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A melhor coisa do planeta

Rafael Ribeiro Rocha

por
em às | Aventuras e celebrações, Cultura e arte, PdH Shots


Sabe aquela viagem que você faz com os amigos e vai se lembrar para sempre? A minha foi ano passado. Para o Planeta Atlântida.

Talvez você nunca tenha ouvido falar. Ou talvez saiba que é aquele festival grande que tem lá no Sul. Mesmo que conheça e assista na TV ou na internet, você realmente não sabe o que é. Como todo bom festival de música, é preciso estar lá pra descobrir.

Fazia menos de quatro meses que estava morando em Porto Alegre. Dois amigos vieram de São Paulo. Alugamos um carro e pegamos a freeway rumo a Xangri-Lá (nome da cidade onde acontece o festival – Atlântida é o nome da praia). Sem lugar para dormir, com uma barraca pra acampar e muitas garrafas pra beber. E, só descobriria na volta, uma grande história pra contar.

Não vou falar dos shows, da estrutura, das mulheres. Tudo isso foi foda, mas não foi o mais importante. O que realmente importava era estar lá, eu e meus amigos, em outro planeta. Dormimos as duas noites dentro do carro alugado, pagamos por um banho no esquema fast food, tomamos chuva o fim de semana inteiro. Voltamos três bagaços humanos, sujos até o pé. Mas de alma lavada.

Neste primeiro fim de semana de fevereiro de 2012, outros gaúchos e forasteiros estão vivendo suas próprias histórias. Eu espero que sejam tão boas quanto a minha. E se você souber de alguma coisa no planeta que seja melhor do que uma viagem foda com os amigos, por favor, me avise. Adoraria experimentar.

Rafael Ribeiro Rocha

Aprendeu a ler com a Turma da Mônica e nem se importa mais quando perguntam "biblio...o quê" ou fazem piadas sobre espanar poeira. Acredita que a educação pode mudar o mundo, mas não sabe se o mundo quer ser mudado. Corinthiano, alfabetizado e leitor, nasceu em Lagoinha-SP e mora na Cidade Maravilhosa.


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  • Marcio Goulart Silveira

    Grande história contada em 2 linhas de nada surpreendente? Aí complica…

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=100001516544153 Rafael Ribeiro Rocha

    Cara, pensei em detalhar a história, mas depois decidi que não seria a intenção do texto. A experiência em si de viajar com os amigos, pra um lugar que ninguém conhece, independente do que aconteça, é sempre válida. Foi só isso que quis dizer. Nada de surpreendente mesmo, mas quem já fez algo do tipo sabe o quão incrível é.

  • Ramon Távora

    Esse Shot foi meio ..ot

  • http://www.facebook.com/viictor7 Victor Alexandre

    Tem razão quando diz que é preciso viver a situação, estar lá, pra saber a intensidade da música.

    Abs.

  • http://www.facebook.com/people/Eduardo-Pacheco/100002345621352 Eduardo Pacheco

    Que porra é essa?

  • http://www.facebook.com/people/Paulo-Vitor-Macêdo/100000278646442 Paulo Vitor Macêdo

    Ano passado fui ao Rock in Rio. Não num esquema tão “roots”, mas foi muito bom. Som de primeira, estrutura bacana, trombadinhas e batedores de carteira aos montes, muita gente, filas enormes, mas algumas das maiores bandas do mundo e algumas das quais sempre tive vontade de ver há nos, tudo isso acompanhado dos meus broders! Mas assim, na boa, o seu texto acabou não transmitindo nada de excepcional. Não te desmerecendo, mas igual a você, outros milhões de jovens fazem isso com frequência. Ou esse festival que vc foi teria a mesma graça com vc, seus amigos e mais 200 pessoas?! Fiquei com uma impressão no início, e acabei me frustrando no final. Concordo com o Márcio Goulart Silveira lá em cima: onde tá a graça de uma história sem detalhes?

    • http://www.facebook.com/profile.php?id=100001516544153 Rafael Ribeiro Rocha

      Cara, eu tbm fui no Rock in Rio e em outros grandes shows. Talvez eu pudesse ter mesmo me alongado no texto, explicando pq eu acho que o Planeta é diferente de todos os outros festivais que eu já fui. Não sei se melhor ou pior, apenas diferente. O texto não é mesmo pra pensar muito, aquele texto que vai mudar sua vida. Vendo as críticas agora percebi que o objetivo não foi atingido. Era simplesmente pra lembrar o quanto é foda vc meter o pé na estrada com seus amigos. Enfim, obrigado pelo feedback!

  • Aldo

    Rafael Ribeiro, vc é bibliotecário? Que legal, eu também sou!

    • http://www.facebook.com/profile.php?id=100001516544153 Rafael Ribeiro Rocha

      Biblio…o quê? Haha, sou sim, seu colega de profissão!

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=100001864864946 Vitor Augusto Rodrigues Fávero

    qual o mal de alguém vir aqui e contar uma experiência que viveu? vocês só vivem experiências “excepcionais”?

    • http://www.facebook.com/people/Eduardo-Pacheco/100002345621352 Eduardo Pacheco

      Claro que não.  A questão é que o cara não desenvolveu nada o texto, ficou mó jogado. O que pareceu é que ele quis dizer “galera, eu fuii lá e é muito looco!”. O que diferencia esse texto de uma conversa entre dois desconhecidos seus que você ouve no metrô, em que um deles diz que foi numa “balada animal”?! Cara, ele não demonstrou o porquê desse treco que ele foi é tão bom, ficou o dito pelo não dito. Achei bem superficial e desinteressante: esse negócio pode até ser bom , mas pela maneira que o autor abordou não parece nada além dessa injeção de entretenimento forçoso que as pessoas se impõem para ofuscar suas angústas. E não falo nem do tamanho do texto, mas também da profundidade: O cara que abordou o lance das armas e mostrou uma palestra no TED foi bem rápido mas introduziu um bom tema para debate e é essa a função do PdH, ser espaço para debates. Por fim, não gostei não.

      • http://www.facebook.com/profile.php?id=100001516544153 Rafael Ribeiro Rocha

        Cara, não tem como discordar dos seus argumentos. Realmente não é um texto profundo. Minha intenção foi algo do tipo: certas experiências são únicas, por mais que eu descreva como foi, vcs não iriam sentir o mesmo que eu. Então vá e experimente vc mesmo. Talvez tenha sido uma abordagem incompleta, podia ter uma foto, um vídeo, sei lá. Mas quem já foi no Planeta Atlântida sabe do que estou falando. De toda forma, agradeço a opinião, tentarei fazer algo melhor numa futura oportunidade.

      • http://www.facebook.com/people/Eduardo-Pacheco/100002345621352 Eduardo Pacheco

        Fica como dica, Rafael. Eu também fiz um texto em que não me fiz claro, e pelo menos por um tempo foi o pior texto do PdH. Ficou superfcial e tudo mais , e agora trabalho bem mais em cada texto: estou dois meses contruindo um e pelo visto vou levar mais um mês. Concordo, poderia ter mais material tanto texto como não texto, mas essas coisas acontecem. Boa sorte aí, espero seu próximo texto =). Obs: parabéns pela humildade, ganhou pontos aí. Abração bro 

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=100002888938232 Ramón Dias

    O porém é que o autor quis dividir um momento especial, e através desse momento passar a mensagem de que estar com os amigos não importando o que aconteça é legal, pois são momentos inesquecíveis, é uma bagagem que não pesa pois está guardada na mente e não na mala junto com as roupas.

  • http://www.facebook.com/people/Lucas-Fonseca-Lage/1076838765 Lucas Fonseca Lage

    Meu querido diário…

  • http://www.facebook.com/people/Jhoy-Ascari/1237852469 Jhoy Ascari

    Eu fui pro planeta exatamente da mesma maneira, se o autor tivesse só postado “ir pro planeta com os amigos” já seria mais que suficiente pra entender o texto. 

    No pdh o conceito é fazer, ousar e viver a vida, conceitos que definem bem essa viajem que é algo que tu nunca mais vai esquecer e vai contar pros netos com a frase “filhão eu fui em um dos festivais mais fodas de música de todos os tempos”, independente  de bandas, tamanho e afins, a energia que tem naquela porra é demais.

    Recomendo a todos, caro autor, uma pessoa entendeu o que você quis dizer.

    • http://www.facebook.com/profile.php?id=100001516544153 Rafael Ribeiro Rocha

      Obrigado, realmente foi só essa a mensagem que eu quis passar!

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