A difícil arte de admitir o fim de um relacionamento e seguir

Luciano Ribeiro

por
em às | Artigos e ensaios, Cabana no PdH, Sexo


Num belo momento percebemos que não sobrou mais alternativa alguma. Todas as esperanças se esgotaram. Os telefonemas doloridos, as mensagens cuidadosamente compostas, encontros aleatórios forjados e demais rituais do pós-término simplesmente cessaram. Diante de nós um passado cada vez mais distante e uma estrada a se percorrer. Assustadoramente promissora.

Quando nos pegamos de frente para a necessidade de seguir, temos a ilusão de parecer mais fácil permanecer parado, esperando por um milagre. Nos seguramos a qualquer pequena certeza que possa trazer a mínima expectativa de tê-la de volta.

Sem retorno. | Foto: Magno JR.

Vasculhamos emails, procuramos por fotos em redes sociais, forçamos caminhos, vamos aos mesmos lugares para gerar novamente “coincidências” que tornem possível um reencontro. Tudo porque queremos, desesperadamente, estar errados e ver que aqueles filmes que assistíamos juntos falavam a verdade.

Os dias vão correndo, a eles juntam-se semanas, meses e em alguns casos extremos, até anos. Tudo depende de uma escolha pessoal, simples e objetiva. Pegar a estrada e avançar.

A vida não funciona igual sua agenda do Google.

Obstáculos ao recomeço

Somos habituados a enxergar os acontecimentos na vida como se estivéssemos dentro de um jogo. Seguimos uma lógica dualista, preto e branco, bem e mal, ganhar ou perder. Lógica responsável por grande parte das aflições que nos atingem. Some a isto uma boa dose de autocentramento e temos uma bomba de sofrimento, prestes a explodir, diante de qualquer instabilidade.

O referencial autocentrado se transforma no principal obstáculo quando estamos diante da possibilidade de seguir nosso caminho. É ele que se veste de culpa e medo fazendo-nos estagnar. É ele que nos força a tentar vencer, moldando as circunstâncias exteriores a nosso favor. O grande problema é que, muitas vezes, este “a favor” não é tão favorável assim.

Entramos em uma espécie de limbo emocional, ao tentar recuperar condições que não mais existem. Deixamos de abrir espaço para que novas oportunidades floresçam, mesmo sabendo ser inviável o retorno ao passado. Insistimos em bater com a cabeça na parede, atacando nossa mente com perguntas sem resposta, forçando sentido numa busca para ter quem desejamos. Porém, esquecemos que, na realidade, tudo o que queremos é cessar o sofrimento – só que tentamos por meios equivocados.

Permanecer preso a um relacionamento, por mais insensato que possa parecer, é um mecanismo de busca pela felicidade por meio da fuga. Fuga do sofrimento que acabará apenas movendo a engrenagem, gerando um pouco mais dor.

Por acreditarmos num ideal de felicidade eterna, seguimos repetindo erros, tapando buracos, administrando dor e confusão em pequenas doses semanais. Ficamos dentro da prisão sob a condição de poder aprisionar o outro também. Tentamos evitar que a felicidade escorregue pelos dedos, num processo obsessivo-compulsivo. Somos ingênuos a ponto de acreditar que basta resgatar determinadas condições para cessar a dor.

"Este é o meu ideal de felicidade eterna."

Claro, parece muito lógico. Se antes eu estava feliz e agora que ela me deixou eu sofro, evidentemente, se conseguir reestabelecer a relação, voltarei a ser feliz. O problema que a lógica deixa escapar é o fato de que tudo, invariavelmente, muda. Mesmo trazendo a pessoa de volta ao seu convívio, a bomba permanecerá ali, tiquetaqueando, esperando uma oscilação para explodir novamente.

Não adianta ficar parado, remoendo dores do passado, imaginando que isso o impedirá de viver novas dores no futuro.

Não é bem a separação que nos faz sofrer

Recomeçar parece difícil pois não damos a oportunidade das pessoas nascerem diante de nós. Olhamos para elas matando-as com nosso olhar sem vida. A começar por nossa ex: seguir é também liberar o outro para seguir, parar de perturbá-lo, impedi-lo, controlá-lo.

Ironicamente, é esse movimento interno de não admitir o fim que gera grande parte do sofrimento que parece residir lá fora, na situação. Ficamos machucados de tanto nos debater na terra onde poderíamos apenas andar. Sofremos menos porque acabou e mais porque não sabemos seguir.

Às vezes nos deparamos com uma pessoa que é muito diferente da ex e isso se torna um obstáculo à construção de uma nova relação. Em outros momentos, encontramos alguém que nos faz lembrar a pessoa anterior e isso também nos bloqueia. Inventamos justificativas para não permitir que avancemos, por medo, orgulho, raiva ou ciúme.

Por isso, às vezes, ao invés de simplesmente não permitir que alguém nasça com qualidades que nos encantem, simplesmente lhes damos o pior nascimento possível. Ficamos apagados, desistimos do mundo, esquecemos de observar a beleza primordial das coisas ao nosso redor. Revestimos a pessoa de defeitos, estagnamos voluntariamente diante daquela oportunidade, apenas para sofrermos mais à frente ao ver nosso campo de ação cada vez mais reduzido. Geralmente porque nosso corpo, a qualidade das nossas relações ou nosso brilho natural decaiu.

Todas aquelas frases prontas do estilo “Ela era a melhor mulher do mundo”, “Ela era perfeita” e “Nunca mais vou encontrar alguém assim” são  consequência da dificuldade em ver as pessoas de uma maneira virtuosa. Este mecanismo acaba sendo um dos responsáveis por nos tornar medrosos ao ponto de chorar de desespero, pensando ter encontrado uma pérola rara no fundo do oceano.

"Ela era perfeita, nunca mais vou encontrar alguém assim."

O problema, neste caso, não é exatamente pensar ter encontrado algo raro e precioso. O problema é fechar-se ao fato de que existem outras pérolas no oceano. Outras fontes de beleza, brilho e fascinação estão espalhadas por todo lugar. Apenas perdemos a capacidade de ficar fascinados pelo mundo e pelas pessoas.

Bloquear o seu próprio progresso e chorar pela liberdade recém adquirida da ex não é o mesmo que atribuir-lhe valor.

Essa falsa sensação de valor intrínseco nada tem a ver com a pessoa em si, mas com a experiência que temos ao interagir com ela. Experiência tão volátil quanto qualquer oscilação de humor, no entanto tendemos a acreditar na sua solidez no instante no qual apontamos este olhar.

É assim que, em questão de minutos, a doce e meiga garota deitada na cama, lendo uma revista, pode se tornar um monstro arremessador de pratos. Sua interação vai de uma base de carinho e afeto a outra de medo e raiva em instantes, reagindo à forma como ela se posicionar. Em um momento, olha apaixonado, com uma profunda ternura. Em outro, foge assustado ou a desafia em meio a gritos de raiva. O que efetivamente mudou da princesa para o monstro?

Às vezes, congelamos o outro numa posição. Uma determinada impressão causada pelo olhar torna-se tão forte que criamos uma fotografia da pesssoa com um rótulo na nossa mente. Ela se torna ex-namorada, ex-amante, ex-esposa e isso traz um profundo desconforto atrelado a uma cegueira que nos impede de ver todo o universo existente ao nosso redor.

Com qual das duas você prefere lidar? | Foto: Tuani Ladeira

Não só matamos a pessoa que causa dor, impedindo-a de nascer livremente de uma maneira que não cause aflição, como não permitimos o nascimento de uma outra pessoa ao nosso lado. Nós não deixamos que ela mostre as qualidades que admiramos a ponto de torná-la especial.

Esta é uma dificuldade que não ocorre apenas depois, mas durante e antes de uma relação. Dificilmente vemos qualquer pessoa diante de nós como um corpo que manifesta diversas qualidades num fluxo contínuo de oscilações de intensidades e formas diferentes. A liberdade que damos ao outro restringe-se àquilo que nos agrada.

A estrada à frente

Portanto, quando a estrada se exibe diante de nós, é possível começar a construir um caminho com passadas firmes, apoiadas em pernas mais fortes do que o medo e a insegurança. Precisamos de olhos agudos, que mirem fixos no horizonte e saibam enxergar além das camadas mais grosseiras da percepção do dia-a-dia. Assim, talvez perceba que qualquer pessoa é capaz de repetir exatamente as mesmas experiências que você acabou de viver.

Começar por criar uma vida cheia de experiências positivas, oferecer o seu melhor em todos os aspectos, investir no seu bem-estar, ler mais e conhecer outros lugares é apenas uma pequena lista do que pode ser feito para não só passar a ver qualidades nos outros como a ver a si próprio de maneira virtuosa – parte essencial do processo, por mais que pareça bobo ou ingênuo.

Este post é resultado de nossas práticas, diálogos e treinamentos na Cabana PdH. Quer entrar no Dojo?
Luciano Ribeiro

Designer, estudante de Design de Produtos, apaixonado por ilustração, fotografia e música. Vocalista da banda Tranze (rock’n roll). Escreve, canta, compõe e twitta pelo @lucianoandolini.


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98 comentários

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  • Lucas S

    Matou a pau nesse, luciano!

    • Andderson_silva

      Caso pudessemos criar um gráfico para os relacionamentos ele seria uma parábola. E o momento certo de terminar é no ponto mais alto. Assim você evita a queda e ainda restam momentos felizes pra lembrar. Relecionamentos acabam, a vida não!
      Andderson Silva

      • http://twitter.com/luciano_ribeiro Luciano Ribeiro

        Andderson,

        A vida acaba também.

        E quanto a esse lance de terminar no ponto mais alto, você está apenas entrando no jogo, tentando vencê-lo. É exatamente o processo que eu descrevi no texto.

  • Jota Jota

    Bom texto Luciano, acho que todos nós já passamos por isso. Pessoas vem e vão, um ciclo natural que muitas vezes nós mesmos colocamos obstáculos para seguir em frente. Não nascemos grudados e não somos donos de ninguém. Pena que muita gente descobre isso tarde. Se analizarmos bem, muitas pessoas tem dependência de relacionamentos, uma reação química semelhante à dos vícios. Como dizia o Dr. Love : ”Se chegar o momento de saltar, não exite e salte sem medo sem olhar para trás”.

    • Anônimo

      ”Se chegar o momento de saltar, não exite e salte sem medo sem olhar para trás” Caro Jota Jota, quando esse momento chegou eu não quis saltar, depois de um tempo quem saltou foi ela. (me arrependo disso)

      Obrigado pelo texto Luciano, não pedi mas conserteza foi escrito para todos do pdh que viveu tudo isso escrito e particulamente a mim, que estou procurando serguir em frente há um mês.
      dividindo com vocês aqui, ontem foi minha ultima das poucas recaidas “Num belo momento percebemos que não sobrou mais alternativa alguma. Todas as esperanças se esgotaram. Os telefonemas doloridos, as mensagens cuidadosamente compostas, encontros aleatórios forjados e demais rituais do pós-término simplesmente cessaram”

      Por fim gostaria de comprartilhar uma questão com vocês: Insisto em bater com a cabeça na parede, atacando minha mente com perguntas sem resposta. Essas resposta poderião ser respondidas por uma única pessoa (ela). a questão que ponho é fazer essas perguntas ou seguir em frente com minha próprias conclusões?

      • Jota Jota

        Weberton, imagino o que você anda passando, mas apenas o que posso te dizer é, amor próprio, não se arrependa do que você fez, leve contigo isso como experiência e foco em você. Daqui umas semanas você vai ler seu texto e dará risadas. Cabeça erguida sempre!

      • http://twitter.com/RafaAllegretti Rafael Allegretti

        Também estou no mesmo barco… é a vida, não é mesmo? Amanhã nós completaríamos um ano… E eu já passei por isso antes, pelo menos restou o aprendizado.

        Não hesite em saltar quando chegar a hora, eu saltei e ela também… e apesar de tudo, ainda rola sentimento por parte de ambos, só que se tornou impossível continuarmos, isso é o que mais machuca…

        Siga em frente, pense que tudo foi muito bom e valeu… siga sua vida, lá na frente o sofrimento já vai ter desaparecido e tudo o que restará serão as boas lembranças… e isso é o que importa, o tempo em que estavam juntos e tudo era o mar de rosas… essas lembranças nós devemos levar e o resto… é simplesmente o resto!

      • Edegar

        Weberton, já fiz isso (ficar procurando respostas com a outra pessoa) e não levou a nenhum lugar. Somente quando passei a buscar as respostas em mim mesmo foi que eu consegui progredir. Mas precisei de ajuda de uma psicóloga, pois eu não sabia sequer quais eram as perguntas a serem feitas. Cresci como pessoa.

    • Anônimo

      ”Se chegar o momento de saltar, não exite e salte sem medo sem olhar para trás” Caro Jota Jota, quando esse momento chegou eu não quis saltar, depois de um tempo quem saltou foi ela. (me arrependo disso)

      Obrigado pelo texto Luciano, não pedi mas conserteza foi escrito para todos do pdh que viveu tudo isso escrito e particulamente a mim, que estou procurando serguir em frente há um mês.
      dividindo com vocês aqui, ontem foi minha ultima das poucas recaidas “Num belo momento percebemos que não sobrou mais alternativa alguma. Todas as esperanças se esgotaram. Os telefonemas doloridos, as mensagens cuidadosamente compostas, encontros aleatórios forjados e demais rituais do pós-término simplesmente cessaram”

      Por fim gostaria de comprartilhar uma questão com vocês: Insisto em bater com a cabeça na parede, atacando minha mente com perguntas sem resposta. Essas resposta poderião ser respondidas por uma única pessoa (ela). a questão que ponho é fazer essas perguntas ou seguir em frente com minha próprias conclusões?

  • Daniel

    Porra cara, perfeito.
    Não apenas por eu estar passando por essa fase agora mesmo (terminei um relacionamento a 8 dias) mas pela qualidade e utilidade dos conselhos. É sempre difícil seguir em frente após o término de algo que era valorizado, idealizado e projetado como perfeito e duradouro, quiçá para o resto da vida.
    Só tenho a agradecer pelas palavras.
    Parabéns e obrigado.

  • Mister M

    Muito bom! Vou salvar aqui no PC se eu terminar com a minha namorada um dia, ou quando eu terminar com a namorada seguinte, ou a seguinte da seguinte… Os textos do Gitti e de outros colaboradores na Cabana sobre esse assunto também são excelentes.

  • Pingback: Tweets that mention A difícil arte de admitir o fim de um relacionamento e seguir | Papo de Homem – Lifestyle Magazine -- Topsy.com

  • Juliana

    Boa reflexão. Serve também para a vida profissional, pessoal, amigos, etc. Desprender, largar o egoísmo, o medo e seguir em frente é mantra para a vida.

  • http://twitter.com/fabioloezer Fabio Loezer

    Sensacional.

  • http://www.facebook.com/rodrigo.cambiaghi Rodrigo DAvola Cambiaghi

    Muito bacana Luciano! Acho que qualquer um consegue se identificar com uma boa parte dos exemplos.

    Sempre que algum amigo(a) termina um namoro eu falo: “Cuidado com o Reboud relationship”.

    Rebound é aquele namorinho que você engata logo depois que você termina um relacionamento, algo que acontece tão comumente que até criaram a expressão em inglês

    A rebound relationship is one that occurs shortly after the break-up of a significant love relationship. If you are in a relationship but have distanced yourself emotionally from your relationship partner, you may begin a rebound relationship before you even leave the relationship you are in. If you move quickly from a long lasting relationship into another relationship then you are probably in a “rebound relationship.”

    http://divorcesupport.about.com/od/romanceafterdivorce/p/reboundrelation.htm

    • Rodrigo Carlomagno

      Cambiaghi

      O rebound seria um namorico com a mesma pessoa do relacionamento longo ou com qualquer outra pessoa?

      • Pablo Fernandes

        com outra pessoa, imagino eu.

  • http://fabiobracht.tumblr.com Fabio Bracht

    Caro Sr. Luciano Ribeiro,

    Esteja avisado que o Exmo. Sr. será contatado pela minha equipe jurídica em breve.

    Estou movendo um processo contra o Sr. por crime de espionagem. Através deste texto, o Sr. demonstrou saber DEMAIS sobre a minha vida, expondo meu exato estado de espírito e situação de relacionamento ao mundo.

    Em outras palavras: putaquepariu, velho, escreveu esse texto PRA MIM!

    Ainda bem que eu ia lendo e observando o quanto eu já estou conseguindo tomar as atitudes certas pra superar essa situação de término e deixar as outras pessoas “nascerem lindas” pra mim.

    Valeu.

  • http://fabiobracht.tumblr.com Fabio Bracht

    Caro Sr. Luciano Ribeiro,

    Esteja avisado que o Exmo. Sr. será contatado pela minha equipe jurídica em breve.

    Estou movendo um processo contra o Sr. por crime de espionagem. Através deste texto, o Sr. demonstrou saber DEMAIS sobre a minha vida, expondo meu exato estado de espírito e situação de relacionamento ao mundo.

    Em outras palavras: putaquepariu, velho, escreveu esse texto PRA MIM!

    Ainda bem que eu ia lendo e observando o quanto eu já estou conseguindo tomar as atitudes certas pra superar essa situação de término e deixar as outras pessoas “nascerem lindas” pra mim.

    Valeu.

  • http://www.facebook.com/naninha Ariana Mendonca

    Sem noção do QNT eu precisava ter lido esse texto hoje :)

    Good job

    Bjs

  • http://www.facebook.com/naninha Ariana Mendonca

    Sem noção do QNT eu precisava ter lido esse texto hoje :)

    Good job

    Bjs

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    A gente tem a sensação de ser especial, de ter estruturas internas que ninguém mais tem. Por isso dizemos isso (“Nossa, parece que você escreveu pra mim”) quando vemos um texto que fala das estruturas impessoais, seja de dinâmicas de prazer ou de dor.

    A real é que não temos nada de único ou especial. Os pensamentos que pensamos ser nossos são apenas pensamentos que surgem no espaço e agarramos. Eles não surgem “dentro” de nós. São esses mesmos pensamentos, emoções, perspectivas, ânimos, comportamentos, movimentos, dinâmicas que surgem nos outros. Não tem diferença nenhuma.

    Pessoas com raiva são muito parecidas. Pessoas com orgulho são quase idênticas. Pessoas com ciúme, inveja, depressão, ansiedade… Muda pouca coisa, só uma predisposição ou outra que manifesta aquilo de um jeito ou de outro.

    Abração.

    • http://www.paulovsk.com/ Paulo Roberto

      Concordo plenamente.
      Tenho acompanhado sua linha de raciocínio e já te vi mencionar falar desse ponto de vista em outros lugares. E faz cada vez mais sentido.

      Já diria Tyler em Fight Club:

      “You’re not special. You are not a beautiful or unique snowflake. You are the same decaying organic matter as everything else. We are the all singing, all dancing crap of the world. We are all part of the same compost heap.”

      Esse sentimento de que temos algo de especial muitas vezes impede de nos aproximarmos mais das outras pessoas.

      Abraço

    • http://www.paulovsk.com/ Paulo Roberto

      Concordo plenamente.
      Tenho acompanhado sua linha de raciocínio e já te vi mencionar falar desse ponto de vista em outros lugares. E faz cada vez mais sentido.

      Já diria Tyler em Fight Club:

      “You’re not special. You are not a beautiful or unique snowflake. You are the same decaying organic matter as everything else. We are the all singing, all dancing crap of the world. We are all part of the same compost heap.”

      Esse sentimento de que temos algo de especial muitas vezes impede de nos aproximarmos mais das outras pessoas.

      Abraço

    • http://www.paulovsk.com/ Paulo Roberto

      Concordo plenamente.
      Tenho acompanhado sua linha de raciocínio e já te vi mencionar falar desse ponto de vista em outros lugares. E faz cada vez mais sentido.

      Já diria Tyler em Fight Club:

      “You’re not special. You are not a beautiful or unique snowflake. You are the same decaying organic matter as everything else. We are the all singing, all dancing crap of the world. We are all part of the same compost heap.”

      Esse sentimento de que temos algo de especial muitas vezes impede de nos aproximarmos mais das outras pessoas.

      Abraço

    • http://www.paulovsk.com/ Paulo Roberto

      Concordo plenamente.
      Tenho acompanhado sua linha de raciocínio e já te vi mencionar falar desse ponto de vista em outros lugares. E faz cada vez mais sentido.

      Já diria Tyler em Fight Club:

      “You’re not special. You are not a beautiful or unique snowflake. You are the same decaying organic matter as everything else. We are the all singing, all dancing crap of the world. We are all part of the same compost heap.”

      Esse sentimento de que temos algo de especial muitas vezes impede de nos aproximarmos mais das outras pessoas.

      Abraço

  • RobervalNeto

    O problema é quando você, olhando suas ex-namoradas e as namoradas dos seus amigos, percebe que perdeu uma namorada incrível. Não estou falando de sentimentos de alguém inexperiente, que se apaixonou pela primeira vagina da vida. Digo, você analisa racionalmente e vê que as chances de arrumar outra do mesmo nível são mínimas.

    Some a isto que você vive em um lugar que homens são maioria em qualquer lugar que vá, as poucas mulheres são feias e arrogantes, e o único local com mulheres em bom número são “baladas” sertanejas. (qualquer coincidência com minha vida é mera coincidência). Ah, e você não tem um amigo próximo solteiro para ir aos barzinhos bons para paquerar, que ficam longe e você não tem carro para ir até lá.

    Aí meu amigo, você se ferrou mesmo. Aceito dicas e sugestões.

    Aliás, o texto é bom. Acredito que a maioria das pessoas se identifique com ele (a uns 5 anos atrás, eu me identificaria)

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Roberval, se sua conclusão for essa (“as chances de arrumar outra do mesmo nível são mínimas”), isso significa apenas uma coisa: você não analisou racionalmente, não pensou a coisa toda de modo amplo, até o fim.

      • RobervalNeto

        Minha análise pode conter falhas, mas ela é bem racional: coloquei meu ambiente e o que ocorre a minha volta, e tirei uma conclusão disto.

      • http://twitter.com/luciano_ribeiro Luciano Ribeiro

        Realmente racional seria questionar a solidez dos seus próprios argumentos.

      • RobervalNeto

        São sólidos no presente, e a curto/médio prazo. Inclusive o Rodrigo Carlomagno, que eu não conheço, quase acertou onde moro. Mais sólido que isto, não vejo como.

        Só quero deixar claro que as coisas não são tão simples para alguns. Ás vezes, o mais difícil não é esquecer a ex-namorada, mas lidar com a probabilidade de encontrar outra do mesmo nível depois.

      • Mainhamanu

        Gitii,

         

        Creio que
        compreendi o que Roberval quis dizer, embora ele tenha sido pouco eloqüente…

        Sim, existem
        várias possibilidades de se conseguir conhecer pessoas incríveis ao longo da
        vida. Mas, embora tal convicção seja veemente, cada indivíduo
        carrega em si a subjetividade, peculiaridades que nos torna únicos no
        mundo. Não é possível caracterizar esta ou aquela pessoa como melhor
        ou pior que outra, mas tão somente…
        “diferente”. Não creio que haja como padronizar os
        indivíduos e menos ainda os seus sentimentos. Podemos padronizar
        suas atitudes, ações e reações ante esta ou
        aquela situação. Entretanto, o que faz com que nos apaixonemos por alguém
        é a forma pela qual somente tal pessoa é capaz de nos fazer despertar
        determinados sentimentos ou sensações e nossa interação com
        ela será tb singular. Isso faz dela insubstituível sob alguns aspectos, ou
        seja, o que hora ela representa para mim pode n significar nada para vc… A
        forma como EU a vejo n se assemelhará a deste ou daquele… Mas
        esta assertiva sofre variações ao longo do tempo…

        Não amamos de
        pronto, construímos uma relação ao longo de um dado
        tempo… Mas se ela n der certo, devemos prosseguir em busca de outro alguém que
        seja capaz de sustentar NOSSOS anseios, perspectivas e ideais de
        felicidade individuais, os quais, conforme afirmei crer, n constitui nem
        obedecem a padrões uniformizados e são mutáveis, como nós… Desta
        maneira, compreende-se que não haverá, portanto, alguém tão bom para ele como a
        sua ex… Sim, as pessoas são insubstituíveis se analisadas sob esta ótica. Por
        isso o fim é algo tão doloroso e cruel. Parte nossos corações. Mas o bom é que ele
        se recupera! Ele se refaz…

        N sei se posso
        dizer que ainda sou casada, meu divórcio saiu, mas ainda me relaciono com meu
        ex como se ainda estivéssemos juntos. Esta nova forma de me relacionar,
        por ser nociva, bem sei eu, n me permite permanecer na minha zona de
        conforto como antes estivera, ao contrário, me impele à mobilidade, me obriga a
        traçar novos roteiros para minha vida em todos os seus âmbitos. Por
        esta razão, tanto me identifiquei com o texto de Luciano. Mas é também por
        este mesmo motivo que compreendo o ponto de vista assinalado pelo Roberval.
        Terminar um relacionamento, especialmente os longos, prescinde da recuperação da
        própria identidade, já que esta se encontra fragmentada e impregnada pela do
        outro. Talvez por isso pareça ser impossível, a priori, encontrar alguém que
        atenda aos atributos que caracterizavam nosso antigo (a) parceiro (a).

        O problema se
        concentra no estar imerso no próprio sofrimento tornando-se incapaz de
        vislumbrar novas possibilidades que se encerram no futuro… n sei se há
        benefícios em perseguir outros pretendentes como sendo uma “solução”.
        A mim, significaria, ainda, uma fuga a dor. Às vezes precisamos ficar
        mesmo sós, e n há mal algum nisso… 

         Parabéns ao autor. Excelente texto. Discurso
        perfeito para quem precisa acordar e sair desta inércia psico- maníaco-
        depressiva que a separação causa… hahaha 

      • Mainhamanu

        Gitii,

         

        Creio que
        compreendi o que Roberval quis dizer, embora ele tenha sido pouco eloqüente…

        Sim, existem
        várias possibilidades de se conseguir conhecer pessoas incríveis ao longo da
        vida. Mas, embora tal convicção seja veemente, cada indivíduo
        carrega em si a subjetividade, peculiaridades que nos torna únicos no
        mundo. Não é possível caracterizar esta ou aquela pessoa como melhor
        ou pior que outra, mas tão somente…
        “diferente”. Não creio que haja como padronizar os
        indivíduos e menos ainda os seus sentimentos. Podemos padronizar
        suas atitudes, ações e reações ante esta ou
        aquela situação. Entretanto, o que faz com que nos apaixonemos por alguém
        é a forma pela qual somente tal pessoa é capaz de nos fazer despertar
        determinados sentimentos ou sensações e nossa interação com
        ela será tb singular. Isso faz dela insubstituível sob alguns aspectos, ou
        seja, o que hora ela representa para mim pode n significar nada para vc… A
        forma como EU a vejo n se assemelhará a deste ou daquele… Mas
        esta assertiva sofre variações ao longo do tempo…

        Não amamos de
        pronto, construímos uma relação ao longo de um dado
        tempo… Mas se ela n der certo, devemos prosseguir em busca de outro alguém que
        seja capaz de sustentar NOSSOS anseios, perspectivas e ideais de
        felicidade individuais, os quais, conforme afirmei crer, n constitui nem
        obedecem a padrões uniformizados e são mutáveis, como nós… Desta
        maneira, compreende-se que não haverá, portanto, alguém tão bom para ele como a
        sua ex… Sim, as pessoas são insubstituíveis se analisadas sob esta ótica. Por
        isso o fim é algo tão doloroso e cruel. Parte nossos corações. Mas o bom é que ele
        se recupera! Ele se refaz…

        N sei se posso
        dizer que ainda sou casada, meu divórcio saiu, mas ainda me relaciono com meu
        ex como se ainda estivéssemos juntos. Esta nova forma de me relacionar,
        por ser nociva, bem sei eu, n me permite permanecer na minha zona de
        conforto como antes estivera, ao contrário, me impele à mobilidade, me obriga a
        traçar novos roteiros para minha vida em todos os seus âmbitos. Por
        esta razão, tanto me identifiquei com o texto de Luciano. Mas é também por
        este mesmo motivo que compreendo o ponto de vista assinalado pelo Roberval.
        Terminar um relacionamento, especialmente os longos, prescinde da recuperação da
        própria identidade, já que esta se encontra fragmentada e impregnada pela do
        outro. Talvez por isso pareça ser impossível, a priori, encontrar alguém que
        atenda aos atributos que caracterizavam nosso antigo (a) parceiro (a).

        O problema se
        concentra no estar imerso no próprio sofrimento tornando-se incapaz de
        vislumbrar novas possibilidades que se encerram no futuro… n sei se há
        benefícios em perseguir outros pretendentes como sendo uma “solução”.
        A mim, significaria, ainda, uma fuga a dor. Às vezes precisamos ficar
        mesmo sós, e n há mal algum nisso… 

         Parabéns ao autor. Excelente texto. Discurso
        perfeito para quem precisa acordar e sair desta inércia psico- maníaco-
        depressiva que a separação causa… hahaha 

      • Mainhamanu

        Gitii,

         

        Creio que
        compreendi o que Roberval quis dizer, embora ele tenha sido pouco eloqüente…

        Sim, existem
        várias possibilidades de se conseguir conhecer pessoas incríveis ao longo da
        vida. Mas, embora tal convicção seja veemente, cada indivíduo
        carrega em si a subjetividade, peculiaridades que nos torna únicos no
        mundo. Não é possível caracterizar esta ou aquela pessoa como melhor
        ou pior que outra, mas tão somente…
        “diferente”. Não creio que haja como padronizar os
        indivíduos e menos ainda os seus sentimentos. Podemos padronizar
        suas atitudes, ações e reações ante esta ou
        aquela situação. Entretanto, o que faz com que nos apaixonemos por alguém
        é a forma pela qual somente tal pessoa é capaz de nos fazer despertar
        determinados sentimentos ou sensações e nossa interação com
        ela será tb singular. Isso faz dela insubstituível sob alguns aspectos, ou
        seja, o que hora ela representa para mim pode n significar nada para vc… A
        forma como EU a vejo n se assemelhará a deste ou daquele… Mas
        esta assertiva sofre variações ao longo do tempo…

        Não amamos de
        pronto, construímos uma relação ao longo de um dado
        tempo… Mas se ela n der certo, devemos prosseguir em busca de outro alguém que
        seja capaz de sustentar NOSSOS anseios, perspectivas e ideais de
        felicidade individuais, os quais, conforme afirmei crer, n constitui nem
        obedecem a padrões uniformizados e são mutáveis, como nós… Desta
        maneira, compreende-se que não haverá, portanto, alguém tão bom para ele como a
        sua ex… Sim, as pessoas são insubstituíveis se analisadas sob esta ótica. Por
        isso o fim é algo tão doloroso e cruel. Parte nossos corações. Mas o bom é que ele
        se recupera! Ele se refaz…

        N sei se posso
        dizer que ainda sou casada, meu divórcio saiu, mas ainda me relaciono com meu
        ex como se ainda estivéssemos juntos. Esta nova forma de me relacionar,
        por ser nociva, bem sei eu, n me permite permanecer na minha zona de
        conforto como antes estivera, ao contrário, me impele à mobilidade, me obriga a
        traçar novos roteiros para minha vida em todos os seus âmbitos. Por
        esta razão, tanto me identifiquei com o texto de Luciano. Mas é também por
        este mesmo motivo que compreendo o ponto de vista assinalado pelo Roberval.
        Terminar um relacionamento, especialmente os longos, prescinde da recuperação da
        própria identidade, já que esta se encontra fragmentada e impregnada pela do
        outro. Talvez por isso pareça ser impossível, a priori, encontrar alguém que
        atenda aos atributos que caracterizavam nosso antigo (a) parceiro (a).

        O problema se
        concentra no estar imerso no próprio sofrimento tornando-se incapaz de
        vislumbrar novas possibilidades que se encerram no futuro… n sei se há
        benefícios em perseguir outros pretendentes como sendo uma “solução”.
        A mim, significaria, ainda, uma fuga a dor. Às vezes precisamos ficar
        mesmo sós, e n há mal algum nisso… 

         Parabéns ao autor. Excelente texto. Discurso
        perfeito para quem precisa acordar e sair desta inércia psico- maníaco-
        depressiva que a separação causa… hahaha 

      • Mainhamanu

        Gitii,

         

        Creio que
        compreendi o que Roberval quis dizer, embora ele tenha sido pouco eloqüente…

        Sim, existem
        várias possibilidades de se conseguir conhecer pessoas incríveis ao longo da
        vida. Mas, embora tal convicção seja veemente, cada indivíduo
        carrega em si a subjetividade, peculiaridades que nos torna únicos no
        mundo. Não é possível caracterizar esta ou aquela pessoa como melhor
        ou pior que outra, mas tão somente…
        “diferente”. Não creio que haja como padronizar os
        indivíduos e menos ainda os seus sentimentos. Podemos padronizar
        suas atitudes, ações e reações ante esta ou
        aquela situação. Entretanto, o que faz com que nos apaixonemos por alguém
        é a forma pela qual somente tal pessoa é capaz de nos fazer despertar
        determinados sentimentos ou sensações e nossa interação com
        ela será tb singular. Isso faz dela insubstituível sob alguns aspectos, ou
        seja, o que hora ela representa para mim pode n significar nada para vc… A
        forma como EU a vejo n se assemelhará a deste ou daquele… Mas
        esta assertiva sofre variações ao longo do tempo…

        Não amamos de
        pronto, construímos uma relação ao longo de um dado
        tempo… Mas se ela n der certo, devemos prosseguir em busca de outro alguém que
        seja capaz de sustentar NOSSOS anseios, perspectivas e ideais de
        felicidade individuais, os quais, conforme afirmei crer, n constitui nem
        obedecem a padrões uniformizados e são mutáveis, como nós… Desta
        maneira, compreende-se que não haverá, portanto, alguém tão bom para ele como a
        sua ex… Sim, as pessoas são insubstituíveis se analisadas sob esta ótica. Por
        isso o fim é algo tão doloroso e cruel. Parte nossos corações. Mas o bom é que ele
        se recupera! Ele se refaz…

        N sei se posso
        dizer que ainda sou casada, meu divórcio saiu, mas ainda me relaciono com meu
        ex como se ainda estivéssemos juntos. Esta nova forma de me relacionar,
        por ser nociva, bem sei eu, n me permite permanecer na minha zona de
        conforto como antes estivera, ao contrário, me impele à mobilidade, me obriga a
        traçar novos roteiros para minha vida em todos os seus âmbitos. Por
        esta razão, tanto me identifiquei com o texto de Luciano. Mas é também por
        este mesmo motivo que compreendo o ponto de vista assinalado pelo Roberval.
        Terminar um relacionamento, especialmente os longos, prescinde da recuperação da
        própria identidade, já que esta se encontra fragmentada e impregnada pela do
        outro. Talvez por isso pareça ser impossível, a priori, encontrar alguém que
        atenda aos atributos que caracterizavam nosso antigo (a) parceiro (a).

        O problema se
        concentra no estar imerso no próprio sofrimento tornando-se incapaz de
        vislumbrar novas possibilidades que se encerram no futuro… n sei se há
        benefícios em perseguir outros pretendentes como sendo uma “solução”.
        A mim, significaria, ainda, uma fuga a dor. Às vezes precisamos ficar
        mesmo sós, e n há mal algum nisso… 

         Parabéns ao autor. Excelente texto. Discurso
        perfeito para quem precisa acordar e sair desta inércia psico- maníaco-
        depressiva que a separação causa… hahaha 

    • http://www.facebook.com/thiago.figueredo Thiago Figueredo Cardoso

      Roberval, você já disse o que precisa no seu comentário.

      “você não tem um amigo próximo solteiro para ir aos barzinhos bons para paquerar, que ficam longe e você não tem carro para ir até lá.” — arrume um amigo ou um carro (ou os dois)

      “Some a isto que você vive em um lugar que homens são maioria em qualquer lugar que vá” — se muda daí :P

      Ao invés de esperar que as condições favoráveis surjam, crie-as.

    • http://www.facebook.com/thiago.figueredo Thiago Figueredo Cardoso

      Roberval, você já disse o que precisa no seu comentário.

      “você não tem um amigo próximo solteiro para ir aos barzinhos bons para paquerar, que ficam longe e você não tem carro para ir até lá.” — arrume um amigo ou um carro (ou os dois)

      “Some a isto que você vive em um lugar que homens são maioria em qualquer lugar que vá” — se muda daí :P

      Ao invés de esperar que as condições favoráveis surjam, crie-as.

      • http://www.paulovsk.com/ Paulo Roberto

        Interessante ponto de vista.

      • RobervalNeto

        Tenho um bom amigo para sair que ficou solteiro recentemente. Mas além de o cara ainda estar absorvendo o término (a ex-namorada sacaneou feio com ele), ele está prestes a se mudar.

        Falando em mudança, cogitei fazer isto este ano, mas por motivos profissionais resolvi ficar pelo menos mais este ano. Mas se mudar parece ser a melhor alternativa. Problema é que preciso me mudar para um lugar onde eu conheço alguém, senão continuarei sem companhia para sair e, pior, sem ter um amigo para ao menos tomar uma cerva depois do expediente.

        Quanto a criação de oportunidades, no passado fazia inglês, musculação, entre outras atividades. Porém, as mulheres que me envolvi neste período não vieram de nenhuma destas atividades. Isto é, no mínimo, frustrante se você for fazer estas atividades pensando que algo assim possa ocorrer.

        Acho bom dar este pequeno relato para mostrar que, às vezes, você pode estar em uma situação mais complicada do que deveria para esquecer uma ex-namorada rs.

      • Anônimo

        Criar oportunidades para conhecer alguem como cursos e atividades realmente não é garantia de conhecer novas mulheres. Eu ja fiz diversas atividades e cursos com o intuito de conhecer uma parceira e me dei muito mal. E as amizades normalmente cessam ao final da atividade, o que frusta caso o seu objetivo seja tambem fazer novas amizades.

        Agora se o objetivo é conhecer novas garotas, pense no que vc realmente quer. Aventura ou algo mais serio ?

        Se for aventura, de um trato a si mesmo, chame o seu amigo e va para forro, sertanejo e lugares similares (vire a noite na balada caso nao tenha carro). Nesses lugares o que predomina é a possibilidade de ter algo mais no fim da noite (e com pouco de sorte e tentativas seguidas, é somente isso que voce vai conseguir mesmo)

        Existem lugares que com certeza, mediante a um bolso generoso, voce realmente vai encontrar boas ou ate mesmo excelentes aventuras sem nenhum compromisso posterior.

        Agora se voce deseja mulheres como companhia, parceiras de vida, então ai fica realmente dificil de encontrar-las. Sugiro desencanar disso e curtir a vida, e numa dessas surge do nada uma garota com bom potencial de ser a sua parceira e ai cabe a voce decidir se continua na farra ou sossega de vez (ou ambos, como alguns amigos bem de vida -$$$- fazem hehehehe)

        Finalizo com o ditado bem popular e sábio: “Enquanto não encontrar a mulher certa, vou me divertir com as erradas.”

      • http://twitter.com/Lauro_Valente Lauro Wolff Valente

        Cara, o negócio não é começar atividades.
        O negócio é começar uma vida livre de expectativas “nos outros” e “em você”.
        O melhor que se tem a fazer é viver plenamente, experienciando-se completamente e vivenciando cada golpe ou carinho que o mundo dá.

        Desse jeito fica mais suave tudo.

        E, então, fatalmente, a mulher aparecerá.
        Em algum momento.
        Não precisamos procurar, mas sim criar oportunidades.

        Não só para conhecer mulheres, mas profissionalmente também.

    • Rodrigo Carlomagno

      Mora em São Carlos Roberval? rs

      • RobertalNeto

        hahahaha, talvez.

  • http://familiapalmito.blogspot.com Rafael

    Eu passo por uma fase parecida, mas com um agravante: tivemos um filho e ele não completou 8 meses ainda. Outro agravante: eu fui o largado.

    Seguir em frente quando se tem uma ligação do tipo e boas lembranças (embora o último mês tenha sido cruel) é difícil, mas estou conseguindo. Só agora começo a perceber a beleza (não só física) das pessoas ao meu redor e como posso ser tão feliz ou mais com outra pessoa.

    Não me lembro de nenhum artigo sobre pai solteiro por aqui, aliás… Eis a dica :)

    Abraço, ótimo artigo!

    • http://twitter.com/GabrielBalbino Gabriel

      é por isso que ter filho com “jovens mulheres” da nisso… nenhuma responsa, só diversao… e por fim, se acham deus, e somente usam o nosso espermatozoide… e por fim, somos descartados junto com os outros milhoes de girinos e a “suposta” camisinha furada (quando é o caso!)…

    • Anônimo

      Rafael escreveu : “Não me lembro de nenhum artigo sobre pai solteiro por aqui…”

      Bem observado!!! E isso é extremamente estranho num site que propoe discutir assuntos do homem “moderno”, não!!

  • http://www.facebook.com/lzenon Leonard Zenon

    Weberton, esse site me ajudou numa hora dessas. leia desde os primeiros posts.
    abraço
    http://blogdodoutrina.blogspot.com/

  • http://twitter.com/luciano_ribeiro Luciano Ribeiro

    Fábio,

    Você me assustou com essa parada de setor jurídico. Pelamordedeus, o pessoal daqui tem que parar de fazer isso. É a segunda vez que acontece! hahaha

    • Jota Jota

      HAHAHAHAHAHA! (em caixa alta mesmo)

    • http://www.umpapolivre.com Paulo Roberto

      Eu ri!

  • Marcos

    Excelente texto, deu uma sacudida nas minhas idéias aqui, já vou aproveitar o início do ano e seguir a estrada que se abriu pra mim no ano passado. :)

  • http://twitter.com/luciano_ribeiro Luciano Ribeiro

    Excelente idéia, Rafael!

    Como você está vivendo a experiência na pele, por que não tenta escrever?

    Abraços!

    • Edegar

      A parte dos filhos (uma filha, no meu caso) foi a pior para lidar. De longe!! A minha filha foi junto com a ex, inclusive para outra cidade, para outro canto do país. Meu maior medo era que um dia a pequena passasse a chamar outro cara de pai. Simplesmente não conseguia superar os medos e angústias, que só pioravam ao perceber o quanto ela (a filha) também estava sofrendo, se achando culpada pela separação dos pais (isso é muito comum). No fim acabamos reatando, nós 3 crescemos, amadurecemos e não estamos mais repetindo os erros. Logicamente estamos fazendo outros erros, hehehe… mas isso é normal em qquer relacionamento!

  • http://twitter.com/gbpgabriel Gabriel B. Picanço

    Nossa, precisava de uma visão ampla assim. Nos faz raciocinar melhor…

  • http://twitter.com/GabrielBalbino Gabriel

    Bom, o texto é meio cansativo… e tem uma puxada mais para o homem que levou um ´pé na bunda…

    agora eu pergunto a todos vcs:

    “e quando nós é que nao queremos mais???”

    não tem nada disso ai acima… é simplesmente o fim, acabou e bora para outras…

    pensem nisso, pensem sempre que se vc não foi bom para essa pessoa a ponto de ela te chutar, na verdade, ela é que nao é boa o suficiente pra vc…

    relaxem, olhem pra frente, imaginemm quantas mil cetabus existem por ai para beijarmos e comermos…

    olhe pra frente, aproveite pra fazer tudo que vc deixou de fazer em prol ou nao do namoro, procure os velhos amigos, ouças as velhas musicas, saia mais, faça seus antigos passeios e coisas que te completavam antes dessa pessoa vir, somar, aumentar o espaço dela em vc e depois simplesmente arrancar de vc tudo isso e deixar esse enorme buraco…

    pensem nisso…

    t+

    • Mainhamanu

      Quanta sensibilidade! 

  • Guilherme

    Cara… parece que esse artigo foi feito sobre encomenda pra mim. Deu pra refletir bastante sobre o todo que é o termino de um relacionamento… realmente, tudo que tu falou la em cima são fatos, basta agora coloca-los em ação… de novo o “Papo de Homem” ta me dando a maior ajuda… vlws. e parabens Luciano pelo texto e obrigado ^^

  • http://twitter.com/gbpgabriel Gabriel B. Picanço

    É interessante como quando nós lemos um texto assim, achamos que foi feito exatamente para nós. rsrs. A sensação é a mesma para todos. Realmente, quando se gostava e tinha respeito pelo outro, e levava a relação é sério, é difícil, mas analisando os fatos citados no texto, só não nos livramos da situação se não quisermos. Gostei muito! Parabéns!

  • http://twitter.com/gbpgabriel Gabriel B. Picanço

    Aliás, acho que esse texto é um exemplo do porque eu gostei tanto do Papo de Homem, desde quando comecei a ler um tempo atrás. Não é uma revista que te ensina a ser homem, mas sim, que te da dicas para ser um homem melhor em tudo que você pode ser!

  • Cristina

    Eu pulei fora quando percebi que não havia mais condições…passado um
    certo tempo voltamos por iniciativa dele…e hoje já não sei dizer se amo ou
    se estou somente acostumada à ele e ao relacionamento…

  • http://twitter.com/duferrer Eduardo Ferreira

    Muito bom vc ter um recurso como esses que PDH proporciona. Sempre que tenho uma recaída com o fim do namoro venho aqui e leio os artigos ultra interessantes que vcs postam, pq são realmente coisas que todo homem precisa saber e fazer. Muito bom caras, abraço!

  • Romulo

    Cara, que surreal.

    Ontem, quando li o seu texto, pensei: “Caramba, meu amigo precisa ler isso” – ele terminou há uma semana. Um dia depois, eu e minha namorada terminamos um relacionamento de 4 anos… E depois dizem que o mundo não da voltas…

    Abraço!

  • Romulo

    Cara, que surreal.

    Ontem, quando li o seu texto, pensei: “Caramba, meu amigo precisa ler isso” – ele terminou há uma semana. Um dia depois, eu e minha namorada terminamos um relacionamento de 4 anos… E depois dizem que o mundo não da voltas…

    Abraço!

  • Romulo

    Cara, que surreal.

    Ontem, quando li o seu texto, pensei: “Caramba, meu amigo precisa ler isso” – ele terminou há uma semana. Um dia depois, eu e minha namorada terminamos um relacionamento de 4 anos… E depois dizem que o mundo não da voltas…

    Abraço!

  • Romulo

    Cara, que surreal.

    Ontem, quando li o seu texto, pensei: “Caramba, meu amigo precisa ler isso” – ele terminou há uma semana. Um dia depois, eu e minha namorada terminamos um relacionamento de 4 anos… E depois dizem que o mundo não da voltas…

    Abraço!

  • Rodrigo Carlomagno

    Fico feliz por ti Bracht! Vejo que a Cabana tá fazendo efeito.

    abraços

  • RobervalNeto

    O homem precisa saber reconhecer o fim do namoro. É triste ver um homem que fica estudando meios de encontrar ou se comunicar com a ex-namorada, na esperança que algo “mágico” ocorra e proporcione uma volta. Isto não vai ocorrer, colega.

    Bem, pode ser apenas minha experiência e traumas, mas a última coisa que quero saber depois de término de namoro é sobre minha ex-namorada. Evito os lugares que ela freqüenta, desapareço do MSN (se necessário, a bloqueio), etc…. enfim, qualquer coisa que possa me dar notícias ou lembrar dela. Alguns podem achar isto doloroso e radical, como se não estivessem dando uma “chance” para uma volta. Isto é besteira. Acreditem, se ela se arrepender, ela irá te procurar de alguma forma.

    Por isto, faça o que é melhor para você e faça com que ela desapareça da sua vida. Quanto antes esquecer dela, melhor será para você.

  • Rodrigo Carlomagno

    O texto é ótimo mas fiquei um pouco assustado. Posso estar viajando mas gostaria de compartilhar com vocês o meu ponto de vista.

    “A gente tem a sensação de ser especial, de ter estruturas internas que ninguém mais tem. Por isso dizemos isso (“Nossa, parece que você escreveu pra mim”) quando vemos um texto que fala das estruturas impessoais, seja de dinâmicas de prazer ou de dor.”

    Lendo tudo isto mais os comentários, parece que ser humano tem uma “linha de sensação em série”, o que nos torna previsíveis e enfraquecidos. É incrível quando indico a leitura do Não 2 Não 1 para minhas amigas e todas se enxergam nos tópicos; é difícil alguém discordar.

    Fico pensando se as pessoas que têm capacidade analítica e de articulação privilegiadas, não observam essas “brechas no sistema” para poderem seduzir e destruir. O Gitti usa muito bem isto para fazer o bem e orientar, mas o outro lado da moeda certamente existe.

    Já que as sensações são tão idênticas, não é possível desenvolver um método para minimizar o estrago? Se já sabemos o caminho, teoricamente deveríamos saber onde estão as armadilhas.

    Caso contrário teremos sempre a mesma estrutura emocional, aquela que não possui anticorpos para o vírus do sofrimento amoroso.

  • Daet88

    Sensacional! PQP

  • http://twitter.com/gabrielvinicius Gabriel Alves

    Sensacional, quase que um complemento para o texto: “500 Dias Depois Dela”.

    Abraços

  • Danyllo Nery

    Se soubessemos qual o método, o caminho e as armadilhas que Rodrigo perguntou, DE NADA TERIA SENTIDO A VIDA!!!

    Já pensou se todos fossem ricos, bonitos, bons de cama…

    O bom da vida é isso… ;)

  • Rose H.

    Muito, muito, muito bom esse texto. Me identifiquei totalmente, e quando li:

    “Porém, esquecemos que, na realidade, tudo o que queremos é cessar o sofrimento – só que tentamos por meios equivocados.

    Permanecer preso a um relacionamento, por mais insensato que possa parecer, é um mecanismo de busca pela felicidade por meio da fuga.”

    … tive aquele click e faltou pouco exclamar aqui em voz alta: “é isso, é exatamente isso!”. Porque é. Tudo o que queremos é cessar o sofrimento, e é um pouco irônico, porque é justamente esse sofrimento que nos deixa tão cegos a ponto de acharmos que só aquela pessoa pode nos tirar do meio do olho desse furacão, é justamente esse sofrimento que não nos deixa enxergar a saída. Infelizmente a gente só consegue entender esse texto depois que a dor passa. Enquanto ela ainda está fazendo morada em nós, fica muito difícil. Muito difícil, mas não impossível. Mas depois que passamos por essa experiencia da dor e conseguimos entender as coisas, enxergar tudo com clareza e com a ajuda de textos como esses, da próxima vez que doer, já fica mais fácil enxergar com mais clareza, mesmo em meio a tanta dor. Basta lembrar da “foto”.

    Mas só reiterando: um dos melhores textos que já li por aqui.

  • http://twitter.com/underlinefelipe Felipe Lopes

    Esse texto me lembrou essa música:

    http://www.youtube.com/watch?v=9El8tJ-pTRU&ob=av3nl

  • Jota Jota

    Nada como seu amigos do lado, umas brejas, novas mulheres e muito AC/DC para ficar tranquilo novamente. Você camufla os sentimentos antigos e eles vão desaparecendo.

    • Rikyus

      Falou td Jota, em genero, numero e grau!

  • Jota Jota

    Nada como seu amigos do lado, umas brejas, novas mulheres e muito AC/DC para ficar tranquilo novamente. Você camufla os sentimentos antigos e eles vão desaparecendo.

  • Felipe Barba

    Eu estou vivenciando exatamente essa etapa do pós término, “ñ serei feliz sem ela, ela é a melhor de todas, nunca mais encontrarei outra igual”. É óbvio q não encontrarei outra igual, as pessoas são diferentes… Costumo dizer que na minha cabeça as cosias são muito claras, meu corpo, meus sentimentos é que ainda naum se acostumaram com a nova situação.
    Acho que agora é focar na minha vida e seguir o fluxo dos acontecimentos sem medo, ver o q acontece…
    Belo texto que me trouxe ótimas reflexões.

  • RobervalNeto

    Comodismo? Medo de não encontrar algo melhor? Se for o caso, conheço mais de um amigo nesta situação.

  • jerry

    Pois bem!
    17/01/2010 minha namorada acaba de terminar comigo, talvez por causa do ex (doesn’t matter).
    Simplesmente era a mulher perfeita pra mim…. a gente era um casal perfeito (é o que todos diziam). Nunca imaginei que fosse acontecer isso, fiquei muito surpreso, e ainda não aceitei o fato.
    Vou tentar contar aqui como estou fazendo para superar o fim, mesmo que minha vontade seja o oposto: correr atrás dela, afinal, devemos ser bons lutadores e não deixar a mulher da sua vida escapar tão fácil.

    Dia 1:
    Saindo do trabalho fui com uns amigos até um bar e tomei 2 cervejas… não vou encher a cara, isso é coisa de moleque. Em seguida fui correr, também com alguns amigos (a propósito, nunca abandone seus amigos).
    Desesperado, falei com todos conhecidos mais próximos na tentativa de entender o acontecido.
    Liguei pra minha ex das antigas, que infelizmente larguei de forma abrupta. Conversamos horas no telefone, e isso me fez esquecer um pouco.
    Mas não adianta, é impossível não pensar. Cada canto da casa me faz pensar nela. Dormir, pelo jeito será impossível hoje. Então abri o blog… quem sabe escrever ajuda.
    Um pensamento que toma forma neste momento é o de nunca colocar uma mulher num “altar” como se fosse a coisa mais importante da sua vida. Faça a sua vida pelo menos parecer mais importante que a dela.

    Bom, se eu sobreviver, amanhã conto mais.

  • Nagila Carmo

    Sabe o que é interessante em todos esses comentários? A maioria são de homens, esses que as mulheres falam que são todos iguais e se fossem elas casariam com o primeiro.

    Elas (nós) sou mulher também, falam que você não querem nada com nada, que todos são FDP e o que vejo são homens que estavam em um relacionamento e hoje tem uma grande dificuldade seguir em frente.

    Só consegui seguir em frente quando li a seguinte frase: “Não vou mais tratar como prioridade quem me trata como opção”

    A prioridade sou eu, comecei a sair, fazer novos amigos, academia, bateria que era um sonho…e hoje nem lembro dele!

    Só conseguimos seguir em frente, de parar de se boicotar quando você consegue ver seu verdadeiro valor.

  • doutrinador

    jesus que grupo de auto ajuda masculino, grow a pair.

  • jerry

    Dia 2:
    Realmente foi impossível dormir um minuto sequer. Trabalhar também. Apenas meu corpo estava lá. Ao final da tarde sai pra correr com uns amigos. Depois fui dar uma volta. Caminhar sozinho pelo centro. Mas ainda é impossível não pensar no fato. A vontade de ligar pra saber como ela está é gigantesca. Mas não vou ceder. O pensamento de hoje é: eu sou foda e ela está completamente errada.
    Liguei pra muita gente, marquei encontros. Agora é esperar.
    O que eu preciso fazer agora é arrumar atividades pra distrair a cabeça.
    t+

  • Didi Rossi

    “nao tratar como prioridade a quem te trata como opcao” … excelente frase de efeito e incentivo, mas acho que isso tem que valer sempre, sempre devemos ser nossa prioridade.

    Odeio entrar em campeonato de sofrimento, mas pior que levar um pé na bunda, é descobrir que foi traída, e OBVIO, ele negou o tempo todo te fazendo acreditar que tu era maluca, e OBVIO, não queria perder o docinho de jeito nenhum e por isso repetia feito um cuco que te amava, mas estava confuso, precisava de um tempo, bla bla bla.

    Ja estou em plena atividade, seguem minhas dicas aos sofredores de plantão: faca uma lista pormenorizada de todos os defeitos dele (a). Isso devolve a pessoa a sua verdadeira dimensao, visto que quando abandonados, tendemos a agigantar o ex. Delete emails, presentes, fotos, musicas, etc. Isso so causa mais sofrimento e nao serve pra nada. Quem canta seus males espanta, é incrivel como funciona.

    Por ultimo, esqueça de si mesmo como namorado (a) e conecte-se aos que te amam como irmão, filho, neto, amigo, cliente, seja lá o que for, pois somos isso e muito mais diante do mundo, exercite todos os seus papeis e tudo aquilo que te dá prazer.

    E se for pra sair por aí galinhando tudo bem,desde que voce não esteja procurando em outros (as) aquilo que perdeu, pois se for assim vai ser pior.

    É meio óbvio, mas espero ter contribuído e me desculpem pelas falhas, teclado sem configuração.

  • http://osexoeasmulheres.blogspot.com Deb.

    Luciano

    Excelente texto – como os seus sempre são, aliás.

    Fiquei aqui pensando em quando me separei e veio aquela sensação de fracasso que sempre paira numa situação assim… E uma amiga me falou de uma frase de uma terapeuta dela: “Não foi um fracasso, foi um sucesso temporário”. Volta e meia lembro disso. Fez com que eu me tocasse de que um dos grandes erros que cometemos é acreditar que para que uma coisa seja boa, importante, forte… tem de ser eterna. Não precisa. É plenamente possível amar alguém intensamente, ter um excelente relacionamento com essa pessoa, e acabar depois de um tempo – seja meses, seja anos. Isso não tira o valor da relação, e nem te torna menos “competente”. Simplesmente mostra que as coisas não são tão eternas como os contos de fadas e filmes açucarados colocaram na nossa cabeça. E que a vida segue, e logo ali na frente vai aparecer outra pessoa, tão importante quanto a que se foi – e também não obrigatoriamente eterna.

    Ah… já que pelo que vi na sua discrição você também é fissurado em música… tem uma ótima, gravada pelo George Benson, que fala de um estágio imediatamente anterior ao que você discute aqui. O estágio final do relacionamento, quando ambos já sabem que acabou, quando não se tem mais o que conversar, as coisas já desandaram… mas ninguém tem coragem de admitir e colocar um ponto final, e segue insistindo em máscaras… O nome é This mascarade, e o link: http://www.youtube.com/watch?v=T8eXCdjdSHE

    E pra terminar… Para quem quer sair do buraco e aprender a dar risada da situação, recomendo um livro chamado “Dando a volta por baixo: da vida após o casamento – ou Manual para separaçôes”, Ivan Vellasco, editora Record.

    Beijos,
    Deb.

  • Fred

    foda é quando tu te engata numa mulher e tudo acaba antes de começar e tu fica remoendo aquilo que não aconteceu, o que poderia ter acontecido.

    outra coisa que doi é quando tu descobre que a mina ta dando pra outro cara, isso é foda…

  • Anônimo

    Muito bom!
    já fiz exatamente tudo oq vc descreveu,mas, depois de um tempo a gente acaba acordando e deixando a vida seguir, liberando o outro e se libertando tbm!

  • Anônimo

    Muito bom!
    já fiz exatamente tudo oq vc descreveu,mas, depois de um tempo a gente acaba acordando e deixando a vida seguir, liberando o outro e se libertando tbm!

  • http://pulse.yahoo.com/_UURCROPNSW7L2BV5NVZ2FVY2ZY Gabriela

    Adorei o texto! Me identifiquei de verdade,pois é a minha fase atual! Saí de um namoro de 3 anos e achava que meu ex era o “homem da minha vida”.Me fechei em relação a outras pessoas e possibilidades! Fiquei meio que “empurrando com a barriga” até não dar mais! Hoje me arrependo e resolvi me concentrar em mim mesma! E o resto é consequência!

  • http://www.facebook.com/JussaniaBrunismann Jussânia Brunismann

    Passo por isso no momento….o mais complicado é que ainda estou apaixonada. Mas quero saber, o que se faz quando se é obrigada a conviver com essa pessoa? Como se desligar se vocês se veêm sempre e ainda tem notícias da vida amorosa do outro mesmo sem querer!!!

  • Rodrigo

    Mais um otimo texto Luciano

  • http://www.facebook.com/people/Altino-Moura-Jr/100000290586453 Altino Moura Jr.

    Show de bola… Também acho que nós criamos alguns de nossos sofrimentos…
    É como dizem: “Não há nada que não possa piorar, assim como, Não há mal que dure para sempre…”
    Negada, Levanta….Sacode a Poeira e Dá a volta por cima.

  • http://www.facebook.com/people/Altino-Moura-Jr/100000290586453 Altino Moura Jr.

    Show de bola… Também acho que nós criamos alguns de nossos sofrimentos…
    É como dizem: “Não há nada que não possa piorar, assim como, Não há mal que dure para sempre…”
    Negada, Levanta….Sacode a Poeira e Dá a volta por cima.

  • Luana Duque

    Adoro ler os seus textos.
    Me sinto cada vez mais livre quando venho aqui e me deparo com tudo isso…

    Parabéns :)

  • HST

    Simplesmente animal esse artigo! falou tudo o que acontece na cabeça! parabens mesmo!

  • Evaldo

    Não é fácil admitir o fim de um relacionamento quando se tenta encontrar o “onde errei?” e essa resposta não aparece. Porém, temos mesmo de nos dar a chance e deixar nascer a oportunidade de um novo relacionamento e seguir sempre em frente.

    Muito obrigado Luciano, sempre mandando muito bem.

    Abraço a todos os leitores de PdH.

  • Gabriela André

    Luciano, parabéns pelo texto! Excelente!
    Tão dificil, dolorido e complicado quanto acabar um relacionamento ongo é mesmo sentindo que não dá mais, que não há mais alternativa ou esperança, não conseguir seguir em frente. Sabe-se lá por que, se por falta de coragem, por culpa de se sentir o responsável pelo fim e ceder às tentativas da outra pessoa, se por medo de seguir sozinho, sem aquela pessoa com quem você fez planos, cresceu, amadureceu, enfim, podem ser por diversos motivos que talvez nem tenham uma explicação muito lógica. O fato é que a gente sofre bem mais pelo medo de seguir em frente e não conseguir se desligar do passado do que pelo próprio fim da relação.
    Parabéns novamente!!!

  • Denìlson Lacerda

    Luciano, gracias, dos melhores artigos sobre o assunto que já li !!! Resta-me uma questão, como fazer com que esta clareza dos movimentos internos, esta clareza no nível do pensamento, possa descer ao coração, ao lugar de onde brotam as emoções de medo, tristeza, angustia? Direto faço a experiencia de saber de algo com a cabeça mas não com o corpo. Já passei meus bocados nessa senda… Abraço!  

  • http://www.facebook.com/people/Jean-Henrique-Wichinoski/1373617932 Jean Henrique Wichinoski

    Luciano, matou a pau esse texto… Realmente precisamos retirar as amarras que nos tornam grosseiros,egoistas e pessimistas que não nos deixa saborear a beleza e perfeição das inúmeras pérolas que existem no oceano…
    Um abraço.

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