos certo e errado, para nos guiar em sociedade, que as vezes geram beneficios num dado momento e numa dado época e ás vezes não.
      Querer ridicularizar o lado animal do ser humano e o pior coloca-lo no nivel inferior é ter uma falsa visão hierarquica das coisas, é querer elevar uma suposta condiçao superior humana a de outros animais, e igualar tudo que é natural ao nivel de bestas insesiveis, nada está mais distante da realidade do que isso.

      • http://about.me/albertobrandao Alberto Brandão

        Não cara, não.

        O ser humano antes de tudo é um ser social. Interação social é algo que faz parte da estrutura animal.

        “Não somos presos a nossa sociedade e nem aos nossos costumes a não ser se assim queiramos”

        De novo, não cara. Não.

        Sociedade ou interação social não é uma questão de escolha. Estamos sim presos a isso. Todos os animais tem sua própria forma social, costumes e modelos que foram formados a partir de sua evolução, sendo adaptado através de gerações. De vespas a tigres, todos tem seu próprio contexto social e não podemos fugir disso.

        Lembrando que estar a margem da sociedade, ainda é uma forma de interação social.

        [para leitura: http://en.wikipedia.org/wiki/Eusociality

        “Querer ridicularizar o lado animal do ser humano e o pior coloca-lo no nivel inferior é ter uma falsa visão hierarquica das coisas, é querer elevar uma suposta condiçao superior humana a de outros animais, e igualar tudo que é natural ao nivel de bestas insesiveis, nada está mais distante da realidade do que isso.”
        Não, ninguém ridicularizou nada. Não apele ao ridículo.
        Mas não considerar a superioridade humana em relação a evolução das espécies é no mínimo ingenuidade. E novamente, se vamos justificar um ponto que é definido por uma questão social, como a monogamia, devemos enquadrar todos os outros no mesmo patamar. Monogamia é uma influencia social baseada no desenvolvimento da civilização assim como questões raciais, respeito, e até não sairmos por ai comendo nossas mães.
        Monogamia é um processo social sim, mas desmerecer a importância disso, é apagar toda evolução.

      • http://www.facebook.com/gustavoducka Gustavo Augusto R. Abreu

        Bem, discordo de quase tudo que você disse, talvez a sua visão ultra-deterministica das coisas me soa muito estranho, é obvio que somos determinados por uma serie de fatores sociológicos, mas a visão que você tem do mundo Alberto além de ser demasiado niilista me parece muito fatalista, você analisa tudo no prisma meramente social, como se isso fosse que regesse todas as leis e normatividades do universo humano.

        Bem de qualquer maneira vou tentar mostrar quais pontos acredito que você cai em equivoco:

        “O ser humano antes de tudo é um ser social. Interação social é algo que faz parte da estrutura animal. ”

        Que o ser humano assim como qualquer outro animal faz parte de uma estrutura social isso é óbvio, acontece que nem todas as nossas ações e comportamentos são moldados por carater meramente social.

        Desde o momento que você é concebido você já tem uma carga genética, que lhe predispôe a ter determinados tipos de comportamentos independentes das influências que você tem no ambiente externo, o nosso eu biológico NÃO é totalmente moldado pelas circunstâncias sociais. Você não é um produto da sociedade a qual está fadado a trilhar, é um amalgama, uma rede composta tanto por influências externas vindos do ambiente (que nada mais são que circunstancias sociais) quantos internas, advindos da sua fisiologia, dos seus conceitos, da sua liberdade pessoal.
        “De novo, não cara. Não.
        Sociedade ou interação social não é uma questão de escolha. Estamos sim presos a isso. Todos os animais tem sua própria forma social, costumes e modelos que foram formados a partir de sua evolução, sendo adaptado através de gerações. De vespas a tigres, todos tem seu próprio contexto social e não podemos fugir disso.”
        Você associa erroneamente a interação de grupo no mundo animal como se fosse relações sociais, antes de mais nada uma manada, uma matilha ou qualquer grupo de interação entre grupos de animais buscar suprimir suas necessidades básicas de sobrevivência, o relacionamento entre si se da pela sobrevivência, são uma CONSEQUÊNCIA e não uma CAUSA.
        O que uma manada de bufalos procuram fazer quando estão juntos não é compartilha cultura, conhecimento que é próprio do gênero Homo Sapiens, é sobreviverem, num ambiente hostil, é satisfazerem suas necessidades fisiológicas de alimentação e proteção.
        Quando eu disse que os seres humanos são animais não quer dizer que TODAS as nossas caracteristicas que nos definem como especie se encontra no reino animal.
        O que nos situa como um especie ultra adaptada ao meio-ambiente entre outras coisas do tipo, é nossa caracteristica nata que temos de desenvolver cultura, isto a grande maioria dos animais não tem, com exceção dos primatas que tem uma cultura rudimentar.
        “Monogamia é uma influencia social baseada no desenvolvimento da civilização assim como questões raciais, respeito, e até não sairmos por ai comendo nossas mães.

        Monogamia é um processo social sim, mas desmerecer a importância disso, é apagar toda evolução. ”

        Cara, não é a normatividade das leis que a sociedade institue como normal que rege o nosso caráter moral e comportamental,(ela pode no maximo freiar tendências nossas), parece que na sua visão se a monogamia não for mais instituida como algo saudavel e corriqueiro na sociedade, todo mundo vai sair comendo as mulheres nas ruas como se fosse bestas que sairam da correia.
        A sociedade antes de mais nada é um sistema de coerção e de poder, uma lida em Foucault pode te da uma ajuda nisso.
        O cuidado do nosso eu, o que nas faz em ultima analise acreditar que algo é bom ou ruim não depende de temos normativos advindos da sociedade, advem da nossa estrutura psicologica-fisiológica.
        Não somos bestas que precisamos sempre da tutela da sociedade e do estado, caso contrário sairmos de controle, essa visão além de ser ultra-pressimista, coloca os seres humanos como seres totalmente influenciaveis e moldaveis por caracteristicas externas a nós.

  • Thiago

    Levando em conceito o motivo dentro da monogamia na antiguidade tem outras teorias do por que foi criado o casamento e a monogamia. E assim o tão polemico sexo antes do casamento. Essas três coisas são referentes ao controle de doenças que haviam ocorrem até hoje, não discordo que a questão econômica tbm faz todo o sentido. Mas se você tem um casal que são seus únicos parceiros sexuais dentro das suas vidas, qualquer tipo de doença sexual que eles tenham isso seria totalmente isolado dentro de um casal. Isso poderia ser a soluça para todas as doenças sexuais do mundo… Bom, mas hoje em dia isso não se aplica devido a forma de proteção e prevenção que temos… E a questão de filhos para não pulverizar a riqueza está meio fora de contexto, pois vamos analisar as religiões mais antigas, Judaismo e Islamismo, Judaismo é monogamico mas eles tinham centenas de filhos, Islamismo é poligamico mas apenas com as mulheres que são casados. Eles tbm tem centenas de filhos… Religião Indiana, vejam só é monogamica… Então a religião Católica não é o grande motivador disso… E o dinheiro não é o unico motivador…

  • Miguel Solano

    Acho que a monogamia é colocada em prática a partir do momento em que ambos sentem necessidade só disso. Enquanto não, não vejo mal nenhum em ser aberto a vários relacionamentos.

    Se você precisa de várias pessoas, viva com elas. Só que algumas pessoas se completam com apenas uma. É o tal do livre arbítrio.

    http://www.abrindoamochila.com

  • Firmino

    Não vou falar bonitinho e filosofar sobre essa porcaria de texto!! Este texto não acrescenta nada em lugar nenhum e pra ninguem… voltem com o dr. Love!!

  • Firmino

    Que bom texto, cheio de nuances interessantes mas pouco valido minha concepção, se vc escolhe a poligamia, boa sorte, no final vc vai ficar pra titia!! hahaha

  • http://www.facebook.com/people/Marcela-Campos/772623995 Marcela Campos

    O texto parece fazer uma confusão entre poliamor e poligamia. Poliamor sendo a capacidade de amar múltiplos (o que não é instintivo e sim emocional) e poligamia sendo a adoção da liberdade de múltiplos parceiros sexuais para si (o que não é, primordialmente, emocional). Talvez a poligamia seja um padrão animal e, consequentemente, humano mas o poliamor é uma discussão mais profunda que não pode ser baseado nos mesmos argumentos da poligamia como o texto apresenta.
    Acho que maior que a necessidade que temos de questionar nossas ideias de tempos em tempos é a necessidade de termos mais educação uns com os outros nesse tipo de tópico de discussão. Quanta agressividade.

  • Firmino

    Pq meu comentario não é exposto nessa merda?

  • Leandro

    É fato que os instintos biológicos interferem na questão sexual. Nós nos diferenciamos dos demais animais pelo fato de que possuímos a capacidade de escolher aquilo que queremos fazer ou não, mas os acontecimentos do corpo são muito difíceis de controlar. Quando quero fazer sexo fico diferente, angustiado e vejo que preciso extravasar essa vontade de qualquer jeito, não há saída. Posso até canalizá-la em outra coisa que gosto, mas isso não acontecerá sempre. Somos reféns sim do nosso organismo e a questão da monogamia foi criada não só por interesses financeiros, mas também pelo egoísmo que possuímos, pois muitos têm o seu parceiro como uma espécie de propriedade e não admitiriam vê-los com outro. Tanto é que vemos muitos crimes passionais. A verdade é que isso é sim uma hipocrisia e eu sinto vontade de fazer sexo com várias mulheres.

  • Leandro

    Creio que muitos que criticam o texto, antes de quererem defender a monogamia, a ética e os bons costumes, querem defender seus interesses próprios, querem o outro como uma propriedade particular.

  • http://www.facebook.com/gustavoducka Gustavo Augusto R. Abreu

    Chega a ser engraçado a quantidade de pessoas que se revoltam e se indignam simplesmente porcausa de um texto pautado em bases ciêntificas, contastando o obvio da especie Homo Sapiens, que assim como outros animais do genêro mammalia, não foram programados biologicamente para ter apenas um parceira/parceiro, porque seu organismo biológico não pode impedir o aflorescimento de pulsões ou desejos fisiológicos pelos outros. Sinceramente nada é mais ridiculo do que uma pessoa se indignar com um texto que teoricamente faz “apologia” a poligamia. Mais do que um atestado de incapacidade cognitiva da pessoa que a lê (como se este tipo de texto tivesse a intenção de moldar o compartamento do recalcado, ou querer mudar um suposto “valor moral intrisico da humanidade”, sendo apenas um texto informativo e nada mais que presta apenas a mostrar um lado da realidade que muitos não querem ver), ele é importante pois esse tipo de “tabu” em alguns individuos servem como um auto-espelhamento dos nossos proprios traumas e neuroses. Sou monogâmico (mas me considero aberto a qualquer experiencia emotiva com outras pessoas, que saia de um binômio egoista que eu posso ter com outro conjugue), mas não entendo porque tantos homens se sentem incomodados com isso, a unica justifica plausivel é a insegurança e o medo que algumas pessoas tem em saber que ele não é proprietário de nimguém. Somado com as frustações amorosas cotidianias de saber que o “objeto” do desejos do homem alpha simplesmente o traiu com outra pessoa, e o coitado fica num ciclo recalcitrante da propria personalidade. Admiro algumas pessoas que tem a capacidade de argumenta com esse tipo de gente, mas sinceramente pra mim algumas pessoas são como criancinhas mimadas que não conseguem expurgar seus proprios fantasmas internos, O texto não é um manual e nem incentiva a nimguém ser poligâmico ou qualquer coisa do tipo, se tanta gente acha isso ruim, é porque mas uma vez como disse uns colegas abaixo, falta uma consulta ao psicanalista pra algumas pessoas, e isso não é um ataque pessoal a nimguém é simplesmente um conselho de uma pessoa que quer ajudar um individuo que não tem outro papel na vida a não ser criar quimeras na sociedade, achando que todo texto tem que se conforma com com uma dada personalidade conduida de alguém.

  • Bruno Longo

    Eu entendo plenamente o que você disse, e além disso: Concordo.
    Particularmente não acho que eu tenha maturidade emocional suficiente para a poligamia, justamente porque eu fui criado a vida inteira de uma forma, e meus instintos dizem outra, mas também acho que boa parte da nossa sociedade também não está pronta (o que é uma contradição, afinal, instintivamente somos assim) justamente porque séculos a fio fomos condicionados a ter um sentimento de posse do outro, o que é muito prejudicial nesse caso.
    Mas muito legal seu esclarecimento, de verdade.

  • Fernando

    Swing – Coisa pra macho que gosta de putaria – Papo de Homem.
    Poliamor – Coisa de pseudo intelectual metido a moderninho – Papo de boiola.

  • Jão

    Bom texto! Argumentar sobre um assunto cascudo desses sempre dará pano pra manga.
    A monogamina é um “processo social” tão forte que as pessoas se sentem imbuídas em contrapor os argumentos apresentados no texto invalidando trechos sem o menor embasamento pra tais invalidações, como se estes trechos não valessem nada, o que não é bem verdade. Só posso concluir que é a “normalidade” ou “norma” aparecendo em seu mais puro estado.
    Ninguém está sendo enganado ou levado a seguir o assunto do texto, ninguém está sendo levado a ser poligâmico com a apresentação destes argumentos. Aliás, acho essas definições um porre. Você é heterossexual-homossexual, homem-mulher, calmo-agressivo, monogâmico-poligâmico são a padronização máxima do ser humano. Ressalto que não é porque o texto argumenta bem sobre a poligamia que as pessoas devem se sentir aviltadas ou instruídas a isso.
    O ser humano continua sendo um ser bio-psico-social assim como o texto abordou estes três apectos em sua argumentação. Portanto, a monogamia como uma questão eminentemente social é tão relevante quanto qualquer outra forma de se relacionar.

  • Marceleza

    Engraçado, somos a única espécie a cagar na privada, mas isso não vira tema de crônica nenhuma. Isso que cagar é um instinto muito mais indispensável, e incontrolável, do que fazer sexo.

    • Cagador

      Beleza! Então vamos falar dos seus sentimentos no trono. Não tem graça nenhuma.

      • Marceleza

        Bom, falar de cocô é muito engraçado (pra começar a discussão vou sugerir esse link velho: http://www.osvigaristas.com.br/textos/listas/28-tipos-de-coco-607.html, mas o humor escatológico se desenvolveu muito nos ultimos anos http://www.youtube.com/watch?v=F7FX-nYFqig). Em segundo lugar, num debate saudável, o argumento (ou discussão) não precisa ter graça, mas sim ser válido. E no embate entre monogamia/poligamia, o “natural” é tudo, menos um argumento válido, pois, como foi dito acima, o natural é se relacionar, sendo a forma sempre cultural ou pessoal. Quando alguém diz que uma das formas é “natural”, além de ser uma clara demonstração de má-fé, está denegrindo a outra forma de relacionamento e tentando impor a sua visão de mundo.

  • Edu Serra

    Bom texto Mari! Bacana ver as meninas indo a luta.

    A respeito da temática, tenho pouco a dizer, porque
    acredito, quero e pretendo ter um relacionamento monogâmico, não aberto, como
    nossos antepassados faziam.

    Mas quero mais mesmo entrar em embate, pois, apesar do que
    quero, tenho sim desejos, vontades, já fiquei com mais de uma menina ao mesmo
    tempo e geralmente não dava tão certo (talvez por não se tratar de uma relação
    declarada com todas elas do tipo: “Eu tenho outras namoradas, tem problema?’)

    Me pergunto aonde a necessidade de um ou mais parceiros
    sexuais caem que o Rodolfo Viana comentou a respeito de ter como hediondo ou anormal algo que sai do
    âmbito do comum: no caso a relação monogâmica ou não. Não acredito que tenho
    tantos problemas sexuais tão significativos também. E todos temos algum(s) né?

    “Opinião
    pessoal: todo mundo que usa da intolerância e caracteriza como “manual de
    chifres” este texto ou os demais que tratam de formas de relacionamento além da
    monogamia tem sérios problemas íntimos. Sugiro que resolvam suas questões
    pessoais, seus traumas, e depois voltem. ;-)”

    Já li
    um autor daqui escrevendo que sua prova de amor a namorada seria que ela lhe
    falasse caso desejasse ficar com outra pessoa, que assim teriam como lidar com
    a situação. Vale mais isso que o status, que o se faz ou não. Como vc se põe
    frente a situação. Devemos saber lidar com ela.

    No meu
    caso, não gostaria de ouvir de quem se propõem a um tipo de relacionamento
    comigo (que costumo manter no 1×1) que ela tem desejo por outro, que quer ficar
    com outro, mas acredito que preferiria assim, pois ainda demonstra respeito por
    quem se quer bem. Vai mesmo, acredito eu, do que conforta cada um, do que vai
    de acordo com nossas metas, e de como nos propomos a desenrolar o longo do dia.

    Nada
    contra, só não tenho em tão alta estima essa busca pelo poliamor. Pode ser que
    um dia encontre e ache legal. Prefiro hoje, ter mais a ‘dor de cabeça’ de cada
    dia descobrir novas formas de agradar uma parceira, e fiar nesse vai e vem
    diário, mais uma pratica de satisfação pessoal. Mas isso tudo só se quisermos
    assim. Necessidade surgirá, e cada um vai lidar com ela da forma que melhor
    convir.

    E
    particularmente, sobre a comparação do natural ou não-natural, como o
    comparativo da vida sexual dos animais, como endosso a um determinado
    comportamento. Tenho partido do pressuposto que nada que venha, culturalmente,
    dos seres humanos deva ser tachado dessa forma. A cultura do homem é negar o
    natural, como fazer luz durante a noite ou seguir padrões há muito implantados
    (como a monogamia, sim!).

    Tomei
    como mote algo que li aqui: EMBATE SAUDAVEL, então, por favor, queria de vcs
    que são adeptos a todas as formas de relacionamento, sobre como vcs lidam com
    suas frustrações, desejos, experiências. Seria mais uma ajuda pra elucidar essa
    tão marginal forma de se ver quem não se atem a (apenas) um parceiro.

  • http://www.facebook.com/people/Isa-Belli/1584206490 Isa Belli

    Mari, parabéns pela iniciativa em escrever sobre um assunto polêmico. Sinceramente não gostei do seu texto. Achei que o lado pessoal sobrepujou a lógica muito descaradamente e que, mesmo na boa fé, você acabou cometendo várias falácias. Mas a tentativa é muito válida e sua escrita é boa. Continue. Busque outros argumentos. Mergulhe mais fundo.

  • Guigo

    Uhhh…. o negócio aqui está pegando fogo!

    Vamos lá, crianças… raciocinem comigo:

    1) Sim, nós somos animais. Sim, uma parte imensa (muito mais do que gostaríamos de admitir) de nosso comportamento é regido por nossos genes – os mesmos que compartilhamos com macacos, carrapatos, jacarés e afins. Isso é fato independente de sua crença, cor, credo ou instrução.

    2) Sim, embora sejamos enooorme parte bichos, não somos 100% escravos da conjectura natural. Yes!! Nós temos uma vantagem evolutiva que nos permite tomar decisões além do simples instinto… nós podemos suprimir o primeiro impulso e tentar enxergar qualquer situação ou circunstância de forma analítica, suprimindo nosso lado primitivo e buscando as melhores decisões. Infelizmente isto não funciona o tempo todo e nem para todos… vide a realidade da bizarrices que presenciamos ao redor.

    Enfim, o bixo pega é na briga eterna entre estes dois “eus” que vivem dentro de nós. O “eu” analítico, que luta para se fazer ouvir e o “eu” animal que se esbalda em todo nosso ser.

    A respeito de monogamia e poligamia… acho que ambas as situações são válidas e perfeitamente normais. A única coisa que me incomoda no texto é a definição de normal. O que é normal para uma espécie, sociedade, indivíduo ou circunstância pode não ser para outra. Fato.

    Entendo que existem pessoas que vivem muito bem sozinhas. Outras buscam um companheiro fixo ou sazonal e há ainda as que só se sentem felizes na esbórnia completa. Todas estas situações são válidas e totalmente normais. Ponto!

    Aos que se sentem menosprezados em serem comparados com pavões e cia, à exceção, claro, dos que não tem mais conserto (criacionistas, crentes e ignorantes em geral), sinto muito, mas a comparação não é de todo equivocada.

    Aos que se sentem menosprezados em serem comparados com pavões e cia, vocês tem razão. Somos sim diferentes e exercemos (ou possuimos a ilusão de exercer) controle muito maior sobre nossas emoções e vida.

    Pessoalmente eu tenho uma namorada. Ela é ótima e vive comigo! Ela é linda, trabalhora, companheira e me sempre disposta a me satisfazer. Isto não muda o fato de eu desejar (e as vezes até pegar algumas ) todas as mulheres lindas e gostosas que cruzam a minha frente…

    Mari, a gente podia sair para tomar alguma coisa um dia desses… Peço apenas que você não conte para minha namorada! Meu lado racional diz que eu devo ser fiel e companheiro… meu lado animal adora mulheres com opiniões fortes e personalidade.

  • Uchiha Madara

    Claro, o que você tenta empurrar goela abaixo é que nós aceitemos que nossas parceiras saiam por ai dando para caras sarados com barriga tanquinho né? Só uma palavra: NUNCA. Por isso mesmo que aboli mulheres ocidentais da minha vida, salvo prostitutas.

  • Jonathan

    mari, claro com tom de piada, mas, você já teve algum namorado que já te comeu de verdade? que te ama também de verdade? minha namorada me come gostoso, eu como ela da mesma forma. estamos felizes juntos e bem resolvidos, sem ciúmes, sem nada. que papinho heim minha santinha?? acho que você não encontrou um homem de verdade, ou não aproveitou a época boa de pegação que é a da escola/colégio/faculdade. de resto, na minha opinião, quem aproveitou essas fases mais jovens entende o que estou dizendo. a propósito ali no video, só vi mulher feinha que nunca pegou ninguem na vida quando era mais jovem e derepente começa a namorar com um cara, daí um terceiro sente vontade dela e ela quer agora todos ao mesmo tempo. porque? veja que ela fazendo não dá nada. agora ela vendo o parceiro dela com outra. – as vezes é dificil pra mim vê-lo com outra.
    hahahaha não entendi…minha conclusão: não aproveitou a fase boa de pegação e não dar bola para ninguem quando mais jovem! isso é fato!

  • Laise

    Querem saber, vamos parar de criar justificativas para nossos atos, não existem más influências, tentação do Diabo ou instinto, tudo o que fazemos é porque queremos, e nada mais que isso.

    Obs: Não estou defendendo nenhum tipo de relacionamento. =D

  • Sabrina

    Não nego que na essência somos animais, mas evoluímos,e o que nos diferencia do estágio de uma baixa evolução é pensar e controlar nossos instintos.E o que seria então a paixão e com isso a poligamia do que meros instintos de reprodução.É FORTE quem consegue dominar eles e assim respeitar a pessoa amada. Se é que ama !!!!!

    Não nego que na essência somos animais, mas evoluímos,e o que nos diferencia do estágio de uma baixa evolução é pensar e controlar nossos instintos.E o que seria então a paixão e com isso a poligamia do que meros instintos de reprodução.É FORTE quem consegue dominar eles e assim respeitar a pessoa amada. Se é que ama !!!!!

  • SABRINA

    Não nego
    que na essência somos animais, mas evoluímos, e o que nos diferencia do estágio
    de uma baixa evolução é pensar e controlar nossos instintos.E o que seria então
    a paixão e com isso a poligamia do que meros instintos de reprodução.É FORTE
    quem consegue dominar eles e assim respeitar a pessoa amada. Se é que ama!

  • http://www.rbarreto.com.br Raphael Barreto

    Independente dos argumentos apresentados pelas pessoas que não concordaram com o artigo, eu digo que não concordo com a forma que o assunto foi abordado justamente por eu não ter sentido segurança nas palavras da autora (tampouco nas palavras das pessoas do documentário). Quiçá pouco de felicidade e/ou satisfação por escolher esse método de vida.

    Eu já estive em um relacionamento poligâmico e eu não tratava o assunto com tão pouca felicidade e/ou segurança nas minhas próprias palavras.

    Muito menos era aberto a falar sobre o assunto (não sou muito até hoje, na verdade). Afinal, minha vida não é da conta de ninguém.

    Pode parecer sem fundamentos, mas realmente não senti verdade (esse conjunto de felicidade, satisfação e segurança) em nenhuma das palavras que li ou ouvi.

  • Carlos Eduardo Lessa

    Excelente seu texto, Mari. Conseguiu concatenar várias das ideias com as quais estive entrando em contato recentemente. Principalmente as relações entre sexo, amor, monogamia, fidelidade, etc.

    O curioso é que até eu conseguir diferenciar bem essas coisas, colocando-as cada uma no seu devido lugar, era o conflito interior que reinava. E ouso dizer que esse “racha” que você citou aí em cima, mais cedo ou mais tarde, aconteceria na minha vida.

  • http://www.facebook.com/people/Juan-Neto/100001145148468 Juan Neto

    Segundo Aristóteles, o homem é um animal social, porém o termo animal tem sido deixado de usar, pois nos diferenciamos dos animais em diversos aspectos, inclusive na razão, evolução, lógica etc. Eu sou adepto a monogamia, a mim me fere ler que existem pessoas que fazem apologia a poligamia, para mim, pologamia é parceiro da anarquia. É tão difícil encontrar alguém para dividir uma vida, planos, ter projetos junto, imagina 2 pessoas. Mesmo que no meu caso existisse uma terceira pessoa que fosse uma outra mulher, no caso eu de homem e 2 mulheres, eu não me sentiria confortável. É fato também que na antiguidade existia muita homossexualidade, que a mulher era apenas um corpo reprodutor, assim como é verdade também que a igreja/religião instituiu o papel da união monogâmica, entre homem e mulher, assim como também é fato que este papel nos levou a evoluir para o que somos hoje. Acredito veemente que se não fosse a religião, mesmo com seus genocídios ao longo da história, e toda a maldade causada, o mundo ainda estaria na idade média, e não seria uma longa noite de mil anos e sim uma atua longa noite de 1500 anos! Entendo que existem pessoas que precisam descarregar seus vícios, suas frustrações no sexo, e o fato de ter mais um parceiro, para mim é nada mais que uma puta insegurança por parte de quem aceita isso, se caso 1 vá embora, eu ainda tenho o outro. Concordo também que tenham existido muitos posts sobre poligamia, o material aberto e a discussão livre ela é saudável quando não faz apologia, o discurso de defesa, o louvor do assunto.

  • http://www.facebook.com/arthur.vilela Arthur Vilela

    Mari Teri, houve um erro no texto, o nome do sociólogo é Anthony Giddens

  • Pingback: Por via das dúvidas, evite testes de fidelidade. « De tanto pensar escrevi

  • Ravell

    Adorei o seu texto. Acho que o mais diferente, o que ainda não tinha lido foi essa diferenciação entre “o social” e “o sexual”, o que faz todo sentido. E acho que essa profusão de textos sobre poligamia e poliamor são fruto dessa distensão do mundo ocidental, uma desmoralização positiva.

  • Pedro Alves

    Achei o texto muito válido. Não se tentou meter o dedo e enfiar pela goela de alguém o que é certo ou o que é errado, mas apenas fazer o leitor refletir sobre os “porques” da vida ser como ela é.
    Quem nunca parou para tentar entender temas como “Por que diabos eu deveria ser monogamico?” e não se contentou só com um “Porque me disseram que é o certo” não é homem, apenas no máximo um moleque grandinho.
    E em nenhum momento estou afirmando que é necessária a conversão para outro estilo de vida, apenas acredito ser necessário entender o porquê antes de apenas seguir.

  • Anony.

    Para não ter que entrar no meio dessas discussões, vou apenas deixar claro que: Nós, seres humanos, somos animais. Nos COMPARAR aos outros animais não significa nos IGUALAR a eles. Se compararmos a nossa agressividade (feminina, normalmente) em relação às nossas crias a de um animal, não significa que vamos rugir como uma leoa e mostrar os dentes. Porque não somos IGUAIS a elas. Mas, por sermos todos animais, nos COMPARAMOS a elas. Nós fazemos a “versão humana” do que ela faz. Enquanto ela ruge e mostra os dentes, nós gritamos, tiramos nosso filho do lugar, conversamos com a pessoa que está fazendo mal, ou até denunciamos ela à polícia. Quer mais exemplos? Aí vamos nós. Nós, humanos, também brigamos por território. Mas nós, normalmente, não vamos sair na mão com outra pessoa pra resolver isso. Porque não somos IGUAIS aos outros animais, apenas nos COMPARAMOS a eles (eles próprios não são iguais entre si! Não estou colocando os humanos em pedestal algum). E, então, expressamos esse fato BIOLÓGICO da maneira com que a sociedade em que crescemos expressa. Neste caso, na sociedade atual, a expressão do territorialismo animal (BIOLÓGICO) nosso seria chamar a polícia por invasão de propriedade, ou recorrer à justiça. Então nós estamos sempre TRADUZINDO esses sinais BIOLÓGICOS que nós temos SIM de acordo com a nossa cultura.

    Agora vamos ao segundo ponto, onde não preciso nem ao menos nos comparar aos animais para defender que é algo natural, instintivo. Nós estudamos em história o nascimento da monogamia. Antigamente, nossos ancestrais se reproduziam com qualquer um, com quantos quisessem, sem padrão e normas. No entanto, eles aprenderam a plantar, a cultivar os alimentos. Assim acabando com o nomadismo. Enquanto a agricultura foi crescendo, começaram a surgir os “excedentes”. Antes, tinha comida para todos igualmente. Quando começaram a exceder, começou o problema: quem teria posse disso? E eis que surge a propriedade privada. Sendo assim, ficou estabelecido que você é dono do que você produz. Mas e se eu morrer? Quem ficará com as minhas coisas? E aí surgiu o conceito de HERDEIRO. Mas como saber quem é meu filho se eu faço sexo com as mulheres que eu quiser e elas com os homens que quiserem? E assim surgiu a monogamia. Sem testes de DNA, a única maneira de ter certeza de que aquele filho era seu era assim. E agora, eras depois, mesmo com testes de DNA, ainda perpetuamos a ideia de que o certo é casar-se apenas com um. Agora nós comparamos com o natural do próprio ser humano, e não mais com o natural de outros animais. Satisfeitos?

  • Ernesto von Rückert

    Gostei de seu artigo, Mari Terin, Estou linkando em meu Facebook. Tentei solicitar sua amizade lá, mas estou bloqueado por eles. Se quiser, me peça que eu aceito. Veja meu site http://www.ruckert.pro.br e os links para meus blogs, especialmente para meu Formspring: http://www.formspring.me/wolfedler.

  • Ana

    Se somos feitos para termos uma relação com várias pessoas, porque temos ciumes/amamos uma pessoa só?
    porque analisem por mais que a pessoa diga que gosta de duas pessoas, tem uma que ela gosta mais, e se ela disser que gosta das duas do mesmo jeito, é porque não é amor.Sei lá, acho que a racionalidade que temos, nos permite saber o que é certo e o que é errado, então o instinto vai até a onde a racionalidade começa, caso ao contrario os humanos matariam uns aos outros, até não restar mais ninguém, outro exemplo saindo do assunto, é que,as pessoas se sentem atraídas pelas outras, mas não estrupam porque sabem que é errado, então não somos escravos das nossas vontades e sim donos delas, então sim podemos ficar só na vontade e não fazer, e pode ser a coisa certa a fazer.O sexo tem a finalidade de reprodução, você já pensou se todo mundo saísse por aí arrumando filho com todo mundo? ninguém saberia quem é o pai de quem, as pessoas teriam problemas para cuidar dessas crianças, os pais praticamente não teriam presença na educação dos filhos porque não saberiam se é deles ou não, não conseguiriam sustentar todos mesmo que soubessem porque teriam vários filhos, daí você diz, existe camisinha,mas ela veio com a racionalidade, nem sempre existiu, as pessoas podem dizer mas é o instinto em transar com todas, daí eu respondo biologicamente eram p se reproduzir, estão fazem muitos sexos aí sem finalidade. O fato é que a nossa racionalidade nos proporcionou sexo sem gravidez, e agora, as pessoas estão aprendendo a bloquear tudo o que fazem elas quererem ser fieis para poder sair com outras pessoas, as pessoas dizem que o sexo é o instinto, sim é, mas será que tem que ser com várias pessoas? só sei que foi descoberto um tal hormônio que esta sendo chamado de “hormônio da fidelidade”, se você acha que amar, se apaixonar, sentir ciumes, e ter racionalidade não eram explicação o suficiente para a fidelidade, então vamos falar desse hormônio, ele existe, o corpo fabrica ele, é natural, então porque o nosso corpo produziria algo que nos deixa mais fiéis, se somos feitos para sermos infiéis?Acho que o nosso cérebro, é poderoso, muitas pessoas falam que o amor de mãe e filhos são naturais, e não existe pessoas que bloquearam isso?existem mães que matam os filhos. As pessoas conseguem fazer o que eles querem fazer, bloquear sentimentos e tudo, eu acho que infidelidade é apenas mais uma escolha que temos.
    Só procurar no google : “Cientistas alemães identificam o hormônio da fidelidade”.Homens e mulheres produzem naturalmente esse hormônio, porém no estudos eles usaram um feito no laboratório, porque eles queriam testar em homens solteiros também, e nos homens solteiros o hormônio não funcionou, porque eles não tinham ninguém a quer ser fiéis. Não basta ter um hormônio que ajude na fidelidade, se a pessoa não quer ser , ela consegue bloquear isso, nunca duvide da capacidade humana, vi um frase numa matéria sobre um gene(hormônio,ou sei lá o que, de fidelidade masculina também, mas não tem um estudo tão aprofundado quanto esse que falei , então nem vou citar, mas deve ser fácil achar na internet), a frase era:“A sua herança genética tem algum efeito sobre a sua formação de laços afetivos. Mas é claro que existem os outros fatores que a gente não pode desconsiderar: os fatores culturais e até o que o pai ensina com o seu comportamento para o filho”, esclarece Susana.
    O fato é que a cada dia que passa as relações estão ficando mais abertas, a educação das pessoas estão mudando, então , tudo isso colabora no resultado final.
    Sabe o que eu não entendo dessa sociedade?
    Ensinam os homens que chorar é errado, que homens não podem ter muitos sentimentos, que o homem não pode amar totalmente porque vira capacho, que homem tem que pegar várias mulheres, que homem tem que beber, que homem não pode demostrar sentimentos, que homem tem que gostar disso, e não gostar daquilo, que homem não pode cuidar da aparência, que homem tem que resolver tudo na violência, que isso e aquilo, e depois eles crescem e praticam isso, daí a sociedade cai em peso em cima dele falando que as coisas não são assim, quando eles foram criados para serem assim. São como as mulheres, eram oprimidas eram de um jeito, hoje não são mais porque conquistaram a liberdade, então a cada dia que passa ela vai entrando nessa também.As pessoas sempre estão tentando falar como as coisas tem que ser, um exemplo saindo do assunto, a mulher nasce com tudo certinho para ter orgasmos, os homens decidiram que elas não podiam ter, e muitas tiveram a genitália mutilada, outro exemplo, é que homens e mulheres possuem pelos, e a sociedade acha que a mulher não pode ter, sendo que é natural ter, daí elas se depilam e são aceitas, o homem vai fazer o mesmo, chamam ele de gay.Ficar falando o que é coisa de homem e o que é coisa de mulher não esta com nada, são humanos e ponto.Antigamente era todo mundo tem que ser fiel, depois virou, as mulheres tem que ser fiéis, agora, ninguém precisa ser. Vontade a gente sempre vai ter, principalmente pra coisa proibida, por isso não podemos ser reféns/escravos das vontades, temos que ser donos, porque vai me dizer, que a maioria não se sente atraído por tudo que é proibido? Tem gente que só vai experimentar drogas, não porque querem sentir algo diferente, mas porque tem toda essa sensação de que você esta sendo foda e rebelde. O lado negro sempre vai conquistar mais, sabe por que? porque é proibido.Ser fiel ou não, vai além do hormônio, além de beleza, além de tudo isso, vai da educação, da sua segurança sobre o que você quer da vida, do caráter, das escolhas, vai da cultura, vai de tudo.Afinal tudo depende do que queremos, e escolhemos, não importa que biologicamente você esteja programado para tal coisa, no final o que importa é o que você quer, suas opiniões sobre o assunto(seu ponto de vista) o que você leva como a maior verdade na sua vida.

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