A cilada do parto domiciliar

Mauricio Garcia

por
em às | Artigos e ensaios, Colunas, Corpo são, Dr. Health


Quero abordar desta vez um tema muito em voga atualmente, até associado a um certo romantismo por parte das gestantes, uma espécie de “volta aos bons tempos” de quando os bebês nasciam naturalmente, e em casa. Me refiro ao parto domiciliar e às chamadas casas de parto.

doutor2

Nosso doutor tem baixa tolerância a clichês e frases feitas

Cabe ressaltar que não se trata de uma discussão sobre parto normal x parto cesariano. Não quero discutir sobre vantagens de um, complicações de outro, apesar de já estar bem claro que o parto normal tem bem menos complicações que a cesariana.

Enfim, há uma tendência ao retorno do trabalho das “parteiras”, ou então das chamadas casas de parto, apenas com o auxílio de uma enfermeira obstétrica. Leia-se, sem a supervisão de um médico.

Não se trata de “querer defender o filão dos obstetras” (coisa que nem sou, aliás) ou querer prejudicar outros profissionais da área de saúde, mas o parto sem assistência médica especializada é de uma irresponsabilidade sem precedentes.

Provo meu raciocínio a seguir

A literatura mostra que 80-85% dos partos normais ocorrem sem anormalidades, e até por isso a humanidade pôde chegar até aqui. Nestes casos, a criança nascerá até sozinha. Com a presença de um profissional de enfermagem bem treinado, reduz-se bastante o sofrimento de  mãe e feto em relação ao parto sem assistência nenhuma. Até aí tudo bem. É uma forma de humanizar o processo, tão mecanizado nos dias de hoje.

Contudo, quem se ligou nos números deve estar perguntando: “Mas e os outros 15-20% ?”

Justamente aí está a cilada do parto domiciliar. São taxas de complicações que tornam imprescindível a presença de um médico, fato que não acontece no parto domiciliar. E se a logística de uma casa de parto for boa, esta se localizará próxima a um hospital. E mesmo assim não é o ideal.

Uma questão que leva gestantes a procurar alternativas ao parto em hospitais, é a aparente frieza destes e dos obstetras. Muitos obstetras acabam superindicando cesarianas por conveniência própria (ou outro$ fin$ meno$ nobre$). Além disso, procedimentos como a anestesia, tricotomia (raspagem dos pêlos) a episiotomia (corte na parede vaginal para facilitar a saída do bebê) são de rotina quando da admissão da gestante em ambiente hospitalar.

Na casa de parto, inegavelmente há um calor humano maior, maior naturalidade no processo, inclusive todo uma preparação para o evento. Mas e caso ocorram eventualidades? Muitas vezes não dá tempo de remover a gestante, se o parto for domiciliar então, complica de vez. Isto pode custar uma vida. Isto pode causar seqüelas irreversíveis na criança. Aliás, pode custar até duas vidas, mãe e bebê.

O que pode dar errado num parto normal?

Alguns problemas que requerem intervenção adequada.

baby-tarzan

Nascer na selva é lindo, mas essa cobertinha veio da Tok Stok

- Apresentação pélvica : A criança, ao invés de sair com a cabeça primeiro, sai com o bumbum primeiro. Pode ocorrer da cabeça entalar na pelve, e isto pode requerer manobras específicas para retirada da cabeça, bem como uma cesariana de urgência. A perda de tempo significa falta de oxigênio no cérebro da criança, o que leva primeiro a um quadro de paralisia cerebral, e se prolongado, ao óbito.

- Descolamento prematuro de placenta : Pode precipitar o parto tanto como ocorrer durante. Causa hemorragia profusa, com sofrimento fetal agudo, e pode matar a mãe tanto de choque hipovolêmico (ela precisará de uma transfusão e de um CTI, provavelmente) como de problemas de coagulação, e nestes casos, se o sangue não coagular, estará indicada uma histerectomia (retirada do útero) de urgência.

- Dor incontrolável : Que o parto dói, todo mundo sabe. Porém há casos mais graves, que necessitam de controle feito por anestesista. As pessoas têm limites de tolerância diferentes, e a supervisão por profissional anestesiologista é fundamental.

- Cuidados com o recém-nato : Num parto realizado em hospital, logo após a saída do bebê, este é levado a uma espécie de incubadora, onde um pediatra presta a primeira assistência, avaliando as condições respiratórias e cardíacas do bebê.

10% dos recém-natos precisam de algum procedimento específico para iniciar a respiração, e 1% de medidas bastante agressivas para sobreviver. Muitas vezes, o tempo que se tem é de SEGUNDOS, de diferença entre vida e morte.

Implicações legais e práticas

A Agência Nacional de Saúde lançou um novo rol de procedimentos e eventos que fere a legislação vigente, ao permitir a cobertura dos planos de saúde aos partos feitos exclusivamente por enfermeira obstétrica.

Qualquer profissional sabe que um parto mesmo classificado como de baixo risco, pode se tornar subitamente uma emergência que exige profissionais médicos experientes e todo um aparato específico, coisa que só um hospital bem equipado pode fornecer.

Segundo determinação do Conselho Federal de Medicina, o médico não pode emitir declaração de óbito nos casos em que houve atuação de profissional não-médico. Cria-se um sofrimento a mais para a família de um eventual recém-nato morto, pois obrigatoriamente, o corpo vai para o IML.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) assegura o atendimento médico aos recém-nascidos. Desta forma, a conseqüência da medida da ANS é deixar mãe e filho em situações de risco.

Em números

Até meados do século passado, no tempo das parteiras em casa, morriam 150 mulheres a cada 100 mil partos com bebês nascidos vivos.

Nas últimas décadas, graças à melhoria de condições hospitalares e ganho de conhecimento tecnológico, tal índice caiu para 51 a cada 100 mil. Número ainda alto perto do recomendado pela ONU (mais que o dobro), porém significa a preservação de milhares de vidas. Ignorar tais benefícios é um retrocesso inaceitável, que coloca gestantes e recém-nascidos em situação de risco.

Concluindo

A imensa maioria dos partos não causa problemas. Porém, não cabe falar em gestação de baixo risco, pois uma destas pode se tornar de alto risco em questão de segundos.

O intento deste texto não é diminuir ou denegrir a participação de demais profissionais da área de saúde quanto da humanização do parto, porém, a ausência de um aparato específico pode custar vidas. Risco que definitivamente não vale a pena correr, 15 a 20% pode não parecer muito, mas em se tratando de um país com alta taxa de natalidade como o nosso, isto significa milhares de vidas em risco.

Dr Health, que se arrepende de não ter feito nenhum parto na faculdade, pois havia escolhido a ortopedia muito cedo e focou sua formação nela. Deve ser um momento inenarrável.

Mauricio Garcia

Flamenguista ortodoxo, toca bateria e ama cerveja e mulher (nessa ordem). Nas horas vagas, é médico e o nosso grande Dr. Health.


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  • http://www.espelhando.com.br/ Thiago

    Melhor é o parto normal, no hospital, com tudo bonitinho e tal e etc. :D

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  • Lourenço

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  • Lourenço

    O corte nas laterais da vagina é reversível?
    Já pensou?!
    Deve ficar uma gaveta. Pelo menos serve para levar vários celulares de uma vez pra prisão.

  • Lourenço

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  • http://www.proveisso.net/ Johnny C

    ih Health, relaxa… mais dia menos dia você vê o parto de um filho teu e aposto que vai ser mais inenarrável do que ver o de outra pessoa na faculdade rs…

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  • http://geradorii.com/ Ewaldy Marengo

    Aparelhagem pode evitar muito sufoco. Meu filho ia nascer de parto normal. Já estávamos no hospital e ainda teria pelo menos mais 1 hora até ele nascer. Foi feito um ultrasson para verificar se estav tudo bem mesmo, e ele estava com o braço erguido (do lado da cabeça, tipo superman) o que impossibilitaria um parto normal. Imagina se não tivessem visto isso a tempo? Tentariam um parto normal, e de última hora teriam que mudar os planos. Desse jeito deu para conversar com minha namorada, decidiram por cesárea e foi tudo perfeito.

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  • Dr Health

    Lourenço, faz-se um corte para facilitar a passagem da criança, e assim que esta passa, é feita uma sutura. A evolução costuma ser favorável, mas aqui mesmo na coluna já respondi uma dúvida sobre complicação de episiotomia

  • Dr Health

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  • http://nodoadouniverso.wordpress.com/ Bruno Pedrassani

    Bom, acho que não é tão radical assim. Se alguém prefere fazer o parto em uma casa de parto, DEVE saber do risco, e se prefere correr, é uma escolha. Agora se não souber do risco e ainda sim preferir, é no mínimo, ignorância.

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  • http://true-luv.com/sugar Natalya

    Já leu o livro “nascer sorrindo” ou “nascer chorando” ? Mudei completamente meu jeito de ver esse fato de parto normal ou parto humanitário… é mto bom esse livro.

    Beijos!

  • http://true-luv.com/sugar Natalya

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  • Nati

    Legal este assunto aqui no papo de homem.
    Porque normalmente os pais só viram PAIS mesmo quando a criança nasce, e a ficha cai..

    Um pai que participa de tudo, desde o inicio e apoia a mãe nas escolhas e decisões com certeza merece muita consideração.

    Parabéns pela iniciativa.

    Quanto ao assunto, acho que o ideal seria as maternidades mesmo. Local onde só ocorrem partos, porém com toda estrutura de um hospital, com UTI e CTI inclusive.

    Grávida não é doente para estar em hospital. Mas como a quantidade de maternidades é reduzida, o hospital fica sendo a melhor escolha mesmo. Antes prevenir que remediar!!!

    =D

  • Nati

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  • http://chadehortela.com.br/ Liliana

    Concordo.
    Parto só em hospital com UTI de Adultos E de Neonatos.
    Tem muita maternidade por aí que nem UTI decente tem.
    Sou médica, já fiz partos na faculdade e já vi quanta merda pode dar. Por isso posso dizer com tranquilidade: parto só em lugar que tem centro cirúrgico bem equipado e UTI para mãe E filho.
    Nos dias de hoje, correr riscos desnecessários é inaceitável.

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    Tem muita maternidade por aí que nem UTI decente tem.
    Sou médica, já fiz partos na faculdade e já vi quanta merda pode dar. Por isso posso dizer com tranquilidade: parto só em lugar que tem centro cirúrgico bem equipado e UTI para mãe E filho.
    Nos dias de hoje, correr riscos desnecessários é inaceitável.

  • http://chadehortela.com.br/ Liliana

    Concordo.
    Parto só em hospital com UTI de Adultos E de Neonatos.
    Tem muita maternidade por aí que nem UTI decente tem.
    Sou médica, já fiz partos na faculdade e já vi quanta merda pode dar. Por isso posso dizer com tranquilidade: parto só em lugar que tem centro cirúrgico bem equipado e UTI para mãe E filho.
    Nos dias de hoje, correr riscos desnecessários é inaceitável.

  • http://chadehortela.com.br Liliana

    Concordo.
    Parto só em hospital com UTI de Adultos E de Neonatos.
    Tem muita maternidade por aí que nem UTI decente tem.
    Sou médica, já fiz partos na faculdade e já vi quanta merda pode dar. Por isso posso dizer com tranquilidade: parto só em lugar que tem centro cirúrgico bem equipado e UTI para mãe E filho.
    Nos dias de hoje, correr riscos desnecessários é inaceitável.

  • http://www.papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    Maurício, tô assustado com a sua capacidade telepática! Passei o feriado todo pensando em escrever uma pergunta sobre isso para você! Muito foda…

    Bom, achei seu artigo fantástico. Ainda mais porque descobri que enfim, deixarei meu legado genético para a humanidade! O Thiago Campi II está por vir! Estou brincando, nem dá para saber o sexo ainda.

    Tudo muito bonito, fiquei muito feliz, contente…enfim, me senti uma criança à espera do papai noel às vésperas do natal. Entretanto, bastaram os primeiros contatos com a obstetra para começar a ferver o sangue. Por experiência própria e também de alguns amigos e amigas com quem conversei, fica nítida a posição geral de realizar a cesariana. A ética foi para o vinagre e me parece que vai ser muito difíl arrumar um médico de convênio que esteja empenhado em realizar o parto normal. Minha esposa ouviu coisas do tipo: “a cesariana é um procedimento mais controlado que envolve menos riscos”. Maurício, eu não sou médico. Sou engenheiro, e portanto, não sou tão estúpido e não acho difícil concluir que em CONDIÇÕES NORMAIS, considerar uma CIRURGIA um procedimento menos arriscado do que o procedimento natural é conversa para boi dormir, não?

    Fora as duas mil condições para realização do parto normal, tipo: “se o bebê estiver com mais de 3,2Kg, eu não faço”. Daqui há pouco, se a lua estiver minguante também não vai dar pra fazer…

    Óbvio que se a conversa continuar dessa maneira, irei em busca de outros médicos, mesmo com todo mundo que eu conheço me dizendo que nenhum vai topar. É isso ou então deixar as calças num médico “particular”. Ainda não conheci a fulana, mas em breve terei a oportunidade de encontrá-la e conversar melhor sobre o assunto juntamente com a minha esposa.

    Entendo que numa cesariana, o médico marca a cirurgia para as 11h e termina as 12h, ao passo que num parto normal ele pode “perder” 4, 6, 8, 12 horas…o dia todo. Fora as consultas que ele deixará de realizar. Mas calma lá, né? Viramos uma pedaço de carne pendurado no gancho do açougue? É deprimente…realmente é algo extremamente frio, o que me incomoda muito, afinal, se o médico opera duas dúzias de mulheres por mês, a minha é uma só e deve ser tratada com um mínimo de humanidade. Claro que se exisitir o mínimo risco de se realizar o parto normal, eu serei o primeiro a incentivar a cesariana. Entretanto, logo de cara tentar enfiar a cirurgia guela abaixo, como se fosse “a melhor opção” é de querer dar um murro no olho: primeiro pela falta de ética, segundo por achar que todo mundo é idiota.

    Sei que você é ortopedista, mas já deve ter discutido muuuuuuuuuuito sobre o assunto. Será que é implicância minha ou as coisas estão realmente desse jeito que me parecem?

    Um abraço e mais uma vez parabéns pelo artigo!

  • http://www.papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    Maurício, tô assustado com a sua capacidade telepática! Passei o feriado todo pensando em escrever uma pergunta sobre isso para você! Muito foda…

    Bom, achei seu artigo fantástico. Ainda mais porque descobri que enfim, deixarei meu legado genético para a humanidade! O Thiago Campi II está por vir! Estou brincando, nem dá para saber o sexo ainda.

    Tudo muito bonito, fiquei muito feliz, contente…enfim, me senti uma criança à espera do papai noel às vésperas do natal. Entretanto, bastaram os primeiros contatos com a obstetra para começar a ferver o sangue. Por experiência própria e também de alguns amigos e amigas com quem conversei, fica nítida a posição geral de realizar a cesariana. A ética foi para o vinagre e me parece que vai ser muito difíl arrumar um médico de convênio que esteja empenhado em realizar o parto normal. Minha esposa ouviu coisas do tipo: “a cesariana é um procedimento mais controlado que envolve menos riscos”. Maurício, eu não sou médico. Sou engenheiro, e portanto, não sou tão estúpido e não acho difícil concluir que em CONDIÇÕES NORMAIS, considerar uma CIRURGIA um procedimento menos arriscado do que o procedimento natural é conversa para boi dormir, não?

    Fora as duas mil condições para realização do parto normal, tipo: “se o bebê estiver com mais de 3,2Kg, eu não faço”. Daqui há pouco, se a lua estiver minguante também não vai dar pra fazer…

    Óbvio que se a conversa continuar dessa maneira, irei em busca de outros médicos, mesmo com todo mundo que eu conheço me dizendo que nenhum vai topar. É isso ou então deixar as calças num médico “particular”. Ainda não conheci a fulana, mas em breve terei a oportunidade de encontrá-la e conversar melhor sobre o assunto juntamente com a minha esposa.

    Entendo que numa cesariana, o médico marca a cirurgia para as 11h e termina as 12h, ao passo que num parto normal ele pode “perder” 4, 6, 8, 12 horas…o dia todo. Fora as consultas que ele deixará de realizar. Mas calma lá, né? Viramos uma pedaço de carne pendurado no gancho do açougue? É deprimente…realmente é algo extremamente frio, o que me incomoda muito, afinal, se o médico opera duas dúzias de mulheres por mês, a minha é uma só e deve ser tratada com um mínimo de humanidade. Claro que se exisitir o mínimo risco de se realizar o parto normal, eu serei o primeiro a incentivar a cesariana. Entretanto, logo de cara tentar enfiar a cirurgia guela abaixo, como se fosse “a melhor opção” é de querer dar um murro no olho: primeiro pela falta de ética, segundo por achar que todo mundo é idiota.

    Sei que você é ortopedista, mas já deve ter discutido muuuuuuuuuuito sobre o assunto. Será que é implicância minha ou as coisas estão realmente desse jeito que me parecem?

    Um abraço e mais uma vez parabéns pelo artigo!

  • http://www.papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    Maurício, tô assustado com a sua capacidade telepática! Passei o feriado todo pensando em escrever uma pergunta sobre isso para você! Muito foda…

    Bom, achei seu artigo fantástico. Ainda mais porque descobri que enfim, deixarei meu legado genético para a humanidade! O Thiago Campi II está por vir! Estou brincando, nem dá para saber o sexo ainda.

    Tudo muito bonito, fiquei muito feliz, contente…enfim, me senti uma criança à espera do papai noel às vésperas do natal. Entretanto, bastaram os primeiros contatos com a obstetra para começar a ferver o sangue. Por experiência própria e também de alguns amigos e amigas com quem conversei, fica nítida a posição geral de realizar a cesariana. A ética foi para o vinagre e me parece que vai ser muito difíl arrumar um médico de convênio que esteja empenhado em realizar o parto normal. Minha esposa ouviu coisas do tipo: “a cesariana é um procedimento mais controlado que envolve menos riscos”. Maurício, eu não sou médico. Sou engenheiro, e portanto, não sou tão estúpido e não acho difícil concluir que em CONDIÇÕES NORMAIS, considerar uma CIRURGIA um procedimento menos arriscado do que o procedimento natural é conversa para boi dormir, não?

    Fora as duas mil condições para realização do parto normal, tipo: “se o bebê estiver com mais de 3,2Kg, eu não faço”. Daqui há pouco, se a lua estiver minguante também não vai dar pra fazer…

    Óbvio que se a conversa continuar dessa maneira, irei em busca de outros médicos, mesmo com todo mundo que eu conheço me dizendo que nenhum vai topar. É isso ou então deixar as calças num médico “particular”. Ainda não conheci a fulana, mas em breve terei a oportunidade de encontrá-la e conversar melhor sobre o assunto juntamente com a minha esposa.

    Entendo que numa cesariana, o médico marca a cirurgia para as 11h e termina as 12h, ao passo que num parto normal ele pode “perder” 4, 6, 8, 12 horas…o dia todo. Fora as consultas que ele deixará de realizar. Mas calma lá, né? Viramos uma pedaço de carne pendurado no gancho do açougue? É deprimente…realmente é algo extremamente frio, o que me incomoda muito, afinal, se o médico opera duas dúzias de mulheres por mês, a minha é uma só e deve ser tratada com um mínimo de humanidade. Claro que se exisitir o mínimo risco de se realizar o parto normal, eu serei o primeiro a incentivar a cesariana. Entretanto, logo de cara tentar enfiar a cirurgia guela abaixo, como se fosse “a melhor opção” é de querer dar um murro no olho: primeiro pela falta de ética, segundo por achar que todo mundo é idiota.

    Sei que você é ortopedista, mas já deve ter discutido muuuuuuuuuuito sobre o assunto. Será que é implicância minha ou as coisas estão realmente desse jeito que me parecem?

    Um abraço e mais uma vez parabéns pelo artigo!

  • http://www.papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    Maurício, tô assustado com a sua capacidade telepática! Passei o feriado todo pensando em escrever uma pergunta sobre isso para você! Muito foda…

    Bom, achei seu artigo fantástico. Ainda mais porque descobri que enfim, deixarei meu legado genético para a humanidade! O Thiago Campi II está por vir! Estou brincando, nem dá para saber o sexo ainda.

    Tudo muito bonito, fiquei muito feliz, contente…enfim, me senti uma criança à espera do papai noel às vésperas do natal. Entretanto, bastaram os primeiros contatos com a obstetra para começar a ferver o sangue. Por experiência própria e também de alguns amigos e amigas com quem conversei, fica nítida a posição geral de realizar a cesariana. A ética foi para o vinagre e me parece que vai ser muito difíl arrumar um médico de convênio que esteja empenhado em realizar o parto normal. Minha esposa ouviu coisas do tipo: “a cesariana é um procedimento mais controlado que envolve menos riscos”. Maurício, eu não sou médico. Sou engenheiro, e portanto, não sou tão estúpido e não acho difícil concluir que em CONDIÇÕES NORMAIS, considerar uma CIRURGIA um procedimento menos arriscado do que o procedimento natural é conversa para boi dormir, não?

    Fora as duas mil condições para realização do parto normal, tipo: “se o bebê estiver com mais de 3,2Kg, eu não faço”. Daqui há pouco, se a lua estiver minguante também não vai dar pra fazer…

    Óbvio que se a conversa continuar dessa maneira, irei em busca de outros médicos, mesmo com todo mundo que eu conheço me dizendo que nenhum vai topar. É isso ou então deixar as calças num médico “particular”. Ainda não conheci a fulana, mas em breve terei a oportunidade de encontrá-la e conversar melhor sobre o assunto juntamente com a minha esposa.

    Entendo que numa cesariana, o médico marca a cirurgia para as 11h e termina as 12h, ao passo que num parto normal ele pode “perder” 4, 6, 8, 12 horas…o dia todo. Fora as consultas que ele deixará de realizar. Mas calma lá, né? Viramos uma pedaço de carne pendurado no gancho do açougue? É deprimente…realmente é algo extremamente frio, o que me incomoda muito, afinal, se o médico opera duas dúzias de mulheres por mês, a minha é uma só e deve ser tratada com um mínimo de humanidade. Claro que se exisitir o mínimo risco de se realizar o parto normal, eu serei o primeiro a incentivar a cesariana. Entretanto, logo de cara tentar enfiar a cirurgia guela abaixo, como se fosse “a melhor opção” é de querer dar um murro no olho: primeiro pela falta de ética, segundo por achar que todo mundo é idiota.

    Sei que você é ortopedista, mas já deve ter discutido muuuuuuuuuuito sobre o assunto. Será que é implicância minha ou as coisas estão realmente desse jeito que me parecem?

    Um abraço e mais uma vez parabéns pelo artigo!

  • http://www.papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    Maurício, tô assustado com a sua capacidade telepática! Passei o feriado todo pensando em escrever uma pergunta sobre isso para você! Muito foda…

    Bom, achei seu artigo fantástico. Ainda mais porque descobri que enfim, deixarei meu legado genético para a humanidade! O Thiago Campi II está por vir! Estou brincando, nem dá para saber o sexo ainda.

    Tudo muito bonito, fiquei muito feliz, contente…enfim, me senti uma criança à espera do papai noel às vésperas do natal. Entretanto, bastaram os primeiros contatos com a obstetra para começar a ferver o sangue. Por experiência própria e também de alguns amigos e amigas com quem conversei, fica nítida a posição geral de realizar a cesariana. A ética foi para o vinagre e me parece que vai ser muito difíl arrumar um médico de convênio que esteja empenhado em realizar o parto normal. Minha esposa ouviu coisas do tipo: “a cesariana é um procedimento mais controlado que envolve menos riscos”. Maurício, eu não sou médico. Sou engenheiro, e portanto, não sou tão estúpido e não acho difícil concluir que em CONDIÇÕES NORMAIS, considerar uma CIRURGIA um procedimento menos arriscado do que o procedimento natural é conversa para boi dormir, não?

    Fora as duas mil condições para realização do parto normal, tipo: “se o bebê estiver com mais de 3,2Kg, eu não faço”. Daqui há pouco, se a lua estiver minguante também não vai dar pra fazer…

    Óbvio que se a conversa continuar dessa maneira, irei em busca de outros médicos, mesmo com todo mundo que eu conheço me dizendo que nenhum vai topar. É isso ou então deixar as calças num médico “particular”. Ainda não conheci a fulana, mas em breve terei a oportunidade de encontrá-la e conversar melhor sobre o assunto juntamente com a minha esposa.

    Entendo que numa cesariana, o médico marca a cirurgia para as 11h e termina as 12h, ao passo que num parto normal ele pode “perder” 4, 6, 8, 12 horas…o dia todo. Fora as consultas que ele deixará de realizar. Mas calma lá, né? Viramos uma pedaço de carne pendurado no gancho do açougue? É deprimente…realmente é algo extremamente frio, o que me incomoda muito, afinal, se o médico opera duas dúzias de mulheres por mês, a minha é uma só e deve ser tratada com um mínimo de humanidade. Claro que se exisitir o mínimo risco de se realizar o parto normal, eu serei o primeiro a incentivar a cesariana. Entretanto, logo de cara tentar enfiar a cirurgia guela abaixo, como se fosse “a melhor opção” é de querer dar um murro no olho: primeiro pela falta de ética, segundo por achar que todo mundo é idiota.

    Sei que você é ortopedista, mas já deve ter discutido muuuuuuuuuuito sobre o assunto. Será que é implicância minha ou as coisas estão realmente desse jeito que me parecem?

    Um abraço e mais uma vez parabéns pelo artigo!

  • http://www.papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    Maurício, tô assustado com a sua capacidade telepática! Passei o feriado todo pensando em escrever uma pergunta sobre isso para você! Muito foda…

    Bom, achei seu artigo fantástico. Ainda mais porque descobri que enfim, deixarei meu legado genético para a humanidade! O Thiago Campi II está por vir! Estou brincando, nem dá para saber o sexo ainda.

    Tudo muito bonito, fiquei muito feliz, contente…enfim, me senti uma criança à espera do papai noel às vésperas do natal. Entretanto, bastaram os primeiros contatos com a obstetra para começar a ferver o sangue. Por experiência própria e também de alguns amigos e amigas com quem conversei, fica nítida a posição geral de realizar a cesariana. A ética foi para o vinagre e me parece que vai ser muito difíl arrumar um médico de convênio que esteja empenhado em realizar o parto normal. Minha esposa ouviu coisas do tipo: “a cesariana é um procedimento mais controlado que envolve menos riscos”. Maurício, eu não sou médico. Sou engenheiro, e portanto, não sou tão estúpido e não acho difícil concluir que em CONDIÇÕES NORMAIS, considerar uma CIRURGIA um procedimento menos arriscado do que o procedimento natural é conversa para boi dormir, não?

    Fora as duas mil condições para realização do parto normal, tipo: “se o bebê estiver com mais de 3,2Kg, eu não faço”. Daqui há pouco, se a lua estiver minguante também não vai dar pra fazer…

    Óbvio que se a conversa continuar dessa maneira, irei em busca de outros médicos, mesmo com todo mundo que eu conheço me dizendo que nenhum vai topar. É isso ou então deixar as calças num médico “particular”. Ainda não conheci a fulana, mas em breve terei a oportunidade de encontrá-la e conversar melhor sobre o assunto juntamente com a minha esposa.

    Entendo que numa cesariana, o médico marca a cirurgia para as 11h e termina as 12h, ao passo que num parto normal ele pode “perder” 4, 6, 8, 12 horas…o dia todo. Fora as consultas que ele deixará de realizar. Mas calma lá, né? Viramos uma pedaço de carne pendurado no gancho do açougue? É deprimente…realmente é algo extremamente frio, o que me incomoda muito, afinal, se o médico opera duas dúzias de mulheres por mês, a minha é uma só e deve ser tratada com um mínimo de humanidade. Claro que se exisitir o mínimo risco de se realizar o parto normal, eu serei o primeiro a incentivar a cesariana. Entretanto, logo de cara tentar enfiar a cirurgia guela abaixo, como se fosse “a melhor opção” é de querer dar um murro no olho: primeiro pela falta de ética, segundo por achar que todo mundo é idiota.

    Sei que você é ortopedista, mas já deve ter discutido muuuuuuuuuuito sobre o assunto. Será que é implicância minha ou as coisas estão realmente desse jeito que me parecem?

    Um abraço e mais uma vez parabéns pelo artigo!

  • http://www.papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    Maurício, tô assustado com a sua capacidade telepática! Passei o feriado todo pensando em escrever uma pergunta sobre isso para você! Muito foda…

    Bom, achei seu artigo fantástico. Ainda mais porque descobri que enfim, deixarei meu legado genético para a humanidade! O Thiago Campi II está por vir! Estou brincando, nem dá para saber o sexo ainda.

    Tudo muito bonito, fiquei muito feliz, contente…enfim, me senti uma criança à espera do papai noel às vésperas do natal. Entretanto, bastaram os primeiros contatos com a obstetra para começar a ferver o sangue. Por experiência própria e também de alguns amigos e amigas com quem conversei, fica nítida a posição geral de realizar a cesariana. A ética foi para o vinagre e me parece que vai ser muito difíl arrumar um médico de convênio que esteja empenhado em realizar o parto normal. Minha esposa ouviu coisas do tipo: “a cesariana é um procedimento mais controlado que envolve menos riscos”. Maurício, eu não sou médico. Sou engenheiro, e portanto, não sou tão estúpido e não acho difícil concluir que em CONDIÇÕES NORMAIS, considerar uma CIRURGIA um procedimento menos arriscado do que o procedimento natural é conversa para boi dormir, não?

    Fora as duas mil condições para realização do parto normal, tipo: “se o bebê estiver com mais de 3,2Kg, eu não faço”. Daqui há pouco, se a lua estiver minguante também não vai dar pra fazer…

    Óbvio que se a conversa continuar dessa maneira, irei em busca de outros médicos, mesmo com todo mundo que eu conheço me dizendo que nenhum vai topar. É isso ou então deixar as calças num médico “particular”. Ainda não conheci a fulana, mas em breve terei a oportunidade de encontrá-la e conversar melhor sobre o assunto juntamente com a minha esposa.

    Entendo que numa cesariana, o médico marca a cirurgia para as 11h e termina as 12h, ao passo que num parto normal ele pode “perder” 4, 6, 8, 12 horas…o dia todo. Fora as consultas que ele deixará de realizar. Mas calma lá, né? Viramos uma pedaço de carne pendurado no gancho do açougue? É deprimente…realmente é algo extremamente frio, o que me incomoda muito, afinal, se o médico opera duas dúzias de mulheres por mês, a minha é uma só e deve ser tratada com um mínimo de humanidade. Claro que se exisitir o mínimo risco de se realizar o parto normal, eu serei o primeiro a incentivar a cesariana. Entretanto, logo de cara tentar enfiar a cirurgia guela abaixo, como se fosse “a melhor opção” é de querer dar um murro no olho: primeiro pela falta de ética, segundo por achar que todo mundo é idiota.

    Sei que você é ortopedista, mas já deve ter discutido muuuuuuuuuuito sobre o assunto. Será que é implicância minha ou as coisas estão realmente desse jeito que me parecem?

    Um abraço e mais uma vez parabéns pelo artigo!

  • http://thycurse.spaces.live.com/blog Maldito

    Se fosse meu filho, eu não ia querer que ele corresse vinte por cento de chances de morrer… nem de ter seqüelas…

    Pergunta: DR., médicos são proibidos nessas tais casas de parto?

  • http://thycurse.spaces.live.com/blog Maldito

    Se fosse meu filho, eu não ia querer que ele corresse vinte por cento de chances de morrer… nem de ter seqüelas…

    Pergunta: DR., médicos são proibidos nessas tais casas de parto?

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    Se fosse meu filho, eu não ia querer que ele corresse vinte por cento de chances de morrer… nem de ter seqüelas…

    Pergunta: DR., médicos são proibidos nessas tais casas de parto?

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    Se fosse meu filho, eu não ia querer que ele corresse vinte por cento de chances de morrer… nem de ter seqüelas…

    Pergunta: DR., médicos são proibidos nessas tais casas de parto?

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    Se fosse meu filho, eu não ia querer que ele corresse vinte por cento de chances de morrer… nem de ter seqüelas…

    Pergunta: DR., médicos são proibidos nessas tais casas de parto?

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    Se fosse meu filho, eu não ia querer que ele corresse vinte por cento de chances de morrer… nem de ter seqüelas…

    Pergunta: DR., médicos são proibidos nessas tais casas de parto?

  • http://thycurse.spaces.live.com/blog Maldito

    Eeeeeiiiiiiii, eu sabia que tinha alguma coisa que não batia aí quando eu li…
    Aqui você disse: o parto normal tem bem menos complicações que a cesariana., mas neste outro artigo, você disse “Dr Health, que nasceu de parto cesáreo justamente por sua mãe ser médica e morrer de medo dessas complicações do parto normal.”.
    Como assim?

  • http://thycurse.spaces.live.com/blog Maldito

    Eeeeeiiiiiiii, eu sabia que tinha alguma coisa que não batia aí quando eu li…
    Aqui você disse: o parto normal tem bem menos complicações que a cesariana., mas neste outro artigo, você disse “Dr Health, que nasceu de parto cesáreo justamente por sua mãe ser médica e morrer de medo dessas complicações do parto normal.”.
    Como assim?

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    Eeeeeiiiiiiii, eu sabia que tinha alguma coisa que não batia aí quando eu li…
    Aqui você disse: o parto normal tem bem menos complicações que a cesariana., mas neste outro artigo, você disse “Dr Health, que nasceu de parto cesáreo justamente por sua mãe ser médica e morrer de medo dessas complicações do parto normal.”.
    Como assim?

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    Aqui você disse: o parto normal tem bem menos complicações que a cesariana., mas neste outro artigo, você disse “Dr Health, que nasceu de parto cesáreo justamente por sua mãe ser médica e morrer de medo dessas complicações do parto normal.”.
    Como assim?

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    Eeeeeiiiiiiii, eu sabia que tinha alguma coisa que não batia aí quando eu li…
    Aqui você disse: o parto normal tem bem menos complicações que a cesariana., mas neste outro artigo, você disse “Dr Health, que nasceu de parto cesáreo justamente por sua mãe ser médica e morrer de medo dessas complicações do parto normal.”.
    Como assim?

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    Eeeeeiiiiiiii, eu sabia que tinha alguma coisa que não batia aí quando eu li…
    Aqui você disse: o parto normal tem bem menos complicações que a cesariana., mas neste outro artigo, você disse “Dr Health, que nasceu de parto cesáreo justamente por sua mãe ser médica e morrer de medo dessas complicações do parto normal.”.
    Como assim?

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    Eeeeeiiiiiiii, eu sabia que tinha alguma coisa que não batia aí quando eu li…
    Aqui você disse: o parto normal tem bem menos complicações que a cesariana., mas neste outro artigo, você disse “Dr Health, que nasceu de parto cesáreo justamente por sua mãe ser médica e morrer de medo dessas complicações do parto normal.”.
    Como assim?

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    Eeeeeiiiiiiii, eu sabia que tinha alguma coisa que não batia aí quando eu li…
    Aqui você disse: o parto normal tem bem menos complicações que a cesariana., mas neste outro artigo, você disse “Dr Health, que nasceu de parto cesáreo justamente por sua mãe ser médica e morrer de medo dessas complicações do parto normal.”.
    Como assim?

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    Eeeeeiiiiiiii, eu sabia que tinha alguma coisa que não batia aí quando eu li…
    Aqui você disse: o parto normal tem bem menos complicações que a cesariana., mas neste outro artigo, você disse “Dr Health, que nasceu de parto cesáreo justamente por sua mãe ser médica e morrer de medo dessas complicações do parto normal.”.
    Como assim?

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    Eeeeeiiiiiiii, eu sabia que tinha alguma coisa que não batia aí quando eu li…
    Aqui você disse: o parto normal tem bem menos complicações que a cesariana., mas neste outro artigo, você disse “Dr Health, que nasceu de parto cesáreo justamente por sua mãe ser médica e morrer de medo dessas complicações do parto normal.”.
    Como assim?

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Nenhuma novidade, Maldito. O artigo atual é opinião minha. Eu ter nascido de cesárea é opinião da minha mãe. Partindo da premissa que somos dois seres humanos diferentes, não vejo pq a surpresa tua. Aliás, palavras dela : “Rasgar minha xoxota ??? Tô fora !!!” (Sim, Dra Minha Mãe é um ser desbocado). Ela preferiu a cesariana com todos os riscos. Não, os médicos não são proibidos, mas também não são contratados para isso.

    Nati, só pra registrar : Eu adoro esse sorriso da tua foto !!! Sério !!
    Thiago, primeiro parabéns pelo seu herdeiro. Vc captou muito da essência. O mundo é capitalista, e chega um ponto na carreira de um médico que ele prefere priorizar a comodidade. Eu mesmo estou nesse ponto, só procuro cirurgias que não vão me aporrinhar, evitando as emergências e as cracas. Pra isso tem gente mais nova e com mais disposição. Apesar de a cesariana ter mais complicações que o parto normal, justamente pela comodidade e por tais complicações mesmo assim serem em baixas taxas, acaba sendo a opção de muitos obstetras. Nessas 12 horas que ele está esperando um parto normal, pode faturar 3 cesarianas sem muito esforço. Por se tratar de um procedimento eletivo (ou seja, não urgente), o médico tem o direito de encaminhar o paciente a outro colega.

    Sabe um grande paradoxo da Medicina ? Ética não paga imposto de renda. É foda, pq se pagasse, tudo estaria resolvido !!! Vc tenta não sucumbir aos vieses do sistema, mas se não o faz, acaba pobre/trabalhando de graça/frustrado. Amor pela Medicina ? Até acredito. Mas acaba no primeiro processo (ainda que o médico não tenha culpa, complicações acontecem e nem sempre o paciente entende isso) ou aporrinhação, laudo pra INSS e outras encheções de saco. E essas aporrinhações são tantas que o pragmatismo acaba te dominando. É foda, cara. Eu reconheço que era um cara bem mais “coração mole” antes de ser médico. PQP !!! Mas, vida que segue.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Nenhuma novidade, Maldito. O artigo atual é opinião minha. Eu ter nascido de cesárea é opinião da minha mãe. Partindo da premissa que somos dois seres humanos diferentes, não vejo pq a surpresa tua. Aliás, palavras dela : “Rasgar minha xoxota ??? Tô fora !!!” (Sim, Dra Minha Mãe é um ser desbocado). Ela preferiu a cesariana com todos os riscos. Não, os médicos não são proibidos, mas também não são contratados para isso.

    Nati, só pra registrar : Eu adoro esse sorriso da tua foto !!! Sério !!
    Thiago, primeiro parabéns pelo seu herdeiro. Vc captou muito da essência. O mundo é capitalista, e chega um ponto na carreira de um médico que ele prefere priorizar a comodidade. Eu mesmo estou nesse ponto, só procuro cirurgias que não vão me aporrinhar, evitando as emergências e as cracas. Pra isso tem gente mais nova e com mais disposição. Apesar de a cesariana ter mais complicações que o parto normal, justamente pela comodidade e por tais complicações mesmo assim serem em baixas taxas, acaba sendo a opção de muitos obstetras. Nessas 12 horas que ele está esperando um parto normal, pode faturar 3 cesarianas sem muito esforço. Por se tratar de um procedimento eletivo (ou seja, não urgente), o médico tem o direito de encaminhar o paciente a outro colega.

    Sabe um grande paradoxo da Medicina ? Ética não paga imposto de renda. É foda, pq se pagasse, tudo estaria resolvido !!! Vc tenta não sucumbir aos vieses do sistema, mas se não o faz, acaba pobre/trabalhando de graça/frustrado. Amor pela Medicina ? Até acredito. Mas acaba no primeiro processo (ainda que o médico não tenha culpa, complicações acontecem e nem sempre o paciente entende isso) ou aporrinhação, laudo pra INSS e outras encheções de saco. E essas aporrinhações são tantas que o pragmatismo acaba te dominando. É foda, cara. Eu reconheço que era um cara bem mais “coração mole” antes de ser médico. PQP !!! Mas, vida que segue.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Nenhuma novidade, Maldito. O artigo atual é opinião minha. Eu ter nascido de cesárea é opinião da minha mãe. Partindo da premissa que somos dois seres humanos diferentes, não vejo pq a surpresa tua. Aliás, palavras dela : “Rasgar minha xoxota ??? Tô fora !!!” (Sim, Dra Minha Mãe é um ser desbocado). Ela preferiu a cesariana com todos os riscos. Não, os médicos não são proibidos, mas também não são contratados para isso.

    Nati, só pra registrar : Eu adoro esse sorriso da tua foto !!! Sério !!
    Thiago, primeiro parabéns pelo seu herdeiro. Vc captou muito da essência. O mundo é capitalista, e chega um ponto na carreira de um médico que ele prefere priorizar a comodidade. Eu mesmo estou nesse ponto, só procuro cirurgias que não vão me aporrinhar, evitando as emergências e as cracas. Pra isso tem gente mais nova e com mais disposição. Apesar de a cesariana ter mais complicações que o parto normal, justamente pela comodidade e por tais complicações mesmo assim serem em baixas taxas, acaba sendo a opção de muitos obstetras. Nessas 12 horas que ele está esperando um parto normal, pode faturar 3 cesarianas sem muito esforço. Por se tratar de um procedimento eletivo (ou seja, não urgente), o médico tem o direito de encaminhar o paciente a outro colega.

    Sabe um grande paradoxo da Medicina ? Ética não paga imposto de renda. É foda, pq se pagasse, tudo estaria resolvido !!! Vc tenta não sucumbir aos vieses do sistema, mas se não o faz, acaba pobre/trabalhando de graça/frustrado. Amor pela Medicina ? Até acredito. Mas acaba no primeiro processo (ainda que o médico não tenha culpa, complicações acontecem e nem sempre o paciente entende isso) ou aporrinhação, laudo pra INSS e outras encheções de saco. E essas aporrinhações são tantas que o pragmatismo acaba te dominando. É foda, cara. Eu reconheço que era um cara bem mais “coração mole” antes de ser médico. PQP !!! Mas, vida que segue.

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    Nenhuma novidade, Maldito. O artigo atual é opinião minha. Eu ter nascido de cesárea é opinião da minha mãe. Partindo da premissa que somos dois seres humanos diferentes, não vejo pq a surpresa tua. Aliás, palavras dela : “Rasgar minha xoxota ??? Tô fora !!!” (Sim, Dra Minha Mãe é um ser desbocado). Ela preferiu a cesariana com todos os riscos. Não, os médicos não são proibidos, mas também não são contratados para isso.

    Nati, só pra registrar : Eu adoro esse sorriso da tua foto !!! Sério !!
    Thiago, primeiro parabéns pelo seu herdeiro. Vc captou muito da essência. O mundo é capitalista, e chega um ponto na carreira de um médico que ele prefere priorizar a comodidade. Eu mesmo estou nesse ponto, só procuro cirurgias que não vão me aporrinhar, evitando as emergências e as cracas. Pra isso tem gente mais nova e com mais disposição. Apesar de a cesariana ter mais complicações que o parto normal, justamente pela comodidade e por tais complicações mesmo assim serem em baixas taxas, acaba sendo a opção de muitos obstetras. Nessas 12 horas que ele está esperando um parto normal, pode faturar 3 cesarianas sem muito esforço. Por se tratar de um procedimento eletivo (ou seja, não urgente), o médico tem o direito de encaminhar o paciente a outro colega.

    Sabe um grande paradoxo da Medicina ? Ética não paga imposto de renda. É foda, pq se pagasse, tudo estaria resolvido !!! Vc tenta não sucumbir aos vieses do sistema, mas se não o faz, acaba pobre/trabalhando de graça/frustrado. Amor pela Medicina ? Até acredito. Mas acaba no primeiro processo (ainda que o médico não tenha culpa, complicações acontecem e nem sempre o paciente entende isso) ou aporrinhação, laudo pra INSS e outras encheções de saco. E essas aporrinhações são tantas que o pragmatismo acaba te dominando. É foda, cara. Eu reconheço que era um cara bem mais “coração mole” antes de ser médico. PQP !!! Mas, vida que segue.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Nenhuma novidade, Maldito. O artigo atual é opinião minha. Eu ter nascido de cesárea é opinião da minha mãe. Partindo da premissa que somos dois seres humanos diferentes, não vejo pq a surpresa tua. Aliás, palavras dela : “Rasgar minha xoxota ??? Tô fora !!!” (Sim, Dra Minha Mãe é um ser desbocado). Ela preferiu a cesariana com todos os riscos. Não, os médicos não são proibidos, mas também não são contratados para isso.

    Nati, só pra registrar : Eu adoro esse sorriso da tua foto !!! Sério !!
    Thiago, primeiro parabéns pelo seu herdeiro. Vc captou muito da essência. O mundo é capitalista, e chega um ponto na carreira de um médico que ele prefere priorizar a comodidade. Eu mesmo estou nesse ponto, só procuro cirurgias que não vão me aporrinhar, evitando as emergências e as cracas. Pra isso tem gente mais nova e com mais disposição. Apesar de a cesariana ter mais complicações que o parto normal, justamente pela comodidade e por tais complicações mesmo assim serem em baixas taxas, acaba sendo a opção de muitos obstetras. Nessas 12 horas que ele está esperando um parto normal, pode faturar 3 cesarianas sem muito esforço. Por se tratar de um procedimento eletivo (ou seja, não urgente), o médico tem o direito de encaminhar o paciente a outro colega.

    Sabe um grande paradoxo da Medicina ? Ética não paga imposto de renda. É foda, pq se pagasse, tudo estaria resolvido !!! Vc tenta não sucumbir aos vieses do sistema, mas se não o faz, acaba pobre/trabalhando de graça/frustrado. Amor pela Medicina ? Até acredito. Mas acaba no primeiro processo (ainda que o médico não tenha culpa, complicações acontecem e nem sempre o paciente entende isso) ou aporrinhação, laudo pra INSS e outras encheções de saco. E essas aporrinhações são tantas que o pragmatismo acaba te dominando. É foda, cara. Eu reconheço que era um cara bem mais “coração mole” antes de ser médico. PQP !!! Mas, vida que segue.

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    Nati, só pra registrar : Eu adoro esse sorriso da tua foto !!! Sério !!
    Thiago, primeiro parabéns pelo seu herdeiro. Vc captou muito da essência. O mundo é capitalista, e chega um ponto na carreira de um médico que ele prefere priorizar a comodidade. Eu mesmo estou nesse ponto, só procuro cirurgias que não vão me aporrinhar, evitando as emergências e as cracas. Pra isso tem gente mais nova e com mais disposição. Apesar de a cesariana ter mais complicações que o parto normal, justamente pela comodidade e por tais complicações mesmo assim serem em baixas taxas, acaba sendo a opção de muitos obstetras. Nessas 12 horas que ele está esperando um parto normal, pode faturar 3 cesarianas sem muito esforço. Por se tratar de um procedimento eletivo (ou seja, não urgente), o médico tem o direito de encaminhar o paciente a outro colega.

    Sabe um grande paradoxo da Medicina ? Ética não paga imposto de renda. É foda, pq se pagasse, tudo estaria resolvido !!! Vc tenta não sucumbir aos vieses do sistema, mas se não o faz, acaba pobre/trabalhando de graça/frustrado. Amor pela Medicina ? Até acredito. Mas acaba no primeiro processo (ainda que o médico não tenha culpa, complicações acontecem e nem sempre o paciente entende isso) ou aporrinhação, laudo pra INSS e outras encheções de saco. E essas aporrinhações são tantas que o pragmatismo acaba te dominando. É foda, cara. Eu reconheço que era um cara bem mais “coração mole” antes de ser médico. PQP !!! Mas, vida que segue.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Nenhuma novidade, Maldito. O artigo atual é opinião minha. Eu ter nascido de cesárea é opinião da minha mãe. Partindo da premissa que somos dois seres humanos diferentes, não vejo pq a surpresa tua. Aliás, palavras dela : “Rasgar minha xoxota ??? Tô fora !!!” (Sim, Dra Minha Mãe é um ser desbocado). Ela preferiu a cesariana com todos os riscos. Não, os médicos não são proibidos, mas também não são contratados para isso.

    Nati, só pra registrar : Eu adoro esse sorriso da tua foto !!! Sério !!
    Thiago, primeiro parabéns pelo seu herdeiro. Vc captou muito da essência. O mundo é capitalista, e chega um ponto na carreira de um médico que ele prefere priorizar a comodidade. Eu mesmo estou nesse ponto, só procuro cirurgias que não vão me aporrinhar, evitando as emergências e as cracas. Pra isso tem gente mais nova e com mais disposição. Apesar de a cesariana ter mais complicações que o parto normal, justamente pela comodidade e por tais complicações mesmo assim serem em baixas taxas, acaba sendo a opção de muitos obstetras. Nessas 12 horas que ele está esperando um parto normal, pode faturar 3 cesarianas sem muito esforço. Por se tratar de um procedimento eletivo (ou seja, não urgente), o médico tem o direito de encaminhar o paciente a outro colega.

    Sabe um grande paradoxo da Medicina ? Ética não paga imposto de renda. É foda, pq se pagasse, tudo estaria resolvido !!! Vc tenta não sucumbir aos vieses do sistema, mas se não o faz, acaba pobre/trabalhando de graça/frustrado. Amor pela Medicina ? Até acredito. Mas acaba no primeiro processo (ainda que o médico não tenha culpa, complicações acontecem e nem sempre o paciente entende isso) ou aporrinhação, laudo pra INSS e outras encheções de saco. E essas aporrinhações são tantas que o pragmatismo acaba te dominando. É foda, cara. Eu reconheço que era um cara bem mais “coração mole” antes de ser médico. PQP !!! Mas, vida que segue.

  • http://www.papodehomem.com.br Dr Health

    Nenhuma novidade, Maldito. O artigo atual é opinião minha. Eu ter nascido de cesárea é opinião da minha mãe. Partindo da premissa que somos dois seres humanos diferentes, não vejo pq a surpresa tua. Aliás, palavras dela : “Rasgar minha xoxota ??? Tô fora !!!” (Sim, Dra Minha Mãe é um ser desbocado). Ela preferiu a cesariana com todos os riscos. Não, os médicos não são proibidos, mas também não são contratados para isso.

    Nati, só pra registrar : Eu adoro esse sorriso da tua foto !!! Sério !!
    Thiago, primeiro parabéns pelo seu herdeiro. Vc captou muito da essência. O mundo é capitalista, e chega um ponto na carreira de um médico que ele prefere priorizar a comodidade. Eu mesmo estou nesse ponto, só procuro cirurgias que não vão me aporrinhar, evitando as emergências e as cracas. Pra isso tem gente mais nova e com mais disposição. Apesar de a cesariana ter mais complicações que o parto normal, justamente pela comodidade e por tais complicações mesmo assim serem em baixas taxas, acaba sendo a opção de muitos obstetras. Nessas 12 horas que ele está esperando um parto normal, pode faturar 3 cesarianas sem muito esforço. Por se tratar de um procedimento eletivo (ou seja, não urgente), o médico tem o direito de encaminhar o paciente a outro colega.

    Sabe um grande paradoxo da Medicina ? Ética não paga imposto de renda. É foda, pq se pagasse, tudo estaria resolvido !!! Vc tenta não sucumbir aos vieses do sistema, mas se não o faz, acaba pobre/trabalhando de graça/frustrado. Amor pela Medicina ? Até acredito. Mas acaba no primeiro processo (ainda que o médico não tenha culpa, complicações acontecem e nem sempre o paciente entende isso) ou aporrinhação, laudo pra INSS e outras encheções de saco. E essas aporrinhações são tantas que o pragmatismo acaba te dominando. É foda, cara. Eu reconheço que era um cara bem mais “coração mole” antes de ser médico. PQP !!! Mas, vida que segue.

  • http://paralembrarouesquecer.blogspot.com/ Carla

    Concordo com o Dr. e com a Liliana: parto somente em ambiente hospitalar. Quando se trata da vida de mãe e filho, qualquer porcentagem é expressiva. Não gostaria de correr o risco, mesmo sendo de 1% a probabilidade de complicações.

    Parabéns pelo texto!

  • http://paralembrarouesquecer.blogspot.com/ Carla

    Concordo com o Dr. e com a Liliana: parto somente em ambiente hospitalar. Quando se trata da vida de mãe e filho, qualquer porcentagem é expressiva. Não gostaria de correr o risco, mesmo sendo de 1% a probabilidade de complicações.

    Parabéns pelo texto!

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    Concordo com o Dr. e com a Liliana: parto somente em ambiente hospitalar. Quando se trata da vida de mãe e filho, qualquer porcentagem é expressiva. Não gostaria de correr o risco, mesmo sendo de 1% a probabilidade de complicações.

    Parabéns pelo texto!

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    Parabéns pelo texto!

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    Concordo com o Dr. e com a Liliana: parto somente em ambiente hospitalar. Quando se trata da vida de mãe e filho, qualquer porcentagem é expressiva. Não gostaria de correr o risco, mesmo sendo de 1% a probabilidade de complicações.

    Parabéns pelo texto!

  • Carmen Lúcia

    ESTANDO FORMADA A 34 ANOS E FREQUENTANDO SALA DE PARTO HÁ 38 ANOS FARIA TUDO DE NOVO POIS O CORPO É MEU E SOU TOTALMENTE RESPONSÁVEL POR ELE E CONSEQUENTEMENTE PELO SER QUE ESTAVA GERANDO. NUNCA PORIA EM QUALQUER RISCO MEU RECEM-NATO, POR TODOS OS PROBLEMAS E COMPLICAÇÕES QUE JA PRESENCIEI NESSA MINHA JORNADA. O OBSTETRA AINDA TENTOU O PARTO NORMAL MAS AS CONTRAÇÕES PARARAM NOS 3cm DE DILATAÇÃO.FUI PARA O CENTRO CIRÚRGICO E 15 MINUTOS APÓS NASCIA O DR.HEALT, BERRANDO COM APGAR 8 NO 1º MINUTO E APGAR 10 NO 5º MINUTO. NO MESMO DIA ESTAVA ANDANDO E AMAMENTANDO,FUI PARA CASA APÓS 2 DIAS E AOS 17 DIAS PÓS CESÁREA ESTAVA TRABALHANDO MEIO PERÍODO POIS, A GRANA ESTAVA CURTA E O COLEGA QUE BOTEI PARA ME SUBSTITUIR ESTAVA SE OFERECENDO PARA TRABALHAR POR METADE DO QUE EU GANHAVA. É !!!!ISSO ACONTECE EM QUALQUER PROFISSÃO. OS $$$$$$$$ PASSAM POR CIMA DE TUDO SEM DÓ NEM PIEDADE. RESPEITO E ADMIRO QUEM OPTA POR PARTO NORMAL MAS FARIA TUDO COMO FIZ E NÃO ME ARREPENDO POIS NÃO TIVE QUE PASSAR POR UMA CIRURGIA QUE É MUITO PIOR E QUE ACONTECE QUANDO SE FICA MAIS VELHA POIS NO PARTO NORMAL HÁ UMA GRANDE DISTENÇÃO DOS MÚSCULOS PERINEAIS QUE COM A IDADE FICAM MAIS FLÁCIDOS, O ÚTERO E BEXIGA TENDEM A DESCER E VC ACABA TENDO QUE FAZER PERINEOPLASTIA + LEVANTAMENTO DE BEXIGA E ÚTERO, QUE É MUITO MAIS DOLOROSA, INCÔMODA E A RECUPERAÇÃO É MUITO PIOR. COMO SEMPRE DISSE ” TÔ FORA “

  • Carmen Lúcia

    ESTANDO FORMADA A 34 ANOS E FREQUENTANDO SALA DE PARTO HÁ 38 ANOS FARIA TUDO DE NOVO POIS O CORPO É MEU E SOU TOTALMENTE RESPONSÁVEL POR ELE E CONSEQUENTEMENTE PELO SER QUE ESTAVA GERANDO. NUNCA PORIA EM QUALQUER RISCO MEU RECEM-NATO, POR TODOS OS PROBLEMAS E COMPLICAÇÕES QUE JA PRESENCIEI NESSA MINHA JORNADA. O OBSTETRA AINDA TENTOU O PARTO NORMAL MAS AS CONTRAÇÕES PARARAM NOS 3cm DE DILATAÇÃO.FUI PARA O CENTRO CIRÚRGICO E 15 MINUTOS APÓS NASCIA O DR.HEALT, BERRANDO COM APGAR 8 NO 1º MINUTO E APGAR 10 NO 5º MINUTO. NO MESMO DIA ESTAVA ANDANDO E AMAMENTANDO,FUI PARA CASA APÓS 2 DIAS E AOS 17 DIAS PÓS CESÁREA ESTAVA TRABALHANDO MEIO PERÍODO POIS, A GRANA ESTAVA CURTA E O COLEGA QUE BOTEI PARA ME SUBSTITUIR ESTAVA SE OFERECENDO PARA TRABALHAR POR METADE DO QUE EU GANHAVA. É !!!!ISSO ACONTECE EM QUALQUER PROFISSÃO. OS $$$$$$$$ PASSAM POR CIMA DE TUDO SEM DÓ NEM PIEDADE. RESPEITO E ADMIRO QUEM OPTA POR PARTO NORMAL MAS FARIA TUDO COMO FIZ E NÃO ME ARREPENDO POIS NÃO TIVE QUE PASSAR POR UMA CIRURGIA QUE É MUITO PIOR E QUE ACONTECE QUANDO SE FICA MAIS VELHA POIS NO PARTO NORMAL HÁ UMA GRANDE DISTENÇÃO DOS MÚSCULOS PERINEAIS QUE COM A IDADE FICAM MAIS FLÁCIDOS, O ÚTERO E BEXIGA TENDEM A DESCER E VC ACABA TENDO QUE FAZER PERINEOPLASTIA + LEVANTAMENTO DE BEXIGA E ÚTERO, QUE É MUITO MAIS DOLOROSA, INCÔMODA E A RECUPERAÇÃO É MUITO PIOR. COMO SEMPRE DISSE ” TÔ FORA “

  • Carmen Lúcia

    ESTANDO FORMADA A 34 ANOS E FREQUENTANDO SALA DE PARTO HÁ 38 ANOS FARIA TUDO DE NOVO POIS O CORPO É MEU E SOU TOTALMENTE RESPONSÁVEL POR ELE E CONSEQUENTEMENTE PELO SER QUE ESTAVA GERANDO. NUNCA PORIA EM QUALQUER RISCO MEU RECEM-NATO, POR TODOS OS PROBLEMAS E COMPLICAÇÕES QUE JA PRESENCIEI NESSA MINHA JORNADA. O OBSTETRA AINDA TENTOU O PARTO NORMAL MAS AS CONTRAÇÕES PARARAM NOS 3cm DE DILATAÇÃO.FUI PARA O CENTRO CIRÚRGICO E 15 MINUTOS APÓS NASCIA O DR.HEALT, BERRANDO COM APGAR 8 NO 1º MINUTO E APGAR 10 NO 5º MINUTO. NO MESMO DIA ESTAVA ANDANDO E AMAMENTANDO,FUI PARA CASA APÓS 2 DIAS E AOS 17 DIAS PÓS CESÁREA ESTAVA TRABALHANDO MEIO PERÍODO POIS, A GRANA ESTAVA CURTA E O COLEGA QUE BOTEI PARA ME SUBSTITUIR ESTAVA SE OFERECENDO PARA TRABALHAR POR METADE DO QUE EU GANHAVA. É !!!!ISSO ACONTECE EM QUALQUER PROFISSÃO. OS $$$$$$$$ PASSAM POR CIMA DE TUDO SEM DÓ NEM PIEDADE. RESPEITO E ADMIRO QUEM OPTA POR PARTO NORMAL MAS FARIA TUDO COMO FIZ E NÃO ME ARREPENDO POIS NÃO TIVE QUE PASSAR POR UMA CIRURGIA QUE É MUITO PIOR E QUE ACONTECE QUANDO SE FICA MAIS VELHA POIS NO PARTO NORMAL HÁ UMA GRANDE DISTENÇÃO DOS MÚSCULOS PERINEAIS QUE COM A IDADE FICAM MAIS FLÁCIDOS, O ÚTERO E BEXIGA TENDEM A DESCER E VC ACABA TENDO QUE FAZER PERINEOPLASTIA + LEVANTAMENTO DE BEXIGA E ÚTERO, QUE É MUITO MAIS DOLOROSA, INCÔMODA E A RECUPERAÇÃO É MUITO PIOR. COMO SEMPRE DISSE ” TÔ FORA “

  • Carmen Lúcia

    ESTANDO FORMADA A 34 ANOS E FREQUENTANDO SALA DE PARTO HÁ 38 ANOS FARIA TUDO DE NOVO POIS O CORPO É MEU E SOU TOTALMENTE RESPONSÁVEL POR ELE E CONSEQUENTEMENTE PELO SER QUE ESTAVA GERANDO. NUNCA PORIA EM QUALQUER RISCO MEU RECEM-NATO, POR TODOS OS PROBLEMAS E COMPLICAÇÕES QUE JA PRESENCIEI NESSA MINHA JORNADA. O OBSTETRA AINDA TENTOU O PARTO NORMAL MAS AS CONTRAÇÕES PARARAM NOS 3cm DE DILATAÇÃO.FUI PARA O CENTRO CIRÚRGICO E 15 MINUTOS APÓS NASCIA O DR.HEALT, BERRANDO COM APGAR 8 NO 1º MINUTO E APGAR 10 NO 5º MINUTO. NO MESMO DIA ESTAVA ANDANDO E AMAMENTANDO,FUI PARA CASA APÓS 2 DIAS E AOS 17 DIAS PÓS CESÁREA ESTAVA TRABALHANDO MEIO PERÍODO POIS, A GRANA ESTAVA CURTA E O COLEGA QUE BOTEI PARA ME SUBSTITUIR ESTAVA SE OFERECENDO PARA TRABALHAR POR METADE DO QUE EU GANHAVA. É !!!!ISSO ACONTECE EM QUALQUER PROFISSÃO. OS $$$$$$$$ PASSAM POR CIMA DE TUDO SEM DÓ NEM PIEDADE. RESPEITO E ADMIRO QUEM OPTA POR PARTO NORMAL MAS FARIA TUDO COMO FIZ E NÃO ME ARREPENDO POIS NÃO TIVE QUE PASSAR POR UMA CIRURGIA QUE É MUITO PIOR E QUE ACONTECE QUANDO SE FICA MAIS VELHA POIS NO PARTO NORMAL HÁ UMA GRANDE DISTENÇÃO DOS MÚSCULOS PERINEAIS QUE COM A IDADE FICAM MAIS FLÁCIDOS, O ÚTERO E BEXIGA TENDEM A DESCER E VC ACABA TENDO QUE FAZER PERINEOPLASTIA + LEVANTAMENTO DE BEXIGA E ÚTERO, QUE É MUITO MAIS DOLOROSA, INCÔMODA E A RECUPERAÇÃO É MUITO PIOR. COMO SEMPRE DISSE ” TÔ FORA “

  • Carmen Lúcia

    ESTANDO FORMADA A 34 ANOS E FREQUENTANDO SALA DE PARTO HÁ 38 ANOS FARIA TUDO DE NOVO POIS O CORPO É MEU E SOU TOTALMENTE RESPONSÁVEL POR ELE E CONSEQUENTEMENTE PELO SER QUE ESTAVA GERANDO. NUNCA PORIA EM QUALQUER RISCO MEU RECEM-NATO, POR TODOS OS PROBLEMAS E COMPLICAÇÕES QUE JA PRESENCIEI NESSA MINHA JORNADA. O OBSTETRA AINDA TENTOU O PARTO NORMAL MAS AS CONTRAÇÕES PARARAM NOS 3cm DE DILATAÇÃO.FUI PARA O CENTRO CIRÚRGICO E 15 MINUTOS APÓS NASCIA O DR.HEALT, BERRANDO COM APGAR 8 NO 1º MINUTO E APGAR 10 NO 5º MINUTO. NO MESMO DIA ESTAVA ANDANDO E AMAMENTANDO,FUI PARA CASA APÓS 2 DIAS E AOS 17 DIAS PÓS CESÁREA ESTAVA TRABALHANDO MEIO PERÍODO POIS, A GRANA ESTAVA CURTA E O COLEGA QUE BOTEI PARA ME SUBSTITUIR ESTAVA SE OFERECENDO PARA TRABALHAR POR METADE DO QUE EU GANHAVA. É !!!!ISSO ACONTECE EM QUALQUER PROFISSÃO. OS $$$$$$$$ PASSAM POR CIMA DE TUDO SEM DÓ NEM PIEDADE. RESPEITO E ADMIRO QUEM OPTA POR PARTO NORMAL MAS FARIA TUDO COMO FIZ E NÃO ME ARREPENDO POIS NÃO TIVE QUE PASSAR POR UMA CIRURGIA QUE É MUITO PIOR E QUE ACONTECE QUANDO SE FICA MAIS VELHA POIS NO PARTO NORMAL HÁ UMA GRANDE DISTENÇÃO DOS MÚSCULOS PERINEAIS QUE COM A IDADE FICAM MAIS FLÁCIDOS, O ÚTERO E BEXIGA TENDEM A DESCER E VC ACABA TENDO QUE FAZER PERINEOPLASTIA + LEVANTAMENTO DE BEXIGA E ÚTERO, QUE É MUITO MAIS DOLOROSA, INCÔMODA E A RECUPERAÇÃO É MUITO PIOR. COMO SEMPRE DISSE ” TÔ FORA “

  • Dr Health

    Eu sabia que ela vinha aqui postar… Eu sabia !!! Aos leitores da PdH, apresento minha mãe.

    (Sim, a Papo de Homem é uma revista de família, o post acima é da minha mãe mesmo).

    PS : Porra, mãe, distensão é com “s” !!!
    PS 2 : Sim, é verdade o que ela disse, a incidência de deiscência perineal mais pra frente, em mulheres que fazem parto normal é grande.

  • Dr Health

    Eu sabia que ela vinha aqui postar… Eu sabia !!! Aos leitores da PdH, apresento minha mãe.

    (Sim, a Papo de Homem é uma revista de família, o post acima é da minha mãe mesmo).

    PS : Porra, mãe, distensão é com “s” !!!
    PS 2 : Sim, é verdade o que ela disse, a incidência de deiscência perineal mais pra frente, em mulheres que fazem parto normal é grande.

  • Dr Health

    Eu sabia que ela vinha aqui postar… Eu sabia !!! Aos leitores da PdH, apresento minha mãe.

    (Sim, a Papo de Homem é uma revista de família, o post acima é da minha mãe mesmo).

    PS : Porra, mãe, distensão é com “s” !!!
    PS 2 : Sim, é verdade o que ela disse, a incidência de deiscência perineal mais pra frente, em mulheres que fazem parto normal é grande.

  • Dr Health

    Eu sabia que ela vinha aqui postar… Eu sabia !!! Aos leitores da PdH, apresento minha mãe.

    (Sim, a Papo de Homem é uma revista de família, o post acima é da minha mãe mesmo).

    PS : Porra, mãe, distensão é com “s” !!!
    PS 2 : Sim, é verdade o que ela disse, a incidência de deiscência perineal mais pra frente, em mulheres que fazem parto normal é grande.

  • Dr Health

    Eu sabia que ela vinha aqui postar… Eu sabia !!! Aos leitores da PdH, apresento minha mãe.

    (Sim, a Papo de Homem é uma revista de família, o post acima é da minha mãe mesmo).

    PS : Porra, mãe, distensão é com “s” !!!
    PS 2 : Sim, é verdade o que ela disse, a incidência de deiscência perineal mais pra frente, em mulheres que fazem parto normal é grande.

  • Dr Health

    Eu sabia que ela vinha aqui postar… Eu sabia !!! Aos leitores da PdH, apresento minha mãe.

    (Sim, a Papo de Homem é uma revista de família, o post acima é da minha mãe mesmo).

    PS : Porra, mãe, distensão é com “s” !!!
    PS 2 : Sim, é verdade o que ela disse, a incidência de deiscência perineal mais pra frente, em mulheres que fazem parto normal é grande.

  • Dr Health

    Eu sabia que ela vinha aqui postar… Eu sabia !!! Aos leitores da PdH, apresento minha mãe.

    (Sim, a Papo de Homem é uma revista de família, o post acima é da minha mãe mesmo).

    PS : Porra, mãe, distensão é com “s” !!!
    PS 2 : Sim, é verdade o que ela disse, a incidência de deiscência perineal mais pra frente, em mulheres que fazem parto normal é grande.

  • Dr Health

    Eu sabia que ela vinha aqui postar… Eu sabia !!! Aos leitores da PdH, apresento minha mãe.

    (Sim, a Papo de Homem é uma revista de família, o post acima é da minha mãe mesmo).

    PS : Porra, mãe, distensão é com “s” !!!
    PS 2 : Sim, é verdade o que ela disse, a incidência de deiscência perineal mais pra frente, em mulheres que fazem parto normal é grande.

  • Roberta

    Quando eu engravidar e for dar à luz… gostaria que fosse parto normal. Duas primas minhas tiveram parto normal, e disseram q ñ sentiram dor alguma.
    Eu NUNCA levei ponto. Morro de medo da cesárea por causa disso, e por causa do pós operatório tb. Depois de um parto normal, a mulher já está ‘pronta pra outra’. Já de uma cesárea ñ.

    Mas tem um problema… acho que tenho tolerância baixa à dor. Quando tenho cólica, eu chego a desmaiar. Tá, as cólicas são fortes. Mas se eu desmaio por causa da cólica… imagine as dores do parto?

    Acho que vou adotar duas crianças, quando eu tiver ter filhos. Ñ dói nada! rsrsrs

    Dr Health, pela milionésima vez, parabéns pelo artigo.

  • Roberta

    Quando eu engravidar e for dar à luz… gostaria que fosse parto normal. Duas primas minhas tiveram parto normal, e disseram q ñ sentiram dor alguma.
    Eu NUNCA levei ponto. Morro de medo da cesárea por causa disso, e por causa do pós operatório tb. Depois de um parto normal, a mulher já está ‘pronta pra outra’. Já de uma cesárea ñ.

    Mas tem um problema… acho que tenho tolerância baixa à dor. Quando tenho cólica, eu chego a desmaiar. Tá, as cólicas são fortes. Mas se eu desmaio por causa da cólica… imagine as dores do parto?

    Acho que vou adotar duas crianças, quando eu tiver ter filhos. Ñ dói nada! rsrsrs

    Dr Health, pela milionésima vez, parabéns pelo artigo.

  • Roberta

    Quando eu engravidar e for dar à luz… gostaria que fosse parto normal. Duas primas minhas tiveram parto normal, e disseram q ñ sentiram dor alguma.
    Eu NUNCA levei ponto. Morro de medo da cesárea por causa disso, e por causa do pós operatório tb. Depois de um parto normal, a mulher já está ‘pronta pra outra’. Já de uma cesárea ñ.

    Mas tem um problema… acho que tenho tolerância baixa à dor. Quando tenho cólica, eu chego a desmaiar. Tá, as cólicas são fortes. Mas se eu desmaio por causa da cólica… imagine as dores do parto?

    Acho que vou adotar duas crianças, quando eu tiver ter filhos. Ñ dói nada! rsrsrs

    Dr Health, pela milionésima vez, parabéns pelo artigo.

  • Roberta

    Quando eu engravidar e for dar à luz… gostaria que fosse parto normal. Duas primas minhas tiveram parto normal, e disseram q ñ sentiram dor alguma.
    Eu NUNCA levei ponto. Morro de medo da cesárea por causa disso, e por causa do pós operatório tb. Depois de um parto normal, a mulher já está ‘pronta pra outra’. Já de uma cesárea ñ.

    Mas tem um problema… acho que tenho tolerância baixa à dor. Quando tenho cólica, eu chego a desmaiar. Tá, as cólicas são fortes. Mas se eu desmaio por causa da cólica… imagine as dores do parto?

    Acho que vou adotar duas crianças, quando eu tiver ter filhos. Ñ dói nada! rsrsrs

    Dr Health, pela milionésima vez, parabéns pelo artigo.

  • Roberta

    Quando eu engravidar e for dar à luz… gostaria que fosse parto normal. Duas primas minhas tiveram parto normal, e disseram q ñ sentiram dor alguma.
    Eu NUNCA levei ponto. Morro de medo da cesárea por causa disso, e por causa do pós operatório tb. Depois de um parto normal, a mulher já está ‘pronta pra outra’. Já de uma cesárea ñ.

    Mas tem um problema… acho que tenho tolerância baixa à dor. Quando tenho cólica, eu chego a desmaiar. Tá, as cólicas são fortes. Mas se eu desmaio por causa da cólica… imagine as dores do parto?

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    Dr Health, pela milionésima vez, parabéns pelo artigo.

  • Roberta

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    Eu NUNCA levei ponto. Morro de medo da cesárea por causa disso, e por causa do pós operatório tb. Depois de um parto normal, a mulher já está ‘pronta pra outra’. Já de uma cesárea ñ.

    Mas tem um problema… acho que tenho tolerância baixa à dor. Quando tenho cólica, eu chego a desmaiar. Tá, as cólicas são fortes. Mas se eu desmaio por causa da cólica… imagine as dores do parto?

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  • Roberta

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    Eu NUNCA levei ponto. Morro de medo da cesárea por causa disso, e por causa do pós operatório tb. Depois de um parto normal, a mulher já está ‘pronta pra outra’. Já de uma cesárea ñ.

    Mas tem um problema… acho que tenho tolerância baixa à dor. Quando tenho cólica, eu chego a desmaiar. Tá, as cólicas são fortes. Mas se eu desmaio por causa da cólica… imagine as dores do parto?

    Acho que vou adotar duas crianças, quando eu tiver ter filhos. Ñ dói nada! rsrsrs

    Dr Health, pela milionésima vez, parabéns pelo artigo.

  • Roberta

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    Eu NUNCA levei ponto. Morro de medo da cesárea por causa disso, e por causa do pós operatório tb. Depois de um parto normal, a mulher já está ‘pronta pra outra’. Já de uma cesárea ñ.

    Mas tem um problema… acho que tenho tolerância baixa à dor. Quando tenho cólica, eu chego a desmaiar. Tá, as cólicas são fortes. Mas se eu desmaio por causa da cólica… imagine as dores do parto?

    Acho que vou adotar duas crianças, quando eu tiver ter filhos. Ñ dói nada! rsrsrs

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  • Roberta

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    Mas tem um problema… acho que tenho tolerância baixa à dor. Quando tenho cólica, eu chego a desmaiar. Tá, as cólicas são fortes. Mas se eu desmaio por causa da cólica… imagine as dores do parto?

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    Dr Health, pela milionésima vez, parabéns pelo artigo.

  • Roberta

    Quando eu engravidar e for dar à luz… gostaria que fosse parto normal. Duas primas minhas tiveram parto normal, e disseram q ñ sentiram dor alguma.
    Eu NUNCA levei ponto. Morro de medo da cesárea por causa disso, e por causa do pós operatório tb. Depois de um parto normal, a mulher já está ‘pronta pra outra’. Já de uma cesárea ñ.

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    Dr Health, pela milionésima vez, parabéns pelo artigo.

  • Roberta

    oops… corrigindo:

    “Acho que vou adotar duas crianças, quando eu QUISER ter filhos. Ñ dói nada! rsrsrs”

  • Roberta

    oops… corrigindo:

    “Acho que vou adotar duas crianças, quando eu QUISER ter filhos. Ñ dói nada! rsrsrs”

  • Roberta

    oops… corrigindo:

    “Acho que vou adotar duas crianças, quando eu QUISER ter filhos. Ñ dói nada! rsrsrs”

  • Roberta

    oops… corrigindo:

    “Acho que vou adotar duas crianças, quando eu QUISER ter filhos. Ñ dói nada! rsrsrs”

  • Roberta

    oops… corrigindo:

    “Acho que vou adotar duas crianças, quando eu QUISER ter filhos. Ñ dói nada! rsrsrs”

  • http://www.condominios.comopiniao.com/ Marcelo Garrit

    Drº dizer que o artigo é excelente é ser redundante, gostei muito da opinião da sua mãe tbm, trazendo outra abordagem para o tema (que não era o principal do post, mas tudo bem).

    Fiz curso técnico de enfermagem e instrumentei durante vários anos da minha vida, alguns deles para uma obstetra que dizia exatamente o que você falou, parto normal não paga as contas, a questão era exatamente essa, porque perder um dia inteiro com um parto se no mesmo período ela poderia realizar 3 ou 4 cesáreas?

    Meu filho nasceu por cesareana somente porque ele estava sentado, nossa primeira opção sempre foi o parto normal, por opção da própria obstetra, fato raro hoje em dia (Thiago se estiver no Rio posso lhe indicar, não só ela mas toda a equipe é realmente maravilhosa, inclusive a pediatra, que acompanha meu filho até hoje), mas nunca jamais em tempo algum me passou pela cabeça fazer isso sem assistência de um médico, em se tratando de vidas humanas 1% de risco é muito, principalmente se essa vida for do meu filho ou da minha mulher!

    Quanto a sensação de fazer um parto posso afirmar que é indescritível, tive a oportunidade, numa situação de emergência é claro, de “fazer” um parto no banco traseiro de um passat rs, foi um sufoco mas a felicidade de ter ajudado e o sentimento de dever cumprido são insuperáveis. Confesso que esse sentimento durante longos anos foi o melhor da minha vida, só superado com o nascimento do meu filho, isso realmente não existem palavras para relatar!

  • http://www.condominios.comopiniao.com/ Marcelo Garrit

    Drº dizer que o artigo é excelente é ser redundante, gostei muito da opinião da sua mãe tbm, trazendo outra abordagem para o tema (que não era o principal do post, mas tudo bem).

    Fiz curso técnico de enfermagem e instrumentei durante vários anos da minha vida, alguns deles para uma obstetra que dizia exatamente o que você falou, parto normal não paga as contas, a questão era exatamente essa, porque perder um dia inteiro com um parto se no mesmo período ela poderia realizar 3 ou 4 cesáreas?

    Meu filho nasceu por cesareana somente porque ele estava sentado, nossa primeira opção sempre foi o parto normal, por opção da própria obstetra, fato raro hoje em dia (Thiago se estiver no Rio posso lhe indicar, não só ela mas toda a equipe é realmente maravilhosa, inclusive a pediatra, que acompanha meu filho até hoje), mas nunca jamais em tempo algum me passou pela cabeça fazer isso sem assistência de um médico, em se tratando de vidas humanas 1% de risco é muito, principalmente se essa vida for do meu filho ou da minha mulher!

    Quanto a sensação de fazer um parto posso afirmar que é indescritível, tive a oportunidade, numa situação de emergência é claro, de “fazer” um parto no banco traseiro de um passat rs, foi um sufoco mas a felicidade de ter ajudado e o sentimento de dever cumprido são insuperáveis. Confesso que esse sentimento durante longos anos foi o melhor da minha vida, só superado com o nascimento do meu filho, isso realmente não existem palavras para relatar!

  • http://www.condominios.comopiniao.com/ Marcelo Garrit

    Drº dizer que o artigo é excelente é ser redundante, gostei muito da opinião da sua mãe tbm, trazendo outra abordagem para o tema (que não era o principal do post, mas tudo bem).

    Fiz curso técnico de enfermagem e instrumentei durante vários anos da minha vida, alguns deles para uma obstetra que dizia exatamente o que você falou, parto normal não paga as contas, a questão era exatamente essa, porque perder um dia inteiro com um parto se no mesmo período ela poderia realizar 3 ou 4 cesáreas?

    Meu filho nasceu por cesareana somente porque ele estava sentado, nossa primeira opção sempre foi o parto normal, por opção da própria obstetra, fato raro hoje em dia (Thiago se estiver no Rio posso lhe indicar, não só ela mas toda a equipe é realmente maravilhosa, inclusive a pediatra, que acompanha meu filho até hoje), mas nunca jamais em tempo algum me passou pela cabeça fazer isso sem assistência de um médico, em se tratando de vidas humanas 1% de risco é muito, principalmente se essa vida for do meu filho ou da minha mulher!

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    Meu filho nasceu por cesareana somente porque ele estava sentado, nossa primeira opção sempre foi o parto normal, por opção da própria obstetra, fato raro hoje em dia (Thiago se estiver no Rio posso lhe indicar, não só ela mas toda a equipe é realmente maravilhosa, inclusive a pediatra, que acompanha meu filho até hoje), mas nunca jamais em tempo algum me passou pela cabeça fazer isso sem assistência de um médico, em se tratando de vidas humanas 1% de risco é muito, principalmente se essa vida for do meu filho ou da minha mulher!

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    Meu filho nasceu por cesareana somente porque ele estava sentado, nossa primeira opção sempre foi o parto normal, por opção da própria obstetra, fato raro hoje em dia (Thiago se estiver no Rio posso lhe indicar, não só ela mas toda a equipe é realmente maravilhosa, inclusive a pediatra, que acompanha meu filho até hoje), mas nunca jamais em tempo algum me passou pela cabeça fazer isso sem assistência de um médico, em se tratando de vidas humanas 1% de risco é muito, principalmente se essa vida for do meu filho ou da minha mulher!

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    Meu filho nasceu por cesareana somente porque ele estava sentado, nossa primeira opção sempre foi o parto normal, por opção da própria obstetra, fato raro hoje em dia (Thiago se estiver no Rio posso lhe indicar, não só ela mas toda a equipe é realmente maravilhosa, inclusive a pediatra, que acompanha meu filho até hoje), mas nunca jamais em tempo algum me passou pela cabeça fazer isso sem assistência de um médico, em se tratando de vidas humanas 1% de risco é muito, principalmente se essa vida for do meu filho ou da minha mulher!

    Quanto a sensação de fazer um parto posso afirmar que é indescritível, tive a oportunidade, numa situação de emergência é claro, de “fazer” um parto no banco traseiro de um passat rs, foi um sufoco mas a felicidade de ter ajudado e o sentimento de dever cumprido são insuperáveis. Confesso que esse sentimento durante longos anos foi o melhor da minha vida, só superado com o nascimento do meu filho, isso realmente não existem palavras para relatar!

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    Meu filho nasceu por cesareana somente porque ele estava sentado, nossa primeira opção sempre foi o parto normal, por opção da própria obstetra, fato raro hoje em dia (Thiago se estiver no Rio posso lhe indicar, não só ela mas toda a equipe é realmente maravilhosa, inclusive a pediatra, que acompanha meu filho até hoje), mas nunca jamais em tempo algum me passou pela cabeça fazer isso sem assistência de um médico, em se tratando de vidas humanas 1% de risco é muito, principalmente se essa vida for do meu filho ou da minha mulher!

    Quanto a sensação de fazer um parto posso afirmar que é indescritível, tive a oportunidade, numa situação de emergência é claro, de “fazer” um parto no banco traseiro de um passat rs, foi um sufoco mas a felicidade de ter ajudado e o sentimento de dever cumprido são insuperáveis. Confesso que esse sentimento durante longos anos foi o melhor da minha vida, só superado com o nascimento do meu filho, isso realmente não existem palavras para relatar!

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    Meu filho nasceu por cesareana somente porque ele estava sentado, nossa primeira opção sempre foi o parto normal, por opção da própria obstetra, fato raro hoje em dia (Thiago se estiver no Rio posso lhe indicar, não só ela mas toda a equipe é realmente maravilhosa, inclusive a pediatra, que acompanha meu filho até hoje), mas nunca jamais em tempo algum me passou pela cabeça fazer isso sem assistência de um médico, em se tratando de vidas humanas 1% de risco é muito, principalmente se essa vida for do meu filho ou da minha mulher!

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    Meu filho nasceu por cesareana somente porque ele estava sentado, nossa primeira opção sempre foi o parto normal, por opção da própria obstetra, fato raro hoje em dia (Thiago se estiver no Rio posso lhe indicar, não só ela mas toda a equipe é realmente maravilhosa, inclusive a pediatra, que acompanha meu filho até hoje), mas nunca jamais em tempo algum me passou pela cabeça fazer isso sem assistência de um médico, em se tratando de vidas humanas 1% de risco é muito, principalmente se essa vida for do meu filho ou da minha mulher!

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  • Bianca

    Agora fala sobre a cesárea e seus riscos tb.

    Bianca
    Que teve parto domiciliar,após cesárea.

  • Bianca

    Agora fala sobre a cesárea e seus riscos tb.

    Bianca
    Que teve parto domiciliar,após cesárea.

  • Bianca

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  • Bianca

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  • Bianca

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  • Bianca

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    Bianca
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  • Bianca

    Agora fala sobre a cesárea e seus riscos tb.

    Bianca
    Que teve parto domiciliar,após cesárea.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Bianca, a discussão do artigo não é entre cesariana e parto normal, é sobre a falta de assistência médica no parto domiciliar. Se desse um problema, vc não teria para onde correr.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Bianca, a discussão do artigo não é entre cesariana e parto normal, é sobre a falta de assistência médica no parto domiciliar. Se desse um problema, vc não teria para onde correr.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

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  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Mas já que vc pediu, os riscos são os mesmos inerentes a QUALQUER CIRURGIA.

    Choque anafilático pela anestesia, infecção da ferida evoluindo até sepse, hemorragia pós-operatória, e a iteratividade (limitação de filhos pós-cesariana, pois há dano estrutural ao útero quando da extração da criança).

    Se não me engano, são esses.

    Pra quem curte parto normal sem assistência médica, recomendo o site sportingbet.com.br, pois apostar em esporte é muito mais salubre que jogar com vidas humanas.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Mas já que vc pediu, os riscos são os mesmos inerentes a QUALQUER CIRURGIA.

    Choque anafilático pela anestesia, infecção da ferida evoluindo até sepse, hemorragia pós-operatória, e a iteratividade (limitação de filhos pós-cesariana, pois há dano estrutural ao útero quando da extração da criança).

    Se não me engano, são esses.

    Pra quem curte parto normal sem assistência médica, recomendo o site sportingbet.com.br, pois apostar em esporte é muito mais salubre que jogar com vidas humanas.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Mas já que vc pediu, os riscos são os mesmos inerentes a QUALQUER CIRURGIA.

    Choque anafilático pela anestesia, infecção da ferida evoluindo até sepse, hemorragia pós-operatória, e a iteratividade (limitação de filhos pós-cesariana, pois há dano estrutural ao útero quando da extração da criança).

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  • Catia

    Dr. Health,

    Gostaria de clarear suas idéias a respeito deste assunto, colocado aqui com um título tão errôneo e preconceituoso.

    Parto domiciliar não é uma CILADA e sim uma OPÇÃO!
    Assim como em diversos países.
    Vc sabia que na Holanda 30% dos partos são domiciliares?

    Ao contrário do que vc afirma, os estudos baseados em evidências (MBE) são claros e consistentes ao afirmar que SIM, o parto domiciliar é uma opção tão segura quanto o hospitalar qdo PLANEJADO, em gestações de BAIXO RISCO e atendidos por cuidadores EXPERIENTES, que podem ser tanto parteiras quanto médicos obstetras. E a metanálise desses estudos mostra que não há diferença estatisticamente significante de mortalidade perinatal e materna entre os dois grupos (domiciliar X hospitalar).
    E saiba que pelo Brasil afora existem alguns médicos obstetras, com bastante experiência em partos domiciliares – em São Paulo temos pelo menos 3!
    Se tiver interesse (ou curiosidade) leia:
    Johnson K., Daviss BA. Outcomes of planned home births with certified professional midwifes: large prospective study in North America. BMJ 2005.
    Ah, ainda em tempo, sou médica ginecologista e obstetra, e tive há 7 meses um parto domiciliar absolutamente maravilhoso (assistido por médico – opção minha), 5 anos depois de uma cesariana.
    Ainda poderia falar mais (com evidências científicas), sobre a inutilidade e mutilação das episiotomias rotineiras, sobre os mitos que cercam a integridade perineal/vaginal após o parto normal, etc, mas agora o tempo é curto.
    Espero sinceramente que vc pesquise e reflita sobre tudo isso.
    Abraços
    Catia

  • Catia

    Dr. Health,

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    Catia

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    Catia

  • Roberta

    Dr Health… minha mãe teve 3 filhos, e foram 3 cesarianas. Ela não pôde ter parto normal pois não tinha dilatação. Muita gente diz q se minha mãe tinha esse “problema” eu tb terei. É verdade?

  • Roberta

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  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Catia, não me surpreende seu parto ter sido assistido por médico. Vc faria sem um por perto ???? Tenho certeza que não. E se a criança aspira mecônio sem um pediatra por perto ?? O ponto que eu me atenho é este. Parto é procedimento médico e não de parteiro, se este quiser auxiliar, é bem vindo. Esta é a posição do CREMERJ e sou completamente a favor. Se não houver um médico envolvido, é cilada SIM. Você mesma só confirma o que eu digo, quando optou por um médico obstetra te assistindo.

    Case closed !

    Roberta, não necessariamente.

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  • Catia

    Dr. Health,

    Por favor, não responda por mim!

    Sim, eu teria um parto domiciliar assistido somente por parteira/enfermeira obstétrica, não teria problema algum com isso!
    E no meu caso, como mudei de idéia e optei pelo parto domiciliar na metade da gestação e já estava assistida por um colega muito querido e competente que apoiava nossa mudança de planos, ele (o médico) me acompanhou.
    Mas poderia ter sido por uma parteira/enfermeira sim, claro!

    E outra coisa, a assistência de um parto domiciliar é muito criteriosa, e a transferência para o hospital é realizada antes da evolução desfavorável se caracterizar em urgência. Ou seja, o mecônio intraparto seria motivo de transferência.

    E por último, Dr. Health, parto não é “procedimento” (isso foi inventado pela medicina tecnocrática e intervencionista do século passado). Parto é um evento fisiológico, feito pela mulher! ;-))

    Ok, case closed pra mim também!

  • Catia

    Dr. Health,

    Por favor, não responda por mim!

    Sim, eu teria um parto domiciliar assistido somente por parteira/enfermeira obstétrica, não teria problema algum com isso!
    E no meu caso, como mudei de idéia e optei pelo parto domiciliar na metade da gestação e já estava assistida por um colega muito querido e competente que apoiava nossa mudança de planos, ele (o médico) me acompanhou.
    Mas poderia ter sido por uma parteira/enfermeira sim, claro!

    E outra coisa, a assistência de um parto domiciliar é muito criteriosa, e a transferência para o hospital é realizada antes da evolução desfavorável se caracterizar em urgência. Ou seja, o mecônio intraparto seria motivo de transferência.

    E por último, Dr. Health, parto não é “procedimento” (isso foi inventado pela medicina tecnocrática e intervencionista do século passado). Parto é um evento fisiológico, feito pela mulher! ;-))

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  • Catia

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    E no meu caso, como mudei de idéia e optei pelo parto domiciliar na metade da gestação e já estava assistida por um colega muito querido e competente que apoiava nossa mudança de planos, ele (o médico) me acompanhou.
    Mas poderia ter sido por uma parteira/enfermeira sim, claro!

    E outra coisa, a assistência de um parto domiciliar é muito criteriosa, e a transferência para o hospital é realizada antes da evolução desfavorável se caracterizar em urgência. Ou seja, o mecônio intraparto seria motivo de transferência.

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    Dr. Health,

    Por favor, não responda por mim!

    Sim, eu teria um parto domiciliar assistido somente por parteira/enfermeira obstétrica, não teria problema algum com isso!
    E no meu caso, como mudei de idéia e optei pelo parto domiciliar na metade da gestação e já estava assistida por um colega muito querido e competente que apoiava nossa mudança de planos, ele (o médico) me acompanhou.
    Mas poderia ter sido por uma parteira/enfermeira sim, claro!

    E outra coisa, a assistência de um parto domiciliar é muito criteriosa, e a transferência para o hospital é realizada antes da evolução desfavorável se caracterizar em urgência. Ou seja, o mecônio intraparto seria motivo de transferência.

    E por último, Dr. Health, parto não é “procedimento” (isso foi inventado pela medicina tecnocrática e intervencionista do século passado). Parto é um evento fisiológico, feito pela mulher! ;-))

    Ok, case closed pra mim também!

  • Catia

    Dr. Health,

    Por favor, não responda por mim!

    Sim, eu teria um parto domiciliar assistido somente por parteira/enfermeira obstétrica, não teria problema algum com isso!
    E no meu caso, como mudei de idéia e optei pelo parto domiciliar na metade da gestação e já estava assistida por um colega muito querido e competente que apoiava nossa mudança de planos, ele (o médico) me acompanhou.
    Mas poderia ter sido por uma parteira/enfermeira sim, claro!

    E outra coisa, a assistência de um parto domiciliar é muito criteriosa, e a transferência para o hospital é realizada antes da evolução desfavorável se caracterizar em urgência. Ou seja, o mecônio intraparto seria motivo de transferência.

    E por último, Dr. Health, parto não é “procedimento” (isso foi inventado pela medicina tecnocrática e intervencionista do século passado). Parto é um evento fisiológico, feito pela mulher! ;-))

    Ok, case closed pra mim também!

  • Catia

    Dr. Health,

    Por favor, não responda por mim!

    Sim, eu teria um parto domiciliar assistido somente por parteira/enfermeira obstétrica, não teria problema algum com isso!
    E no meu caso, como mudei de idéia e optei pelo parto domiciliar na metade da gestação e já estava assistida por um colega muito querido e competente que apoiava nossa mudança de planos, ele (o médico) me acompanhou.
    Mas poderia ter sido por uma parteira/enfermeira sim, claro!

    E outra coisa, a assistência de um parto domiciliar é muito criteriosa, e a transferência para o hospital é realizada antes da evolução desfavorável se caracterizar em urgência. Ou seja, o mecônio intraparto seria motivo de transferência.

    E por último, Dr. Health, parto não é “procedimento” (isso foi inventado pela medicina tecnocrática e intervencionista do século passado). Parto é um evento fisiológico, feito pela mulher! ;-))

    Ok, case closed pra mim também!

  • http://nossafamiliatafinel.blogspot.com/ Simone Cruz

    Olá Dr. Health!

    Sou frequentadora assídua do PdH, assino o feed inclusive.
    O assunto parto/maternidade muito me interessa e, fico feliz que você entenda que há procedimentos que, quando rotineiros, podem ser desnecessários (tricotomia, episiotomia, enema, e por ai afora) na assistência a partos.
    Mas muito me preocupa o título do post e a sua postura quanto às casas de parto.
    A observação que você colocou, quanto à apresentaçao pelvica, não se aplica às casas de parto, uma vez que, para ser admitida na casa de parto, a gestante deve ser comprovadamente de baixo risco, e a apresentação fetal pelvica já descarta essas mulheres (infelizmente, pois sabemos que, apesar de mais complicado, o parto pelvico é viável sim, desde que quem assiste ao parto tenha segurança e experiência em situações como estas) alem de não poder possuir cesária anterior (que também sabemos ser possível o PN, mas nao entraremos nesse mérito).

    Em caso de necessidade de transferências, sempre há uma ambulância a postos, e as casas de parto sempre estão localizadas proximas a um hospital de referência.

    Ou seja, um parto em uma casa de parto, não é uma loucura como seu texto faz parecer.

    Parto em casa tao pouco é essa coisa romântica, um capricho ou uma loucura, como disse a Cátia, é uma opção. E a assitência ao recém nato pode ser prestada sim. Conheço neonatologistas que acompanham parto domiciliar e que tem todo o aparato e preparo para o atendimento.

    Os dados que você apresentou (10% necessitam de ajuda para respirar, 1% necessitam de procedimentos mais intensivos) são inconclusivos, é preciso saber qual a via de parto, a maturidade fetal, se houve analgesia intraparto.. todos esses fatores podem sim afetar a vitalidade do bebe, e só apresentar o número assim, pode criar um alarme desnecessário.

    Volto a dizer: é uma opção, e a responsabilidade sobre esta deve ser dividida entre o médico/pediatra/parteira/enfermeira e a mulher. Falar que é uma cilada, é no mínimo, preconceito.

  • http://nossafamiliatafinel.blogspot.com/ Simone Cruz

    Olá Dr. Health!

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    Mas muito me preocupa o título do post e a sua postura quanto às casas de parto.
    A observação que você colocou, quanto à apresentaçao pelvica, não se aplica às casas de parto, uma vez que, para ser admitida na casa de parto, a gestante deve ser comprovadamente de baixo risco, e a apresentação fetal pelvica já descarta essas mulheres (infelizmente, pois sabemos que, apesar de mais complicado, o parto pelvico é viável sim, desde que quem assiste ao parto tenha segurança e experiência em situações como estas) alem de não poder possuir cesária anterior (que também sabemos ser possível o PN, mas nao entraremos nesse mérito).

    Em caso de necessidade de transferências, sempre há uma ambulância a postos, e as casas de parto sempre estão localizadas proximas a um hospital de referência.

    Ou seja, um parto em uma casa de parto, não é uma loucura como seu texto faz parecer.

    Parto em casa tao pouco é essa coisa romântica, um capricho ou uma loucura, como disse a Cátia, é uma opção. E a assitência ao recém nato pode ser prestada sim. Conheço neonatologistas que acompanham parto domiciliar e que tem todo o aparato e preparo para o atendimento.

    Os dados que você apresentou (10% necessitam de ajuda para respirar, 1% necessitam de procedimentos mais intensivos) são inconclusivos, é preciso saber qual a via de parto, a maturidade fetal, se houve analgesia intraparto.. todos esses fatores podem sim afetar a vitalidade do bebe, e só apresentar o número assim, pode criar um alarme desnecessário.

    Volto a dizer: é uma opção, e a responsabilidade sobre esta deve ser dividida entre o médico/pediatra/parteira/enfermeira e a mulher. Falar que é uma cilada, é no mínimo, preconceito.

  • http://nossafamiliatafinel.blogspot.com/ Simone Cruz

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    Mas muito me preocupa o título do post e a sua postura quanto às casas de parto.
    A observação que você colocou, quanto à apresentaçao pelvica, não se aplica às casas de parto, uma vez que, para ser admitida na casa de parto, a gestante deve ser comprovadamente de baixo risco, e a apresentação fetal pelvica já descarta essas mulheres (infelizmente, pois sabemos que, apesar de mais complicado, o parto pelvico é viável sim, desde que quem assiste ao parto tenha segurança e experiência em situações como estas) alem de não poder possuir cesária anterior (que também sabemos ser possível o PN, mas nao entraremos nesse mérito).

    Em caso de necessidade de transferências, sempre há uma ambulância a postos, e as casas de parto sempre estão localizadas proximas a um hospital de referência.

    Ou seja, um parto em uma casa de parto, não é uma loucura como seu texto faz parecer.

    Parto em casa tao pouco é essa coisa romântica, um capricho ou uma loucura, como disse a Cátia, é uma opção. E a assitência ao recém nato pode ser prestada sim. Conheço neonatologistas que acompanham parto domiciliar e que tem todo o aparato e preparo para o atendimento.

    Os dados que você apresentou (10% necessitam de ajuda para respirar, 1% necessitam de procedimentos mais intensivos) são inconclusivos, é preciso saber qual a via de parto, a maturidade fetal, se houve analgesia intraparto.. todos esses fatores podem sim afetar a vitalidade do bebe, e só apresentar o número assim, pode criar um alarme desnecessário.

    Volto a dizer: é uma opção, e a responsabilidade sobre esta deve ser dividida entre o médico/pediatra/parteira/enfermeira e a mulher. Falar que é uma cilada, é no mínimo, preconceito.

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    Mas muito me preocupa o título do post e a sua postura quanto às casas de parto.
    A observação que você colocou, quanto à apresentaçao pelvica, não se aplica às casas de parto, uma vez que, para ser admitida na casa de parto, a gestante deve ser comprovadamente de baixo risco, e a apresentação fetal pelvica já descarta essas mulheres (infelizmente, pois sabemos que, apesar de mais complicado, o parto pelvico é viável sim, desde que quem assiste ao parto tenha segurança e experiência em situações como estas) alem de não poder possuir cesária anterior (que também sabemos ser possível o PN, mas nao entraremos nesse mérito).

    Em caso de necessidade de transferências, sempre há uma ambulância a postos, e as casas de parto sempre estão localizadas proximas a um hospital de referência.

    Ou seja, um parto em uma casa de parto, não é uma loucura como seu texto faz parecer.

    Parto em casa tao pouco é essa coisa romântica, um capricho ou uma loucura, como disse a Cátia, é uma opção. E a assitência ao recém nato pode ser prestada sim. Conheço neonatologistas que acompanham parto domiciliar e que tem todo o aparato e preparo para o atendimento.

    Os dados que você apresentou (10% necessitam de ajuda para respirar, 1% necessitam de procedimentos mais intensivos) são inconclusivos, é preciso saber qual a via de parto, a maturidade fetal, se houve analgesia intraparto.. todos esses fatores podem sim afetar a vitalidade do bebe, e só apresentar o número assim, pode criar um alarme desnecessário.

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    Mas muito me preocupa o título do post e a sua postura quanto às casas de parto.
    A observação que você colocou, quanto à apresentaçao pelvica, não se aplica às casas de parto, uma vez que, para ser admitida na casa de parto, a gestante deve ser comprovadamente de baixo risco, e a apresentação fetal pelvica já descarta essas mulheres (infelizmente, pois sabemos que, apesar de mais complicado, o parto pelvico é viável sim, desde que quem assiste ao parto tenha segurança e experiência em situações como estas) alem de não poder possuir cesária anterior (que também sabemos ser possível o PN, mas nao entraremos nesse mérito).

    Em caso de necessidade de transferências, sempre há uma ambulância a postos, e as casas de parto sempre estão localizadas proximas a um hospital de referência.

    Ou seja, um parto em uma casa de parto, não é uma loucura como seu texto faz parecer.

    Parto em casa tao pouco é essa coisa romântica, um capricho ou uma loucura, como disse a Cátia, é uma opção. E a assitência ao recém nato pode ser prestada sim. Conheço neonatologistas que acompanham parto domiciliar e que tem todo o aparato e preparo para o atendimento.

    Os dados que você apresentou (10% necessitam de ajuda para respirar, 1% necessitam de procedimentos mais intensivos) são inconclusivos, é preciso saber qual a via de parto, a maturidade fetal, se houve analgesia intraparto.. todos esses fatores podem sim afetar a vitalidade do bebe, e só apresentar o número assim, pode criar um alarme desnecessário.

    Volto a dizer: é uma opção, e a responsabilidade sobre esta deve ser dividida entre o médico/pediatra/parteira/enfermeira e a mulher. Falar que é uma cilada, é no mínimo, preconceito.

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    O assunto parto/maternidade muito me interessa e, fico feliz que você entenda que há procedimentos que, quando rotineiros, podem ser desnecessários (tricotomia, episiotomia, enema, e por ai afora) na assistência a partos.
    Mas muito me preocupa o título do post e a sua postura quanto às casas de parto.
    A observação que você colocou, quanto à apresentaçao pelvica, não se aplica às casas de parto, uma vez que, para ser admitida na casa de parto, a gestante deve ser comprovadamente de baixo risco, e a apresentação fetal pelvica já descarta essas mulheres (infelizmente, pois sabemos que, apesar de mais complicado, o parto pelvico é viável sim, desde que quem assiste ao parto tenha segurança e experiência em situações como estas) alem de não poder possuir cesária anterior (que também sabemos ser possível o PN, mas nao entraremos nesse mérito).

    Em caso de necessidade de transferências, sempre há uma ambulância a postos, e as casas de parto sempre estão localizadas proximas a um hospital de referência.

    Ou seja, um parto em uma casa de parto, não é uma loucura como seu texto faz parecer.

    Parto em casa tao pouco é essa coisa romântica, um capricho ou uma loucura, como disse a Cátia, é uma opção. E a assitência ao recém nato pode ser prestada sim. Conheço neonatologistas que acompanham parto domiciliar e que tem todo o aparato e preparo para o atendimento.

    Os dados que você apresentou (10% necessitam de ajuda para respirar, 1% necessitam de procedimentos mais intensivos) são inconclusivos, é preciso saber qual a via de parto, a maturidade fetal, se houve analgesia intraparto.. todos esses fatores podem sim afetar a vitalidade do bebe, e só apresentar o número assim, pode criar um alarme desnecessário.

    Volto a dizer: é uma opção, e a responsabilidade sobre esta deve ser dividida entre o médico/pediatra/parteira/enfermeira e a mulher. Falar que é uma cilada, é no mínimo, preconceito.

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    Mas muito me preocupa o título do post e a sua postura quanto às casas de parto.
    A observação que você colocou, quanto à apresentaçao pelvica, não se aplica às casas de parto, uma vez que, para ser admitida na casa de parto, a gestante deve ser comprovadamente de baixo risco, e a apresentação fetal pelvica já descarta essas mulheres (infelizmente, pois sabemos que, apesar de mais complicado, o parto pelvico é viável sim, desde que quem assiste ao parto tenha segurança e experiência em situações como estas) alem de não poder possuir cesária anterior (que também sabemos ser possível o PN, mas nao entraremos nesse mérito).

    Em caso de necessidade de transferências, sempre há uma ambulância a postos, e as casas de parto sempre estão localizadas proximas a um hospital de referência.

    Ou seja, um parto em uma casa de parto, não é uma loucura como seu texto faz parecer.

    Parto em casa tao pouco é essa coisa romântica, um capricho ou uma loucura, como disse a Cátia, é uma opção. E a assitência ao recém nato pode ser prestada sim. Conheço neonatologistas que acompanham parto domiciliar e que tem todo o aparato e preparo para o atendimento.

    Os dados que você apresentou (10% necessitam de ajuda para respirar, 1% necessitam de procedimentos mais intensivos) são inconclusivos, é preciso saber qual a via de parto, a maturidade fetal, se houve analgesia intraparto.. todos esses fatores podem sim afetar a vitalidade do bebe, e só apresentar o número assim, pode criar um alarme desnecessário.

    Volto a dizer: é uma opção, e a responsabilidade sobre esta deve ser dividida entre o médico/pediatra/parteira/enfermeira e a mulher. Falar que é uma cilada, é no mínimo, preconceito.

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    A observação que você colocou, quanto à apresentaçao pelvica, não se aplica às casas de parto, uma vez que, para ser admitida na casa de parto, a gestante deve ser comprovadamente de baixo risco, e a apresentação fetal pelvica já descarta essas mulheres (infelizmente, pois sabemos que, apesar de mais complicado, o parto pelvico é viável sim, desde que quem assiste ao parto tenha segurança e experiência em situações como estas) alem de não poder possuir cesária anterior (que também sabemos ser possível o PN, mas nao entraremos nesse mérito).

    Em caso de necessidade de transferências, sempre há uma ambulância a postos, e as casas de parto sempre estão localizadas proximas a um hospital de referência.

    Ou seja, um parto em uma casa de parto, não é uma loucura como seu texto faz parecer.

    Parto em casa tao pouco é essa coisa romântica, um capricho ou uma loucura, como disse a Cátia, é uma opção. E a assitência ao recém nato pode ser prestada sim. Conheço neonatologistas que acompanham parto domiciliar e que tem todo o aparato e preparo para o atendimento.

    Os dados que você apresentou (10% necessitam de ajuda para respirar, 1% necessitam de procedimentos mais intensivos) são inconclusivos, é preciso saber qual a via de parto, a maturidade fetal, se houve analgesia intraparto.. todos esses fatores podem sim afetar a vitalidade do bebe, e só apresentar o número assim, pode criar um alarme desnecessário.

    Volto a dizer: é uma opção, e a responsabilidade sobre esta deve ser dividida entre o médico/pediatra/parteira/enfermeira e a mulher. Falar que é uma cilada, é no mínimo, preconceito.

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    Sou frequentadora assídua do PdH, assino o feed inclusive.
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    Mas muito me preocupa o título do post e a sua postura quanto às casas de parto.
    A observação que você colocou, quanto à apresentaçao pelvica, não se aplica às casas de parto, uma vez que, para ser admitida na casa de parto, a gestante deve ser comprovadamente de baixo risco, e a apresentação fetal pelvica já descarta essas mulheres (infelizmente, pois sabemos que, apesar de mais complicado, o parto pelvico é viável sim, desde que quem assiste ao parto tenha segurança e experiência em situações como estas) alem de não poder possuir cesária anterior (que também sabemos ser possível o PN, mas nao entraremos nesse mérito).

    Em caso de necessidade de transferências, sempre há uma ambulância a postos, e as casas de parto sempre estão localizadas proximas a um hospital de referência.

    Ou seja, um parto em uma casa de parto, não é uma loucura como seu texto faz parecer.

    Parto em casa tao pouco é essa coisa romântica, um capricho ou uma loucura, como disse a Cátia, é uma opção. E a assitência ao recém nato pode ser prestada sim. Conheço neonatologistas que acompanham parto domiciliar e que tem todo o aparato e preparo para o atendimento.

    Os dados que você apresentou (10% necessitam de ajuda para respirar, 1% necessitam de procedimentos mais intensivos) são inconclusivos, é preciso saber qual a via de parto, a maturidade fetal, se houve analgesia intraparto.. todos esses fatores podem sim afetar a vitalidade do bebe, e só apresentar o número assim, pode criar um alarme desnecessário.

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    Mas muito me preocupa o título do post e a sua postura quanto às casas de parto.
    A observação que você colocou, quanto à apresentaçao pelvica, não se aplica às casas de parto, uma vez que, para ser admitida na casa de parto, a gestante deve ser comprovadamente de baixo risco, e a apresentação fetal pelvica já descarta essas mulheres (infelizmente, pois sabemos que, apesar de mais complicado, o parto pelvico é viável sim, desde que quem assiste ao parto tenha segurança e experiência em situações como estas) alem de não poder possuir cesária anterior (que também sabemos ser possível o PN, mas nao entraremos nesse mérito).

    Em caso de necessidade de transferências, sempre há uma ambulância a postos, e as casas de parto sempre estão localizadas proximas a um hospital de referência.

    Ou seja, um parto em uma casa de parto, não é uma loucura como seu texto faz parecer.

    Parto em casa tao pouco é essa coisa romântica, um capricho ou uma loucura, como disse a Cátia, é uma opção. E a assitência ao recém nato pode ser prestada sim. Conheço neonatologistas que acompanham parto domiciliar e que tem todo o aparato e preparo para o atendimento.

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    Em caso de necessidade de transferências, sempre há uma ambulância a postos, e as casas de parto sempre estão localizadas proximas a um hospital de referência.

    Ou seja, um parto em uma casa de parto, não é uma loucura como seu texto faz parecer.

    Parto em casa tao pouco é essa coisa romântica, um capricho ou uma loucura, como disse a Cátia, é uma opção. E a assitência ao recém nato pode ser prestada sim. Conheço neonatologistas que acompanham parto domiciliar e que tem todo o aparato e preparo para o atendimento.

    Os dados que você apresentou (10% necessitam de ajuda para respirar, 1% necessitam de procedimentos mais intensivos) são inconclusivos, é preciso saber qual a via de parto, a maturidade fetal, se houve analgesia intraparto.. todos esses fatores podem sim afetar a vitalidade do bebe, e só apresentar o número assim, pode criar um alarme desnecessário.

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    Em caso de necessidade de transferências, sempre há uma ambulância a postos, e as casas de parto sempre estão localizadas proximas a um hospital de referência.

    Ou seja, um parto em uma casa de parto, não é uma loucura como seu texto faz parecer.

    Parto em casa tao pouco é essa coisa romântica, um capricho ou uma loucura, como disse a Cátia, é uma opção. E a assitência ao recém nato pode ser prestada sim. Conheço neonatologistas que acompanham parto domiciliar e que tem todo o aparato e preparo para o atendimento.

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  • http://thycurse.spaces.live.com/blog Maldito

    Dr, a minha surpresa foi mais ou menos o seguinte: quando eu li o outro artigo, eu tive a impressão de que parto normal tinha muito mais complicações que cesária… e nesse artigo, tem a frase que diz justamente o contrário…
    Nunca quis contestar a sua opinião ou a da sua mãe na hora que ela escolheu o parto… Desculpe-me, sinceramente, por eu ter me expressado mal.

    Mas, agora eu tenho mais dúvidas… porque tipo, o parto normal tem 20% de chances de dar merda, tem esse lance de perio-alguma-coisa que zoa a posição dos órgãos… e ele ainda é menos complicado que uma cesária, que leva cerca de um terço do tempo? Como assim?

  • http://thycurse.spaces.live.com/blog Maldito

    Dr, a minha surpresa foi mais ou menos o seguinte: quando eu li o outro artigo, eu tive a impressão de que parto normal tinha muito mais complicações que cesária… e nesse artigo, tem a frase que diz justamente o contrário…
    Nunca quis contestar a sua opinião ou a da sua mãe na hora que ela escolheu o parto… Desculpe-me, sinceramente, por eu ter me expressado mal.

    Mas, agora eu tenho mais dúvidas… porque tipo, o parto normal tem 20% de chances de dar merda, tem esse lance de perio-alguma-coisa que zoa a posição dos órgãos… e ele ainda é menos complicado que uma cesária, que leva cerca de um terço do tempo? Como assim?

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    Dr, a minha surpresa foi mais ou menos o seguinte: quando eu li o outro artigo, eu tive a impressão de que parto normal tinha muito mais complicações que cesária… e nesse artigo, tem a frase que diz justamente o contrário…
    Nunca quis contestar a sua opinião ou a da sua mãe na hora que ela escolheu o parto… Desculpe-me, sinceramente, por eu ter me expressado mal.

    Mas, agora eu tenho mais dúvidas… porque tipo, o parto normal tem 20% de chances de dar merda, tem esse lance de perio-alguma-coisa que zoa a posição dos órgãos… e ele ainda é menos complicado que uma cesária, que leva cerca de um terço do tempo? Como assim?

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    Dr, a minha surpresa foi mais ou menos o seguinte: quando eu li o outro artigo, eu tive a impressão de que parto normal tinha muito mais complicações que cesária… e nesse artigo, tem a frase que diz justamente o contrário…
    Nunca quis contestar a sua opinião ou a da sua mãe na hora que ela escolheu o parto… Desculpe-me, sinceramente, por eu ter me expressado mal.

    Mas, agora eu tenho mais dúvidas… porque tipo, o parto normal tem 20% de chances de dar merda, tem esse lance de perio-alguma-coisa que zoa a posição dos órgãos… e ele ainda é menos complicado que uma cesária, que leva cerca de um terço do tempo? Como assim?

  • http://thycurse.spaces.live.com/blog Maldito

    Dr, a minha surpresa foi mais ou menos o seguinte: quando eu li o outro artigo, eu tive a impressão de que parto normal tinha muito mais complicações que cesária… e nesse artigo, tem a frase que diz justamente o contrário…
    Nunca quis contestar a sua opinião ou a da sua mãe na hora que ela escolheu o parto… Desculpe-me, sinceramente, por eu ter me expressado mal.

    Mas, agora eu tenho mais dúvidas… porque tipo, o parto normal tem 20% de chances de dar merda, tem esse lance de perio-alguma-coisa que zoa a posição dos órgãos… e ele ainda é menos complicado que uma cesária, que leva cerca de um terço do tempo? Como assim?

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    Nunca quis contestar a sua opinião ou a da sua mãe na hora que ela escolheu o parto… Desculpe-me, sinceramente, por eu ter me expressado mal.

    Mas, agora eu tenho mais dúvidas… porque tipo, o parto normal tem 20% de chances de dar merda, tem esse lance de perio-alguma-coisa que zoa a posição dos órgãos… e ele ainda é menos complicado que uma cesária, que leva cerca de um terço do tempo? Como assim?

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Preconceito nada, é conceito, mais do que sólido, e tem o apoio do Conselho Regional de Medicina de vários estados quiçá, todos. Inclusive o que me motivou a escrever o artigo foi uma reportagem a respeito no Jornal do CREMERJ deste mês, praticamente no mesmo tom que eu usei aqui. Então a entidade que regula o exercício da Medicina no meu estado é preconceituosa ? Essa acusação é grave.

    Simone, Ok, vc conhece neonatologistas que prestam a assistência. Ótimo. Talvez conheça casas de parto sérias. Que não são a totalidade, existem várias sem médicos, sem ambulância, sem aparato adequado. Se não, não haveria motivo para o alarde pelo CREMERJ.

    Mais uma vez : Parto sem médico por perto = Loucura.

    Queria saber quem responde judicialmente quando dá merda numa casa de parto sem médico ?

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    Simone, Ok, vc conhece neonatologistas que prestam a assistência. Ótimo. Talvez conheça casas de parto sérias. Que não são a totalidade, existem várias sem médicos, sem ambulância, sem aparato adequado. Se não, não haveria motivo para o alarde pelo CREMERJ.

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    Seguinte, Maldito : O parto normal assim é chamado pois a criança passa, ainda que de forma sofrida, por uma via existente no corpo, no caso, o colo do utero e a vagina. Não há lesão de estruturas, o que reduz MUITO o risco de uma contaminação bacteriana. O lance da deiscência de períneo é que como o feto passa “alargando” tudo, a musculatura pode sofrer lesão estrutural que no futuro causa enfraquecimento deste, e útero e bexiga podem até se exteriorizar por isso.

    Já na cesariana, apesar de bem mais rápida, vc tem que confeccionar um caminho para retirar a criança. Nessa brincadeira, vc abre uma chamada “porta de entrada” para microorganismos patológicos, a ferida operatória. Além disso, há todo o processo inflamatório envolvido na cirurgia, é necessário um período maior para a recuperação, a ferida dói, pode sangrar, essas coisas.

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    Seguinte, Maldito : O parto normal assim é chamado pois a criança passa, ainda que de forma sofrida, por uma via existente no corpo, no caso, o colo do utero e a vagina. Não há lesão de estruturas, o que reduz MUITO o risco de uma contaminação bacteriana. O lance da deiscência de períneo é que como o feto passa “alargando” tudo, a musculatura pode sofrer lesão estrutural que no futuro causa enfraquecimento deste, e útero e bexiga podem até se exteriorizar por isso.

    Já na cesariana, apesar de bem mais rápida, vc tem que confeccionar um caminho para retirar a criança. Nessa brincadeira, vc abre uma chamada “porta de entrada” para microorganismos patológicos, a ferida operatória. Além disso, há todo o processo inflamatório envolvido na cirurgia, é necessário um período maior para a recuperação, a ferida dói, pode sangrar, essas coisas.

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  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Eu nasci de cesariana por indicação, mas nasceria de cesariana de qualquer jeito.

    Motivo : Minha mãe é pediatra, assistiu milhares de partos normais e decidiu que não queria isso pra ela não. Não deve ser tão legal assim não…

    Ah, Maldito, quando eu digo lesão de estruturas, quero dizer que não há corte. A lesão da musculatura é por esgarçamento.

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    Motivo : Minha mãe é pediatra, assistiu milhares de partos normais e decidiu que não queria isso pra ela não. Não deve ser tão legal assim não…

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    Eu nasci de cesariana por indicação, mas nasceria de cesariana de qualquer jeito.

    Motivo : Minha mãe é pediatra, assistiu milhares de partos normais e decidiu que não queria isso pra ela não. Não deve ser tão legal assim não…

    Ah, Maldito, quando eu digo lesão de estruturas, quero dizer que não há corte. A lesão da musculatura é por esgarçamento.

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    Motivo : Minha mãe é pediatra, assistiu milhares de partos normais e decidiu que não queria isso pra ela não. Não deve ser tão legal assim não…

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    Ah, Maldito, quando eu digo lesão de estruturas, quero dizer que não há corte. A lesão da musculatura é por esgarçamento.

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    Motivo : Minha mãe é pediatra, assistiu milhares de partos normais e decidiu que não queria isso pra ela não. Não deve ser tão legal assim não…

    Ah, Maldito, quando eu digo lesão de estruturas, quero dizer que não há corte. A lesão da musculatura é por esgarçamento.

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    Motivo : Minha mãe é pediatra, assistiu milhares de partos normais e decidiu que não queria isso pra ela não. Não deve ser tão legal assim não…

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  • http://coletanea.brogui.com/ Carol Moura

    Proz? Vc é o Dr Health…

    Bem, como sou perita neste assunto, posso opinar. Parto em casa não rola! Além da ansiedade natural, que já existe no momento do parto, você estar em casa gera uma ansiedade a mais: “E se der algo errado?”.

    Não sou a favor de cesáreas desnecessárias, como foi a minha primeira. Graças à esta, todas as outras tiveram que ser cesáreas.

    Adorei sua coluna ;)

    Carol

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    Não sou a favor de cesáreas desnecessárias, como foi a minha primeira. Graças à esta, todas as outras tiveram que ser cesáreas.

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    Carol

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    Carol

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    Proz? Vc é o Dr Health…

    Bem, como sou perita neste assunto, posso opinar. Parto em casa não rola! Além da ansiedade natural, que já existe no momento do parto, você estar em casa gera uma ansiedade a mais: “E se der algo errado?”.

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    Carol

  • Simone Cruz

    Dr Health,

    Conheço qual é a opinião do CREMERJ a respeito das casas de parto.
    Eu não sou do Rio, nem sou médica, então não cabe a mim tentar mudar a sua postura ou ainda do conselho do Rio. O que eu continuo afirmando ser preconceituosa é a sua afirmação.
    Todos nós temos cada um sua opinião, e, quando o assunto em pauta é uma questão tão delicada, acredito que deva haver no mínimo respeito, e dizer que é uma CILADA sem ter referências sólidas disso é arriscado. Você conhece a realidade do Rio, eu a de São Paulo, então afirmar categoricamente que “é uma cilada” conhecendo somente um lado é preconceito, concorda? No texto você afirma categoricamente que parto em casa não dá. Aí com o comentário da Cátia e com o meu, você admimite, sim dá, mas só com médico, enfim, são opiniões, que com o debate vão ficando mais claras, ou não. É uma pena o conselho de medicina do seu estado não concordar com a viabilidade das casas de parto, e claro, sem o apoio do governo a situação pode ficar precária pois elas dependem do governo para funcionar bem.
    Quando a sua pergunta sobre quem decai a responsabilidade no caso de “dar merda”, eu já havia respondido: É uma opção, e a responsabilidade sobre essa opção é do médico/parteira/pediatra/enfermeira e dos pais da criança. Ou seja, a pessoa que escolhe ter um parto em casa sabe que está tomando para si a responsabilidade. Isso é o que chamamos de escolha responsável. E ter um bebe no hospital só porque terá em quem botar a culpa, ou a quem processar caso dê merda, é uma opção também, oras.

    Acredite, fico muito feliz que você como médico entenda que o parto normal é viável, que as cesárias feitas a torto e a direito são prejudiciais. E agradeço o espaço para lançar a minha opinião.

  • Simone Cruz

    Dr Health,

    Conheço qual é a opinião do CREMERJ a respeito das casas de parto.
    Eu não sou do Rio, nem sou médica, então não cabe a mim tentar mudar a sua postura ou ainda do conselho do Rio. O que eu continuo afirmando ser preconceituosa é a sua afirmação.
    Todos nós temos cada um sua opinião, e, quando o assunto em pauta é uma questão tão delicada, acredito que deva haver no mínimo respeito, e dizer que é uma CILADA sem ter referências sólidas disso é arriscado. Você conhece a realidade do Rio, eu a de São Paulo, então afirmar categoricamente que “é uma cilada” conhecendo somente um lado é preconceito, concorda? No texto você afirma categoricamente que parto em casa não dá. Aí com o comentário da Cátia e com o meu, você admimite, sim dá, mas só com médico, enfim, são opiniões, que com o debate vão ficando mais claras, ou não. É uma pena o conselho de medicina do seu estado não concordar com a viabilidade das casas de parto, e claro, sem o apoio do governo a situação pode ficar precária pois elas dependem do governo para funcionar bem.
    Quando a sua pergunta sobre quem decai a responsabilidade no caso de “dar merda”, eu já havia respondido: É uma opção, e a responsabilidade sobre essa opção é do médico/parteira/pediatra/enfermeira e dos pais da criança. Ou seja, a pessoa que escolhe ter um parto em casa sabe que está tomando para si a responsabilidade. Isso é o que chamamos de escolha responsável. E ter um bebe no hospital só porque terá em quem botar a culpa, ou a quem processar caso dê merda, é uma opção também, oras.

    Acredite, fico muito feliz que você como médico entenda que o parto normal é viável, que as cesárias feitas a torto e a direito são prejudiciais. E agradeço o espaço para lançar a minha opinião.

  • Simone Cruz

    Dr Health,

    Conheço qual é a opinião do CREMERJ a respeito das casas de parto.
    Eu não sou do Rio, nem sou médica, então não cabe a mim tentar mudar a sua postura ou ainda do conselho do Rio. O que eu continuo afirmando ser preconceituosa é a sua afirmação.
    Todos nós temos cada um sua opinião, e, quando o assunto em pauta é uma questão tão delicada, acredito que deva haver no mínimo respeito, e dizer que é uma CILADA sem ter referências sólidas disso é arriscado. Você conhece a realidade do Rio, eu a de São Paulo, então afirmar categoricamente que “é uma cilada” conhecendo somente um lado é preconceito, concorda? No texto você afirma categoricamente que parto em casa não dá. Aí com o comentário da Cátia e com o meu, você admimite, sim dá, mas só com médico, enfim, são opiniões, que com o debate vão ficando mais claras, ou não. É uma pena o conselho de medicina do seu estado não concordar com a viabilidade das casas de parto, e claro, sem o apoio do governo a situação pode ficar precária pois elas dependem do governo para funcionar bem.
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    Acredite, fico muito feliz que você como médico entenda que o parto normal é viável, que as cesárias feitas a torto e a direito são prejudiciais. E agradeço o espaço para lançar a minha opinião.

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    Eu não sou do Rio, nem sou médica, então não cabe a mim tentar mudar a sua postura ou ainda do conselho do Rio. O que eu continuo afirmando ser preconceituosa é a sua afirmação.
    Todos nós temos cada um sua opinião, e, quando o assunto em pauta é uma questão tão delicada, acredito que deva haver no mínimo respeito, e dizer que é uma CILADA sem ter referências sólidas disso é arriscado. Você conhece a realidade do Rio, eu a de São Paulo, então afirmar categoricamente que “é uma cilada” conhecendo somente um lado é preconceito, concorda? No texto você afirma categoricamente que parto em casa não dá. Aí com o comentário da Cátia e com o meu, você admimite, sim dá, mas só com médico, enfim, são opiniões, que com o debate vão ficando mais claras, ou não. É uma pena o conselho de medicina do seu estado não concordar com a viabilidade das casas de parto, e claro, sem o apoio do governo a situação pode ficar precária pois elas dependem do governo para funcionar bem.
    Quando a sua pergunta sobre quem decai a responsabilidade no caso de “dar merda”, eu já havia respondido: É uma opção, e a responsabilidade sobre essa opção é do médico/parteira/pediatra/enfermeira e dos pais da criança. Ou seja, a pessoa que escolhe ter um parto em casa sabe que está tomando para si a responsabilidade. Isso é o que chamamos de escolha responsável. E ter um bebe no hospital só porque terá em quem botar a culpa, ou a quem processar caso dê merda, é uma opção também, oras.

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    Eu não sou do Rio, nem sou médica, então não cabe a mim tentar mudar a sua postura ou ainda do conselho do Rio. O que eu continuo afirmando ser preconceituosa é a sua afirmação.
    Todos nós temos cada um sua opinião, e, quando o assunto em pauta é uma questão tão delicada, acredito que deva haver no mínimo respeito, e dizer que é uma CILADA sem ter referências sólidas disso é arriscado. Você conhece a realidade do Rio, eu a de São Paulo, então afirmar categoricamente que “é uma cilada” conhecendo somente um lado é preconceito, concorda? No texto você afirma categoricamente que parto em casa não dá. Aí com o comentário da Cátia e com o meu, você admimite, sim dá, mas só com médico, enfim, são opiniões, que com o debate vão ficando mais claras, ou não. É uma pena o conselho de medicina do seu estado não concordar com a viabilidade das casas de parto, e claro, sem o apoio do governo a situação pode ficar precária pois elas dependem do governo para funcionar bem.
    Quando a sua pergunta sobre quem decai a responsabilidade no caso de “dar merda”, eu já havia respondido: É uma opção, e a responsabilidade sobre essa opção é do médico/parteira/pediatra/enfermeira e dos pais da criança. Ou seja, a pessoa que escolhe ter um parto em casa sabe que está tomando para si a responsabilidade. Isso é o que chamamos de escolha responsável. E ter um bebe no hospital só porque terá em quem botar a culpa, ou a quem processar caso dê merda, é uma opção também, oras.

    Acredite, fico muito feliz que você como médico entenda que o parto normal é viável, que as cesárias feitas a torto e a direito são prejudiciais. E agradeço o espaço para lançar a minha opinião.

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    Conheço qual é a opinião do CREMERJ a respeito das casas de parto.
    Eu não sou do Rio, nem sou médica, então não cabe a mim tentar mudar a sua postura ou ainda do conselho do Rio. O que eu continuo afirmando ser preconceituosa é a sua afirmação.
    Todos nós temos cada um sua opinião, e, quando o assunto em pauta é uma questão tão delicada, acredito que deva haver no mínimo respeito, e dizer que é uma CILADA sem ter referências sólidas disso é arriscado. Você conhece a realidade do Rio, eu a de São Paulo, então afirmar categoricamente que “é uma cilada” conhecendo somente um lado é preconceito, concorda? No texto você afirma categoricamente que parto em casa não dá. Aí com o comentário da Cátia e com o meu, você admimite, sim dá, mas só com médico, enfim, são opiniões, que com o debate vão ficando mais claras, ou não. É uma pena o conselho de medicina do seu estado não concordar com a viabilidade das casas de parto, e claro, sem o apoio do governo a situação pode ficar precária pois elas dependem do governo para funcionar bem.
    Quando a sua pergunta sobre quem decai a responsabilidade no caso de “dar merda”, eu já havia respondido: É uma opção, e a responsabilidade sobre essa opção é do médico/parteira/pediatra/enfermeira e dos pais da criança. Ou seja, a pessoa que escolhe ter um parto em casa sabe que está tomando para si a responsabilidade. Isso é o que chamamos de escolha responsável. E ter um bebe no hospital só porque terá em quem botar a culpa, ou a quem processar caso dê merda, é uma opção também, oras.

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    Conheço qual é a opinião do CREMERJ a respeito das casas de parto.
    Eu não sou do Rio, nem sou médica, então não cabe a mim tentar mudar a sua postura ou ainda do conselho do Rio. O que eu continuo afirmando ser preconceituosa é a sua afirmação.
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    Eu não sou do Rio, nem sou médica, então não cabe a mim tentar mudar a sua postura ou ainda do conselho do Rio. O que eu continuo afirmando ser preconceituosa é a sua afirmação.
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  • Simone Cruz

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    Conheço qual é a opinião do CREMERJ a respeito das casas de parto.
    Eu não sou do Rio, nem sou médica, então não cabe a mim tentar mudar a sua postura ou ainda do conselho do Rio. O que eu continuo afirmando ser preconceituosa é a sua afirmação.
    Todos nós temos cada um sua opinião, e, quando o assunto em pauta é uma questão tão delicada, acredito que deva haver no mínimo respeito, e dizer que é uma CILADA sem ter referências sólidas disso é arriscado. Você conhece a realidade do Rio, eu a de São Paulo, então afirmar categoricamente que “é uma cilada” conhecendo somente um lado é preconceito, concorda? No texto você afirma categoricamente que parto em casa não dá. Aí com o comentário da Cátia e com o meu, você admimite, sim dá, mas só com médico, enfim, são opiniões, que com o debate vão ficando mais claras, ou não. É uma pena o conselho de medicina do seu estado não concordar com a viabilidade das casas de parto, e claro, sem o apoio do governo a situação pode ficar precária pois elas dependem do governo para funcionar bem.
    Quando a sua pergunta sobre quem decai a responsabilidade no caso de “dar merda”, eu já havia respondido: É uma opção, e a responsabilidade sobre essa opção é do médico/parteira/pediatra/enfermeira e dos pais da criança. Ou seja, a pessoa que escolhe ter um parto em casa sabe que está tomando para si a responsabilidade. Isso é o que chamamos de escolha responsável. E ter um bebe no hospital só porque terá em quem botar a culpa, ou a quem processar caso dê merda, é uma opção também, oras.

    Acredite, fico muito feliz que você como médico entenda que o parto normal é viável, que as cesárias feitas a torto e a direito são prejudiciais. E agradeço o espaço para lançar a minha opinião.

  • Ana Sixx

    Health,

    Olá!!
    Há quase 2 anos, tive o momento mais feliz da minha vida.
    Minha filha nasceu em nossa casa, num parto lindo e intenso.

    O parto, pertence a mulher.
    E apenas ela, tem o direito de fazer suas escolhas.
    O parto, é natural.
    Fisiológico.
    Transformador.

    Não acho que devamos aceitar, as intervenções dos médicos, os grandes “salvadores” assim, de olhos fechados.

    Bato palmas para a cirurgia, sim cesárea não é opção de parto.
    É cirurgia.
    E quando bem indicada, salva!
    Mas, apenas nessa situação.
    E não como vemos atualmente….

    É feito um terror nas mulheres, que sinceramente, estou querendo ver como o Ministério da Saúde vai fazer pra reverter esse quadro pavoroso de cirurgias.
    Como fazer com que as mulheres entendam da potencialidade delas. Da força, da energia que nos faz parir, naturalmente.
    Isso, realmente, eu quero ver…

    Acho, que as pessoas que criticam o parto domiciliar, deveriam se informar melhor.
    Mergulhar dentro, saber como é feito.
    A seriedade dos profissionais envolvidos.
    Muito triste, ler alguém que não teve a vivência de partos domiciliares, dizer que não é viável…

    Minha filha, nasceu com 4.050g, 49 cm e eu não tive nenhum corte.
    Meu pós-parto, foi tão tranquilo qto a minha gestação e meu parto.
    Minha filha, mamou nos primeiros segundos de vida.
    Ela não teve seu cordão cortado abruptamente, foi respeitada sua condição de bebê.
    Nasceu com apgar 9-10.

    Parto domiciliar é opção de parto.
    Opção de parto é normal, em casa, no hospital, em casa de parto, de cócoras, na água

    Opção segura e feliz!

    Pretendo ter mais filhos, e todos da mesma forma.
    E sou muito feliz na minha decisão!

  • Ana Sixx

    Health,

    Olá!!
    Há quase 2 anos, tive o momento mais feliz da minha vida.
    Minha filha nasceu em nossa casa, num parto lindo e intenso.

    O parto, pertence a mulher.
    E apenas ela, tem o direito de fazer suas escolhas.
    O parto, é natural.
    Fisiológico.
    Transformador.

    Não acho que devamos aceitar, as intervenções dos médicos, os grandes “salvadores” assim, de olhos fechados.

    Bato palmas para a cirurgia, sim cesárea não é opção de parto.
    É cirurgia.
    E quando bem indicada, salva!
    Mas, apenas nessa situação.
    E não como vemos atualmente….

    É feito um terror nas mulheres, que sinceramente, estou querendo ver como o Ministério da Saúde vai fazer pra reverter esse quadro pavoroso de cirurgias.
    Como fazer com que as mulheres entendam da potencialidade delas. Da força, da energia que nos faz parir, naturalmente.
    Isso, realmente, eu quero ver…

    Acho, que as pessoas que criticam o parto domiciliar, deveriam se informar melhor.
    Mergulhar dentro, saber como é feito.
    A seriedade dos profissionais envolvidos.
    Muito triste, ler alguém que não teve a vivência de partos domiciliares, dizer que não é viável…

    Minha filha, nasceu com 4.050g, 49 cm e eu não tive nenhum corte.
    Meu pós-parto, foi tão tranquilo qto a minha gestação e meu parto.
    Minha filha, mamou nos primeiros segundos de vida.
    Ela não teve seu cordão cortado abruptamente, foi respeitada sua condição de bebê.
    Nasceu com apgar 9-10.

    Parto domiciliar é opção de parto.
    Opção de parto é normal, em casa, no hospital, em casa de parto, de cócoras, na água

    Opção segura e feliz!

    Pretendo ter mais filhos, e todos da mesma forma.
    E sou muito feliz na minha decisão!

  • Ana Sixx

    Health,

    Olá!!
    Há quase 2 anos, tive o momento mais feliz da minha vida.
    Minha filha nasceu em nossa casa, num parto lindo e intenso.

    O parto, pertence a mulher.
    E apenas ela, tem o direito de fazer suas escolhas.
    O parto, é natural.
    Fisiológico.
    Transformador.

    Não acho que devamos aceitar, as intervenções dos médicos, os grandes “salvadores” assim, de olhos fechados.

    Bato palmas para a cirurgia, sim cesárea não é opção de parto.
    É cirurgia.
    E quando bem indicada, salva!
    Mas, apenas nessa situação.
    E não como vemos atualmente….

    É feito um terror nas mulheres, que sinceramente, estou querendo ver como o Ministério da Saúde vai fazer pra reverter esse quadro pavoroso de cirurgias.
    Como fazer com que as mulheres entendam da potencialidade delas. Da força, da energia que nos faz parir, naturalmente.
    Isso, realmente, eu quero ver…

    Acho, que as pessoas que criticam o parto domiciliar, deveriam se informar melhor.
    Mergulhar dentro, saber como é feito.
    A seriedade dos profissionais envolvidos.
    Muito triste, ler alguém que não teve a vivência de partos domiciliares, dizer que não é viável…

    Minha filha, nasceu com 4.050g, 49 cm e eu não tive nenhum corte.
    Meu pós-parto, foi tão tranquilo qto a minha gestação e meu parto.
    Minha filha, mamou nos primeiros segundos de vida.
    Ela não teve seu cordão cortado abruptamente, foi respeitada sua condição de bebê.
    Nasceu com apgar 9-10.

    Parto domiciliar é opção de parto.
    Opção de parto é normal, em casa, no hospital, em casa de parto, de cócoras, na água

    Opção segura e feliz!

    Pretendo ter mais filhos, e todos da mesma forma.
    E sou muito feliz na minha decisão!

  • Ana Sixx

    Health,

    Olá!!
    Há quase 2 anos, tive o momento mais feliz da minha vida.
    Minha filha nasceu em nossa casa, num parto lindo e intenso.

    O parto, pertence a mulher.
    E apenas ela, tem o direito de fazer suas escolhas.
    O parto, é natural.
    Fisiológico.
    Transformador.

    Não acho que devamos aceitar, as intervenções dos médicos, os grandes “salvadores” assim, de olhos fechados.

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    É cirurgia.
    E quando bem indicada, salva!
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    Como fazer com que as mulheres entendam da potencialidade delas. Da força, da energia que nos faz parir, naturalmente.
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    Acho, que as pessoas que criticam o parto domiciliar, deveriam se informar melhor.
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    Minha filha, mamou nos primeiros segundos de vida.
    Ela não teve seu cordão cortado abruptamente, foi respeitada sua condição de bebê.
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    Pretendo ter mais filhos, e todos da mesma forma.
    E sou muito feliz na minha decisão!

  • Ana Sixx

    Health,

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    Há quase 2 anos, tive o momento mais feliz da minha vida.
    Minha filha nasceu em nossa casa, num parto lindo e intenso.

    O parto, pertence a mulher.
    E apenas ela, tem o direito de fazer suas escolhas.
    O parto, é natural.
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    É cirurgia.
    E quando bem indicada, salva!
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    E não como vemos atualmente….

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    Como fazer com que as mulheres entendam da potencialidade delas. Da força, da energia que nos faz parir, naturalmente.
    Isso, realmente, eu quero ver…

    Acho, que as pessoas que criticam o parto domiciliar, deveriam se informar melhor.
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    Ela não teve seu cordão cortado abruptamente, foi respeitada sua condição de bebê.
    Nasceu com apgar 9-10.

    Parto domiciliar é opção de parto.
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    Opção segura e feliz!

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  • Ana Sixx

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    E apenas ela, tem o direito de fazer suas escolhas.
    O parto, é natural.
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    Como fazer com que as mulheres entendam da potencialidade delas. Da força, da energia que nos faz parir, naturalmente.
    Isso, realmente, eu quero ver…

    Acho, que as pessoas que criticam o parto domiciliar, deveriam se informar melhor.
    Mergulhar dentro, saber como é feito.
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    Muito triste, ler alguém que não teve a vivência de partos domiciliares, dizer que não é viável…

    Minha filha, nasceu com 4.050g, 49 cm e eu não tive nenhum corte.
    Meu pós-parto, foi tão tranquilo qto a minha gestação e meu parto.
    Minha filha, mamou nos primeiros segundos de vida.
    Ela não teve seu cordão cortado abruptamente, foi respeitada sua condição de bebê.
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    Parto domiciliar é opção de parto.
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    Opção segura e feliz!

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    E sou muito feliz na minha decisão!

  • Ana Sixx

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    E apenas ela, tem o direito de fazer suas escolhas.
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    E quando bem indicada, salva!
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    Acho, que as pessoas que criticam o parto domiciliar, deveriam se informar melhor.
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    A seriedade dos profissionais envolvidos.
    Muito triste, ler alguém que não teve a vivência de partos domiciliares, dizer que não é viável…

    Minha filha, nasceu com 4.050g, 49 cm e eu não tive nenhum corte.
    Meu pós-parto, foi tão tranquilo qto a minha gestação e meu parto.
    Minha filha, mamou nos primeiros segundos de vida.
    Ela não teve seu cordão cortado abruptamente, foi respeitada sua condição de bebê.
    Nasceu com apgar 9-10.

    Parto domiciliar é opção de parto.
    Opção de parto é normal, em casa, no hospital, em casa de parto, de cócoras, na água

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  • Ana Sixx

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    Minha filha nasceu em nossa casa, num parto lindo e intenso.

    O parto, pertence a mulher.
    E apenas ela, tem o direito de fazer suas escolhas.
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    Minha filha, nasceu com 4.050g, 49 cm e eu não tive nenhum corte.
    Meu pós-parto, foi tão tranquilo qto a minha gestação e meu parto.
    Minha filha, mamou nos primeiros segundos de vida.
    Ela não teve seu cordão cortado abruptamente, foi respeitada sua condição de bebê.
    Nasceu com apgar 9-10.

    Parto domiciliar é opção de parto.
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    Opção segura e feliz!

    Pretendo ter mais filhos, e todos da mesma forma.
    E sou muito feliz na minha decisão!

  • Ana Sixx

    Health,

    Olá!!
    Há quase 2 anos, tive o momento mais feliz da minha vida.
    Minha filha nasceu em nossa casa, num parto lindo e intenso.

    O parto, pertence a mulher.
    E apenas ela, tem o direito de fazer suas escolhas.
    O parto, é natural.
    Fisiológico.
    Transformador.

    Não acho que devamos aceitar, as intervenções dos médicos, os grandes “salvadores” assim, de olhos fechados.

    Bato palmas para a cirurgia, sim cesárea não é opção de parto.
    É cirurgia.
    E quando bem indicada, salva!
    Mas, apenas nessa situação.
    E não como vemos atualmente….

    É feito um terror nas mulheres, que sinceramente, estou querendo ver como o Ministério da Saúde vai fazer pra reverter esse quadro pavoroso de cirurgias.
    Como fazer com que as mulheres entendam da potencialidade delas. Da força, da energia que nos faz parir, naturalmente.
    Isso, realmente, eu quero ver…

    Acho, que as pessoas que criticam o parto domiciliar, deveriam se informar melhor.
    Mergulhar dentro, saber como é feito.
    A seriedade dos profissionais envolvidos.
    Muito triste, ler alguém que não teve a vivência de partos domiciliares, dizer que não é viável…

    Minha filha, nasceu com 4.050g, 49 cm e eu não tive nenhum corte.
    Meu pós-parto, foi tão tranquilo qto a minha gestação e meu parto.
    Minha filha, mamou nos primeiros segundos de vida.
    Ela não teve seu cordão cortado abruptamente, foi respeitada sua condição de bebê.
    Nasceu com apgar 9-10.

    Parto domiciliar é opção de parto.
    Opção de parto é normal, em casa, no hospital, em casa de parto, de cócoras, na água

    Opção segura e feliz!

    Pretendo ter mais filhos, e todos da mesma forma.
    E sou muito feliz na minha decisão!

  • Ana Sixx

    Health,

    Olá!!
    Há quase 2 anos, tive o momento mais feliz da minha vida.
    Minha filha nasceu em nossa casa, num parto lindo e intenso.

    O parto, pertence a mulher.
    E apenas ela, tem o direito de fazer suas escolhas.
    O parto, é natural.
    Fisiológico.
    Transformador.

    Não acho que devamos aceitar, as intervenções dos médicos, os grandes “salvadores” assim, de olhos fechados.

    Bato palmas para a cirurgia, sim cesárea não é opção de parto.
    É cirurgia.
    E quando bem indicada, salva!
    Mas, apenas nessa situação.
    E não como vemos atualmente….

    É feito um terror nas mulheres, que sinceramente, estou querendo ver como o Ministério da Saúde vai fazer pra reverter esse quadro pavoroso de cirurgias.
    Como fazer com que as mulheres entendam da potencialidade delas. Da força, da energia que nos faz parir, naturalmente.
    Isso, realmente, eu quero ver…

    Acho, que as pessoas que criticam o parto domiciliar, deveriam se informar melhor.
    Mergulhar dentro, saber como é feito.
    A seriedade dos profissionais envolvidos.
    Muito triste, ler alguém que não teve a vivência de partos domiciliares, dizer que não é viável…

    Minha filha, nasceu com 4.050g, 49 cm e eu não tive nenhum corte.
    Meu pós-parto, foi tão tranquilo qto a minha gestação e meu parto.
    Minha filha, mamou nos primeiros segundos de vida.
    Ela não teve seu cordão cortado abruptamente, foi respeitada sua condição de bebê.
    Nasceu com apgar 9-10.

    Parto domiciliar é opção de parto.
    Opção de parto é normal, em casa, no hospital, em casa de parto, de cócoras, na água

    Opção segura e feliz!

    Pretendo ter mais filhos, e todos da mesma forma.
    E sou muito feliz na minha decisão!

    Ana Claudia, mãe de Cora

  • Ana Sixx

    Health,

    Olá!!
    Há quase 2 anos, tive o momento mais feliz da minha vida.
    Minha filha nasceu em nossa casa, num parto lindo e intenso.

    O parto, pertence a mulher.
    E apenas ela, tem o direito de fazer suas escolhas.
    O parto, é natural.
    Fisiológico.
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    Não acho que devamos aceitar, as intervenções dos médicos, os grandes “salvadores” assim, de olhos fechados.

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    É cirurgia.
    E quando bem indicada, salva!
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    Acho, que as pessoas que criticam o parto domiciliar, deveriam se informar melhor.
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    Meu pós-parto, foi tão tranquilo qto a minha gestação e meu parto.
    Minha filha, mamou nos primeiros segundos de vida.
    Ela não teve seu cordão cortado abruptamente, foi respeitada sua condição de bebê.
    Nasceu com apgar 9-10.

    Parto domiciliar é opção de parto.
    Opção de parto é normal, em casa, no hospital, em casa de parto, de cócoras, na água

    Opção segura e feliz!

    Pretendo ter mais filhos, e todos da mesma forma.
    E sou muito feliz na minha decisão!

    Ana Claudia, mãe de Cora

  • Ana Sixx

    Health,

    Olá!!
    Há quase 2 anos, tive o momento mais feliz da minha vida.
    Minha filha nasceu em nossa casa, num parto lindo e intenso.

    O parto, pertence a mulher.
    E apenas ela, tem o direito de fazer suas escolhas.
    O parto, é natural.
    Fisiológico.
    Transformador.

    Não acho que devamos aceitar, as intervenções dos médicos, os grandes “salvadores” assim, de olhos fechados.

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    É cirurgia.
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    Mas, apenas nessa situação.
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    Como fazer com que as mulheres entendam da potencialidade delas. Da força, da energia que nos faz parir, naturalmente.
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    Minha filha, mamou nos primeiros segundos de vida.
    Ela não teve seu cordão cortado abruptamente, foi respeitada sua condição de bebê.
    Nasceu com apgar 9-10.

    Parto domiciliar é opção de parto.
    Opção de parto é normal, em casa, no hospital, em casa de parto, de cócoras, na água

    Opção segura e feliz!

    Pretendo ter mais filhos, e todos da mesma forma.
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    Ana Claudia, mãe de Cora

  • Ana Sixx

    Health,

    Olá!!
    Há quase 2 anos, tive o momento mais feliz da minha vida.
    Minha filha nasceu em nossa casa, num parto lindo e intenso.

    O parto, pertence a mulher.
    E apenas ela, tem o direito de fazer suas escolhas.
    O parto, é natural.
    Fisiológico.
    Transformador.

    Não acho que devamos aceitar, as intervenções dos médicos, os grandes “salvadores” assim, de olhos fechados.

    Bato palmas para a cirurgia, sim cesárea não é opção de parto.
    É cirurgia.
    E quando bem indicada, salva!
    Mas, apenas nessa situação.
    E não como vemos atualmente….

    É feito um terror nas mulheres, que sinceramente, estou querendo ver como o Ministério da Saúde vai fazer pra reverter esse quadro pavoroso de cirurgias.
    Como fazer com que as mulheres entendam da potencialidade delas. Da força, da energia que nos faz parir, naturalmente.
    Isso, realmente, eu quero ver…

    Acho, que as pessoas que criticam o parto domiciliar, deveriam se informar melhor.
    Mergulhar dentro, saber como é feito.
    A seriedade dos profissionais envolvidos.
    Muito triste, ler alguém que não teve a vivência de partos domiciliares, dizer que não é viável…

    Minha filha, nasceu com 4.050g, 49 cm e eu não tive nenhum corte.
    Meu pós-parto, foi tão tranquilo qto a minha gestação e meu parto.
    Minha filha, mamou nos primeiros segundos de vida.
    Ela não teve seu cordão cortado abruptamente, foi respeitada sua condição de bebê.
    Nasceu com apgar 9-10.

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    Opção de parto é normal, em casa, no hospital, em casa de parto, de cócoras, na água

    Opção segura e feliz!

    Pretendo ter mais filhos, e todos da mesma forma.
    E sou muito feliz na minha decisão!

    Ana Claudia, mãe de Cora

  • Ana Sixx

    Health,

    Olá!!
    Há quase 2 anos, tive o momento mais feliz da minha vida.
    Minha filha nasceu em nossa casa, num parto lindo e intenso.

    O parto, pertence a mulher.
    E apenas ela, tem o direito de fazer suas escolhas.
    O parto, é natural.
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    Mas, apenas nessa situação.
    E não como vemos atualmente….

    É feito um terror nas mulheres, que sinceramente, estou querendo ver como o Ministério da Saúde vai fazer pra reverter esse quadro pavoroso de cirurgias.
    Como fazer com que as mulheres entendam da potencialidade delas. Da força, da energia que nos faz parir, naturalmente.
    Isso, realmente, eu quero ver…

    Acho, que as pessoas que criticam o parto domiciliar, deveriam se informar melhor.
    Mergulhar dentro, saber como é feito.
    A seriedade dos profissionais envolvidos.
    Muito triste, ler alguém que não teve a vivência de partos domiciliares, dizer que não é viável…

    Minha filha, nasceu com 4.050g, 49 cm e eu não tive nenhum corte.
    Meu pós-parto, foi tão tranquilo qto a minha gestação e meu parto.
    Minha filha, mamou nos primeiros segundos de vida.
    Ela não teve seu cordão cortado abruptamente, foi respeitada sua condição de bebê.
    Nasceu com apgar 9-10.

    Parto domiciliar é opção de parto.
    Opção de parto é normal, em casa, no hospital, em casa de parto, de cócoras, na água

    Opção segura e feliz!

    Pretendo ter mais filhos, e todos da mesma forma.
    E sou muito feliz na minha decisão!

    Ana Claudia, mãe de Cora

  • Ana Sixx

    Health,

    Olá!!
    Há quase 2 anos, tive o momento mais feliz da minha vida.
    Minha filha nasceu em nossa casa, num parto lindo e intenso.

    O parto, pertence a mulher.
    E apenas ela, tem o direito de fazer suas escolhas.
    O parto, é natural.
    Fisiológico.
    Transformador.

    Não acho que devamos aceitar, as intervenções dos médicos, os grandes “salvadores” assim, de olhos fechados.

    Bato palmas para a cirurgia, sim cesárea não é opção de parto.
    É cirurgia.
    E quando bem indicada, salva!
    Mas, apenas nessa situação.
    E não como vemos atualmente….

    É feito um terror nas mulheres, que sinceramente, estou querendo ver como o Ministério da Saúde vai fazer pra reverter esse quadro pavoroso de cirurgias.
    Como fazer com que as mulheres entendam da potencialidade delas. Da força, da energia que nos faz parir, naturalmente.
    Isso, realmente, eu quero ver…

    Acho, que as pessoas que criticam o parto domiciliar, deveriam se informar melhor.
    Mergulhar dentro, saber como é feito.
    A seriedade dos profissionais envolvidos.
    Muito triste, ler alguém que não teve a vivência de partos domiciliares, dizer que não é viável…

    Minha filha, nasceu com 4.050g, 49 cm e eu não tive nenhum corte.
    Meu pós-parto, foi tão tranquilo qto a minha gestação e meu parto.
    Minha filha, mamou nos primeiros segundos de vida.
    Ela não teve seu cordão cortado abruptamente, foi respeitada sua condição de bebê.
    Nasceu com apgar 9-10.

    Parto domiciliar é opção de parto.
    Opção de parto é normal, em casa, no hospital, em casa de parto, de cócoras, na água

    Opção segura e feliz!

    Pretendo ter mais filhos, e todos da mesma forma.
    E sou muito feliz na minha decisão!

    Ana Claudia, mãe de Cora

  • Ana Sixx

    Health,

    Olá!!
    Há quase 2 anos, tive o momento mais feliz da minha vida.
    Minha filha nasceu em nossa casa, num parto lindo e intenso.

    O parto, pertence a mulher.
    E apenas ela, tem o direito de fazer suas escolhas.
    O parto, é natural.
    Fisiológico.
    Transformador.

    Não acho que devamos aceitar, as intervenções dos médicos, os grandes “salvadores” assim, de olhos fechados.

    Bato palmas para a cirurgia, sim cesárea não é opção de parto.
    É cirurgia.
    E quando bem indicada, salva!
    Mas, apenas nessa situação.
    E não como vemos atualmente….

    É feito um terror nas mulheres, que sinceramente, estou querendo ver como o Ministério da Saúde vai fazer pra reverter esse quadro pavoroso de cirurgias.
    Como fazer com que as mulheres entendam da potencialidade delas. Da força, da energia que nos faz parir, naturalmente.
    Isso, realmente, eu quero ver…

    Acho, que as pessoas que criticam o parto domiciliar, deveriam se informar melhor.
    Mergulhar dentro, saber como é feito.
    A seriedade dos profissionais envolvidos.
    Muito triste, ler alguém que não teve a vivência de partos domiciliares, dizer que não é viável…

    Minha filha, nasceu com 4.050g, 49 cm e eu não tive nenhum corte.
    Meu pós-parto, foi tão tranquilo qto a minha gestação e meu parto.
    Minha filha, mamou nos primeiros segundos de vida.
    Ela não teve seu cordão cortado abruptamente, foi respeitada sua condição de bebê.
    Nasceu com apgar 9-10.

    Parto domiciliar é opção de parto.
    Opção de parto é normal, em casa, no hospital, em casa de parto, de cócoras, na água

    Opção segura e feliz!

    Pretendo ter mais filhos, e todos da mesma forma.
    E sou muito feliz na minha decisão!

    Ana Claudia, mãe de Cora

  • Ana Sixx

    Health,

    Olá!!
    Há quase 2 anos, tive o momento mais feliz da minha vida.
    Minha filha nasceu em nossa casa, num parto lindo e intenso.

    O parto, pertence a mulher.
    E apenas ela, tem o direito de fazer suas escolhas.
    O parto, é natural.
    Fisiológico.
    Transformador.

    Não acho que devamos aceitar, as intervenções dos médicos, os grandes “salvadores” assim, de olhos fechados.

    Bato palmas para a cirurgia, sim cesárea não é opção de parto.
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    Acho, que as pessoas que criticam o parto domiciliar, deveriam se informar melhor.
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    Minha filha, mamou nos primeiros segundos de vida.
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    E sou muito feliz na minha decisão!

    Ana Claudia, mãe de Cora

  • Nati

    Que lindo seu depoimento Sixx..

    Inspirador mesmo!

    É bom ver gente que viveu e pode dizer como foi seu caso.
    Porque é sempre muito particular!

    Espero ser abençoada também!

  • Nati

    Que lindo seu depoimento Sixx..

    Inspirador mesmo!

    É bom ver gente que viveu e pode dizer como foi seu caso.
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  • Nati

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  • Nati

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  • Nati

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  • Nati

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  • Nati

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  • Nati

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    É bom ver gente que viveu e pode dizer como foi seu caso.
    Porque é sempre muito particular!

    Espero ser abençoada também!

  • Vanessa

    Li o artigo do CREMERJ onde se fala de “estudos internacionais”, onde se compara os partos de antigamente com os de hj, mas não é citado uma fonte sequer.

    O seu artigo infelizmente tbm é do mesmo nível do CREMERJ, simplesmente vc comenta que há evidências, mas não cita fontes.

    Se vc fosse estudar a sério o parto domiciliar ou em casa de parto saberia que primeiramente este tipo de parto é diferente do que era realizado antigamente já começando pelo fato das gestantes fazerem pré-natal e serem TODAS de baixo risco.
    O parto de hj é planejado. As gestantes são todas muito bem informadas, fazem plano de parto que é discutido com o médico, contam com um plano B em caso da necessidade da remoção para hospital. Enfim, parto em casa não é retrocesso como diz o artigo do CREMERJ.

    Vc é só mais um médico que vai na onda do sistema, que não questiona, que não se atualiza.

    E é uma lástima nós, mulheres usuárias, nos vermos obrigadas a entender de obstetrícia mais do que deveríamos para termos um parto mais digno, onde nossas escolhas sejam respeitadas.

    Te convido a estudar mais, pq até mulheres leigas sabem mais de evidências científicas do que alguns médicos, hein?!

    Vanessa

  • Vanessa

    Li o artigo do CREMERJ onde se fala de “estudos internacionais”, onde se compara os partos de antigamente com os de hj, mas não é citado uma fonte sequer.

    O seu artigo infelizmente tbm é do mesmo nível do CREMERJ, simplesmente vc comenta que há evidências, mas não cita fontes.

    Se vc fosse estudar a sério o parto domiciliar ou em casa de parto saberia que primeiramente este tipo de parto é diferente do que era realizado antigamente já começando pelo fato das gestantes fazerem pré-natal e serem TODAS de baixo risco.
    O parto de hj é planejado. As gestantes são todas muito bem informadas, fazem plano de parto que é discutido com o médico, contam com um plano B em caso da necessidade da remoção para hospital. Enfim, parto em casa não é retrocesso como diz o artigo do CREMERJ.

    Vc é só mais um médico que vai na onda do sistema, que não questiona, que não se atualiza.

    E é uma lástima nós, mulheres usuárias, nos vermos obrigadas a entender de obstetrícia mais do que deveríamos para termos um parto mais digno, onde nossas escolhas sejam respeitadas.

    Te convido a estudar mais, pq até mulheres leigas sabem mais de evidências científicas do que alguns médicos, hein?!

    Vanessa

  • Vanessa

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    O seu artigo infelizmente tbm é do mesmo nível do CREMERJ, simplesmente vc comenta que há evidências, mas não cita fontes.

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    Vanessa

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    Vanessa

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    Vanessa

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    Li o artigo do CREMERJ onde se fala de “estudos internacionais”, onde se compara os partos de antigamente com os de hj, mas não é citado uma fonte sequer.

    O seu artigo infelizmente tbm é do mesmo nível do CREMERJ, simplesmente vc comenta que há evidências, mas não cita fontes.

    Se vc fosse estudar a sério o parto domiciliar ou em casa de parto saberia que primeiramente este tipo de parto é diferente do que era realizado antigamente já começando pelo fato das gestantes fazerem pré-natal e serem TODAS de baixo risco.
    O parto de hj é planejado. As gestantes são todas muito bem informadas, fazem plano de parto que é discutido com o médico, contam com um plano B em caso da necessidade da remoção para hospital. Enfim, parto em casa não é retrocesso como diz o artigo do CREMERJ.

    Vc é só mais um médico que vai na onda do sistema, que não questiona, que não se atualiza.

    E é uma lástima nós, mulheres usuárias, nos vermos obrigadas a entender de obstetrícia mais do que deveríamos para termos um parto mais digno, onde nossas escolhas sejam respeitadas.

    Te convido a estudar mais, pq até mulheres leigas sabem mais de evidências científicas do que alguns médicos, hein?!

    Vanessa

  • Polly

    O que eu acho engraçado é uma pessoa inteligente, bem formada e crítica formar esse tipo de opinião sem questionar verdadeiramente.

    Você já analisou os índices de alguma casa de parto? Se fizer isso vai ver que as taxas de intervenções e complicações são muito menores que as hospitalares. Sem dizer na satisfação e saúde pós parto de mãe e bebê.

    Eu acho que você devia ser mais responsável e não sair espalhando informações errôneas como essas que não são comprovadas em estudo científico algum e vão totalmente contra as recomendações da OMS e MS.

    É por isso que esse sistema obstétrico está do jeito que está. Quem deveria informar, desinforma! Altas taxas de cesárea, submentendo cada vez mais mulheres e crianças a grandes riscos sem nehuma justificativa científica.

    Interessante como as taxas de uso de tecnologia sobem, sobem, sobem e as taxas de morbimortalidade materna e infantil não caem, né? Deve ter alguma coisa errada!

    O que precisamos é de respeito ao processo fisiólogico que todas nós temos o direito de escolher passar. Mas não, pra se conseguir um parto hoje, é preciso brigar com o mundo todo. Lamentável!

  • Polly

    O que eu acho engraçado é uma pessoa inteligente, bem formada e crítica formar esse tipo de opinião sem questionar verdadeiramente.

    Você já analisou os índices de alguma casa de parto? Se fizer isso vai ver que as taxas de intervenções e complicações são muito menores que as hospitalares. Sem dizer na satisfação e saúde pós parto de mãe e bebê.

    Eu acho que você devia ser mais responsável e não sair espalhando informações errôneas como essas que não são comprovadas em estudo científico algum e vão totalmente contra as recomendações da OMS e MS.

    É por isso que esse sistema obstétrico está do jeito que está. Quem deveria informar, desinforma! Altas taxas de cesárea, submentendo cada vez mais mulheres e crianças a grandes riscos sem nehuma justificativa científica.

    Interessante como as taxas de uso de tecnologia sobem, sobem, sobem e as taxas de morbimortalidade materna e infantil não caem, né? Deve ter alguma coisa errada!

    O que precisamos é de respeito ao processo fisiólogico que todas nós temos o direito de escolher passar. Mas não, pra se conseguir um parto hoje, é preciso brigar com o mundo todo. Lamentável!

  • Polly

    O que eu acho engraçado é uma pessoa inteligente, bem formada e crítica formar esse tipo de opinião sem questionar verdadeiramente.

    Você já analisou os índices de alguma casa de parto? Se fizer isso vai ver que as taxas de intervenções e complicações são muito menores que as hospitalares. Sem dizer na satisfação e saúde pós parto de mãe e bebê.

    Eu acho que você devia ser mais responsável e não sair espalhando informações errôneas como essas que não são comprovadas em estudo científico algum e vão totalmente contra as recomendações da OMS e MS.

    É por isso que esse sistema obstétrico está do jeito que está. Quem deveria informar, desinforma! Altas taxas de cesárea, submentendo cada vez mais mulheres e crianças a grandes riscos sem nehuma justificativa científica.

    Interessante como as taxas de uso de tecnologia sobem, sobem, sobem e as taxas de morbimortalidade materna e infantil não caem, né? Deve ter alguma coisa errada!

    O que precisamos é de respeito ao processo fisiólogico que todas nós temos o direito de escolher passar. Mas não, pra se conseguir um parto hoje, é preciso brigar com o mundo todo. Lamentável!

  • Polly

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    Você já analisou os índices de alguma casa de parto? Se fizer isso vai ver que as taxas de intervenções e complicações são muito menores que as hospitalares. Sem dizer na satisfação e saúde pós parto de mãe e bebê.

    Eu acho que você devia ser mais responsável e não sair espalhando informações errôneas como essas que não são comprovadas em estudo científico algum e vão totalmente contra as recomendações da OMS e MS.

    É por isso que esse sistema obstétrico está do jeito que está. Quem deveria informar, desinforma! Altas taxas de cesárea, submentendo cada vez mais mulheres e crianças a grandes riscos sem nehuma justificativa científica.

    Interessante como as taxas de uso de tecnologia sobem, sobem, sobem e as taxas de morbimortalidade materna e infantil não caem, né? Deve ter alguma coisa errada!

    O que precisamos é de respeito ao processo fisiólogico que todas nós temos o direito de escolher passar. Mas não, pra se conseguir um parto hoje, é preciso brigar com o mundo todo. Lamentável!

  • Polly

    O que eu acho engraçado é uma pessoa inteligente, bem formada e crítica formar esse tipo de opinião sem questionar verdadeiramente.

    Você já analisou os índices de alguma casa de parto? Se fizer isso vai ver que as taxas de intervenções e complicações são muito menores que as hospitalares. Sem dizer na satisfação e saúde pós parto de mãe e bebê.

    Eu acho que você devia ser mais responsável e não sair espalhando informações errôneas como essas que não são comprovadas em estudo científico algum e vão totalmente contra as recomendações da OMS e MS.

    É por isso que esse sistema obstétrico está do jeito que está. Quem deveria informar, desinforma! Altas taxas de cesárea, submentendo cada vez mais mulheres e crianças a grandes riscos sem nehuma justificativa científica.

    Interessante como as taxas de uso de tecnologia sobem, sobem, sobem e as taxas de morbimortalidade materna e infantil não caem, né? Deve ter alguma coisa errada!

    O que precisamos é de respeito ao processo fisiólogico que todas nós temos o direito de escolher passar. Mas não, pra se conseguir um parto hoje, é preciso brigar com o mundo todo. Lamentável!

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    Eu acho que você devia ser mais responsável e não sair espalhando informações errôneas como essas que não são comprovadas em estudo científico algum e vão totalmente contra as recomendações da OMS e MS.

    É por isso que esse sistema obstétrico está do jeito que está. Quem deveria informar, desinforma! Altas taxas de cesárea, submentendo cada vez mais mulheres e crianças a grandes riscos sem nehuma justificativa científica.

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    Você já analisou os índices de alguma casa de parto? Se fizer isso vai ver que as taxas de intervenções e complicações são muito menores que as hospitalares. Sem dizer na satisfação e saúde pós parto de mãe e bebê.

    Eu acho que você devia ser mais responsável e não sair espalhando informações errôneas como essas que não são comprovadas em estudo científico algum e vão totalmente contra as recomendações da OMS e MS.

    É por isso que esse sistema obstétrico está do jeito que está. Quem deveria informar, desinforma! Altas taxas de cesárea, submentendo cada vez mais mulheres e crianças a grandes riscos sem nehuma justificativa científica.

    Interessante como as taxas de uso de tecnologia sobem, sobem, sobem e as taxas de morbimortalidade materna e infantil não caem, né? Deve ter alguma coisa errada!

    O que precisamos é de respeito ao processo fisiólogico que todas nós temos o direito de escolher passar. Mas não, pra se conseguir um parto hoje, é preciso brigar com o mundo todo. Lamentável!

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    Você já analisou os índices de alguma casa de parto? Se fizer isso vai ver que as taxas de intervenções e complicações são muito menores que as hospitalares. Sem dizer na satisfação e saúde pós parto de mãe e bebê.

    Eu acho que você devia ser mais responsável e não sair espalhando informações errôneas como essas que não são comprovadas em estudo científico algum e vão totalmente contra as recomendações da OMS e MS.

    É por isso que esse sistema obstétrico está do jeito que está. Quem deveria informar, desinforma! Altas taxas de cesárea, submentendo cada vez mais mulheres e crianças a grandes riscos sem nehuma justificativa científica.

    Interessante como as taxas de uso de tecnologia sobem, sobem, sobem e as taxas de morbimortalidade materna e infantil não caem, né? Deve ter alguma coisa errada!

    O que precisamos é de respeito ao processo fisiólogico que todas nós temos o direito de escolher passar. Mas não, pra se conseguir um parto hoje, é preciso brigar com o mundo todo. Lamentável!

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    O que eu acho engraçado é uma pessoa inteligente, bem formada e crítica formar esse tipo de opinião sem questionar verdadeiramente.

    Você já analisou os índices de alguma casa de parto? Se fizer isso vai ver que as taxas de intervenções e complicações são muito menores que as hospitalares. Sem dizer na satisfação e saúde pós parto de mãe e bebê.

    Eu acho que você devia ser mais responsável e não sair espalhando informações errôneas como essas que não são comprovadas em estudo científico algum e vão totalmente contra as recomendações da OMS e MS.

    É por isso que esse sistema obstétrico está do jeito que está. Quem deveria informar, desinforma! Altas taxas de cesárea, submentendo cada vez mais mulheres e crianças a grandes riscos sem nehuma justificativa científica.

    Interessante como as taxas de uso de tecnologia sobem, sobem, sobem e as taxas de morbimortalidade materna e infantil não caem, né? Deve ter alguma coisa errada!

    O que precisamos é de respeito ao processo fisiólogico que todas nós temos o direito de escolher passar. Mas não, pra se conseguir um parto hoje, é preciso brigar com o mundo todo. Lamentável!

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    O que eu acho engraçado é uma pessoa inteligente, bem formada e crítica formar esse tipo de opinião sem questionar verdadeiramente.

    Você já analisou os índices de alguma casa de parto? Se fizer isso vai ver que as taxas de intervenções e complicações são muito menores que as hospitalares. Sem dizer na satisfação e saúde pós parto de mãe e bebê.

    Eu acho que você devia ser mais responsável e não sair espalhando informações errôneas como essas que não são comprovadas em estudo científico algum e vão totalmente contra as recomendações da OMS e MS.

    É por isso que esse sistema obstétrico está do jeito que está. Quem deveria informar, desinforma! Altas taxas de cesárea, submentendo cada vez mais mulheres e crianças a grandes riscos sem nehuma justificativa científica.

    Interessante como as taxas de uso de tecnologia sobem, sobem, sobem e as taxas de morbimortalidade materna e infantil não caem, né? Deve ter alguma coisa errada!

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  • http://www.mamiferas.blogspot.com/ Kalu

    Meu nome é Kalu, tenho 28 anos e tenho um filho com 1 ano e 2 meses. Tive um Parto Domicialiar e posso dizer que foi uma grande experiência. Escolhi pelo parto domiciliar pelas seguintes razões:
    1) em qualquer instituição hospitalar é preciso lutar para que seu corpo não seja manipulado de qualquer forma ou que não sejamos submetidas a procedimentos desnecessários. Quem está em trabalho de parto precisa sentir-se segura para que tudo flua naturante, o que nãoa conteceria em um hospital. Da mesma forma que uma pessoa com receios não deve escolher pelo parto domiciliar pq seus temores podem dificultar o trabalho de parto. A opção para ser respeitada é cercar-se de uma equipe humanizada, que geralmente não atende planos de saúde. Opção esta finaceiramente inviável.

    2) Nos hospitais e maternidades há uma grande quantidade de bactérias resistentes e desconhecidas ao corpo. Em casa estes riscos são menores.

    3) As enfermeiras obstetras que fazem Parto Domicialiar levam equipamentos para este procedimentos com o recém nascido.

    4) Para fazer Parto Domiciliar é preciso de condições ideais

    5) Estar em casa depois de parir é a melhor sensação do mundo. por mais humanizado que seja um hospital, nada se compara com a nossa casa.

    Deixo aqui uma reflexão. Se você estivesse para morrer, o que prefeiria: um hospital frio, ser entubado ou morrer na sua cama, ao lado de seus entes queridos. Nascer é morrer ao contrário.

    Meu parto durou apenas 30 minutos. Meu filho tinha 2 circulares no pescoço (o que sabemos não ser indicação para cesárea). Nasceu com 3.750/ 53 cm. É super saudável. Mamou no segundo que nasceu.

    Gostaria de dizer também que estar com profissionais qualificados é fundamental porque, em qualquer sinal de anormalidade, a parturiente é levada para um hospital. No meu caso havia uma ambulância de sobreaviso e um hospital esolhido para o caso de algum problema.

    Com isso os 20% dos partos que precisam de algum tipo de intervenção serão bem-sucedidos. Agora por medo não se oferecer a oportunidade de vivenciar esta experiência é escolher morrer entubado na UTI. Esta nunca seria minha escolha.

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    Meu nome é Kalu, tenho 28 anos e tenho um filho com 1 ano e 2 meses. Tive um Parto Domicialiar e posso dizer que foi uma grande experiência. Escolhi pelo parto domiciliar pelas seguintes razões:
    1) em qualquer instituição hospitalar é preciso lutar para que seu corpo não seja manipulado de qualquer forma ou que não sejamos submetidas a procedimentos desnecessários. Quem está em trabalho de parto precisa sentir-se segura para que tudo flua naturante, o que nãoa conteceria em um hospital. Da mesma forma que uma pessoa com receios não deve escolher pelo parto domiciliar pq seus temores podem dificultar o trabalho de parto. A opção para ser respeitada é cercar-se de uma equipe humanizada, que geralmente não atende planos de saúde. Opção esta finaceiramente inviável.

    2) Nos hospitais e maternidades há uma grande quantidade de bactérias resistentes e desconhecidas ao corpo. Em casa estes riscos são menores.

    3) As enfermeiras obstetras que fazem Parto Domicialiar levam equipamentos para este procedimentos com o recém nascido.

    4) Para fazer Parto Domiciliar é preciso de condições ideais

    5) Estar em casa depois de parir é a melhor sensação do mundo. por mais humanizado que seja um hospital, nada se compara com a nossa casa.

    Deixo aqui uma reflexão. Se você estivesse para morrer, o que prefeiria: um hospital frio, ser entubado ou morrer na sua cama, ao lado de seus entes queridos. Nascer é morrer ao contrário.

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    Gostaria de dizer também que estar com profissionais qualificados é fundamental porque, em qualquer sinal de anormalidade, a parturiente é levada para um hospital. No meu caso havia uma ambulância de sobreaviso e um hospital esolhido para o caso de algum problema.

    Com isso os 20% dos partos que precisam de algum tipo de intervenção serão bem-sucedidos. Agora por medo não se oferecer a oportunidade de vivenciar esta experiência é escolher morrer entubado na UTI. Esta nunca seria minha escolha.

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    1) em qualquer instituição hospitalar é preciso lutar para que seu corpo não seja manipulado de qualquer forma ou que não sejamos submetidas a procedimentos desnecessários. Quem está em trabalho de parto precisa sentir-se segura para que tudo flua naturante, o que nãoa conteceria em um hospital. Da mesma forma que uma pessoa com receios não deve escolher pelo parto domiciliar pq seus temores podem dificultar o trabalho de parto. A opção para ser respeitada é cercar-se de uma equipe humanizada, que geralmente não atende planos de saúde. Opção esta finaceiramente inviável.

    2) Nos hospitais e maternidades há uma grande quantidade de bactérias resistentes e desconhecidas ao corpo. Em casa estes riscos são menores.

    3) As enfermeiras obstetras que fazem Parto Domicialiar levam equipamentos para este procedimentos com o recém nascido.

    4) Para fazer Parto Domiciliar é preciso de condições ideais

    5) Estar em casa depois de parir é a melhor sensação do mundo. por mais humanizado que seja um hospital, nada se compara com a nossa casa.

    Deixo aqui uma reflexão. Se você estivesse para morrer, o que prefeiria: um hospital frio, ser entubado ou morrer na sua cama, ao lado de seus entes queridos. Nascer é morrer ao contrário.

    Meu parto durou apenas 30 minutos. Meu filho tinha 2 circulares no pescoço (o que sabemos não ser indicação para cesárea). Nasceu com 3.750/ 53 cm. É super saudável. Mamou no segundo que nasceu.

    Gostaria de dizer também que estar com profissionais qualificados é fundamental porque, em qualquer sinal de anormalidade, a parturiente é levada para um hospital. No meu caso havia uma ambulância de sobreaviso e um hospital esolhido para o caso de algum problema.

    Com isso os 20% dos partos que precisam de algum tipo de intervenção serão bem-sucedidos. Agora por medo não se oferecer a oportunidade de vivenciar esta experiência é escolher morrer entubado na UTI. Esta nunca seria minha escolha.

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    1) em qualquer instituição hospitalar é preciso lutar para que seu corpo não seja manipulado de qualquer forma ou que não sejamos submetidas a procedimentos desnecessários. Quem está em trabalho de parto precisa sentir-se segura para que tudo flua naturante, o que nãoa conteceria em um hospital. Da mesma forma que uma pessoa com receios não deve escolher pelo parto domiciliar pq seus temores podem dificultar o trabalho de parto. A opção para ser respeitada é cercar-se de uma equipe humanizada, que geralmente não atende planos de saúde. Opção esta finaceiramente inviável.

    2) Nos hospitais e maternidades há uma grande quantidade de bactérias resistentes e desconhecidas ao corpo. Em casa estes riscos são menores.

    3) As enfermeiras obstetras que fazem Parto Domicialiar levam equipamentos para este procedimentos com o recém nascido.

    4) Para fazer Parto Domiciliar é preciso de condições ideais

    5) Estar em casa depois de parir é a melhor sensação do mundo. por mais humanizado que seja um hospital, nada se compara com a nossa casa.

    Deixo aqui uma reflexão. Se você estivesse para morrer, o que prefeiria: um hospital frio, ser entubado ou morrer na sua cama, ao lado de seus entes queridos. Nascer é morrer ao contrário.

    Meu parto durou apenas 30 minutos. Meu filho tinha 2 circulares no pescoço (o que sabemos não ser indicação para cesárea). Nasceu com 3.750/ 53 cm. É super saudável. Mamou no segundo que nasceu.

    Gostaria de dizer também que estar com profissionais qualificados é fundamental porque, em qualquer sinal de anormalidade, a parturiente é levada para um hospital. No meu caso havia uma ambulância de sobreaviso e um hospital esolhido para o caso de algum problema.

    Com isso os 20% dos partos que precisam de algum tipo de intervenção serão bem-sucedidos. Agora por medo não se oferecer a oportunidade de vivenciar esta experiência é escolher morrer entubado na UTI. Esta nunca seria minha escolha.

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    1) em qualquer instituição hospitalar é preciso lutar para que seu corpo não seja manipulado de qualquer forma ou que não sejamos submetidas a procedimentos desnecessários. Quem está em trabalho de parto precisa sentir-se segura para que tudo flua naturante, o que nãoa conteceria em um hospital. Da mesma forma que uma pessoa com receios não deve escolher pelo parto domiciliar pq seus temores podem dificultar o trabalho de parto. A opção para ser respeitada é cercar-se de uma equipe humanizada, que geralmente não atende planos de saúde. Opção esta finaceiramente inviável.

    2) Nos hospitais e maternidades há uma grande quantidade de bactérias resistentes e desconhecidas ao corpo. Em casa estes riscos são menores.

    3) As enfermeiras obstetras que fazem Parto Domicialiar levam equipamentos para este procedimentos com o recém nascido.

    4) Para fazer Parto Domiciliar é preciso de condições ideais

    5) Estar em casa depois de parir é a melhor sensação do mundo. por mais humanizado que seja um hospital, nada se compara com a nossa casa.

    Deixo aqui uma reflexão. Se você estivesse para morrer, o que prefeiria: um hospital frio, ser entubado ou morrer na sua cama, ao lado de seus entes queridos. Nascer é morrer ao contrário.

    Meu parto durou apenas 30 minutos. Meu filho tinha 2 circulares no pescoço (o que sabemos não ser indicação para cesárea). Nasceu com 3.750/ 53 cm. É super saudável. Mamou no segundo que nasceu.

    Gostaria de dizer também que estar com profissionais qualificados é fundamental porque, em qualquer sinal de anormalidade, a parturiente é levada para um hospital. No meu caso havia uma ambulância de sobreaviso e um hospital esolhido para o caso de algum problema.

    Com isso os 20% dos partos que precisam de algum tipo de intervenção serão bem-sucedidos. Agora por medo não se oferecer a oportunidade de vivenciar esta experiência é escolher morrer entubado na UTI. Esta nunca seria minha escolha.

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    1) em qualquer instituição hospitalar é preciso lutar para que seu corpo não seja manipulado de qualquer forma ou que não sejamos submetidas a procedimentos desnecessários. Quem está em trabalho de parto precisa sentir-se segura para que tudo flua naturante, o que nãoa conteceria em um hospital. Da mesma forma que uma pessoa com receios não deve escolher pelo parto domiciliar pq seus temores podem dificultar o trabalho de parto. A opção para ser respeitada é cercar-se de uma equipe humanizada, que geralmente não atende planos de saúde. Opção esta finaceiramente inviável.

    2) Nos hospitais e maternidades há uma grande quantidade de bactérias resistentes e desconhecidas ao corpo. Em casa estes riscos são menores.

    3) As enfermeiras obstetras que fazem Parto Domicialiar levam equipamentos para este procedimentos com o recém nascido.

    4) Para fazer Parto Domiciliar é preciso de condições ideais

    5) Estar em casa depois de parir é a melhor sensação do mundo. por mais humanizado que seja um hospital, nada se compara com a nossa casa.

    Deixo aqui uma reflexão. Se você estivesse para morrer, o que prefeiria: um hospital frio, ser entubado ou morrer na sua cama, ao lado de seus entes queridos. Nascer é morrer ao contrário.

    Meu parto durou apenas 30 minutos. Meu filho tinha 2 circulares no pescoço (o que sabemos não ser indicação para cesárea). Nasceu com 3.750/ 53 cm. É super saudável. Mamou no segundo que nasceu.

    Gostaria de dizer também que estar com profissionais qualificados é fundamental porque, em qualquer sinal de anormalidade, a parturiente é levada para um hospital. No meu caso havia uma ambulância de sobreaviso e um hospital esolhido para o caso de algum problema.

    Com isso os 20% dos partos que precisam de algum tipo de intervenção serão bem-sucedidos. Agora por medo não se oferecer a oportunidade de vivenciar esta experiência é escolher morrer entubado na UTI. Esta nunca seria minha escolha.

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    1) em qualquer instituição hospitalar é preciso lutar para que seu corpo não seja manipulado de qualquer forma ou que não sejamos submetidas a procedimentos desnecessários. Quem está em trabalho de parto precisa sentir-se segura para que tudo flua naturante, o que nãoa conteceria em um hospital. Da mesma forma que uma pessoa com receios não deve escolher pelo parto domiciliar pq seus temores podem dificultar o trabalho de parto. A opção para ser respeitada é cercar-se de uma equipe humanizada, que geralmente não atende planos de saúde. Opção esta finaceiramente inviável.

    2) Nos hospitais e maternidades há uma grande quantidade de bactérias resistentes e desconhecidas ao corpo. Em casa estes riscos são menores.

    3) As enfermeiras obstetras que fazem Parto Domicialiar levam equipamentos para este procedimentos com o recém nascido.

    4) Para fazer Parto Domiciliar é preciso de condições ideais

    5) Estar em casa depois de parir é a melhor sensação do mundo. por mais humanizado que seja um hospital, nada se compara com a nossa casa.

    Deixo aqui uma reflexão. Se você estivesse para morrer, o que prefeiria: um hospital frio, ser entubado ou morrer na sua cama, ao lado de seus entes queridos. Nascer é morrer ao contrário.

    Meu parto durou apenas 30 minutos. Meu filho tinha 2 circulares no pescoço (o que sabemos não ser indicação para cesárea). Nasceu com 3.750/ 53 cm. É super saudável. Mamou no segundo que nasceu.

    Gostaria de dizer também que estar com profissionais qualificados é fundamental porque, em qualquer sinal de anormalidade, a parturiente é levada para um hospital. No meu caso havia uma ambulância de sobreaviso e um hospital esolhido para o caso de algum problema.

    Com isso os 20% dos partos que precisam de algum tipo de intervenção serão bem-sucedidos. Agora por medo não se oferecer a oportunidade de vivenciar esta experiência é escolher morrer entubado na UTI. Esta nunca seria minha escolha.

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    1) em qualquer instituição hospitalar é preciso lutar para que seu corpo não seja manipulado de qualquer forma ou que não sejamos submetidas a procedimentos desnecessários. Quem está em trabalho de parto precisa sentir-se segura para que tudo flua naturante, o que nãoa conteceria em um hospital. Da mesma forma que uma pessoa com receios não deve escolher pelo parto domiciliar pq seus temores podem dificultar o trabalho de parto. A opção para ser respeitada é cercar-se de uma equipe humanizada, que geralmente não atende planos de saúde. Opção esta finaceiramente inviável.

    2) Nos hospitais e maternidades há uma grande quantidade de bactérias resistentes e desconhecidas ao corpo. Em casa estes riscos são menores.

    3) As enfermeiras obstetras que fazem Parto Domicialiar levam equipamentos para este procedimentos com o recém nascido.

    4) Para fazer Parto Domiciliar é preciso de condições ideais

    5) Estar em casa depois de parir é a melhor sensação do mundo. por mais humanizado que seja um hospital, nada se compara com a nossa casa.

    Deixo aqui uma reflexão. Se você estivesse para morrer, o que prefeiria: um hospital frio, ser entubado ou morrer na sua cama, ao lado de seus entes queridos. Nascer é morrer ao contrário.

    Meu parto durou apenas 30 minutos. Meu filho tinha 2 circulares no pescoço (o que sabemos não ser indicação para cesárea). Nasceu com 3.750/ 53 cm. É super saudável. Mamou no segundo que nasceu.

    Gostaria de dizer também que estar com profissionais qualificados é fundamental porque, em qualquer sinal de anormalidade, a parturiente é levada para um hospital. No meu caso havia uma ambulância de sobreaviso e um hospital esolhido para o caso de algum problema.

    Com isso os 20% dos partos que precisam de algum tipo de intervenção serão bem-sucedidos. Agora por medo não se oferecer a oportunidade de vivenciar esta experiência é escolher morrer entubado na UTI. Esta nunca seria minha escolha.

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    Meu nome é Kalu, tenho 28 anos e tenho um filho com 1 ano e 2 meses. Tive um Parto Domicialiar e posso dizer que foi uma grande experiência. Escolhi pelo parto domiciliar pelas seguintes razões:
    1) em qualquer instituição hospitalar é preciso lutar para que seu corpo não seja manipulado de qualquer forma ou que não sejamos submetidas a procedimentos desnecessários. Quem está em trabalho de parto precisa sentir-se segura para que tudo flua naturante, o que nãoa conteceria em um hospital. Da mesma forma que uma pessoa com receios não deve escolher pelo parto domiciliar pq seus temores podem dificultar o trabalho de parto. A opção para ser respeitada é cercar-se de uma equipe humanizada, que geralmente não atende planos de saúde. Opção esta finaceiramente inviável.

    2) Nos hospitais e maternidades há uma grande quantidade de bactérias resistentes e desconhecidas ao corpo. Em casa estes riscos são menores.

    3) As enfermeiras obstetras que fazem Parto Domicialiar levam equipamentos para este procedimentos com o recém nascido.

    4) Para fazer Parto Domiciliar é preciso de condições ideais

    5) Estar em casa depois de parir é a melhor sensação do mundo. por mais humanizado que seja um hospital, nada se compara com a nossa casa.

    Deixo aqui uma reflexão. Se você estivesse para morrer, o que prefeiria: um hospital frio, ser entubado ou morrer na sua cama, ao lado de seus entes queridos. Nascer é morrer ao contrário.

    Meu parto durou apenas 30 minutos. Meu filho tinha 2 circulares no pescoço (o que sabemos não ser indicação para cesárea). Nasceu com 3.750/ 53 cm. É super saudável. Mamou no segundo que nasceu.

    Gostaria de dizer também que estar com profissionais qualificados é fundamental porque, em qualquer sinal de anormalidade, a parturiente é levada para um hospital. No meu caso havia uma ambulância de sobreaviso e um hospital esolhido para o caso de algum problema.

    Com isso os 20% dos partos que precisam de algum tipo de intervenção serão bem-sucedidos. Agora por medo não se oferecer a oportunidade de vivenciar esta experiência é escolher morrer entubado na UTI. Esta nunca seria minha escolha.

  • http://www.mamiferas.blogspot.com/ Kalu

    Meu nome é Kalu, tenho 28 anos e tenho um filho com 1 ano e 2 meses. Tive um Parto Domicialiar e posso dizer que foi uma grande experiência. Escolhi pelo parto domiciliar pelas seguintes razões:
    1) em qualquer instituição hospitalar é preciso lutar para que seu corpo não seja manipulado de qualquer forma ou que não sejamos submetidas a procedimentos desnecessários. Quem está em trabalho de parto precisa sentir-se segura para que tudo flua naturante, o que nãoa conteceria em um hospital. Da mesma forma que uma pessoa com receios não deve escolher pelo parto domiciliar pq seus temores podem dificultar o trabalho de parto. A opção para ser respeitada é cercar-se de uma equipe humanizada, que geralmente não atende planos de saúde. Opção esta finaceiramente inviável.

    2) Nos hospitais e maternidades há uma grande quantidade de bactérias resistentes e desconhecidas ao corpo. Em casa estes riscos são menores.

    3) As enfermeiras obstetras que fazem Parto Domicialiar levam equipamentos para este procedimentos com o recém nascido.

    4) Para fazer Parto Domiciliar é preciso de condições ideais

    5) Estar em casa depois de parir é a melhor sensação do mundo. por mais humanizado que seja um hospital, nada se compara com a nossa casa.

    Deixo aqui uma reflexão. Se você estivesse para morrer, o que prefeiria: um hospital frio, ser entubado ou morrer na sua cama, ao lado de seus entes queridos. Nascer é morrer ao contrário.

    Meu parto durou apenas 30 minutos. Meu filho tinha 2 circulares no pescoço (o que sabemos não ser indicação para cesárea). Nasceu com 3.750/ 53 cm. É super saudável. Mamou no segundo que nasceu.

    Gostaria de dizer também que estar com profissionais qualificados é fundamental porque, em qualquer sinal de anormalidade, a parturiente é levada para um hospital. No meu caso havia uma ambulância de sobreaviso e um hospital esolhido para o caso de algum problema.

    Com isso os 20% dos partos que precisam de algum tipo de intervenção serão bem-sucedidos. Agora por medo não se oferecer a oportunidade de vivenciar esta experiência é escolher morrer entubado na UTI. Esta nunca seria minha escolha.

  • http://www.mamiferas.blogspot.com/ Kalu

    Meu nome é Kalu, tenho 28 anos e tenho um filho com 1 ano e 2 meses. Tive um Parto Domicialiar e posso dizer que foi uma grande experiência. Escolhi pelo parto domiciliar pelas seguintes razões:
    1) em qualquer instituição hospitalar é preciso lutar para que seu corpo não seja manipulado de qualquer forma ou que não sejamos submetidas a procedimentos desnecessários. Quem está em trabalho de parto precisa sentir-se segura para que tudo flua naturante, o que nãoa conteceria em um hospital. Da mesma forma que uma pessoa com receios não deve escolher pelo parto domiciliar pq seus temores podem dificultar o trabalho de parto. A opção para ser respeitada é cercar-se de uma equipe humanizada, que geralmente não atende planos de saúde. Opção esta finaceiramente inviável.

    2) Nos hospitais e maternidades há uma grande quantidade de bactérias resistentes e desconhecidas ao corpo. Em casa estes riscos são menores.

    3) As enfermeiras obstetras que fazem Parto Domicialiar levam equipamentos para este procedimentos com o recém nascido.

    4) Para fazer Parto Domiciliar é preciso de condições ideais

    5) Estar em casa depois de parir é a melhor sensação do mundo. por mais humanizado que seja um hospital, nada se compara com a nossa casa.

    Deixo aqui uma reflexão. Se você estivesse para morrer, o que prefeiria: um hospital frio, ser entubado ou morrer na sua cama, ao lado de seus entes queridos. Nascer é morrer ao contrário.

    Meu parto durou apenas 30 minutos. Meu filho tinha 2 circulares no pescoço (o que sabemos não ser indicação para cesárea). Nasceu com 3.750/ 53 cm. É super saudável. Mamou no segundo que nasceu.

    Gostaria de dizer também que estar com profissionais qualificados é fundamental porque, em qualquer sinal de anormalidade, a parturiente é levada para um hospital. No meu caso havia uma ambulância de sobreaviso e um hospital esolhido para o caso de algum problema.

    Com isso os 20% dos partos que precisam de algum tipo de intervenção serão bem-sucedidos. Agora por medo não se oferecer a oportunidade de vivenciar esta experiência é escolher morrer entubado na UTI. Esta nunca seria minha escolha.

  • http://www.mamiferas.blogspot.com/ Kalu

    Meu nome é Kalu, tenho 28 anos e tenho um filho com 1 ano e 2 meses. Tive um Parto Domicialiar e posso dizer que foi uma grande experiência. Escolhi pelo parto domiciliar pelas seguintes razões:
    1) em qualquer instituição hospitalar é preciso lutar para que seu corpo não seja manipulado de qualquer forma ou que não sejamos submetidas a procedimentos desnecessários. Quem está em trabalho de parto precisa sentir-se segura para que tudo flua naturante, o que nãoa conteceria em um hospital. Da mesma forma que uma pessoa com receios não deve escolher pelo parto domiciliar pq seus temores podem dificultar o trabalho de parto. A opção para ser respeitada é cercar-se de uma equipe humanizada, que geralmente não atende planos de saúde. Opção esta finaceiramente inviável.

    2) Nos hospitais e maternidades há uma grande quantidade de bactérias resistentes e desconhecidas ao corpo. Em casa estes riscos são menores.

    3) As enfermeiras obstetras que fazem Parto Domicialiar levam equipamentos para este procedimentos com o recém nascido.

    4) Para fazer Parto Domiciliar é preciso de condições ideais

    5) Estar em casa depois de parir é a melhor sensação do mundo. por mais humanizado que seja um hospital, nada se compara com a nossa casa.

    Deixo aqui uma reflexão. Se você estivesse para morrer, o que prefeiria: um hospital frio, ser entubado ou morrer na sua cama, ao lado de seus entes queridos. Nascer é morrer ao contrário.

    Meu parto durou apenas 30 minutos. Meu filho tinha 2 circulares no pescoço (o que sabemos não ser indicação para cesárea). Nasceu com 3.750/ 53 cm. É super saudável. Mamou no segundo que nasceu.

    Gostaria de dizer também que estar com profissionais qualificados é fundamental porque, em qualquer sinal de anormalidade, a parturiente é levada para um hospital. No meu caso havia uma ambulância de sobreaviso e um hospital esolhido para o caso de algum problema.

    Com isso os 20% dos partos que precisam de algum tipo de intervenção serão bem-sucedidos. Agora por medo não se oferecer a oportunidade de vivenciar esta experiência é escolher morrer entubado na UTI. Esta nunca seria minha escolha.

  • http://www.mamiferas.blogspot.com/ Kalu

    Meu nome é Kalu, tenho 28 anos e tenho um filho com 1 ano e 2 meses. Tive um Parto Domicialiar e posso dizer que foi uma grande experiência. Escolhi pelo parto domiciliar pelas seguintes razões:
    1) em qualquer instituição hospitalar é preciso lutar para que seu corpo não seja manipulado de qualquer forma ou que não sejamos submetidas a procedimentos desnecessários. Quem está em trabalho de parto precisa sentir-se segura para que tudo flua naturante, o que nãoa conteceria em um hospital. Da mesma forma que uma pessoa com receios não deve escolher pelo parto domiciliar pq seus temores podem dificultar o trabalho de parto. A opção para ser respeitada é cercar-se de uma equipe humanizada, que geralmente não atende planos de saúde. Opção esta finaceiramente inviável.

    2) Nos hospitais e maternidades há uma grande quantidade de bactérias resistentes e desconhecidas ao corpo. Em casa estes riscos são menores.

    3) As enfermeiras obstetras que fazem Parto Domicialiar levam equipamentos para este procedimentos com o recém nascido.

    4) Para fazer Parto Domiciliar é preciso de condições ideais

    5) Estar em casa depois de parir é a melhor sensação do mundo. por mais humanizado que seja um hospital, nada se compara com a nossa casa.

    Deixo aqui uma reflexão. Se você estivesse para morrer, o que prefeiria: um hospital frio, ser entubado ou morrer na sua cama, ao lado de seus entes queridos. Nascer é morrer ao contrário.

    Meu parto durou apenas 30 minutos. Meu filho tinha 2 circulares no pescoço (o que sabemos não ser indicação para cesárea). Nasceu com 3.750/ 53 cm. É super saudável. Mamou no segundo que nasceu.

    Gostaria de dizer também que estar com profissionais qualificados é fundamental porque, em qualquer sinal de anormalidade, a parturiente é levada para um hospital. No meu caso havia uma ambulância de sobreaviso e um hospital esolhido para o caso de algum problema.

    Com isso os 20% dos partos que precisam de algum tipo de intervenção serão bem-sucedidos. Agora por medo não se oferecer a oportunidade de vivenciar esta experiência é escolher morrer entubado na UTI. Esta nunca seria minha escolha.

  • Luana Arnhold

    Olá,
    Achei interessante voce falar tanto de numeros, só que nao tem nenhum numero para comprovar o que voce fala!! Aonde estao os numeros que falam das remoçoes de gestantes em trabalho de parto, e dentro desses as que acabaram falecendo ou trazendo maiores danos para seus recem nascidos?
    Tive parto domiciliar com enfermeira obstetra 9 meses atras e no proximo vou fazer tudo igual.

  • Luana Arnhold

    Olá,
    Achei interessante voce falar tanto de numeros, só que nao tem nenhum numero para comprovar o que voce fala!! Aonde estao os numeros que falam das remoçoes de gestantes em trabalho de parto, e dentro desses as que acabaram falecendo ou trazendo maiores danos para seus recem nascidos?
    Tive parto domiciliar com enfermeira obstetra 9 meses atras e no proximo vou fazer tudo igual.

  • Luana Arnhold

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    Tive parto domiciliar com enfermeira obstetra 9 meses atras e no proximo vou fazer tudo igual.

  • Luana Arnhold

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    Achei interessante voce falar tanto de numeros, só que nao tem nenhum numero para comprovar o que voce fala!! Aonde estao os numeros que falam das remoçoes de gestantes em trabalho de parto, e dentro desses as que acabaram falecendo ou trazendo maiores danos para seus recem nascidos?
    Tive parto domiciliar com enfermeira obstetra 9 meses atras e no proximo vou fazer tudo igual.

  • Luana Arnhold

    Olá,
    Achei interessante voce falar tanto de numeros, só que nao tem nenhum numero para comprovar o que voce fala!! Aonde estao os numeros que falam das remoçoes de gestantes em trabalho de parto, e dentro desses as que acabaram falecendo ou trazendo maiores danos para seus recem nascidos?
    Tive parto domiciliar com enfermeira obstetra 9 meses atras e no proximo vou fazer tudo igual.

  • Luana Arnhold

    Olá,
    Achei interessante voce falar tanto de numeros, só que nao tem nenhum numero para comprovar o que voce fala!! Aonde estao os numeros que falam das remoçoes de gestantes em trabalho de parto, e dentro desses as que acabaram falecendo ou trazendo maiores danos para seus recem nascidos?
    Tive parto domiciliar com enfermeira obstetra 9 meses atras e no proximo vou fazer tudo igual.

  • Tatiana

    Dr Health, com todo respeito, visivelmente lhe faltam argumentos consistentes contra o parto domiciliar. As leituras sugeridas pela Dra. Catia seriam com certeza bastante elucidativas. Eu tive um parto normal hospitalar mas da próxima vez provavelmente terei um domiciliar, pois não tenho dúvidas quanto à competencia e responsabilidade dos profissionais que acompanham estes partos aqui em São Paulo, sejam eles médicos, doulas ou parteiras. Sobre o texto do CREMERJ, eu li e lamento, é bem preconceituoso sim.
    Mais uma coisa: homens, não criem esse medo da vagina das suas mulheres ficarem dilaceradas, isso é pura lenda. tenho um bebê de 2 meses e meio e tudo está no devido lugar.
    Ah, Carol, ter tido uma cesárea por si só não significa que os próximos partos não podem ser normais, essa é mais uma balela típica dos médicos cesaristas.

  • Tatiana

    Dr Health, com todo respeito, visivelmente lhe faltam argumentos consistentes contra o parto domiciliar. As leituras sugeridas pela Dra. Catia seriam com certeza bastante elucidativas. Eu tive um parto normal hospitalar mas da próxima vez provavelmente terei um domiciliar, pois não tenho dúvidas quanto à competencia e responsabilidade dos profissionais que acompanham estes partos aqui em São Paulo, sejam eles médicos, doulas ou parteiras. Sobre o texto do CREMERJ, eu li e lamento, é bem preconceituoso sim.
    Mais uma coisa: homens, não criem esse medo da vagina das suas mulheres ficarem dilaceradas, isso é pura lenda. tenho um bebê de 2 meses e meio e tudo está no devido lugar.
    Ah, Carol, ter tido uma cesárea por si só não significa que os próximos partos não podem ser normais, essa é mais uma balela típica dos médicos cesaristas.

  • Tatiana

    Dr Health, com todo respeito, visivelmente lhe faltam argumentos consistentes contra o parto domiciliar. As leituras sugeridas pela Dra. Catia seriam com certeza bastante elucidativas. Eu tive um parto normal hospitalar mas da próxima vez provavelmente terei um domiciliar, pois não tenho dúvidas quanto à competencia e responsabilidade dos profissionais que acompanham estes partos aqui em São Paulo, sejam eles médicos, doulas ou parteiras. Sobre o texto do CREMERJ, eu li e lamento, é bem preconceituoso sim.
    Mais uma coisa: homens, não criem esse medo da vagina das suas mulheres ficarem dilaceradas, isso é pura lenda. tenho um bebê de 2 meses e meio e tudo está no devido lugar.
    Ah, Carol, ter tido uma cesárea por si só não significa que os próximos partos não podem ser normais, essa é mais uma balela típica dos médicos cesaristas.

  • Tatiana

    Dr Health, com todo respeito, visivelmente lhe faltam argumentos consistentes contra o parto domiciliar. As leituras sugeridas pela Dra. Catia seriam com certeza bastante elucidativas. Eu tive um parto normal hospitalar mas da próxima vez provavelmente terei um domiciliar, pois não tenho dúvidas quanto à competencia e responsabilidade dos profissionais que acompanham estes partos aqui em São Paulo, sejam eles médicos, doulas ou parteiras. Sobre o texto do CREMERJ, eu li e lamento, é bem preconceituoso sim.
    Mais uma coisa: homens, não criem esse medo da vagina das suas mulheres ficarem dilaceradas, isso é pura lenda. tenho um bebê de 2 meses e meio e tudo está no devido lugar.
    Ah, Carol, ter tido uma cesárea por si só não significa que os próximos partos não podem ser normais, essa é mais uma balela típica dos médicos cesaristas.

  • Tatiana

    Dr Health, com todo respeito, visivelmente lhe faltam argumentos consistentes contra o parto domiciliar. As leituras sugeridas pela Dra. Catia seriam com certeza bastante elucidativas. Eu tive um parto normal hospitalar mas da próxima vez provavelmente terei um domiciliar, pois não tenho dúvidas quanto à competencia e responsabilidade dos profissionais que acompanham estes partos aqui em São Paulo, sejam eles médicos, doulas ou parteiras. Sobre o texto do CREMERJ, eu li e lamento, é bem preconceituoso sim.
    Mais uma coisa: homens, não criem esse medo da vagina das suas mulheres ficarem dilaceradas, isso é pura lenda. tenho um bebê de 2 meses e meio e tudo está no devido lugar.
    Ah, Carol, ter tido uma cesárea por si só não significa que os próximos partos não podem ser normais, essa é mais uma balela típica dos médicos cesaristas.

  • Tatiana

    Dr Health, com todo respeito, visivelmente lhe faltam argumentos consistentes contra o parto domiciliar. As leituras sugeridas pela Dra. Catia seriam com certeza bastante elucidativas. Eu tive um parto normal hospitalar mas da próxima vez provavelmente terei um domiciliar, pois não tenho dúvidas quanto à competencia e responsabilidade dos profissionais que acompanham estes partos aqui em São Paulo, sejam eles médicos, doulas ou parteiras. Sobre o texto do CREMERJ, eu li e lamento, é bem preconceituoso sim.
    Mais uma coisa: homens, não criem esse medo da vagina das suas mulheres ficarem dilaceradas, isso é pura lenda. tenho um bebê de 2 meses e meio e tudo está no devido lugar.
    Ah, Carol, ter tido uma cesárea por si só não significa que os próximos partos não podem ser normais, essa é mais uma balela típica dos médicos cesaristas.

  • Tatiana

    Dr Health, com todo respeito, visivelmente lhe faltam argumentos consistentes contra o parto domiciliar. As leituras sugeridas pela Dra. Catia seriam com certeza bastante elucidativas. Eu tive um parto normal hospitalar mas da próxima vez provavelmente terei um domiciliar, pois não tenho dúvidas quanto à competencia e responsabilidade dos profissionais que acompanham estes partos aqui em São Paulo, sejam eles médicos, doulas ou parteiras. Sobre o texto do CREMERJ, eu li e lamento, é bem preconceituoso sim.
    Mais uma coisa: homens, não criem esse medo da vagina das suas mulheres ficarem dilaceradas, isso é pura lenda. tenho um bebê de 2 meses e meio e tudo está no devido lugar.
    Ah, Carol, ter tido uma cesárea por si só não significa que os próximos partos não podem ser normais, essa é mais uma balela típica dos médicos cesaristas.

  • Tatiana

    Dr Health, com todo respeito, visivelmente lhe faltam argumentos consistentes contra o parto domiciliar. As leituras sugeridas pela Dra. Catia seriam com certeza bastante elucidativas. Eu tive um parto normal hospitalar mas da próxima vez provavelmente terei um domiciliar, pois não tenho dúvidas quanto à competencia e responsabilidade dos profissionais que acompanham estes partos aqui em São Paulo, sejam eles médicos, doulas ou parteiras. Sobre o texto do CREMERJ, eu li e lamento, é bem preconceituoso sim.
    Mais uma coisa: homens, não criem esse medo da vagina das suas mulheres ficarem dilaceradas, isso é pura lenda. tenho um bebê de 2 meses e meio e tudo está no devido lugar.
    Ah, Carol, ter tido uma cesárea por si só não significa que os próximos partos não podem ser normais, essa é mais uma balela típica dos médicos cesaristas.

  • Tatiana

    Dr Health, com todo respeito, visivelmente lhe faltam argumentos consistentes contra o parto domiciliar. As leituras sugeridas pela Dra. Catia seriam com certeza bastante elucidativas. Eu tive um parto normal hospitalar mas da próxima vez provavelmente terei um domiciliar, pois não tenho dúvidas quanto à competencia e responsabilidade dos profissionais que acompanham estes partos aqui em São Paulo, sejam eles médicos, doulas ou parteiras. Sobre o texto do CREMERJ, eu li e lamento, é bem preconceituoso sim.
    Mais uma coisa: homens, não criem esse medo da vagina das suas mulheres ficarem dilaceradas, isso é pura lenda. tenho um bebê de 2 meses e meio e tudo está no devido lugar.
    Ah, Carol, ter tido uma cesárea por si só não significa que os próximos partos não podem ser normais, essa é mais uma balela típica dos médicos cesaristas.

  • Tatiana

    Dr Health, com todo respeito, visivelmente lhe faltam argumentos consistentes contra o parto domiciliar. As leituras sugeridas pela Dra. Catia seriam com certeza bastante elucidativas. Eu tive um parto normal hospitalar mas da próxima vez provavelmente terei um domiciliar, pois não tenho dúvidas quanto à competencia e responsabilidade dos profissionais que acompanham estes partos aqui em São Paulo, sejam eles médicos, doulas ou parteiras. Sobre o texto do CREMERJ, eu li e lamento, é bem preconceituoso sim.
    Mais uma coisa: homens, não criem esse medo da vagina das suas mulheres ficarem dilaceradas, isso é pura lenda. tenho um bebê de 2 meses e meio e tudo está no devido lugar.
    Ah, Carol, ter tido uma cesárea por si só não significa que os próximos partos não podem ser normais, essa é mais uma balela típica dos médicos cesaristas.

  • Tatiana

    Dr Health, com todo respeito, visivelmente lhe faltam argumentos consistentes contra o parto domiciliar. As leituras sugeridas pela Dra. Catia seriam com certeza bastante elucidativas. Eu tive um parto normal hospitalar mas da próxima vez provavelmente terei um domiciliar, pois não tenho dúvidas quanto à competencia e responsabilidade dos profissionais que acompanham estes partos aqui em São Paulo, sejam eles médicos, doulas ou parteiras. Sobre o texto do CREMERJ, eu li e lamento, é bem preconceituoso sim.
    Mais uma coisa: homens, não criem esse medo da vagina das suas mulheres ficarem dilaceradas, isso é pura lenda. tenho um bebê de 2 meses e meio e tudo está no devido lugar.
    Ah, Carol, ter tido uma cesárea por si só não significa que os próximos partos não podem ser normais, essa é mais uma balela típica dos médicos cesaristas.

  • Tatiana

    Dr Health, com todo respeito, visivelmente lhe faltam argumentos consistentes contra o parto domiciliar. As leituras sugeridas pela Dra. Catia seriam com certeza bastante elucidativas. Eu tive um parto normal hospitalar mas da próxima vez provavelmente terei um domiciliar, pois não tenho dúvidas quanto à competencia e responsabilidade dos profissionais que acompanham estes partos aqui em São Paulo, sejam eles médicos, doulas ou parteiras. Sobre o texto do CREMERJ, eu li e lamento, é bem preconceituoso sim.
    Mais uma coisa: homens, não criem esse medo da vagina das suas mulheres ficarem dilaceradas, isso é pura lenda. tenho um bebê de 2 meses e meio e tudo está no devido lugar.
    Ah, Carol, ter tido uma cesárea por si só não significa que os próximos partos não podem ser normais, essa é mais uma balela típica dos médicos cesaristas.

  • Tatiana

    Dr Health, com todo respeito, visivelmente lhe faltam argumentos consistentes contra o parto domiciliar. As leituras sugeridas pela Dra. Catia seriam com certeza bastante elucidativas. Eu tive um parto normal hospitalar mas da próxima vez provavelmente terei um domiciliar, pois não tenho dúvidas quanto à competencia e responsabilidade dos profissionais que acompanham estes partos aqui em São Paulo, sejam eles médicos, doulas ou parteiras. Sobre o texto do CREMERJ, eu li e lamento, é bem preconceituoso sim.
    Mais uma coisa: homens, não criem esse medo da vagina das suas mulheres ficarem dilaceradas, isso é pura lenda. tenho um bebê de 2 meses e meio e tudo está no devido lugar.
    Ah, Carol, ter tido uma cesárea por si só não significa que os próximos partos não podem ser normais, essa é mais uma balela típica dos médicos cesaristas.

  • Tatiana

    Dr Health, com todo respeito, visivelmente lhe faltam argumentos consistentes contra o parto domiciliar. As leituras sugeridas pela Dra. Catia seriam com certeza bastante elucidativas. Eu tive um parto normal hospitalar mas da próxima vez provavelmente terei um domiciliar, pois não tenho dúvidas quanto à competencia e responsabilidade dos profissionais que acompanham estes partos aqui em São Paulo, sejam eles médicos, doulas ou parteiras. Sobre o texto do CREMERJ, eu li e lamento, é bem preconceituoso sim.
    Mais uma coisa: homens, não criem esse medo da vagina das suas mulheres ficarem dilaceradas, isso é pura lenda. tenho um bebê de 2 meses e meio e tudo está no devido lugar.
    Ah, Carol, ter tido uma cesárea por si só não significa que os próximos partos não podem ser normais, essa é mais uma balela típica dos médicos cesaristas.

  • Tatiana

    Dr Health, com todo respeito, visivelmente lhe faltam argumentos consistentes contra o parto domiciliar. As leituras sugeridas pela Dra. Catia seriam com certeza bastante elucidativas. Eu tive um parto normal hospitalar mas da próxima vez provavelmente terei um domiciliar, pois não tenho dúvidas quanto à competencia e responsabilidade dos profissionais que acompanham estes partos aqui em São Paulo, sejam eles médicos, doulas ou parteiras. Sobre o texto do CREMERJ, eu li e lamento, é bem preconceituoso sim.
    Mais uma coisa: homens, não criem esse medo da vagina das suas mulheres ficarem dilaceradas, isso é pura lenda. tenho um bebê de 2 meses e meio e tudo está no devido lugar.
    Ah, Carol, ter tido uma cesárea por si só não significa que os próximos partos não podem ser normais, essa é mais uma balela típica dos médicos cesaristas.

  • Flavia

    Uma lástima que você, como homem, e como médico, escreva tamanha besteira. Como homem e como médico, seu conhecimento sobre o corpo feminino está bem limitado – e um tanto quanto equivocado.

    Gracas ao bom Deus eu moro na Dinamarca e não vou ter que lutar para ter um parto digno e empoderador. COmo já foi mencionado, na Holanda 30% de TODOS os partos no país são feitos em casa… e que tal pesquisar a taxa de mortalidade neo-materna por lá?

    Aqui na Dinamarca igualmente normal é o parto domiciliar acompanhado por parteiras… que são, a propósito, altamente qualificadas para acompanhar partos de baixo risco.

    Deixa de ser preconceituoso… vai dar uma lidinha em algo que não seja de dentro do casulinho onde você vive. Coloca a cabecinha pra fora e descubra o mundão que há fora do mundinho da medicina no Brasil, que me dá náuseas…

  • Flavia

    Uma lástima que você, como homem, e como médico, escreva tamanha besteira. Como homem e como médico, seu conhecimento sobre o corpo feminino está bem limitado – e um tanto quanto equivocado.

    Gracas ao bom Deus eu moro na Dinamarca e não vou ter que lutar para ter um parto digno e empoderador. COmo já foi mencionado, na Holanda 30% de TODOS os partos no país são feitos em casa… e que tal pesquisar a taxa de mortalidade neo-materna por lá?

    Aqui na Dinamarca igualmente normal é o parto domiciliar acompanhado por parteiras… que são, a propósito, altamente qualificadas para acompanhar partos de baixo risco.

    Deixa de ser preconceituoso… vai dar uma lidinha em algo que não seja de dentro do casulinho onde você vive. Coloca a cabecinha pra fora e descubra o mundão que há fora do mundinho da medicina no Brasil, que me dá náuseas…

  • Flavia

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    Gracas ao bom Deus eu moro na Dinamarca e não vou ter que lutar para ter um parto digno e empoderador. COmo já foi mencionado, na Holanda 30% de TODOS os partos no país são feitos em casa… e que tal pesquisar a taxa de mortalidade neo-materna por lá?

    Aqui na Dinamarca igualmente normal é o parto domiciliar acompanhado por parteiras… que são, a propósito, altamente qualificadas para acompanhar partos de baixo risco.

    Deixa de ser preconceituoso… vai dar uma lidinha em algo que não seja de dentro do casulinho onde você vive. Coloca a cabecinha pra fora e descubra o mundão que há fora do mundinho da medicina no Brasil, que me dá náuseas…

  • Flavia

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    Gracas ao bom Deus eu moro na Dinamarca e não vou ter que lutar para ter um parto digno e empoderador. COmo já foi mencionado, na Holanda 30% de TODOS os partos no país são feitos em casa… e que tal pesquisar a taxa de mortalidade neo-materna por lá?

    Aqui na Dinamarca igualmente normal é o parto domiciliar acompanhado por parteiras… que são, a propósito, altamente qualificadas para acompanhar partos de baixo risco.

    Deixa de ser preconceituoso… vai dar uma lidinha em algo que não seja de dentro do casulinho onde você vive. Coloca a cabecinha pra fora e descubra o mundão que há fora do mundinho da medicina no Brasil, que me dá náuseas…

  • Flavia

    Uma lástima que você, como homem, e como médico, escreva tamanha besteira. Como homem e como médico, seu conhecimento sobre o corpo feminino está bem limitado – e um tanto quanto equivocado.

    Gracas ao bom Deus eu moro na Dinamarca e não vou ter que lutar para ter um parto digno e empoderador. COmo já foi mencionado, na Holanda 30% de TODOS os partos no país são feitos em casa… e que tal pesquisar a taxa de mortalidade neo-materna por lá?

    Aqui na Dinamarca igualmente normal é o parto domiciliar acompanhado por parteiras… que são, a propósito, altamente qualificadas para acompanhar partos de baixo risco.

    Deixa de ser preconceituoso… vai dar uma lidinha em algo que não seja de dentro do casulinho onde você vive. Coloca a cabecinha pra fora e descubra o mundão que há fora do mundinho da medicina no Brasil, que me dá náuseas…

  • Flavia

    Uma lástima que você, como homem, e como médico, escreva tamanha besteira. Como homem e como médico, seu conhecimento sobre o corpo feminino está bem limitado – e um tanto quanto equivocado.

    Gracas ao bom Deus eu moro na Dinamarca e não vou ter que lutar para ter um parto digno e empoderador. COmo já foi mencionado, na Holanda 30% de TODOS os partos no país são feitos em casa… e que tal pesquisar a taxa de mortalidade neo-materna por lá?

    Aqui na Dinamarca igualmente normal é o parto domiciliar acompanhado por parteiras… que são, a propósito, altamente qualificadas para acompanhar partos de baixo risco.

    Deixa de ser preconceituoso… vai dar uma lidinha em algo que não seja de dentro do casulinho onde você vive. Coloca a cabecinha pra fora e descubra o mundão que há fora do mundinho da medicina no Brasil, que me dá náuseas…

  • Flavia

    Uma lástima que você, como homem, e como médico, escreva tamanha besteira. Como homem e como médico, seu conhecimento sobre o corpo feminino está bem limitado – e um tanto quanto equivocado.

    Gracas ao bom Deus eu moro na Dinamarca e não vou ter que lutar para ter um parto digno e empoderador. COmo já foi mencionado, na Holanda 30% de TODOS os partos no país são feitos em casa… e que tal pesquisar a taxa de mortalidade neo-materna por lá?

    Aqui na Dinamarca igualmente normal é o parto domiciliar acompanhado por parteiras… que são, a propósito, altamente qualificadas para acompanhar partos de baixo risco.

    Deixa de ser preconceituoso… vai dar uma lidinha em algo que não seja de dentro do casulinho onde você vive. Coloca a cabecinha pra fora e descubra o mundão que há fora do mundinho da medicina no Brasil, que me dá náuseas…

  • Flavia

    Uma lástima que você, como homem, e como médico, escreva tamanha besteira. Como homem e como médico, seu conhecimento sobre o corpo feminino está bem limitado – e um tanto quanto equivocado.

    Gracas ao bom Deus eu moro na Dinamarca e não vou ter que lutar para ter um parto digno e empoderador. COmo já foi mencionado, na Holanda 30% de TODOS os partos no país são feitos em casa… e que tal pesquisar a taxa de mortalidade neo-materna por lá?

    Aqui na Dinamarca igualmente normal é o parto domiciliar acompanhado por parteiras… que são, a propósito, altamente qualificadas para acompanhar partos de baixo risco.

    Deixa de ser preconceituoso… vai dar uma lidinha em algo que não seja de dentro do casulinho onde você vive. Coloca a cabecinha pra fora e descubra o mundão que há fora do mundinho da medicina no Brasil, que me dá náuseas…

  • Flavia

    Uma lástima que você, como homem, e como médico, escreva tamanha besteira. Como homem e como médico, seu conhecimento sobre o corpo feminino está bem limitado – e um tanto quanto equivocado.

    Gracas ao bom Deus eu moro na Dinamarca e não vou ter que lutar para ter um parto digno e empoderador. COmo já foi mencionado, na Holanda 30% de TODOS os partos no país são feitos em casa… e que tal pesquisar a taxa de mortalidade neo-materna por lá?

    Aqui na Dinamarca igualmente normal é o parto domiciliar acompanhado por parteiras… que são, a propósito, altamente qualificadas para acompanhar partos de baixo risco.

    Deixa de ser preconceituoso… vai dar uma lidinha em algo que não seja de dentro do casulinho onde você vive. Coloca a cabecinha pra fora e descubra o mundão que há fora do mundinho da medicina no Brasil, que me dá náuseas…

  • Beatriz

    Acho que vc deve vir aqui na Inglaterra, montar uma ong e lutar para mudar o sistema inteiro!!Ja que aqui as parturientes dao a luz cuidadas por parteiras….. como no meu caso, tive 2 gravidez sem risco e 2 PN e nunca fui atendida por um obstetra.

  • Beatriz

    Acho que vc deve vir aqui na Inglaterra, montar uma ong e lutar para mudar o sistema inteiro!!Ja que aqui as parturientes dao a luz cuidadas por parteiras….. como no meu caso, tive 2 gravidez sem risco e 2 PN e nunca fui atendida por um obstetra.

  • Beatriz

    Acho que vc deve vir aqui na Inglaterra, montar uma ong e lutar para mudar o sistema inteiro!!Ja que aqui as parturientes dao a luz cuidadas por parteiras….. como no meu caso, tive 2 gravidez sem risco e 2 PN e nunca fui atendida por um obstetra.

  • Ana Cris Duarte

    Health, menino! Quanto medo no seu texto!
    Você precisa ler mais, moço!
    Tomar uns ares de cultura, viajar um pouco, conhecer mais o mundo. Esse mundinho de escola de medicina, congresso de medicina, clube dos médico, acaba fechando seus horizontes e você fica achando que tudo é doença, tudo é risco, tudo que acontece é incontrolável.
    Mas você precisa entender que osso quebrado é diferente de parto em mulher saudável. São coisas diferentes.
    Só que não se preocupe em entender o que eu estou falando sobre parto. Preocupe-se em alargar horizontes, aprender outra língua, ler outros livros, coisas assim. Isso vai te ajudar muito!
    Abração,
    Ana Cris

  • Ana Cris Duarte

    Health, menino! Quanto medo no seu texto!
    Você precisa ler mais, moço!
    Tomar uns ares de cultura, viajar um pouco, conhecer mais o mundo. Esse mundinho de escola de medicina, congresso de medicina, clube dos médico, acaba fechando seus horizontes e você fica achando que tudo é doença, tudo é risco, tudo que acontece é incontrolável.
    Mas você precisa entender que osso quebrado é diferente de parto em mulher saudável. São coisas diferentes.
    Só que não se preocupe em entender o que eu estou falando sobre parto. Preocupe-se em alargar horizontes, aprender outra língua, ler outros livros, coisas assim. Isso vai te ajudar muito!
    Abração,
    Ana Cris

  • Ana Cris Duarte

    Health, menino! Quanto medo no seu texto!
    Você precisa ler mais, moço!
    Tomar uns ares de cultura, viajar um pouco, conhecer mais o mundo. Esse mundinho de escola de medicina, congresso de medicina, clube dos médico, acaba fechando seus horizontes e você fica achando que tudo é doença, tudo é risco, tudo que acontece é incontrolável.
    Mas você precisa entender que osso quebrado é diferente de parto em mulher saudável. São coisas diferentes.
    Só que não se preocupe em entender o que eu estou falando sobre parto. Preocupe-se em alargar horizontes, aprender outra língua, ler outros livros, coisas assim. Isso vai te ajudar muito!
    Abração,
    Ana Cris

  • Ana Cris Duarte

    “discussão do artigo não é entre cesariana e parto normal, é sobre a falta de assistência médica no parto domiciliar”

    E de onde vc tirou que parto domiciliar é sem assistência médica?

  • Ana Cris Duarte

    “discussão do artigo não é entre cesariana e parto normal, é sobre a falta de assistência médica no parto domiciliar”

    E de onde vc tirou que parto domiciliar é sem assistência médica?

  • Ana Cris Duarte

    “discussão do artigo não é entre cesariana e parto normal, é sobre a falta de assistência médica no parto domiciliar”

    E de onde vc tirou que parto domiciliar é sem assistência médica?

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Ana Cris, eu falo inglês, francês, alemão, italiano e sei esperanto também.

    De resto, o recado já foi dado. Se quiserem falar mal, o espaço é livre.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Ana Cris, eu falo inglês, francês, alemão, italiano e sei esperanto também.

    De resto, o recado já foi dado. Se quiserem falar mal, o espaço é livre.

  • http://www.papodehomem.com.br Dr Health

    Ana Cris, eu falo inglês, francês, alemão, italiano e sei esperanto também.

    De resto, o recado já foi dado. Se quiserem falar mal, o espaço é livre.

  • Déborah Gérbera

    Que bom que as parteiras estão voltando, que as mulheres estão fazendo suas opções de parto e não mais acreditando cegamente em tudo que médico diz e mente.

    Quem gera e pari que escolha o que é melhor para si, para seu parto e seu bebê.

    Quem nunca vai passar por isso sempre terá uma opinião parcial ou porque não muito distante da realidade.

    Que bom que hoje está ao alcance de todas ter o parto que quiser e poder confiar em quem melhor irá desenvolver o parto: a própria mulher!

    É compreensível que muitos não entendam isso, é papo de MULHER!!!

  • Déborah Gérbera

    Que bom que as parteiras estão voltando, que as mulheres estão fazendo suas opções de parto e não mais acreditando cegamente em tudo que médico diz e mente.

    Quem gera e pari que escolha o que é melhor para si, para seu parto e seu bebê.

    Quem nunca vai passar por isso sempre terá uma opinião parcial ou porque não muito distante da realidade.

    Que bom que hoje está ao alcance de todas ter o parto que quiser e poder confiar em quem melhor irá desenvolver o parto: a própria mulher!

    É compreensível que muitos não entendam isso, é papo de MULHER!!!

  • Déborah Gérbera

    Que bom que as parteiras estão voltando, que as mulheres estão fazendo suas opções de parto e não mais acreditando cegamente em tudo que médico diz e mente.

    Quem gera e pari que escolha o que é melhor para si, para seu parto e seu bebê.

    Quem nunca vai passar por isso sempre terá uma opinião parcial ou porque não muito distante da realidade.

    Que bom que hoje está ao alcance de todas ter o parto que quiser e poder confiar em quem melhor irá desenvolver o parto: a própria mulher!

    É compreensível que muitos não entendam isso, é papo de MULHER!!!

  • Alexandra

    Li o texto do CremeRJ, é péssimo, para mim é péssimo.
    Entendo bastante sobre PARIR, parir com tranquilidade, respeito, competência, alegria, sem pânico, sem neurose, sem medo, parir na companhia de profissionais competentes/raros, parir na companhia de quem confia em mim e sabe me esperar, esperar meu momento de parir, meu jeito de parir do jeito que eu sei que eu gosto.

    Pari na companhia competência e feminilidade de duas parteiras, em duas oportunidades, na mesma casa, com o mesmo cuidado; no primeiro parto como toda primeira vez precisamos de mais concentração, elas, as parteiras suaram um pouco para me “passarem” a sabedoria que eu mesmo em tenho em saber parir, ficamos 7 horas juntas até o nascimento de Maya.

    No segundo parto, já nos entendíamos só de olhar uma para as outras, foi uma maravilha, bem mais consciente e delicioso do que a primeira vez, e veio à Luz em 3 horas e meia, minha querida Zara.

    Se aqui passear alguma mulher que em seu íntimo saiba que PARIR é fisiológico e intrínseco à fêmea e queira garantir que assim seja o seu parto, nos procure, vais nos achar somos muitas mulheres bem inteligentes na arte de parir e conhecemos muitos profissionais competentes e sensíveis em perceber e saber nos acompanhar nesses momentos, que inclui o pré-natal, o Parto e o pós-parto.

    Um abraço para todos, inclusive para o rapazinho lá em cima que acha que é possível guardar celular em vagina, tão jovenzinho ele…deve ser bem inexperiente.

    Alexandra

  • Alexandra

    Li o texto do CremeRJ, é péssimo, para mim é péssimo.
    Entendo bastante sobre PARIR, parir com tranquilidade, respeito, competência, alegria, sem pânico, sem neurose, sem medo, parir na companhia de profissionais competentes/raros, parir na companhia de quem confia em mim e sabe me esperar, esperar meu momento de parir, meu jeito de parir do jeito que eu sei que eu gosto.

    Pari na companhia competência e feminilidade de duas parteiras, em duas oportunidades, na mesma casa, com o mesmo cuidado; no primeiro parto como toda primeira vez precisamos de mais concentração, elas, as parteiras suaram um pouco para me “passarem” a sabedoria que eu mesmo em tenho em saber parir, ficamos 7 horas juntas até o nascimento de Maya.

    No segundo parto, já nos entendíamos só de olhar uma para as outras, foi uma maravilha, bem mais consciente e delicioso do que a primeira vez, e veio à Luz em 3 horas e meia, minha querida Zara.

    Se aqui passear alguma mulher que em seu íntimo saiba que PARIR é fisiológico e intrínseco à fêmea e queira garantir que assim seja o seu parto, nos procure, vais nos achar somos muitas mulheres bem inteligentes na arte de parir e conhecemos muitos profissionais competentes e sensíveis em perceber e saber nos acompanhar nesses momentos, que inclui o pré-natal, o Parto e o pós-parto.

    Um abraço para todos, inclusive para o rapazinho lá em cima que acha que é possível guardar celular em vagina, tão jovenzinho ele…deve ser bem inexperiente.

    Alexandra

  • Alexandra

    Li o texto do CremeRJ, é péssimo, para mim é péssimo.
    Entendo bastante sobre PARIR, parir com tranquilidade, respeito, competência, alegria, sem pânico, sem neurose, sem medo, parir na companhia de profissionais competentes/raros, parir na companhia de quem confia em mim e sabe me esperar, esperar meu momento de parir, meu jeito de parir do jeito que eu sei que eu gosto.

    Pari na companhia competência e feminilidade de duas parteiras, em duas oportunidades, na mesma casa, com o mesmo cuidado; no primeiro parto como toda primeira vez precisamos de mais concentração, elas, as parteiras suaram um pouco para me “passarem” a sabedoria que eu mesmo em tenho em saber parir, ficamos 7 horas juntas até o nascimento de Maya.

    No segundo parto, já nos entendíamos só de olhar uma para as outras, foi uma maravilha, bem mais consciente e delicioso do que a primeira vez, e veio à Luz em 3 horas e meia, minha querida Zara.

    Se aqui passear alguma mulher que em seu íntimo saiba que PARIR é fisiológico e intrínseco à fêmea e queira garantir que assim seja o seu parto, nos procure, vais nos achar somos muitas mulheres bem inteligentes na arte de parir e conhecemos muitos profissionais competentes e sensíveis em perceber e saber nos acompanhar nesses momentos, que inclui o pré-natal, o Parto e o pós-parto.

    Um abraço para todos, inclusive para o rapazinho lá em cima que acha que é possível guardar celular em vagina, tão jovenzinho ele…deve ser bem inexperiente.

    Alexandra

  • Ana Lúcia Keunecke

    Dr, Health
    Minha filha, de 1 ano e 9 meses, nasceu em casa, acompanhada de uma excelente parteira e de uma médica.
    Foi o melhor que poderia nos acontecer.
    Foi o meu resgate, o resgate de minha filha e o nascer de uma família.
    Mas, às vezes, é tão difícil compreender o que está por trás das escolhas dessas mulheres no parto domiciliar ou em casa de parto. No direito que a mulher tem sobre seu corpo. É infantil pensar que ao escolher o parto em casa a mulher sequer está considerando os eventuais riscos que possam existir, ou que os profissionais não ligam e se arriscam.
    É difícil hoje aceita a escolha de amamentar em livre demanda, exclusivo até os 6 meses e, no mínimo, até os 02 anos de idade.
    É mais fácil aceitar o conceito da sociedade de que a mulher não sabe parir, não tem dilatação (meu Deus, nascemos com defeito de fabricação, ….); não tem leite, o leite é fraco, “bota farinha no bebê”.
    Afinal o que fazer para pagar as contas, como você disse lá em cima? A Ética não paga imposto de Renda. Dá-lhe cesárea!!!
    A Nestlé gera zilhões de emprego: Dá-lhe leite NAN e farinha!!!
    A indústria farmacêutica precisa de doentes. Dá-lhe remédios!
    E, nesse mundo machista, a mulher, para parir, precisa da ordem médica!
    E viva a Matrix.

  • Ana Lúcia Keunecke

    Dr, Health
    Minha filha, de 1 ano e 9 meses, nasceu em casa, acompanhada de uma excelente parteira e de uma médica.
    Foi o melhor que poderia nos acontecer.
    Foi o meu resgate, o resgate de minha filha e o nascer de uma família.
    Mas, às vezes, é tão difícil compreender o que está por trás das escolhas dessas mulheres no parto domiciliar ou em casa de parto. No direito que a mulher tem sobre seu corpo. É infantil pensar que ao escolher o parto em casa a mulher sequer está considerando os eventuais riscos que possam existir, ou que os profissionais não ligam e se arriscam.
    É difícil hoje aceita a escolha de amamentar em livre demanda, exclusivo até os 6 meses e, no mínimo, até os 02 anos de idade.
    É mais fácil aceitar o conceito da sociedade de que a mulher não sabe parir, não tem dilatação (meu Deus, nascemos com defeito de fabricação, ….); não tem leite, o leite é fraco, “bota farinha no bebê”.
    Afinal o que fazer para pagar as contas, como você disse lá em cima? A Ética não paga imposto de Renda. Dá-lhe cesárea!!!
    A Nestlé gera zilhões de emprego: Dá-lhe leite NAN e farinha!!!
    A indústria farmacêutica precisa de doentes. Dá-lhe remédios!
    E, nesse mundo machista, a mulher, para parir, precisa da ordem médica!
    E viva a Matrix.

  • Ana Lúcia Keunecke

    Dr, Health
    Minha filha, de 1 ano e 9 meses, nasceu em casa, acompanhada de uma excelente parteira e de uma médica.
    Foi o melhor que poderia nos acontecer.
    Foi o meu resgate, o resgate de minha filha e o nascer de uma família.
    Mas, às vezes, é tão difícil compreender o que está por trás das escolhas dessas mulheres no parto domiciliar ou em casa de parto. No direito que a mulher tem sobre seu corpo. É infantil pensar que ao escolher o parto em casa a mulher sequer está considerando os eventuais riscos que possam existir, ou que os profissionais não ligam e se arriscam.
    É difícil hoje aceita a escolha de amamentar em livre demanda, exclusivo até os 6 meses e, no mínimo, até os 02 anos de idade.
    É mais fácil aceitar o conceito da sociedade de que a mulher não sabe parir, não tem dilatação (meu Deus, nascemos com defeito de fabricação, ….); não tem leite, o leite é fraco, “bota farinha no bebê”.
    Afinal o que fazer para pagar as contas, como você disse lá em cima? A Ética não paga imposto de Renda. Dá-lhe cesárea!!!
    A Nestlé gera zilhões de emprego: Dá-lhe leite NAN e farinha!!!
    A indústria farmacêutica precisa de doentes. Dá-lhe remédios!
    E, nesse mundo machista, a mulher, para parir, precisa da ordem médica!
    E viva a Matrix.

  • Ana Lúcia Keunecke

    Dr, Health
    Minha filha, de 1 ano e 9 meses, nasceu em casa, acompanhada de uma excelente parteira e de uma médica.
    Foi o melhor que poderia nos acontecer.
    Foi o meu resgate, o resgate de minha filha e o nascer de uma família.
    Mas, às vezes, é tão difícil compreender o que está por trás das escolhas dessas mulheres no parto domiciliar ou em casa de parto. No direito que a mulher tem sobre seu corpo. É infantil pensar que ao escolher o parto em casa a mulher sequer está considerando os eventuais riscos que possam existir, ou que os profissionais não ligam e se arriscam.
    É difícil hoje aceita a escolha de amamentar em livre demanda, exclusivo até os 6 meses e, no mínimo, até os 02 anos de idade.
    É mais fácil aceitar o conceito da sociedade de que a mulher não sabe parir, não tem dilatação (meu Deus, nascemos com defeito de fabricação, ….); não tem leite, o leite é fraco, “bota farinha no bebê”.
    Afinal o que fazer para pagar as contas, como você disse lá em cima? A Ética não paga imposto de Renda. Dá-lhe cesárea!!!
    A Nestlé gera zilhões de emprego: Dá-lhe leite NAN e farinha!!!
    A indústria farmacêutica precisa de doentes. Dá-lhe remédios!
    E, nesse mundo machista, a mulher, para parir, precisa da ordem médica!
    E viva a Matrix.

  • Marli

    Lastimo que profissionais tão fora do contexto e das evidências científicas possam fazer comentários de tão mal gosto e pouco fundamentados.
    Procure entender o que fundamenta a campanha “Parto Normal: deixe a vida acontecer naturalmente” recém lançada pelo Ministro da Saúde

  • Marli

    Lastimo que profissionais tão fora do contexto e das evidências científicas possam fazer comentários de tão mal gosto e pouco fundamentados.
    Procure entender o que fundamenta a campanha “Parto Normal: deixe a vida acontecer naturalmente” recém lançada pelo Ministro da Saúde

  • Marli

    Lastimo que profissionais tão fora do contexto e das evidências científicas possam fazer comentários de tão mal gosto e pouco fundamentados.
    Procure entender o que fundamenta a campanha “Parto Normal: deixe a vida acontecer naturalmente” recém lançada pelo Ministro da Saúde

  • Marli

    Lastimo que profissionais tão fora do contexto e das evidências científicas possam fazer comentários de tão mal gosto e pouco fundamentados.
    Procure entender o que fundamenta a campanha “Parto Normal: deixe a vida acontecer naturalmente” recém lançada pelo Ministro da Saúde

  • Marli

    Lastimo que profissionais tão fora do contexto e das evidências científicas possam fazer comentários de tão mal gosto e pouco fundamentados.
    Procure entender o que fundamenta a campanha “Parto Normal: deixe a vida acontecer naturalmente” recém lançada pelo Ministro da Saúde

  • Alexandra

    Dr. Health

    aproveita seu super conhecimento em Línguas e leia mais sobre Parir em qualquer condição, compare e investigue.

    quantos anos tem? acho que ainda é tempo de você conhecer mais coisas ainda, além do que já conhece.

    Estudou tanto, mas me parece uma pessoa apavorada, o conhecimento quando concreto nos possibilita doçura e compreensão.

    Não caia nas ironias para responder a estas tantas mulheres que estão te trazendo tantos questionamentos novos que vc desconhece, não fique nervoso, nem agressivo, nós somos reais, e muita coisa vai mudar, os partos domiciliares que estão se ampliando no Br nada tem a ver com os mitos do passado que te passaram, com os partos vaginais que ocorrem em hospitais e que traumatizaram sua mãe, a levando para uma cirurgia por não conseguir relaxar a mente e o cólo do útero no momento do seu nascimento, imagino a pilha de nervos em que ela ficou e por isso vc nasceu berrando como ela descreveu…Minhas filhas não precisaram berrar.

    Acalme-se, leia com calma cada post a favor ou contra seu conhecimento, se resguarde de dados concretos se quiser insistir em sua hipótese, mas eu te convido a conhecer este mundo novo, tem grupos no Rio, em Sampa em PoA e basta você se abrir, somos pessoas bem normais.

  • Alexandra

    Dr. Health

    aproveita seu super conhecimento em Línguas e leia mais sobre Parir em qualquer condição, compare e investigue.

    quantos anos tem? acho que ainda é tempo de você conhecer mais coisas ainda, além do que já conhece.

    Estudou tanto, mas me parece uma pessoa apavorada, o conhecimento quando concreto nos possibilita doçura e compreensão.

    Não caia nas ironias para responder a estas tantas mulheres que estão te trazendo tantos questionamentos novos que vc desconhece, não fique nervoso, nem agressivo, nós somos reais, e muita coisa vai mudar, os partos domiciliares que estão se ampliando no Br nada tem a ver com os mitos do passado que te passaram, com os partos vaginais que ocorrem em hospitais e que traumatizaram sua mãe, a levando para uma cirurgia por não conseguir relaxar a mente e o cólo do útero no momento do seu nascimento, imagino a pilha de nervos em que ela ficou e por isso vc nasceu berrando como ela descreveu…Minhas filhas não precisaram berrar.

    Acalme-se, leia com calma cada post a favor ou contra seu conhecimento, se resguarde de dados concretos se quiser insistir em sua hipótese, mas eu te convido a conhecer este mundo novo, tem grupos no Rio, em Sampa em PoA e basta você se abrir, somos pessoas bem normais.

  • Alexandra

    Dr. Health

    aproveita seu super conhecimento em Línguas e leia mais sobre Parir em qualquer condição, compare e investigue.

    quantos anos tem? acho que ainda é tempo de você conhecer mais coisas ainda, além do que já conhece.

    Estudou tanto, mas me parece uma pessoa apavorada, o conhecimento quando concreto nos possibilita doçura e compreensão.

    Não caia nas ironias para responder a estas tantas mulheres que estão te trazendo tantos questionamentos novos que vc desconhece, não fique nervoso, nem agressivo, nós somos reais, e muita coisa vai mudar, os partos domiciliares que estão se ampliando no Br nada tem a ver com os mitos do passado que te passaram, com os partos vaginais que ocorrem em hospitais e que traumatizaram sua mãe, a levando para uma cirurgia por não conseguir relaxar a mente e o cólo do útero no momento do seu nascimento, imagino a pilha de nervos em que ela ficou e por isso vc nasceu berrando como ela descreveu…Minhas filhas não precisaram berrar.

    Acalme-se, leia com calma cada post a favor ou contra seu conhecimento, se resguarde de dados concretos se quiser insistir em sua hipótese, mas eu te convido a conhecer este mundo novo, tem grupos no Rio, em Sampa em PoA e basta você se abrir, somos pessoas bem normais.

  • Alexandra

    Dr. Health

    aproveita seu super conhecimento em Línguas e leia mais sobre Parir em qualquer condição, compare e investigue.

    quantos anos tem? acho que ainda é tempo de você conhecer mais coisas ainda, além do que já conhece.

    Estudou tanto, mas me parece uma pessoa apavorada, o conhecimento quando concreto nos possibilita doçura e compreensão.

    Não caia nas ironias para responder a estas tantas mulheres que estão te trazendo tantos questionamentos novos que vc desconhece, não fique nervoso, nem agressivo, nós somos reais, e muita coisa vai mudar, os partos domiciliares que estão se ampliando no Br nada tem a ver com os mitos do passado que te passaram, com os partos vaginais que ocorrem em hospitais e que traumatizaram sua mãe, a levando para uma cirurgia por não conseguir relaxar a mente e o cólo do útero no momento do seu nascimento, imagino a pilha de nervos em que ela ficou e por isso vc nasceu berrando como ela descreveu…Minhas filhas não precisaram berrar.

    Acalme-se, leia com calma cada post a favor ou contra seu conhecimento, se resguarde de dados concretos se quiser insistir em sua hipótese, mas eu te convido a conhecer este mundo novo, tem grupos no Rio, em Sampa em PoA e basta você se abrir, somos pessoas bem normais.

  • Alexandra

    Dr. Health

    aproveita seu super conhecimento em Línguas e leia mais sobre Parir em qualquer condição, compare e investigue.

    quantos anos tem? acho que ainda é tempo de você conhecer mais coisas ainda, além do que já conhece.

    Estudou tanto, mas me parece uma pessoa apavorada, o conhecimento quando concreto nos possibilita doçura e compreensão.

    Não caia nas ironias para responder a estas tantas mulheres que estão te trazendo tantos questionamentos novos que vc desconhece, não fique nervoso, nem agressivo, nós somos reais, e muita coisa vai mudar, os partos domiciliares que estão se ampliando no Br nada tem a ver com os mitos do passado que te passaram, com os partos vaginais que ocorrem em hospitais e que traumatizaram sua mãe, a levando para uma cirurgia por não conseguir relaxar a mente e o cólo do útero no momento do seu nascimento, imagino a pilha de nervos em que ela ficou e por isso vc nasceu berrando como ela descreveu…Minhas filhas não precisaram berrar.

    Acalme-se, leia com calma cada post a favor ou contra seu conhecimento, se resguarde de dados concretos se quiser insistir em sua hipótese, mas eu te convido a conhecer este mundo novo, tem grupos no Rio, em Sampa em PoA e basta você se abrir, somos pessoas bem normais.

  • Carla

    Cá está a prova de que nem todos os médicos são mal intencionados, eles são sim, em sua grande maioria, desinformados.

    Será que já ouviram falar em evidências científicas??? Ah! Talvez elas não sejam tão importantes… É que o professor falou, então eu nem preciso buscar de onde veio essa informação, né?

    E esses outros tantos paises tão desenvolvidos que têm praticamente todos os partos (se não em casa) em clínicas semelhantes às nossas casas de parto, coordenadas por enfermeiras obstetricas ou parteiras? Será que estão todos brincando com a vida? Será que são loucos inconsequentes???

    Uma pena esse post cheio de “achismos” preconceituosos, baseado em mitos e tabus e “na experiência da minha mãe que não sabe nada sobre assoalho pélvico”.

    Basta um desse, bem pequeno pra desencorajar dezenas ou centenas de mulheres enquanto o trabalho de esclarecer cada bobagem dessas e trazer de volta às mulheres a coragem e o domínio do próprio corpo é um trabalhão danado!

    Por favor me avise quando tiver um bom desses sobre aleitamento também, falando de leites fracos, bebês que não crescem, peitos que caem…

    Um abraço!
    Carla

  • Carla

    Cá está a prova de que nem todos os médicos são mal intencionados, eles são sim, em sua grande maioria, desinformados.

    Será que já ouviram falar em evidências científicas??? Ah! Talvez elas não sejam tão importantes… É que o professor falou, então eu nem preciso buscar de onde veio essa informação, né?

    E esses outros tantos paises tão desenvolvidos que têm praticamente todos os partos (se não em casa) em clínicas semelhantes às nossas casas de parto, coordenadas por enfermeiras obstetricas ou parteiras? Será que estão todos brincando com a vida? Será que são loucos inconsequentes???

    Uma pena esse post cheio de “achismos” preconceituosos, baseado em mitos e tabus e “na experiência da minha mãe que não sabe nada sobre assoalho pélvico”.

    Basta um desse, bem pequeno pra desencorajar dezenas ou centenas de mulheres enquanto o trabalho de esclarecer cada bobagem dessas e trazer de volta às mulheres a coragem e o domínio do próprio corpo é um trabalhão danado!

    Por favor me avise quando tiver um bom desses sobre aleitamento também, falando de leites fracos, bebês que não crescem, peitos que caem…

    Um abraço!
    Carla

  • Carla

    Cá está a prova de que nem todos os médicos são mal intencionados, eles são sim, em sua grande maioria, desinformados.

    Será que já ouviram falar em evidências científicas??? Ah! Talvez elas não sejam tão importantes… É que o professor falou, então eu nem preciso buscar de onde veio essa informação, né?

    E esses outros tantos paises tão desenvolvidos que têm praticamente todos os partos (se não em casa) em clínicas semelhantes às nossas casas de parto, coordenadas por enfermeiras obstetricas ou parteiras? Será que estão todos brincando com a vida? Será que são loucos inconsequentes???

    Uma pena esse post cheio de “achismos” preconceituosos, baseado em mitos e tabus e “na experiência da minha mãe que não sabe nada sobre assoalho pélvico”.

    Basta um desse, bem pequeno pra desencorajar dezenas ou centenas de mulheres enquanto o trabalho de esclarecer cada bobagem dessas e trazer de volta às mulheres a coragem e o domínio do próprio corpo é um trabalhão danado!

    Por favor me avise quando tiver um bom desses sobre aleitamento também, falando de leites fracos, bebês que não crescem, peitos que caem…

    Um abraço!
    Carla

  • Carla

    Cá está a prova de que nem todos os médicos são mal intencionados, eles são sim, em sua grande maioria, desinformados.

    Será que já ouviram falar em evidências científicas??? Ah! Talvez elas não sejam tão importantes… É que o professor falou, então eu nem preciso buscar de onde veio essa informação, né?

    E esses outros tantos paises tão desenvolvidos que têm praticamente todos os partos (se não em casa) em clínicas semelhantes às nossas casas de parto, coordenadas por enfermeiras obstetricas ou parteiras? Será que estão todos brincando com a vida? Será que são loucos inconsequentes???

    Uma pena esse post cheio de “achismos” preconceituosos, baseado em mitos e tabus e “na experiência da minha mãe que não sabe nada sobre assoalho pélvico”.

    Basta um desse, bem pequeno pra desencorajar dezenas ou centenas de mulheres enquanto o trabalho de esclarecer cada bobagem dessas e trazer de volta às mulheres a coragem e o domínio do próprio corpo é um trabalhão danado!

    Por favor me avise quando tiver um bom desses sobre aleitamento também, falando de leites fracos, bebês que não crescem, peitos que caem…

    Um abraço!
    Carla

  • Carla

    Cá está a prova de que nem todos os médicos são mal intencionados, eles são sim, em sua grande maioria, desinformados.

    Será que já ouviram falar em evidências científicas??? Ah! Talvez elas não sejam tão importantes… É que o professor falou, então eu nem preciso buscar de onde veio essa informação, né?

    E esses outros tantos paises tão desenvolvidos que têm praticamente todos os partos (se não em casa) em clínicas semelhantes às nossas casas de parto, coordenadas por enfermeiras obstetricas ou parteiras? Será que estão todos brincando com a vida? Será que são loucos inconsequentes???

    Uma pena esse post cheio de “achismos” preconceituosos, baseado em mitos e tabus e “na experiência da minha mãe que não sabe nada sobre assoalho pélvico”.

    Basta um desse, bem pequeno pra desencorajar dezenas ou centenas de mulheres enquanto o trabalho de esclarecer cada bobagem dessas e trazer de volta às mulheres a coragem e o domínio do próprio corpo é um trabalhão danado!

    Por favor me avise quando tiver um bom desses sobre aleitamento também, falando de leites fracos, bebês que não crescem, peitos que caem…

    Um abraço!
    Carla

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health
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  • http://www.papodehomem.com.br Dr Health
  • Alexandra

    Movimento ANS em favor do parto normal e da redução das cesarianas desnecessárias no setor suplementar

    A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) é uma autarquia especial vinculada ao Ministério da Saúde, que tem como função regular as atividades das operadoras de planos privados de assistência à saúde e como missão defender o interesse público. Por este motivo vem prestar informações sobre as elevadas taxas de cesarianas desnecessárias no setor suplementar e lançar um movimento pelo parto normal.

    Dados fornecidos à ANS pelas empresas que comercializam planos de assistência à saúde demonstram que a proporção de cesarianas no setor é alarmante, situando-se em torno de 80%. Este percentual é totalmente discrepante em comparação ao recomendado pela Organização Mundial da Saúde (15%) e aos resultados encontrados em outros países, tais como Holanda (14%), EUA (26%), México (34%) e Chile (40%). Além disso, a proporção de cesarianas do setor suplementar infl uencia negativamente os dados nacionais: no sistema público de saúde brasileiro, esta proporção é de 26%, bem próxima aos valores encontrados nos outros países, enquanto o resultado nacional, que considera os partos realizados nos setores públicos e privados, é de 43%. Ressalta-se que em nenhum país foi encontrada uma proporção de cesáreas tão elevada quanto a existente hoje nos planos de saúde no Brasil, o que confere a este setor o desagradável título de campeão mundial de cesarianas. Trata-se de um título indesejável, pois, por ser uma cirurgia indicada para os casos que confi – gurem risco materno e/ou fetal, a cesariana, quando eletiva, ou seja, realizada sem que exista uma indicação médica precisa, aumenta os riscos de complicações e de morte para a mulher e para o recém-nascido.

    Não raro, as cesarianas são agendadas antes de a mulher entrar em trabalho de parto, aumentando a chance de o bebê ser retirado do útero ainda prematuro, já que é impreciso o cálculo da idade gestacional realizado antes do parto por meio da ultra-sonografi a ou considerando-se a data da última menstruação. A defi nição exata se o bebê é ou não prematuro somente ocorrerá após o nascimento.

    A retirada cirúrgica de bebês do útero antes que tenham atingindo a completa maturidade fetal é grave, pois estudos demonstram que fetos nascidos entre 36 e 38 semanas têm 120 vezes mais chances de desenvolver problemas respiratórios agudos e, em conseqüência, necessitar de internação em UTI neonatal do que aqueles nascidos com 39 semanas ou mais. Esta situação, além de aumentar os custos hospitalares e o risco do desenvolvimento de outros problemas de saúde no bebê, ocasionados pela internação, gera uma separação abrupta e precoce entre mãe e fi lho, num momento primordial para o estabelecimento de vínculo, para uma melhor adaptação do recém-nato à vida extra-uterina e para o início do aleitamento materno.

    Além disso, as chances de a mulher sofrer uma hemorragia ou infecção no pós-parto também são maiores em caso de cesárea, existindo ainda um risco aumentado de ocorrerem problemas em futuras gestações, como a ruptura do útero e o mau posicionamento da placenta.

    Tais riscos não são percebidos em nosso meio. Isso porque predomina a visão de que o desfecho da gestação será melhor e mais seguro quando abordado na perspectiva da ultra-especialização e do elevado uso de recursos tecnológicos. Ademais, a conveniência do agendamento e do tempo gasto na cesariana, bem como a insufi ciente participação feminina nas decisões clínicas relacionadas ao tipo de parto, gerada pela assimetria de informação entre médico e paciente, estão entre as causas apontadas por especialistas para a “superindicação” de cesáreas.

    Outrossim, como muitos mitos sobre contra-indicação de parto normal fazem parte do imaginário coletivo e são utilizados para justifi car cesarianas desnecessárias, é importante esclarecer que situações como cesariana anterior, gestação gemelar, fetos grandes, apresentação pélvica (quando o bebê está “sentado” no útero), podem ou não determinar a necessidade de uma cesariana. E ainda, que existem situações como o cordão umbilical envolto no pescoço, baixa estatura da mãe, idade gestacional de 40 semanas, entre outras, que isoladamente não justifi cam a realização de uma cesárea.

    Por último, é importante destacar, que quando a equipe de saúde possui uma atitude acolhedora, quando há estímulo para a participação de acompanhante durante todo o trabalho de parto e no parto, quando a mulher é encorajada a ter uma postura ativa, movimentando-se durante o trabalho de parto, adotando posições nas quais sinta-se mais confortável e tendo acesso a métodos para o alívio da dor, a vivência do parto pode confi gurar-se como uma enriquecedora experiência de vida.

    A ANS, a partir da constatação da proporção descabida de cesarianas desnecessárias no setor suplementar, tem proposto ações com o intuito de reverter esse quadro e nesse sentido lança um movimento pelo parto normal, em que um dos objetivos é capitanear as discussões sobre estratégias para redução das cesarianas desnecessárias e o incentivo ao parto normal, envolvendo todos os segmentos implicados com este tema. Contudo, esta é uma discussão que não deve fi car restrita ao âmbito da agência reguladora, deve mobilizar em especial as mulheres, as quais devem ousar reivindicar o direito de dar à luz por meio de parto normal, com autonomia e segurança, vivenciando esse momento especial de forma saudável e prazerosa.

    Em caso de dúvidas, sugestões e comentários, entre em contato com a ANS pelo telefone 0800-701-9656 ou pelo endereço eletrônico ggtap.dipro@ans.gov.br

  • Alexandra

    Movimento ANS em favor do parto normal e da redução das cesarianas desnecessárias no setor suplementar

    A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) é uma autarquia especial vinculada ao Ministério da Saúde, que tem como função regular as atividades das operadoras de planos privados de assistência à saúde e como missão defender o interesse público. Por este motivo vem prestar informações sobre as elevadas taxas de cesarianas desnecessárias no setor suplementar e lançar um movimento pelo parto normal.

    Dados fornecidos à ANS pelas empresas que comercializam planos de assistência à saúde demonstram que a proporção de cesarianas no setor é alarmante, situando-se em torno de 80%. Este percentual é totalmente discrepante em comparação ao recomendado pela Organização Mundial da Saúde (15%) e aos resultados encontrados em outros países, tais como Holanda (14%), EUA (26%), México (34%) e Chile (40%). Além disso, a proporção de cesarianas do setor suplementar infl uencia negativamente os dados nacionais: no sistema público de saúde brasileiro, esta proporção é de 26%, bem próxima aos valores encontrados nos outros países, enquanto o resultado nacional, que considera os partos realizados nos setores públicos e privados, é de 43%. Ressalta-se que em nenhum país foi encontrada uma proporção de cesáreas tão elevada quanto a existente hoje nos planos de saúde no Brasil, o que confere a este setor o desagradável título de campeão mundial de cesarianas. Trata-se de um título indesejável, pois, por ser uma cirurgia indicada para os casos que confi – gurem risco materno e/ou fetal, a cesariana, quando eletiva, ou seja, realizada sem que exista uma indicação médica precisa, aumenta os riscos de complicações e de morte para a mulher e para o recém-nascido.

    Não raro, as cesarianas são agendadas antes de a mulher entrar em trabalho de parto, aumentando a chance de o bebê ser retirado do útero ainda prematuro, já que é impreciso o cálculo da idade gestacional realizado antes do parto por meio da ultra-sonografi a ou considerando-se a data da última menstruação. A defi nição exata se o bebê é ou não prematuro somente ocorrerá após o nascimento.

    A retirada cirúrgica de bebês do útero antes que tenham atingindo a completa maturidade fetal é grave, pois estudos demonstram que fetos nascidos entre 36 e 38 semanas têm 120 vezes mais chances de desenvolver problemas respiratórios agudos e, em conseqüência, necessitar de internação em UTI neonatal do que aqueles nascidos com 39 semanas ou mais. Esta situação, além de aumentar os custos hospitalares e o risco do desenvolvimento de outros problemas de saúde no bebê, ocasionados pela internação, gera uma separação abrupta e precoce entre mãe e fi lho, num momento primordial para o estabelecimento de vínculo, para uma melhor adaptação do recém-nato à vida extra-uterina e para o início do aleitamento materno.

    Além disso, as chances de a mulher sofrer uma hemorragia ou infecção no pós-parto também são maiores em caso de cesárea, existindo ainda um risco aumentado de ocorrerem problemas em futuras gestações, como a ruptura do útero e o mau posicionamento da placenta.

    Tais riscos não são percebidos em nosso meio. Isso porque predomina a visão de que o desfecho da gestação será melhor e mais seguro quando abordado na perspectiva da ultra-especialização e do elevado uso de recursos tecnológicos. Ademais, a conveniência do agendamento e do tempo gasto na cesariana, bem como a insufi ciente participação feminina nas decisões clínicas relacionadas ao tipo de parto, gerada pela assimetria de informação entre médico e paciente, estão entre as causas apontadas por especialistas para a “superindicação” de cesáreas.

    Outrossim, como muitos mitos sobre contra-indicação de parto normal fazem parte do imaginário coletivo e são utilizados para justifi car cesarianas desnecessárias, é importante esclarecer que situações como cesariana anterior, gestação gemelar, fetos grandes, apresentação pélvica (quando o bebê está “sentado” no útero), podem ou não determinar a necessidade de uma cesariana. E ainda, que existem situações como o cordão umbilical envolto no pescoço, baixa estatura da mãe, idade gestacional de 40 semanas, entre outras, que isoladamente não justifi cam a realização de uma cesárea.

    Por último, é importante destacar, que quando a equipe de saúde possui uma atitude acolhedora, quando há estímulo para a participação de acompanhante durante todo o trabalho de parto e no parto, quando a mulher é encorajada a ter uma postura ativa, movimentando-se durante o trabalho de parto, adotando posições nas quais sinta-se mais confortável e tendo acesso a métodos para o alívio da dor, a vivência do parto pode confi gurar-se como uma enriquecedora experiência de vida.

    A ANS, a partir da constatação da proporção descabida de cesarianas desnecessárias no setor suplementar, tem proposto ações com o intuito de reverter esse quadro e nesse sentido lança um movimento pelo parto normal, em que um dos objetivos é capitanear as discussões sobre estratégias para redução das cesarianas desnecessárias e o incentivo ao parto normal, envolvendo todos os segmentos implicados com este tema. Contudo, esta é uma discussão que não deve fi car restrita ao âmbito da agência reguladora, deve mobilizar em especial as mulheres, as quais devem ousar reivindicar o direito de dar à luz por meio de parto normal, com autonomia e segurança, vivenciando esse momento especial de forma saudável e prazerosa.

    Em caso de dúvidas, sugestões e comentários, entre em contato com a ANS pelo telefone 0800-701-9656 ou pelo endereço eletrônico ggtap.dipro@ans.gov.br

  • Alexandra

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    A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) é uma autarquia especial vinculada ao Ministério da Saúde, que tem como função regular as atividades das operadoras de planos privados de assistência à saúde e como missão defender o interesse público. Por este motivo vem prestar informações sobre as elevadas taxas de cesarianas desnecessárias no setor suplementar e lançar um movimento pelo parto normal.

    Dados fornecidos à ANS pelas empresas que comercializam planos de assistência à saúde demonstram que a proporção de cesarianas no setor é alarmante, situando-se em torno de 80%. Este percentual é totalmente discrepante em comparação ao recomendado pela Organização Mundial da Saúde (15%) e aos resultados encontrados em outros países, tais como Holanda (14%), EUA (26%), México (34%) e Chile (40%). Além disso, a proporção de cesarianas do setor suplementar infl uencia negativamente os dados nacionais: no sistema público de saúde brasileiro, esta proporção é de 26%, bem próxima aos valores encontrados nos outros países, enquanto o resultado nacional, que considera os partos realizados nos setores públicos e privados, é de 43%. Ressalta-se que em nenhum país foi encontrada uma proporção de cesáreas tão elevada quanto a existente hoje nos planos de saúde no Brasil, o que confere a este setor o desagradável título de campeão mundial de cesarianas. Trata-se de um título indesejável, pois, por ser uma cirurgia indicada para os casos que confi – gurem risco materno e/ou fetal, a cesariana, quando eletiva, ou seja, realizada sem que exista uma indicação médica precisa, aumenta os riscos de complicações e de morte para a mulher e para o recém-nascido.

    Não raro, as cesarianas são agendadas antes de a mulher entrar em trabalho de parto, aumentando a chance de o bebê ser retirado do útero ainda prematuro, já que é impreciso o cálculo da idade gestacional realizado antes do parto por meio da ultra-sonografi a ou considerando-se a data da última menstruação. A defi nição exata se o bebê é ou não prematuro somente ocorrerá após o nascimento.

    A retirada cirúrgica de bebês do útero antes que tenham atingindo a completa maturidade fetal é grave, pois estudos demonstram que fetos nascidos entre 36 e 38 semanas têm 120 vezes mais chances de desenvolver problemas respiratórios agudos e, em conseqüência, necessitar de internação em UTI neonatal do que aqueles nascidos com 39 semanas ou mais. Esta situação, além de aumentar os custos hospitalares e o risco do desenvolvimento de outros problemas de saúde no bebê, ocasionados pela internação, gera uma separação abrupta e precoce entre mãe e fi lho, num momento primordial para o estabelecimento de vínculo, para uma melhor adaptação do recém-nato à vida extra-uterina e para o início do aleitamento materno.

    Além disso, as chances de a mulher sofrer uma hemorragia ou infecção no pós-parto também são maiores em caso de cesárea, existindo ainda um risco aumentado de ocorrerem problemas em futuras gestações, como a ruptura do útero e o mau posicionamento da placenta.

    Tais riscos não são percebidos em nosso meio. Isso porque predomina a visão de que o desfecho da gestação será melhor e mais seguro quando abordado na perspectiva da ultra-especialização e do elevado uso de recursos tecnológicos. Ademais, a conveniência do agendamento e do tempo gasto na cesariana, bem como a insufi ciente participação feminina nas decisões clínicas relacionadas ao tipo de parto, gerada pela assimetria de informação entre médico e paciente, estão entre as causas apontadas por especialistas para a “superindicação” de cesáreas.

    Outrossim, como muitos mitos sobre contra-indicação de parto normal fazem parte do imaginário coletivo e são utilizados para justifi car cesarianas desnecessárias, é importante esclarecer que situações como cesariana anterior, gestação gemelar, fetos grandes, apresentação pélvica (quando o bebê está “sentado” no útero), podem ou não determinar a necessidade de uma cesariana. E ainda, que existem situações como o cordão umbilical envolto no pescoço, baixa estatura da mãe, idade gestacional de 40 semanas, entre outras, que isoladamente não justifi cam a realização de uma cesárea.

    Por último, é importante destacar, que quando a equipe de saúde possui uma atitude acolhedora, quando há estímulo para a participação de acompanhante durante todo o trabalho de parto e no parto, quando a mulher é encorajada a ter uma postura ativa, movimentando-se durante o trabalho de parto, adotando posições nas quais sinta-se mais confortável e tendo acesso a métodos para o alívio da dor, a vivência do parto pode confi gurar-se como uma enriquecedora experiência de vida.

    A ANS, a partir da constatação da proporção descabida de cesarianas desnecessárias no setor suplementar, tem proposto ações com o intuito de reverter esse quadro e nesse sentido lança um movimento pelo parto normal, em que um dos objetivos é capitanear as discussões sobre estratégias para redução das cesarianas desnecessárias e o incentivo ao parto normal, envolvendo todos os segmentos implicados com este tema. Contudo, esta é uma discussão que não deve fi car restrita ao âmbito da agência reguladora, deve mobilizar em especial as mulheres, as quais devem ousar reivindicar o direito de dar à luz por meio de parto normal, com autonomia e segurança, vivenciando esse momento especial de forma saudável e prazerosa.

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    Movimento ANS em favor do parto normal e da redução das cesarianas desnecessárias no setor suplementar

    A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) é uma autarquia especial vinculada ao Ministério da Saúde, que tem como função regular as atividades das operadoras de planos privados de assistência à saúde e como missão defender o interesse público. Por este motivo vem prestar informações sobre as elevadas taxas de cesarianas desnecessárias no setor suplementar e lançar um movimento pelo parto normal.

    Dados fornecidos à ANS pelas empresas que comercializam planos de assistência à saúde demonstram que a proporção de cesarianas no setor é alarmante, situando-se em torno de 80%. Este percentual é totalmente discrepante em comparação ao recomendado pela Organização Mundial da Saúde (15%) e aos resultados encontrados em outros países, tais como Holanda (14%), EUA (26%), México (34%) e Chile (40%). Além disso, a proporção de cesarianas do setor suplementar infl uencia negativamente os dados nacionais: no sistema público de saúde brasileiro, esta proporção é de 26%, bem próxima aos valores encontrados nos outros países, enquanto o resultado nacional, que considera os partos realizados nos setores públicos e privados, é de 43%. Ressalta-se que em nenhum país foi encontrada uma proporção de cesáreas tão elevada quanto a existente hoje nos planos de saúde no Brasil, o que confere a este setor o desagradável título de campeão mundial de cesarianas. Trata-se de um título indesejável, pois, por ser uma cirurgia indicada para os casos que confi – gurem risco materno e/ou fetal, a cesariana, quando eletiva, ou seja, realizada sem que exista uma indicação médica precisa, aumenta os riscos de complicações e de morte para a mulher e para o recém-nascido.

    Não raro, as cesarianas são agendadas antes de a mulher entrar em trabalho de parto, aumentando a chance de o bebê ser retirado do útero ainda prematuro, já que é impreciso o cálculo da idade gestacional realizado antes do parto por meio da ultra-sonografi a ou considerando-se a data da última menstruação. A defi nição exata se o bebê é ou não prematuro somente ocorrerá após o nascimento.

    A retirada cirúrgica de bebês do útero antes que tenham atingindo a completa maturidade fetal é grave, pois estudos demonstram que fetos nascidos entre 36 e 38 semanas têm 120 vezes mais chances de desenvolver problemas respiratórios agudos e, em conseqüência, necessitar de internação em UTI neonatal do que aqueles nascidos com 39 semanas ou mais. Esta situação, além de aumentar os custos hospitalares e o risco do desenvolvimento de outros problemas de saúde no bebê, ocasionados pela internação, gera uma separação abrupta e precoce entre mãe e fi lho, num momento primordial para o estabelecimento de vínculo, para uma melhor adaptação do recém-nato à vida extra-uterina e para o início do aleitamento materno.

    Além disso, as chances de a mulher sofrer uma hemorragia ou infecção no pós-parto também são maiores em caso de cesárea, existindo ainda um risco aumentado de ocorrerem problemas em futuras gestações, como a ruptura do útero e o mau posicionamento da placenta.

    Tais riscos não são percebidos em nosso meio. Isso porque predomina a visão de que o desfecho da gestação será melhor e mais seguro quando abordado na perspectiva da ultra-especialização e do elevado uso de recursos tecnológicos. Ademais, a conveniência do agendamento e do tempo gasto na cesariana, bem como a insufi ciente participação feminina nas decisões clínicas relacionadas ao tipo de parto, gerada pela assimetria de informação entre médico e paciente, estão entre as causas apontadas por especialistas para a “superindicação” de cesáreas.

    Outrossim, como muitos mitos sobre contra-indicação de parto normal fazem parte do imaginário coletivo e são utilizados para justifi car cesarianas desnecessárias, é importante esclarecer que situações como cesariana anterior, gestação gemelar, fetos grandes, apresentação pélvica (quando o bebê está “sentado” no útero), podem ou não determinar a necessidade de uma cesariana. E ainda, que existem situações como o cordão umbilical envolto no pescoço, baixa estatura da mãe, idade gestacional de 40 semanas, entre outras, que isoladamente não justifi cam a realização de uma cesárea.

    Por último, é importante destacar, que quando a equipe de saúde possui uma atitude acolhedora, quando há estímulo para a participação de acompanhante durante todo o trabalho de parto e no parto, quando a mulher é encorajada a ter uma postura ativa, movimentando-se durante o trabalho de parto, adotando posições nas quais sinta-se mais confortável e tendo acesso a métodos para o alívio da dor, a vivência do parto pode confi gurar-se como uma enriquecedora experiência de vida.

    A ANS, a partir da constatação da proporção descabida de cesarianas desnecessárias no setor suplementar, tem proposto ações com o intuito de reverter esse quadro e nesse sentido lança um movimento pelo parto normal, em que um dos objetivos é capitanear as discussões sobre estratégias para redução das cesarianas desnecessárias e o incentivo ao parto normal, envolvendo todos os segmentos implicados com este tema. Contudo, esta é uma discussão que não deve fi car restrita ao âmbito da agência reguladora, deve mobilizar em especial as mulheres, as quais devem ousar reivindicar o direito de dar à luz por meio de parto normal, com autonomia e segurança, vivenciando esse momento especial de forma saudável e prazerosa.

    Em caso de dúvidas, sugestões e comentários, entre em contato com a ANS pelo telefone 0800-701-9656 ou pelo endereço eletrônico ggtap.dipro@ans.gov.br

  • Alexandra

    Movimento ANS em favor do parto normal e da redução das cesarianas desnecessárias no setor suplementar

    A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) é uma autarquia especial vinculada ao Ministério da Saúde, que tem como função regular as atividades das operadoras de planos privados de assistência à saúde e como missão defender o interesse público. Por este motivo vem prestar informações sobre as elevadas taxas de cesarianas desnecessárias no setor suplementar e lançar um movimento pelo parto normal.

    Dados fornecidos à ANS pelas empresas que comercializam planos de assistência à saúde demonstram que a proporção de cesarianas no setor é alarmante, situando-se em torno de 80%. Este percentual é totalmente discrepante em comparação ao recomendado pela Organização Mundial da Saúde (15%) e aos resultados encontrados em outros países, tais como Holanda (14%), EUA (26%), México (34%) e Chile (40%). Além disso, a proporção de cesarianas do setor suplementar infl uencia negativamente os dados nacionais: no sistema público de saúde brasileiro, esta proporção é de 26%, bem próxima aos valores encontrados nos outros países, enquanto o resultado nacional, que considera os partos realizados nos setores públicos e privados, é de 43%. Ressalta-se que em nenhum país foi encontrada uma proporção de cesáreas tão elevada quanto a existente hoje nos planos de saúde no Brasil, o que confere a este setor o desagradável título de campeão mundial de cesarianas. Trata-se de um título indesejável, pois, por ser uma cirurgia indicada para os casos que confi – gurem risco materno e/ou fetal, a cesariana, quando eletiva, ou seja, realizada sem que exista uma indicação médica precisa, aumenta os riscos de complicações e de morte para a mulher e para o recém-nascido.

    Não raro, as cesarianas são agendadas antes de a mulher entrar em trabalho de parto, aumentando a chance de o bebê ser retirado do útero ainda prematuro, já que é impreciso o cálculo da idade gestacional realizado antes do parto por meio da ultra-sonografi a ou considerando-se a data da última menstruação. A defi nição exata se o bebê é ou não prematuro somente ocorrerá após o nascimento.

    A retirada cirúrgica de bebês do útero antes que tenham atingindo a completa maturidade fetal é grave, pois estudos demonstram que fetos nascidos entre 36 e 38 semanas têm 120 vezes mais chances de desenvolver problemas respiratórios agudos e, em conseqüência, necessitar de internação em UTI neonatal do que aqueles nascidos com 39 semanas ou mais. Esta situação, além de aumentar os custos hospitalares e o risco do desenvolvimento de outros problemas de saúde no bebê, ocasionados pela internação, gera uma separação abrupta e precoce entre mãe e fi lho, num momento primordial para o estabelecimento de vínculo, para uma melhor adaptação do recém-nato à vida extra-uterina e para o início do aleitamento materno.

    Além disso, as chances de a mulher sofrer uma hemorragia ou infecção no pós-parto também são maiores em caso de cesárea, existindo ainda um risco aumentado de ocorrerem problemas em futuras gestações, como a ruptura do útero e o mau posicionamento da placenta.

    Tais riscos não são percebidos em nosso meio. Isso porque predomina a visão de que o desfecho da gestação será melhor e mais seguro quando abordado na perspectiva da ultra-especialização e do elevado uso de recursos tecnológicos. Ademais, a conveniência do agendamento e do tempo gasto na cesariana, bem como a insufi ciente participação feminina nas decisões clínicas relacionadas ao tipo de parto, gerada pela assimetria de informação entre médico e paciente, estão entre as causas apontadas por especialistas para a “superindicação” de cesáreas.

    Outrossim, como muitos mitos sobre contra-indicação de parto normal fazem parte do imaginário coletivo e são utilizados para justifi car cesarianas desnecessárias, é importante esclarecer que situações como cesariana anterior, gestação gemelar, fetos grandes, apresentação pélvica (quando o bebê está “sentado” no útero), podem ou não determinar a necessidade de uma cesariana. E ainda, que existem situações como o cordão umbilical envolto no pescoço, baixa estatura da mãe, idade gestacional de 40 semanas, entre outras, que isoladamente não justifi cam a realização de uma cesárea.

    Por último, é importante destacar, que quando a equipe de saúde possui uma atitude acolhedora, quando há estímulo para a participação de acompanhante durante todo o trabalho de parto e no parto, quando a mulher é encorajada a ter uma postura ativa, movimentando-se durante o trabalho de parto, adotando posições nas quais sinta-se mais confortável e tendo acesso a métodos para o alívio da dor, a vivência do parto pode confi gurar-se como uma enriquecedora experiência de vida.

    A ANS, a partir da constatação da proporção descabida de cesarianas desnecessárias no setor suplementar, tem proposto ações com o intuito de reverter esse quadro e nesse sentido lança um movimento pelo parto normal, em que um dos objetivos é capitanear as discussões sobre estratégias para redução das cesarianas desnecessárias e o incentivo ao parto normal, envolvendo todos os segmentos implicados com este tema. Contudo, esta é uma discussão que não deve fi car restrita ao âmbito da agência reguladora, deve mobilizar em especial as mulheres, as quais devem ousar reivindicar o direito de dar à luz por meio de parto normal, com autonomia e segurança, vivenciando esse momento especial de forma saudável e prazerosa.

    Em caso de dúvidas, sugestões e comentários, entre em contato com a ANS pelo telefone 0800-701-9656 ou pelo endereço eletrônico ggtap.dipro@ans.gov.br

  • Alexandra

    Li o texto sobre “Roturas perineais” – Mas a pequisa não traz e eu gostaria de saber qual a percentagem de mulheres, atualmente, que sofreram prolapso uterino por conta de parto normal em relação as que tiveram parto normal sem sequelas? Para que eu possa dimensionar se é significativo para o pânico generalizado –

    e outra: o prolapso uterino ocorre por si só no parto vaginal ou o tipo de pós-parto que a mulher teve, influencia na recuperação?

    Será que o pessoal desta pesquisa tem estes dados?

  • Alexandra

    Li o texto sobre “Roturas perineais” – Mas a pequisa não traz e eu gostaria de saber qual a percentagem de mulheres, atualmente, que sofreram prolapso uterino por conta de parto normal em relação as que tiveram parto normal sem sequelas? Para que eu possa dimensionar se é significativo para o pânico generalizado –

    e outra: o prolapso uterino ocorre por si só no parto vaginal ou o tipo de pós-parto que a mulher teve, influencia na recuperação?

    Será que o pessoal desta pesquisa tem estes dados?

  • Alexandra

    Li o texto sobre “Roturas perineais” – Mas a pequisa não traz e eu gostaria de saber qual a percentagem de mulheres, atualmente, que sofreram prolapso uterino por conta de parto normal em relação as que tiveram parto normal sem sequelas? Para que eu possa dimensionar se é significativo para o pânico generalizado –

    e outra: o prolapso uterino ocorre por si só no parto vaginal ou o tipo de pós-parto que a mulher teve, influencia na recuperação?

    Será que o pessoal desta pesquisa tem estes dados?

  • Alexandra

    Li o texto sobre “Roturas perineais” – Mas a pequisa não traz e eu gostaria de saber qual a percentagem de mulheres, atualmente, que sofreram prolapso uterino por conta de parto normal em relação as que tiveram parto normal sem sequelas? Para que eu possa dimensionar se é significativo para o pânico generalizado –

    e outra: o prolapso uterino ocorre por si só no parto vaginal ou o tipo de pós-parto que a mulher teve, influencia na recuperação?

    Será que o pessoal desta pesquisa tem estes dados?

  • Alexandra

    Li o texto sobre “Roturas perineais” – Mas a pequisa não traz e eu gostaria de saber qual a percentagem de mulheres, atualmente, que sofreram prolapso uterino por conta de parto normal em relação as que tiveram parto normal sem sequelas? Para que eu possa dimensionar se é significativo para o pânico generalizado –

    e outra: o prolapso uterino ocorre por si só no parto vaginal ou o tipo de pós-parto que a mulher teve, influencia na recuperação?

    Será que o pessoal desta pesquisa tem estes dados?

  • aquarius(mariachi)

    Hey doutor, deixem elas correrem os riscos óbvios por tentarem fazer do nascimento humano uma abstração poética e surreal.
    Não arrependam da merda que possa ocorrer com você ou com seu filho depois.

    PS: porra se for fazer em casa, arranja um amigo médico e enfermeiras, paga uma bufunfa e pronto. Agora fazer pq sua vó foi parteira nos anos 50 e ela entende do assunto é a maior burrada do planeta.

  • aquarius(mariachi)

    Hey doutor, deixem elas correrem os riscos óbvios por tentarem fazer do nascimento humano uma abstração poética e surreal.
    Não arrependam da merda que possa ocorrer com você ou com seu filho depois.

    PS: porra se for fazer em casa, arranja um amigo médico e enfermeiras, paga uma bufunfa e pronto. Agora fazer pq sua vó foi parteira nos anos 50 e ela entende do assunto é a maior burrada do planeta.

  • aquarius(mariachi)

    Hey doutor, deixem elas correrem os riscos óbvios por tentarem fazer do nascimento humano uma abstração poética e surreal.
    Não arrependam da merda que possa ocorrer com você ou com seu filho depois.

    PS: porra se for fazer em casa, arranja um amigo médico e enfermeiras, paga uma bufunfa e pronto. Agora fazer pq sua vó foi parteira nos anos 50 e ela entende do assunto é a maior burrada do planeta.

  • aquarius(mariachi)

    Hey doutor, deixem elas correrem os riscos óbvios por tentarem fazer do nascimento humano uma abstração poética e surreal.
    Não arrependam da merda que possa ocorrer com você ou com seu filho depois.

    PS: porra se for fazer em casa, arranja um amigo médico e enfermeiras, paga uma bufunfa e pronto. Agora fazer pq sua vó foi parteira nos anos 50 e ela entende do assunto é a maior burrada do planeta.

  • aquarius(mariachi)

    Hey doutor, deixem elas correrem os riscos óbvios por tentarem fazer do nascimento humano uma abstração poética e surreal.
    Não arrependam da merda que possa ocorrer com você ou com seu filho depois.

    PS: porra se for fazer em casa, arranja um amigo médico e enfermeiras, paga uma bufunfa e pronto. Agora fazer pq sua vó foi parteira nos anos 50 e ela entende do assunto é a maior burrada do planeta.

  • Alexandra

    Abstração poética? este Mariachi é homem ou mulher? Hahahah é parto mesmo, estamos falando de PARIR.
    De saber Parir e de não saber Parir, algumas pessoas NÃO sabem.
    Mas a Humanidade tem sorte, obviamente, as mulheres em sua maioria sabem parir, em qualquer lugar do Planeta, sob as mais diversas formas, e com as mais diferentes companhias.

    Pena que algumas mulheres estiveram na companhia de maus profissionais aqui no Br, e foi gerado este momentâneo pânico generalizado que tem data para acabar, pq mulher não é burra, não vai ficar muito caindo neste engodo de cesariana e incompetência em parir.

    Tem pouco tempo, menos de 50 anos que a cesariana se generalizou, mas não passará de um século para ficar restrita apenas aos raros casos necessários, que podem chegar a menos de 20% se o pré-natal for assistido por profissionais competentes – e com certeza os teremos, pois a Medicina não vai continuar por muito tempo tão obsoleta no Brasil – o mercado (NÓS – número específico e bem informado de mulheres com 01 ou mais partos domiciliares muito bem sucedido e assistido) já está impondo esta atualização na formação médica e de paradigmas em relação à posição pró-ativa da mulher em seu próprio parto.

  • Alexandra

    Abstração poética? este Mariachi é homem ou mulher? Hahahah é parto mesmo, estamos falando de PARIR.
    De saber Parir e de não saber Parir, algumas pessoas NÃO sabem.
    Mas a Humanidade tem sorte, obviamente, as mulheres em sua maioria sabem parir, em qualquer lugar do Planeta, sob as mais diversas formas, e com as mais diferentes companhias.

    Pena que algumas mulheres estiveram na companhia de maus profissionais aqui no Br, e foi gerado este momentâneo pânico generalizado que tem data para acabar, pq mulher não é burra, não vai ficar muito caindo neste engodo de cesariana e incompetência em parir.

    Tem pouco tempo, menos de 50 anos que a cesariana se generalizou, mas não passará de um século para ficar restrita apenas aos raros casos necessários, que podem chegar a menos de 20% se o pré-natal for assistido por profissionais competentes – e com certeza os teremos, pois a Medicina não vai continuar por muito tempo tão obsoleta no Brasil – o mercado (NÓS – número específico e bem informado de mulheres com 01 ou mais partos domiciliares muito bem sucedido e assistido) já está impondo esta atualização na formação médica e de paradigmas em relação à posição pró-ativa da mulher em seu próprio parto.

  • Alexandra

    Abstração poética? este Mariachi é homem ou mulher? Hahahah é parto mesmo, estamos falando de PARIR.
    De saber Parir e de não saber Parir, algumas pessoas NÃO sabem.
    Mas a Humanidade tem sorte, obviamente, as mulheres em sua maioria sabem parir, em qualquer lugar do Planeta, sob as mais diversas formas, e com as mais diferentes companhias.

    Pena que algumas mulheres estiveram na companhia de maus profissionais aqui no Br, e foi gerado este momentâneo pânico generalizado que tem data para acabar, pq mulher não é burra, não vai ficar muito caindo neste engodo de cesariana e incompetência em parir.

    Tem pouco tempo, menos de 50 anos que a cesariana se generalizou, mas não passará de um século para ficar restrita apenas aos raros casos necessários, que podem chegar a menos de 20% se o pré-natal for assistido por profissionais competentes – e com certeza os teremos, pois a Medicina não vai continuar por muito tempo tão obsoleta no Brasil – o mercado (NÓS – número específico e bem informado de mulheres com 01 ou mais partos domiciliares muito bem sucedido e assistido) já está impondo esta atualização na formação médica e de paradigmas em relação à posição pró-ativa da mulher em seu próprio parto.

  • Alexandra

    Abstração poética? este Mariachi é homem ou mulher? Hahahah é parto mesmo, estamos falando de PARIR.
    De saber Parir e de não saber Parir, algumas pessoas NÃO sabem.
    Mas a Humanidade tem sorte, obviamente, as mulheres em sua maioria sabem parir, em qualquer lugar do Planeta, sob as mais diversas formas, e com as mais diferentes companhias.

    Pena que algumas mulheres estiveram na companhia de maus profissionais aqui no Br, e foi gerado este momentâneo pânico generalizado que tem data para acabar, pq mulher não é burra, não vai ficar muito caindo neste engodo de cesariana e incompetência em parir.

    Tem pouco tempo, menos de 50 anos que a cesariana se generalizou, mas não passará de um século para ficar restrita apenas aos raros casos necessários, que podem chegar a menos de 20% se o pré-natal for assistido por profissionais competentes – e com certeza os teremos, pois a Medicina não vai continuar por muito tempo tão obsoleta no Brasil – o mercado (NÓS – número específico e bem informado de mulheres com 01 ou mais partos domiciliares muito bem sucedido e assistido) já está impondo esta atualização na formação médica e de paradigmas em relação à posição pró-ativa da mulher em seu próprio parto.

  • Alexandra

    Abstração poética? este Mariachi é homem ou mulher? Hahahah é parto mesmo, estamos falando de PARIR.
    De saber Parir e de não saber Parir, algumas pessoas NÃO sabem.
    Mas a Humanidade tem sorte, obviamente, as mulheres em sua maioria sabem parir, em qualquer lugar do Planeta, sob as mais diversas formas, e com as mais diferentes companhias.

    Pena que algumas mulheres estiveram na companhia de maus profissionais aqui no Br, e foi gerado este momentâneo pânico generalizado que tem data para acabar, pq mulher não é burra, não vai ficar muito caindo neste engodo de cesariana e incompetência em parir.

    Tem pouco tempo, menos de 50 anos que a cesariana se generalizou, mas não passará de um século para ficar restrita apenas aos raros casos necessários, que podem chegar a menos de 20% se o pré-natal for assistido por profissionais competentes – e com certeza os teremos, pois a Medicina não vai continuar por muito tempo tão obsoleta no Brasil – o mercado (NÓS – número específico e bem informado de mulheres com 01 ou mais partos domiciliares muito bem sucedido e assistido) já está impondo esta atualização na formação médica e de paradigmas em relação à posição pró-ativa da mulher em seu próprio parto.

  • Alexandra

    Abstração poética? este Mariachi é homem ou mulher? Hahahah é parto mesmo, estamos falando de PARIR.
    De saber Parir e de não saber Parir, algumas pessoas NÃO sabem.
    Mas a Humanidade tem sorte, obviamente, as mulheres em sua maioria sabem parir, em qualquer lugar do Planeta, sob as mais diversas formas, e com as mais diferentes companhias.

    Pena que algumas mulheres estiveram na companhia de maus profissionais aqui no Br, e foi gerado este momentâneo pânico generalizado que tem data para acabar, pq mulher não é burra, não vai ficar muito caindo neste engodo de cesariana e incompetência em parir.

    Tem pouco tempo, menos de 50 anos que a cesariana se generalizou, mas não passará de um século para ficar restrita apenas aos raros casos necessários, que podem chegar a menos de 20% se o pré-natal for assistido por profissionais competentes – e com certeza os teremos, pois a Medicina não vai continuar por muito tempo tão obsoleta no Brasil – o mercado (NÓS – número específico e bem informado de mulheres com 01 ou mais partos domiciliares muito bem sucedido e assistido) já está impondo esta atualização na formação médica e de paradigmas em relação à posição pró-ativa da mulher em seu próprio parto.

  • aquarius(mariachi)

    Alexandra, primo essencialmente pela prudência em todos os aspectos da vida. Se você não é uma pessoa prudente, ou julga que é igualmente seguro ter um filho em casa como em um hospital, é realmente uma responsabilidade(ou seria risco) não-necessária que você assumiu. Qualquer pessoa racional sem qualquer preceito internalizado como os quais você tem vai concordar comigo.
    Mas se você assume o risco e apoia pessoas que fazem parto em casa, meus parabens, o risco nesse caso é justo já que não é por falta de informação, e sim por decisão própria.
    Boa sorte.

  • aquarius(mariachi)

    Alexandra, primo essencialmente pela prudência em todos os aspectos da vida. Se você não é uma pessoa prudente, ou julga que é igualmente seguro ter um filho em casa como em um hospital, é realmente uma responsabilidade(ou seria risco) não-necessária que você assumiu. Qualquer pessoa racional sem qualquer preceito internalizado como os quais você tem vai concordar comigo.
    Mas se você assume o risco e apoia pessoas que fazem parto em casa, meus parabens, o risco nesse caso é justo já que não é por falta de informação, e sim por decisão própria.
    Boa sorte.

  • aquarius(mariachi)

    Alexandra, primo essencialmente pela prudência em todos os aspectos da vida. Se você não é uma pessoa prudente, ou julga que é igualmente seguro ter um filho em casa como em um hospital, é realmente uma responsabilidade(ou seria risco) não-necessária que você assumiu. Qualquer pessoa racional sem qualquer preceito internalizado como os quais você tem vai concordar comigo.
    Mas se você assume o risco e apoia pessoas que fazem parto em casa, meus parabens, o risco nesse caso é justo já que não é por falta de informação, e sim por decisão própria.
    Boa sorte.

  • aquarius(mariachi)

    Alexandra, primo essencialmente pela prudência em todos os aspectos da vida. Se você não é uma pessoa prudente, ou julga que é igualmente seguro ter um filho em casa como em um hospital, é realmente uma responsabilidade(ou seria risco) não-necessária que você assumiu. Qualquer pessoa racional sem qualquer preceito internalizado como os quais você tem vai concordar comigo.
    Mas se você assume o risco e apoia pessoas que fazem parto em casa, meus parabens, o risco nesse caso é justo já que não é por falta de informação, e sim por decisão própria.
    Boa sorte.

  • aquarius(mariachi)

    Alexandra, primo essencialmente pela prudência em todos os aspectos da vida. Se você não é uma pessoa prudente, ou julga que é igualmente seguro ter um filho em casa como em um hospital, é realmente uma responsabilidade(ou seria risco) não-necessária que você assumiu. Qualquer pessoa racional sem qualquer preceito internalizado como os quais você tem vai concordar comigo.
    Mas se você assume o risco e apoia pessoas que fazem parto em casa, meus parabens, o risco nesse caso é justo já que não é por falta de informação, e sim por decisão própria.
    Boa sorte.

  • http://ellyguevara.wordpress.com/ elly

    Casas de parto ou, como são chamadas pelo ministério da saúde brasileiro, Centros de parto Normal foram criadas em 1999.

    Hoje há 14 estabelecimentos desse tipo no Brasil, todas fazendo parte do sistema público de saúde. O parto humanizado já é muito valorizado em países como França, Países Baixos e Japão. Já no Brasil, ele vem tentando se fortalecer em meio a muitas críticas e discussões.

    Tais casas surgem com a proposta de humanização da assistência ao nascimento e parto. Isso significa diminuir as taxas de cesáreas, as medicalizações, as intervenções desnecessárias, assim como permitir que as parturientes tomem decisões em relação ao seu próprio corpo.

    Suas criações implicaram acirradas discussões entre médicos e enfermeiros(as) porque, de acordo com o que foi oficializado, tais casas podem funcionar sem a presença obrigatória dos médicos, ou seja, somente com a supervisão das enfermeiras obstétricas. De acordo com a mentalidade de alguns médicos, principalmente pelo medo de perder sua autonomia profissional, as casas de parto seriam lugares que não oferecem nenhum tipo de segurança para a mãe e o bebê, tratam-nas como sendo um retrocesso, como sendo instituições medievais e ilegais. Argumentam ainda que são os únicos capacitados para resolverem complicações inesperadas. Porém, isso é totalmente o contrário do que diz os estudos e pesquisas já realizados nesta área. Segundo estes, um parto seguro independe que seja numa casa ou num hospital e, além disso, já existem taxas animadoras decorrentes desse método de humanização.

    Ainda existem diversos tabús em relação a esse tema na sociedade. Visando mudar tal situação devemos, em primeiro lugar, passar a enxergar o nascimento como um ato fisiológico, próprio do corpo feminino, e não patológico.

  • http://ellyguevara.wordpress.com/ elly

    Casas de parto ou, como são chamadas pelo ministério da saúde brasileiro, Centros de parto Normal foram criadas em 1999.

    Hoje há 14 estabelecimentos desse tipo no Brasil, todas fazendo parte do sistema público de saúde. O parto humanizado já é muito valorizado em países como França, Países Baixos e Japão. Já no Brasil, ele vem tentando se fortalecer em meio a muitas críticas e discussões.

    Tais casas surgem com a proposta de humanização da assistência ao nascimento e parto. Isso significa diminuir as taxas de cesáreas, as medicalizações, as intervenções desnecessárias, assim como permitir que as parturientes tomem decisões em relação ao seu próprio corpo.

    Suas criações implicaram acirradas discussões entre médicos e enfermeiros(as) porque, de acordo com o que foi oficializado, tais casas podem funcionar sem a presença obrigatória dos médicos, ou seja, somente com a supervisão das enfermeiras obstétricas. De acordo com a mentalidade de alguns médicos, principalmente pelo medo de perder sua autonomia profissional, as casas de parto seriam lugares que não oferecem nenhum tipo de segurança para a mãe e o bebê, tratam-nas como sendo um retrocesso, como sendo instituições medievais e ilegais. Argumentam ainda que são os únicos capacitados para resolverem complicações inesperadas. Porém, isso é totalmente o contrário do que diz os estudos e pesquisas já realizados nesta área. Segundo estes, um parto seguro independe que seja numa casa ou num hospital e, além disso, já existem taxas animadoras decorrentes desse método de humanização.

    Ainda existem diversos tabús em relação a esse tema na sociedade. Visando mudar tal situação devemos, em primeiro lugar, passar a enxergar o nascimento como um ato fisiológico, próprio do corpo feminino, e não patológico.

  • http://ellyguevara.wordpress.com/ elly

    Casas de parto ou, como são chamadas pelo ministério da saúde brasileiro, Centros de parto Normal foram criadas em 1999.

    Hoje há 14 estabelecimentos desse tipo no Brasil, todas fazendo parte do sistema público de saúde. O parto humanizado já é muito valorizado em países como França, Países Baixos e Japão. Já no Brasil, ele vem tentando se fortalecer em meio a muitas críticas e discussões.

    Tais casas surgem com a proposta de humanização da assistência ao nascimento e parto. Isso significa diminuir as taxas de cesáreas, as medicalizações, as intervenções desnecessárias, assim como permitir que as parturientes tomem decisões em relação ao seu próprio corpo.

    Suas criações implicaram acirradas discussões entre médicos e enfermeiros(as) porque, de acordo com o que foi oficializado, tais casas podem funcionar sem a presença obrigatória dos médicos, ou seja, somente com a supervisão das enfermeiras obstétricas. De acordo com a mentalidade de alguns médicos, principalmente pelo medo de perder sua autonomia profissional, as casas de parto seriam lugares que não oferecem nenhum tipo de segurança para a mãe e o bebê, tratam-nas como sendo um retrocesso, como sendo instituições medievais e ilegais. Argumentam ainda que são os únicos capacitados para resolverem complicações inesperadas. Porém, isso é totalmente o contrário do que diz os estudos e pesquisas já realizados nesta área. Segundo estes, um parto seguro independe que seja numa casa ou num hospital e, além disso, já existem taxas animadoras decorrentes desse método de humanização.

    Ainda existem diversos tabús em relação a esse tema na sociedade. Visando mudar tal situação devemos, em primeiro lugar, passar a enxergar o nascimento como um ato fisiológico, próprio do corpo feminino, e não patológico.

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    Casas de parto ou, como são chamadas pelo ministério da saúde brasileiro, Centros de parto Normal foram criadas em 1999.

    Hoje há 14 estabelecimentos desse tipo no Brasil, todas fazendo parte do sistema público de saúde. O parto humanizado já é muito valorizado em países como França, Países Baixos e Japão. Já no Brasil, ele vem tentando se fortalecer em meio a muitas críticas e discussões.

    Tais casas surgem com a proposta de humanização da assistência ao nascimento e parto. Isso significa diminuir as taxas de cesáreas, as medicalizações, as intervenções desnecessárias, assim como permitir que as parturientes tomem decisões em relação ao seu próprio corpo.

    Suas criações implicaram acirradas discussões entre médicos e enfermeiros(as) porque, de acordo com o que foi oficializado, tais casas podem funcionar sem a presença obrigatória dos médicos, ou seja, somente com a supervisão das enfermeiras obstétricas. De acordo com a mentalidade de alguns médicos, principalmente pelo medo de perder sua autonomia profissional, as casas de parto seriam lugares que não oferecem nenhum tipo de segurança para a mãe e o bebê, tratam-nas como sendo um retrocesso, como sendo instituições medievais e ilegais. Argumentam ainda que são os únicos capacitados para resolverem complicações inesperadas. Porém, isso é totalmente o contrário do que diz os estudos e pesquisas já realizados nesta área. Segundo estes, um parto seguro independe que seja numa casa ou num hospital e, além disso, já existem taxas animadoras decorrentes desse método de humanização.

    Ainda existem diversos tabús em relação a esse tema na sociedade. Visando mudar tal situação devemos, em primeiro lugar, passar a enxergar o nascimento como um ato fisiológico, próprio do corpo feminino, e não patológico.

  • http://ellyguevara.wordpress.com/ elly

    Casas de parto ou, como são chamadas pelo ministério da saúde brasileiro, Centros de parto Normal foram criadas em 1999.

    Hoje há 14 estabelecimentos desse tipo no Brasil, todas fazendo parte do sistema público de saúde. O parto humanizado já é muito valorizado em países como França, Países Baixos e Japão. Já no Brasil, ele vem tentando se fortalecer em meio a muitas críticas e discussões.

    Tais casas surgem com a proposta de humanização da assistência ao nascimento e parto. Isso significa diminuir as taxas de cesáreas, as medicalizações, as intervenções desnecessárias, assim como permitir que as parturientes tomem decisões em relação ao seu próprio corpo.

    Suas criações implicaram acirradas discussões entre médicos e enfermeiros(as) porque, de acordo com o que foi oficializado, tais casas podem funcionar sem a presença obrigatória dos médicos, ou seja, somente com a supervisão das enfermeiras obstétricas. De acordo com a mentalidade de alguns médicos, principalmente pelo medo de perder sua autonomia profissional, as casas de parto seriam lugares que não oferecem nenhum tipo de segurança para a mãe e o bebê, tratam-nas como sendo um retrocesso, como sendo instituições medievais e ilegais. Argumentam ainda que são os únicos capacitados para resolverem complicações inesperadas. Porém, isso é totalmente o contrário do que diz os estudos e pesquisas já realizados nesta área. Segundo estes, um parto seguro independe que seja numa casa ou num hospital e, além disso, já existem taxas animadoras decorrentes desse método de humanização.

    Ainda existem diversos tabús em relação a esse tema na sociedade. Visando mudar tal situação devemos, em primeiro lugar, passar a enxergar o nascimento como um ato fisiológico, próprio do corpo feminino, e não patológico.

  • http://ellyguevara.wordpress.com elly

    Casas de parto ou, como são chamadas pelo ministério da saúde brasileiro, Centros de parto Normal foram criadas em 1999.

    Hoje há 14 estabelecimentos desse tipo no Brasil, todas fazendo parte do sistema público de saúde. O parto humanizado já é muito valorizado em países como França, Países Baixos e Japão. Já no Brasil, ele vem tentando se fortalecer em meio a muitas críticas e discussões.

    Tais casas surgem com a proposta de humanização da assistência ao nascimento e parto. Isso significa diminuir as taxas de cesáreas, as medicalizações, as intervenções desnecessárias, assim como permitir que as parturientes tomem decisões em relação ao seu próprio corpo.

    Suas criações implicaram acirradas discussões entre médicos e enfermeiros(as) porque, de acordo com o que foi oficializado, tais casas podem funcionar sem a presença obrigatória dos médicos, ou seja, somente com a supervisão das enfermeiras obstétricas. De acordo com a mentalidade de alguns médicos, principalmente pelo medo de perder sua autonomia profissional, as casas de parto seriam lugares que não oferecem nenhum tipo de segurança para a mãe e o bebê, tratam-nas como sendo um retrocesso, como sendo instituições medievais e ilegais. Argumentam ainda que são os únicos capacitados para resolverem complicações inesperadas. Porém, isso é totalmente o contrário do que diz os estudos e pesquisas já realizados nesta área. Segundo estes, um parto seguro independe que seja numa casa ou num hospital e, além disso, já existem taxas animadoras decorrentes desse método de humanização.

    Ainda existem diversos tabús em relação a esse tema na sociedade. Visando mudar tal situação devemos, em primeiro lugar, passar a enxergar o nascimento como um ato fisiológico, próprio do corpo feminino, e não patológico.

  • Nanci Diniz

    Triste ler o que pensa o Dr. Health e alguns de seus leitores… tenho 2 filhos e ambos nasceram por opção minha e do pai em casa. Fomos extremamente bem assistidos – e tenho absoluta certeza de que num hospital não teríamos um milésimo da atenção que recebemos em casa.
    Fiquei inclusive intrigada, porque meu primeiro filho nasceu exatamete como o filho do Ewaldy, de braço prá cima e foi parto naturalíssimo!!!! As desculpas pra cesáreas existem pra se justificar a carnificina da obstetrícia brasileira. Mas finalmente as pessoas estão começando a ver que há algo de errado e muito errado, e por isso o parto domiciliar vem aumentando.
    Acho que o Dr. Health poderia rever o seu ponto de vista se participasse de alguns partos domiciliares ou mesmo de uma casa de parto, aí sim ele poderia ver como mães e bebês felizes parem/nascem melhor!

  • Nanci Diniz

    Triste ler o que pensa o Dr. Health e alguns de seus leitores… tenho 2 filhos e ambos nasceram por opção minha e do pai em casa. Fomos extremamente bem assistidos – e tenho absoluta certeza de que num hospital não teríamos um milésimo da atenção que recebemos em casa.
    Fiquei inclusive intrigada, porque meu primeiro filho nasceu exatamete como o filho do Ewaldy, de braço prá cima e foi parto naturalíssimo!!!! As desculpas pra cesáreas existem pra se justificar a carnificina da obstetrícia brasileira. Mas finalmente as pessoas estão começando a ver que há algo de errado e muito errado, e por isso o parto domiciliar vem aumentando.
    Acho que o Dr. Health poderia rever o seu ponto de vista se participasse de alguns partos domiciliares ou mesmo de uma casa de parto, aí sim ele poderia ver como mães e bebês felizes parem/nascem melhor!

  • Nanci Diniz

    Triste ler o que pensa o Dr. Health e alguns de seus leitores… tenho 2 filhos e ambos nasceram por opção minha e do pai em casa. Fomos extremamente bem assistidos – e tenho absoluta certeza de que num hospital não teríamos um milésimo da atenção que recebemos em casa.
    Fiquei inclusive intrigada, porque meu primeiro filho nasceu exatamete como o filho do Ewaldy, de braço prá cima e foi parto naturalíssimo!!!! As desculpas pra cesáreas existem pra se justificar a carnificina da obstetrícia brasileira. Mas finalmente as pessoas estão começando a ver que há algo de errado e muito errado, e por isso o parto domiciliar vem aumentando.
    Acho que o Dr. Health poderia rever o seu ponto de vista se participasse de alguns partos domiciliares ou mesmo de uma casa de parto, aí sim ele poderia ver como mães e bebês felizes parem/nascem melhor!

  • Nanci Diniz

    Triste ler o que pensa o Dr. Health e alguns de seus leitores… tenho 2 filhos e ambos nasceram por opção minha e do pai em casa. Fomos extremamente bem assistidos – e tenho absoluta certeza de que num hospital não teríamos um milésimo da atenção que recebemos em casa.
    Fiquei inclusive intrigada, porque meu primeiro filho nasceu exatamete como o filho do Ewaldy, de braço prá cima e foi parto naturalíssimo!!!! As desculpas pra cesáreas existem pra se justificar a carnificina da obstetrícia brasileira. Mas finalmente as pessoas estão começando a ver que há algo de errado e muito errado, e por isso o parto domiciliar vem aumentando.
    Acho que o Dr. Health poderia rever o seu ponto de vista se participasse de alguns partos domiciliares ou mesmo de uma casa de parto, aí sim ele poderia ver como mães e bebês felizes parem/nascem melhor!

  • Nanci Diniz

    Triste ler o que pensa o Dr. Health e alguns de seus leitores… tenho 2 filhos e ambos nasceram por opção minha e do pai em casa. Fomos extremamente bem assistidos – e tenho absoluta certeza de que num hospital não teríamos um milésimo da atenção que recebemos em casa.
    Fiquei inclusive intrigada, porque meu primeiro filho nasceu exatamete como o filho do Ewaldy, de braço prá cima e foi parto naturalíssimo!!!! As desculpas pra cesáreas existem pra se justificar a carnificina da obstetrícia brasileira. Mas finalmente as pessoas estão começando a ver que há algo de errado e muito errado, e por isso o parto domiciliar vem aumentando.
    Acho que o Dr. Health poderia rever o seu ponto de vista se participasse de alguns partos domiciliares ou mesmo de uma casa de parto, aí sim ele poderia ver como mães e bebês felizes parem/nascem melhor!

  • Nanci Diniz

    Triste ler o que pensa o Dr. Health e alguns de seus leitores… tenho 2 filhos e ambos nasceram por opção minha e do pai em casa. Fomos extremamente bem assistidos – e tenho absoluta certeza de que num hospital não teríamos um milésimo da atenção que recebemos em casa.
    Fiquei inclusive intrigada, porque meu primeiro filho nasceu exatamete como o filho do Ewaldy, de braço prá cima e foi parto naturalíssimo!!!! As desculpas pra cesáreas existem pra se justificar a carnificina da obstetrícia brasileira. Mas finalmente as pessoas estão começando a ver que há algo de errado e muito errado, e por isso o parto domiciliar vem aumentando.
    Acho que o Dr. Health poderia rever o seu ponto de vista se participasse de alguns partos domiciliares ou mesmo de uma casa de parto, aí sim ele poderia ver como mães e bebês felizes parem/nascem melhor!

  • http://thycurse.spaces.live.com/blog Maldito

    Assim… eu acho que tem muita gente aqui criticando o Dr por motivos errados.

    Como ele disse, fala uma caralhada de línguas e deu o recado.
    (eu to precisando treinar meu espanhol, mas ainda queria aprender a falar alemão e italiano… esperanto não.)

    Como foi dito aqui, a fonte para o texto foi retirada de um ARTIGO publicado por um órgão de renome. Que outras fontes vocês precisam? Porra. Quando vocês lêem bula de remédio, vocês ficam procurando bibliografia? Não. Por que? Porque vocês acreditam cegamente que tudo que está escrito ali é verdade, porque tomam o laboratório como um órgão de renome.

    Sendo assim, o CREMERJ (É esse o nome? rs) é de menos renome do que a vossa opinião?

    Eu cheguei a ler coisas do tipo: “você é só mais um médico que vai na onda…” Cara, até parece que nunca leram que o Dr é ORTOPEDISTA. Então ele não precisa ir na onda de porra nenhuma, porque não vai fazer parto.

    “Ah, então porque ele escreve de partos se ele é ortopedista?” Resposta: para informar vocês, pobres ignorantes que não entendem nada de nada.

    Eu não sou o senhor da verdade, mas acho que ataques feitos assim não são válidos. Opiniões diferentes e dúvidas são diferentes disso tudo que está escrito aqui.

    Por isso que eu acho que depois que mulher passou a votar e dirigir, o Brasil começou a andar pra trás.

    Brincadeira, gente! (mas que foi engraçado, isso foi)

    Mas eu começo a achar que certas áreas do conhecimento humano só deveriam ser liberadas para quem tem, no mínimo, ensino superior completo, ou está quase chegando a ter um.

  • http://thycurse.spaces.live.com/blog Maldito

    Assim… eu acho que tem muita gente aqui criticando o Dr por motivos errados.

    Como ele disse, fala uma caralhada de línguas e deu o recado.
    (eu to precisando treinar meu espanhol, mas ainda queria aprender a falar alemão e italiano… esperanto não.)

    Como foi dito aqui, a fonte para o texto foi retirada de um ARTIGO publicado por um órgão de renome. Que outras fontes vocês precisam? Porra. Quando vocês lêem bula de remédio, vocês ficam procurando bibliografia? Não. Por que? Porque vocês acreditam cegamente que tudo que está escrito ali é verdade, porque tomam o laboratório como um órgão de renome.

    Sendo assim, o CREMERJ (É esse o nome? rs) é de menos renome do que a vossa opinião?

    Eu cheguei a ler coisas do tipo: “você é só mais um médico que vai na onda…” Cara, até parece que nunca leram que o Dr é ORTOPEDISTA. Então ele não precisa ir na onda de porra nenhuma, porque não vai fazer parto.

    “Ah, então porque ele escreve de partos se ele é ortopedista?” Resposta: para informar vocês, pobres ignorantes que não entendem nada de nada.

    Eu não sou o senhor da verdade, mas acho que ataques feitos assim não são válidos. Opiniões diferentes e dúvidas são diferentes disso tudo que está escrito aqui.

    Por isso que eu acho que depois que mulher passou a votar e dirigir, o Brasil começou a andar pra trás.

    Brincadeira, gente! (mas que foi engraçado, isso foi)

    Mas eu começo a achar que certas áreas do conhecimento humano só deveriam ser liberadas para quem tem, no mínimo, ensino superior completo, ou está quase chegando a ter um.

  • http://thycurse.spaces.live.com/blog Maldito

    Assim… eu acho que tem muita gente aqui criticando o Dr por motivos errados.

    Como ele disse, fala uma caralhada de línguas e deu o recado.
    (eu to precisando treinar meu espanhol, mas ainda queria aprender a falar alemão e italiano… esperanto não.)

    Como foi dito aqui, a fonte para o texto foi retirada de um ARTIGO publicado por um órgão de renome. Que outras fontes vocês precisam? Porra. Quando vocês lêem bula de remédio, vocês ficam procurando bibliografia? Não. Por que? Porque vocês acreditam cegamente que tudo que está escrito ali é verdade, porque tomam o laboratório como um órgão de renome.

    Sendo assim, o CREMERJ (É esse o nome? rs) é de menos renome do que a vossa opinião?

    Eu cheguei a ler coisas do tipo: “você é só mais um médico que vai na onda…” Cara, até parece que nunca leram que o Dr é ORTOPEDISTA. Então ele não precisa ir na onda de porra nenhuma, porque não vai fazer parto.

    “Ah, então porque ele escreve de partos se ele é ortopedista?” Resposta: para informar vocês, pobres ignorantes que não entendem nada de nada.

    Eu não sou o senhor da verdade, mas acho que ataques feitos assim não são válidos. Opiniões diferentes e dúvidas são diferentes disso tudo que está escrito aqui.

    Por isso que eu acho que depois que mulher passou a votar e dirigir, o Brasil começou a andar pra trás.

    Brincadeira, gente! (mas que foi engraçado, isso foi)

    Mas eu começo a achar que certas áreas do conhecimento humano só deveriam ser liberadas para quem tem, no mínimo, ensino superior completo, ou está quase chegando a ter um.

  • http://thycurse.spaces.live.com/blog Maldito

    Assim… eu acho que tem muita gente aqui criticando o Dr por motivos errados.

    Como ele disse, fala uma caralhada de línguas e deu o recado.
    (eu to precisando treinar meu espanhol, mas ainda queria aprender a falar alemão e italiano… esperanto não.)

    Como foi dito aqui, a fonte para o texto foi retirada de um ARTIGO publicado por um órgão de renome. Que outras fontes vocês precisam? Porra. Quando vocês lêem bula de remédio, vocês ficam procurando bibliografia? Não. Por que? Porque vocês acreditam cegamente que tudo que está escrito ali é verdade, porque tomam o laboratório como um órgão de renome.

    Sendo assim, o CREMERJ (É esse o nome? rs) é de menos renome do que a vossa opinião?

    Eu cheguei a ler coisas do tipo: “você é só mais um médico que vai na onda…” Cara, até parece que nunca leram que o Dr é ORTOPEDISTA. Então ele não precisa ir na onda de porra nenhuma, porque não vai fazer parto.

    “Ah, então porque ele escreve de partos se ele é ortopedista?” Resposta: para informar vocês, pobres ignorantes que não entendem nada de nada.

    Eu não sou o senhor da verdade, mas acho que ataques feitos assim não são válidos. Opiniões diferentes e dúvidas são diferentes disso tudo que está escrito aqui.

    Por isso que eu acho que depois que mulher passou a votar e dirigir, o Brasil começou a andar pra trás.

    Brincadeira, gente! (mas que foi engraçado, isso foi)

    Mas eu começo a achar que certas áreas do conhecimento humano só deveriam ser liberadas para quem tem, no mínimo, ensino superior completo, ou está quase chegando a ter um.

  • http://thycurse.spaces.live.com/blog Maldito

    Assim… eu acho que tem muita gente aqui criticando o Dr por motivos errados.

    Como ele disse, fala uma caralhada de línguas e deu o recado.
    (eu to precisando treinar meu espanhol, mas ainda queria aprender a falar alemão e italiano… esperanto não.)

    Como foi dito aqui, a fonte para o texto foi retirada de um ARTIGO publicado por um órgão de renome. Que outras fontes vocês precisam? Porra. Quando vocês lêem bula de remédio, vocês ficam procurando bibliografia? Não. Por que? Porque vocês acreditam cegamente que tudo que está escrito ali é verdade, porque tomam o laboratório como um órgão de renome.

    Sendo assim, o CREMERJ (É esse o nome? rs) é de menos renome do que a vossa opinião?

    Eu cheguei a ler coisas do tipo: “você é só mais um médico que vai na onda…” Cara, até parece que nunca leram que o Dr é ORTOPEDISTA. Então ele não precisa ir na onda de porra nenhuma, porque não vai fazer parto.

    “Ah, então porque ele escreve de partos se ele é ortopedista?” Resposta: para informar vocês, pobres ignorantes que não entendem nada de nada.

    Eu não sou o senhor da verdade, mas acho que ataques feitos assim não são válidos. Opiniões diferentes e dúvidas são diferentes disso tudo que está escrito aqui.

    Por isso que eu acho que depois que mulher passou a votar e dirigir, o Brasil começou a andar pra trás.

    Brincadeira, gente! (mas que foi engraçado, isso foi)

    Mas eu começo a achar que certas áreas do conhecimento humano só deveriam ser liberadas para quem tem, no mínimo, ensino superior completo, ou está quase chegando a ter um.

  • http://thycurse.spaces.live.com/blog Maldito

    Assim… eu acho que tem muita gente aqui criticando o Dr por motivos errados.

    Como ele disse, fala uma caralhada de línguas e deu o recado.
    (eu to precisando treinar meu espanhol, mas ainda queria aprender a falar alemão e italiano… esperanto não.)

    Como foi dito aqui, a fonte para o texto foi retirada de um ARTIGO publicado por um órgão de renome. Que outras fontes vocês precisam? Porra. Quando vocês lêem bula de remédio, vocês ficam procurando bibliografia? Não. Por que? Porque vocês acreditam cegamente que tudo que está escrito ali é verdade, porque tomam o laboratório como um órgão de renome.

    Sendo assim, o CREMERJ (É esse o nome? rs) é de menos renome do que a vossa opinião?

    Eu cheguei a ler coisas do tipo: “você é só mais um médico que vai na onda…” Cara, até parece que nunca leram que o Dr é ORTOPEDISTA. Então ele não precisa ir na onda de porra nenhuma, porque não vai fazer parto.

    “Ah, então porque ele escreve de partos se ele é ortopedista?” Resposta: para informar vocês, pobres ignorantes que não entendem nada de nada.

    Eu não sou o senhor da verdade, mas acho que ataques feitos assim não são válidos. Opiniões diferentes e dúvidas são diferentes disso tudo que está escrito aqui.

    Por isso que eu acho que depois que mulher passou a votar e dirigir, o Brasil começou a andar pra trás.

    Brincadeira, gente! (mas que foi engraçado, isso foi)

    Mas eu começo a achar que certas áreas do conhecimento humano só deveriam ser liberadas para quem tem, no mínimo, ensino superior completo, ou está quase chegando a ter um.

  • Daniela

    Vou discordar ‘um pouco’ do que foi dito.
    Posso ser utilizada como exemplo, pois minha primeira filha nasceu em uma casa de parto e o meu segundo nasceu em um parto domiciliar.
    Ora, ninguém é louco de ter/fazer um parto domiciliar sem atender a uma série de requisitos.
    Da mesma forma, a admissão nas Casas de Parto somente ocorrer se preenchidos vários itens.
    E mais, a episiotomia deveria ser exceção e não procedimento de rotina. Não passei por esse procedimento e não tive nenhum tipo de laceração.
    Nos meus dois partos não tive nenhum tipo de intervenção e se você se propõe a aceitar a dor como um caminho que lhe levará ao encontro do seu filho e não como uma dor de doença, ela se torna perfeitamente suportável e vale muito a pena, levando-se em conta todos os contras que a anestesia e procedimentos de rotina dos hospitais com a mãe e com os bebês podem ocasionar.

  • Daniela

    Vou discordar ‘um pouco’ do que foi dito.
    Posso ser utilizada como exemplo, pois minha primeira filha nasceu em uma casa de parto e o meu segundo nasceu em um parto domiciliar.
    Ora, ninguém é louco de ter/fazer um parto domiciliar sem atender a uma série de requisitos.
    Da mesma forma, a admissão nas Casas de Parto somente ocorrer se preenchidos vários itens.
    E mais, a episiotomia deveria ser exceção e não procedimento de rotina. Não passei por esse procedimento e não tive nenhum tipo de laceração.
    Nos meus dois partos não tive nenhum tipo de intervenção e se você se propõe a aceitar a dor como um caminho que lhe levará ao encontro do seu filho e não como uma dor de doença, ela se torna perfeitamente suportável e vale muito a pena, levando-se em conta todos os contras que a anestesia e procedimentos de rotina dos hospitais com a mãe e com os bebês podem ocasionar.

  • Daniela

    Vou discordar ‘um pouco’ do que foi dito.
    Posso ser utilizada como exemplo, pois minha primeira filha nasceu em uma casa de parto e o meu segundo nasceu em um parto domiciliar.
    Ora, ninguém é louco de ter/fazer um parto domiciliar sem atender a uma série de requisitos.
    Da mesma forma, a admissão nas Casas de Parto somente ocorrer se preenchidos vários itens.
    E mais, a episiotomia deveria ser exceção e não procedimento de rotina. Não passei por esse procedimento e não tive nenhum tipo de laceração.
    Nos meus dois partos não tive nenhum tipo de intervenção e se você se propõe a aceitar a dor como um caminho que lhe levará ao encontro do seu filho e não como uma dor de doença, ela se torna perfeitamente suportável e vale muito a pena, levando-se em conta todos os contras que a anestesia e procedimentos de rotina dos hospitais com a mãe e com os bebês podem ocasionar.

  • Daniela

    Vou discordar ‘um pouco’ do que foi dito.
    Posso ser utilizada como exemplo, pois minha primeira filha nasceu em uma casa de parto e o meu segundo nasceu em um parto domiciliar.
    Ora, ninguém é louco de ter/fazer um parto domiciliar sem atender a uma série de requisitos.
    Da mesma forma, a admissão nas Casas de Parto somente ocorrer se preenchidos vários itens.
    E mais, a episiotomia deveria ser exceção e não procedimento de rotina. Não passei por esse procedimento e não tive nenhum tipo de laceração.
    Nos meus dois partos não tive nenhum tipo de intervenção e se você se propõe a aceitar a dor como um caminho que lhe levará ao encontro do seu filho e não como uma dor de doença, ela se torna perfeitamente suportável e vale muito a pena, levando-se em conta todos os contras que a anestesia e procedimentos de rotina dos hospitais com a mãe e com os bebês podem ocasionar.

  • Daniela

    Vou discordar ‘um pouco’ do que foi dito.
    Posso ser utilizada como exemplo, pois minha primeira filha nasceu em uma casa de parto e o meu segundo nasceu em um parto domiciliar.
    Ora, ninguém é louco de ter/fazer um parto domiciliar sem atender a uma série de requisitos.
    Da mesma forma, a admissão nas Casas de Parto somente ocorrer se preenchidos vários itens.
    E mais, a episiotomia deveria ser exceção e não procedimento de rotina. Não passei por esse procedimento e não tive nenhum tipo de laceração.
    Nos meus dois partos não tive nenhum tipo de intervenção e se você se propõe a aceitar a dor como um caminho que lhe levará ao encontro do seu filho e não como uma dor de doença, ela se torna perfeitamente suportável e vale muito a pena, levando-se em conta todos os contras que a anestesia e procedimentos de rotina dos hospitais com a mãe e com os bebês podem ocasionar.

  • Daniela

    Vou discordar ‘um pouco’ do que foi dito.
    Posso ser utilizada como exemplo, pois minha primeira filha nasceu em uma casa de parto e o meu segundo nasceu em um parto domiciliar.
    Ora, ninguém é louco de ter/fazer um parto domiciliar sem atender a uma série de requisitos.
    Da mesma forma, a admissão nas Casas de Parto somente ocorrer se preenchidos vários itens.
    E mais, a episiotomia deveria ser exceção e não procedimento de rotina. Não passei por esse procedimento e não tive nenhum tipo de laceração.
    Nos meus dois partos não tive nenhum tipo de intervenção e se você se propõe a aceitar a dor como um caminho que lhe levará ao encontro do seu filho e não como uma dor de doença, ela se torna perfeitamente suportável e vale muito a pena, levando-se em conta todos os contras que a anestesia e procedimentos de rotina dos hospitais com a mãe e com os bebês podem ocasionar.

  • Daniela

    Vou discordar ‘um pouco’ do que foi dito.
    Posso ser utilizada como exemplo, pois minha primeira filha nasceu em uma casa de parto e o meu segundo nasceu em um parto domiciliar.
    Ora, ninguém é louco de ter/fazer um parto domiciliar sem atender a uma série de requisitos.
    Da mesma forma, a admissão nas Casas de Parto somente ocorrer se preenchidos vários itens.
    E mais, a episiotomia deveria ser exceção e não procedimento de rotina. Não passei por esse procedimento e não tive nenhum tipo de laceração.
    Nos meus dois partos não tive nenhum tipo de intervenção e se você se propõe a aceitar a dor como um caminho que lhe levará ao encontro do seu filho e não como uma dor de doença, ela se torna perfeitamente suportável e vale muito a pena, levando-se em conta todos os contras que a anestesia e procedimentos de rotina dos hospitais com a mãe e com os bebês podem ocasionar.

  • Daniela

    Vou discordar ‘um pouco’ do que foi dito.
    Posso ser utilizada como exemplo, pois minha primeira filha nasceu em uma casa de parto e o meu segundo nasceu em um parto domiciliar.
    Ora, ninguém é louco de ter/fazer um parto domiciliar sem atender a uma série de requisitos.
    Da mesma forma, a admissão nas Casas de Parto somente ocorrer se preenchidos vários itens.
    E mais, a episiotomia deveria ser exceção e não procedimento de rotina. Não passei por esse procedimento e não tive nenhum tipo de laceração.
    Nos meus dois partos não tive nenhum tipo de intervenção e se você se propõe a aceitar a dor como um caminho que lhe levará ao encontro do seu filho e não como uma dor de doença, ela se torna perfeitamente suportável e vale muito a pena, levando-se em conta todos os contras que a anestesia e procedimentos de rotina dos hospitais com a mãe e com os bebês podem ocasionar.

  • Renata

    Meninos e meninas,
    Conheço essas mulheres e vou falar uma coisa: “elas são DA-NA-DAS.” Podem acreditar em tudo que falaram, é a mais pura verdade. Agora, Dr Health, o senhor ainda vai escrever mais algum artigo sobre partos?
    Parabéns pelo site.
    Renata.

  • Renata

    Meninos e meninas,
    Conheço essas mulheres e vou falar uma coisa: “elas são DA-NA-DAS.” Podem acreditar em tudo que falaram, é a mais pura verdade. Agora, Dr Health, o senhor ainda vai escrever mais algum artigo sobre partos?
    Parabéns pelo site.
    Renata.

  • Renata

    Meninos e meninas,
    Conheço essas mulheres e vou falar uma coisa: “elas são DA-NA-DAS.” Podem acreditar em tudo que falaram, é a mais pura verdade. Agora, Dr Health, o senhor ainda vai escrever mais algum artigo sobre partos?
    Parabéns pelo site.
    Renata.

  • Renata

    Meninos e meninas,
    Conheço essas mulheres e vou falar uma coisa: “elas são DA-NA-DAS.” Podem acreditar em tudo que falaram, é a mais pura verdade. Agora, Dr Health, o senhor ainda vai escrever mais algum artigo sobre partos?
    Parabéns pelo site.
    Renata.

  • Renata

    Meninos e meninas,
    Conheço essas mulheres e vou falar uma coisa: “elas são DA-NA-DAS.” Podem acreditar em tudo que falaram, é a mais pura verdade. Agora, Dr Health, o senhor ainda vai escrever mais algum artigo sobre partos?
    Parabéns pelo site.
    Renata.

  • Renata

    Meninos e meninas,
    Conheço essas mulheres e vou falar uma coisa: “elas são DA-NA-DAS.” Podem acreditar em tudo que falaram, é a mais pura verdade. Agora, Dr Health, o senhor ainda vai escrever mais algum artigo sobre partos?
    Parabéns pelo site.
    Renata.

  • Renata

    Meninos e meninas,
    Conheço essas mulheres e vou falar uma coisa: “elas são DA-NA-DAS.” Podem acreditar em tudo que falaram, é a mais pura verdade. Agora, Dr Health, o senhor ainda vai escrever mais algum artigo sobre partos?
    Parabéns pelo site.
    Renata.

  • Flavia

    Mulherada PODEROSA. Parabéns. Contra esses fatos relatados, não há argumentos.

    Pobres homens machistas! Pobres de vós! Por causa de cabecinhas como a de vocês, há pobres mulheres que não amamentam nem parem, com medo de destruírem seus corpos e assim perderem seus “machos” para a concorrência… *oh céus!*

  • Flavia

    Mulherada PODEROSA. Parabéns. Contra esses fatos relatados, não há argumentos.

    Pobres homens machistas! Pobres de vós! Por causa de cabecinhas como a de vocês, há pobres mulheres que não amamentam nem parem, com medo de destruírem seus corpos e assim perderem seus “machos” para a concorrência… *oh céus!*

  • Flavia

    Mulherada PODEROSA. Parabéns. Contra esses fatos relatados, não há argumentos.

    Pobres homens machistas! Pobres de vós! Por causa de cabecinhas como a de vocês, há pobres mulheres que não amamentam nem parem, com medo de destruírem seus corpos e assim perderem seus “machos” para a concorrência… *oh céus!*

  • Flavia

    Mulherada PODEROSA. Parabéns. Contra esses fatos relatados, não há argumentos.

    Pobres homens machistas! Pobres de vós! Por causa de cabecinhas como a de vocês, há pobres mulheres que não amamentam nem parem, com medo de destruírem seus corpos e assim perderem seus “machos” para a concorrência… *oh céus!*

  • Flavia

    Mulherada PODEROSA. Parabéns. Contra esses fatos relatados, não há argumentos.

    Pobres homens machistas! Pobres de vós! Por causa de cabecinhas como a de vocês, há pobres mulheres que não amamentam nem parem, com medo de destruírem seus corpos e assim perderem seus “machos” para a concorrência… *oh céus!*

  • Flavia

    Mulherada PODEROSA. Parabéns. Contra esses fatos relatados, não há argumentos.

    Pobres homens machistas! Pobres de vós! Por causa de cabecinhas como a de vocês, há pobres mulheres que não amamentam nem parem, com medo de destruírem seus corpos e assim perderem seus “machos” para a concorrência… *oh céus!*

  • Flavia

    Mulherada PODEROSA. Parabéns. Contra esses fatos relatados, não há argumentos.

    Pobres homens machistas! Pobres de vós! Por causa de cabecinhas como a de vocês, há pobres mulheres que não amamentam nem parem, com medo de destruírem seus corpos e assim perderem seus “machos” para a concorrência… *oh céus!*

  • Flavia

    Mulherada PODEROSA. Parabéns. Contra esses fatos relatados, não há argumentos.

    Pobres homens machistas! Pobres de vós! Por causa de cabecinhas como a de vocês, há pobres mulheres que não amamentam nem parem, com medo de destruírem seus corpos e assim perderem seus “machos” para a concorrência… *oh céus!*

  • Raquel

    E aí Dr. Health!

    De Health mesmo não entende naaadaa!!

    Já ouviu falar da alta taxa de mortalidade infantil na Holanda? Do péssimo sistema hospitalar daqui? Não? Porque não tem, porque não é assim!

    Aqui, mais da metade dos partos são feitos em casa! Por parteiras!! Nossa que gente atrasada, né? Um paisico de 16 milhões de habitantes, que está entre as dez maiores economias do planeta!

    Seu post é totalmente TENDENCIOSO, DESINFORMADOR E DOGMÁTICO !

    Parto em casa não é loucura aqui na Holanda, é realidade. Existe todo um sistema montado pra que isso aconteça naturalmente sem nenhuma surpresa!

    Meu parto foi normal, com assistência de parteira, sem anestesia, sem episiotomia, sem médico e dentro de um hospital. Depois de 2 horas tive alta, voltei pra casa e meu filho vende saúde! No próximo vou ter em casa, afinal não precisei de nada do hospital !

    Acho interessante como médicos como você, quando vêem opiniões contrárias e embasadas, simplesmente colocam a capa de Super Médico e saem dando “tiro” em todas as mulheres que se apresentaram aqui e deram sua opinião, afinal “tudo o que eu falo está CERTO. Querido, quando a gente fala o que quer, ouve o que não quer!!

    É por isso que a mulherada tá tomando conta do mercado de trabalho aí no Brasil (60%) e não é em posições de baixa escolaridade não, muito pelo contrário.( Eu leio ESTADÃO).

    Moro na Holanda e aqui, cesárea é vista com muito medo pelas mulheres. Todas preferem parto normal. E pode ter certeza que elas não moram em favela, ou na selva. Isso não existe por aqui. Falam no mínimo duas línguas ( holandês e inglês) se não for mais, e são muito conscientes de tudo o que acontece.

    Outra, você é Ortopedista que dá pitaco em Obstetrícia, puff! NOSSA! Parece piada!

    Olha, concordo muuuito com a Ana Cris, você tem que se informar melhor. Parar com esses conceitos errados. Sei que a sua intenção é boa, mas de boa intenção o inferno tá cheio!

    Acabou o tempo da ditadura, meninos. As pessoas podem pensar, as mulheres vão dar a sua opinião sim e vocês tem que ficar quietinhos, por que de gravidez vocês não entendem naadaa!!

    Quem sabe se os homens brasileiros começarem a ser PAIS presentes, que assumam os custos de ter um filho, as responsabilidades de ensinar, educar, criar, o Brasil vai começar a mudar!!! ( Afinal o que tem de mãe solteira no Brasil, é brincadeira!!) Quanto ao parto e a gravidez, o papel de vocês é de coadjuvante!! As decisões são da mulher!

    Desejo muita informação a todos, muita luz!

    Abraços!

  • Raquel

    E aí Dr. Health!

    De Health mesmo não entende naaadaa!!

    Já ouviu falar da alta taxa de mortalidade infantil na Holanda? Do péssimo sistema hospitalar daqui? Não? Porque não tem, porque não é assim!

    Aqui, mais da metade dos partos são feitos em casa! Por parteiras!! Nossa que gente atrasada, né? Um paisico de 16 milhões de habitantes, que está entre as dez maiores economias do planeta!

    Seu post é totalmente TENDENCIOSO, DESINFORMADOR E DOGMÁTICO !

    Parto em casa não é loucura aqui na Holanda, é realidade. Existe todo um sistema montado pra que isso aconteça naturalmente sem nenhuma surpresa!

    Meu parto foi normal, com assistência de parteira, sem anestesia, sem episiotomia, sem médico e dentro de um hospital. Depois de 2 horas tive alta, voltei pra casa e meu filho vende saúde! No próximo vou ter em casa, afinal não precisei de nada do hospital !

    Acho interessante como médicos como você, quando vêem opiniões contrárias e embasadas, simplesmente colocam a capa de Super Médico e saem dando “tiro” em todas as mulheres que se apresentaram aqui e deram sua opinião, afinal “tudo o que eu falo está CERTO. Querido, quando a gente fala o que quer, ouve o que não quer!!

    É por isso que a mulherada tá tomando conta do mercado de trabalho aí no Brasil (60%) e não é em posições de baixa escolaridade não, muito pelo contrário.( Eu leio ESTADÃO).

    Moro na Holanda e aqui, cesárea é vista com muito medo pelas mulheres. Todas preferem parto normal. E pode ter certeza que elas não moram em favela, ou na selva. Isso não existe por aqui. Falam no mínimo duas línguas ( holandês e inglês) se não for mais, e são muito conscientes de tudo o que acontece.

    Outra, você é Ortopedista que dá pitaco em Obstetrícia, puff! NOSSA! Parece piada!

    Olha, concordo muuuito com a Ana Cris, você tem que se informar melhor. Parar com esses conceitos errados. Sei que a sua intenção é boa, mas de boa intenção o inferno tá cheio!

    Acabou o tempo da ditadura, meninos. As pessoas podem pensar, as mulheres vão dar a sua opinião sim e vocês tem que ficar quietinhos, por que de gravidez vocês não entendem naadaa!!

    Quem sabe se os homens brasileiros começarem a ser PAIS presentes, que assumam os custos de ter um filho, as responsabilidades de ensinar, educar, criar, o Brasil vai começar a mudar!!! ( Afinal o que tem de mãe solteira no Brasil, é brincadeira!!) Quanto ao parto e a gravidez, o papel de vocês é de coadjuvante!! As decisões são da mulher!

    Desejo muita informação a todos, muita luz!

    Abraços!

  • Raquel

    E aí Dr. Health!

    De Health mesmo não entende naaadaa!!

    Já ouviu falar da alta taxa de mortalidade infantil na Holanda? Do péssimo sistema hospitalar daqui? Não? Porque não tem, porque não é assim!

    Aqui, mais da metade dos partos são feitos em casa! Por parteiras!! Nossa que gente atrasada, né? Um paisico de 16 milhões de habitantes, que está entre as dez maiores economias do planeta!

    Seu post é totalmente TENDENCIOSO, DESINFORMADOR E DOGMÁTICO !

    Parto em casa não é loucura aqui na Holanda, é realidade. Existe todo um sistema montado pra que isso aconteça naturalmente sem nenhuma surpresa!

    Meu parto foi normal, com assistência de parteira, sem anestesia, sem episiotomia, sem médico e dentro de um hospital. Depois de 2 horas tive alta, voltei pra casa e meu filho vende saúde! No próximo vou ter em casa, afinal não precisei de nada do hospital !

    Acho interessante como médicos como você, quando vêem opiniões contrárias e embasadas, simplesmente colocam a capa de Super Médico e saem dando “tiro” em todas as mulheres que se apresentaram aqui e deram sua opinião, afinal “tudo o que eu falo está CERTO. Querido, quando a gente fala o que quer, ouve o que não quer!!

    É por isso que a mulherada tá tomando conta do mercado de trabalho aí no Brasil (60%) e não é em posições de baixa escolaridade não, muito pelo contrário.( Eu leio ESTADÃO).

    Moro na Holanda e aqui, cesárea é vista com muito medo pelas mulheres. Todas preferem parto normal. E pode ter certeza que elas não moram em favela, ou na selva. Isso não existe por aqui. Falam no mínimo duas línguas ( holandês e inglês) se não for mais, e são muito conscientes de tudo o que acontece.

    Outra, você é Ortopedista que dá pitaco em Obstetrícia, puff! NOSSA! Parece piada!

    Olha, concordo muuuito com a Ana Cris, você tem que se informar melhor. Parar com esses conceitos errados. Sei que a sua intenção é boa, mas de boa intenção o inferno tá cheio!

    Acabou o tempo da ditadura, meninos. As pessoas podem pensar, as mulheres vão dar a sua opinião sim e vocês tem que ficar quietinhos, por que de gravidez vocês não entendem naadaa!!

    Quem sabe se os homens brasileiros começarem a ser PAIS presentes, que assumam os custos de ter um filho, as responsabilidades de ensinar, educar, criar, o Brasil vai começar a mudar!!! ( Afinal o que tem de mãe solteira no Brasil, é brincadeira!!) Quanto ao parto e a gravidez, o papel de vocês é de coadjuvante!! As decisões são da mulher!

    Desejo muita informação a todos, muita luz!

    Abraços!

  • Raquel

    E aí Dr. Health!

    De Health mesmo não entende naaadaa!!

    Já ouviu falar da alta taxa de mortalidade infantil na Holanda? Do péssimo sistema hospitalar daqui? Não? Porque não tem, porque não é assim!

    Aqui, mais da metade dos partos são feitos em casa! Por parteiras!! Nossa que gente atrasada, né? Um paisico de 16 milhões de habitantes, que está entre as dez maiores economias do planeta!

    Seu post é totalmente TENDENCIOSO, DESINFORMADOR E DOGMÁTICO !

    Parto em casa não é loucura aqui na Holanda, é realidade. Existe todo um sistema montado pra que isso aconteça naturalmente sem nenhuma surpresa!

    Meu parto foi normal, com assistência de parteira, sem anestesia, sem episiotomia, sem médico e dentro de um hospital. Depois de 2 horas tive alta, voltei pra casa e meu filho vende saúde! No próximo vou ter em casa, afinal não precisei de nada do hospital !

    Acho interessante como médicos como você, quando vêem opiniões contrárias e embasadas, simplesmente colocam a capa de Super Médico e saem dando “tiro” em todas as mulheres que se apresentaram aqui e deram sua opinião, afinal “tudo o que eu falo está CERTO. Querido, quando a gente fala o que quer, ouve o que não quer!!

    É por isso que a mulherada tá tomando conta do mercado de trabalho aí no Brasil (60%) e não é em posições de baixa escolaridade não, muito pelo contrário.( Eu leio ESTADÃO).

    Moro na Holanda e aqui, cesárea é vista com muito medo pelas mulheres. Todas preferem parto normal. E pode ter certeza que elas não moram em favela, ou na selva. Isso não existe por aqui. Falam no mínimo duas línguas ( holandês e inglês) se não for mais, e são muito conscientes de tudo o que acontece.

    Outra, você é Ortopedista que dá pitaco em Obstetrícia, puff! NOSSA! Parece piada!

    Olha, concordo muuuito com a Ana Cris, você tem que se informar melhor. Parar com esses conceitos errados. Sei que a sua intenção é boa, mas de boa intenção o inferno tá cheio!

    Acabou o tempo da ditadura, meninos. As pessoas podem pensar, as mulheres vão dar a sua opinião sim e vocês tem que ficar quietinhos, por que de gravidez vocês não entendem naadaa!!

    Quem sabe se os homens brasileiros começarem a ser PAIS presentes, que assumam os custos de ter um filho, as responsabilidades de ensinar, educar, criar, o Brasil vai começar a mudar!!! ( Afinal o que tem de mãe solteira no Brasil, é brincadeira!!) Quanto ao parto e a gravidez, o papel de vocês é de coadjuvante!! As decisões são da mulher!

    Desejo muita informação a todos, muita luz!

    Abraços!

  • Raquel

    E aí Dr. Health!

    De Health mesmo não entende naaadaa!!

    Já ouviu falar da alta taxa de mortalidade infantil na Holanda? Do péssimo sistema hospitalar daqui? Não? Porque não tem, porque não é assim!

    Aqui, mais da metade dos partos são feitos em casa! Por parteiras!! Nossa que gente atrasada, né? Um paisico de 16 milhões de habitantes, que está entre as dez maiores economias do planeta!

    Seu post é totalmente TENDENCIOSO, DESINFORMADOR E DOGMÁTICO !

    Parto em casa não é loucura aqui na Holanda, é realidade. Existe todo um sistema montado pra que isso aconteça naturalmente sem nenhuma surpresa!

    Meu parto foi normal, com assistência de parteira, sem anestesia, sem episiotomia, sem médico e dentro de um hospital. Depois de 2 horas tive alta, voltei pra casa e meu filho vende saúde! No próximo vou ter em casa, afinal não precisei de nada do hospital !

    Acho interessante como médicos como você, quando vêem opiniões contrárias e embasadas, simplesmente colocam a capa de Super Médico e saem dando “tiro” em todas as mulheres que se apresentaram aqui e deram sua opinião, afinal “tudo o que eu falo está CERTO. Querido, quando a gente fala o que quer, ouve o que não quer!!

    É por isso que a mulherada tá tomando conta do mercado de trabalho aí no Brasil (60%) e não é em posições de baixa escolaridade não, muito pelo contrário.( Eu leio ESTADÃO).

    Moro na Holanda e aqui, cesárea é vista com muito medo pelas mulheres. Todas preferem parto normal. E pode ter certeza que elas não moram em favela, ou na selva. Isso não existe por aqui. Falam no mínimo duas línguas ( holandês e inglês) se não for mais, e são muito conscientes de tudo o que acontece.

    Outra, você é Ortopedista que dá pitaco em Obstetrícia, puff! NOSSA! Parece piada!

    Olha, concordo muuuito com a Ana Cris, você tem que se informar melhor. Parar com esses conceitos errados. Sei que a sua intenção é boa, mas de boa intenção o inferno tá cheio!

    Acabou o tempo da ditadura, meninos. As pessoas podem pensar, as mulheres vão dar a sua opinião sim e vocês tem que ficar quietinhos, por que de gravidez vocês não entendem naadaa!!

    Quem sabe se os homens brasileiros começarem a ser PAIS presentes, que assumam os custos de ter um filho, as responsabilidades de ensinar, educar, criar, o Brasil vai começar a mudar!!! ( Afinal o que tem de mãe solteira no Brasil, é brincadeira!!) Quanto ao parto e a gravidez, o papel de vocês é de coadjuvante!! As decisões são da mulher!

    Desejo muita informação a todos, muita luz!

    Abraços!

  • Raquel

    E aí Dr. Health!

    De Health mesmo não entende naaadaa!!

    Já ouviu falar da alta taxa de mortalidade infantil na Holanda? Do péssimo sistema hospitalar daqui? Não? Porque não tem, porque não é assim!

    Aqui, mais da metade dos partos são feitos em casa! Por parteiras!! Nossa que gente atrasada, né? Um paisico de 16 milhões de habitantes, que está entre as dez maiores economias do planeta!

    Seu post é totalmente TENDENCIOSO, DESINFORMADOR E DOGMÁTICO !

    Parto em casa não é loucura aqui na Holanda, é realidade. Existe todo um sistema montado pra que isso aconteça naturalmente sem nenhuma surpresa!

    Meu parto foi normal, com assistência de parteira, sem anestesia, sem episiotomia, sem médico e dentro de um hospital. Depois de 2 horas tive alta, voltei pra casa e meu filho vende saúde! No próximo vou ter em casa, afinal não precisei de nada do hospital !

    Acho interessante como médicos como você, quando vêem opiniões contrárias e embasadas, simplesmente colocam a capa de Super Médico e saem dando “tiro” em todas as mulheres que se apresentaram aqui e deram sua opinião, afinal “tudo o que eu falo está CERTO. Querido, quando a gente fala o que quer, ouve o que não quer!!

    É por isso que a mulherada tá tomando conta do mercado de trabalho aí no Brasil (60%) e não é em posições de baixa escolaridade não, muito pelo contrário.( Eu leio ESTADÃO).

    Moro na Holanda e aqui, cesárea é vista com muito medo pelas mulheres. Todas preferem parto normal. E pode ter certeza que elas não moram em favela, ou na selva. Isso não existe por aqui. Falam no mínimo duas línguas ( holandês e inglês) se não for mais, e são muito conscientes de tudo o que acontece.

    Outra, você é Ortopedista que dá pitaco em Obstetrícia, puff! NOSSA! Parece piada!

    Olha, concordo muuuito com a Ana Cris, você tem que se informar melhor. Parar com esses conceitos errados. Sei que a sua intenção é boa, mas de boa intenção o inferno tá cheio!

    Acabou o tempo da ditadura, meninos. As pessoas podem pensar, as mulheres vão dar a sua opinião sim e vocês tem que ficar quietinhos, por que de gravidez vocês não entendem naadaa!!

    Quem sabe se os homens brasileiros começarem a ser PAIS presentes, que assumam os custos de ter um filho, as responsabilidades de ensinar, educar, criar, o Brasil vai começar a mudar!!! ( Afinal o que tem de mãe solteira no Brasil, é brincadeira!!) Quanto ao parto e a gravidez, o papel de vocês é de coadjuvante!! As decisões são da mulher!

    Desejo muita informação a todos, muita luz!

    Abraços!

  • Raquel

    E aí Dr. Health!

    De Health mesmo não entende naaadaa!!

    Já ouviu falar da alta taxa de mortalidade infantil na Holanda? Do péssimo sistema hospitalar daqui? Não? Porque não tem, porque não é assim!

    Aqui, mais da metade dos partos são feitos em casa! Por parteiras!! Nossa que gente atrasada, né? Um paisico de 16 milhões de habitantes, que está entre as dez maiores economias do planeta!

    Seu post é totalmente TENDENCIOSO, DESINFORMADOR E DOGMÁTICO !

    Parto em casa não é loucura aqui na Holanda, é realidade. Existe todo um sistema montado pra que isso aconteça naturalmente sem nenhuma surpresa!

    Meu parto foi normal, com assistência de parteira, sem anestesia, sem episiotomia, sem médico e dentro de um hospital. Depois de 2 horas tive alta, voltei pra casa e meu filho vende saúde! No próximo vou ter em casa, afinal não precisei de nada do hospital !

    Acho interessante como médicos como você, quando vêem opiniões contrárias e embasadas, simplesmente colocam a capa de Super Médico e saem dando “tiro” em todas as mulheres que se apresentaram aqui e deram sua opinião, afinal “tudo o que eu falo está CERTO. Querido, quando a gente fala o que quer, ouve o que não quer!!

    É por isso que a mulherada tá tomando conta do mercado de trabalho aí no Brasil (60%) e não é em posições de baixa escolaridade não, muito pelo contrário.( Eu leio ESTADÃO).

    Moro na Holanda e aqui, cesárea é vista com muito medo pelas mulheres. Todas preferem parto normal. E pode ter certeza que elas não moram em favela, ou na selva. Isso não existe por aqui. Falam no mínimo duas línguas ( holandês e inglês) se não for mais, e são muito conscientes de tudo o que acontece.

    Outra, você é Ortopedista que dá pitaco em Obstetrícia, puff! NOSSA! Parece piada!

    Olha, concordo muuuito com a Ana Cris, você tem que se informar melhor. Parar com esses conceitos errados. Sei que a sua intenção é boa, mas de boa intenção o inferno tá cheio!

    Acabou o tempo da ditadura, meninos. As pessoas podem pensar, as mulheres vão dar a sua opinião sim e vocês tem que ficar quietinhos, por que de gravidez vocês não entendem naadaa!!

    Quem sabe se os homens brasileiros começarem a ser PAIS presentes, que assumam os custos de ter um filho, as responsabilidades de ensinar, educar, criar, o Brasil vai começar a mudar!!! ( Afinal o que tem de mãe solteira no Brasil, é brincadeira!!) Quanto ao parto e a gravidez, o papel de vocês é de coadjuvante!! As decisões são da mulher!

    Desejo muita informação a todos, muita luz!

    Abraços!

  • Flavia

    Ah, já que você também lê em francês, olha só que oportunidade: leia Michel Odent no original!

  • Flavia

    Ah, já que você também lê em francês, olha só que oportunidade: leia Michel Odent no original!

  • Flavia

    Ah, já que você também lê em francês, olha só que oportunidade: leia Michel Odent no original!

  • Flavia

    Ah, já que você também lê em francês, olha só que oportunidade: leia Michel Odent no original!

  • Flavia

    Ah, já que você também lê em francês, olha só que oportunidade: leia Michel Odent no original!

  • Flavia

    Ah, já que você também lê em francês, olha só que oportunidade: leia Michel Odent no original!

  • Flavia

    Ah, já que você também lê em francês, olha só que oportunidade: leia Michel Odent no original!

  • http://www.condominios.comopiniao.com/ Marcelo Garrit

    Mulherada, acho que falta um pouco de respeito aqui, o Drº escreveu um artigo, como bem lembrou o Maldito, baseado num artigo do CREMERJ, que por acaso SÓ regula a profissão de medicina no estado do RJ, [IRONIA MODE ON] não deve mesmo ter muita credibilidade … [IRONIA MODE OFF]

    Acho fundamental as divergências de opinião e os exemplos favoráveis, isso é extremamente saudável numa discussão, eu particularmente sou contra, não sou médico, não sou mulher, não trabalho em casa de parto ou hospital, mas SOU PAI!

    Gostaria de lembrar a vocês mulheres PODEROSAS e MARAVILHOSAS (sem nenhum sarcasmo) que vocês não fizeram seus filhos com o dedo e nós homens, na qualidade de PAIS, temos todo o direito a termos nossa opinião e expressá-la, por exemplo, como eu já disse no meu comentário, jamais concordaria que meu filho nascesse em uma casa de parto sem assistência de um médico ou na minha casa, MAS ISSO É UMA OPINIÃO MINHA, como é de opinião do Drº e do CREMERJ que o parto domiciliar é uma cilada, quem tem opiniões divergentes que as expresse com um pouco mais de respeito, afinal, isso aqui é um espaço democrático e não um circo dos horrores onde se atira pedra em quem não concordamos.

    Outro ponto, acho LINDO que isso funcione na Dinamarca, na Holanda, na Inglaterra, no Zimbabuê, na PQP, mas CARAI estamos no Brasil P@##A, a realidade daqui não é a mesma, sem ufanismos, mas nem tudo que funciona em outros paises é adequado a nossa cultura ou a nossa condição, temos que evoluir muito ainda na área de saúde para podermos nos comparar a paises como esses, nosso sistema, infelizmente, está falido e não possui estrutura sequer de oferecer hospitais com todos os profissionais para atender a população, imagina todo um sistema de logística envolvido para a remoção de uma parturiente da casa de parto para o hospital numa emergência.

    Um parênteses para a Flávia:

    Não vi, pelo menos nos comentários que li e no texto do Drº, nenhum cunho machista, apenas uma pessoa expressando a sua opinião, num espaço que é dele, sobre um determinado assunto, e faça-me o favor, culpar os homens pela insegurança das mulheres que não querem ter filhos ou amamentar para não estragar o corpo é dose!!! Contradiz tudo o que foi dito anteriormente sobre a inteligência e independncia de vcs mulheres.

    PS: Não quero instaurar aqui nenhuma guerra dos sexos mas algumas pessoas (homens e mulheres) precisam aprender a externar as suas opiniões sem atacar quem tem opiniões diversas.

  • http://www.condominios.comopiniao.com/ Marcelo Garrit

    Mulherada, acho que falta um pouco de respeito aqui, o Drº escreveu um artigo, como bem lembrou o Maldito, baseado num artigo do CREMERJ, que por acaso SÓ regula a profissão de medicina no estado do RJ, [IRONIA MODE ON] não deve mesmo ter muita credibilidade … [IRONIA MODE OFF]

    Acho fundamental as divergências de opinião e os exemplos favoráveis, isso é extremamente saudável numa discussão, eu particularmente sou contra, não sou médico, não sou mulher, não trabalho em casa de parto ou hospital, mas SOU PAI!

    Gostaria de lembrar a vocês mulheres PODEROSAS e MARAVILHOSAS (sem nenhum sarcasmo) que vocês não fizeram seus filhos com o dedo e nós homens, na qualidade de PAIS, temos todo o direito a termos nossa opinião e expressá-la, por exemplo, como eu já disse no meu comentário, jamais concordaria que meu filho nascesse em uma casa de parto sem assistência de um médico ou na minha casa, MAS ISSO É UMA OPINIÃO MINHA, como é de opinião do Drº e do CREMERJ que o parto domiciliar é uma cilada, quem tem opiniões divergentes que as expresse com um pouco mais de respeito, afinal, isso aqui é um espaço democrático e não um circo dos horrores onde se atira pedra em quem não concordamos.

    Outro ponto, acho LINDO que isso funcione na Dinamarca, na Holanda, na Inglaterra, no Zimbabuê, na PQP, mas CARAI estamos no Brasil P@##A, a realidade daqui não é a mesma, sem ufanismos, mas nem tudo que funciona em outros paises é adequado a nossa cultura ou a nossa condição, temos que evoluir muito ainda na área de saúde para podermos nos comparar a paises como esses, nosso sistema, infelizmente, está falido e não possui estrutura sequer de oferecer hospitais com todos os profissionais para atender a população, imagina todo um sistema de logística envolvido para a remoção de uma parturiente da casa de parto para o hospital numa emergência.

    Um parênteses para a Flávia:

    Não vi, pelo menos nos comentários que li e no texto do Drº, nenhum cunho machista, apenas uma pessoa expressando a sua opinião, num espaço que é dele, sobre um determinado assunto, e faça-me o favor, culpar os homens pela insegurança das mulheres que não querem ter filhos ou amamentar para não estragar o corpo é dose!!! Contradiz tudo o que foi dito anteriormente sobre a inteligência e independncia de vcs mulheres.

    PS: Não quero instaurar aqui nenhuma guerra dos sexos mas algumas pessoas (homens e mulheres) precisam aprender a externar as suas opiniões sem atacar quem tem opiniões diversas.

  • http://www.condominios.comopiniao.com/ Marcelo Garrit

    Mulherada, acho que falta um pouco de respeito aqui, o Drº escreveu um artigo, como bem lembrou o Maldito, baseado num artigo do CREMERJ, que por acaso SÓ regula a profissão de medicina no estado do RJ, [IRONIA MODE ON] não deve mesmo ter muita credibilidade … [IRONIA MODE OFF]

    Acho fundamental as divergências de opinião e os exemplos favoráveis, isso é extremamente saudável numa discussão, eu particularmente sou contra, não sou médico, não sou mulher, não trabalho em casa de parto ou hospital, mas SOU PAI!

    Gostaria de lembrar a vocês mulheres PODEROSAS e MARAVILHOSAS (sem nenhum sarcasmo) que vocês não fizeram seus filhos com o dedo e nós homens, na qualidade de PAIS, temos todo o direito a termos nossa opinião e expressá-la, por exemplo, como eu já disse no meu comentário, jamais concordaria que meu filho nascesse em uma casa de parto sem assistência de um médico ou na minha casa, MAS ISSO É UMA OPINIÃO MINHA, como é de opinião do Drº e do CREMERJ que o parto domiciliar é uma cilada, quem tem opiniões divergentes que as expresse com um pouco mais de respeito, afinal, isso aqui é um espaço democrático e não um circo dos horrores onde se atira pedra em quem não concordamos.

    Outro ponto, acho LINDO que isso funcione na Dinamarca, na Holanda, na Inglaterra, no Zimbabuê, na PQP, mas CARAI estamos no Brasil P@##A, a realidade daqui não é a mesma, sem ufanismos, mas nem tudo que funciona em outros paises é adequado a nossa cultura ou a nossa condição, temos que evoluir muito ainda na área de saúde para podermos nos comparar a paises como esses, nosso sistema, infelizmente, está falido e não possui estrutura sequer de oferecer hospitais com todos os profissionais para atender a população, imagina todo um sistema de logística envolvido para a remoção de uma parturiente da casa de parto para o hospital numa emergência.

    Um parênteses para a Flávia:

    Não vi, pelo menos nos comentários que li e no texto do Drº, nenhum cunho machista, apenas uma pessoa expressando a sua opinião, num espaço que é dele, sobre um determinado assunto, e faça-me o favor, culpar os homens pela insegurança das mulheres que não querem ter filhos ou amamentar para não estragar o corpo é dose!!! Contradiz tudo o que foi dito anteriormente sobre a inteligência e independncia de vcs mulheres.

    PS: Não quero instaurar aqui nenhuma guerra dos sexos mas algumas pessoas (homens e mulheres) precisam aprender a externar as suas opiniões sem atacar quem tem opiniões diversas.

  • http://www.condominios.comopiniao.com/ Marcelo Garrit

    Mulherada, acho que falta um pouco de respeito aqui, o Drº escreveu um artigo, como bem lembrou o Maldito, baseado num artigo do CREMERJ, que por acaso SÓ regula a profissão de medicina no estado do RJ, [IRONIA MODE ON] não deve mesmo ter muita credibilidade … [IRONIA MODE OFF]

    Acho fundamental as divergências de opinião e os exemplos favoráveis, isso é extremamente saudável numa discussão, eu particularmente sou contra, não sou médico, não sou mulher, não trabalho em casa de parto ou hospital, mas SOU PAI!

    Gostaria de lembrar a vocês mulheres PODEROSAS e MARAVILHOSAS (sem nenhum sarcasmo) que vocês não fizeram seus filhos com o dedo e nós homens, na qualidade de PAIS, temos todo o direito a termos nossa opinião e expressá-la, por exemplo, como eu já disse no meu comentário, jamais concordaria que meu filho nascesse em uma casa de parto sem assistência de um médico ou na minha casa, MAS ISSO É UMA OPINIÃO MINHA, como é de opinião do Drº e do CREMERJ que o parto domiciliar é uma cilada, quem tem opiniões divergentes que as expresse com um pouco mais de respeito, afinal, isso aqui é um espaço democrático e não um circo dos horrores onde se atira pedra em quem não concordamos.

    Outro ponto, acho LINDO que isso funcione na Dinamarca, na Holanda, na Inglaterra, no Zimbabuê, na PQP, mas CARAI estamos no Brasil P@##A, a realidade daqui não é a mesma, sem ufanismos, mas nem tudo que funciona em outros paises é adequado a nossa cultura ou a nossa condição, temos que evoluir muito ainda na área de saúde para podermos nos comparar a paises como esses, nosso sistema, infelizmente, está falido e não possui estrutura sequer de oferecer hospitais com todos os profissionais para atender a população, imagina todo um sistema de logística envolvido para a remoção de uma parturiente da casa de parto para o hospital numa emergência.

    Um parênteses para a Flávia:

    Não vi, pelo menos nos comentários que li e no texto do Drº, nenhum cunho machista, apenas uma pessoa expressando a sua opinião, num espaço que é dele, sobre um determinado assunto, e faça-me o favor, culpar os homens pela insegurança das mulheres que não querem ter filhos ou amamentar para não estragar o corpo é dose!!! Contradiz tudo o que foi dito anteriormente sobre a inteligência e independncia de vcs mulheres.

    PS: Não quero instaurar aqui nenhuma guerra dos sexos mas algumas pessoas (homens e mulheres) precisam aprender a externar as suas opiniões sem atacar quem tem opiniões diversas.

  • http://www.condominios.comopiniao.com/ Marcelo Garrit

    Mulherada, acho que falta um pouco de respeito aqui, o Drº escreveu um artigo, como bem lembrou o Maldito, baseado num artigo do CREMERJ, que por acaso SÓ regula a profissão de medicina no estado do RJ, [IRONIA MODE ON] não deve mesmo ter muita credibilidade … [IRONIA MODE OFF]

    Acho fundamental as divergências de opinião e os exemplos favoráveis, isso é extremamente saudável numa discussão, eu particularmente sou contra, não sou médico, não sou mulher, não trabalho em casa de parto ou hospital, mas SOU PAI!

    Gostaria de lembrar a vocês mulheres PODEROSAS e MARAVILHOSAS (sem nenhum sarcasmo) que vocês não fizeram seus filhos com o dedo e nós homens, na qualidade de PAIS, temos todo o direito a termos nossa opinião e expressá-la, por exemplo, como eu já disse no meu comentário, jamais concordaria que meu filho nascesse em uma casa de parto sem assistência de um médico ou na minha casa, MAS ISSO É UMA OPINIÃO MINHA, como é de opinião do Drº e do CREMERJ que o parto domiciliar é uma cilada, quem tem opiniões divergentes que as expresse com um pouco mais de respeito, afinal, isso aqui é um espaço democrático e não um circo dos horrores onde se atira pedra em quem não concordamos.

    Outro ponto, acho LINDO que isso funcione na Dinamarca, na Holanda, na Inglaterra, no Zimbabuê, na PQP, mas CARAI estamos no Brasil P@##A, a realidade daqui não é a mesma, sem ufanismos, mas nem tudo que funciona em outros paises é adequado a nossa cultura ou a nossa condição, temos que evoluir muito ainda na área de saúde para podermos nos comparar a paises como esses, nosso sistema, infelizmente, está falido e não possui estrutura sequer de oferecer hospitais com todos os profissionais para atender a população, imagina todo um sistema de logística envolvido para a remoção de uma parturiente da casa de parto para o hospital numa emergência.

    Um parênteses para a Flávia:

    Não vi, pelo menos nos comentários que li e no texto do Drº, nenhum cunho machista, apenas uma pessoa expressando a sua opinião, num espaço que é dele, sobre um determinado assunto, e faça-me o favor, culpar os homens pela insegurança das mulheres que não querem ter filhos ou amamentar para não estragar o corpo é dose!!! Contradiz tudo o que foi dito anteriormente sobre a inteligência e independncia de vcs mulheres.

    PS: Não quero instaurar aqui nenhuma guerra dos sexos mas algumas pessoas (homens e mulheres) precisam aprender a externar as suas opiniões sem atacar quem tem opiniões diversas.

  • http://www.condominios.comopiniao.com Marcelo Garrit

    Mulherada, acho que falta um pouco de respeito aqui, o Drº escreveu um artigo, como bem lembrou o Maldito, baseado num artigo do CREMERJ, que por acaso SÓ regula a profissão de medicina no estado do RJ, [IRONIA MODE ON] não deve mesmo ter muita credibilidade … [IRONIA MODE OFF]

    Acho fundamental as divergências de opinião e os exemplos favoráveis, isso é extremamente saudável numa discussão, eu particularmente sou contra, não sou médico, não sou mulher, não trabalho em casa de parto ou hospital, mas SOU PAI!

    Gostaria de lembrar a vocês mulheres PODEROSAS e MARAVILHOSAS (sem nenhum sarcasmo) que vocês não fizeram seus filhos com o dedo e nós homens, na qualidade de PAIS, temos todo o direito a termos nossa opinião e expressá-la, por exemplo, como eu já disse no meu comentário, jamais concordaria que meu filho nascesse em uma casa de parto sem assistência de um médico ou na minha casa, MAS ISSO É UMA OPINIÃO MINHA, como é de opinião do Drº e do CREMERJ que o parto domiciliar é uma cilada, quem tem opiniões divergentes que as expresse com um pouco mais de respeito, afinal, isso aqui é um espaço democrático e não um circo dos horrores onde se atira pedra em quem não concordamos.

    Outro ponto, acho LINDO que isso funcione na Dinamarca, na Holanda, na Inglaterra, no Zimbabuê, na PQP, mas CARAI estamos no Brasil P@##A, a realidade daqui não é a mesma, sem ufanismos, mas nem tudo que funciona em outros paises é adequado a nossa cultura ou a nossa condição, temos que evoluir muito ainda na área de saúde para podermos nos comparar a paises como esses, nosso sistema, infelizmente, está falido e não possui estrutura sequer de oferecer hospitais com todos os profissionais para atender a população, imagina todo um sistema de logística envolvido para a remoção de uma parturiente da casa de parto para o hospital numa emergência.

    Um parênteses para a Flávia:

    Não vi, pelo menos nos comentários que li e no texto do Drº, nenhum cunho machista, apenas uma pessoa expressando a sua opinião, num espaço que é dele, sobre um determinado assunto, e faça-me o favor, culpar os homens pela insegurança das mulheres que não querem ter filhos ou amamentar para não estragar o corpo é dose!!! Contradiz tudo o que foi dito anteriormente sobre a inteligência e independncia de vcs mulheres.

    PS: Não quero instaurar aqui nenhuma guerra dos sexos mas algumas pessoas (homens e mulheres) precisam aprender a externar as suas opiniões sem atacar quem tem opiniões diversas.

  • http://paralembrarouesquecer.blogspot.com/ Carla

    Marcelo, estava tentando ler todos os comentários e pude perceber um afã muito grande em relação ao post do colega Dr Health.
    Vinha pensando justamente sobre isso que vc disse, e concordo com muita coisa.
    Longe de mim levantar bandeira de uma coisa ou outra, porque acho que as coisas são relativas e CONVERSANDO a gente se entende.
    Cada um tem direito de opinar sobre assuntos diversos e de poder ser respeitado pelo que pensa – você pode discordar, mas pelo menos tem que respeitar. Se alguém não pensa igual a você não significa que ele não presta, ou é desinformado, ou é alienado.
    Não conheço o Dr Health, não tenho motivos para defendê-lo, mas acredito que a ponderação é importante.
    Como foi dito láááá em cima, o parto domiciliar é uma opção. Assim como o hospitalar (cesáreo ou não – aliás, quem foi que entendeu que o texto faz apologia a parto cesáreo?), tem riscos envolvidos. Se você opta, tem que arcar com as consequências. É um risco que se assume, tanto de um lado como do outro. E ninguém é melhor ou pior porque escolheu um lado ou outro. Tivemos muitos depoimentos de mamães que tiveram seus filhos em casa, com sucesso, e que bom que isso ocorreu. Fico feliz, sinceramente.
    Mas vamos pensar que também muitas outras escolheram ter nenê em hospital e também obtiveram sucesso.
    O normal é isso, aliás, ocorre na maioria das vezes sem ninguém intervir.
    Mesmo existindo uma pequena porcentagem de complicações – que apesar de serem menos frequentes, são dramáticas quando ocorrem – há a necessidade de um profissional especializado para conduzir a situação, na maior parte das vezes cirúrgica.
    Cabe a cada um ponderar isso e escolher o que quer pra si. Como disse no meu comentário acima, escolho ter esse profissional do meu lado. Mas também terei de assumir o risco de estar num hospital.
    E foi bem lembrado pelo Marcelo, estamos no Brasil e infelizmente a realidade para parto domiciliar é outra.
    Sou médica e trabalho no SUS – testemunho isso todos os dias. Não, não sou obstetra, meu foco fica mais pra cima (neurologia) =D, mas pude presenciar muitas histórias tristes antes da especialização.
    Mas acho que opinião médica não conta! xD
    Além disso, ainda não sou mãe (mas tenho uma vontade enorme de ser e serei!).
    Whatever, fiz minha escolha.

    =*

  • http://paralembrarouesquecer.blogspot.com/ Carla

    Marcelo, estava tentando ler todos os comentários e pude perceber um afã muito grande em relação ao post do colega Dr Health.
    Vinha pensando justamente sobre isso que vc disse, e concordo com muita coisa.
    Longe de mim levantar bandeira de uma coisa ou outra, porque acho que as coisas são relativas e CONVERSANDO a gente se entende.
    Cada um tem direito de opinar sobre assuntos diversos e de poder ser respeitado pelo que pensa – você pode discordar, mas pelo menos tem que respeitar. Se alguém não pensa igual a você não significa que ele não presta, ou é desinformado, ou é alienado.
    Não conheço o Dr Health, não tenho motivos para defendê-lo, mas acredito que a ponderação é importante.
    Como foi dito láááá em cima, o parto domiciliar é uma opção. Assim como o hospitalar (cesáreo ou não – aliás, quem foi que entendeu que o texto faz apologia a parto cesáreo?), tem riscos envolvidos. Se você opta, tem que arcar com as consequências. É um risco que se assume, tanto de um lado como do outro. E ninguém é melhor ou pior porque escolheu um lado ou outro. Tivemos muitos depoimentos de mamães que tiveram seus filhos em casa, com sucesso, e que bom que isso ocorreu. Fico feliz, sinceramente.
    Mas vamos pensar que também muitas outras escolheram ter nenê em hospital e também obtiveram sucesso.
    O normal é isso, aliás, ocorre na maioria das vezes sem ninguém intervir.
    Mesmo existindo uma pequena porcentagem de complicações – que apesar de serem menos frequentes, são dramáticas quando ocorrem – há a necessidade de um profissional especializado para conduzir a situação, na maior parte das vezes cirúrgica.
    Cabe a cada um ponderar isso e escolher o que quer pra si. Como disse no meu comentário acima, escolho ter esse profissional do meu lado. Mas também terei de assumir o risco de estar num hospital.
    E foi bem lembrado pelo Marcelo, estamos no Brasil e infelizmente a realidade para parto domiciliar é outra.
    Sou médica e trabalho no SUS – testemunho isso todos os dias. Não, não sou obstetra, meu foco fica mais pra cima (neurologia) =D, mas pude presenciar muitas histórias tristes antes da especialização.
    Mas acho que opinião médica não conta! xD
    Além disso, ainda não sou mãe (mas tenho uma vontade enorme de ser e serei!).
    Whatever, fiz minha escolha.

    =*

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    Marcelo, estava tentando ler todos os comentários e pude perceber um afã muito grande em relação ao post do colega Dr Health.
    Vinha pensando justamente sobre isso que vc disse, e concordo com muita coisa.
    Longe de mim levantar bandeira de uma coisa ou outra, porque acho que as coisas são relativas e CONVERSANDO a gente se entende.
    Cada um tem direito de opinar sobre assuntos diversos e de poder ser respeitado pelo que pensa – você pode discordar, mas pelo menos tem que respeitar. Se alguém não pensa igual a você não significa que ele não presta, ou é desinformado, ou é alienado.
    Não conheço o Dr Health, não tenho motivos para defendê-lo, mas acredito que a ponderação é importante.
    Como foi dito láááá em cima, o parto domiciliar é uma opção. Assim como o hospitalar (cesáreo ou não – aliás, quem foi que entendeu que o texto faz apologia a parto cesáreo?), tem riscos envolvidos. Se você opta, tem que arcar com as consequências. É um risco que se assume, tanto de um lado como do outro. E ninguém é melhor ou pior porque escolheu um lado ou outro. Tivemos muitos depoimentos de mamães que tiveram seus filhos em casa, com sucesso, e que bom que isso ocorreu. Fico feliz, sinceramente.
    Mas vamos pensar que também muitas outras escolheram ter nenê em hospital e também obtiveram sucesso.
    O normal é isso, aliás, ocorre na maioria das vezes sem ninguém intervir.
    Mesmo existindo uma pequena porcentagem de complicações – que apesar de serem menos frequentes, são dramáticas quando ocorrem – há a necessidade de um profissional especializado para conduzir a situação, na maior parte das vezes cirúrgica.
    Cabe a cada um ponderar isso e escolher o que quer pra si. Como disse no meu comentário acima, escolho ter esse profissional do meu lado. Mas também terei de assumir o risco de estar num hospital.
    E foi bem lembrado pelo Marcelo, estamos no Brasil e infelizmente a realidade para parto domiciliar é outra.
    Sou médica e trabalho no SUS – testemunho isso todos os dias. Não, não sou obstetra, meu foco fica mais pra cima (neurologia) =D, mas pude presenciar muitas histórias tristes antes da especialização.
    Mas acho que opinião médica não conta! xD
    Além disso, ainda não sou mãe (mas tenho uma vontade enorme de ser e serei!).
    Whatever, fiz minha escolha.

    =*

  • http://paralembrarouesquecer.blogspot.com/ Carla

    Marcelo, estava tentando ler todos os comentários e pude perceber um afã muito grande em relação ao post do colega Dr Health.
    Vinha pensando justamente sobre isso que vc disse, e concordo com muita coisa.
    Longe de mim levantar bandeira de uma coisa ou outra, porque acho que as coisas são relativas e CONVERSANDO a gente se entende.
    Cada um tem direito de opinar sobre assuntos diversos e de poder ser respeitado pelo que pensa – você pode discordar, mas pelo menos tem que respeitar. Se alguém não pensa igual a você não significa que ele não presta, ou é desinformado, ou é alienado.
    Não conheço o Dr Health, não tenho motivos para defendê-lo, mas acredito que a ponderação é importante.
    Como foi dito láááá em cima, o parto domiciliar é uma opção. Assim como o hospitalar (cesáreo ou não – aliás, quem foi que entendeu que o texto faz apologia a parto cesáreo?), tem riscos envolvidos. Se você opta, tem que arcar com as consequências. É um risco que se assume, tanto de um lado como do outro. E ninguém é melhor ou pior porque escolheu um lado ou outro. Tivemos muitos depoimentos de mamães que tiveram seus filhos em casa, com sucesso, e que bom que isso ocorreu. Fico feliz, sinceramente.
    Mas vamos pensar que também muitas outras escolheram ter nenê em hospital e também obtiveram sucesso.
    O normal é isso, aliás, ocorre na maioria das vezes sem ninguém intervir.
    Mesmo existindo uma pequena porcentagem de complicações – que apesar de serem menos frequentes, são dramáticas quando ocorrem – há a necessidade de um profissional especializado para conduzir a situação, na maior parte das vezes cirúrgica.
    Cabe a cada um ponderar isso e escolher o que quer pra si. Como disse no meu comentário acima, escolho ter esse profissional do meu lado. Mas também terei de assumir o risco de estar num hospital.
    E foi bem lembrado pelo Marcelo, estamos no Brasil e infelizmente a realidade para parto domiciliar é outra.
    Sou médica e trabalho no SUS – testemunho isso todos os dias. Não, não sou obstetra, meu foco fica mais pra cima (neurologia) =D, mas pude presenciar muitas histórias tristes antes da especialização.
    Mas acho que opinião médica não conta! xD
    Além disso, ainda não sou mãe (mas tenho uma vontade enorme de ser e serei!).
    Whatever, fiz minha escolha.

    =*

  • http://paralembrarouesquecer.blogspot.com/ Carla

    Marcelo, estava tentando ler todos os comentários e pude perceber um afã muito grande em relação ao post do colega Dr Health.
    Vinha pensando justamente sobre isso que vc disse, e concordo com muita coisa.
    Longe de mim levantar bandeira de uma coisa ou outra, porque acho que as coisas são relativas e CONVERSANDO a gente se entende.
    Cada um tem direito de opinar sobre assuntos diversos e de poder ser respeitado pelo que pensa – você pode discordar, mas pelo menos tem que respeitar. Se alguém não pensa igual a você não significa que ele não presta, ou é desinformado, ou é alienado.
    Não conheço o Dr Health, não tenho motivos para defendê-lo, mas acredito que a ponderação é importante.
    Como foi dito láááá em cima, o parto domiciliar é uma opção. Assim como o hospitalar (cesáreo ou não – aliás, quem foi que entendeu que o texto faz apologia a parto cesáreo?), tem riscos envolvidos. Se você opta, tem que arcar com as consequências. É um risco que se assume, tanto de um lado como do outro. E ninguém é melhor ou pior porque escolheu um lado ou outro. Tivemos muitos depoimentos de mamães que tiveram seus filhos em casa, com sucesso, e que bom que isso ocorreu. Fico feliz, sinceramente.
    Mas vamos pensar que também muitas outras escolheram ter nenê em hospital e também obtiveram sucesso.
    O normal é isso, aliás, ocorre na maioria das vezes sem ninguém intervir.
    Mesmo existindo uma pequena porcentagem de complicações – que apesar de serem menos frequentes, são dramáticas quando ocorrem – há a necessidade de um profissional especializado para conduzir a situação, na maior parte das vezes cirúrgica.
    Cabe a cada um ponderar isso e escolher o que quer pra si. Como disse no meu comentário acima, escolho ter esse profissional do meu lado. Mas também terei de assumir o risco de estar num hospital.
    E foi bem lembrado pelo Marcelo, estamos no Brasil e infelizmente a realidade para parto domiciliar é outra.
    Sou médica e trabalho no SUS – testemunho isso todos os dias. Não, não sou obstetra, meu foco fica mais pra cima (neurologia) =D, mas pude presenciar muitas histórias tristes antes da especialização.
    Mas acho que opinião médica não conta! xD
    Além disso, ainda não sou mãe (mas tenho uma vontade enorme de ser e serei!).
    Whatever, fiz minha escolha.

    =*

  • http://paralembrarouesquecer.blogspot.com/ Carla

    Marcelo, estava tentando ler todos os comentários e pude perceber um afã muito grande em relação ao post do colega Dr Health.
    Vinha pensando justamente sobre isso que vc disse, e concordo com muita coisa.
    Longe de mim levantar bandeira de uma coisa ou outra, porque acho que as coisas são relativas e CONVERSANDO a gente se entende.
    Cada um tem direito de opinar sobre assuntos diversos e de poder ser respeitado pelo que pensa – você pode discordar, mas pelo menos tem que respeitar. Se alguém não pensa igual a você não significa que ele não presta, ou é desinformado, ou é alienado.
    Não conheço o Dr Health, não tenho motivos para defendê-lo, mas acredito que a ponderação é importante.
    Como foi dito láááá em cima, o parto domiciliar é uma opção. Assim como o hospitalar (cesáreo ou não – aliás, quem foi que entendeu que o texto faz apologia a parto cesáreo?), tem riscos envolvidos. Se você opta, tem que arcar com as consequências. É um risco que se assume, tanto de um lado como do outro. E ninguém é melhor ou pior porque escolheu um lado ou outro. Tivemos muitos depoimentos de mamães que tiveram seus filhos em casa, com sucesso, e que bom que isso ocorreu. Fico feliz, sinceramente.
    Mas vamos pensar que também muitas outras escolheram ter nenê em hospital e também obtiveram sucesso.
    O normal é isso, aliás, ocorre na maioria das vezes sem ninguém intervir.
    Mesmo existindo uma pequena porcentagem de complicações – que apesar de serem menos frequentes, são dramáticas quando ocorrem – há a necessidade de um profissional especializado para conduzir a situação, na maior parte das vezes cirúrgica.
    Cabe a cada um ponderar isso e escolher o que quer pra si. Como disse no meu comentário acima, escolho ter esse profissional do meu lado. Mas também terei de assumir o risco de estar num hospital.
    E foi bem lembrado pelo Marcelo, estamos no Brasil e infelizmente a realidade para parto domiciliar é outra.
    Sou médica e trabalho no SUS – testemunho isso todos os dias. Não, não sou obstetra, meu foco fica mais pra cima (neurologia) =D, mas pude presenciar muitas histórias tristes antes da especialização.
    Mas acho que opinião médica não conta! xD
    Além disso, ainda não sou mãe (mas tenho uma vontade enorme de ser e serei!).
    Whatever, fiz minha escolha.

    =*

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    Marcelo, estava tentando ler todos os comentários e pude perceber um afã muito grande em relação ao post do colega Dr Health.
    Vinha pensando justamente sobre isso que vc disse, e concordo com muita coisa.
    Longe de mim levantar bandeira de uma coisa ou outra, porque acho que as coisas são relativas e CONVERSANDO a gente se entende.
    Cada um tem direito de opinar sobre assuntos diversos e de poder ser respeitado pelo que pensa – você pode discordar, mas pelo menos tem que respeitar. Se alguém não pensa igual a você não significa que ele não presta, ou é desinformado, ou é alienado.
    Não conheço o Dr Health, não tenho motivos para defendê-lo, mas acredito que a ponderação é importante.
    Como foi dito láááá em cima, o parto domiciliar é uma opção. Assim como o hospitalar (cesáreo ou não – aliás, quem foi que entendeu que o texto faz apologia a parto cesáreo?), tem riscos envolvidos. Se você opta, tem que arcar com as consequências. É um risco que se assume, tanto de um lado como do outro. E ninguém é melhor ou pior porque escolheu um lado ou outro. Tivemos muitos depoimentos de mamães que tiveram seus filhos em casa, com sucesso, e que bom que isso ocorreu. Fico feliz, sinceramente.
    Mas vamos pensar que também muitas outras escolheram ter nenê em hospital e também obtiveram sucesso.
    O normal é isso, aliás, ocorre na maioria das vezes sem ninguém intervir.
    Mesmo existindo uma pequena porcentagem de complicações – que apesar de serem menos frequentes, são dramáticas quando ocorrem – há a necessidade de um profissional especializado para conduzir a situação, na maior parte das vezes cirúrgica.
    Cabe a cada um ponderar isso e escolher o que quer pra si. Como disse no meu comentário acima, escolho ter esse profissional do meu lado. Mas também terei de assumir o risco de estar num hospital.
    E foi bem lembrado pelo Marcelo, estamos no Brasil e infelizmente a realidade para parto domiciliar é outra.
    Sou médica e trabalho no SUS – testemunho isso todos os dias. Não, não sou obstetra, meu foco fica mais pra cima (neurologia) =D, mas pude presenciar muitas histórias tristes antes da especialização.
    Mas acho que opinião médica não conta! xD
    Além disso, ainda não sou mãe (mas tenho uma vontade enorme de ser e serei!).
    Whatever, fiz minha escolha.

    =*

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    Marcelo, estava tentando ler todos os comentários e pude perceber um afã muito grande em relação ao post do colega Dr Health.
    Vinha pensando justamente sobre isso que vc disse, e concordo com muita coisa.
    Longe de mim levantar bandeira de uma coisa ou outra, porque acho que as coisas são relativas e CONVERSANDO a gente se entende.
    Cada um tem direito de opinar sobre assuntos diversos e de poder ser respeitado pelo que pensa – você pode discordar, mas pelo menos tem que respeitar. Se alguém não pensa igual a você não significa que ele não presta, ou é desinformado, ou é alienado.
    Não conheço o Dr Health, não tenho motivos para defendê-lo, mas acredito que a ponderação é importante.
    Como foi dito láááá em cima, o parto domiciliar é uma opção. Assim como o hospitalar (cesáreo ou não – aliás, quem foi que entendeu que o texto faz apologia a parto cesáreo?), tem riscos envolvidos. Se você opta, tem que arcar com as consequências. É um risco que se assume, tanto de um lado como do outro. E ninguém é melhor ou pior porque escolheu um lado ou outro. Tivemos muitos depoimentos de mamães que tiveram seus filhos em casa, com sucesso, e que bom que isso ocorreu. Fico feliz, sinceramente.
    Mas vamos pensar que também muitas outras escolheram ter nenê em hospital e também obtiveram sucesso.
    O normal é isso, aliás, ocorre na maioria das vezes sem ninguém intervir.
    Mesmo existindo uma pequena porcentagem de complicações – que apesar de serem menos frequentes, são dramáticas quando ocorrem – há a necessidade de um profissional especializado para conduzir a situação, na maior parte das vezes cirúrgica.
    Cabe a cada um ponderar isso e escolher o que quer pra si. Como disse no meu comentário acima, escolho ter esse profissional do meu lado. Mas também terei de assumir o risco de estar num hospital.
    E foi bem lembrado pelo Marcelo, estamos no Brasil e infelizmente a realidade para parto domiciliar é outra.
    Sou médica e trabalho no SUS – testemunho isso todos os dias. Não, não sou obstetra, meu foco fica mais pra cima (neurologia) =D, mas pude presenciar muitas histórias tristes antes da especialização.
    Mas acho que opinião médica não conta! xD
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    Whatever, fiz minha escolha.

    =*

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Só lembrando que o artigo do CREMERJ foi escrito pela Conselheira Márcia Rosa de Araújo.

    Uma mulher, com dois cromossomos X, do sexo feminino.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Só lembrando que o artigo do CREMERJ foi escrito pela Conselheira Márcia Rosa de Araújo.

    Uma mulher, com dois cromossomos X, do sexo feminino.

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    Só lembrando que o artigo do CREMERJ foi escrito pela Conselheira Márcia Rosa de Araújo.

    Uma mulher, com dois cromossomos X, do sexo feminino.

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    Só lembrando que o artigo do CREMERJ foi escrito pela Conselheira Márcia Rosa de Araújo.

    Uma mulher, com dois cromossomos X, do sexo feminino.

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    Só lembrando que o artigo do CREMERJ foi escrito pela Conselheira Márcia Rosa de Araújo.

    Uma mulher, com dois cromossomos X, do sexo feminino.

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    Só lembrando que o artigo do CREMERJ foi escrito pela Conselheira Márcia Rosa de Araújo.

    Uma mulher, com dois cromossomos X, do sexo feminino.

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    Só lembrando que o artigo do CREMERJ foi escrito pela Conselheira Márcia Rosa de Araújo.

    Uma mulher, com dois cromossomos X, do sexo feminino.

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    Só lembrando que o artigo do CREMERJ foi escrito pela Conselheira Márcia Rosa de Araújo.

    Uma mulher, com dois cromossomos X, do sexo feminino.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    De certa forma eu já previa que a reação seria esta. Afinal, como eu já disse, em 85% dos partos, não é preciso nem médico, nem enfermeira, nem casa de parto, nem nada… Até por isso a humanidade chegou até aqui.

    O Site do CREMESP, conforme pesquisei, já recebeu várias denúncias sobre partos que evoluiram desfavoravelmente. Não é tão simples assim a questão da remoção. Algumas questionaram o fato de eu ser ortopedista. Pois bem, a posição da FEBRASGO (que regula a Gineco-Obstetrícia no Brasil) pelo que vi, é a mesma que a minha.

    Outra coisa : Por ser ortopedista, eu tenho contato com crianças com paralisia cerebral, sequela de uma hipóxia cerebral. É algo muito triste, além do retardo mental, acontecem vários problemas músculo-esqueléticos, literalmente a criança fica toda torta. O dia que alguém vir, vai ponderar duas vezes sobre os números que postei aqui.

    Lembrando : Gestação de baixo risco pode se transformar num parto de alto risco em questão de SEGUNDOS. Sem avisar. Li na Internet um caso de uma mulher que foi ter filho em casa de parto, na hora H teve descolamento prematuro de placenta e no tempo que levou pra remover, o filho evoluiu com paralisia cerebral. Quem quiser correr o risco, fique a vontade !!

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    De certa forma eu já previa que a reação seria esta. Afinal, como eu já disse, em 85% dos partos, não é preciso nem médico, nem enfermeira, nem casa de parto, nem nada… Até por isso a humanidade chegou até aqui.

    O Site do CREMESP, conforme pesquisei, já recebeu várias denúncias sobre partos que evoluiram desfavoravelmente. Não é tão simples assim a questão da remoção. Algumas questionaram o fato de eu ser ortopedista. Pois bem, a posição da FEBRASGO (que regula a Gineco-Obstetrícia no Brasil) pelo que vi, é a mesma que a minha.

    Outra coisa : Por ser ortopedista, eu tenho contato com crianças com paralisia cerebral, sequela de uma hipóxia cerebral. É algo muito triste, além do retardo mental, acontecem vários problemas músculo-esqueléticos, literalmente a criança fica toda torta. O dia que alguém vir, vai ponderar duas vezes sobre os números que postei aqui.

    Lembrando : Gestação de baixo risco pode se transformar num parto de alto risco em questão de SEGUNDOS. Sem avisar. Li na Internet um caso de uma mulher que foi ter filho em casa de parto, na hora H teve descolamento prematuro de placenta e no tempo que levou pra remover, o filho evoluiu com paralisia cerebral. Quem quiser correr o risco, fique a vontade !!

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    De certa forma eu já previa que a reação seria esta. Afinal, como eu já disse, em 85% dos partos, não é preciso nem médico, nem enfermeira, nem casa de parto, nem nada… Até por isso a humanidade chegou até aqui.

    O Site do CREMESP, conforme pesquisei, já recebeu várias denúncias sobre partos que evoluiram desfavoravelmente. Não é tão simples assim a questão da remoção. Algumas questionaram o fato de eu ser ortopedista. Pois bem, a posição da FEBRASGO (que regula a Gineco-Obstetrícia no Brasil) pelo que vi, é a mesma que a minha.

    Outra coisa : Por ser ortopedista, eu tenho contato com crianças com paralisia cerebral, sequela de uma hipóxia cerebral. É algo muito triste, além do retardo mental, acontecem vários problemas músculo-esqueléticos, literalmente a criança fica toda torta. O dia que alguém vir, vai ponderar duas vezes sobre os números que postei aqui.

    Lembrando : Gestação de baixo risco pode se transformar num parto de alto risco em questão de SEGUNDOS. Sem avisar. Li na Internet um caso de uma mulher que foi ter filho em casa de parto, na hora H teve descolamento prematuro de placenta e no tempo que levou pra remover, o filho evoluiu com paralisia cerebral. Quem quiser correr o risco, fique a vontade !!

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    De certa forma eu já previa que a reação seria esta. Afinal, como eu já disse, em 85% dos partos, não é preciso nem médico, nem enfermeira, nem casa de parto, nem nada… Até por isso a humanidade chegou até aqui.

    O Site do CREMESP, conforme pesquisei, já recebeu várias denúncias sobre partos que evoluiram desfavoravelmente. Não é tão simples assim a questão da remoção. Algumas questionaram o fato de eu ser ortopedista. Pois bem, a posição da FEBRASGO (que regula a Gineco-Obstetrícia no Brasil) pelo que vi, é a mesma que a minha.

    Outra coisa : Por ser ortopedista, eu tenho contato com crianças com paralisia cerebral, sequela de uma hipóxia cerebral. É algo muito triste, além do retardo mental, acontecem vários problemas músculo-esqueléticos, literalmente a criança fica toda torta. O dia que alguém vir, vai ponderar duas vezes sobre os números que postei aqui.

    Lembrando : Gestação de baixo risco pode se transformar num parto de alto risco em questão de SEGUNDOS. Sem avisar. Li na Internet um caso de uma mulher que foi ter filho em casa de parto, na hora H teve descolamento prematuro de placenta e no tempo que levou pra remover, o filho evoluiu com paralisia cerebral. Quem quiser correr o risco, fique a vontade !!

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    De certa forma eu já previa que a reação seria esta. Afinal, como eu já disse, em 85% dos partos, não é preciso nem médico, nem enfermeira, nem casa de parto, nem nada… Até por isso a humanidade chegou até aqui.

    O Site do CREMESP, conforme pesquisei, já recebeu várias denúncias sobre partos que evoluiram desfavoravelmente. Não é tão simples assim a questão da remoção. Algumas questionaram o fato de eu ser ortopedista. Pois bem, a posição da FEBRASGO (que regula a Gineco-Obstetrícia no Brasil) pelo que vi, é a mesma que a minha.

    Outra coisa : Por ser ortopedista, eu tenho contato com crianças com paralisia cerebral, sequela de uma hipóxia cerebral. É algo muito triste, além do retardo mental, acontecem vários problemas músculo-esqueléticos, literalmente a criança fica toda torta. O dia que alguém vir, vai ponderar duas vezes sobre os números que postei aqui.

    Lembrando : Gestação de baixo risco pode se transformar num parto de alto risco em questão de SEGUNDOS. Sem avisar. Li na Internet um caso de uma mulher que foi ter filho em casa de parto, na hora H teve descolamento prematuro de placenta e no tempo que levou pra remover, o filho evoluiu com paralisia cerebral. Quem quiser correr o risco, fique a vontade !!

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    De certa forma eu já previa que a reação seria esta. Afinal, como eu já disse, em 85% dos partos, não é preciso nem médico, nem enfermeira, nem casa de parto, nem nada… Até por isso a humanidade chegou até aqui.

    O Site do CREMESP, conforme pesquisei, já recebeu várias denúncias sobre partos que evoluiram desfavoravelmente. Não é tão simples assim a questão da remoção. Algumas questionaram o fato de eu ser ortopedista. Pois bem, a posição da FEBRASGO (que regula a Gineco-Obstetrícia no Brasil) pelo que vi, é a mesma que a minha.

    Outra coisa : Por ser ortopedista, eu tenho contato com crianças com paralisia cerebral, sequela de uma hipóxia cerebral. É algo muito triste, além do retardo mental, acontecem vários problemas músculo-esqueléticos, literalmente a criança fica toda torta. O dia que alguém vir, vai ponderar duas vezes sobre os números que postei aqui.

    Lembrando : Gestação de baixo risco pode se transformar num parto de alto risco em questão de SEGUNDOS. Sem avisar. Li na Internet um caso de uma mulher que foi ter filho em casa de parto, na hora H teve descolamento prematuro de placenta e no tempo que levou pra remover, o filho evoluiu com paralisia cerebral. Quem quiser correr o risco, fique a vontade !!

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Carla, eu também tô tentando entender onde fiz “apologia ao parto cesáreo”. No calor da exaltação, eu já imaginava que iriam passar batido pelo segundo parágrafo do texto. Lamento.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Carla, eu também tô tentando entender onde fiz “apologia ao parto cesáreo”. No calor da exaltação, eu já imaginava que iriam passar batido pelo segundo parágrafo do texto. Lamento.

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    Carla, eu também tô tentando entender onde fiz “apologia ao parto cesáreo”. No calor da exaltação, eu já imaginava que iriam passar batido pelo segundo parágrafo do texto. Lamento.

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    Carla, eu também tô tentando entender onde fiz “apologia ao parto cesáreo”. No calor da exaltação, eu já imaginava que iriam passar batido pelo segundo parágrafo do texto. Lamento.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Carla, eu também tô tentando entender onde fiz “apologia ao parto cesáreo”. No calor da exaltação, eu já imaginava que iriam passar batido pelo segundo parágrafo do texto. Lamento.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Carla, eu também tô tentando entender onde fiz “apologia ao parto cesáreo”. No calor da exaltação, eu já imaginava que iriam passar batido pelo segundo parágrafo do texto. Lamento.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Dr Health

    Carla, eu também tô tentando entender onde fiz “apologia ao parto cesáreo”. No calor da exaltação, eu já imaginava que iriam passar batido pelo segundo parágrafo do texto. Lamento.

  • http://www.papodehomem.com.br Dr Health

    Carla, eu também tô tentando entender onde fiz “apologia ao parto cesáreo”. No calor da exaltação, eu já imaginava que iriam passar batido pelo segundo parágrafo do texto. Lamento.

  • http://paralembrarouesquecer.blogspot.com/ Carla

    Pois é, fiz questão de reler o texto (mais de uma vez!).
    Entendi desde o início como seu ponto de vista como médico, com embasamento teórico em informações verdadeiras. Não é falácea científica o que tem escrito.
    Claro que quem lê tem direito de discordar, mas respeito é bom e todo mundo gosta…

    o/

  • http://paralembrarouesquecer.blogspot.com/ Carla

    Pois é, fiz questão de reler o texto (mais de uma vez!).
    Entendi desde o início como seu ponto de vista como médico, com embasamento teórico em informações verdadeiras. Não é falácea científica o que tem escrito.
    Claro que quem lê tem direito de discordar, mas respeito é bom e todo mundo gosta…

    o/

  • http://paralembrarouesquecer.blogspot.com/ Carla

    Pois é, fiz questão de reler o texto (mais de uma vez!).
    Entendi desde o início como seu ponto de vista como médico, com embasamento teórico em informações verdadeiras. Não é falácea científica o que tem escrito.
    Claro que quem lê tem direito de discordar, mas respeito é bom e todo mundo gosta…

    o/

  • http://paralembrarouesquecer.blogspot.com/ Carla

    Pois é, fiz questão de reler o texto (mais de uma vez!).
    Entendi desde o início como seu ponto de vista como médico, com embasamento teórico em informações verdadeiras. Não é falácea científica o que tem escrito.
    Claro que quem lê tem direito de discordar, mas respeito é bom e todo mundo gosta…

    o/

  • http://paralembrarouesquecer.blogspot.com/ Carla

    Pois é, fiz questão de reler o texto (mais de uma vez!).
    Entendi desde o início como seu ponto de vista como médico, com embasamento teórico em informações verdadeiras. Não é falácea científica o que tem escrito.
    Claro que quem lê tem direito de discordar, mas respeito é bom e todo mundo gosta…

    o/

  • http://paralembrarouesquecer.blogspot.com/ Carla

    Pois é, fiz questão de reler o texto (mais de uma vez!).
    Entendi desde o início como seu ponto de vista como médico, com embasamento teórico em informações verdadeiras. Não é falácea científica o que tem escrito.
    Claro que quem lê tem direito de discordar, mas respeito é bom e todo mundo gosta…

    o/

  • http://paralembrarouesquecer.blogspot.com Carla

    Pois é, fiz questão de reler o texto (mais de uma vez!).
    Entendi desde o início como seu ponto de vista como médico, com embasamento teórico em informações verdadeiras. Não é falácea científica o que tem escrito.
    Claro que quem lê tem direito de discordar, mas respeito é bom e todo mundo gosta…

    o/

  • aquarius(mariachi)

    Doutore, todas as informações e apontamentos científicos necessários já foram apresentados, não há o que falar mais, o risco é delas…
    Você fez certo man, relaxe.

    Carla: Você parece ser uma pessoa bem equilibrada, show de bola. Parabens!

  • aquarius(mariachi)

    Doutore, todas as informações e apontamentos científicos necessários já foram apresentados, não há o que falar mais, o risco é delas…
    Você fez certo man, relaxe.

    Carla: Você parece ser uma pessoa bem equilibrada, show de bola. Parabens!

  • aquarius(mariachi)

    Doutore, todas as informações e apontamentos científicos necessários já foram apresentados, não há o que falar mais, o risco é delas…
    Você fez certo man, relaxe.

    Carla: Você parece ser uma pessoa bem equilibrada, show de bola. Parabens!

  • aquarius(mariachi)

    Doutore, todas as informações e apontamentos científicos necessários já foram apresentados, não há o que falar mais, o risco é delas…
    Você fez certo man, relaxe.

    Carla: Você parece ser uma pessoa bem equilibrada, show de bola. Parabens!

  • aquarius(mariachi)

    Doutore, todas as informações e apontamentos científicos necessários já foram apresentados, não há o que falar mais, o risco é delas…
    Você fez certo man, relaxe.

    Carla: Você parece ser uma pessoa bem equilibrada, show de bola. Parabens!

  • aquarius(mariachi)

    Doutore, todas as informações e apontamentos científicos necessários já foram apresentados, não há o que falar mais, o risco é delas…
    Você fez certo man, relaxe.

    Carla: Você parece ser uma pessoa bem equilibrada, show de bola. Parabens!

  • Alexandra

    Oi Bom dia,

    Tive duas filhas, PARI duas filhas, sei PARIR, também tenho formação universitária, tenho antes de mais nada confiança no meu saudável corpo, e principalmente, não sou uma pessoa medrosa nem facilmente impressionável.

    Na minha existência não houve necessidade de intervenção cirúrgica em meus partos, nos partos de minha mãe, no parto de minha irmã, nos partos de minha avó (foram 10 e domiciliares e ela não teve prolapso uterino ou quaisquer sequelas provenientes de parto – nem entre seus 10 filhos teve algum com hipoxia cerebral) – quais são as circunstâncias, de que forma estava sendo acompanhada, como era o estado psicológico da mulher e dos profissionais que vivenciaram o nascimento de um BB com hipoxia cerebral? – um bom pesquisador deve levar em consideração todas estas variáveis em questão).

    Obviamente somando meu histórico ascendente, desde meus primórdios ascendentes (a primeira e o primeiro Homo sapiens) até minha existência (já que estou viva) e já vivenciei 2 partos DOMICILIARES, não houve entre nós nenhuma mulher que não soubesse PARIR e por isso, minha espécie existe há milhões de anos, e somente minha irmã e minha mãe foram ao Hospital para parir.
    Eu tenho formação acadêmica diferente de minha mãe e minha irmã, na faculdade estudei fisiologia animal, neurofisiologia, filosofia, e diferentes cadeiras das Ciências Exatas, Humanas e Biológicas que me ampliaram o conhecimento sobre meu próprio corpo e minha visão em relação aos fatos cotidianos.
    Ao ficar grávida, só tinha uma certeza: queria um parto fisiológico. Fiz acompanhamento pré-natal e cada vez me certificava de minha sanidade física e mental, através dos exames clínicos e de um acompanhamento psicológico que me empoderava cada dia um pouco mais, e portanto a certeza se consolidava quero um PARTO FISIOLÓGICO ! Não queria correr o risco de ser acompanhada por uma enfermeira que poderia estar estressada com o cotidiano hospitalar com o caos da saúde brasileira, não queria ser acompanhada por um médico que tem pressa de partir para outro trabalho, ou que não tem sensibilidade em “sacar” (pq não teve formação psicológica para lidar com mulher gestante – conhecem as disciplinas pelas quais os médicos passam na facul? é multidisciplinar? Dr. Health se puder me indique, gostaria de saber mais pq muitos médicos – afinal não são todos – tem dificuldade psicológica em lidar com mulheres parturientes), enfim, queria saber exatamente quem seriam as figuras que estariam ao meu lado, o que elas sabem além da técnica em acompanhar um parto, p ex, se sacasse ser acompanhada por alguma pessoa machista, fosse homem ou mulher, não conseguir confiar na competência profissional da pessoa, MACHISMO e BURRICE são parceiros, se percebe ser também uma pessoa medrosa ou que não confiasse em mim também não ia rolar, mas em hospital não se escolher por quem vai ser atendido, o local tem um procedimento e pronto. Portanto, percebi logo, eu sei que SEI PARIR, não vou de jeito nenhum correr o risco de ser mal tratada, ficar nervosa, travar a musculatura e a mente e impedir o processo de parto fisiológico sadio e acabar numa cirurgia, pra que cortar minha barriga, várias camadas de membranas? Sou saudável, e não correria este risco, meu parto era meu e ninguém tascava a mão para estraga-lo, de jeito nenhum, procurei profissionais com o meu perfil de formação e afinidades com a Vida com as quais eu tenho e levei para MINHA CASA, levei sim e foi uma maravilha, tive todo carinho atenção e competência, sem medos ou traumas, as BBs nasceram ótimas tranqüilas sem berrarem, sem tapa na bunda sem holofotes rasgando nossos olhos, pude ficar à vontade apenas com as pessoas que eu queria e recebe TODO RESPEITO que queria, isso é bom demais, compreendo que muitos jamais vou entender, mas muitos vão começam a repensar o que já ouviram os tabus que absorveram e outros (muitos) entendem absolutamente bem o que escrevo, experimentaram o MESMO RESPEITO (e competência) que recebi e nos encontraremos por aí, pelas ruas, pelos encontros, pelas festas que sempre fazemos por esse mundo novo que estamos construindo com mais prazer, respeito, competência, sem medos e ignorância.

    Bem vindos a um novo tempo e o jeito de cada mulher lidar com seu estado neurofisiológico.

    Alexandra

  • Alexandra

    Oi Bom dia,

    Tive duas filhas, PARI duas filhas, sei PARIR, também tenho formação universitária, tenho antes de mais nada confiança no meu saudável corpo, e principalmente, não sou uma pessoa medrosa nem facilmente impressionável.

    Na minha existência não houve necessidade de intervenção cirúrgica em meus partos, nos partos de minha mãe, no parto de minha irmã, nos partos de minha avó (foram 10 e domiciliares e ela não teve prolapso uterino ou quaisquer sequelas provenientes de parto – nem entre seus 10 filhos teve algum com hipoxia cerebral) – quais são as circunstâncias, de que forma estava sendo acompanhada, como era o estado psicológico da mulher e dos profissionais que vivenciaram o nascimento de um BB com hipoxia cerebral? – um bom pesquisador deve levar em consideração todas estas variáveis em questão).

    Obviamente somando meu histórico ascendente, desde meus primórdios ascendentes (a primeira e o primeiro Homo sapiens) até minha existência (já que estou viva) e já vivenciei 2 partos DOMICILIARES, não houve entre nós nenhuma mulher que não soubesse PARIR e por isso, minha espécie existe há milhões de anos, e somente minha irmã e minha mãe foram ao Hospital para parir.
    Eu tenho formação acadêmica diferente de minha mãe e minha irmã, na faculdade estudei fisiologia animal, neurofisiologia, filosofia, e diferentes cadeiras das Ciências Exatas, Humanas e Biológicas que me ampliaram o conhecimento sobre meu próprio corpo e minha visão em relação aos fatos cotidianos.
    Ao ficar grávida, só tinha uma certeza: queria um parto fisiológico. Fiz acompanhamento pré-natal e cada vez me certificava de minha sanidade física e mental, através dos exames clínicos e de um acompanhamento psicológico que me empoderava cada dia um pouco mais, e portanto a certeza se consolidava quero um PARTO FISIOLÓGICO ! Não queria correr o risco de ser acompanhada por uma enfermeira que poderia estar estressada com o cotidiano hospitalar com o caos da saúde brasileira, não queria ser acompanhada por um médico que tem pressa de partir para outro trabalho, ou que não tem sensibilidade em “sacar” (pq não teve formação psicológica para lidar com mulher gestante – conhecem as disciplinas pelas quais os médicos passam na facul? é multidisciplinar? Dr. Health se puder me indique, gostaria de saber mais pq muitos médicos – afinal não são todos – tem dificuldade psicológica em lidar com mulheres parturientes), enfim, queria saber exatamente quem seriam as figuras que estariam ao meu lado, o que elas sabem além da técnica em acompanhar um parto, p ex, se sacasse ser acompanhada por alguma pessoa machista, fosse homem ou mulher, não conseguir confiar na competência profissional da pessoa, MACHISMO e BURRICE são parceiros, se percebe ser também uma pessoa medrosa ou que não confiasse em mim também não ia rolar, mas em hospital não se escolher por quem vai ser atendido, o local tem um procedimento e pronto. Portanto, percebi logo, eu sei que SEI PARIR, não vou de jeito nenhum correr o risco de ser mal tratada, ficar nervosa, travar a musculatura e a mente e impedir o processo de parto fisiológico sadio e acabar numa cirurgia, pra que cortar minha barriga, várias camadas de membranas? Sou saudável, e não correria este risco, meu parto era meu e ninguém tascava a mão para estraga-lo, de jeito nenhum, procurei profissionais com o meu perfil de formação e afinidades com a Vida com as quais eu tenho e levei para MINHA CASA, levei sim e foi uma maravilha, tive todo carinho atenção e competência, sem medos ou traumas, as BBs nasceram ótimas tranqüilas sem berrarem, sem tapa na bunda sem holofotes rasgando nossos olhos, pude ficar à vontade apenas com as pessoas que eu queria e recebe TODO RESPEITO que queria, isso é bom demais, compreendo que muitos jamais vou entender, mas muitos vão começam a repensar o que já ouviram os tabus que absorveram e outros (muitos) entendem absolutamente bem o que escrevo, experimentaram o MESMO RESPEITO (e competência) que recebi e nos encontraremos por aí, pelas ruas, pelos encontros, pelas festas que sempre fazemos por esse mundo novo que estamos construindo com mais prazer, respeito, competência, sem medos e ignorância.

    Bem vindos a um novo tempo e o jeito de cada mulher lidar com seu estado neurofisiológico.

    Alexandra

  • Alexandra

    Oi Bom dia,

    Tive duas filhas, PARI duas filhas, sei PARIR, também tenho formação universitária, tenho antes de mais nada confiança no meu saudável corpo, e principalmente, não sou uma pessoa medrosa nem facilmente impressionável.

    Na minha existência não houve necessidade de intervenção cirúrgica em meus partos, nos partos de minha mãe, no parto de minha irmã, nos partos de minha avó (foram 10 e domiciliares e ela não teve prolapso uterino ou quaisquer sequelas provenientes de parto – nem entre seus 10 filhos teve algum com hipoxia cerebral) – quais são as circunstâncias, de que forma estava sendo acompanhada, como era o estado psicológico da mulher e dos profissionais que vivenciaram o nascimento de um BB com hipoxia cerebral? – um bom pesquisador deve levar em consideração todas estas variáveis em questão).

    Obviamente somando meu histórico ascendente, desde meus primórdios ascendentes (a primeira e o primeiro Homo sapiens) até minha existência (já que estou viva) e já vivenciei 2 partos DOMICILIARES, não houve entre nós nenhuma mulher que não soubesse PARIR e por isso, minha espécie existe há milhões de anos, e somente minha irmã e minha mãe foram ao Hospital para parir.
    Eu tenho formação acadêmica diferente de minha mãe e minha irmã, na faculdade estudei fisiologia animal, neurofisiologia, filosofia, e diferentes cadeiras das Ciências Exatas, Humanas e Biológicas que me ampliaram o conhecimento sobre meu próprio corpo e minha visão em relação aos fatos cotidianos.
    Ao ficar grávida, só tinha uma certeza: queria um parto fisiológico. Fiz acompanhamento pré-natal e cada vez me certificava de minha sanidade física e mental, através dos exames clínicos e de um acompanhamento psicológico que me empoderava cada dia um pouco mais, e portanto a certeza se consolidava quero um PARTO FISIOLÓGICO ! Não queria correr o risco de ser acompanhada por uma enfermeira que poderia estar estressada com o cotidiano hospitalar com o caos da saúde brasileira, não queria ser acompanhada por um médico que tem pressa de partir para outro trabalho, ou que não tem sensibilidade em “sacar” (pq não teve formação psicológica para lidar com mulher gestante – conhecem as disciplinas pelas quais os médicos passam na facul? é multidisciplinar? Dr. Health se puder me indique, gostaria de saber mais pq muitos médicos – afinal não são todos – tem dificuldade psicológica em lidar com mulheres parturientes), enfim, queria saber exatamente quem seriam as figuras que estariam ao meu lado, o que elas sabem além da técnica em acompanhar um parto, p ex, se sacasse ser acompanhada por alguma pessoa machista, fosse homem ou mulher, não conseguir confiar na competência profissional da pessoa, MACHISMO e BURRICE são parceiros, se percebe ser também uma pessoa medrosa ou que não confiasse em mim também não ia rolar, mas em hospital não se escolher por quem vai ser atendido, o local tem um procedimento e pronto. Portanto, percebi logo, eu sei que SEI PARIR, não vou de jeito nenhum correr o risco de ser mal tratada, ficar nervosa, travar a musculatura e a mente e impedir o processo de parto fisiológico sadio e acabar numa cirurgia, pra que cortar minha barriga, várias camadas de membranas? Sou saudável, e não correria este risco, meu parto era meu e ninguém tascava a mão para estraga-lo, de jeito nenhum, procurei profissionais com o meu perfil de formação e afinidades com a Vida com as quais eu tenho e levei para MINHA CASA, levei sim e foi uma maravilha, tive todo carinho atenção e competência, sem medos ou traumas, as BBs nasceram ótimas tranqüilas sem berrarem, sem tapa na bunda sem holofotes rasgando nossos olhos, pude ficar à vontade apenas com as pessoas que eu queria e recebe TODO RESPEITO que queria, isso é bom demais, compreendo que muitos jamais vou entender, mas muitos vão começam a repensar o que já ouviram os tabus que absorveram e outros (muitos) entendem absolutamente bem o que escrevo, experimentaram o MESMO RESPEITO (e competência) que recebi e nos encontraremos por aí, pelas ruas, pelos encontros, pelas festas que sempre fazemos por esse mundo novo que estamos construindo com mais prazer, respeito, competência, sem medos e ignorância.

    Bem vindos a um novo tempo e o jeito de cada mulher lidar com seu estado neurofisiológico.

    Alexandra

  • Alexandra

    Oi Bom dia,

    Tive duas filhas, PARI duas filhas, sei PARIR, também tenho formação universitária, tenho antes de mais nada confiança no meu saudável corpo, e principalmente, não sou uma pessoa medrosa nem facilmente impressionável.

    Na minha existência não houve necessidade de intervenção cirúrgica em meus partos, nos partos de minha mãe, no parto de minha irmã, nos partos de minha avó (foram 10 e domiciliares e ela não teve prolapso uterino ou quaisquer sequelas provenientes de parto – nem entre seus 10 filhos teve algum com hipoxia cerebral) – quais são as circunstâncias, de que forma estava sendo acompanhada, como era o estado psicológico da mulher e dos profissionais que vivenciaram o nascimento de um BB com hipoxia cerebral? – um bom pesquisador deve levar em consideração todas estas variáveis em questão).

    Obviamente somando meu histórico ascendente, desde meus primórdios ascendentes (a primeira e o primeiro Homo sapiens) até minha existência (já que estou viva) e já vivenciei 2 partos DOMICILIARES, não houve entre nós nenhuma mulher que não soubesse PARIR e por isso, minha espécie existe há milhões de anos, e somente minha irmã e minha mãe foram ao Hospital para parir.
    Eu tenho formação acadêmica diferente de minha mãe e minha irmã, na faculdade estudei fisiologia animal, neurofisiologia, filosofia, e diferentes cadeiras das Ciências Exatas, Humanas e Biológicas que me ampliaram o conhecimento sobre meu próprio corpo e minha visão em relação aos fatos cotidianos.
    Ao ficar grávida, só tinha uma certeza: queria um parto fisiológico. Fiz acompanhamento pré-natal e cada vez me certificava de minha sanidade física e mental, através dos exames clínicos e de um acompanhamento psicológico que me empoderava cada dia um pouco mais, e portanto a certeza se consolidava quero um PARTO FISIOLÓGICO ! Não queria correr o risco de ser acompanhada por uma enfermeira que poderia estar estressada com o cotidiano hospitalar com o caos da saúde brasileira, não queria ser acompanhada por um médico que tem pressa de partir para outro trabalho, ou que não tem sensibilidade em “sacar” (pq não teve formação psicológica para lidar com mulher gestante – conhecem as disciplinas pelas quais os médicos passam na facul? é multidisciplinar? Dr. Health se puder me indique, gostaria de saber mais pq muitos médicos – afinal não são todos – tem dificuldade psicológica em lidar com mulheres parturientes), enfim, queria saber exatamente quem seriam as figuras que estariam ao meu lado, o que elas sabem além da técnica em acompanhar um parto, p ex, se sacasse ser acompanhada por alguma pessoa machista, fosse homem ou mulher, não conseguir confiar na competência profissional da pessoa, MACHISMO e BURRICE são parceiros, se percebe ser também uma pessoa medrosa ou que não confiasse em mim também não ia rolar, mas em hospital não se escolher por quem vai ser atendido, o local tem um procedimento e pronto. Portanto, percebi logo, eu sei que SEI PARIR, não vou de jeito nenhum correr o risco de ser mal tratada, ficar nervosa, travar a musculatura e a mente e impedir o processo de parto fisiológico sadio e acabar numa cirurgia, pra que cortar minha barriga, várias camadas de membranas? Sou saudável, e não correria este risco, meu parto era meu e ninguém tascava a mão para estraga-lo, de jeito nenhum, procurei profissionais com o meu perfil de formação e afinidades com a Vida com as quais eu tenho e levei para MINHA CASA, levei sim e foi uma maravilha, tive todo carinho atenção e competência, sem medos ou traumas, as BBs nasceram ótimas tranqüilas sem berrarem, sem tapa na bunda sem holofotes rasgando nossos olhos, pude ficar à vontade apenas com as pessoas que eu queria e recebe TODO RESPEITO que queria, isso é bom demais, compreendo que muitos jamais vou entender, mas muitos vão começam a repensar o que já ouviram os tabus que absorveram e outros (muitos) entendem absolutamente bem o que escrevo, experimentaram o MESMO RESPEITO (e competência) que recebi e nos encontraremos por aí, pelas ruas, pelos encontros, pelas festas que sempre fazemos por esse mundo novo que estamos construindo com mais prazer, respeito, competência, sem medos e ignorância.

    Bem vindos a um novo tempo e o jeito de cada mulher lidar com seu estado neurofisiológico.

    Alexandra

  • Alexandra

    Oi Bom dia,

    Tive duas filhas, PARI duas filhas, sei PARIR, também tenho formação universitária, tenho antes de mais nada confiança no meu saudável corpo, e principalmente, não sou uma pessoa medrosa nem facilmente impressionável.

    Na minha existência não houve necessidade de intervenção cirúrgica em meus partos, nos partos de minha mãe, no parto de minha irmã, nos partos de minha avó (foram 10 e domiciliares e ela não teve prolapso uterino ou quaisquer sequelas provenientes de parto – nem entre seus 10 filhos teve algum com hipoxia cerebral) – quais são as circunstâncias, de que forma estava sendo acompanhada, como era o estado psicológico da mulher e dos profissionais que vivenciaram o nascimento de um BB com hipoxia cerebral? – um bom pesquisador deve levar em consideração todas estas variáveis em questão).

    Obviamente somando meu histórico ascendente, desde meus primórdios ascendentes (a primeira e o primeiro Homo sapiens) até minha existência (já que estou viva) e já vivenciei 2 partos DOMICILIARES, não houve entre nós nenhuma mulher que não soubesse PARIR e por isso, minha espécie existe há milhões de anos, e somente minha irmã e minha mãe foram ao Hospital para parir.
    Eu tenho formação acadêmica diferente de minha mãe e minha irmã, na faculdade estudei fisiologia animal, neurofisiologia, filosofia, e diferentes cadeiras das Ciências Exatas, Humanas e Biológicas que me ampliaram o conhecimento sobre meu próprio corpo e minha visão em relação aos fatos cotidianos.
    Ao ficar grávida, só tinha uma certeza: queria um parto fisiológico. Fiz acompanhamento pré-natal e cada vez me certificava de minha sanidade física e mental, através dos exames clínicos e de um acompanhamento psicológico que me empoderava cada dia um pouco mais, e portanto a certeza se consolidava quero um PARTO FISIOLÓGICO ! Não queria correr o risco de ser acompanhada por uma enfermeira que poderia estar estressada com o cotidiano hospitalar com o caos da saúde brasileira, não queria ser acompanhada por um médico que tem pressa de partir para outro trabalho, ou que não tem sensibilidade em “sacar” (pq não teve formação psicológica para lidar com mulher gestante – conhecem as disciplinas pelas quais os médicos passam na facul? é multidisciplinar? Dr. Health se puder me indique, gostaria de saber mais pq muitos médicos – afinal não são todos – tem dificuldade psicológica em lidar com mulheres parturientes), enfim, queria saber exatamente quem seriam as figuras que estariam ao meu lado, o que elas sabem além da técnica em acompanhar um parto, p ex, se sacasse ser acompanhada por alguma pessoa machista, fosse homem ou mulher, não conseguir confiar na competência profissional da pessoa, MACHISMO e BURRICE são parceiros, se percebe ser também uma pessoa medrosa ou que não confiasse em mim também não ia rolar, mas em hospital não se escolher por quem vai ser atendido, o local tem um procedimento e pronto. Portanto, percebi logo, eu sei que SEI PARIR, não vou de jeito nenhum correr o risco de ser mal tratada, ficar nervosa, travar a musculatura e a mente e impedir o processo de parto fisiológico sadio e acabar numa cirurgia, pra que cortar minha barriga, várias camadas de membranas? Sou saudável, e não correria este risco, meu parto era meu e ninguém tascava a mão para estraga-lo, de jeito nenhum, procurei profissionais com o meu perfil de formação e afinidades com a Vida com as quais eu tenho e levei para MINHA CASA, levei sim e foi uma maravilha, tive todo carinho atenção e competência, sem medos ou traumas, as BBs nasceram ótimas tranqüilas sem berrarem, sem tapa na bunda sem holofotes rasgando nossos olhos, pude ficar à vontade apenas com as pessoas que eu queria e recebe TODO RESPEITO que queria, isso é bom demais, compreendo que muitos jamais vou entender, mas muitos vão começam a repensar o que já ouviram os tabus que absorveram e outros (muitos) entendem absolutamente bem o que escrevo, experimentaram o MESMO RESPEITO (e competência) que recebi e nos encontraremos por aí, pelas ruas, pelos encontros, pelas festas que sempre fazemos por esse mundo novo que estamos construindo com mais prazer, respeito, competência, sem medos e ignorância.

    Bem vindos a um novo tempo e o jeito de cada mulher lidar com seu estado neurofisiológico.

    Alexandra

  • Alexandra

    Oi Bom dia,

    Tive duas filhas, PARI duas filhas, sei PARIR, também tenho formação universitária, tenho antes de mais nada confiança no meu saudável corpo, e principalmente, não sou uma pessoa medrosa nem facilmente impressionável.

    Na minha existência não houve necessidade de intervenção cirúrgica em meus partos, nos partos de minha mãe, no parto de minha irmã, nos partos de minha avó (foram 10 e domiciliares e ela não teve prolapso uterino ou quaisquer sequelas provenientes de parto – nem entre seus 10 filhos teve algum com hipoxia cerebral) – quais são as circunstâncias, de que forma estava sendo acompanhada, como era o estado psicológico da mulher e dos profissionais que vivenciaram o nascimento de um BB com hipoxia cerebral? – um bom pesquisador deve levar em consideração todas estas variáveis em questão).

    Obviamente somando meu histórico ascendente, desde meus primórdios ascendentes (a primeira e o primeiro Homo sapiens) até minha existência (já que estou viva) e já vivenciei 2 partos DOMICILIARES, não houve entre nós nenhuma mulher que não soubesse PARIR e por isso, minha espécie existe há milhões de anos, e somente minha irmã e minha mãe foram ao Hospital para parir.
    Eu tenho formação acadêmica diferente de minha mãe e minha irmã, na faculdade estudei fisiologia animal, neurofisiologia, filosofia, e diferentes cadeiras das Ciências Exatas, Humanas e Biológicas que me ampliaram o conhecimento sobre meu próprio corpo e minha visão em relação aos fatos cotidianos.
    Ao ficar grávida, só tinha uma certeza: queria um parto fisiológico. Fiz acompanhamento pré-natal e cada vez me certificava de minha sanidade física e mental, através dos exames clínicos e de um acompanhamento psicológico que me empoderava cada dia um pouco mais, e portanto a certeza se consolidava quero um PARTO FISIOLÓGICO ! Não queria correr o risco de ser acompanhada por uma enfermeira que poderia estar estressada com o cotidiano hospitalar com o caos da saúde brasileira, não queria ser acompanhada por um médico que tem pressa de partir para outro trabalho, ou que não tem sensibilidade em “sacar” (pq não teve formação psicológica para lidar com mulher gestante – conhecem as disciplinas pelas quais os médicos passam na facul? é multidisciplinar? Dr. Health se puder me indique, gostaria de saber mais pq muitos médicos – afinal não são todos – tem dificuldade psicológica em lidar com mulheres parturientes), enfim, queria saber exatamente quem seriam as figuras que estariam ao meu lado, o que elas sabem além da técnica em acompanhar um parto, p ex, se sacasse ser acompanhada por alguma pessoa machista, fosse homem ou mulher, não conseguir confiar na competência profissional da pessoa, MACHISMO e BURRICE são parceiros, se percebe ser também uma pessoa medrosa ou que não confiasse em mim também não ia rolar, mas em hospital não se escolher por quem vai ser atendido, o local tem um procedimento e pronto. Portanto, percebi logo, eu sei que SEI PARIR, não vou de jeito nenhum correr o risco de ser mal tratada, ficar nervosa, travar a musculatura e a mente e impedir o processo de parto fisiológico sadio e acabar numa cirurgia, pra que cortar minha barriga, várias camadas de membranas? Sou saudável, e não correria este risco, meu parto era meu e ninguém tascava a mão para estraga-lo, de jeito nenhum, procurei profissionais com o meu perfil de formação e afinidades com a Vida com as quais eu tenho e levei para MINHA CASA, levei sim e foi uma maravilha, tive todo carinho atenção e competência, sem medos ou traumas, as BBs nasceram ótimas tranqüilas sem berrarem, sem tapa na bunda sem holofotes rasgando nossos olhos, pude ficar à vontade apenas com as pessoas que eu queria e recebe TODO RESPEITO que queria, isso é bom demais, compreendo que muitos jamais vou entender, mas muitos vão começam a repensar o que já ouviram os tabus que absorveram e outros (muitos) entendem absolutamente bem o que escrevo, experimentaram o MESMO RESPEITO (e competência) que recebi e nos encontraremos por aí, pelas ruas, pelos encontros, pelas festas que sempre fazemos por esse mundo novo que estamos construindo com mais prazer, respeito, competência, sem medos e ignorância.

    Bem vindos a um novo tempo e o jeito de cada mulher lidar com seu estado neurofisiológico.

    Alexandra

  • Alexandra

    Oi Bom dia,

    Tive duas filhas, PARI duas filhas, sei PARIR, também tenho formação universitária, tenho antes de mais nada confiança no meu saudável corpo, e principalmente, não sou uma pessoa medrosa nem facilmente impressionável.

    Na minha existência não houve necessidade de intervenção cirúrgica em meus partos, nos partos de minha mãe, no parto de minha irmã, nos partos de minha avó (foram 10 e domiciliares e ela não teve prolapso uterino ou quaisquer sequelas provenientes de parto – nem entre seus 10 filhos teve algum com hipoxia cerebral) – quais são as circunstâncias, de que forma estava sendo acompanhada, como era o estado psicológico da mulher e dos profissionais que vivenciaram o nascimento de um BB com hipoxia cerebral? – um bom pesquisador deve levar em consideração todas estas variáveis em questão).

    Obviamente somando meu histórico ascendente, desde meus primórdios ascendentes (a primeira e o primeiro Homo sapiens) até minha existência (já que estou viva) e já vivenciei 2 partos DOMICILIARES, não houve entre nós nenhuma mulher que não soubesse PARIR e por isso, minha espécie existe há milhões de anos, e somente minha irmã e minha mãe foram ao Hospital para parir.
    Eu tenho formação acadêmica diferente de minha mãe e minha irmã, na faculdade estudei fisiologia animal, neurofisiologia, filosofia, e diferentes cadeiras das Ciências Exatas, Humanas e Biológicas que me ampliaram o conhecimento sobre meu próprio corpo e minha visão em relação aos fatos cotidianos.
    Ao ficar grávida, só tinha uma certeza: queria um parto fisiológico. Fiz acompanhamento pré-natal e cada vez me certificava de minha sanidade física e mental, através dos exames clínicos e de um acompanhamento psicológico que me empoderava cada dia um pouco mais, e portanto a certeza se consolidava quero um PARTO FISIOLÓGICO ! Não queria correr o risco de ser acompanhada por uma enfermeira que poderia estar estressada com o cotidiano hospitalar com o caos da saúde brasileira, não queria ser acompanhada por um médico que tem pressa de partir para outro trabalho, ou que não tem sensibilidade em “sacar” (pq não teve formação psicológica para lidar com mulher gestante – conhecem as disciplinas pelas quais os médicos passam na facul? é multidisciplinar? Dr. Health se puder me indique, gostaria de saber mais pq muitos médicos – afinal não são todos – tem dificuldade psicológica em lidar com mulheres parturientes), enfim, queria saber exatamente quem seriam as figuras que estariam ao meu lado, o que elas sabem além da técnica em acompanhar um parto, p ex, se sacasse ser acompanhada por alguma pessoa machista, fosse homem ou mulher, não conseguir confiar na competência profissional da pessoa, MACHISMO e BURRICE são parceiros, se percebe ser também uma pessoa medrosa ou que não confiasse em mim também não ia rolar, mas em hospital não se escolher por quem vai ser atendido, o local tem um procedimento e pronto. Portanto, percebi logo, eu sei que SEI PARIR, não vou de jeito nenhum correr o risco de ser mal tratada, ficar nervosa, travar a musculatura e a mente e impedir o processo de parto fisiológico sadio e acabar numa cirurgia, pra que cortar minha barriga, várias camadas de membranas? Sou saudável, e não correria este risco, meu parto era meu e ninguém tascava a mão para estraga-lo, de jeito nenhum, procurei profissionais com o meu perfil de formação e afinidades com a Vida com as quais eu tenho e levei para MINHA CASA, levei sim e foi uma maravilha, tive todo carinho atenção e competência, sem medos ou traumas, as BBs nasceram ótimas tranqüilas sem berrarem, sem tapa na bunda sem holofotes rasgando nossos olhos, pude ficar à vontade apenas com as pessoas que eu queria e recebe TODO RESPEITO que queria, isso é bom demais, compreendo que muitos jamais vou entender, mas muitos vão começam a repensar o que já ouviram os tabus que absorveram e outros (muitos) entendem absolutamente bem o que escrevo, experimentaram o MESMO RESPEITO (e competência) que recebi e nos encontraremos por aí, pelas ruas, pelos encontros, pelas festas que sempre fazemos por esse mundo novo que estamos construindo com mais prazer, respeito, competência, sem medos e ignorância.

    Bem vindos a um novo tempo e o jeito de cada mulher lidar com seu estado neurofisiológico.

    Alexandra

  • Adriana Reis

    COMENTÁRIO DO DR. RICARDO JONES SOBRE O ARTIGO DO CREMERJ

    “Caríssimos:

    O documento que critica a assistência ao parto em ambiente não-hospitalar (Opinião: Parto em casa: retrocesso), escrito pela Drª Márcia Rosa de Araújo, presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj), e publicado em jornal de grande circulação no Rio de Janeiro, não poderia ser muito diferente do que se esperava, partindo da expoente local da corporação que se beneficia diretamente com a medicalização do nascimento. Infelizmente repetiu-se a catilinária que estamos acostumados a assistir quando o debate se acerca da assistência ao parto e a autonomia da mulher nas escolhas sobre profissionais e contextos em que ele vai ocorrer.

    Na esperança de encontrar alguma novidade estimulante para o debate mais uma vez eu procurei meus óculos para tentar ler aquelas famosas “letrinhas miúdas” existentes no final de uma publicação qualquer que possua pretensão científica. Sem surpresa, no final do texto não havia nenhuma nota, nenhuma letrinha média, grande ou pequena; o texto da minha nobre colega não traz NENHUMA comprovação das afirmações que apresenta. Nada. Nenhuma informação é baseada nas evidências científicas atualizadas que brotam dos estudos de várias partes do planeta. Absolutamente NADA, como é rotina nas manifestações dos colegas que tratam de um mito profundamente temido por nós obstetras: o parto sem os aparatos mágicos que construíram a nossa profissão às expensas de uma compreensão defectiva da mulher. Nada do que a nobre doutora fala no seu texto pode ser considerado além de uma OPINIÃO pessoal, construída através de anos de profundo temor pelo evento do parto, num absoluto distanciamento do processo natural de trazer vida ao mundo. Nós obstetras somos criados e construídos para ter pavor do evento natural, e moldados para interferir nele mitologicamente através de nossas máquinas e instrumentos para, controlando-o, afastar o medo que dele temos.

    Todas as afirmações da doutora estão afastadas dos estudos que nos mostram a segurança do parto normal realizado em domicílio, inclusive negando exemplos positivos contundentes como os da Holanda, onde 33% das crianças chegam ao nosso convívio na intimidade dos seus lares (com um dos níveis de morbi-mortalidade materna e perinatal dos melhores do mundo), ou mesmo o trabalho de Johnson e Daviss de 2005 – publicado no British Medical Journal – acompanhando mais de 5000 mulheres que tiveram seus filhos em casa, com o auxílio de parteiras profissionais (CPMs), com resultados perinatais iguais ou superiores aos encontrados em hospitais. Além disso, o trabalho de Johnson & Daviss nos demonstra um custo muito menor, com maior satisfação materna, menor morbidade para as mães e recém nascidos, conseqüentemente apresentando taxas mais elevadas de amamentação. Ao mesmo tempo em que minha colega fecha os olhos para as vantagens do parto domiciliar em lugares como os países baixos, também se nega a avaliar a realidade americana de alto investimento em tecnologia – mas que ostenta o vergonhoso posto de 41º país em mortalidade materna – e não reconhece que o Brasil, ao imitar o modelo americano iatrocêntrico (centrado no médico), etiocêntrico (centrado na doença) e hospitalocêntrico (centrado no hospital), só poderá amargar – na melhor das hipóteses – os mesmos resultados ruins que o paradigma americano produz para o nascimento humano.

    Todos os exemplos e os estudos internacionais que falam a favor da melhor qualidade dos partos domiciliares são esquecidos, negados ou sonegados pela colega, que prefere investir na cultura do medo que nega as evidências e mantêm as mulheres amordaçadas e silentes, prisioneiras dos mitos “mutiladores” e “assassinos” relacionados com o parto em casa; nada mais coerente para um paradigma que mantém as mulheres tuteladas e incapacitadas de gerar e parir com liberdade e autonomia.

    Felizmente, outros países menos condicionados às forças do mercado estão acordando para a importância de restituir o protagonismo à mulher, e tomando atitudes determinadas nesta direção. Com esta coragem de mudar e desafiar mitos calcificados pela falta de crítica, a Inglaterra, no ano de 2006, através da liderança de Patricia Hewitt – Ministra da Saúde – propôs uma mudança radical e estratégica na atenção às grávidas, incentivando os partos fora do ambiente hospitalar, exatamente por não haver nenhuma comprovação (em milhares de anos de história) de que os hospitais produzam melhoria nos resultados maternos e perinatais em população de risco habitual. Ao lado disso TODAS as publicações abrangentes que avaliam os riscos da atenção extra-hospitalar ao nascimento com uma metodologia correta apontam na mesma direção: a comprovação de que os partos planejados no domicílio, quando comparados com os hospitalares, apresentam resultados iguais ou melhores na atenção às pacientes pertencentes a este mesmo grupo populacional de risco habitual.

    Restitua-se o parto às mulheres e elas continuarão a revolução libertária. Liberte a mulher e a sociedade inteira se modificará como conseqüência. Não é possível uma sociedade justa e digna quando somos recebidos neste mundo através do arbítrio de mulheres caladas e corpos invadidos. Confiscar das mulheres seus corpos e seus partos e mantê-las reféns de um modelo tecnocrático que NÃO comprova sua superioridade é uma das maneiras mais hábeis de manter cidadãs caladas e dóceis.

    Entretanto, as palavras da doutora fazem eco em uma boa parte da população feminina, e basta conversar com 10 mulheres da classe média, embebidas num mundo de celulares milagrosos e celulites desastrosas, para nos darmos conta de que ELAS MESMAS organizam as palavras que a líder da corporação médica vai escrever. O discurso da medicina emana dos pacientes como vasos comunicantes, numa dialética silenciosa que perpassa pelos mitos e valores profundos que controlam inconscientemente nosso proceder.

    Prisioneiras de seus medos, as mulheres ainda se encontram atordoadas diante de sua própria participação no evento expropriativo de suas responsabilidades femininas. Somente a mudança desses valores é que poderá nos fazer mudar tais condutas, assim como a criação de uma nova divindade se segue à queda de um velho Totem. Felizmente, nosso otimismo nos obriga a enxergar que a mitologia depreciativa da mulher e do feminino não se manterá indefinidamente em um mundo de informação instantânea e com ampla oportunidade de contraditório.

    Nesta trilha de libertação, as ferramentas mais poderosas são a informação e a ….. paciência.

    Apenas através do fortalecimento destas duas asas poderemos alçar vôo e combater a mitologia contemporânea, que nos puxa para o passado, que nos faz imitar modelos americanos fracassados, que nos empurra para a crença da inferioridade biológica da mulher e que cria profissionais da saúde divorciados da realidade libertadora do nascimento.

    Um abraço

    Ricardo Jones, MD

    Obstetra – Homeopata

    ReHuNa – Rede pela Humanização do Parto e Nascimento

    HumPar – Rede pela Humanização do Parto – Portugal

    IMBCO – International MotherBaby Childbirth Organization

    Instituto Jean Bergés de Psicanálise e Medicina

    1 – Marie Wolf and Sophie Goodchild, “Mummy State: Childbirth Revolution”. Independent on Sunday (London), May 14, 2006

    2 – Organização Mundial de Saúde. Assistência ao Parto Normal: Um guia Prático. Relatório de um Grupo Técnico. Genebra, 1996. 53p.

    3 – Enkin M. & Cols, Guia para Atenção Efetiva na Gravidez e no Parto. 3a Edição – Guanabara Koogan 2000

    4 – “Outcomes of planned home births with Certified Professional Midwives: a large prospective study in North America.” Kenneth C. Johnson, senior epidemiologist, Betty Anne Daviss, project manager. BMJ 2005; 330:1416 (18 jun).

    5 – T. A. Wiegers, J. van der Zee, and M. J. Keirse, “Maternity Care in the Netherlands: The changing Home Birth Rate”, Birth 25, no 3(1998): 190-97

    6 – Anderson, Rondi E., CNM, MS and Patricia Atkins Murphy, CNM. DRPH. 1995. “Outcomes of 11,788 Planned Home Births attended by Certified Nurse Midwives: A retrospective descriptive Study”. Journal of Nurse Midwifery 40:483-492.

    7 – Rooks, JP, ML Westherby, EKM Ernst, S Stapleton, D Rosen, and A Rosenfield. 1989 “Outcomes of Care in Birth Centers: The National Birth Center Study”. New England Journal of Medicine. 1804-1811.

    8 – Schienzka, Peter F. 1999. “Safety of Alternative Approach to Childbirth”. Department of Sociology, Stanford University, Palo Alto, CA

    9 – Challenges in measuring maternal mortality. The Lancet, Volume 370, Issue 9595, Pages 1291-1292 A. Yazbeck”

  • Adriana Reis

    COMENTÁRIO DO DR. RICARDO JONES SOBRE O ARTIGO DO CREMERJ

    “Caríssimos:

    O documento que critica a assistência ao parto em ambiente não-hospitalar (Opinião: Parto em casa: retrocesso), escrito pela Drª Márcia Rosa de Araújo, presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj), e publicado em jornal de grande circulação no Rio de Janeiro, não poderia ser muito diferente do que se esperava, partindo da expoente local da corporação que se beneficia diretamente com a medicalização do nascimento. Infelizmente repetiu-se a catilinária que estamos acostumados a assistir quando o debate se acerca da assistência ao parto e a autonomia da mulher nas escolhas sobre profissionais e contextos em que ele vai ocorrer.

    Na esperança de encontrar alguma novidade estimulante para o debate mais uma vez eu procurei meus óculos para tentar ler aquelas famosas “letrinhas miúdas” existentes no final de uma publicação qualquer que possua pretensão científica. Sem surpresa, no final do texto não havia nenhuma nota, nenhuma letrinha média, grande ou pequena; o texto da minha nobre colega não traz NENHUMA comprovação das afirmações que apresenta. Nada. Nenhuma informação é baseada nas evidências científicas atualizadas que brotam dos estudos de várias partes do planeta. Absolutamente NADA, como é rotina nas manifestações dos colegas que tratam de um mito profundamente temido por nós obstetras: o parto sem os aparatos mágicos que construíram a nossa profissão às expensas de uma compreensão defectiva da mulher. Nada do que a nobre doutora fala no seu texto pode ser considerado além de uma OPINIÃO pessoal, construída através de anos de profundo temor pelo evento do parto, num absoluto distanciamento do processo natural de trazer vida ao mundo. Nós obstetras somos criados e construídos para ter pavor do evento natural, e moldados para interferir nele mitologicamente através de nossas máquinas e instrumentos para, controlando-o, afastar o medo que dele temos.

    Todas as afirmações da doutora estão afastadas dos estudos que nos mostram a segurança do parto normal realizado em domicílio, inclusive negando exemplos positivos contundentes como os da Holanda, onde 33% das crianças chegam ao nosso convívio na intimidade dos seus lares (com um dos níveis de morbi-mortalidade materna e perinatal dos melhores do mundo), ou mesmo o trabalho de Johnson e Daviss de 2005 – publicado no British Medical Journal – acompanhando mais de 5000 mulheres que tiveram seus filhos em casa, com o auxílio de parteiras profissionais (CPMs), com resultados perinatais iguais ou superiores aos encontrados em hospitais. Além disso, o trabalho de Johnson & Daviss nos demonstra um custo muito menor, com maior satisfação materna, menor morbidade para as mães e recém nascidos, conseqüentemente apresentando taxas mais elevadas de amamentação. Ao mesmo tempo em que minha colega fecha os olhos para as vantagens do parto domiciliar em lugares como os países baixos, também se nega a avaliar a realidade americana de alto investimento em tecnologia – mas que ostenta o vergonhoso posto de 41º país em mortalidade materna – e não reconhece que o Brasil, ao imitar o modelo americano iatrocêntrico (centrado no médico), etiocêntrico (centrado na doença) e hospitalocêntrico (centrado no hospital), só poderá amargar – na melhor das hipóteses – os mesmos resultados ruins que o paradigma americano produz para o nascimento humano.

    Todos os exemplos e os estudos internacionais que falam a favor da melhor qualidade dos partos domiciliares são esquecidos, negados ou sonegados pela colega, que prefere investir na cultura do medo que nega as evidências e mantêm as mulheres amordaçadas e silentes, prisioneiras dos mitos “mutiladores” e “assassinos” relacionados com o parto em casa; nada mais coerente para um paradigma que mantém as mulheres tuteladas e incapacitadas de gerar e parir com liberdade e autonomia.

    Felizmente, outros países menos condicionados às forças do mercado estão acordando para a importância de restituir o protagonismo à mulher, e tomando atitudes determinadas nesta direção. Com esta coragem de mudar e desafiar mitos calcificados pela falta de crítica, a Inglaterra, no ano de 2006, através da liderança de Patricia Hewitt – Ministra da Saúde – propôs uma mudança radical e estratégica na atenção às grávidas, incentivando os partos fora do ambiente hospitalar, exatamente por não haver nenhuma comprovação (em milhares de anos de história) de que os hospitais produzam melhoria nos resultados maternos e perinatais em população de risco habitual. Ao lado disso TODAS as publicações abrangentes que avaliam os riscos da atenção extra-hospitalar ao nascimento com uma metodologia correta apontam na mesma direção: a comprovação de que os partos planejados no domicílio, quando comparados com os hospitalares, apresentam resultados iguais ou melhores na atenção às pacientes pertencentes a este mesmo grupo populacional de risco habitual.

    Restitua-se o parto às mulheres e elas continuarão a revolução libertária. Liberte a mulher e a sociedade inteira se modificará como conseqüência. Não é possível uma sociedade justa e digna quando somos recebidos neste mundo através do arbítrio de mulheres caladas e corpos invadidos. Confiscar das mulheres seus corpos e seus partos e mantê-las reféns de um modelo tecnocrático que NÃO comprova sua superioridade é uma das maneiras mais hábeis de manter cidadãs caladas e dóceis.

    Entretanto, as palavras da doutora fazem eco em uma boa parte da população feminina, e basta conversar com 10 mulheres da classe média, embebidas num mundo de celulares milagrosos e celulites desastrosas, para nos darmos conta de que ELAS MESMAS organizam as palavras que a líder da corporação médica vai escrever. O discurso da medicina emana dos pacientes como vasos comunicantes, numa dialética silenciosa que perpassa pelos mitos e valores profundos que controlam inconscientemente nosso proceder.

    Prisioneiras de seus medos, as mulheres ainda se encontram atordoadas diante de sua própria participação no evento expropriativo de suas responsabilidades femininas. Somente a mudança desses valores é que poderá nos fazer mudar tais condutas, assim como a criação de uma nova divindade se segue à queda de um velho Totem. Felizmente, nosso otimismo nos obriga a enxergar que a mitologia depreciativa da mulher e do feminino não se manterá indefinidamente em um mundo de informação instantânea e com ampla oportunidade de contraditório.

    Nesta trilha de libertação, as ferramentas mais poderosas são a informação e a ….. paciência.

    Apenas através do fortalecimento destas duas asas poderemos alçar vôo e combater a mitologia contemporânea, que nos puxa para o passado, que nos faz imitar modelos americanos fracassados, que nos empurra para a crença da inferioridade biológica da mulher e que cria profissionais da saúde divorciados da realidade libertadora do nascimento.

    Um abraço

    Ricardo Jones, MD

    Obstetra – Homeopata

    ReHuNa – Rede pela Humanização do Parto e Nascimento

    HumPar – Rede pela Humanização do Parto – Portugal

    IMBCO – International MotherBaby Childbirth Organization

    Instituto Jean Bergés de Psicanálise e Medicina

    1 – Marie Wolf and Sophie Goodchild, “Mummy State: Childbirth Revolution”. Independent on Sunday (London), May 14, 2006

    2 – Organização Mundial de Saúde. Assistência ao Parto Normal: Um guia Prático. Relatório de um Grupo Técnico. Genebra, 1996. 53p.

    3 – Enkin M. & Cols, Guia para Atenção Efetiva na Gravidez e no Parto. 3a Edição – Guanabara Koogan 2000

    4 – “Outcomes of planned home births with Certified Professional Midwives: a large prospective study in North America.” Kenneth C. Johnson, senior epidemiologist, Betty Anne Daviss, project manager. BMJ 2005; 330:1416 (18 jun).

    5 – T. A. Wiegers, J. van der Zee, and M. J. Keirse, “Maternity Care in the Netherlands: The changing Home Birth Rate”, Birth 25, no 3(1998): 190-97

    6 – Anderson, Rondi E., CNM, MS and Patricia Atkins Murphy, CNM. DRPH. 1995. “Outcomes of 11,788 Planned Home Births attended by Certified Nurse Midwives: A retrospective descriptive Study”. Journal of Nurse Midwifery 40:483-492.

    7 – Rooks, JP, ML Westherby, EKM Ernst, S Stapleton, D Rosen, and A Rosenfield. 1989 “Outcomes of Care in Birth Centers: The National Birth Center Study”. New England Journal of Medicine. 1804-1811.

    8 – Schienzka, Peter F. 1999. “Safety of Alternative Approach to Childbirth”. Department of Sociology, Stanford University, Palo Alto, CA

    9 – Challenges in measuring maternal mortality. The Lancet, Volume 370, Issue 9595, Pages 1291-1292 A. Yazbeck”

  • Adriana Reis

    COMENTÁRIO DO DR. RICARDO JONES SOBRE O ARTIGO DO CREMERJ

    “Caríssimos:

    O documento que critica a assistência ao parto em ambiente não-hospitalar (Opinião: Parto em casa: retrocesso), escrito pela Drª Márcia Rosa de Araújo, presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj), e publicado em jornal de grande circulação no Rio de Janeiro, não poderia ser muito diferente do que se esperava, partindo da expoente local da corporação que se beneficia diretamente com a medicalização do nascimento. Infelizmente repetiu-se a catilinária que estamos acostumados a assistir quando o debate se acerca da assistência ao parto e a autonomia da mulher nas escolhas sobre profissionais e contextos em que ele vai ocorrer.

    Na esperança de encontrar alguma novidade estimulante para o debate mais uma vez eu procurei meus óculos para tentar ler aquelas famosas “letrinhas miúdas” existentes no final de uma publicação qualquer que possua pretensão científica. Sem surpresa, no final do texto não havia nenhuma nota, nenhuma letrinha média, grande ou pequena; o texto da minha nobre colega não traz NENHUMA comprovação das afirmações que apresenta. Nada. Nenhuma informação é baseada nas evidências científicas atualizadas que brotam dos estudos de várias partes do planeta. Absolutamente NADA, como é rotina nas manifestações dos colegas que tratam de um mito profundamente temido por nós obstetras: o parto sem os aparatos mágicos que construíram a nossa profissão às expensas de uma compreensão defectiva da mulher. Nada do que a nobre doutora fala no seu texto pode ser considerado além de uma OPINIÃO pessoal, construída através de anos de profundo temor pelo evento do parto, num absoluto distanciamento do processo natural de trazer vida ao mundo. Nós obstetras somos criados e construídos para ter pavor do evento natural, e moldados para interferir nele mitologicamente através de nossas máquinas e instrumentos para, controlando-o, afastar o medo que dele temos.

    Todas as afirmações da doutora estão afastadas dos estudos que nos mostram a segurança do parto normal realizado em domicílio, inclusive negando exemplos positivos contundentes como os da Holanda, onde 33% das crianças chegam ao nosso convívio na intimidade dos seus lares (com um dos níveis de morbi-mortalidade materna e perinatal dos melhores do mundo), ou mesmo o trabalho de Johnson e Daviss de 2005 – publicado no British Medical Journal – acompanhando mais de 5000 mulheres que tiveram seus filhos em casa, com o auxílio de parteiras profissionais (CPMs), com resultados perinatais iguais ou superiores aos encontrados em hospitais. Além disso, o trabalho de Johnson & Daviss nos demonstra um custo muito menor, com maior satisfação materna, menor morbidade para as mães e recém nascidos, conseqüentemente apresentando taxas mais elevadas de amamentação. Ao mesmo tempo em que minha colega fecha os olhos para as vantagens do parto domiciliar em lugares como os países baixos, também se nega a avaliar a realidade americana de alto investimento em tecnologia – mas que ostenta o vergonhoso posto de 41º país em mortalidade materna – e não reconhece que o Brasil, ao imitar o modelo americano iatrocêntrico (centrado no médico), etiocêntrico (centrado na doença) e hospitalocêntrico (centrado no hospital), só poderá amargar – na melhor das hipóteses – os mesmos resultados ruins que o paradigma americano produz para o nascimento humano.

    Todos os exemplos e os estudos internacionais que falam a favor da melhor qualidade dos partos domiciliares são esquecidos, negados ou sonegados pela colega, que prefere investir na cultura do medo que nega as evidências e mantêm as mulheres amordaçadas e silentes, prisioneiras dos mitos “mutiladores” e “assassinos” relacionados com o parto em casa; nada mais coerente para um paradigma que mantém as mulheres tuteladas e incapacitadas de gerar e parir com liberdade e autonomia.

    Felizmente, outros países menos condicionados às forças do mercado estão acordando para a importância de restituir o protagonismo à mulher, e tomando atitudes determinadas nesta direção. Com esta coragem de mudar e desafiar mitos calcificados pela falta de crítica, a Inglaterra, no ano de 2006, através da liderança de Patricia Hewitt – Ministra da Saúde – propôs uma mudança radical e estratégica na atenção às grávidas, incentivando os partos fora do ambiente hospitalar, exatamente por não haver nenhuma comprovação (em milhares de anos de história) de que os hospitais produzam melhoria nos resultados maternos e perinatais em população de risco habitual. Ao lado disso TODAS as publicações abrangentes que avaliam os riscos da atenção extra-hospitalar ao nascimento com uma metodologia correta apontam na mesma direção: a comprovação de que os partos planejados no domicílio, quando comparados com os hospitalares, apresentam resultados iguais ou melhores na atenção às pacientes pertencentes a este mesmo grupo populacional de risco habitual.

    Restitua-se o parto às mulheres e elas continuarão a revolução libertária. Liberte a mulher e a sociedade inteira se modificará como conseqüência. Não é possível uma sociedade justa e digna quando somos recebidos neste mundo através do arbítrio de mulheres caladas e corpos invadidos. Confiscar das mulheres seus corpos e seus partos e mantê-las reféns de um modelo tecnocrático que NÃO comprova sua superioridade é uma das maneiras mais hábeis de manter cidadãs caladas e dóceis.

    Entretanto, as palavras da doutora fazem eco em uma boa parte da população feminina, e basta conversar com 10 mulheres da classe média, embebidas num mundo de celulares milagrosos e celulites desastrosas, para nos darmos conta de que ELAS MESMAS organizam as palavras que a líder da corporação médica vai escrever. O discurso da medicina emana dos pacientes como vasos comunicantes, numa dialética silenciosa que perpassa pelos mitos e valores profundos que controlam inconscientemente nosso proceder.

    Prisioneiras de seus medos, as mulheres ainda se encontram atordoadas diante de sua própria participação no evento expropriativo de suas responsabilidades femininas. Somente a mudança desses valores é que poderá nos fazer mudar tais condutas, assim como a criação de uma nova divindade se segue à queda de um velho Totem. Felizmente, nosso otimismo nos obriga a enxergar que a mitologia depreciativa da mulher e do feminino não se manterá indefinidamente em um mundo de informação instantânea e com ampla oportunidade de contraditório.

    Nesta trilha de libertação, as ferramentas mais poderosas são a informação e a ….. paciência.

    Apenas através do fortalecimento destas duas asas poderemos alçar vôo e combater a mitologia contemporânea, que nos puxa para o passado, que nos faz imitar modelos americanos fracassados, que nos empurra para a crença da inferioridade biológica da mulher e que cria profissionais da saúde divorciados da realidade libertadora do nascimento.

    Um abraço

    Ricardo Jones, MD

    Obstetra – Homeopata

    ReHuNa – Rede pela Humanização do Parto e Nascimento

    HumPar – Rede pela Humanização do Parto – Portugal

    IMBCO – International MotherBaby Childbirth Organization

    Instituto Jean Bergés de Psicanálise e Medicina

    1 – Marie Wolf and Sophie Goodchild, “Mummy State: Childbirth Revolution”. Independent on Sunday (London), May 14, 2006

    2 – Organização Mundial de Saúde. Assistência ao Parto Normal: Um guia Prático. Relatório de um Grupo Técnico. Genebra, 1996. 53p.

    3 – Enkin M. & Cols, Guia para Atenção Efetiva na Gravidez e no Parto. 3a Edição – Guanabara Koogan 2000

    4 – “Outcomes of planned home births with Certified Professional Midwives: a large prospective study in North America.” Kenneth C. Johnson, senior epidemiologist, Betty Anne Daviss, project manager. BMJ 2005; 330:1416 (18 jun).

    5 – T. A. Wiegers, J. van der Zee, and M. J. Keirse, “Maternity Care in the Netherlands: The changing Home Birth Rate”, Birth 25, no 3(1998): 190-97

    6 – Anderson, Rondi E., CNM, MS and Patricia Atkins Murphy, CNM. DRPH. 1995. “Outcomes of 11,788 Planned Home Births attended by Certified Nurse Midwives: A retrospective descriptive Study”. Journal of Nurse Midwifery 40:483-492.

    7 – Rooks, JP, ML Westherby, EKM Ernst, S Stapleton, D Rosen, and A Rosenfield. 1989 “Outcomes of Care in Birth Centers: The National Birth Center Study”. New England Journal of Medicine. 1804-1811.

    8 – Schienzka, Peter F. 1999. “Safety of Alternative Approach to Childbirth”. Department of Sociology, Stanford University, Palo Alto, CA

    9 – Challenges in measuring maternal mortality. The Lancet, Volume 370, Issue 9595, Pages 1291-1292 A. Yazbeck”

  • Adriana Reis

    COMENTÁRIO DO DR. RICARDO JONES SOBRE O ARTIGO DO CREMERJ

    “Caríssimos:

    O documento que critica a assistência ao parto em ambiente não-hospitalar (Opinião: Parto em casa: retrocesso), escrito pela Drª Márcia Rosa de Araújo, presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj), e publicado em jornal de grande circulação no Rio de Janeiro, não poderia ser muito diferente do que se esperava, partindo da expoente local da corporação que se beneficia diretamente com a medicalização do nascimento. Infelizmente repetiu-se a catilinária que estamos acostumados a assistir quando o debate se acerca da assistência ao parto e a autonomia da mulher nas escolhas sobre profissionais e contextos em que ele vai ocorrer.

    Na esperança de encontrar alguma novidade estimulante para o debate mais uma vez eu procurei meus óculos para tentar ler aquelas famosas “letrinhas miúdas” existentes no final de uma publicação qualquer que possua pretensão científica. Sem surpresa, no final do texto não havia nenhuma nota, nenhuma letrinha média, grande ou pequena; o texto da minha nobre colega não traz NENHUMA comprovação das afirmações que apresenta. Nada. Nenhuma informação é baseada nas evidências científicas atualizadas que brotam dos estudos de várias partes do planeta. Absolutamente NADA, como é rotina nas manifestações dos colegas que tratam de um mito profundamente temido por nós obstetras: o parto sem os aparatos mágicos que construíram a nossa profissão às expensas de uma compreensão defectiva da mulher. Nada do que a nobre doutora fala no seu texto pode ser considerado além de uma OPINIÃO pessoal, construída através de anos de profundo temor pelo evento do parto, num absoluto distanciamento do processo natural de trazer vida ao mundo. Nós obstetras somos criados e construídos para ter pavor do evento natural, e moldados para interferir nele mitologicamente através de nossas máquinas e instrumentos para, controlando-o, afastar o medo que dele temos.

    Todas as afirmações da doutora estão afastadas dos estudos que nos mostram a segurança do parto normal realizado em domicílio, inclusive negando exemplos positivos contundentes como os da Holanda, onde 33% das crianças chegam ao nosso convívio na intimidade dos seus lares (com um dos níveis de morbi-mortalidade materna e perinatal dos melhores do mundo), ou mesmo o trabalho de Johnson e Daviss de 2005 – publicado no British Medical Journal – acompanhando mais de 5000 mulheres que tiveram seus filhos em casa, com o auxílio de parteiras profissionais (CPMs), com resultados perinatais iguais ou superiores aos encontrados em hospitais. Além disso, o trabalho de Johnson & Daviss nos demonstra um custo muito menor, com maior satisfação materna, menor morbidade para as mães e recém nascidos, conseqüentemente apresentando taxas mais elevadas de amamentação. Ao mesmo tempo em que minha colega fecha os olhos para as vantagens do parto domiciliar em lugares como os países baixos, também se nega a avaliar a realidade americana de alto investimento em tecnologia – mas que ostenta o vergonhoso posto de 41º país em mortalidade materna – e não reconhece que o Brasil, ao imitar o modelo americano iatrocêntrico (centrado no médico), etiocêntrico (centrado na doença) e hospitalocêntrico (centrado no hospital), só poderá amargar – na melhor das hipóteses – os mesmos resultados ruins que o paradigma americano produz para o nascimento humano.

    Todos os exemplos e os estudos internacionais que falam a favor da melhor qualidade dos partos domiciliares são esquecidos, negados ou sonegados pela colega, que prefere investir na cultura do medo que nega as evidências e mantêm as mulheres amordaçadas e silentes, prisioneiras dos mitos “mutiladores” e “assassinos” relacionados com o parto em casa; nada mais coerente para um paradigma que mantém as mulheres tuteladas e incapacitadas de gerar e parir com liberdade e autonomia.

    Felizmente, outros países menos condicionados às forças do mercado estão acordando para a importância de restituir o protagonismo à mulher, e tomando atitudes determinadas nesta direção. Com esta coragem de mudar e desafiar mitos calcificados pela falta de crítica, a Inglaterra, no ano de 2006, através da liderança de Patricia Hewitt – Ministra da Saúde – propôs uma mudança radical e estratégica na atenção às grávidas, incentivando os partos fora do ambiente hospitalar, exatamente por não haver nenhuma comprovação (em milhares de anos de história) de que os hospitais produzam melhoria nos resultados maternos e perinatais em população de risco habitual. Ao lado disso TODAS as publicações abrangentes que avaliam os riscos da atenção extra-hospitalar ao nascimento com uma metodologia correta apontam na mesma direção: a comprovação de que os partos planejados no domicílio, quando comparados com os hospitalares, apresentam resultados iguais ou melhores na atenção às pacientes pertencentes a este mesmo grupo populacional de risco habitual.

    Restitua-se o parto às mulheres e elas continuarão a revolução libertária. Liberte a mulher e a sociedade inteira se modificará como conseqüência. Não é possível uma sociedade justa e digna quando somos recebidos neste mundo através do arbítrio de mulheres caladas e corpos invadidos. Confiscar das mulheres seus corpos e seus partos e mantê-las reféns de um modelo tecnocrático que NÃO comprova sua superioridade é uma das maneiras mais hábeis de manter cidadãs caladas e dóceis.

    Entretanto, as palavras da doutora fazem eco em uma boa parte da população feminina, e basta conversar com 10 mulheres da classe média, embebidas num mundo de celulares milagrosos e celulites desastrosas, para nos darmos conta de que ELAS MESMAS organizam as palavras que a líder da corporação médica vai escrever. O discurso da medicina emana dos pacientes como vasos comunicantes, numa dialética silenciosa que perpassa pelos mitos e valores profundos que controlam inconscientemente nosso proceder.

    Prisioneiras de seus medos, as mulheres ainda se encontram atordoadas diante de sua própria participação no evento expropriativo de suas responsabilidades femininas. Somente a mudança desses valores é que poderá nos fazer mudar tais condutas, assim como a criação de uma nova divindade se segue à queda de um velho Totem. Felizmente, nosso otimismo nos obriga a enxergar que a mitologia depreciativa da mulher e do feminino não se manterá indefinidamente em um mundo de informação instantânea e com ampla oportunidade de contraditório.

    Nesta trilha de libertação, as ferramentas mais poderosas são a informação e a ….. paciência.

    Apenas através do fortalecimento destas duas asas poderemos alçar vôo e combater a mitologia contemporânea, que nos puxa para o passado, que nos faz imitar modelos americanos fracassados, que nos empurra para a crença da inferioridade biológica da mulher e que cria profissionais da saúde divorciados da realidade libertadora do nascimento.

    Um abraço

    Ricardo Jones, MD

    Obstetra – Homeopata

    ReHuNa – Rede pela Humanização do Parto e Nascimento

    HumPar – Rede pela Humanização do Parto – Portugal

    IMBCO – International MotherBaby Childbirth Organization

    Instituto Jean Bergés de Psicanálise e Medicina

    1 – Marie Wolf and Sophie Goodchild, “Mummy State: Childbirth Revolution”. Independent on Sunday (London), May 14, 2006

    2 – Organização Mundial de Saúde. Assistência ao Parto Normal: Um guia Prático. Relatório de um Grupo Técnico. Genebra, 1996. 53p.

    3 – Enkin M. & Cols, Guia para Atenção Efetiva na Gravidez e no Parto. 3a Edição – Guanabara Koogan 2000

    4 – “Outcomes of planned home births with Certified Professional Midwives: a large prospective study in North America.” Kenneth C. Johnson, senior epidemiologist, Betty Anne Daviss, project manager. BMJ 2005; 330:1416 (18 jun).

    5 – T. A. Wiegers, J. van der Zee, and M. J. Keirse, “Maternity Care in the Netherlands: The changing Home Birth Rate”, Birth 25, no 3(1998): 190-97

    6 – Anderson, Rondi E., CNM, MS and Patricia Atkins Murphy, CNM. DRPH. 1995. “Outcomes of 11,788 Planned Home Births attended by Certified Nurse Midwives: A retrospective descriptive Study”. Journal of Nurse Midwifery 40:483-492.

    7 – Rooks, JP, ML Westherby, EKM Ernst, S Stapleton, D Rosen, and A Rosenfield. 1989 “Outcomes of Care in Birth Centers: The National Birth Center Study”. New England Journal of Medicine. 1804-1811.

    8 – Schienzka, Peter F. 1999. “Safety of Alternative Approach to Childbirth”. Department of Sociology, Stanford University, Palo Alto, CA

    9 – Challenges in measuring maternal mortality. The Lancet, Volume 370, Issue 9595, Pages 1291-1292 A. Yazbeck”

  • Adriana Reis

    COMENTÁRIO DO DR. RICARDO JONES SOBRE O ARTIGO DO CREMERJ

    “Caríssimos:

    O documento que critica a assistência ao parto em ambiente não-hospitalar (Opinião: Parto em casa: retrocesso), escrito pela Drª Márcia Rosa de Araújo, presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj), e publicado em jornal de grande circulação no Rio de Janeiro, não poderia ser muito diferente do que se esperava, partindo da expoente local da corporação que se beneficia diretamente com a medicalização do nascimento. Infelizmente repetiu-se a catilinária que estamos acostumados a assistir quando o debate se acerca da assistência ao parto e a autonomia da mulher nas escolhas sobre profissionais e contextos em que ele vai ocorrer.

    Na esperança de encontrar alguma novidade estimulante para o debate mais uma vez eu procurei meus óculos para tentar ler aquelas famosas “letrinhas miúdas” existentes no final de uma publicação qualquer que possua pretensão científica. Sem surpresa, no final do texto não havia nenhuma nota, nenhuma letrinha média, grande ou pequena; o texto da minha nobre colega não traz NENHUMA comprovação das afirmações que apresenta. Nada. Nenhuma informação é baseada nas evidências científicas atualizadas que brotam dos estudos de várias partes do planeta. Absolutamente NADA, como é rotina nas manifestações dos colegas que tratam de um mito profundamente temido por nós obstetras: o parto sem os aparatos mágicos que construíram a nossa profissão às expensas de uma compreensão defectiva da mulher. Nada do que a nobre doutora fala no seu texto pode ser considerado além de uma OPINIÃO pessoal, construída através de anos de profundo temor pelo evento do parto, num absoluto distanciamento do processo natural de trazer vida ao mundo. Nós obstetras somos criados e construídos para ter pavor do evento natural, e moldados para interferir nele mitologicamente através de nossas máquinas e instrumentos para, controlando-o, afastar o medo que dele temos.

    Todas as afirmações da doutora estão afastadas dos estudos que nos mostram a segurança do parto normal realizado em domicílio, inclusive negando exemplos positivos contundentes como os da Holanda, onde 33% das crianças chegam ao nosso convívio na intimidade dos seus lares (com um dos níveis de morbi-mortalidade materna e perinatal dos melhores do mundo), ou mesmo o trabalho de Johnson e Daviss de 2005 – publicado no British Medical Journal – acompanhando mais de 5000 mulheres que tiveram seus filhos em casa, com o auxílio de parteiras profissionais (CPMs), com resultados perinatais iguais ou superiores aos encontrados em hospitais. Além disso, o trabalho de Johnson & Daviss nos demonstra um custo muito menor, com maior satisfação materna, menor morbidade para as mães e recém nascidos, conseqüentemente apresentando taxas mais elevadas de amamentação. Ao mesmo tempo em que minha colega fecha os olhos para as vantagens do parto domiciliar em lugares como os países baixos, também se nega a avaliar a realidade americana de alto investimento em tecnologia – mas que ostenta o vergonhoso posto de 41º país em mortalidade materna – e não reconhece que o Brasil, ao imitar o modelo americano iatrocêntrico (centrado no médico), etiocêntrico (centrado na doença) e hospitalocêntrico (centrado no hospital), só poderá amargar – na melhor das hipóteses – os mesmos resultados ruins que o paradigma americano produz para o nascimento humano.

    Todos os exemplos e os estudos internacionais que falam a favor da melhor qualidade dos partos domiciliares são esquecidos, negados ou sonegados pela colega, que prefere investir na cultura do medo que nega as evidências e mantêm as mulheres amordaçadas e silentes, prisioneiras dos mitos “mutiladores” e “assassinos” relacionados com o parto em casa; nada mais coerente para um paradigma que mantém as mulheres tuteladas e incapacitadas de gerar e parir com liberdade e autonomia.

    Felizmente, outros países menos condicionados às forças do mercado estão acordando para a importância de restituir o protagonismo à mulher, e tomando atitudes determinadas nesta direção. Com esta coragem de mudar e desafiar mitos calcificados pela falta de crítica, a Inglaterra, no ano de 2006, através da liderança de Patricia Hewitt – Ministra da Saúde – propôs uma mudança radical e estratégica na atenção às grávidas, incentivando os partos fora do ambiente hospitalar, exatamente por não haver nenhuma comprovação (em milhares de anos de história) de que os hospitais produzam melhoria nos resultados maternos e perinatais em população de risco habitual. Ao lado disso TODAS as publicações abrangentes que avaliam os riscos da atenção extra-hospitalar ao nascimento com uma metodologia correta apontam na mesma direção: a comprovação de que os partos planejados no domicílio, quando comparados com os hospitalares, apresentam resultados iguais ou melhores na atenção às pacientes pertencentes a este mesmo grupo populacional de risco habitual.

    Restitua-se o parto às mulheres e elas continuarão a revolução libertária. Liberte a mulher e a sociedade inteira se modificará como conseqüência. Não é possível uma sociedade justa e digna quando somos recebidos neste mundo através do arbítrio de mulheres caladas e corpos invadidos. Confiscar das mulheres seus corpos e seus partos e mantê-las reféns de um modelo tecnocrático que NÃO comprova sua superioridade é uma das maneiras mais hábeis de manter cidadãs caladas e dóceis.

    Entretanto, as palavras da doutora fazem eco em uma boa parte da população feminina, e basta conversar com 10 mulheres da classe média, embebidas num mundo de celulares milagrosos e celulites desastrosas, para nos darmos conta de que ELAS MESMAS organizam as palavras que a líder da corporação médica vai escrever. O discurso da medicina emana dos pacientes como vasos comunicantes, numa dialética silenciosa que perpassa pelos mitos e valores profundos que controlam inconscientemente nosso proceder.

    Prisioneiras de seus medos, as mulheres ainda se encontram atordoadas diante de sua própria participação no evento expropriativo de suas responsabilidades femininas. Somente a mudança desses valores é que poderá nos fazer mudar tais condutas, assim como a criação de uma nova divindade se segue à queda de um velho Totem. Felizmente, nosso otimismo nos obriga a enxergar que a mitologia depreciativa da mulher e do feminino não se manterá indefinidamente em um mundo de informação instantânea e com ampla oportunidade de contraditório.

    Nesta trilha de libertação, as ferramentas mais poderosas são a informação e a ….. paciência.

    Apenas através do fortalecimento destas duas asas poderemos alçar vôo e combater a mitologia contemporânea, que nos puxa para o passado, que nos faz imitar modelos americanos fracassados, que nos empurra para a crença da inferioridade biológica da mulher e que cria profissionais da saúde divorciados da realidade libertadora do nascimento.

    Um abraço

    Ricardo Jones, MD

    Obstetra – Homeopata

    ReHuNa – Rede pela Humanização do Parto e Nascimento

    HumPar – Rede pela Humanização do Parto – Portugal

    IMBCO – International MotherBaby Childbirth Organization

    Instituto Jean Bergés de Psicanálise e Medicina

    1 – Marie Wolf and Sophie Goodchild, “Mummy State: Childbirth Revolution”. Independent on Sunday (London), May 14, 2006

    2 – Organização Mundial de Saúde. Assistência ao Parto Normal: Um guia Prático. Relatório de um Grupo Técnico. Genebra, 1996. 53p.

    3 – Enkin M. & Cols, Guia para Atenção Efetiva na Gravidez e no Parto. 3a Edição – Guanabara Koogan 2000

    4 – “Outcomes of planned home births with Certified Professional Midwives: a large prospective study in North America.” Kenneth C. Johnson, senior epidemiologist, Betty Anne Daviss, project manager. BMJ 2005; 330:1416 (18 jun).

    5 – T. A. Wiegers, J. van der Zee, and M. J. Keirse, “Maternity Care in the Netherlands: The changing Home Birth Rate”, Birth 25, no 3(1998): 190-97

    6 – Anderson, Rondi E., CNM, MS and Patricia Atkins Murphy, CNM. DRPH. 1995. “Outcomes of 11,788 Planned Home Births attended by Certified Nurse Midwives: A retrospective descriptive Study”. Journal of Nurse Midwifery 40:483-492.

    7 – Rooks, JP, ML Westherby, EKM Ernst, S Stapleton, D Rosen, and A Rosenfield. 1989 “Outcomes of Care in Birth Centers: The National Birth Center Study”. New England Journal of Medicine. 1804-1811.

    8 – Schienzka, Peter F. 1999. “Safety of Alternative Approach to Childbirth”. Department of Sociology, Stanford University, Palo Alto, CA

    9 – Challenges in measuring maternal mortality. The Lancet, Volume 370, Issue 9595, Pages 1291-1292 A. Yazbeck”

  • Adriana Reis

    COMENTÁRIO DO DR. RICARDO JONES SOBRE O ARTIGO DO CREMERJ

    “Caríssimos:

    O documento que critica a assistência ao parto em ambiente não-hospitalar (Opinião: Parto em casa: retrocesso), escrito pela Drª Márcia Rosa de Araújo, presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj), e publicado em jornal de grande circulação no Rio de Janeiro, não poderia ser muito diferente do que se esperava, partindo da expoente local da corporação que se beneficia diretamente com a medicalização do nascimento. Infelizmente repetiu-se a catilinária que estamos acostumados a assistir quando o debate se acerca da assistência ao parto e a autonomia da mulher nas escolhas sobre profissionais e contextos em que ele vai ocorrer.

    Na esperança de encontrar alguma novidade estimulante para o debate mais uma vez eu procurei meus óculos para tentar ler aquelas famosas “letrinhas miúdas” existentes no final de uma publicação qualquer que possua pretensão científica. Sem surpresa, no final do texto não havia nenhuma nota, nenhuma letrinha média, grande ou pequena; o texto da minha nobre colega não traz NENHUMA comprovação das afirmações que apresenta. Nada. Nenhuma informação é baseada nas evidências científicas atualizadas que brotam dos estudos de várias partes do planeta. Absolutamente NADA, como é rotina nas manifestações dos colegas que tratam de um mito profundamente temido por nós obstetras: o parto sem os aparatos mágicos que construíram a nossa profissão às expensas de uma compreensão defectiva da mulher. Nada do que a nobre doutora fala no seu texto pode ser considerado além de uma OPINIÃO pessoal, construída através de anos de profundo temor pelo evento do parto, num absoluto distanciamento do processo natural de trazer vida ao mundo. Nós obstetras somos criados e construídos para ter pavor do evento natural, e moldados para interferir nele mitologicamente através de nossas máquinas e instrumentos para, controlando-o, afastar o medo que dele temos.

    Todas as afirmações da doutora estão afastadas dos estudos que nos mostram a segurança do parto normal realizado em domicílio, inclusive negando exemplos positivos contundentes como os da Holanda, onde 33% das crianças chegam ao nosso convívio na intimidade dos seus lares (com um dos níveis de morbi-mortalidade materna e perinatal dos melhores do mundo), ou mesmo o trabalho de Johnson e Daviss de 2005 – publicado no British Medical Journal – acompanhando mais de 5000 mulheres que tiveram seus filhos em casa, com o auxílio de parteiras profissionais (CPMs), com resultados perinatais iguais ou superiores aos encontrados em hospitais. Além disso, o trabalho de Johnson & Daviss nos demonstra um custo muito menor, com maior satisfação materna, menor morbidade para as mães e recém nascidos, conseqüentemente apresentando taxas mais elevadas de amamentação. Ao mesmo tempo em que minha colega fecha os olhos para as vantagens do parto domiciliar em lugares como os países baixos, também se nega a avaliar a realidade americana de alto investimento em tecnologia – mas que ostenta o vergonhoso posto de 41º país em mortalidade materna – e não reconhece que o Brasil, ao imitar o modelo americano iatrocêntrico (centrado no médico), etiocêntrico (centrado na doença) e hospitalocêntrico (centrado no hospital), só poderá amargar – na melhor das hipóteses – os mesmos resultados ruins que o paradigma americano produz para o nascimento humano.

    Todos os exemplos e os estudos internacionais que falam a favor da melhor qualidade dos partos domiciliares são esquecidos, negados ou sonegados pela colega, que prefere investir na cultura do medo que nega as evidências e mantêm as mulheres amordaçadas e silentes, prisioneiras dos mitos “mutiladores” e “assassinos” relacionados com o parto em casa; nada mais coerente para um paradigma que mantém as mulheres tuteladas e incapacitadas de gerar e parir com liberdade e autonomia.

    Felizmente, outros países menos condicionados às forças do mercado estão acordando para a importância de restituir o protagonismo à mulher, e tomando atitudes determinadas nesta direção. Com esta coragem de mudar e desafiar mitos calcificados pela falta de crítica, a Inglaterra, no ano de 2006, através da liderança de Patricia Hewitt – Ministra da Saúde – propôs uma mudança radical e estratégica na atenção às grávidas, incentivando os partos fora do ambiente hospitalar, exatamente por não haver nenhuma comprovação (em milhares de anos de história) de que os hospitais produzam melhoria nos resultados maternos e perinatais em população de risco habitual. Ao lado disso TODAS as publicações abrangentes que avaliam os riscos da atenção extra-hospitalar ao nascimento com uma metodologia correta apontam na mesma direção: a comprovação de que os partos planejados no domicílio, quando comparados com os hospitalares, apresentam resultados iguais ou melhores na atenção às pacientes pertencentes a este mesmo grupo populacional de risco habitual.

    Restitua-se o parto às mulheres e elas continuarão a revolução libertária. Liberte a mulher e a sociedade inteira se modificará como conseqüência. Não é possível uma sociedade justa e digna quando somos recebidos neste mundo através do arbítrio de mulheres caladas e corpos invadidos. Confiscar das mulheres seus corpos e seus partos e mantê-las reféns de um modelo tecnocrático que NÃO comprova sua superioridade é uma das maneiras mais hábeis de manter cidadãs caladas e dóceis.

    Entretanto, as palavras da doutora fazem eco em uma boa parte da população feminina, e basta conversar com 10 mulheres da classe média, embebidas num mundo de celulares milagrosos e celulites desastrosas, para nos darmos conta de que ELAS MESMAS organizam as palavras que a líder da corporação médica vai escrever. O discurso da medicina emana dos pacientes como vasos comunicantes, numa dialética silenciosa que perpassa pelos mitos e valores profundos que controlam inconscientemente nosso proceder.

    Prisioneiras de seus medos, as mulheres ainda se encontram atordoadas diante de sua própria participação no evento expropriativo de suas responsabilidades femininas. Somente a mudança desses valores é que poderá nos fazer mudar tais condutas, assim como a criação de uma nova divindade se segue à queda de um velho Totem. Felizmente, nosso otimismo nos obriga a enxergar que a mitologia depreciativa da mulher e do feminino não se manterá indefinidamente em um mundo de informação instantânea e com ampla oportunidade de contraditório.

    Nesta trilha de libertação, as ferramentas mais poderosas são a informação e a ….. paciência.

    Apenas através do fortalecimento destas duas asas poderemos alçar vôo e combater a mitologia contemporânea, que nos puxa para o passado, que nos faz imitar modelos americanos fracassados, que nos empurra para a crença da inferioridade biológica da mulher e que cria profissionais da saúde divorciados da realidade libertadora do nascimento.

    Um abraço

    Ricardo Jones, MD

    Obstetra – Homeopata

    ReHuNa – Rede pela Humanização do Parto e Nascimento

    HumPar – Rede pela Humanização do Parto – Portugal

    IMBCO – International MotherBaby Childbirth Organization

    Instituto Jean Bergés de Psicanálise e Medicina

    1 – Marie Wolf and Sophie Goodchild, “Mummy State: Childbirth Revolution”. Independent on Sunday (London), May 14, 2006

    2 – Organização Mundial de Saúde. Assistência ao Parto Normal: Um guia Prático. Relatório de um Grupo Técnico. Genebra, 1996. 53p.

    3 – Enkin M. & Cols, Guia para Atenção Efetiva na Gravidez e no Parto. 3a Edição – Guanabara Koogan 2000

    4 – “Outcomes of planned home births with Certified Professional Midwives: a large prospective study in North America.” Kenneth C. Johnson, senior epidemiologist, Betty Anne Daviss, project manager. BMJ 2005; 330:1416 (18 jun).

    5 – T. A. Wiegers, J. van der Zee, and M. J. Keirse, “Maternity Care in the Netherlands: The changing Home Birth Rate”, Birth 25, no 3(1998): 190-97

    6 – Anderson, Rondi E., CNM, MS and Patricia Atkins Murphy, CNM. DRPH. 1995. “Outcomes of 11,788 Planned Home Births attended by Certified Nurse Midwives: A retrospective descriptive Study”. Journal of Nurse Midwifery 40:483-492.

    7 – Rooks, JP, ML Westherby, EKM Ernst, S Stapleton, D Rosen, and A Rosenfield. 1989 “Outcomes of Care in Birth Centers: The National Birth Center Study”. New England Journal of Medicine. 1804-1811.

    8 – Schienzka, Peter F. 1999. “Safety of Alternative Approach to Childbirth”. Department of Sociology, Stanford University, Palo Alto, CA

    9 – Challenges in measuring maternal mortality. The Lancet, Volume 370, Issue 9595, Pages 1291-1292 A. Yazbeck”

  • Adriana Reis

    COMENTÁRIO DO DR. RICARDO JONES SOBRE O ARTIGO DO CREMERJ

    “Caríssimos:

    O documento que critica a assistência ao parto em ambiente não-hospitalar (Opinião: Parto em casa: retrocesso), escrito pela Drª Márcia Rosa de Araújo, presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj), e publicado em jornal de grande circulação no Rio de Janeiro, não poderia ser muito diferente do que se esperava, partindo da expoente local da corporação que se beneficia diretamente com a medicalização do nascimento. Infelizmente repetiu-se a catilinária que estamos acostumados a assistir quando o debate se acerca da assistência ao parto e a autonomia da mulher nas escolhas sobre profissionais e contextos em que ele vai ocorrer.

    Na esperança de encontrar alguma novidade estimulante para o debate mais uma vez eu procurei meus óculos para tentar ler aquelas famosas “letrinhas miúdas” existentes no final de uma publicação qualquer que possua pretensão científica. Sem surpresa, no final do texto não havia nenhuma nota, nenhuma letrinha média, grande ou pequena; o texto da minha nobre colega não traz NENHUMA comprovação das afirmações que apresenta. Nada. Nenhuma informação é baseada nas evidências científicas atualizadas que brotam dos estudos de várias partes do planeta. Absolutamente NADA, como é rotina nas manifestações dos colegas que tratam de um mito profundamente temido por nós obstetras: o parto sem os aparatos mágicos que construíram a nossa profissão às expensas de uma compreensão defectiva da mulher. Nada do que a nobre doutora fala no seu texto pode ser considerado além de uma OPINIÃO pessoal, construída através de anos de profundo temor pelo evento do parto, num absoluto distanciamento do processo natural de trazer vida ao mundo. Nós obstetras somos criados e construídos para ter pavor do evento natural, e moldados para interferir nele mitologicamente através de nossas máquinas e instrumentos para, controlando-o, afastar o medo que dele temos.

    Todas as afirmações da doutora estão afastadas dos estudos que nos mostram a segurança do parto normal realizado em domicílio, inclusive negando exemplos positivos contundentes como os da Holanda, onde 33% das crianças chegam ao nosso convívio na intimidade dos seus lares (com um dos níveis de morbi-mortalidade materna e perinatal dos melhores do mundo), ou mesmo o trabalho de Johnson e Daviss de 2005 – publicado no British Medical Journal – acompanhando mais de 5000 mulheres que tiveram seus filhos em casa, com o auxílio de parteiras profissionais (CPMs), com resultados perinatais iguais ou superiores aos encontrados em hospitais. Além disso, o trabalho de Johnson & Daviss nos demonstra um custo muito menor, com maior satisfação materna, menor morbidade para as mães e recém nascidos, conseqüentemente apresentando taxas mais elevadas de amamentação. Ao mesmo tempo em que minha colega fecha os olhos para as vantagens do parto domiciliar em lugares como os países baixos, também se nega a avaliar a realidade americana de alto investimento em tecnologia – mas que ostenta o vergonhoso posto de 41º país em mortalidade materna – e não reconhece que o Brasil, ao imitar o modelo americano iatrocêntrico (centrado no médico), etiocêntrico (centrado na doença) e hospitalocêntrico (centrado no hospital), só poderá amargar – na melhor das hipóteses – os mesmos resultados ruins que o paradigma americano produz para o nascimento humano.

    Todos os exemplos e os estudos internacionais que falam a favor da melhor qualidade dos partos domiciliares são esquecidos, negados ou sonegados pela colega, que prefere investir na cultura do medo que nega as evidências e mantêm as mulheres amordaçadas e silentes, prisioneiras dos mitos “mutiladores” e “assassinos” relacionados com o parto em casa; nada mais coerente para um paradigma que mantém as mulheres tuteladas e incapacitadas de gerar e parir com liberdade e autonomia.

    Felizmente, outros países menos condicionados às forças do mercado estão acordando para a importância de restituir o protagonismo à mulher, e tomando atitudes determinadas nesta direção. Com esta coragem de mudar e desafiar mitos calcificados pela falta de crítica, a Inglaterra, no ano de 2006, através da liderança de Patricia Hewitt – Ministra da Saúde – propôs uma mudança radical e estratégica na atenção às grávidas, incentivando os partos fora do ambiente hospitalar, exatamente por não haver nenhuma comprovação (em milhares de anos de história) de que os hospitais produzam melhoria nos resultados maternos e perinatais em população de risco habitual. Ao lado disso TODAS as publicações abrangentes que avaliam os riscos da atenção extra-hospitalar ao nascimento com uma metodologia correta apontam na mesma direção: a comprovação de que os partos planejados no domicílio, quando comparados com os hospitalares, apresentam resultados iguais ou melhores na atenção às pacientes pertencentes a este mesmo grupo populacional de risco habitual.

    Restitua-se o parto às mulheres e elas continuarão a revolução libertária. Liberte a mulher e a sociedade inteira se modificará como conseqüência. Não é possível uma sociedade justa e digna quando somos recebidos neste mundo através do arbítrio de mulheres caladas e corpos invadidos. Confiscar das mulheres seus corpos e seus partos e mantê-las reféns de um modelo tecnocrático que NÃO comprova sua superioridade é uma das maneiras mais hábeis de manter cidadãs caladas e dóceis.

    Entretanto, as palavras da doutora fazem eco em uma boa parte da população feminina, e basta conversar com 10 mulheres da classe média, embebidas num mundo de celulares milagrosos e celulites desastrosas, para nos darmos conta de que ELAS MESMAS organizam as palavras que a líder da corporação médica vai escrever. O discurso da medicina emana dos pacientes como vasos comunicantes, numa dialética silenciosa que perpassa pelos mitos e valores profundos que controlam inconscientemente nosso proceder.

    Prisioneiras de seus medos, as mulheres ainda se encontram atordoadas diante de sua própria participação no evento expropriativo de suas responsabilidades femininas. Somente a mudança desses valores é que poderá nos fazer mudar tais condutas, assim como a criação de uma nova divindade se segue à queda de um velho Totem. Felizmente, nosso otimismo nos obriga a enxergar que a mitologia depreciativa da mulher e do feminino não se manterá indefinidamente em um mundo de informação instantânea e com ampla oportunidade de contraditório.

    Nesta trilha de libertação, as ferramentas mais poderosas são a informação e a ….. paciência.

    Apenas através do fortalecimento destas duas asas poderemos alçar vôo e combater a mitologia contemporânea, que nos puxa para o passado, que nos faz imitar modelos americanos fracassados, que nos empurra para a crença da inferioridade biológica da mulher e que cria profissionais da saúde divorciados da realidade libertadora do nascimento.

    Um abraço

    Ricardo Jones, MD

    Obstetra – Homeopata

    ReHuNa – Rede pela Humanização do Parto e Nascimento

    HumPar – Rede pela Humanização do Parto – Portugal

    IMBCO – International MotherBaby Childbirth Organization

    Instituto Jean Bergés de Psicanálise e Medicina

    1 – Marie Wolf and Sophie Goodchild, “Mummy State: Childbirth Revolution”. Independent on Sunday (London), May 14, 2006

    2 – Organização Mundial de Saúde. Assistência ao Parto Normal: Um guia Prático. Relatório de um Grupo Técnico. Genebra, 1996. 53p.

    3 – Enkin M. & Cols, Guia para Atenção Efetiva na Gravidez e no Parto. 3a Edição – Guanabara Koogan 2000

    4 – “Outcomes of planned home births with Certified Professional Midwives: a large prospective study in North America.” Kenneth C. Johnson, senior epidemiologist, Betty Anne Daviss, project manager. BMJ 2005; 330:1416 (18 jun).

    5 – T. A. Wiegers, J. van der Zee, and M. J. Keirse, “Maternity Care in the Netherlands: The changing Home Birth Rate”, Birth 25, no 3(1998): 190-97

    6 – Anderson, Rondi E., CNM, MS and Patricia Atkins Murphy, CNM. DRPH. 1995. “Outcomes of 11,788 Planned Home Births attended by Certified Nurse Midwives: A retrospective descriptive Study”. Journal of Nurse Midwifery 40:483-492.

    7 – Rooks, JP, ML Westherby, EKM Ernst, S Stapleton, D Rosen, and A Rosenfield. 1989 “Outcomes of Care in Birth Centers: The National Birth Center Study”. New England Journal of Medicine. 1804-1811.

    8 – Schienzka, Peter F. 1999. “Safety of Alternative Approach to Childbirth”. Department of Sociology, Stanford University, Palo Alto, CA

    9 – Challenges in measuring maternal mortality. The Lancet, Volume 370, Issue 9595, Pages 1291-1292 A. Yazbeck”

  • Adriana Reis

    COMENTÁRIO DO DR. RICARDO JONES SOBRE O ARTIGO DO CREMERJ

    “Caríssimos:

    O documento que critica a assistência ao parto em ambiente não-hospitalar (Opinião: Parto em casa: retrocesso), escrito pela Drª Márcia Rosa de Araújo, presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj), e publicado em jornal de grande circulação no Rio de Janeiro, não poderia ser muito diferente do que se esperava, partindo da expoente local da corporação que se beneficia diretamente com a medicalização do nascimento. Infelizmente repetiu-se a catilinária que estamos acostumados a assistir quando o debate se acerca da assistência ao parto e a autonomia da mulher nas escolhas sobre profissionais e contextos em que ele vai ocorrer.

    Na esperança de encontrar alguma novidade estimulante para o debate mais uma vez eu procurei meus óculos para tentar ler aquelas famosas “letrinhas miúdas” existentes no final de uma publicação qualquer que possua pretensão científica. Sem surpresa, no final do texto não havia nenhuma nota, nenhuma letrinha média, grande ou pequena; o texto da minha nobre colega não traz NENHUMA comprovação das afirmações que apresenta. Nada. Nenhuma informação é baseada nas evidências científicas atualizadas que brotam dos estudos de várias partes do planeta. Absolutamente NADA, como é rotina nas manifestações dos colegas que tratam de um mito profundamente temido por nós obstetras: o parto sem os aparatos mágicos que construíram a nossa profissão às expensas de uma compreensão defectiva da mulher. Nada do que a nobre doutora fala no seu texto pode ser considerado além de uma OPINIÃO pessoal, construída através de anos de profundo temor pelo evento do parto, num absoluto distanciamento do processo natural de trazer vida ao mundo. Nós obstetras somos criados e construídos para ter pavor do evento natural, e moldados para interferir nele mitologicamente através de nossas máquinas e instrumentos para, controlando-o, afastar o medo que dele temos.

    Todas as afirmações da doutora estão afastadas dos estudos que nos mostram a segurança do parto normal realizado em domicílio, inclusive negando exemplos positivos contundentes como os da Holanda, onde 33% das crianças chegam ao nosso convívio na intimidade dos seus lares (com um dos níveis de morbi-mortalidade materna e perinatal dos melhores do mundo), ou mesmo o trabalho de Johnson e Daviss de 2005 – publicado no British Medical Journal – acompanhando mais de 5000 mulheres que tiveram seus filhos em casa, com o auxílio de parteiras profissionais (CPMs), com resultados perinatais iguais ou superiores aos encontrados em hospitais. Além disso, o trabalho de Johnson & Daviss nos demonstra um custo muito menor, com maior satisfação materna, menor morbidade para as mães e recém nascidos, conseqüentemente apresentando taxas mais elevadas de amamentação. Ao mesmo tempo em que minha colega fecha os olhos para as vantagens do parto domiciliar em lugares como os países baixos, também se nega a avaliar a realidade americana de alto investimento em tecnologia – mas que ostenta o vergonhoso posto de 41º país em mortalidade materna – e não reconhece que o Brasil, ao imitar o modelo americano iatrocêntrico (centrado no médico), etiocêntrico (centrado na doença) e hospitalocêntrico (centrado no hospital), só poderá amargar – na melhor das hipóteses – os mesmos resultados ruins que o paradigma americano produz para o nascimento humano.

    Todos os exemplos e os estudos internacionais que falam a favor da melhor qualidade dos partos domiciliares são esquecidos, negados ou sonegados pela colega, que prefere investir na cultura do medo que nega as evidências e mantêm as mulheres amordaçadas e silentes, prisioneiras dos mitos “mutiladores” e “assassinos” relacionados com o parto em casa; nada mais coerente para um paradigma que mantém as mulheres tuteladas e incapacitadas de gerar e parir com liberdade e autonomia.

    Felizmente, outros países menos condicionados às forças do mercado estão acordando para a importância de restituir o protagonismo à mulher, e tomando atitudes determinadas nesta direção. Com esta coragem de mudar e desafiar mitos calcificados pela falta de crítica, a Inglaterra, no ano de 2006, através da liderança de Patricia Hewitt – Ministra da Saúde – propôs uma mudança radical e estratégica na atenção às grávidas, incentivando os partos fora do ambiente hospitalar, exatamente por não haver nenhuma comprovação (em milhares de anos de história) de que os hospitais produzam melhoria nos resultados maternos e perinatais em população de risco habitual. Ao lado disso TODAS as publicações abrangentes que avaliam os riscos da atenção extra-hospitalar ao nascimento com uma metodologia correta apontam na mesma direção: a comprovação de que os partos planejados no domicílio, quando comparados com os hospitalares, apresentam resultados iguais ou melhores na atenção às pacientes pertencentes a este mesmo grupo populacional de risco habitual.

    Restitua-se o parto às mulheres e elas continuarão a revolução libertária. Liberte a mulher e a sociedade inteira se modificará como conseqüência. Não é possível uma sociedade justa e digna quando somos recebidos neste mundo através do arbítrio de mulheres caladas e corpos invadidos. Confiscar das mulheres seus corpos e seus partos e mantê-las reféns de um modelo tecnocrático que NÃO comprova sua superioridade é uma das maneiras mais hábeis de manter cidadãs caladas e dóceis.

    Entretanto, as palavras da doutora fazem eco em uma boa parte da população feminina, e basta conversar com 10 mulheres da classe média, embebidas num mundo de celulares milagrosos e celulites desastrosas, para nos darmos conta de que ELAS MESMAS organizam as palavras que a líder da corporação médica vai escrever. O discurso da medicina emana dos pacientes como vasos comunicantes, numa dialética silenciosa que perpassa pelos mitos e valores profundos que controlam inconscientemente nosso proceder.

    Prisioneiras de seus medos, as mulheres ainda se encontram atordoadas diante de sua própria participação no evento expropriativo de suas responsabilidades femininas. Somente a mudança desses valores é que poderá nos fazer mudar tais condutas, assim como a criação de uma nova divindade se segue à queda de um velho Totem. Felizmente, nosso otimismo nos obriga a enxergar que a mitologia depreciativa da mulher e do feminino não se manterá indefinidamente em um mundo de informação instantânea e com ampla oportunidade de contraditório.

    Nesta trilha de libertação, as ferramentas mais poderosas são a informação e a ….. paciência.

    Apenas através do fortalecimento destas duas asas poderemos alçar vôo e combater a mitologia contemporânea, que nos puxa para o passado, que nos faz imitar modelos americanos fracassados, que nos empurra para a crença da inferioridade biológica da mulher e que cria profissionais da saúde divorciados da realidade libertadora do nascimento.

    Um abraço

    Ricardo Jones, MD

    Obstetra – Homeopata

    ReHuNa – Rede pela Humanização do Parto e Nascimento

    HumPar – Rede pela Humanização do Parto – Portugal

    IMBCO – International MotherBaby Childbirth Organization

    Instituto Jean Bergés de Psicanálise e Medicina

    1 – Marie Wolf and Sophie Goodchild, “Mummy State: Childbirth Revolution”. Independent on Sunday (London), May 14, 2006

    2 – Organização Mundial de Saúde. Assistência ao Parto Normal: Um guia Prático. Relatório de um Grupo Técnico. Genebra, 1996. 53p.

    3 – Enkin M. & Cols, Guia para Atenção Efetiva na Gravidez e no Parto. 3a Edição – Guanabara Koogan 2000

    4 – “Outcomes of planned home births with Certified Professional Midwives: a large prospective study in North America.” Kenneth C. Johnson, senior epidemiologist, Betty Anne Daviss, project manager. BMJ 2005; 330:1416 (18 jun).

    5 – T. A. Wiegers, J. van der Zee, and M. J. Keirse, “Maternity Care in the Netherlands: The changing Home Birth Rate”, Birth 25, no 3(1998): 190-97

    6 – Anderson, Rondi E., CNM, MS and Patricia Atkins Murphy, CNM. DRPH. 1995. “Outcomes of 11,788 Planned Home Births attended by Certified Nurse Midwives: A retrospective descriptive Study”. Journal of Nurse Midwifery 40:483-492.

    7 – Rooks, JP, ML Westherby, EKM Ernst, S Stapleton, D Rosen, and A Rosenfield. 1989 “Outcomes of Care in Birth Centers: The National Birth Center Study”. New England Journal of Medicine. 1804-1811.

    8 – Schienzka, Peter F. 1999. “Safety of Alternative Approach to Childbirth”. Department of Sociology, Stanford University, Palo Alto, CA

    9 – Challenges in measuring maternal mortality. The Lancet, Volume 370, Issue 9595, Pages 1291-1292 A. Yazbeck”

  • http://paralembrarouesquecer.blogspot.com/ Carla

    aquarius: obrigada

    Alexandra: Mais do mesmo – a escolha é de cada mulher e os lados não são dicotômicos e exclusivos. São opções a se considerar. Concordo quando vc fala sobre o ambiente impessoal, o risco de encontrar um profissional de saúde estressado e este acabar comprometendo um momento tão importante. Por isso existem centros obstétricos que diminuem essa probabilidade. Realmente, em um hospital geral isso é mais remoto.

    Adriana: Legal a iniciativa de trazer uma opinião a mais. As (9) evidências científicas continuam sendo apenas um lado da moeda. Existe o outro lado, que traz resultados tanto favoráveis quanto controversos. Quanto ao excelente texto escrito pelo colega, é também, uma opinião, que tal como a do Dr Health, não constitui verdade absoluta.

    =*

  • http://paralembrarouesquecer.blogspot.com/ Carla

    aquarius: obrigada

    Alexandra: Mais do mesmo – a escolha é de cada mulher e os lados não são dicotômicos e exclusivos. São opções a se considerar. Concordo quando vc fala sobre o ambiente impessoal, o risco de encontrar um profissional de saúde estressado e este acabar comprometendo um momento tão importante. Por isso existem centros obstétricos que diminuem essa probabilidade. Realmente, em um hospital geral isso é mais remoto.

    Adriana: Legal a iniciativa de trazer uma opinião a mais. As (9) evidências científicas continuam sendo apenas um lado da moeda. Existe o outro lado, que traz resultados tanto favoráveis quanto controversos. Quanto ao excelente texto escrito pelo colega, é também, uma opinião, que tal como a do Dr Health, não constitui verdade absoluta.

    =*

  • http://paralembrarouesquecer.blogspot.com/ Carla

    aquarius: obrigada

    Alexandra: Mais do mesmo – a escolha é de cada mulher e os lados não são dicotômicos e exclusivos. São opções a se considerar. Concordo quando vc fala sobre o ambiente impessoal, o risco de encontrar um profissional de saúde estressado e este acabar comprometendo um momento tão importante. Por isso existem centros obstétricos que diminuem essa probabilidade. Realmente, em um hospital geral isso é mais remoto.

    Adriana: Legal a iniciativa de trazer uma opinião a mais. As (9) evidências científicas continuam sendo apenas um lado da moeda. Existe o outro lado, que traz resultados tanto favoráveis quanto controversos. Quanto ao excelente texto escrito pelo colega, é também, uma opinião, que tal como a do Dr Health, não constitui verdade absoluta.

    =*

  • http://paralembrarouesquecer.blogspot.com Carla

    aquarius: obrigada

    Alexandra: Mais do mesmo – a escolha é de cada mulher e os lados não são dicotômicos e exclusivos. São opções a se considerar. Concordo quando vc fala sobre o ambiente impessoal, o risco de encontrar um profissional de saúde estressado e este acabar comprometendo um momento tão importante. Por isso existem centros obstétricos que diminuem essa probabilidade. Realmente, em um hospital geral isso é mais remoto.

    Adriana: Legal a iniciativa de trazer uma opinião a mais. As (9) evidências científicas continuam sendo apenas um lado da moeda. Existe o outro lado, que traz resultados tanto favoráveis quanto controversos. Quanto ao excelente texto escrito pelo colega, é também, uma opinião, que tal como a do Dr Health, não constitui verdade absoluta.

    =*

  • http://www.condominios.comopiniao.com/ Marcelo Garrit

    Gostaria de ver exemplos de estudos científicos do Brasil, como falei é tudo muito lindo num serviço de saúde que funcione como nos exemplos citados.

    Outro ponto que tem chamado a minha atenção nos comentários é que TODOS colocam o parto como uma decisão da mulher, porque ela sabe parir, porque é o corpo dela, etc, etc, etc, mas e a outra parte envolvida, e o pai da criança, afinal, pelo menos no meu caso, fiz questão de estar ao lado de minha mulher sempre, apoiando e discutindo junto todas as decisões que envolviam nosso filho (como faço até hoje), acho que a decisão é da família e deve ser tomada em conjunto, qualquer que seja a escolha, envolvam elas os riscos que envolverem, não acho justo que a mulher decida algo tão relevante sozinha, afinal, o momento não é só dela, assim como não acho justo que o contrário ocorra, como a Carla colocou perfeitamente: “CONVERSANDO a gente se entende”.

    Isso aqui já está parecendo um debate político onde um tenta provar que o outro está errado, e tenho certeza que este não é o objetivo do post, tão pouco do site, como eu disse, a divergência de opiniões é saudável, mas classificar quem não concorda com nossas opiniões de burro, desinformado, machista, etc…. excede os limites democráticos

  • http://www.condominios.comopiniao.com/ Marcelo Garrit

    Gostaria de ver exemplos de estudos científicos do Brasil, como falei é tudo muito lindo num serviço de saúde que funcione como nos exemplos citados.

    Outro ponto que tem chamado a minha atenção nos comentários é que TODOS colocam o parto como uma decisão da mulher, porque ela sabe parir, porque é o corpo dela, etc, etc, etc, mas e a outra parte envolvida, e o pai da criança, afinal, pelo menos no meu caso, fiz questão de estar ao lado de minha mulher sempre, apoiando e discutindo junto todas as decisões que envolviam nosso filho (como faço até hoje), acho que a decisão é da família e deve ser tomada em conjunto, qualquer que seja a escolha, envolvam elas os riscos que envolverem, não acho justo que a mulher decida algo tão relevante sozinha, afinal, o momento não é só dela, assim como não acho justo que o contrário ocorra, como a Carla colocou perfeitamente: “CONVERSANDO a gente se entende”.

    Isso aqui já está parecendo um debate político onde um tenta provar que o outro está errado, e tenho certeza que este não é o objetivo do post, tão pouco do site, como eu disse, a divergência de opiniões é saudável, mas classificar quem não concorda com nossas opiniões de burro, desinformado, machista, etc…. excede os limites democráticos

  • http://www.condominios.comopiniao.com/ Marcelo Garrit

    Gostaria de ver exemplos de estudos científicos do Brasil, como falei é tudo muito lindo num serviço de saúde que funcione como nos exemplos citados.

    Outro ponto que tem chamado a minha atenção nos comentários é que TODOS colocam o parto como uma decisão da mulher, porque ela sabe parir, porque é o corpo dela, etc, etc, etc, mas e a outra parte envolvida, e o pai da criança, afinal, pelo menos no meu caso, fiz questão de estar ao lado de minha mulher sempre, apoiando e discutindo junto todas as decisões que envolviam nosso filho (como faço até hoje), acho que a decisão é da família e deve ser tomada em conjunto, qualquer que seja a escolha, envolvam elas os riscos que envolverem, não acho justo que a mulher decida algo tão relevante sozinha, afinal, o momento não é só dela, assim como não acho justo que o contrário ocorra, como a Carla colocou perfeitamente: “CONVERSANDO a gente se entende”.

    Isso aqui já está parecendo um debate político onde um tenta provar que o outro está errado, e tenho certeza que este não é o objetivo do post, tão pouco do site, como eu disse, a divergência de opiniões é saudável, mas classificar quem não concorda com nossas opiniões de burro, desinformado, machista, etc…. excede os limites democráticos

  • http://www.condominios.comopiniao.com/ Marcelo Garrit

    Gostaria de ver exemplos de estudos científicos do Brasil, como falei é tudo muito lindo num serviço de saúde que funcione como nos exemplos citados.

    Outro ponto que tem chamado a minha atenção nos comentários é que TODOS colocam o parto como uma decisão da mulher, porque ela sabe parir, porque é o corpo dela, etc, etc, etc, mas e a outra parte envolvida, e o pai da criança, afinal, pelo menos no meu caso, fiz questão de estar ao lado de minha mulher sempre, apoiando e discutindo junto todas as decisões que envolviam nosso filho (como faço até hoje), acho que a decisão é da família e deve ser tomada em conjunto, qualquer que seja a escolha, envolvam elas os riscos que envolverem, não acho justo que a mulher decida algo tão relevante sozinha, afinal, o momento não é só dela, assim como não acho justo que o contrário ocorra, como a Carla colocou perfeitamente: “CONVERSANDO a gente se entende”.

    Isso aqui já está parecendo um debate político onde um tenta provar que o outro está errado, e tenho certeza que este não é o objetivo do post, tão pouco do site, como eu disse, a divergência de opiniões é saudável, mas classificar quem não concorda com nossas opiniões de burro, desinformado, machista, etc…. excede os limites democráticos

  • http://www.condominios.comopiniao.com/ Marcelo Garrit

    Gostaria de ver exemplos de estudos científicos do Brasil, como falei é tudo muito lindo num serviço de saúde que funcione como nos exemplos citados.

    Outro ponto que tem chamado a minha atenção nos comentários é que TODOS colocam o parto como uma decisão da mulher, porque ela sabe parir, porque é o corpo dela, etc, etc, etc, mas e a outra parte envolvida, e o pai da criança, afinal, pelo menos no meu caso, fiz questão de estar ao lado de minha mulher sempre, apoiando e discutindo junto todas as decisões que envolviam nosso filho (como faço até hoje), acho que a decisão é da família e deve ser tomada em conjunto, qualquer que seja a escolha, envolvam elas os riscos que envolverem, não acho justo que a mulher decida algo tão relevante sozinha, afinal, o momento não é só dela, assim como não acho justo que o contrário ocorra, como a Carla colocou perfeitamente: “CONVERSANDO a gente se entende”.

    Isso aqui já está parecendo um debate político onde um tenta provar que o outro está errado, e tenho certeza que este não é o objetivo do post, tão pouco do site, como eu disse, a divergência de opiniões é saudável, mas classificar quem não concorda com nossas opiniões de burro, desinformado, machista, etc…. excede os limites democráticos

  • http://www.condominios.comopiniao.com/ Marcelo Garrit

    Gostaria de ver exemplos de estudos científicos do Brasil, como falei é tudo muito lindo num serviço de saúde que funcione como nos exemplos citados.

    Outro ponto que tem chamado a minha atenção nos comentários é que TODOS colocam o parto como uma decisão da mulher, porque ela sabe parir, porque é o corpo dela, etc, etc, etc, mas e a outra parte envolvida, e o pai da criança, afinal, pelo menos no meu caso, fiz questão de estar ao lado de minha mulher sempre, apoiando e discutindo junto todas as decisões que envolviam nosso filho (como faço até hoje), acho que a decisão é da família e deve ser tomada em conjunto, qualquer que seja a escolha, envolvam elas os riscos que envolverem, não acho justo que a mulher decida algo tão relevante sozinha, afinal, o momento não é só dela, assim como não acho justo que o contrário ocorra, como a Carla colocou perfeitamente: “CONVERSANDO a gente se entende”.

    Isso aqui já está parecendo um debate político onde um tenta provar que o outro está errado, e tenho certeza que este não é o objetivo do post, tão pouco do site, como eu disse, a divergência de opiniões é saudável, mas classificar quem não concorda com nossas opiniões de burro, desinformado, machista, etc…. excede os limites democráticos

  • http://www.condominios.comopiniao.com/ Marcelo Garrit

    Gostaria de ver exemplos de estudos científicos do Brasil, como falei é tudo muito lindo num serviço de saúde que funcione como nos exemplos citados.

    Outro ponto que tem chamado a minha atenção nos comentários é que TODOS colocam o parto como uma decisão da mulher, porque ela sabe parir, porque é o corpo dela, etc, etc, etc, mas e a outra parte envolvida, e o pai da criança, afinal, pelo menos no meu caso, fiz questão de estar ao lado de minha mulher sempre, apoiando e discutindo junto todas as decisões que envolviam nosso filho (como faço até hoje), acho que a decisão é da família e deve ser tomada em conjunto, qualquer que seja a escolha, envolvam elas os riscos que envolverem, não acho justo que a mulher decida algo tão relevante sozinha, afinal, o momento não é só dela, assim como não acho justo que o contrário ocorra, como a Carla colocou perfeitamente: “CONVERSANDO a gente se entende”.

    Isso aqui já está parecendo um debate político onde um tenta provar que o outro está errado, e tenho certeza que este não é o objetivo do post, tão pouco do site, como eu disse, a divergência de opiniões é saudável, mas classificar quem não concorda com nossas opiniões de burro, desinformado, machista, etc…. excede os limites democráticos

  • http://www.condominios.comopiniao.com/ Marcelo Garrit

    Gostaria de ver exemplos de estudos científicos do Brasil, como falei é tudo muito lindo num serviço de saúde que funcione como nos exemplos citados.

    Outro ponto que tem chamado a minha atenção nos comentários é que TODOS colocam o parto como uma decisão da mulher, porque ela sabe parir, porque é o corpo dela, etc, etc, etc, mas e a outra parte envolvida, e o pai da criança, afinal, pelo menos no meu caso, fiz questão de estar ao lado de minha mulher sempre, apoiando e discutindo junto todas as decisões que envolviam nosso filho (como faço até hoje), acho que a decisão é da família e deve ser tomada em conjunto, qualquer que seja a escolha, envolvam elas os riscos que envolverem, não acho justo que a mulher decida algo tão relevante sozinha, afinal, o momento não é só dela, assim como não acho justo que o contrário ocorra, como a Carla colocou perfeitamente: “CONVERSANDO a gente se entende”.

    Isso aqui já está parecendo um debate político onde um tenta provar que o outro está errado, e tenho certeza que este não é o objetivo do post, tão pouco do site, como eu disse, a divergência de opiniões é saudável, mas classificar quem não concorda com nossas opiniões de burro, desinformado, machista, etc…. excede os limites democráticos

  • http://www.condominios.comopiniao.com Marcelo Garrit

    Gostaria de ver exemplos de estudos científicos do Brasil, como falei é tudo muito lindo num serviço de saúde que funcione como nos exemplos citados.

    Outro ponto que tem chamado a minha atenção nos comentários é que TODOS colocam o parto como uma decisão da mulher, porque ela sabe parir, porque é o corpo dela, etc, etc, etc, mas e a outra parte envolvida, e o pai da criança, afinal, pelo menos no meu caso, fiz questão de estar ao lado de minha mulher sempre, apoiando e discutindo junto todas as decisões que envolviam nosso filho (como faço até hoje), acho que a decisão é da família e deve ser tomada em conjunto, qualquer que seja a escolha, envolvam elas os riscos que envolverem, não acho justo que a mulher decida algo tão relevante sozinha, afinal, o momento não é só dela, assim como não acho justo que o contrário ocorra, como a Carla colocou perfeitamente: “CONVERSANDO a gente se entende”.

    Isso aqui já está parecendo um debate político onde um tenta provar que o outro está errado, e tenho certeza que este não é o objetivo do post, tão pouco do site, como eu disse, a divergência de opiniões é saudável, mas classificar quem não concorda com nossas opiniões de burro, desinformado, machista, etc…. excede os limites democráticos

  • Alexandra

    Marcelo

    há muito machismo aqui sim!
    Leia todos os posts se tiver afim, tem um o pior de todos em que o cara comenta a possibilidade de se guardar celular em vagina pós parto normal!!

    Vc não viu este não?

    eu li todos…
    e o texto do CREMERJ é péssimo sim, não tem nenhum dado científico e se vc somar todas as evidências que o Dr. Health apresenta saberá que são em menor quantidade que as que já apresentamos, e obviamente não apresentamos todas.

    Mas, para vc, é perceptível que não importa quantas apresentarmos vc não quer nos aceitar e ponto.
    Agora eu te pergunto, quantas mulheres vc conhece que já tiveram parto em casa, e que foi ruim?

    Eu conheço várias mulheres que já pariram:

    - em hospital, parto fisiológico bem sucedido;
    - em hospital, parto fisiológico ruim;
    – em hospital – tentativa de parto que terminou em cirurgia (cesariana);
    – e também conheço várias mulheres que tiveram parto em casa, porque queriam apenas um bom parto fisiológico e sabem que em hospital isto não é garantido, por uma série de dificuldades que inclui a tranquilidade e sabedoria da mulher em saber parir e a competência e tranquilidade do profissional em saber acompanhá-la.

    E acrescentando, vc não acha mesmo que os maridos das mulheres de parto em casa não acompanharam participativamente o parto, né?

    Todos acompanham, cada um ao seu modo, sem atrapalhar, alguns mais tranquilos acompanham e ajudam em muitos momentos, os mais medrosos e nervosos, esperam num ambiente separado que é para não atrapalhar, POIS QUEM PARI MESMO É A MULHER, QUEM PRECISA DE TODO RESPEITO E PACIÊNCIA É A MULHER, É O CORPO DELA QUE TEM QUE DILATAR, É A MENTE QUE TEM QUE ACREDITAR QUE DÁ CONTA DO RECADO, NÃO ADIANTA TODA COMPETÊNCIA DO PROFISSIONAL E TODA PACIÊNCIA DO COMPANHEIRO SE A MULHER ACHAR QUE NÃO É CAPAZ…

    E no Br tendem a piorar a insegurança contemporânea de muitas mulheres em não saber mais como é o evento fisiológico do parto.

    Por isso, é difícil para vc nos entender e continuar achando que o CREMERJ sabe mais do que nós que realmente parimos, na hora do “vamô vê”. Por isso vc dá mais credibilidade ao CREMERJ, mesmo sem ele apresentar embasamento cientifíco, do que a mim que estou te dizendo: Cara, eu sei do que estou falando, eu tenho útero, engravidei 2 vezes, e pari sem necessidade de nenhum aparato hospitalar – eu sou real, e te digo parir FISIOLOGICAMENTE, pode ser:

    - no hospital
    - na casa de parto
    - na maternidade
    - e em minha casa, na sua casa, na fazenda da minha avó (lá ela teve 10 filhos, sem prolapso uterino, sem hipoxia cerebral, somente com a ajuda do MARIDÃO dela)

  • Alexandra

    Marcelo

    há muito machismo aqui sim!
    Leia todos os posts se tiver afim, tem um o pior de todos em que o cara comenta a possibilidade de se guardar celular em vagina pós parto normal!!

    Vc não viu este não?

    eu li todos…
    e o texto do CREMERJ é péssimo sim, não tem nenhum dado científico e se vc somar todas as evidências que o Dr. Health apresenta saberá que são em menor quantidade que as que já apresentamos, e obviamente não apresentamos todas.

    Mas, para vc, é perceptível que não importa quantas apresentarmos vc não quer nos aceitar e ponto.
    Agora eu te pergunto, quantas mulheres vc conhece que já tiveram parto em casa, e que foi ruim?

    Eu conheço várias mulheres que já pariram:

    - em hospital, parto fisiológico bem sucedido;
    - em hospital, parto fisiológico ruim;
    – em hospital – tentativa de parto que terminou em cirurgia (cesariana);
    – e também conheço várias mulheres que tiveram parto em casa, porque queriam apenas um bom parto fisiológico e sabem que em hospital isto não é garantido, por uma série de dificuldades que inclui a tranquilidade e sabedoria da mulher em saber parir e a competência e tranquilidade do profissional em saber acompanhá-la.

    E acrescentando, vc não acha mesmo que os maridos das mulheres de parto em casa não acompanharam participativamente o parto, né?

    Todos acompanham, cada um ao seu modo, sem atrapalhar, alguns mais tranquilos acompanham e ajudam em muitos momentos, os mais medrosos e nervosos, esperam num ambiente separado que é para não atrapalhar, POIS QUEM PARI MESMO É A MULHER, QUEM PRECISA DE TODO RESPEITO E PACIÊNCIA É A MULHER, É O CORPO DELA QUE TEM QUE DILATAR, É A MENTE QUE TEM QUE ACREDITAR QUE DÁ CONTA DO RECADO, NÃO ADIANTA TODA COMPETÊNCIA DO PROFISSIONAL E TODA PACIÊNCIA DO COMPANHEIRO SE A MULHER ACHAR QUE NÃO É CAPAZ…

    E no Br tendem a piorar a insegurança contemporânea de muitas mulheres em não saber mais como é o evento fisiológico do parto.

    Por isso, é difícil para vc nos entender e continuar achando que o CREMERJ sabe mais do que nós que realmente parimos, na hora do “vamô vê”. Por isso vc dá mais credibilidade ao CREMERJ, mesmo sem ele apresentar embasamento cientifíco, do que a mim que estou te dizendo: Cara, eu sei do que estou falando, eu tenho útero, engravidei 2 vezes, e pari sem necessidade de nenhum aparato hospitalar – eu sou real, e te digo parir FISIOLOGICAMENTE, pode ser:

    - no hospital
    - na casa de parto
    - na maternidade
    - e em minha casa, na sua casa, na fazenda da minha avó (lá ela teve 10 filhos, sem prolapso uterino, sem hipoxia cerebral, somente com a ajuda do MARIDÃO dela)

  • Alexandra

    Marcelo

    há muito machismo aqui sim!
    Leia todos os posts se tiver afim, tem um o pior de todos em que o cara comenta a possibilidade de se guardar celular em vagina pós parto normal!!

    Vc não viu este não?

    eu li todos…
    e o texto do CREMERJ é péssimo sim, não tem nenhum dado científico e se vc somar todas as evidências que o Dr. Health apresenta saberá que são em menor quantidade que as que já apresentamos, e obviamente não apresentamos todas.

    Mas, para vc, é perceptível que não importa quantas apresentarmos vc não quer nos aceitar e ponto.
    Agora eu te pergunto, quantas mulheres vc conhece que já tiveram parto em casa, e que foi ruim?

    Eu conheço várias mulheres que já pariram:

    - em hospital, parto fisiológico bem sucedido;
    - em hospital, parto fisiológico ruim;
    – em hospital – tentativa de parto que terminou em cirurgia (cesariana);
    – e também conheço várias mulheres que tiveram parto em casa, porque queriam apenas um bom parto fisiológico e sabem que em hospital isto não é garantido, por uma série de dificuldades que inclui a tranquilidade e sabedoria da mulher em saber parir e a competência e tranquilidade do profissional em saber acompanhá-la.

    E acrescentando, vc não acha mesmo que os maridos das mulheres de parto em casa não acompanharam participativamente o parto, né?

    Todos acompanham, cada um ao seu modo, sem atrapalhar, alguns mais tranquilos acompanham e ajudam em muitos momentos, os mais medrosos e nervosos, esperam num ambiente separado que é para não atrapalhar, POIS QUEM PARI MESMO É A MULHER, QUEM PRECISA DE TODO RESPEITO E PACIÊNCIA É A MULHER, É O CORPO DELA QUE TEM QUE DILATAR, É A MENTE QUE TEM QUE ACREDITAR QUE DÁ CONTA DO RECADO, NÃO ADIANTA TODA COMPETÊNCIA DO PROFISSIONAL E TODA PACIÊNCIA DO COMPANHEIRO SE A MULHER ACHAR QUE NÃO É CAPAZ…

    E no Br tendem a piorar a insegurança contemporânea de muitas mulheres em não saber mais como é o evento fisiológico do parto.

    Por isso, é difícil para vc nos entender e continuar achando que o CREMERJ sabe mais do que nós que realmente parimos, na hora do “vamô vê”. Por isso vc dá mais credibilidade ao CREMERJ, mesmo sem ele apresentar embasamento cientifíco, do que a mim que estou te dizendo: Cara, eu sei do que estou falando, eu tenho útero, engravidei 2 vezes, e pari sem necessidade de nenhum aparato hospitalar – eu sou real, e te digo parir FISIOLOGICAMENTE, pode ser:

    - no hospital
    - na casa de parto
    - na maternidade
    - e em minha casa, na sua casa, na fazenda da minha avó (lá ela teve 10 filhos, sem prolapso uterino, sem hipoxia cerebral, somente com a ajuda do MARIDÃO dela)

  • Alexandra

    Marcelo

    há muito machismo aqui sim!
    Leia todos os posts se tiver afim, tem um o pior de todos em que o cara comenta a possibilidade de se guardar celular em vagina pós parto normal!!

    Vc não viu este não?

    eu li todos…
    e o texto do CREMERJ é péssimo sim, não tem nenhum dado científico e se vc somar todas as evidências que o Dr. Health apresenta saberá que são em menor quantidade que as que já apresentamos, e obviamente não apresentamos todas.

    Mas, para vc, é perceptível que não importa quantas apresentarmos vc não quer nos aceitar e ponto.
    Agora eu te pergunto, quantas mulheres vc conhece que já tiveram parto em casa, e que foi ruim?

    Eu conheço várias mulheres que já pariram:

    - em hospital, parto fisiológico bem sucedido;
    - em hospital, parto fisiológico ruim;
    – em hospital – tentativa de parto que terminou em cirurgia (cesariana);
    – e também conheço várias mulheres que tiveram parto em casa, porque queriam apenas um bom parto fisiológico e sabem que em hospital isto não é garantido, por uma série de dificuldades que inclui a tranquilidade e sabedoria da mulher em saber parir e a competência e tranquilidade do profissional em saber acompanhá-la.

    E acrescentando, vc não acha mesmo que os maridos das mulheres de parto em casa não acompanharam participativamente o parto, né?

    Todos acompanham, cada um ao seu modo, sem atrapalhar, alguns mais tranquilos acompanham e ajudam em muitos momentos, os mais medrosos e nervosos, esperam num ambiente separado que é para não atrapalhar, POIS QUEM PARI MESMO É A MULHER, QUEM PRECISA DE TODO RESPEITO E PACIÊNCIA É A MULHER, É O CORPO DELA QUE TEM QUE DILATAR, É A MENTE QUE TEM QUE ACREDITAR QUE DÁ CONTA DO RECADO, NÃO ADIANTA TODA COMPETÊNCIA DO PROFISSIONAL E TODA PACIÊNCIA DO COMPANHEIRO SE A MULHER ACHAR QUE NÃO É CAPAZ…

    E no Br tendem a piorar a insegurança contemporânea de muitas mulheres em não saber mais como é o evento fisiológico do parto.

    Por isso, é difícil para vc nos entender e continuar achando que o CREMERJ sabe mais do que nós que realmente parimos, na hora do “vamô vê”. Por isso vc dá mais credibilidade ao CREMERJ, mesmo sem ele apresentar embasamento cientifíco, do que a mim que estou te dizendo: Cara, eu sei do que estou falando, eu tenho útero, engravidei 2 vezes, e pari sem necessidade de nenhum aparato hospitalar – eu sou real, e te digo parir FISIOLOGICAMENTE, pode ser:

    - no hospital
    - na casa de parto
    - na maternidade
    - e em minha casa, na sua casa, na fazenda da minha avó (lá ela teve 10 filhos, sem prolapso uterino, sem hipoxia cerebral, somente com a ajuda do MARIDÃO dela)

  • Alexandra

    Marcelo

    há muito machismo aqui sim!
    Leia todos os posts se tiver afim, tem um o pior de todos em que o cara comenta a possibilidade de se guardar celular em vagina pós parto normal!!

    Vc não viu este não?

    eu li todos…
    e o texto do CREMERJ é péssimo sim, não tem nenhum dado científico e se vc somar todas as evidências que o Dr. Health apresenta saberá que são em menor quantidade que as que já apresentamos, e obviamente não apresentamos todas.

    Mas, para vc, é perceptível que não importa quantas apresentarmos vc não quer nos aceitar e ponto.
    Agora eu te pergunto, quantas mulheres vc conhece que já tiveram parto em casa, e que foi ruim?

    Eu conheço várias mulheres que já pariram:

    - em hospital, parto fisiológico bem sucedido;
    - em hospital, parto fisiológico ruim;
    – em hospital – tentativa de parto que terminou em cirurgia (cesariana);
    – e também conheço várias mulheres que tiveram parto em casa, porque queriam apenas um bom parto fisiológico e sabem que em hospital isto não é garantido, por uma série de dificuldades que inclui a tranquilidade e sabedoria da mulher em saber parir e a competência e tranquilidade do profissional em saber acompanhá-la.

    E acrescentando, vc não acha mesmo que os maridos das mulheres de parto em casa não acompanharam participativamente o parto, né?

    Todos acompanham, cada um ao seu modo, sem atrapalhar, alguns mais tranquilos acompanham e ajudam em muitos momentos, os mais medrosos e nervosos, esperam num ambiente separado que é para não atrapalhar, POIS QUEM PARI MESMO É A MULHER, QUEM PRECISA DE TODO RESPEITO E PACIÊNCIA É A MULHER, É O CORPO DELA QUE TEM QUE DILATAR, É A MENTE QUE TEM QUE ACREDITAR QUE DÁ CONTA DO RECADO, NÃO ADIANTA TODA COMPETÊNCIA DO PROFISSIONAL E TODA PACIÊNCIA DO COMPANHEIRO SE A MULHER ACHAR QUE NÃO É CAPAZ…

    E no Br tendem a piorar a insegurança contemporânea de muitas mulheres em não saber mais como é o evento fisiológico do parto.

    Por isso, é difícil para vc nos entender e continuar achando que o CREMERJ sabe mais do que nós que realmente parimos, na hora do “vamô vê”. Por isso vc dá mais credibilidade ao CREMERJ, mesmo sem ele apresentar embasamento cientifíco, do que a mim que estou te dizendo: Cara, eu sei do que estou falando, eu tenho útero, engravidei 2 vezes, e pari sem necessidade de nenhum aparato hospitalar – eu sou real, e te digo parir FISIOLOGICAMENTE, pode ser:

    - no hospital
    - na casa de parto
    - na maternidade
    - e em minha casa, na sua casa, na fazenda da minha avó (lá ela teve 10 filhos, sem prolapso uterino, sem hipoxia cerebral, somente com a ajuda do MARIDÃO dela)

  • Alexandra

    Marcelo

    há muito machismo aqui sim!
    Leia todos os posts se tiver afim, tem um o pior de todos em que o cara comenta a possibilidade de se guardar celular em vagina pós parto normal!!

    Vc não viu este não?

    eu li todos…
    e o texto do CREMERJ é péssimo sim, não tem nenhum dado científico e se vc somar todas as evidências que o Dr. Health apresenta saberá que são em menor quantidade que as que já apresentamos, e obviamente não apresentamos todas.

    Mas, para vc, é perceptível que não importa quantas apresentarmos vc não quer nos aceitar e ponto.
    Agora eu te pergunto, quantas mulheres vc conhece que já tiveram parto em casa, e que foi ruim?

    Eu conheço várias mulheres que já pariram:

    - em hospital, parto fisiológico bem sucedido;
    - em hospital, parto fisiológico ruim;
    – em hospital – tentativa de parto que terminou em cirurgia (cesariana);
    – e também conheço várias mulheres que tiveram parto em casa, porque queriam apenas um bom parto fisiológico e sabem que em hospital isto não é garantido, por uma série de dificuldades que inclui a tranquilidade e sabedoria da mulher em saber parir e a competência e tranquilidade do profissional em saber acompanhá-la.

    E acrescentando, vc não acha mesmo que os maridos das mulheres de parto em casa não acompanharam participativamente o parto, né?

    Todos acompanham, cada um ao seu modo, sem atrapalhar, alguns mais tranquilos acompanham e ajudam em muitos momentos, os mais medrosos e nervosos, esperam num ambiente separado que é para não atrapalhar, POIS QUEM PARI MESMO É A MULHER, QUEM PRECISA DE TODO RESPEITO E PACIÊNCIA É A MULHER, É O CORPO DELA QUE TEM QUE DILATAR, É A MENTE QUE TEM QUE ACREDITAR QUE DÁ CONTA DO RECADO, NÃO ADIANTA TODA COMPETÊNCIA DO PROFISSIONAL E TODA PACIÊNCIA DO COMPANHEIRO SE A MULHER ACHAR QUE NÃO É CAPAZ…

    E no Br tendem a piorar a insegurança contemporânea de muitas mulheres em não saber mais como é o evento fisiológico do parto.

    Por isso, é difícil para vc nos entender e continuar achando que o CREMERJ sabe mais do que nós que realmente parimos, na hora do “vamô vê”. Por isso vc dá mais credibilidade ao CREMERJ, mesmo sem ele apresentar embasamento cientifíco, do que a mim que estou te dizendo: Cara, eu sei do que estou falando, eu tenho útero, engravidei 2 vezes, e pari sem necessidade de nenhum aparato hospitalar – eu sou real, e te digo parir FISIOLOGICAMENTE, pode ser:

    - no hospital
    - na casa de parto
    - na maternidade
    - e em minha casa, na sua casa, na fazenda da minha avó (lá ela teve 10 filhos, sem prolapso uterino, sem hipoxia cerebral, somente com a ajuda do MARIDÃO dela)

  • Alexandra

    O Título: ” A cilada do parto domiciliar” é bem inapropriado a essa altura, mas – Dr Health, vc o mantém? Ainda gosta dele?

  • Alexandra

    O Título: ” A cilada do parto domiciliar” é bem inapropriado a essa altura, mas – Dr Health, vc o mantém? Ainda gosta dele?

  • Alexandra

    O Título: ” A cilada do parto domiciliar” é bem inapropriado a essa altura, mas – Dr Health, vc o mantém? Ainda gosta dele?

  • Alexandra

    O Título: ” A cilada do parto domiciliar” é bem inapropriado a essa altura, mas – Dr Health, vc o mantém? Ainda gosta dele?

  • Alexandra

    O Título: ” A cilada do parto domiciliar” é bem inapropriado a essa altura, mas – Dr Health, vc o mantém? Ainda gosta dele?

  • Alexandra

    Planos de saúde: mulheres preferem cesariana no final da gravidez

    Li no site UOL Saúde:
    http://cienciaesaud e.uol.com. br/ultnot/ 2008/05/07/ ult4477u595. jhtm 07/05/2008- 11h59

    Mulheres mudam de idéia durante gravidez e preferem cesariana, diz pesquisa
    Mariana Jungmann
    Da Agência Brasil

    Cerca de 70% das mulheres dizem querer parto normal quando estão no início da gravidez, segundo pesquisa do Ministério da Saúde. Entretanto, no fim da gestação, cerca de 80% das mulheres que têm planos de saúde acabam fazendo cesariana. Entre as gestantes do Sistema Único de Saúde (SUS), o número de cesarianas é de 26%.

    Para confirmar os dados apontados pelo ministério, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fez pesquisa parecida e também concluiu que aproximadamente dois terços das mulheres que têm plano de saúde dizem querer parto normal quando estão no começo da gravidez. Mas, na hora do parto, o número se inverte e apenas um terço realmente faz parto natural. “Isso demonstra que alguma coisa acontece no decorrer da gravidez e que convence as mulheres que a cesariana é melhor”, explica Martha Oliveira, gerente assistencial da ANS.

  • Alexandra

    Planos de saúde: mulheres preferem cesariana no final da gravidez

    Li no site UOL Saúde:
    http://cienciaesaud e.uol.com. br/ultnot/ 2008/05/07/ ult4477u595. jhtm 07/05/2008- 11h59

    Mulheres mudam de idéia durante gravidez e preferem cesariana, diz pesquisa
    Mariana Jungmann
    Da Agência Brasil

    Cerca de 70% das mulheres dizem querer parto normal quando estão no início da gravidez, segundo pesquisa do Ministério da Saúde. Entretanto, no fim da gestação, cerca de 80% das mulheres que têm planos de saúde acabam fazendo cesariana. Entre as gestantes do Sistema Único de Saúde (SUS), o número de cesarianas é de 26%.

    Para confirmar os dados apontados pelo ministério, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fez pesquisa parecida e também concluiu que aproximadamente dois terços das mulheres que têm plano de saúde dizem querer parto normal quando estão no começo da gravidez. Mas, na hora do parto, o número se inverte e apenas um terço realmente faz parto natural. “Isso demonstra que alguma coisa acontece no decorrer da gravidez e que convence as mulheres que a cesariana é melhor”, explica Martha Oliveira, gerente assistencial da ANS.

  • Alexandra

    Planos de saúde: mulheres preferem cesariana no final da gravidez

    Li no site UOL Saúde:
    http://cienciaesaud e.uol.com. br/ultnot/ 2008/05/07/ ult4477u595. jhtm 07/05/2008- 11h59

    Mulheres mudam de idéia durante gravidez e preferem cesariana, diz pesquisa
    Mariana Jungmann
    Da Agência Brasil

    Cerca de 70% das mulheres dizem querer parto normal quando estão no início da gravidez, segundo pesquisa do Ministério da Saúde. Entretanto, no fim da gestação, cerca de 80% das mulheres que têm planos de saúde acabam fazendo cesariana. Entre as gestantes do Sistema Único de Saúde (SUS), o número de cesarianas é de 26%.

    Para confirmar os dados apontados pelo ministério, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fez pesquisa parecida e também concluiu que aproximadamente dois terços das mulheres que têm plano de saúde dizem querer parto normal quando estão no começo da gravidez. Mas, na hora do parto, o número se inverte e apenas um terço realmente faz parto natural. “Isso demonstra que alguma coisa acontece no decorrer da gravidez e que convence as mulheres que a cesariana é melhor”, explica Martha Oliveira, gerente assistencial da ANS.

  • Alexandra

    Planos de saúde: mulheres preferem cesariana no final da gravidez

    Li no site UOL Saúde:
    http://cienciaesaud e.uol.com. br/ultnot/ 2008/05/07/ ult4477u595. jhtm 07/05/2008- 11h59

    Mulheres mudam de idéia durante gravidez e preferem cesariana, diz pesquisa
    Mariana Jungmann
    Da Agência Brasil

    Cerca de 70% das mulheres dizem querer parto normal quando estão no início da gravidez, segundo pesquisa do Ministério da Saúde. Entretanto, no fim da gestação, cerca de 80% das mulheres que têm planos de saúde acabam fazendo cesariana. Entre as gestantes do Sistema Único de Saúde (SUS), o número de cesarianas é de 26%.

    Para confirmar os dados apontados pelo ministério, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fez pesquisa parecida e também concluiu que aproximadamente dois terços das mulheres que têm plano de saúde dizem querer parto normal quando estão no começo da gravidez. Mas, na hora do parto, o número se inverte e apenas um terço realmente faz parto natural. “Isso demonstra que alguma coisa acontece no decorrer da gravidez e que convence as mulheres que a cesariana é melhor”, explica Martha Oliveira, gerente assistencial da ANS.

  • Alexandra

    Planos de saúde: mulheres preferem cesariana no final da gravidez

    Li no site UOL Saúde:
    http://cienciaesaud e.uol.com. br/ultnot/ 2008/05/07/ ult4477u595. jhtm 07/05/2008- 11h59

    Mulheres mudam de idéia durante gravidez e preferem cesariana, diz pesquisa
    Mariana Jungmann
    Da Agência Brasil

    Cerca de 70% das mulheres dizem querer parto normal quando estão no início da gravidez, segundo pesquisa do Ministério da Saúde. Entretanto, no fim da gestação, cerca de 80% das mulheres que têm planos de saúde acabam fazendo cesariana. Entre as gestantes do Sistema Único de Saúde (SUS), o número de cesarianas é de 26%.

    Para confirmar os dados apontados pelo ministério, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fez pesquisa parecida e também concluiu que aproximadamente dois terços das mulheres que têm plano de saúde dizem querer parto normal quando estão no começo da gravidez. Mas, na hora do parto, o número se inverte e apenas um terço realmente faz parto natural. “Isso demonstra que alguma coisa acontece no decorrer da gravidez e que convence as mulheres que a cesariana é melhor”, explica Martha Oliveira, gerente assistencial da ANS.

  • Alexandra

    Planos de saúde: mulheres preferem cesariana no final da gravidez

    Li no site UOL Saúde:
    http://cienciaesaud e.uol.com. br/ultnot/ 2008/05/07/ ult4477u595. jhtm 07/05/2008- 11h59

    Mulheres mudam de idéia durante gravidez e preferem cesariana, diz pesquisa
    Mariana Jungmann
    Da Agência Brasil

    Cerca de 70% das mulheres dizem querer parto normal quando estão no início da gravidez, segundo pesquisa do Ministério da Saúde. Entretanto, no fim da gestação, cerca de 80% das mulheres que têm planos de saúde acabam fazendo cesariana. Entre as gestantes do Sistema Único de Saúde (SUS), o número de cesarianas é de 26%.

    Para confirmar os dados apontados pelo ministério, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fez pesquisa parecida e também concluiu que aproximadamente dois terços das mulheres que têm plano de saúde dizem querer parto normal quando estão no começo da gravidez. Mas, na hora do parto, o número se inverte e apenas um terço realmente faz parto natural. “Isso demonstra que alguma coisa acontece no decorrer da gravidez e que convence as mulheres que a cesariana é melhor”, explica Martha Oliveira, gerente assistencial da ANS.

  • Alexandra

    Planos de saúde: mulheres preferem cesariana no final da gravidez

    Li no site UOL Saúde:
    http://cienciaesaud e.uol.com. br/ultnot/ 2008/05/07/ ult4477u595. jhtm 07/05/2008- 11h59

    Mulheres mudam de idéia durante gravidez e preferem cesariana, diz pesquisa
    Mariana Jungmann
    Da Agência Brasil

    Cerca de 70% das mulheres dizem querer parto normal quando estão no início da gravidez, segundo pesquisa do Ministério da Saúde. Entretanto, no fim da gestação, cerca de 80% das mulheres que têm planos de saúde acabam fazendo cesariana. Entre as gestantes do Sistema Único de Saúde (SUS), o número de cesarianas é de 26%.

    Para confirmar os dados apontados pelo ministério, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fez pesquisa parecida e também concluiu que aproximadamente dois terços das mulheres que têm plano de saúde dizem querer parto normal quando estão no começo da gravidez. Mas, na hora do parto, o número se inverte e apenas um terço realmente faz parto natural. “Isso demonstra que alguma coisa acontece no decorrer da gravidez e que convence as mulheres que a cesariana é melhor”, explica Martha Oliveira, gerente assistencial da ANS.

  • Alexandra

    Planos de saúde: mulheres preferem cesariana no final da gravidez

    Li no site UOL Saúde:
    http://cienciaesaud e.uol.com. br/ultnot/ 2008/05/07/ ult4477u595. jhtm 07/05/2008- 11h59

    Mulheres mudam de idéia durante gravidez e preferem cesariana, diz pesquisa
    Mariana Jungmann
    Da Agência Brasil

    Cerca de 70% das mulheres dizem querer parto normal quando estão no início da gravidez, segundo pesquisa do Ministério da Saúde. Entretanto, no fim da gestação, cerca de 80% das mulheres que têm planos de saúde acabam fazendo cesariana. Entre as gestantes do Sistema Único de Saúde (SUS), o número de cesarianas é de 26%.

    Para confirmar os dados apontados pelo ministério, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fez pesquisa parecida e também concluiu que aproximadamente dois terços das mulheres que têm plano de saúde dizem querer parto normal quando estão no começo da gravidez. Mas, na hora do parto, o número se inverte e apenas um terço realmente faz parto natural. “Isso demonstra que alguma coisa acontece no decorrer da gravidez e que convence as mulheres que a cesariana é melhor”, explica Martha Oliveira, gerente assistencial da ANS.

  • Alexandra

    Planos de saúde: mulheres preferem cesariana no final da gravidez

    Li no site UOL Saúde:
    http://cienciaesaud e.uol.com. br/ultnot/ 2008/05/07/ ult4477u595. jhtm 07/05/2008- 11h59

    Mulheres mudam de idéia durante gravidez e preferem cesariana, diz pesquisa
    Mariana Jungmann
    Da Agência Brasil

    Cerca de 70% das mulheres dizem querer parto normal quando estão no início da gravidez, segundo pesquisa do Ministério da Saúde. Entretanto, no fim da gestação, cerca de 80% das mulheres que têm planos de saúde acabam fazendo cesariana. Entre as gestantes do Sistema Único de Saúde (SUS), o número de cesarianas é de 26%.

    Para confirmar os dados apontados pelo ministério, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fez pesquisa parecida e também concluiu que aproximadamente dois terços das mulheres que têm plano de saúde dizem querer parto normal quando estão no começo da gravidez. Mas, na hora do parto, o número se inverte e apenas um terço realmente faz parto natural. “Isso demonstra que alguma coisa acontece no decorrer da gravidez e que convence as mulheres que a cesariana é melhor”, explica Martha Oliveira, gerente assistencial da ANS.

    Segundo ela, o problema é provocado por vários fatores. Para começar, há os mitos que envolvem o parto normal – de que ele é dolorido e traumático – e que a cesariana é mais “segura e chique”. “O que a gente sempre vê na televisão é que na cesariana a mulher está cercada por médicos e aparelhos de última geração, super tranquila e sem dor. Já no parto normal ela aparece descabelada, sempre sofrendo muito”, ressalta.

    Além disso, segundo ela, a grande diferença entre as mulheres que têm plano de saúde e as que são assistidas pelo SUS na hora do parto normal, pode estar no acompanhamento. Segundo ela, no sistema de saúde público, o parto é feito pelo médico plantonista, que tem tempo disponível para acompanhá-la.

    A formação dos médicos, voltada para o incentivo à cesariana que é menos trabalhosa e demorada que um parto normal, é uma das grandes questões apontadas pela gerente da ANS. Segundo ela, a mudança de idéia entre as gestantes, que acabam preferindo a cesariana, também está associada a isso. “A gente até já ouviu dono de hospital dizer assim: ‘se você diminuir o número de cesarianas, você quebra minha UTI [Unidade de Terapia Intensiva] neonatal’”, conta.

    O problema também não é apenas financeiro. Segundo ela, mesmo que o médico recebesse quatro vezes mais pelo parto normal, isso não cobriria os custos. “O parto normal é mais demorado. Para fazer um, o médico precisa deixar o consultório uma tarde inteira, desmarcar outras cesáreas. Por isso, nós estamos buscando soluções como, por exemplo, convencê-lo a colocar uma equipe de enfermeiros acompanhando a paciente e ele só chegaria para fazer realmente o parto”.

    Para discutir o assunto com os médicos, a ANS deve realizar um encontro no Conselho Federal de Medicina (CFM) esta semana. Devido ao horário de fechamento desta matéria, não foi possível contactar o CFM.

    No próximo domingo (11), Dia das Mães, o Ministério da Saúde começará uma campanha para incentivar as mulheres a fazer parto normal. A intenção é diminuir o alto número de cesarianas desnecessárias realizadas anualmente no Brasil. Voltada para gestantes, familiares e médicos, a Campanha de Incentivo ao Parto Normal será veiculada no rádio, na televisão, internet e outros meios de comunicação até 2010

  • Alexandra

    Planos de saúde: mulheres preferem cesariana no final da gravidez

    Li no site UOL Saúde:
    http://cienciaesaud e.uol.com. br/ultnot/ 2008/05/07/ ult4477u595. jhtm 07/05/2008- 11h59

    Mulheres mudam de idéia durante gravidez e preferem cesariana, diz pesquisa
    Mariana Jungmann
    Da Agência Brasil

    Cerca de 70% das mulheres dizem querer parto normal quando estão no início da gravidez, segundo pesquisa do Ministério da Saúde. Entretanto, no fim da gestação, cerca de 80% das mulheres que têm planos de saúde acabam fazendo cesariana. Entre as gestantes do Sistema Único de Saúde (SUS), o número de cesarianas é de 26%.

    Para confirmar os dados apontados pelo ministério, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fez pesquisa parecida e também concluiu que aproximadamente dois terços das mulheres que têm plano de saúde dizem querer parto normal quando estão no começo da gravidez. Mas, na hora do parto, o número se inverte e apenas um terço realmente faz parto natural. “Isso demonstra que alguma coisa acontece no decorrer da gravidez e que convence as mulheres que a cesariana é melhor”, explica Martha Oliveira, gerente assistencial da ANS.

    Segundo ela, o problema é provocado por vários fatores. Para começar, há os mitos que envolvem o parto normal – de que ele é dolorido e traumático – e que a cesariana é mais “segura e chique”. “O que a gente sempre vê na televisão é que na cesariana a mulher está cercada por médicos e aparelhos de última geração, super tranquila e sem dor. Já no parto normal ela aparece descabelada, sempre sofrendo muito”, ressalta.

    Além disso, segundo ela, a grande diferença entre as mulheres que têm plano de saúde e as que são assistidas pelo SUS na hora do parto normal, pode estar no acompanhamento. Segundo ela, no sistema de saúde público, o parto é feito pelo médico plantonista, que tem tempo disponível para acompanhá-la.

    A formação dos médicos, voltada para o incentivo à cesariana que é menos trabalhosa e demorada que um parto normal, é uma das grandes questões apontadas pela gerente da ANS. Segundo ela, a mudança de idéia entre as gestantes, que acabam preferindo a cesariana, também está associada a isso. “A gente até já ouviu dono de hospital dizer assim: ‘se você diminuir o número de cesarianas, você quebra minha UTI [Unidade de Terapia