Questionar um conhecimento, quiçá um dogma, é uma faculdade admirável de um ser humano, afinal, através dos questionamentos é que se criam hipóteses e modelos que, em última análise, nos guiarão ao conhecimento.
Porém a ânsia de querer provar ao mundo o seu orgulho acaba tornando algumas pessoas meros teóricos da conspiração. Assim classifico os papas da “negação do fato que o HIV causa a AIDS”. No meu entender, é pura birra. Fui motivado a escrever esse artigo após ver a dúvida de um leitor daqui da PdH, que classificou os argumentos desses cientistas como “bons”.
Alto lá!
O que ele chamou de bons, eu chamaria de “aparentemente bem elaborados”. Mas caem por terra frente às evidências a favor do conhecimento atual sobre o HIV que trago aqui.
O HIV não existe?
A guerra começa na própria comunidade científica, um antro de vaidades e orgulhos pessoais. Após a descoberta do vírus HIV em 1984 por Robert Gallo, um grupo de cientistas liderados por Casper Schmidt publicou trabalho acusando a doença de ser apenas um “surto histérico”, comparando com casos semelhantes já registrados, tentando provar que a origem da AIDS não era infecciosa como Gallo postulava.
Ironia do destino, Schmidt morreu de AIDS em 1994.
Em 1986, Peter Duesberg, um dos maiores ativistas do movimento de negação do HIV como causa da AIDS começou o seu bombardeio, concentrado principalmente no AZT, o primeiro quimioterápico contra a doença. Duesberg sustentava que o AZT era o que causava as alterações que levariam à doença, o que poderia até ter fundamento, visto que a efetividade do AZT como monodroga na terapia da AIDS era realmente pequena.
Porém em 1988, as evidências que o HIV era mesmo o causador da AIDS foram consideradas cientificamente relevantes. No ano seguinte, Duesberg escreveu um artigo sobre seus pontos de vista, mas este não tinha fundamentação e tampouco revisão de colegas, algo que era necessário para sua publicação. O editor da revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” relutou, mas acabou aceitando a publicação, fazendo a seguinte ressalva :
“Se você quer fazer essas afirmações sem fundamento, vagas e prejudiciais no seu impresso, faça. Mas eu não consigo ver como isto seria convincente para qualquer leitor cientificamente treinado”
O orgulho chegou a fazer alguns “cientistas” cometerem loucuras. Um médico chamado Robert Willner, que teve sua licença revogada por, entre outras coisas, tratar um paciente HIV positivo com terapia de ozônio, infectou-se publicamente com sangue que dizia ser contaminado, em 1994. O que ele queria provar jamais será conhecido, pois Willner morreu de infarto naquele mesmo ano.
Contra fatos não há argumentos
Em meados da década de 90, trabalhos científicos deram um duro golpe na hipótese que o AZT era a causa da doença. Isto deveu-se à descoberta dos chamados esquemas múltiplos de terapia.
Primeiro: foi comprovado cientificamente que a sobrevida dos pacientes que recebiam duas drogas (AZT e outra) aumentava em 50%.
Segundo: surgiram os esquemas tríplices, que elevaram a taxa de sobrevida para entre 50 a 80%.
Anúncios franceses de prevenção à AIDS. Tá vendo a quantidade de bocas na versão masculina? Sempre soube que o boquete era campeão! fonte
O que prova a improcedência da teoria que a droga causa a doença. Sem falar que a descoberta de tais drogas foi motivada pelo estudo do mecanismo de infecção do vírus, e através disso, as drogas atuais combatem a infecção. Não há como discordar.
Na sanha de comprovar outras hipóteses absurdas, os “denialists” postularam que a alta mortalidade entre gays era proveniente de hábitos promíscuos. A comprovação da inviabilidade da tese foi simples. Apenas os gays que TINHAM o HIV morriam, e não aqueles que não o tinham.
Tentaram a mesma coisa com o uso de drogas, e – surpresa – somente aqueles infectados pelo HIV desenvolviam a doença. No caso dos hemofílicos, que a doença advinha de outras deficiências dos fatores de sangue ou alto consumo de fatores da coagulação, e só aqueles com o virus adoeciam.
A equiparação gradual da relação homem : mulher infectados pelo HIV também jogou por terra outro argumento, que seria da doença exclusiva dos gays e seus hábitos promíscuos. Na África, mais mulheres são HIV-positivas que homens.
Outro argumento usado pelos “HIV-denialists” é o fato de algumas pessoas não desenvolverem infecções pelo HIV. Fato aliás que sempre existiu na natureza e possibilitou a sobrevivência das espécies, estando inclusive na teoria da seleção natural de Darwin. Contrapondo tal argumento, o que os “denialists” não explicam é que esses casos são poucos, aliás, ínfimos, comparados aos milhões que morrem justamente pelas complicações causadas pela doença. Usar a exceção para negar a regra?
Tal insistência em negar a existência do HIV como causa da AIDS pode ter conseqüências desastrosas. E um país inteiro descobriu isso da pior forma possível.
O Caso África do Sul
“As pessoas estão focando na coisa errada. Estão focando em conspirações ao invés de se protegerem, ao invés de se testarem e procurarem terapia e cuidados apropriados.”
Os argumentos dos “denialists” tiveram profundo impacto político, social e econômico na África do Sul. Tudo porque o governo do presidente Thabo Mbeki era simpático a estas teorias. Esta influência é considerada pelos críticos a causa da resposta lenta e ineficaz do governo sul-africano à epidemia massiva de AIDS no país.
Thabo Mbeki. Esse homem ignorou a AIDS. O preço foi alto.
Em 2000, na Conferência Internacional de AIDS realizada em Durban, na África do Sul, Mbeki liderou um painel contendo um número de “denialists”, advogando que os testes anti-HIV deveriam ser banidos. Em discurso posterior no Congresso, Mbeki reiterou sua opinião que o HIV não era a causa da AIDS, o que levou centenas de ouvintes e delegados a abandonar sua palestra. A resposta foi uma declaração de toda uma comunidade científica, a Declaração de Durban, assinada por mais de 5000 pessoas, entre médicos e cientistas, e ratificada pela Sociedade Sul-Africana de Medicina, que o HIV era a causa da AIDS.
Mas a ministra da Saúde local, Dra. Manto Tshabalala-Msimang conseguiu fazer pior. Referiu-se aos medicamentos anti-HIV como venenos, e promovia o tratamento dos pacientes com alho, beterraba, limões e azeite. Tal arbitrariedade infundada gerou um movimento de mais de 80 personalidades científicas, exigindo a imediata demissão da ministra.
A ilustre Dra. MantoTshabalala-Msimang tinha opiniões peculiares sobre a doença…
O governo de Mbeki é acusado de retardar o desenvolvimento de programas que distribuam medicamentos para pessoas com doença avançada e mulheres grávidas. Sendo que, se tratadas entre a 14ª e a 34ª semana de gravidez, a criança tem ENORMES chances de não nascer com o vírus.
O programa de distribuição só começou após os ministros do governo serem processados pela responsabilidade na morte de 600 pessoas por dia, que não tinham acesso à medicação. A África do Sul foi um dos últimos países a desenvolver tal programa, e seu desenrolar ainda é lento.
Em 2002, Mbeki solicitou aos “denialists” que não utilizassem mais o seu nome em sua literatura, bem como parassem de assinar como “Participantes do painel do Presidente Mbeki”. E em 2005, o ex-presidente Nelson Mandela anunciou que seu filho havia morrido em consequência da AIDS. Tal anúncio foi visto tanto como uma mensagem contra o preconceito em relação à doença, como um recado político para forçar o presidente Mbeki a alterar sua posição de negação.
Finalizando
Deixo aqui uma frase publicada na Declaração de Durban, que ilustra bem a questão:
“O HIV causa a AIDS. É lamentável que algumas pessoas neguem as evidências. Esta posição causará a perda de incontáveis vidas.”
Muitos dos “denialists” eram portadores do vírus HIV. Em 2007, o site AIDS Truth publicou uma lista destes ativistas que ironicamente morreu de AIDS. Uma revista “denialist” chamada Continuum teve que fechar após *todos* os seus editores, ativistas e portadores do HIV, morrerem de AIDS.
E outros tantos foram ridicularizados, quando, ao desenvolverem a doença, procuraram o tratamento medicamentoso anti-retroviral.
Dr Health, Eliot Ness de denialists
Mauricio Garcia é flamenguista ortodoxo, toca bateria e ama cerveja e mulher (nessa ordem). Nas horas vagas, é médico. Ele é o nosso grande Dr. Health.
Outros artigos escritos por Mauricio Garcia
Nossa, quanta conspiração! Apesar de saber uma boa parte do assunto, um post bem escrito sempre merece atenção , =)
Nossa, quanta conspiração! Apesar de saber uma boa parte do assunto, mas um post bem escrito sempre merece atenção , =)
hehe, escrevo com pressa e acabo esquecendo algumas palavras.
Desculpe ter que postar o mesmo comentário Dr. Health, mas era necessário para melhor entendimento.
porra, um artigo à altura do papo de homem
eu tinha conhecimento desse movimento “negatório”, mas não sabia q era tão forte.
A humanidade é mesmo uma merda.
¬¬
Dr. Health eu não cheguei a ler a reportagem do link, mas o fato de algumas pessoas não desenvolverem infecções por causa do virus, poderia ser uma imunização, ou melhor, uma evolução natural contra a doença?
Não nego que as drogas anti-HIV sejam fortes, e com vários efeitos colaterais. Mas a terapia que faz mais uso delas, a HAART é a que melhor prolonga a vida do paciente, mantendo o vírus em níveis até indetectáveis (indetectáveis mas presentes).
Muito bom artigo!! É muito triste saber que essa contestação sem sentido levou/leva a morte de milhões de pessoas .
A situação calamitosa do continente Africano fruto de uma incompetência administrativa é de horrorizar qualquer um que tenha um pingo de humanismo! A HIV concerteza é o causador da SIDA e ponto!!
Mais uma vez parabéns pelo artigo!!
@ Kaoru: Acho que li um artigo uma vez dizendo que o vírus HIV ataca os glóbulos brancos ( linfócitos T4 ), o que faz com que a pessoa fique sem “o policial para gritar: Pega ladrão!”… Na verdade ela não morra de AIDS… ela morre porque o vírus não deixa que o sistema imunológico dela consiga combater as outras doenças… tipo… alguém infectado com AIDS em estado avançado pode morrer por pegar um resfriado.
“O peculiar sistema imunológico das “prostitutas de Nairóbi”, como são citadas nos congressos médicos, já é conhecido. O segredo delas está numa célula conhecida como CTL, que tem por missão identificar e destruir células infectadas por vírus ou tumores. O problema é que, na maioria das pessoas, a CTL não consegue vencer o HIV. ” em http://veja.abril.com.br/260203/p_083.html
@ D. Avila: de onde você é ??? Portugal ??? ( Só curiosidade
)
Acho interessante esse tom muito informativo,com qualidade no conteudo e na escrita,mas o que diferencia a PdH e aquele tipo de comentario abaixo da foto auheauheau,mto bom.
De cair o cú da bunda esse artigo!
Já tinha um pouco de conhecimento sobre esse assunto, e o quanto são idiotas as afirmações, embasando-se em pequenas excessões para montar teorias bem elaboradas, o que fazia muitas pessoas seguirem ela. O resultado é notável, é só observar os números.
Mas é claro, a culpa não é só desse movimento anti-evidências, o maior problema ainda é a falta de informação da população, e o pior de tudo é quando um governante é tão mal informado e cabeça fraca, que condena uma nação inteira ao caos.
Obrigada Sidnei, essa informação eu já conhecia, minha pergunta se dirige mais nos termos evolutivos…mas eu agradeço muito muito pela atenção \o/
Ótimo post. Esclarecendo e deixando à mostra que apesar de muitos governantes e até mesmo cientistas negarem a existência do “Mal do século XXI”, ele está aí e matando muita gente. Por isso, PREVENÇÃO.
A parte “engraçada” é que muitos do que negavam a AIDS morerram vítimas da mesma!
Já ouvi até que o Holocausto não aconteceu…
depois disso tudo é possível
Eu tenho um colega que não acredita que o HIV cause AIDS. Como não sou da área, não tinha como argumentar.
Como a grande maioria da base científica é a favor dessa tese, não posso contestar sem comprovar o contrário.
Mas os argumentos utilizado pelo rapaz era de que o vírus só conseguia desenvolver-se em organismos já debilitados e que tratamentos alternativos tinha conseguido curar a doença.
Ainda que me digam que “essa história de HIV causa AIDS é coisa para vender remédio”, não posso deixar de pensar que preciso de argumentos ainda mais contundentes para rebater as conclusões científicas.
Prefiro confiar nos que me provam do que nos que simplesmente criticam.
…bom artigo, Dr. health
É lamentável a quantidade de pessoas que fazem esses discursos estravagantes e ainda conquistam seguidores. Isso me lembra um movimento que existe na internet dizendo que a anorexia é uma opção de vida, e não um disturbio mental (aliás, isso daria um bom post…).
Outro argumento dos caras que pra mim não cola é o tal do “a indústria farmacêutica ganha milhões com isso”.
Vide a quebra das patentes no Brasil, feita por José Serra, quando ministro da Saúde do governo FHC. Se queriam ganhar grana, aqui tomaram feio no toba!
O que é essa teoria conspiratória perto daquele post do próprio PdH que negava a real dimensão da ditadura chinesa?
Depois daquele, o blog deveria se chamar Papo de Camarada (ou de Companheiro, tanto faz).
A AIDS não existir é só uma teoria ridícula. E o comunismo não existir? Quem dera fosse algo curável apenas com um Politics for Dummies.
“O que é essa teoria conspiratória perto daquele post do próprio PdH que negava a real dimensão da ditadura chinesa?”
Eu respondo :
Negar a AIDS : Já matou milhares de pessoas, vide África do Sul
Negar a dimensão da ditadura chinesa : Opinião do autor do texto.
A PdH é um blog que dá a seus autores total liberdade para exprimir seus pensamentos. Eu mesmo não concordei com o texto do Leonardo e sou tão autor quanto ele. Essa filosofia do Guilherme é que fez o sucesso do blog.
Comparação infeliz.
@ Sidnei: não, sou naturalmente brasileiro XD. Poderia saber a razão de achares que sou portuga?
Wilson G.
É isso ai, justamente porque minha bicicleta é azul….
Parabéns! Excelente post.
Gostei do post… e confesso que essa idéia de que tem gente que não acredita no conjunto HIV + AIDS é totalmente nova pra mim…
Mas eu li uma vez no blog do Cardoxerxes, que teve um padre na África do Sul que pregava aos seus que as camisinhas que vinham da Europa vinham envenenadas e que era um esquema para dizimar a população da África do Sul. E que ele sabia de pelo menos três países ou fabricantes, não lembro, que simpatizavam com essa idéia de dizimar os sul-africanos e pedia encarecidamente para que o povo não usasse a camisinha…
E que essa história de AIDS era lenda…
Confesso que quando vi o título na página principal eu pensei: “Putz, não acredito que perguntaram isso”. Depois que eu li o começo do texto eu pensei: “Ainda bem que eu estudei…”
Muito bom o post.
Eu também tive uma amiga - enfermeira - que era adepta dessa corrente que nega o HIV como causador da AIDS. Militava numa ONG que dava assistência a infectados. O irmão dela mesmo morreu de AIDS, mas ele morava em Londres e, pelo que sei, ela não pode acompanhar o caso dele de perto.
Nunca tivemos oportunidade de conversar sobre o assunto, e lamento que tenhamos perdido o contato, gostaria de pedir à ela que entrasse aqui para dar a sua opinião, e assim teríamos o contraditório.
De qualquer forma, tendo a acreditar que essa posição esteja mais no âmbito mesmo da ‘teoria da conspiração’, própria de pessoas que querem aparentar um ’senso crítico’ - exacerbado e mal canalizado - e acabam perdendo o foco, caindo numa posição equivocada e intransigente.
Gostaria de acrescentar que é um outro equívoco rotular as pessoas que defendem essa posição como ignorantes, simplesmente. Não é o caso dessa amiga que citei, por exemplo.
Na maioria das vêzes, pelo menos no discurso, têm argumentos bem construídos e muita convicção. Até para contestá-los, é preciso ouvir e refletir sobre eles. Aliás, em qualquer situação, penso que devamos ouvir aqueles que pensam diferente de nós.
@ D. Avila: É porque é incomum no Brasil falarmos SIDA no lugar de AIDS…
Só por isso…
Valeu… matou a curiosidade.
na Africa eles falam SIDA!
vi no central da periferia, no Fantastico.
Excelente texto!
É incrível ver o “poder” que os govenantes têm. Tanto para prejudicar como para beneficiar a população.
A “marcação cerrada” da AIDS no Brasil, teve ótimos resultados e está certissíma; pena que não foi copiada para as doenças que mais matam no Brasil (cardiovasculares) ou para reduzir a mortalidade materna (que está longe da meta da OMS)ou para prevenção de câncer de colo de útero. Porque essas doenças não recebem tanta atenção? Talvez porque falte pressão!
O Governo foi determinante, porém se a repercursão dos casos e das mortes por AIDS na imprensa não fosse tão grande, talvez hoje a história fosse outra.
Caramba! Nem sabia que tinha gente que acreditava nisso, quanto mais governos.
Na realidade, a pior “doença” que existe é a ignorância. Felizmente nesse aspecto o governo brasileiro tem agido de forma consciente…
Sendo da àrea da saúde e tendo conhecido pacientes com AIDS, devo dizer, ela existe.
E inclusive tive que fazer exame, por ter me ferido com objeto pérfuro-cortante, tamanho o medo que temos.
E seguimos protocolos seríssimos de biossegurança, porque o vírus da AIDS é extremamente frágil ao ar livre, por isso o contágio se dá sempre em ambiente interno, ou seja, em relações sexuais, seringas compartilhados, o ambiente tem que favorecer muito. Mas uma das doenças mais fáceis de pegar, pois a bactéria é muito resistente ao ar livre é a Sífilis, sabiam?
A Sífilis além de pegar na relação sexual, você pode pegar numa ida ao dentista, numa toalha compartilhada depois do banho.
Enfermeira Sandrinha pondo os meninos em ordem no PdH…rssss
Porra!? Pegar sífilis indo ao dentista???? Será que existe alguma coisa tipo “Camisinha de língua”???
“o vírus da AIDS é extremamente frágil ao ar livre”: Por isso, pessoal, façam sexo no campo. Ao ar livre, estamos salvos!
Bocó, você entendeu o significado do “ar livre” ( fora do corpo da pessoa)….
E quando o paciente vai ao dentista, o correto é fazer bochechos com Cloredidina 2%, que mata no período de 1 hora, mais de 90% da flora bacteriana, antes de qualquer procedimento, isso evita, inclusive, a infecção endógena.
Isso é fato.
Existem bactérias extremamente resistentes fora do corpo da pessoa, mas de cura fácil, como a bactéria da Sífilis.
Maldito, sou teu fã, não pega pro baixo, vai…rssss
Corrgindo, Sandrinha, é CloreXidina
Eu não li todos os detalhes do texto e peço desculpas. Entrei aqui por acaso e estou com um pouco de pressa.
Mas não é teoria da conspiração. Se nos aprofundarmos, veremos que tem muita história mal contada.
Não podemos descartar como lenda urbana o movimento de pesquisadores ganhadores de prêmio nobel, diretores de instituições de saúde e etc. São pesquisadores de renome.
Além disso, todos sabem que o mercado farmacêutico lucra com a AIDS mais que qualquer um no mundo.
Tudo muito suspeito. Se aprofunda nas pesquisas desses caras antes de formar opinião.
Fui. Gostei do site. ^^
OUTRA COISA IMPORTANTE!!!
ELES NÃO NEGAM A EXISTÊNCIA DA AIDS; NEGAM A EXISTÊNCIA DE UM VÍRUS MUTANTE.
Então, por que motivo o sucesso da terapia anti-retroviral, baseada em substâncias que combatem o mecanismo reprodutivo do vírus? Isso eles não explicam… Até pq é FATO COMPROVADO e não há o que discutir a respeito.
Fato é, os caras não conseguem comprovar NADA do que teorizam. Cientistas de renome também dão mancadas, errar é humano. Mas insistir no erro é burrice.
Cabe lembrar que o pensamento desses caras é responsável por milhares de mortes.. A África do Sul que o diga.
Dr. Health, não sei se percebeu, mas meu teclado tá uma bosta. rssssss
Mas agradeço pela correção.
É confiével um teste Eisa feito com 6 semanas?
É confiável um teste Eisa feito com 6 semanas?
Sou engenheiro com MBA e tudo mais, meu QI é acima de 135, nos últimos 5 anos já li mais de 700 livros, infelizmente tenho um grande trauma proveniente da minha primeira experiência sexual na pré-adolescência com garotas de programa por ter achado que tinha pego AIDS em uma relação desprotegida e também por acreditar em tudo que a mídia nos vende como verdade. Muito provavelmente devido a isso, infelizmente tenho hoje um péssimo hábito de enxergar pêlos em ovo e, me desculpem, não concordo com a teoria oficial da AIDS. Não estou nem aqui para quem hoje mama nas tetas deste sistema, bem como os cientistas que ficaram de fora deste bolo, fico puto da vida com esta história que a AIDS agora virou doença crônica ou que quem teve Rubéola uma vez precisa se vacinar novamente. Não evoluímos nada desde a idade média, o mais forte sempre irá subjulgar o mais fraco e quem ganha a guerra, faz a história e existe sempre um lobo à espreita para cem cordeiros…
“The smart way to keep people passive and obedient is to strictly limit the spectrum of acceptable opinion, but allow very lively debate within that spectrum - even encourage the more critical and dissident views. That gives people the sense that there’s free thinking going on, while all the time the presuppositions of the system are being reinforced by the limits put on the range of the debate. ”
– Noam Chomsky
”That’s not the way the world really works anymore. ‘We’re an empire now, and when we act, we create our own reality. And while you’re studying that reality - judiciously, as you will - we’ll act again, creating other new realities, which you can study too, and that’s how things will sort out. We’re history’s actors… and you, all of you, will be left to just study what we do.”
– Sr. White House Advisor, as reported by Ron Suskind
Algum tempo atrás eu vi um daqueles programas de venda que passam em emissoras menos abastadas, um indivídio estadunidense que oferecia um livro com o tema relacionado à cura de doenças somente com o consumo de alimentos naturais, do tipo “suco de chuchú com granola e amendoin é mais eficiente que remédios industrializados para beneficiamento dos rins”, coisas desse tipo. Este elemento afirmava que existia uma conspiração da indústria dos alimentos e da indústria farmacêutica na exploração dos consumidores. Ele alegava que a comida industrializada propositavelmente serviria para causar doenças nas pessoas e, com isso, aumentaria o consumo de remédios. Não comprei o livro mas se tem alguma coisa que tenho realmente certeza nessa vida é que só sei que de nada eu sei. Existem muitas mentiras e verdades misturadas, folclóres e lendas no meio de verdades ou mentiras obscuras. Tem gente que afirma que o homem nunca pisou na Lua e que tudo foi encenado. Existe um site dos céticos e eles tem argumentos fortes. Agora eu não sei de mais nada companheiro!
Meu amigo, sabemos que grande parte dos idealistas que lutaram em busca da verdade e do bem comum sofreram grandes revezes, sendo que muitos pagaram suas convicções com a própria vida. Sabemos também que o desespero nos rouba o bom senso e muita gente acaba acreditando em soluções alternativas como última opção, dando espaço para soluções milagrosas.
Muitos conselhos médicos sobre o uso de preservativos, seringas esterilizadas e demais procedimentos estão corretos e coerentes, haja visto que existem doenças tão sérias como a AIDS que podem ser evitadas desta forma, Hepatite, Sífilis, Tuberculose, HPV dentre outras, mesmo se a campanha de uso de preservativos ou a campanha maciça de vacinação contra a rubéola seja, como apregoam os conspiradores, um controle de natalidade disfarçado e exercidos pelo poder, usando o medo coletivo como motivação de adesão.
Na dúvida, uma regra consagrada é “Follow the Money” e, no seu exemplo citado, a venda de mero um livro de receitas naturais…
Nobel por Nobel, o deste ano foi para pesquisadores que elucidaram a existência do vírus HIV
http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/reuters/2008/10/06/ult4296u625.jhtm
Seriam eles peças nessa conspiração toda?
Gosto de comparar o surgimento da AIDS com a propagação do ambiente operacional Windows: Enquanto a dupla francesa(idealistas) buscava realmente saber cientificamente o que estava acontecendo com os indivíduos que morriam decorrentes de imunodeficiência, o Dr. Gallo(realista) se adiantava em criar um novo modelo de negócios para indústria farmacêutica desovar o AZT, já que muito dinheiro havia sido investido no desenvolvimento desta droga na tentativa de combater ao câncer.
Bill Gates também soube tomar vantagem em transformar um sonho geek em uma gigantesta indústria, enquanto Steve Jobs travava a sua energia reatroalimentando a busca da perfeição na criação na interface gráfica do Macintosh.
Um prêmio Nobel, depois de mais de 20 anos, é de se pensar… se algum dia a lona do circo cair, só espero que a culpa não pare nas costas destes 2 franceses.
Se apesar disto Robert Gallo tem um lado humano que se preocupa com a saúde das pessoas? Descubra você mesmo na notícia abaixo:
http://sistemas.aids.gov.br/imprensa/Noticias.asp?NOTCod=66442
Acessei o link postado no comentário anterior, sabia da postura pouco ética do Robert Gallo nessa pendenga sobre a autoria do isolamento do vírus da AIDS, mas não imaginava que um pesquisador de renome pudesse ser escroto a esse nível.
Coincidentemente, acabo de ler no jornal Zero Hora de hoje uma matéria do médico sanitarista e escritor Moacyr Scliar, bastante esclarecedor sobre o assunto. Segue o link:
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2226014.xml&template=3916.dwt&edition=10843§ion=1006
F3L1P40,
Estou com vc… Essa história do HIV causa AIDS não me convence também. e Quanto ao Dr. Lc Montagnier ter ganho o prêmio Nobel de Medicina este ano só tenho a dizer é que ele próprio afirmara outra que acredita que o HIV não seria capaz de causar a imunodeficiencia que nos via nos pacientes com AIDS. E o engraçado é que agora ele ganhou o prêmio Nobel!
Valeu por dividir a matéria, Armando. Conspiração ou não, a verdade é que a AIDS ou imunodeficiência adquirida estar relacionada com um vírus e alegar a história que a ineficaz droga AZT pode prolongar a vida deste paciente soropositivo por uma período subjetivo foi extremamente conveniente para o Dr. Robert Gallo do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos e para quem havia investido grandes somas de dinheiro apostando no desenvolvimento de uma droga comprovadamente eficaz no combate ao câncer.
Carlos, se o francês realmente havia feito tal afirmação conforme alguns dissidentes dizem, então como dedução, seria o prêmio Nobel uma forma de “cala-a-boca” remunerado ?
Quanto ao que acontece na África, o filme “O Jardineiro Fiel” baseado na obra do ex-agente do MI6(serviço Secreto Britânico) John Le Carré e dirigido pelo diretor brasileiro Fernando Meirelles nos mostra a ponta do Iceberg…
“O capitalismo é algo maravilhoso que motiva as pessoas, provocando o descobrimento de maravilhosas invenções. Agora na esfera das doenças que afetam o mundo em geral, ele realmente nos coloca para baixo.” Bill Gates
A frase do Bill Gates me lembra a do Caetano, em Sampa:
“A força da grana que ergue e destrói coisas belas … ”
Pela lógica, então, se ergue e destrói ao mesmo tempo, o resultado é de soma zero … (risos) …
À primeira vista a visão dissidente do HIV/AIDS é realmente muito chocante. Logo vem a pergunta: “como pode ser assim se sempre ouvi dizer o contrário?”
O fato é que a hipotese HIV/AIDS está impregnada de um dogmatismo que não pode ser discutido. Não se discordar de uma regra ja absolutamente estabelecida. E até parece que a ciência não falha!
Ciência, aliás, foi o que faltou na descoberta do HIV na sua ligação com a AIDS.
Robert Gallo, quer dizer, Luc Montagnier, apenas enconrou uma partícula no sangue de pacientes com AIDS, batizou-a de HIV e numa coletiva de imprensa disse ao mundo que teria encontrado o ‘provável’ causador dessa síndrome devastadora. Apartir desse momento iniciou a “corrida do ouro” Gallo tratou logo de patentear os kits de teste e o AZT, antes mortal, ressurgiu como o grande prolongador da vida dos soropositivos.
É só ver o que aconteceu com o Cazuza pra saber os efeitos benéficos so AZT.
Os kits de testes de AIDS são uma curiosidade a parte, nessa história toda. O rótulo do teste é categorico ao afirmar: “ão existe até o momento um padrão estabelecido para detectar os anticorpos do HIV-1 e HIV-2 em humanos.” Ora, se os testes não são capazes de detectar com certeza nem os anticorpos do poderosímo HIV quiça o próprio HIV. Não, não piada!
Por que será que os rótulos do testes afirmam isso? Seria por que o tal HIV nunca foi isolado?
Ironico também é sobrevida dos pacientes soropositivos atualmente. se no começo da “epidemia” só era possível ter apenas 6 meses de vida depois de infectado, hoje pode-se viver 10, 15 anos e até por toda a vida sem apresentar os sintomas da AIDS e sem tomar anti-retrovirais.
Por essas e por outras é que a hípotese HIV/AIDS deve ser revista e os dissidentes não podem ser ridicularizados pois são cientistas tão renomados quantos os seus colegas que acreditam que HIV causa AIDS.
“hoje pode-se viver 10, 15 anos e até por toda a vida sem apresentar os sintomas da AIDS e sem tomar anti-retrovirais.”
Desde que eu me conheço por médico, sabe-se que 10-15% dos pacientes com HIV podem viver durante 20 anos sem desenvolver AIDS.
E apenas 10-15%. Não se pode pagar para ver. (Fonte : Doenças Infecciosas e Parasitárias, de Mauro Schechter e Denise Marangoni)
Quanto ao AZT, ele sozinho não fazia milagre. As quimioterapias múltiplas é que causaram o boom que aumentou a sobrevida dos pacientes.
Mas eu ainda aguardo os dissidentes responderem uma pergunta que não conseguem :
EXPLIQUEM POR QUE A ALTERAÇÕES TÃO SIGNIFICATIVA DA SOBREVIDA DOS HIV POSITIVOS APÓS O ADVENTO DA QUIMIOTERAPIA MÚLTIPLA, EM 1996?
Até pq não há o que refutar nesse caso…
“Não existe até o momento um padrão estabelecido para detectar os anticorpos do HIV-1 e HIV-2 em humanos.” Ora, se os testes não são capazes de detectar com certeza nem os anticorpos do poderosímo HIV quiça o próprio HIV”
1 - HIV é mutagênico ao extremo. ÓBvio que não vai haver um padrão
2 - Um dos testes para avaliar a parte clínica do paciente é a chamada CARGA VIRAL, que se elevada, indica a falência do esquema terapêutico. O exame de carga viral, através de uma reação chamada PCR (Polymerase Chain Reaction) detecta QUANTAS CÓPIAS DO VÍRUS ESTÃO CIRCULANDO NO ORGANISMO (Por ml, ou microlitro de sangue, sei lá).
Os testes com anticorpos são usados para o diagnóstico pq o PCR é bem mais caro, e não se pode ficar fazendo PCR para detectar se o vírus está presente ou não. Só quando se tem a certeza que está.
Portanto, se é possível até quantificar o HIV na corrente sanguínea, como não “existem métodos para detectar o HIV” ?????????
Ave PCR!!!!
Em uma época onde as pessoas ainda teimam em acreditar em esquemas gananciosos de correntes tipo pirâmide de Ponzi, dizer que a Aids agora é uma doença crônica, um resfriadinho… quando no passado muita gente ficou louca, lares desfeitos, suicídios… indica que a tetas da vaca-leiteira desde mercado já estão secando, consequentemente um novo alarde nos espera, um Ebola v2.0, de forma a absorver toda esta estrutura já criada e garantir dinheiro novo em caixa para os próximos anos.
Quando criança, acreditava que algum dia poderia ver um ET de perto, ou um Ovni, ou o duende do final do arco-íris e seu pote de ouro. Mais maduro, consciente e preocupado com problemas reais de nossa natureza humana, principalmente àqueles relacionados com uma das maiores forças humanas que é o desejo sexual, recebia dos textos oficiais a subjetiva resposta “Uma Outra Cepa de Virus” quando a equação não se fechava na compreensão a Aids, ao moldes de uma rara “Safra de Vinho”.
Minha dúvida agora é se a carga viral fica alojada mesmo no sangue, ou na cabeça do indivíduo, já que o medo é uma das mais fortes armas de hipnose coletiva?
Tenho lido muita coisa interessante nesse blog, só que está tudo nos comentários, e não no post em si.
Não deixem de ler os comentários. Muita coisa interessante mesmo.
Dr Health…
Desde que se tenha certeza de essa partícula seja o HIV pode até que se possa detectá-la no sangue humano. Mas eu pergunto ao senhor que é médico: O senhor em algum momento de sua vida viu o HIV de perto?
Quanto aos kits de teste, reclame com os fabricantes, eu apenas relatei o que está escrito nos seus rótulos..
Quanto ao PCR tenho apenas a informação de que o seu inventor é categórico ao afirmar que não serve pra detectar vírus.
O AZT foi tirado de circulação por que destrua o coração do sistema imunológico, a medula óssea.O senho sabe bem disso!
Na bula do AZT havia a caveira da morte e informações para que o seu manuseio fosse o mais cauteloso possível, inclusive pra que não deixasse em contato com a pele. Se nem com a pele poderia entrar em contato o que dizer do fato de ingeri-lo?
O super HIV, mutagênico ao extremo!
Adorei essa!
Eu não. Até pq ele não pode ser visto a olho nu. Mas há fotos de microscopia eletrônica do vírus.
Não vi. Mas o que eu já vi foram pacientes que estavam em estágio terminal da doença SE RECUPERAREM porque tomaram o esquema antiretroviral. Isso eu vi com estes olhos que a terra há de comer.
AZT tirado de circulação??? Fala sério. A Zidovudina é usada até hoje. Em combinação com a lamivudina e outros medicamentos, claro.
Olha os nomes comerciais aí :
Azotine - Argentina
Novo-AZT - Canadá
Produvir - Brasil
Retrovir - África do Sul, Alemanha, Argentina, Áustria, Austrália, Bélgica, Brasil, Chile, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grécia,Hong Kong,Índia, Inglaterra, Irlanda, Israel, Itália, Malásia, México, Noruega, Nova Zelândia, Países Baixos, Portugal, Singapura, Suécia, Suíça, Tailândia, USA
Revirax - Brasil
Virozid -Brasil
Zidovir - Brasil, Índia
Zidovusan - Brasil
Na boa:
Essa descrença a meu ver não passa de masturbação mental.
O dia que alguém aqui ver, como eu já vi, um paciente à beira da morte pro AIDS se recuperar por causa do uso de esquema antiretroviral, vai refletir a fundo sobre isso.
Os quimioterápicos usados contra o câncer também destroem a medula óssea, não seja por isso.
Mas no caso, é um risco que se aceita correr, pois o benefício depende disso.
Dr Health, não tenho dúvidas de sua felicidade e espanto ao presenciar um paciente terminal retornar à vida.
Dr. Health,
Não se faça de desentendido!
O AZT voltou a ser comercializado com o surgimento da AIDS.
Todo mundo sabe disso. Que foi proibido por ser considerado muito tóxico.
Eu também conheço pessoas que tomam medicamento. Todas elas são esquálidas, realmente aidéticas. Nenhuma tem uma boa qualidade de vida como se prega na televisão!
Engraçado…
Não foi isso que eu vi nos ambulatórios de infectologia do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da gloriosa UFRJ, em minha época de internato.
Vi portadores do HIV em uso de azt-lamivudina e um outro inibidor de protease que não lembro o nome. E eu não diria que eram portadores do HIV. Mesmo.
Mas deve ter sido uma alucinação, né? Uma farsa coletiva que foi patrocinada pelos laboratórios que custeavam uma instituição pública. Devem ter pago pessoas saudáveis para aparecer se fingindo de aidéticos.
E o Magic Johnson também tá esqualidaço…
Dr Health, na sua opinião, porquê Freddy Mercury, Cazuza e Renato Russo, todos como excelentes condições socioeconômicas, não conseguiram sobreviver, mesmo assumindo publicamente a doença e seguindo os procedimentos médicos? Cepa de vírus, Droga errada, Erro médico, Conduta pessoal ou Praga de Deus?
Essa pergunta caiu do céu…
Todos eles morreram ANTES do advento da quimioterapia múltipla. Renato Russo, se sobrevivesse mais um aninho, teria acesso aos medicamentos mais modernos e poderia ter sobrevivido mais tempo. Ele morreu em 1996, ano que saíram os primeiros trabalhos publicando os resultados.
O que vcs não estão entendento é que o advento da quimioterapia múltipla MUDOU a sobrevida dos pacientes com HIV. Isso se deu a partir de 1997. Foi isso que transformou a AIDS em “doença crônica”.
Cazuza morreu em 1990, Freddie Mercury em 1991 e Renato Russo em 1996. NA época de Cazuza e Freddie, só se conhecia o AZT. Talvez Renato Russo tenha pego algum outro quimioterápico, mas o grande avanço na sobrevida se deu exatamente no ano que ele morreu. E provavelmente ele não teve acesso, até por morar no Brasil.
E continua o grande mistério :
QUANDO AQUELES QUE NEGAM O HIV VÃO REFUTAR OS RESULTADOS DA QUIMIOTERAPIA MÚLTIPLA NO AUMENTO DA SOBREVIDA DOS HIV POSITIVOS?
Keep trying… Pq até agora, nada.
Sobre a mutagenicidade do HIV:
Ao avaliar a eficácia do esquema quimioterápico, o infectologista avalia essencialmente a carga viral.
Se esta se mantém insignificante nos exames períodicos, o esquema está sendo efetivo.
Se não, o vírus desenvolveu resistência à medicação e é necessário alterar o esquema.
Até onde sei, só existe duas formas pela qual microorganismos desenvolvem resistência a medicamentos :
1 - Troca de informações genéticas entre cepas diferentes, só que isso é exclusivo das bactérias
2 - Mutações genéticas. Tcha-raaaaaaam!!!!
Magic Johnson, até onde eu sei não usa os venenos!
O mais curioso é que Magic Johnson soube que era soropositivo no início da década de 90, 6 anos antes do início da quimioterapia múltipla, mas a afirmação abaixo continua válida…
“Planejo ir adiante, viver muito tempo, atormentando vocês como sempre fiz”. Magic Johnson, anunciando ter o vírus (13/11/1991)
Pois é, Magic Johnson, mesmo se tiver tomando o anti-retrovirais hoje,passou no mínimo 6 anos sem tomá-los. Até pediram pra ele parar de jogar senão o HIV superpoderoso acabaria com a sua vida!
Engraçada essa!
Consta também que o AZT era ministrado em doses altíssimas e como acabava matando os pacientes as doses foram diminuíndo e hoje toma-se bem menos para que a morte seja igualmente mais lenta. Pronto! A sobrevida dos paciente aumentou… Passe de mágica!
Tem agora as outras drogas menos tóxicas que o AZT, essas também devem matar o paciente lentamente, senão vão sair dizendo por aí que não funciona.
Continuo aguardando as provas que os esquemas atuais não funcionam e não passam de lenda.
O resto é pura masturbação mental. Se vcs se sentem mais fodas assim, nada contra, meus caros. Cada um faz o que quer e acredita no que quer para ser feliz.
Não vou insistir, as evidências estão aí para quem quiser.
O importante é ser feliz, não é mesmo?
Magic Johnson não só usa “veneno” como esse veneno tem nome : Combivir. Seu médico se chama Dr Michael Mellman, e a estratégia se mostra bem sucedida em manter a carga viral baixa e Magic livre de sintomas :
http://www.sciencecases.org/aids/aids.pdf
INclusive uma das substâncias presentes no Combivir se chama Zidovudina. Azt, para os íntimos.
Não é questão de se sentir foda não, pelo contrário, de se sentir fudido mesmo, literalmente, ficando na dúvida entre colocar a camisinha na cabeça de baixo na luta contra o mal mutagênico e invisível, ou na cabeça de cima, na tentativa inútil de se isolar contra esta e outras hipnoses coletivas dissimuladas.
Mas eu entendo… não tem gosto bom, não é macio, não cheira, e ainda faz cair cabelo… de que outra forma alguém tomaria comprimidos com veneno?
Magic Johnson foi o prelúdio que a AIDS iria crescer também entre os heterosexuais sadios, fãs de pipoca e cerveja. Um negro forte, um ícone americano, um herói, um pecador que não seguiu a receita de boa conduta e se arriscou fazer sexo sem proteção com duas prostitutas. O quê? Aquele negão forte e astro do basquete?
Depois da notícia, foram 50 contos deixados só por mim na farmácia de camisinha… Son, now we are talking!
Se a mulherada não seguir também a cartilha, dá-lhes Oprah Winfrey soropositiva nelas!
Bem, vou parar por aqui que não quero aparecer morto. Uma coisa eu vos digo do fundo da milha alma: 1 s33 d34d l1nk5… see ya
Mauricio, sempre achei que tais “céticos” não existiam. Vc sinceramente vai ficar discutindo com eles?
Algumas pessoas dizem que o homem não foi à lua. Algumas dizem que se vc pagar dizimo para alguma igreja por aí irá para o céu. Tem gente por aí que acredita em socialismo/comunismo. Há quem acredite em coelhinho da pascoa. E daí?
Contanto que evitemos que pessoas como essas aí governem, eles tem todo o direito de ter FÉ em algo. Se não querem usar camisinha, o pênis é deles e a responsabilidade é deles. Se diagnosticarem HIV e não quiserem tomar o esquema HAART, foda-se. Que morram de neurotoxoplasmose, pneumonia por pneumocistys carinni, de sarcoma de kaposi, de CMV, de meningite tuberculosa, o problema é deles. Aliás, doenças essas que somente afetam pacientes HIV com aids.
Isso não prejudica ninguém. A maioria das pessoas não vai acreditar nessas bizarras teorias da conspiração e isso não significará um problema de saúde publica. Óbvio que existem países de quinto mundo que irão usar essas idéias ridículas como desculpa para NÃO INVESTIR EM SAÚDE PÚBLICA. Para não gastar com saúde, qualquer desculpa serve. Na Nigéria afirmaram que a vacina contra o sarampo causava a doença. Resultado: uma enorme epidemia. Em vários outros países de quinto mundo não se usa vacina contra a poliomielite, baseado em idéias imbecis. O resultado todos sabem.
Eu VI pessoalmente nas enfermarias do HOSPITAL DE CLÍNICAS da UFPR pacientes à beira da morte com infecções melhorarem e retomarem suas vidas pelo uso do esquema anti-retroviral.
Será tudo isso uma grande alucinação minha, do Dr. Health, de todos os outros médicos? O pacientes que se curavam das infecções oportunistas e não morriam eram hologramas?
Contanto que não usem essas teorias para convencer pacientes HIV+ a não se tratar, não vejo nenhum problema em “acreditar no papai noel”.
“Poor my ass”, how pathetic is it…
You, last remember, just follow the money $$$$…
Eu tenho que confessar, oh, fui desmascarado.
Trecho da minha 1a aula sobre AIDS na faculdade:
Professor : “Contamos com o sigilo de vocês, isso faz parte de uma grande estratégia da Medicina atual para manter as pobres mentes humanas por nós dominadas, vamos fazê-los acreditar que existe um vírus que causa uma síndrome de imunodeficiência, para extrair dinheiro e manter nossa poderosa indústria que dominará o mundo. Mas cuidado, algumas mentes descrentes contra vcs se levantarão. Mantenham-se firmes em suas convicções, que nossos andróides se encarregarão de eliminar tais crenças, subtraindo estes indivíduos através de nosso agente especial Smith (interpretado por Hugo Weaving). Só temos que tomar cuidado com a dupla Morpheus (Lawrence Fishbourne) e Trinity (Carrie-Anne Moss), que estão a procura do escolhido que libertará o mundo de nossas garras, um tal de Neo (Keanu Reeves).”
Lembro disso como se fosse ontem. Talvez tenha sido um dejà vu (falha na Matrix)
Eu já sabia! ahaha
Abraços
O dia que for comprovado que a AIDS não existe será o mesmo dia em que o mar ficará rosa, que o Dr. Health virará homem e que as vacas começarão a se alimentar elefantes.
Falei.
Aaaaaaaai Lourençooooooo…
Eu, homem ??? Acabou de provar que a AIDS não existeeee, bofe!!!
Opa, fui zoar e me enganei, hehehehe. Falha na Matrix
Ninguém afirma que a AIDS não existe, bando de desinformados. O que os dissidentes afirmam é que não há comprovação científica de que o HIV, um vírus mutante integrante do grupo X-men, transmitido sexualmente, transmita a AIDS.
Ficam distorcendo as histórias pra ver se caímos na deles. A AIDS EXISTE SIM, o HIV não se tem certeza, e se existe não há comprovação científica de que cause AIDS e que seja transmitido através do sexo. Sobre os supercoquetéis anti-HIV, as notícias (que não saem da boca dos dissidentes) dão conta de que falham em mais de 50% dos casos. Aí dizem que o super HIV mutagênico ao extremo tormou-se resistente aos coquetéis. Agora é hora de fabricar mais outro…
Os cães ladram e a caravana passa.
Mental masturbation definitely rocks!!
E mais uma vez:
QUANDO AQUELES QUE NEGAM O HIV VÃO REFUTAR OS RESULTADOS DA QUIMIOTERAPIA MÚLTIPLA NO AUMENTO DA SOBREVIDA DOS HIV POSITIVOS?
Eu acredito no resultados positivos ou na sobrevida graças à aplicação quimioterápica em alguns pacientes com câncer, acredito que existam organismos com imunodeficiência, de animais ou humanos, adquirida ou não, acredito também na medicina e muitos dos tratamentos específicos para cada doença, apenas refuto e não concordo que doenças reais como neurotoxoplasmose, pneumonia, sarcoma de kaposi, meningite, tuberculose, etc, todas imunodepressoras, sejam confundidas ou recebam um tratamento padrão ou pasteurizado, sobre a justificativa de um resultado altamente subjetivo…
Existe sim uma resposta sobre a tal sobrevida dos pacientes HIV positivos através da supermilagrosa quimioterapia múltipla de venenos. Não vale a pena discutir sobre isso por tratar-se números. Mas uma resposta a isso seria: antes de 1996 o número de óbitos por conta da AIDS já vinha caído bastante. Aliada a essa, tem também, que pessoas soropositivas saudáveis passaram a ser tratadas com base nos resultados de exames das céluas CD4, portanto, se são saudáveis resistem mais aos efeitos colaterais. Dizem, pois, que a sobrevida dessas pessoas aumentou…
Ai, os números, o que seria da do HIV sem eles!
Coelhinho da Páscoa que trazes pra mim ?
Já avisando, semana q vem a coluna estará livre da minha presença ácida (a partir de quarta), ou seja, podem destilar o que for contra os anti-retrovirais sem réplica, porque vou fazer uma cervejoterapia intensiva lá na Oktoberfest em Blumenau.
Hmm, pensando melhor, não será uma artimanha da indústria cervejeira, que coloca venenos nas bebidas com objetivo de causar hepatite e nos fazer gastar às turras com medicação???
Mistééééérioooo….
Um cara que se diz Dr. não deveria ficar brincando com algo tão sério! Apresentei a resposta que o senhor tanto queria saber!
Doutor é quem tem doutorado. Eu sou médico.
Algo refutado por 99% de toda a comunidade científica mundial??? Desculpa, não levo isso a sério não.
Aí pra justificar o injustificável, vem com esse papo de “conspiração de laboratório”. Provem.
O Eduardo ali em cima é que tem razão, e eu ainda dou ouvidos.
Essa tal comunidade científica é capaz de tirar-lhe o senso crítico dessa forma?
Não é primiera vez que comunidade científica se equivoca quanto à causalidade de uma doença.
Francamente, fico cada dia mais decepcionado com os médicos!
Tá decepcionado, é ? Da próxima vez, trate-se com um pajé ou curandeiro. Fácil.
De que adianta, todos os argumentos que eu trago são refutados superficialmente. Vc afirmou que o Magic Johnson não usava os “venenos”, e eu provei que usa. Não misture senso crítico com achismo.
Estive em comunidades do Orkut sobre a negação do HIV, e pude notar algo em comum : Uns 85% das pessoas são caras frustrados por que o exame deu falso-positivo. Traumatizados. Normalmente é o tipo de pessoa que precisa se agarrar a qualquer coisa para ter um fiozinho de esperança.
Como já falei, cada um crê no que quer.
Não creio no que quero, creio naquilo que parece mais correto, mais sensato! Não tenho culpa se a teoria do HIV não me conveceu. Não sou cético, mas diante de uma polêmica dessas temos que nos posicionar de um lado ou de outro. Por isso li, reli, pesquisei o quanto pude os dois lados da moeda, e mesmo os tais números algumas vezes me dizendo que na teoria oficial havia alguma verdade, a teoria dissidente, embora muitas vezes não consensual, me mostrou ser correta. Pode ser que um dia mude de lado, mas por enquanto fico na dissidência!
Que contraditório…
http://www.aidstruth.org/new/denialism/myths
http://www.aidstruth.org/new/denialism/myths
The Business 10/11 September 2006 - By Neville Hodgkinson
A crença espalhada que as últimas drogas para combater a SIDA reduziram a taxa de mortalidade foi contrariada por um enorme estudo cobrindo 10 anos de tratamento, que envolveu mais de 22.000 pacientes na Europa e Norte América.
O estudo, reportado no The Lancet, comparou grupos de pacientes HIV Positivos que começaram HAART(Terapia Anti Retroviral Altamente Ativa) em alturas diferentes entre 1995 e 2003, e seguiram-nos durante um ano. Algumas das maiores descobertas mostraram que apesar da HAART aparentar melhorar os níveis de carga viral, não houve nenhum decréscimo no total da taxa de mortalidade. De facto, o risco de desenvolver ou morrer de SIDA aumentou nos anos recentes.
The Business 10/11 September 2006
Drogas Anti Retrovirais falham em aumentar esperança de vida
By Neville Hodgkinson
A crença espalhada que as últimas drogas para combater a SIDA reduziram a taxa de mortalidade foi contrariada por um enorme estudo cobrindo 10 anos de tratamento, que envolveu mais de 22.000 pacientes na Europa e Norte América.
O estudo, reportado no The Lancet, comparou grupos de pacientes HIV Positivos que começaram HAART(Terapia Anti Retroviral Altamente Ativa) em alturas diferentes entre 1995 e 2003, e seguiram-nos durante um ano. Algumas das maiores descobertas mostraram que apesar da HAART aparentar melhorar os níveis de carga viral, não houve nenhum decréscimo no total da taxa de mortalidade. De facto, o risco de desenvolver ou morrer de SIDA aumentou nos anos recentes.
Num comentário sobre o estudo intitulado HAART´s First Decade(HAART 1ª Década): Sucesso traz novos desafios, especialistas da SIDA dizem que esta “algo paradoxal” tendência pode ser devido á mudança de características nos pacientes. Entre 1995 e 2003, enquanto que a proporção de indivíduos do sexo masculino infectados por HIV reduziu quase para metade, houve mais pacientes com tuberculose(TB), provavelmente entre os imigrantes e refugiados de países onde a doença é mais comum. Cientistas notaram anteriormente que os pacientes de TB podem ficar doentes mais rapidamente quando tratados com drogas anti SIDA, um fenómeno que definiram como ” doença reconstituição imune”. Os autores do The Lancet dizem que esta situação se tornou mais comum talvez devido ao uso de drogas anti retrovirais mais potentes.
Adicionaram que isso não poderia explicar totalmente as descobertas do estudo, já que “a mesma tendência na taxa de SIDA estava também presente, ainda que de alguma forma mais fraca, em homens que têm sexo com homens.” Eles também notaram que em todos os grupos de risco, o tempo entre começar HAART e desenvolver SIDA diminuiu.
Ao mesmo tempo que sendo um tiro para os doutores da SIDA, os achados reforçaram a teoria de cientistas que argumentam que olhando os supostos marcadores de infecção por HIV - e falhando demonstrar a presença do HIV por si mesmo- a ciência da SIDA foi seriamente desencaminhada.
Se pacientes com TB activa, por exemplo, teste positivo de HIV, eles são destinados a serem “co-infectados” e sofrendo de SIDA. No entanto como foi reportado no The Business (9/10 and 16/17 May 2004 and 21/22 May 2006), os testes aos anticorpos de HIV nunca foram validados como especificando a presença de HIV. O mesmo é verdade para os chamados testes de Carga Viral. Existe também evidência clara de que a bactéria que causa TB pode por si própria causar resultados positivos no teste ao HIV(falsos positivos). Isto levanta a questão urgente se TB deve ser incluída na lista das quase 30 doenças consideradas no diagnóstico de SIDA, e pacientes medicados com potentes drogas anti retrovirais para uma infecção que não foi provado existir. Já que a TB afecta milhões de pessoas mal nutridas, removendo a TB como um indicador de SIDA iria reduzir drásticamente as estimativas da incidência de SIDA em países onde ainda muitos vivem em pobreza.
Os achados também levantam uma ampla questão, se os medicamentos para HIV SIDA realmente salvam vidas. Apesar dos benefícios curto prazo em alguns pacientes, a HAART nunca foi demonstrada em um estudo(trial) que seja melhor que não receber tratamento nenhum, comparando aqueles que tomaram anti retrovirais áqueles que tomaram placebo. Isto apesar de uma antiga regra instalada na na ciência médica que diz “nenhum pesquisador pode assegurar a efectividade de uma droga com certeza científica sem a testar contra placebo”, foi como um cientista da SIDA pôs a questão.
Respondendo a essas preocupações, Margaret May, da Universidade de Bristol, a principal autora do estudo, disse: ” O nosso papel apenas compara pacientes em HAART em diferentes eras. Não diz que HAART não reduz a morbidade e mortalidade comparado com nenhum tratamento, apenas que essas taxas de mortalidade não diminuiram durante a década de HAART. Isto é provavelmente devido a mudanças na demografia dos pacientes; pacientes recebendo tratamento demasiado tarde para receber o benefício completo; mais co-infecções etc.”
May diz: ” Não seria ético” comparar HAART com placebo, já que existe “muita evidência de que HAART é muito efectiva na prevenção de SIDA e morte em pcientes vom infecção por HIV comparado com recebendo nenhum tratamento… As taxas de mortalidade são muito menores na era HAART (pós 1996) comparado com a era pré- HAART.”
Críticos