Pois é. É isso. Sem delongas e sem xurumelas. Descobri a mulher da minha vida. Seu nome é Maria Rita Mariano.
É, rapaz… Eu ia fazer um parágrafo com mistério, falando que encontrei a mulher da minha vida e tal, enrolando, pra no final desfazer o mistério. Mas eu não podia gastar um parágrafo em um texto sobre a mulher da minha vida. Sem mais delongas, já gastei três linhas. Vamos ao que interessa.
Não bastasse ser filha da Elis com o Cesar Camargo Mariano, claro. Ela é a
encarnação da mulher Leila Diniz que tanto nos faz falta hoje em dia! É a mulher que não tem medo de amar, de sofrer e sofrer de novo, de perdoar e tentar de novo!
Leila fez história e deixou muitos marmanjos de quatro, literalmente
Hoje em dia as mulheres com essa onde de independência e tal, tão mais machos que muito macho por aí. A Maria Rita não. Definitivamente não.
A eterna Leila já falou que “…mas, às vezes, dentro da sociedade que a gente vive, é bacaninha você ter um homem do teu lado, nem um homem – viu? – um companheiro, um treco bacana. Alguém que diga: está pegando fogo? Então vamos apagar juntos”.
No seu passo, mas com personalidade e talento próprios, não negando aos seus, a nossa (minha, sou ciumento) Maria Rita versa em uma das suas últimas músicas, que “E se voltar te dou café/Pra ele ninar com um cafuné/Pra deixar teu dia mais gostoso”. Ela ama, sofre e, ao contrário das outras mulheres, não fica revoltada e “moderna”, que não precisa de homem, não chora nem nada. Isso sem falar que uma mulher que além de escrever e sentir isso pode
cantar isso tudo pra você! Pra mim, no caso. O que mais falta?
A Bela Maria Rita
Ela tem tudo o que qualquer homem pede em uma mulher, com os opcionais que nenhum homem tem coragem de admitir. E mesmo assim ela não perde o ar independente, de “não vou morrer se você for embora, mas se você ficar vou te amar com todas as minhas forças”. Ao invés do pensamento corrente atual feminino, que nenhum homem é insubstituível.
Porra, ninguém é, mas a gente era muito mais feliz quando vocês mentiam pra gente, e nos faziam pensar que nós éramos sim a razão pela qual vocês respiravam! E é o que a Maria Rita faz. Ela não deixa de ser feminina ou independente por isso, pelo contrário!
Então, Maria Rita, é isso. Acabei de descobrir que você é a minha musa inspiradora, meu modelo de mulher, enfim, a mulher Leila Diniz que nós, homens, tanto estamos sentindo falta. E se os homens estiverem se sentindo intimidados, acuados, inferiorizados ou qualquer outra
palhaçada metrossexual dessas, não liga não. Estou aqui, sempre em busca de cafuné, café, e alguém que faça meu dia mais gostoso.
Até tenho isso tudo hoje em dia, não com a freqüência que eu gostaria, mas tenho. Mas ela não canta bem como você. Ela vai entender, não se sinta culpada. Ela vai entender…
Leonardo Luz é colaborador da Papo de Homem, roteirista da Proview e autor do blog Eu e Meu Ego Grande, onde tamanho defitivamente é documento.
Leonardo Luz é fã de polêmicas, adora cutucar onça com vara curta, colaborador da PapodeHomem e também detona no blog Eu e Meu Ego Grande.







“Tah perdoado” eh do Arlindo Cruz, e nao da Maria Rita…
Ela eh uma grande interprete, mas precisa trabalhar muito, ateh ser uma brilhante letrista.
Salve amigo blogueiro, estou passando para divulgar o mais novo site de divulgação e indexação de blogs brasileiros o http://www.tambem.com .
Esperamos você por lá.
Abraço e sucesso
http://www.tambem.com
Cara, na boa, ela é um saco.
Pára tudo! Eu desafio você (Leonardo) para um duelo por querer roubar a mulher da MINHA vida - e você (Diego) por ousar dizer que ela é um saco. Escolham as armas.
eh, she sux.
[...] No dia do seu aniversário pode-se conferir até uma declaração de amor, isso mesmo, no blog do Papo de Homem, Leonardo Luz, chama Maria Rita de “A mulher da minha vida”… humm que chique. [...]
Um amor incondicional!!!!
Antes de mais nada já começo a parabenizar Maria Rita pelo seu aniversário hoje e por esta declaração de amor pra lá de espetacular. Num blog onde homens podem trocar idéias (bem no melhor estilo masculino), o romantismo tem que estar no ar também. hehehehehe
Abraços
Tati Cardoso
Eu odeio ela ! Chata pra caralho.
bixa feia do krai
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
quero nada essa porra kkkk
Cadê os posts com música pra macho, hein?
Sim, baseado no texto, definitivamente a Maria Rita é a mulher ideal para você. Mas a pergunta que não quer calar é: Você é o homem ideal para Maria Rita?
Pergunto isso porque vejo que as pessoas continuam a buscar só pelo lado de fora. Estão afoitos olhando as vitrines em busca de alguém que se encaixe numa forminha pré-determinada imaginária. Aquele velho papo de “a metade da laranja”. É uma bela idéia romântica e ingênua. As pessoas deviam parar de perder tempo buscando mulheres ideais e príncipes encantados e começar a conhecerem-se melhor.
Por exemplo, eu tenho uma amiga que separou-se e está em busca de um novo grande amor. O que ela faz? Ela gasta toda a grana que tem indo no cabelereiro, comprando roupas caras e saindo para os lugares mais badalados do jet-set.
Ela fica com uns quatro por noite.
A vida está boa? Deve estar, penso eu. Afinal ela está dando mais que chuchu na serra. O problema é que ela está tendo episódios de depressão, porque sente que está sendo usada. E está. Ela está permitindo ser usada. As relações de balada não passam de um misencene, porque ela fantasiou um determinado padrão de homem e sai tentando encontrar o padrão mental na tentativa e erro.
“A vida é a arte do encontro”. Mas o ato de “ficar com” está pervertendo um aspecto fundamental que é o conhecimento do outro. Como saber se a mulher da sua vida não está sentada ao seu lado no ônibus sem falar com ela?
As pessoas costumam projetar uma personalidade idealizada nas outras. É algo comum na adolescência. Vemos milhares de meninas suspirando e pensando que o Reinaldo Gianecchini é o homem ideal para elas. Meninos criam fantasias com a Madonna, com a estrela da novela, a apresentadora do telejornal.
É muito facil idealizar. Difícil é conhecer alguém e se esforçar para fazer esta pessoa feliz. E ser feliz fazendo isso.
Leonardo, desculpe, mas mais uma vez discordo de um artigo seu. Eu tento, leio todos. Alguns eu comento porque acho o debate nos comentários sempre interessante, mas aparentemente para você é indiferente, tendo em vista que meus comentários são ignorados. Nem obrigado, nem vá a merda.
Isso é que dá filha da ditadura ter liberdade prá dar sua opinião… acaba dando mesmo. Mas, não discordo de tudo, Maria Rita foi abençoada de pai e mãe, porém seu repertório é muito diferente do de Elis.
Maria Rita cantou: “Nem toda feiticeira é corcunda, nem toda brasileira é bunda, meu peito não é de silicone, sou mais macho que muito homem” (Pagu, Rita Lee),
“E é pra não ter recaída que não me deixo esquecer, que é uma pena, mas você não vale a pena, (Não Vale A Pena; Edu Tedesco);
“Mas eu não caio do salto não grito, não falto com a minha verdade. Sinceridade, sai que a fila tem que andar. ” (Conta Outra; Jean & Paulo Garfunkel).
Só agora ela gravou “Seja do jeito que for, eu te juro meu amor, se quiser voltar tá perdoado” de Arlindo Cruz, vou ter que esperar o resto do disco prá poder dizer qual o caminho que ela agora vai tomar… mas na minha opinião, ela está longe de ser “fossenta” como Elis, mas está muito aquém de Leila Diniz…
Leila Diniz, minha conterrânea … com sua barriga de 8 meses à mostra na praia, amamentando seu neném diante das câmeras e dizendo em entrevistas, como essa do Pasquim em 69: ” Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra. Já aconteceu comigo”, não é a mulher que vc descreve em seu post. Provavelmente não é Maria Rita também…
Sinceramente preciso de um tempo para pesquisar essa frase que vc atribui em seu texto a ela, não sei em que contexto ela foi dita, mas Drummond disse em seu enterro: “Professorinha ensinando a crianças, a adultos, ao povo toda a arte de ser sem esconder o ser ” (trecho de uma poesia de Drummond , feita no dia da morte de Leila)
Leila Dinis foi defensora do amor livre e do prazer sexual, irritou feministas tradicionais e se tornou símbolo da liberação feminina dos anos 1960 e 1970.
Um abraço
Leonardo,
Quando li seu post achei bacana, interessante e encarei como uma homenagem à Maria Rita. Não curto o som dela. Cresci ouvindo Judas Priest, Sabbath e Iron Maiden..então já viu né? De qualquer forma achei bem legal o seu texto, mas pelo jeito o pessoal tá doido pra te queimar. Eu não sei se é porque não conheço metade dos caras que são citados nos comentários (me senti um peixe fora d’água) ou porque também acho a Maria Rita uma mulher bacana, não consegui ver nada de mal nas suas palavras.
Só sei que o povo “tá te queimando”. Acho que ficaram com birra daquele post sobre o fio terra, sei lá. Agora tudo o que vc escreve o povo detona. Percebeu?
Bem, posso estar pensando errado. Talvez seja ignorância minha, afinal conheço detalhes da vida do Bruce Dickinson e do Ozzy, mas nem sei quem foi Leila Diniz, ao que tudo indica minha conterrânea.
Um abraço e boa sorte.
T.
Puxa T. (conterrâneo??) tô queimando o Leonardo não, até porque, ele nem liga pros meus comentários, nunca os respondeu.
Mas eu achei que deveria participar, porque achei que no artigo a questão não foi nem tanto de conhecer a vida do artista, na minha opinião uma questão histórica (para mulheres) porque Leila Diniz foi um dos ícones do feminismo brasileiro, sem ter perdido a feminilidade. Gosto de rock, mas não cresci tão dentro assim como vc, sou muito mais de MPB, e por esse motivo, gosto muito de Maria Rita, pouco sei de sua vida, mas quem cantou tudo que eu mencionei antes de cantar “Tá perdoado”, certamente pode ser a mulher da vida do Leonardo, mas não é aquela ilustrada no artigo que no fundo, no fundo “quer um homem do seu lado”…
Amar é mais do que submeter-se né?
Só “bati-boca” uma vez aqui no site, porque o moço exagerou no comentário, de modo geral, mesmo não concordando com as idéias do artigo, tento fazer meu comentário com educação e um pouco de carinho.
Beijos!!
O interessante da história foi que o Leonardo me passou esse artigo e eu não tinha nem idéia de quando era o aniversário da Maria Rita e acabei publicando na data exata, ao melhor estilo Chaves de ser, sem querer querendo.
Foi a cereja do bolo.
Sou mulher que quer cuidar, servir café e ser cuidada.
Preciso, quero e gosto de homem.
Sei perdoar e mesmo quebrando a cara mil vezes continuo acreditando em uma relação comutativa.
No entanto, ouvi de meu ultimo namorado em nossa derradeira conversa : “ Muita pressão este negócio de ter de dividir meus problemas. Quem gosta de problema alheio ? Isto é individualidade, cada um cuida da sua propria vida e a gente divide os bons momentos …”
Se o estilo “Maria Rita”, como foi escrito, engloba, além de perdoar e servir café a ausência de medo de sofrer eu desisto de assumir meu lado filha de Elis…pq meu amigo, a possibilidade de sofrer por amor me dá um medo infinito… e ele que vá tomar café na padaria !
Caros,
Jade, não deixo de responder por falta de atenção nem nada, é que da última vez que me meti nos comentários não foi muito agradável. E quanto à música não ser dela, admito que não sabia, mas que seja, ela cantou como a Leila cantava, e esse foi o exemplo em questão. E nunca falei em se subemeter. Pelo contrário. Qunto a amar uma pessoa e ir pra cama com outra, não defendo isso, mas também não defendo a hipocrisia de eleitor do Brizola, que ninguém admite que vota nele e ele sempre ganhava. Todo mundo vem de moralismo, mas por baixo dos panos, o buraco é, sem trocadilho, muito mais embaixo. Só isso. E “T.” valeu a força.
Cara Jade,
Não é que não ligue, é que da última vez que me meti nos comentários quase apanhei. Quanto à composição da música, admito que nem procurei saber, mas não falei sobre a composição, falei sobre ela pensar desse jeito e cantar com o coração. Só isso. E não falei de submissão. Em nenhum momento. Não sou a favor de trair de maneira desenfreada, mas menos ainda sou a favor da hipocrisia de fingir que não acontece ou nunca fez. Mulher tem que ser independente mesmo, como a segunda música que você disse que ela cantou, mas não deixar de ser mulher por isso. Só isso. E valeu a solidariedade, “T”. Abraços a todos.
Guilherme, eu não sabia!! Como vc mesmo disse do seu estilo Chaves: “não contavam com sua astúcia”, né? hehehe!!
Luna, tive um namorado que no começo do namoro me ligava 4 vezes por dia, ele quem ligava, porque eu não sou disso!! Quando arrumou outra e me largou disse que: “o grande problema é que nos falávamos demais no telefone”…
Não lembro se foi num post, ou num comentário aqui da revista, que o Muneo (www.muneo.wordpress.com) disse que paciência a gente tem com quem interessa (seja paixão ou sexo), quando um homem ou mulher está interessado no outro, ouve os problemas e até larga tudo prá ajudar.
Guardadas as devidas proporções é claro, porque eu até levo café na cama, mas odeio gente folgada, então se o sujeito criar costume, faço como vc, mando tomar o café na padaria!!
Beijos!!
Ela canta bem, embora o excesso de marketing me desagrade.
J@de, esta sua estória do telefone é comum…muito comum. Infelizmente tenho visto acontecer com grande freqüência coisas assim. Homens (e mulheres também, pq não ?) que afirmam querer um relacionamento “a moda antiga” e quando finalmente conseguem, se descobrem incapazes de tanta doação.
Passei por isso algumas vezes e “tive sorte” de ter encontrado “caras legais” que não me enrolaram e sim terminaram o namoro com um “ Obrigado, meu bem, vc é 10, mas…sabe como é…. estou em uma fase egoísta…” !
Ah ! Esta eterna impermanência dos desejos humanos !
Muito me agrada saber que ainda existem homens que desejam uma mulher que se doe sem pudores ou submissão, me faz pensar que, simplesmente, ainda não chegou a minha vez.
J@de,
Vc responde e “retruca” aos comentários com elegância sabia? É uma verdadeira dama!
T.
Ela é o pipoco todo mesmo!
Puxa T., obrigada, vc é muito gentil!! Olha que eu tenho andado muito oferecida, se vc não fosse casado eu já ia pedir vc em namoro!! hehehehehe!! Mas, sembrincadeira agora, eu fiquei curiosa, somos mesmo conterrâneos? Bem, eu só nasci em Niterói, vivi até os 30 anos em São Gonçalo, onde tenho casa até hoje, mas desde que meu filho nasceu moro no Estácio. E lá estou eu de novo usando os comentários prá bater papo!!!
Beijos!!
Luna esse ex-namorado aí foi um bobão, depois de 7 anos esse puto ainda dá as caras de vez em quando querendo sair é mole? Na real coitado, ele é tão indeciso que “caga nem desocupa a moita” e eu dou graças a Deus por não ter firmado compromisso com ele, odeio gente sem firmeza de opinião eu heim!! Coitada da infeliz que casou com ele…
Já tomei muito chega prá lá, mas os relacionamentos firmes e longos que tive, quem terminou fui eu, mas sempre sinceramente, sem deixar pendências. Assim foi com meu casamento e uns dois ou três namoros mais longos que tive.
Beijos!!
Pois é J@de, não somos conterrâneos nesse sentido. Quando disse isso, me referi ao nosso querido país, a República Federativa do Brasil…rs
É que como havia comentado sobre gringos, eu quis dizer que pode causar estranheza conhecer mais sobre eles do que pessoas do meu próprio país. All right?
Beijos!
T.
Hehehehe.. Oi Leonardo, na paz cara?
Léo, meu caro Lé… fala sério, na verdade vc adoraria ser igual a Maria Rita né!? rsrsrsrs..
Maria Léo Luz Rita… rsrsrsrs…
Ah bão T. então somos conterrâneos sim, né? Do mesmo país!! hahahaha!!
Beijos!!
Republica Federativa do Brasil!
até chorei de emoção quando li isso….
Ô Leo, ^_^, eu sou taurina, gosto de um tiquinho de atenção, nem que seja prá me mandar pastar!! Obrigada!!
Lembro bem da celeuma que rolou no seu artigo, afinal sou leitora fiel da revista! Mas, mesmo quando não concordo com o seu ou com outros artigos eu comento… sei lá, acho que o objetivo é esse né? Como eu disse, pro T. tento ser educada e carinhosa, porque afinal de contas eu venho aqui porque quero, não sou “eleitora do Brizola” (apesar do primeiro voto da minha vida ter sido para ele) comigo tudo é sempre às claras!! Quando eu não gosto, não volto mais, não vou ficar esculhambando os outros à toa!!
A falta de referência ao(s) autor(es) da música não foi o motivo do meu comentário, de jeito algum, Maria Rita não é compositora, isso é claro que vc sabe, ela é intérprete, tal qual foi a mãe, acho que o Pedro Mariano é compositor, mas não vem ao caso…
Meu comentário saiu por causa da comparação com Leila Diniz, que escandalizou o país nos anos 60 com seu comportamento tipo “pora-louca”, feminista, sem deixar de ser feminina. Ela nunca foi hipócrita, frases como essa que eu citei da entrevista que ela deu no Pasquin tem muitas!! Ela morreu num acidente aéreo, se não me engano, bastante jovem.
Mas lendo e relendo suas respostas começo a achar que o que eu não entendi muito bem no seu artigo, com relação à sua comparação foi porque há uma confusão nas suas referências, Leila Diniz nunca foi cantora!! Ela foi atriz de filmes e fez umas poucas novelas, mas cantora não!!
Então agora eu preciso entender, Maria Rita canta com alma, como cantava sua mãe, Elis Regina!! E nesse ponto eu compreendo sim sua referência à alma amorosa da mulher (é isso?). Você não falou em submissão, quem falou fui eu no meu comentário, porque “Tá perdoado” é canção de quem tá meio no vai-não-vai com alguém, tentando dar uma chance..
Eu inclusive usei essa referência num post que escrevi segunda-feira passada, porque pela enésima vez dormi com um “ficante”, só que dessa vez não tem “tá perdoado” prá ele, mas isso também não vem ao caso!!
Bem, acho que é isso, falta agora você me explicar com quem exatamente você comparou a Maria Rita.
Beijos!!
FALA SÉRIO,MARIA RITA É MUITO RESERVADA NAÕ DA PRA COMPARA-LA A LEILA DINIZ,AQUELE FURACAÕ…….WZX
Hum… Adorei o post, o mesmo me fez passar horas viajando na minha pasta de pérolas de Maria, Elis, toquinho, Edu lobo, tom jobim.
Mesmo q Maria Rita deixou de ser a mulher a minha vida, após o documentario sobre Elis no qual ela estava “ocupada demais p/ participar” ainda gosto muito de suas músicas, e reconheço seu talento.
Maria rita como algumas outras, me remetem a tempos dos quais não fiz parte, mas que gostaria mto de ter vivido… Leio, estudo, ouço, admiro e invejo o jeito que as coisas fluiam antigamento, os movimentos, as letras, os amores, era uma coisa mais lírica, mto mais intenso, a vida era outra, diferente… Os costumes… as paixões!
Achei até encraçado esse trecho q c escreveu Luz:
“Maria Rita versa em uma das suas últimas músicas, que “E se voltar te dou café/Pra ele ninar com um cafuné/Pra deixar teu dia mais gostoso”. Ela ama, sofre e, ao contrário das outras mulheres, não fica revoltada e “moderna”, que não precisa de homem, não chora nem nada. ”
As coisas tão bem por aí mesmo, essa tal modernidade tomou conta da cabeça de todas as mulheres do mundo, e todas juram de pé juntos, q são “machões”, e não choram nem sentem saudade…
Afinal já dizia vinius de moraes
“É como amar uma mulher só linda, e dai… Mulher tem que ter qualquer coisa que chora, qualquer coisa q sente saudade…”
Esse aí sabe das coisas…
Ahhhhh eu defiitivamente nasci na época errada!
Um beijo!