4 esportes profundamente radicais para você praticar dentro de casa

João Baldi Jr.

por
em às | Citroën, Humor, Listas, Mecenas


Na aurora da humanidade o ambiente era hostil. O planeta era uma selva perigosa, todo animal era violento, toda planta era venenosa, toda noite de sono poderia ser a última, toda refeição precisava ser caçada com as próprias mãos e, segundo Maurício de Sousa, homens e dinossauros coloridos conviviam em clima de constante conflito, o que parece ser bacana, mas possivelmente tem uma certa dose de inverdade histórica.

Nesse período cada homem era um guerreiro, cada dia era uma batalha e cada esticada de pescoço pra fora da caverna era uma aventura resolvida em termos de vida ou morte, em que as chance de sobrevivência variavam de acordo com a capacidade de correr, lutar, escalar, saltar e reconhecer e sobreviver ao perigo que se aproximava, incluindo nesse perigo os dinossauros coloridos previamente citados.

Piteco, grande referência em termos de vida selvagem e quadrinhos sobre Platão

Corta para os dias atuais. O homem, em sua escalada evolutiva aprendeu a a domar a natureza. Controlou o fogo, inventou a roda, saiu das cavernas, se tornou o principal predador do planeta e aprendeu que o tapa e o puxão de cabelo são menos uma tática para conquistar a fêmea e mais um recurso a ser usado dentro de casa, no quarto, num clima bacana, de boa mesmo.

Domesticamos o mundo e junto com ele nos domesticamos, deixando de lado a selva, o ar livre e a aventura da vida em troca do conforto de casas com suítes, a tranquilidade da comunicação instantânea e os sites de compra coletiva que, se minha caixa postal está correta, só vendem peeling e depilação a laser.

O selvagem interior

Ainda assim, mesmo cobertos por todo esse verniz de civilização, mesmo atrofiados por toda essa vida de conforto, mesmo com vários de nós tendo essas barrigas ridículas, nossos genes, nosso DNA, nossos instintos não se esquecem de onde vieram. Sejamos nós advogados, médicos, jornalistas, químicos, botânicos ou quiropratas, todos descendemos dos mais ágeis e corajosos guerreiros, dos mais bravos e destemidos homens das cavernas, que lutaram contra os elementos, desbravaram um mundo em formação e, como qualquer um de nós pode notar, extinguiram completamente os dinossauros coloridos.

Por isso nos sentimos intranquilos em nossas baias, ficamos tensos em nossos prédios de vidro, parecemos perdidos nos vagões apertados do metrô: porque nosso corpo pede a adrenalina, nossas células querem de volta a emoção, nossos cérebros suplicam pelo risco e o perigo.

E qual seria a solução? Uma busca pela natureza? Uma volta a uma vida mais selvagem, correndo pela mata, possivelmente seminus e portando tacapes? Um retorno triunfal ao nosso passado de guerreiros tribais cobertos pelas peles dos animais que nós mesmo matamos em torno da fogueira que nós mesmos acendemos? Bem, não necessariamente.

O escritório não é o nosso habitat natural

Afinal, não apenas na selva existe perigo, não apenas na montanha mais alta existe adrenalina, não apenas no convívio com animais selvagens colocamos nossas vidas em risco – fora que é meio esquisitão sair por aí curtindo uma tanga de couro. Várias vezes é dentro dos limites da cidade, entre as paredes das nossas próprias casas, que se escondem os esportes mais radicais, as atividades mais assustadoras, os perigos mais emocionantes.

Esporte radical #1: Final de semana com a sua mãe em casa

Síntese do esporte radical – o homem contra uma força da natureza que ele não pode controlar –, a visita da sua mãe naquele final de semana em que você tinha outros planos é um clássico da aventura indoor. Aprecie a adrenalina de abrir a porta e ver que ela trouxe uma mala gigante como se fosse passar duas semanas, curta o suspense das perguntas confusas sobre a sua vida pessoal, divirta-se com as referências veladas a ex-namoradas e, enquanto ela fala durante duas horas sobre o divórcio da tia Lúcia, conheça graus de tensão e ansiedade que você provavelmente só sentiria segundos antes de saltar de paraquedas.

Alguns outros adicionais de emoção podem ser conseguidos caso sua mãe seja adepta de atividades como se perder em shoppings, andar com fotos suas quando criança dentro da bolsa ou, sempre que precisa falar contigo, telefonar 67 vezes até você atender, te fazendo achar que está acontecendo um holocausto nuclear quando na verdade ela só queria dizer que topou com uma garota na rua que parecia aquela baixinha que estudou com você na sexta série. Mas não era não, só parecia.

Esporte radical #2: Noite de sábado organizando cartas, emails e fotos de ex-namoradas

Mais emocionalmente perigosa do que qualquer salto de bungee jump, escalada de montanha ou voo de asa delta, aquela noite organizando fotos, cartas, emails e presentes de ex-namoradas é possivelmente um dos mais perigosos dentre todos os esportes emocionais radicais, com grandes riscos de lesões, traumas, dores profundas e porres solitários de vodka que terminam com você bêbado gritando na janela um “Carolina, eu ainda te amo!” e recebendo como resposta apenas um “vai se ferrar, vagabundo”.

É isso aí que você vai fazer, só que emocionalmente

Dado seu grau de perigo extremo, é recomendado que seja praticado apenas com a devida proteção, que inclui janelas fechadas, uma noite sem nenhum filme da Meg Ryan no Telecine, o computador a uma distância segura e nenhum celular ao alcance da mão. Se você começar a sentir vontade de comer brigadeiro de panela, comprar um pote de Haagen-dazs ou baixar a trilha sonora de Bridget Jones, as coisas fugiram de controle e você deve parar com a atividade, chamando um profissional da área de saúde para uma avaliação mais completa.

Esporte radical #3: Fazer um jantar para aquela amiga que você sempre quis pegar mas que nunca vai pra cama com você

Típico caso em que você sabe como as coisas vão terminar, mas insiste no passeio apenas pra ver o quão íngreme é o trajeto, levar pra casa aquela sua amiga que parece interessada mas sempre pula fora na hora H pode ser considerada a versão doméstica de descer uma corredeira numa canoa, se tivermos mentes abertas, pouca capacidade de decisão na vida pessoal e talvez – como no meu caso – um profundo desconhecimento de como uma canoa realmente funciona.

Afinal, nesse tipo de evento existe todo um planejamento, como num esporte radical, todo o perigo e o risco de passar vergonha, como num esporte radical, e toda a liberação de endorfina e serotonina, como num esporte radical. A única diferença é que é muito raro que uma prancha de kiteseurf, por exemplo, te diga que você entendeu tudo errado, ela quer ser apenas sua amiga e sexo ia estragar a relação bacana que vocês construíram nesses últimos anos.

Agora a prancha não atende seus telefonemas e fala mal de você com as amigas

Esporte radical #4: Hospedar por uma semana aquele seu colega de faculdade

Mais uma atividade caseira repleta de emoção, receber por alguns dias aquele seu colega da faculdade que você não vê há 6 anos reúne praticamente o mesmo grau de tensão, medo e surpresa que um bom base-jump feito no Empire State, se não mais.

Afinal, uma coisa são 20, sei lá, 30 segundos de queda-livre do alto de um prédio, com um possível risco de perder a consciência no processo e se esborrachar no chão, mas outra coisa totalmente diferente é uma semana com um cara que mexe na sua geladeira, atende seu telefone chamando todo mundo de “veado”, vê pornô na sua sala e fica olhando pra bunda da sua namorada sempre que ela vai pra cozinha, além de pedir pra ela trazer cerveja na volta.

Uma dica, se você for daqueles que realmente gostam de viver perigosamente, é aumentar o nível de dificuldade do esporte apresentando o cara para seus colegas de trabalho, pra quem ele vai revelar que seu apelido de faculdade era “Bitoca”, ou emprestar seu carro, que com certeza vai ser devolvido batido e com o tanque vazio, depois de ele passar uma noite na zona usando o seu nome.

Não há selva como o lar

A cidade também é uma selva, tem até elefante, olha só

Como ficou claro aqui, não é apenas na natureza que mora o perigo. Salas podem se tornar ambientes hostis, cozinhas podem esconder perigos inimagináveis e quartos podem ser tão selvagens quanto uma floresta, ao menos numa daquelas noites em que a gente dá sorte, a namorada acordou animada e ninguém se incomoda de quebrar um abajur, derrubar uma cortina ou levantar com as costas meio lanhadas no dia seguinte. A questão não é onde estamos e sim o quanto de perigo deixamos entrar nas nossas vidas.

Afinal, se lidamos com chefes sádicos, ex-namoradas rancorosas, irmãos folgados, encanadores picaretas e vizinhos portugueses de 90 anos que tentam bater na gente na saída do prédio, saltar de uma montanha, voar num veículo sem motor ou descer um catarata num barril não chegam a ser coisas assustadoras, certo? Na verdade, talvez sejam até mais tranquilas do que muitas das coisas que a gente faz todos os dias.

É, meus amigos, certos estavam os nossos ancestrais: era muito mais tranquilo lá fora.

Oferecimento: Citroën Aircross (com pulo de paraquedas para 2 leitores PdH)

GPS integrado, bússola e 2 inclinômetros, porta-mala de 403L e 1500L com bancos rebatidos. Fabricado no Brasil, 0% de juros ao mês, 3 anos de garantia (clique para conhecer).

Nota do editor: Já que você pode morrer a qualquer momento dentro de casa, Citroën + PapodeHomem vão garantir sua segurança ao levá-lo para um fim de semana radical, incluindo um pulo de paraquedas, no próximo fim de semana (27 e 28 de maio), em Boituva – SP.

Para concorrer, conte sua maior aventura nos comentários aqui. Se o máximo que você fez foi subir no telhado do seu vô ou correr pela cidade num tempo recorde para entregar um trabalho da faculdade, ótimo, isso vale tanto quanto alguém que subiu o Everest.

O critério de escolha da melhor história será surpresa, mas repito: grandes aventureiros vão concorrer de igual para igual com quem nunca experimentou rafting, rapel, paraquedas, montanhismo…

O resultado sai quinta, dia 26. O ganhador pode levar um amigo ou a namorada ou a sogra, se preferir. O relato da aventura vamos publicar no dia 1/6. Durante o fim de semana, a Citroën vai bancar todas as aventuras e hospedagem, exceto transporte de sua cidade até São Paulo, de onde partiremos no sábado.

Update

A gente sabe que tá todo mundo atiçado pra saltar de paraquedas com o PapodeHomem.

Depois de avaliar os comentários com os critérios que primavam pela boa escrita, originalidade da história e um relato de alguém que não viveu uma experiência radical com esporte, mas sim uma grande aventura do cotidiano, quem levou o final de semana radical foi:

Menção mais que honrosa também para o Victor Rodrigues e o Fernando ‘fiquei preso no guarda-roupa da casa da namorada’, que mandaram histórias muito boas! E obrigado a todos por participarem!

Mecenas PdH: Você leu um texto apoiado por uma empresa. Conheça nossa política de transparência e conteúdo livre de amarras.
João Baldi Jr.

João Baldi Jr. é jornalista. Turn ons: quadrinhos, ficção científica, humor de borda e pão de fôrma com requeijão. Escreve no (www.justwrapped.me/) e discute diariamente os grandes temas - pagode, flamengo, geopolítica contemporânea e modernidade líquida. No Twitter, é o (@joaoluisjr)


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O texto acima não representa a opinião do PapodeHomem. Conheça a visão e a essência por trás do que fazemos. Queremos uma discussão de alto nível. Antes de comentar, leia nossas boas práticas. Caso deseje enviar um texto e se tornar um autor, venha por aqui.


  • http://twitter.com/pudim182 Paulo Lameiro

    Pensando aqui minha maior aventura foi a ultima vez que fui para praia e como sou biólogo me enfiei no meio da mata atras de planta, bicho e tudo o que existia la, e, claro arrastei mo galera comigo, até minhas amigas foram e obvio cai, machuquei, dei risada, achei coisas interessantíssimas e o mais foda que era perigoso bagarai, enfim nos perdemos HAHAHAHAH, mas no final deu td certo afinal eu assisto A PROVA DE TUDO. Ótimo post e vamo que vamo! grande abraço!

  • Roni Gomes

    Texto muito manero cara! Muito show mesmo!
    Foi bom pra mim porque, como você disse no texto, meu corpo está clamando por aventura, por adrenalinda, mas faz quase um ano a última vez que eu me aventurei e subi a serra do mar com uma galera. Porém, com essa analogia que você fez, eu pude perceber que, realmente, enfrento aventuras radicais todos os dias! haha. (Mas mesmo assim a vontade de praticar esportes radicais aumenta cada vez mais.)
    Queria muito participar e tentar passar esse fim de semana radical, mas não sou de São Paulo. /:
    Boa sorte pra quem vai tentar e ótimo fim de semana!

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Roni, você pode participar, desde que consiga chegar aqui em São Paulo por conta própria até às 8h de sábado (não acho que sairemos antes).

      Abraço.

      • http://twitter.com/ronigomes Roni Gomes

        Até poderia, RJ-SP é rapido, porém eu trabalho aos sábados também! 

        ):

  • Roni Gomes

    Ah, só um lembrete: não esqueçam dos videos hein! hehe

    (:

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Acho que vamos conseguir filmar, sim, Roni!

      • http://twitter.com/ronigomes Roni Gomes

        Valeu, Gitti.

      • http://twitter.com/ronigomes Roni Gomes

        Valeu, Gitti.

    • http://www.facebook.com/rodrigo.cambiaghi Rodrigo DAvola Cambiaghi

      Vai ser salto filmado sim!

      • http://twitter.com/ronigomes Roni Gomes

        Ah beleza! 

      • http://twitter.com/ronigomes Roni Gomes

        Ah beleza! 

  • Roni Gomes

    Ah, só um lembrete: não esqueçam dos videos hein! hehe

    (:

  • http://www.facebook.com/people/Henrique-Barreto/1457095861 Henrique Barreto

    Eu já fiz de tudo um pouco.

    Já tive idéias absurdas como “surfar” na garupa de uma Caloi Barra Forte descendo uma ladeira - http://www.youtube.com/watch?v=KST4g5TRGBY&feature=related

    Já corri a meia maratona do Rio de Janeiro semi bebado. Eu comecei a beber as 22:00,e parei as 04. 
    Detalhe 1 – Nessa empreitada etílica, fiz amizade com o garçom do Lapa 40 graus e ganhei um balde de Originais (sim, sou o mestre em fazer novos amigos), 
    Detalhe 2 – A corrida começava as 08:30. Acordei faltando 15 minutos para a largada, peguei um taxi para a linha de largada (sem tomar café da manha), e mesmo assim aguentei 18k. No outro ano fui e fiz os 21k.Já fui parado por um policial, sem os doctos do carro e sem habilitação, semi alcoolizado, dias antes do nascimento do meu filho (com uma garrafa de Gold Label dentro do carro), consegui comover ele contando que o meu estado etílico era por pura felicidade pois meu novo rebento estava a vir (Mais uma vez, mestre na arte de fazer novos amigos). O Policial comovido (diga-se de passagem um misto de estar puto, achar graça e não saber exatamente o que fazer) me liberou.Pensa que eu fui para casa? Nada disso, peguei um cone na rua e fui acordar um outro amigo “chamando ele as 04:00 da matina para terminar a garrafa comigo e fumar um charuto, pois oras, meu filho iria nascer!

    Já fui entregador de pizza com apenas 17 anos, e sim, consegui realizar meu sonho de ser como o Loverboy (http://www.adorocinema.com/filmes/loverboy/), e pegar algumas das minhas clientes no ato da entrega… (entrega minha ou delas, depende do ponto de vista).

    Desde que meus filhos nasceram, minhas aventuras se resumem a trocar fraldas, levar eles no parque/Shopping/Praia, acordar de madrugada para fazer mamadeiras. 
    Agora você caro avaliador deste humilde post, pensa que isso é ruim ou mesmo monótono?. Do contrário!!!. Essa aventura de ensinar uma vida que vem de você, de ver como a cada dia ela se torna mais parecida com você em todos os sentidos, de ver que ela REALMENTE coloca você num pedestal de herói, e acima de tudo saber que o futuro dela depende diretamente de você, pois seus filhos serão o que você ensinar eles a ser é a aventura mais foda de todas. Nada se compara as vantagens ou mesmo as desvantagens de ser pai! 

    Bom, para fechar o enorme post, pular de paraquedas é uma aventura que eu ainda não tive e que quero muito ter. 

    Espero mesmo que o meu espírito ligado a liberdade, a conquista bons amigos e acima de tudo o caráter de um homem de verdade, me deixem mais próximo do lifestyle do Papo de Homem me garantido essa nova aventura.

    • http://www.facebook.com/people/Henrique-Barreto/1457095861 Henrique Barreto

      Estranho, o começo do meu post ficou sem espaçamento de linha, diferente do resto dele.

      Espero que isso não impeça a minha vitória, hahahahaha

  • Victor Rodrigues

    Minha maior aventura foi passar um dia todo com um mulherão de 4 anos em um parque de diversões. O passeio começa cedo e a aventura exige paciência, começando pela escolha dos atrações as mais radicais as que menos exigem altura que no caso é a de 1 metro, escolhido o brinquedo, radicalizar ou não? Avançamos primeiro para uma Corrida onde Bater o carro é o maior objetivo em seguida avançamos para um teste de força centripeda montados em Cavalinhos Coloridos mais conhecido como “O Carrossel”. Vencido as inumeras voltas e o calor escaldante partimos para algo extremamente radical o temido elevador que despenca de uma altura de 5 metros, enfim vencemos e quando achei que o dia estava acabo teriamos que enfrentar mais duas aventuras, o “Rio Bravo” descemos as temidas corredeiras eu e ela abraçados temendo cada curva e uma chuva que vinha do nada molhando nossas roupas, eu estava destruido mas ela não. Ela queria mais, ela queria se perder, ela queria aventura foi então que enfretamos a Piscina de bolinhas onde em um momento de distração eu perdi ela dos meus olhos e quando ja havia perdido as esperança eis que ela surge com aquele sorriso e me pedindo colo para poder dormir, foi um dia perfeito com um por do Sol perfeito com ela no meu colo finalmente cansada de tanta Aventura. Te amo minha filha.

    • Deyvid

      Muito legal tua aventura Victor! husadhudshuasdausdh
      Queria poder contar alguma coisa, mas não vou poder estar em SP nos dias marcados! =/
      Boa sorte pra quem está concorrendo. xD

  • Aldair

    Opa, eu sou de Sampa. Já quebra um galho rsrs.
     
    Há aproximadamente 2 anos fui passar férias na cidade da minha vó. Fica no sertão da Bahia. Lá tenho mais alguns parentes (tios, primos, etc).
    Como estávamos na Bahia, no meio do ano, é claro que tinham festas e mais festas de São João. Resolvemos ir numa delas, em uma cidade vizinha. Fui com meu primo, prima e o marido dela.
    Lá pelas 3h da manhã o casal resolve ir embora. Meu primo, famoso por ser o comedor da cidade, me fala para ficarmos na festa, pois tinha um esquema com duas meninas gostosas e, que depois pegariamos o ônibus que iria para a nossa cidade. Segundo ele o bus saia às 8h da manhã.
    Quando estávamos conversando com as delícias (que quando eu vi, não achei nada de delícia), vejo o ônibus virando a rua. Era por volta de 6h.
    “Aquele não é nosso ônibus?”, perguntei e ele fez uma cara de cú, que não precisava falar mais nada.
    Fiquei muito puto. Mandei as meninas irem tomar naquele lugar e que não seríamos nós quem ajudaria.
    Falei com meu primo: agora vamos embora a pé. Ele retrucava falando que eram 15km de caminhada e eu não quis saber.
    Graças a Deus depois que andamos uns 10km (depois de passar a noite na festa), passa na estrada, totalmente deserta, uma alma caridosa que nos deu carona até a nossa cidade.
    Dou risada até hoje dessa história.

  • Anônimo

    Talvez até tenha feito umas melhores, mas a mais marcante para mim foi em 2007, quando, com 18 anos recém completos, passei em história na UNESP de Franca e fui sozinho para lá me matricular, sem conhecer ninguém nem a cidade (morava em Atibaia na época).

    Coisas como andar em uma cidade desconhecida às 5h da manhã, comer pão com mortadela (comprada em um mercado não muito confiável) na praça da cidade por ter chegado cedo demais ao lugar (a matrícula começava às 9h, estava lá às 6h) e me abrigar da chuva debaixo de um palco lá existente foi deveras divertido.

    Depois disso, claro, levar o trote (muito mais de boa do que muito julgam, sem contar que era só se quisesse), receber um apelido que eu detestava, mas com o qual me acostumei depois, ser “adotado” por uma república e conhecer uma galera fantástica que me acompanhou ao longo dos quatro melhores anos de minha curta vida.
    Sem contar a “sorte” em descobrir que entrei em um curso do qual gostei muito e conseguir pesquisar o que realmente queria.

    A título de comentário à parte, creio que a experiência de fazer faculdade em outra cidade é única na vida.. sorte de quem pode fazer isso um dia.

    Abraços!

  • http://www.facebook.com/people/Filipe-Stocker/100001476454030 Filipe Stocker

    bah João, ótimo texto! realístico, humorístico e dramático ao mesmo tempo! Muito show!
    Quando começei a ler o texto, imediatamente lembrei de uma viagem inusitada que fiz com minha mãe para o Espírito Santo, enquanto cursava a faculdade. Ela buscava conhecer lugares, tirar fotos em pontos turísticos e acima de tudo “estreitar os laços afetivos” nessa viagem a dois. E eu, com os hormônios à flor da pele no auge dos meus 23 anos, só queria saber de picos de surf e mulherada. Ou seja, um paradoxo só!
    Em Vila Velha alugamos um carro e descemos 300 km de litoral, só nós dois, ou melhor, nós três, por que minha prancha foi junto!!! 
    A cada parada, um antagonismo. Minha mãe adorava  as praias de enseada, com restaurantes e serviço de praia. Eu, em busca dos secret points de surf e das baladas famosas, como a Next – Marataizes e os vários bares de reggae que o estado proporciona ao som de bandas locais como Salvação.
    Uma semana de tensão/relax/tensão/relax! Trágico e Inesquecível!
    As retas se cruzaram num dia que minha mãe combinou com uma irmã de um conhecido de passarmos o dia juntos na praia de Setiba. Outra furada??? Não desta vez. A amiga da minha mãe levou sua filha com o namorado e mais uma amiga, e juntos preenchemos dois engradados de cerveja ao longo de um belo dia de sol regado a muito peruá com mandioquinha frita (peixe local). 
    Como o que é bom sempre pode melhorar, a noite foi chegando e pra melhorar ainda o clima (nessa hora já estava embriagado de paixão ou apaixonado devido a embriaguez pela amiga da filha da…), o quiosque local providenciou um trio de forró e o rala-coxa começou… Aí me empolguei todo! E a fulaninha também… Terminamos dando umas bitocas ao luar nessa praia paradisíaca de Vila Velha, e esse dia consagrou uma viagem mãe e filho como: Vale a pena viajar com a velha!!!

  • Darlanlc

    Acho que foi o tempo do portão se fechar ..

    Nunca fui um homem de grandes aventuras. Nunca me arrisquei muito e sempre
    fui cagão.

    Nunca fui muito bom com as mulheres também. Sempre fiz o tipo trouxa que se
    apaixona facilmente e sempre é largado no final com o clássico “você vai achar a
    mulher certa pra você =/”

    Até ai tudo bem, resolvi me conformar e ir vivendo do meu jeito. Resolvi ser
    um cara solitário. Isso vai me dar um status de durão, pensei.

    Mas os amigos sempre gostam de nos ajudar (ou ferrar, se preferir). E um dia
    desses, meu amigo Igor, que vive querendo me apresentar as amigas dele, disse
    que iria me apresentar a Fernanda na proxima vez que agente fosse sair. Tá, ele
    que perca seu tempo, não tenho culpa se depois a menina ir lá à toa.

    Mas não foi bem isso o que aconteceu.

    Estava eu no final daquele evento de anime, curtindo o fim do dia e os amigos
    que há muito não via. De repente começa a chover forte e todo mundo se abriga
    nos lugares cobertos. Martim Cererê + chuva = pra que eu fui sair de casa ?
    Então me aparece o Igor me puxando pra ir procurar a amiga dele, que ele havia
    perdido. Eu fui por consideração, esperando não encontra-la. Mas o adolescente
    ingenuo dentro de mim ainda esperava que rolasse algo divertido.Depois de um
    tempo, paramos na entrada, ficamos conversando, aproveitando aquele fim de
    tarde, com amigos que há algum tempo não via.

    De repente, vem o Igor com ela, aquela morena linda , de cabelos lisos, seios
    fartos, digna dos suspiros de vários homens. Foi ai que percebi que o medo
    passou a formar minhas pré definiçôes.

    Uma vez quebradas, começamos a conversar. Inevitável. Conversamos sobre tudo. Além de tudo, ela era gente boa.
    Mas depois de algum tempo de conversa, ela tinha que ir embora. Resolveu ir a pé, pois morava perto e não havia quem a buscasse. Bom, noite chuvosa + morena linda indo sozinha para casa = oportunidade de ouro! Segui o cavalheiro aproveitador dentro de mim e a acompanhei. Fomos conversando durante todo o caminho. Tinhamos uma certa sintonia que favorecia a situação. Ainda me lembro da chuva, a chuva caindo sobre minha pele foi o tempero perfeito para aquela noite.

    Chegando em casa, era hora de voltar à realidade e ir embora. Mas o destino tirou o dia para me contrariar. Ela estava sem as chaves e tinha que pular o muro para entrar. Foi pedir à vizinha, uma amiga da familia, para que pudesse pular o muro pela casa dela. Pediu que eu a esperasse entrar em casa, e eu como gosto de fazer o bem, aceitei. E como gosto de fazer o bem, aceitei o próximo pedido dela.
    Por não ter conseguido pular o muro, me pediu que o fizesse, entrasse lá dentro, pegasse a chave e abrisse o portão para ela. Não pude resistir àquela linda morena me pedindo com aquele jeitinho envolvente.

    E lá vai eu, o Super-Frango, com seus músculos de coxinha escalar o muro. Nunca em minha infancia dentro de casa havia pulado um muro. Não achei que fosse conseguir. Mas o destino me contradizendo novamente, com uma força que tirei não sei da onde, e uma ajudinha da Fernanda, e com alguns choques da barra de ferro do lado, consegui transpor o dito cujo.
    Minha mente estava à mil. Nunca havia passado por uma aventura daquela. Estava na casa de uma menina que conhecia há poucas horas, havia descoberto uma força que não sabia que existia, havia levado vários choques. Acho que morfei.

    Mas a missão deveria ser finalizada. Fui atrás do objetivo final. Encontrada a chave para o portão, joguei-a para minha cúmplice e ela finalmente pode entrar em casa.
    Me senti um herói. Era pura adrenalina na minha mente naquele momento. E então, depois daquele abraço apertado de agradecimento que ela disse: “Você podia entrar um pouco. Vamos nos secar, tem comida aqui.” E eu, imediatamente sem pensar respondi : “Não, tenho que ir pra casa, está tarde.”

    É, foi minha vez de contrariar o destino.
    Acho que foi tempo do portão se fechar, para que eu percebesse o quão patético e fraco eu sou.
    E fui embora na chuva, voltar à rotina que tanto me prende o tempo.
    Mas eu fui um herói. Talvez o altruismo seja compensador, afinal.

    Uma coisa é certa :todos tem uma oportunidade de serem heróis.
    Só restar saber se você é capaz de aproveitar.
     

  • http://www.facebook.com/people/Lucas-Neto/100001393534145 Lucas Neto

    HAHAHAHAAH. Tenho que admitir que ri alto em alguns pontos do texto. Principalmente no esporte #2. 

    Sobre a minha maior aventura… vejamos.

    Eu tinha acabado de terminar um namoro e estava naquela fase de “quero sexo com alguém diferente” quando uma mina feia me deu bola via msn. As minhas opções eram ficar no msn durante a noite ou fazer sexo, então aceitei. Peguei ela em casa (era uma quarta) e levei num barzinho médio, torcendo pra ninguém olhar pra cara dela por mais de 30 segundos. Papo vai, papo vem eis que aparece a surpresa da noite. Como desgraça pouca é bobagem, eis um conhecido! Coração foi a mil e, no reflexo, resolvi olhar o que tinha do outro lado da rua enquanto ele passava pela minha mesa. Funcionou. Por via das dúvidas, fiquei mais 20 minutos e me evadi do local com medo de ser reconhecido. Dai em diante, tudo deu certo e vocês podem imaginar o final.

    • http://justwrapped.interbarney.com/ João Baldi Jr.

      Existe toda uma matemática nisso: a chance de haver testemunhas quando você fica com uma mulher é inversamente proporcional ao quão atraente ela é.

      Exemplo: você consegue ganhar a Scarlett Johansson sozinho, no papo, sem precisar de bebida, no meio de um funeral: zero testemunhas. Você, bêbado, fica com uma garota que lembra vagamente o lateral Lúcio (atualmente no Grêmio) e diz que tá apaixonado: toda a galera do trabalho se reunindo com a galera do futebol e levando seu pai, que estava morando em outra cidade.

  • Aldo

    Fiquei com saudades das minhas revistas em quadrinhos que eu tinha e as várias histórias do Piteco.

    Acho que vou refazer minha coleção… quem sabe posso recomeçar a praticar um esporte radical dentro de casa que há muito tempo não pratico. Ler revistas em quadrinhos.

    • http://justwrapped.interbarney.com/ João Baldi Jr.

      E saiba, as coisas estão ficando hardcore: acabo de saber que Cebolinha vai pedir Mônica em namoro nas próximas edições. Tá complicado me recuperar do baque, amigo.

  • Pedro

    Final de um mochilão pela América do Sul, cinco amigos totalmente “duros”, 16 horas para o voo de volta e ainda tínhamos uma viagem de mais de 10 horas pela frente, de Cochabamba a Santa Cruz de La Sierra. A cabeça e os pulmões surrados pela altitude e o estômago embrulhando depois de dias comendo frango de tudo que é jeito. Por má sorte, chegamos à rodoviária com atraso e todos os ônibus estavam esgotados. Os poucos donos de vans queriam uma grana que não tínhamos em nossos bolsos e além do que a Lei de Murphy nos acompanhava e ninguém conseguia sacar nos caixas eletrônicos.
    Arranhamos o portunhol com todos que passavam pelo nosso caminho e, naquele “jeitinho brasileiro”, encontramos um agente de uma viação – obviamente com segundas intenções ($) – disposto a nos ajudar. No mesmo portunhol, dizia a todo tempo: “Tranquílo! Tranquílo! Está bien!”. Embora ele tivesse prometido nos ajeitar em algum lugar vago do ônibus, desconfiados como bons mineiros que somos, a coisa não cheirava bem. Finalmente, chegou o tal ônibus, bem antigo por sinal.
    O agente pede para três de nós o acompanhar em direção às poltronas, todas elas lotadas por passageiros. Passando por famílias inteiras que se espremiam em duas poltronas, três amigos meus acompanhavam o camarada até o fim do ônibus, com uma dúvida crescente de onde afinal eles viajariam, já que a polícia boliviana nas fronteiras das cidades não permitiam a viagem nos corredores dos veículos. Eis que, literalmente no fim do ônibus, o agente abre um FUNDO FALSO, de cerca de 2 metros de largura por 1 de altura e profundidade, onde três marmanjos se espremeriam.
    Eu e um outro amigo fomos na cabine, junto a um motorista fumando e mascando coca sem parar, na viagem mais aterrorizante de toda a minha vida. Muita velocidade na chuva e estradas destruídas, sentados naquela caixa de motor onde, normalmente aqui no Brasil há  aviso: “Não pise”…
    Em pânico, não cochilei um minuto sequer. Ainda bem, pois ao pararmos para um lanche na estrada (se é que podemos chamar assim a comida de lá), nada menos que umas 10 cabeças saem do BAGAGEIRO do ônibus!
    É, poderia ter sido pior…

  • http://www.facebook.com/people/Cristian-Sandrin-Teixeira/100001104115494 Cristian Sandrin Teixeira

    “(…) sites de compra coletiva que, se minha caixa postal está correta, só vendem peeling e depilação a laser.”.
    A mais pura verdade. hahaha
    E a volta do Dr. Love?? Pq não engrenou?

  • http://www.facebook.com/people/Luiz-Guilherme-Paolini-Braga/1673102858 Luiz Guilherme Paolini Braga

     Minha maior aventura com certeza foi qndo passei no vestibular   ,  nascido e criado em São jose do Rio Preto ( interior de Sp)  fui pra Capital (pela primeira vez)  , cheguei no terminal Tiete  as 16 hrs,sem a menor ideia de como pegar um trem ou metro , tendo que chegar em Santo André  pois  era lá que  iria morar e estudar , na rota até santo andré estava  o terminal da Luz , cheguei lá  perto das 17 hrs , MTOO perdido  e  com uma mala de rodinha  ,uma sacola com cobertores e edredon e ainda uma mochila , na hr foi um sufoco  fiquei mto desesperado ,só consegui entrar no trem as 20 hrs  ( isso pq uma moça me ajudou )  enfim … hj dou risada , mas foi uma enorme aventura !!

  • http://www.facebook.com/people/Danilo-Lima/100000430342132 Danilo Lima

    “…e os sites de compra coletiva que, se minha caixa postal está correta, só vendem peeling e depilação a laser…” ri litros com essa ;)
    Texto sensacional, e criativo, me identifiquei muito com os esportes 1 e 3! 
    hahahhahaha

  • http://www.facebook.com/killersandro Sandro Guedes de Souza

    Escalada? Bungee Jumping? Rafting? Snowboard? Paraquedas? Pff….fracos.

    Aventura mesmo é dizer na cara larga para sua sogra que você é a favor do aborto. Pronto, a merda está feita, não dá tempo nem de pensar no que você acabou de falar. Tarde demais, ela já está com fuzil em mãos, carregado, dedo no gatilho. Prepare-se para a destruição.

    Sim, fiz isso em meu último namoro. E logo no começo da relação, quando as coisas ainda iam bem. A ousadia resultou em um trajeto alucinante de xingamentos, gritos estridentes, profecias bíblicas, sermões, mentiras, ameaças de morte e tudo de ruim que puderem imaginar. Radical!

    • http://justwrapped.interbarney.com/ João Baldi Jr.

      Sandro, eu vou lembrar dessa pra sempre. Sou do tipo que não conseguiu nem dizer pras tias da ex-namorada que não se dava muito bem com milho e passou dois dia com dor de estômago porque se obrigou a comer 3 pamonhas salgadas. 

      • http://www.facebook.com/killersandro Sandro Guedes de Souza

        Eu tenho o péssimo hábito de falar demais =X

      • http://www.facebook.com/killersandro Sandro Guedes de Souza

        Eu tenho o péssimo hábito de falar demais =X

  • http://www.facebook.com/killersandro Sandro Guedes de Souza

    Escalada? Bungee Jumping? Rafting? Snowboard? Paraquedas? Pff….fracos.

    Aventura mesmo é dizer na cara larga para sua sogra que você é a favor do aborto. Pronto, a merda está feita, não dá tempo nem de pensar no que você acabou de falar. Tarde demais, ela já está com fuzil em mãos, carregado, dedo no gatilho. Prepare-se para a destruição.

    Sim, fiz isso em meu último namoro. E logo no começo da relação, quando as coisas ainda iam bem. A ousadia resultou em um trajeto alucinante de xingamentos, gritos estridentes, profecias bíblicas, sermões, mentiras, ameaças de morte e tudo de ruim que puderem imaginar. Radical!

  • .:. Fernando .:.

    Pra mim uma aventura foi passar 2 dias escondido no quarto da minha ex-namorada. Onde o meu abrigo era uma brechinha entre o guarda-roupas e a parede. Foda é a parte que resolve se reunir a familia toda dela no quarto e tu tá só de cueca numa brechinha do guarda-roupas onde a qualquer momento qualquer uma pessoa pode simplesmente deitar na cama e te ver. O.o

    Nessa hora você treme, o nervosismo é punk. Pra completar tudo, ainda ter que “fugir” na madrugada do domingo para a segunda, passando pela sala onde o pai dela insone tá assistindo TV.
    Se valeu a pena? Final de semana inesquecível, para ambos.

    Se repetiria? Não. Mas vale muito a pena a experiência. ;D

  • http://www.facebook.com/arthur.s.mendonca Arthur Silva Mendonça

    Eu digo o que é radical:
    você está em plena faculdade, na verdade, acabou de entrar. 1º período, você ouviu todas aquelas histórias sobre faculdade (ninguém sai virgem da faculdade, entre outras lendas urbanas), e pensando na curtição que vc ia arrumar com seus amigos, até alugou um apê, 3 quartos, já pensando em mais dois companheiros pra dividir despesas e aventuras. Tudo vai bem nos 3 primeiros meses, vc parece estar num daqueles filmes americanos, onde só tem festas na piscina e mulheres gostosas, vc se sente gente grande porque mora sozinho, mas aí que chega o ponto da virada. De repente, sua mãe te liga dizendo que tem uma novidade: vc acha q é um play3 novinho, mas é mto melhor! Sua vó e seu avô estão vindo morar contigo! E não por um fim de semana. Morar contigo forever and ever! E não adianta bater pernas… seu pai é quem te banca. Só quem mora com os avós durante a faculdade sabe o que é essa modalidade de esporte radical. Daí surgem outras modalidades adjacentes: trazer namorada pra dormir em casa (eles são pessoas nascidas na década de 40, na roça, com uma cultura católica caolha), suportar conselhos da 3ª idade ao sair de casa, bla bla bla…. mas tudo isso é muito mais do que morar com a vovó e o vovô!
    É uma escola de vida, vc aprende mto mais do q imagina.

    • http://justwrapped.interbarney.com/ João Baldi Jr.

      República com os avós é possivelmente a coisa mais alucinada que eu já vi alguém fazer na faculdade, e olha que eu morava com um cara que tentou roubar um poste de luz nessa época

    • http://justwrapped.interbarney.com/ João Baldi Jr.

      República com os avós é possivelmente a coisa mais alucinada que eu já vi alguém fazer na faculdade, e olha que eu morava com um cara que tentou roubar um poste de luz nessa época

  • Marcos Roberto

    Com tantos exemplos de sábios
    imortais do conhecimento, me sinto de certa forma “acanhado”, a dizer que já me
    deparei com uma negociação de ampla repercussão moral, vulga vergonha, ao pedir
    para abastecer a minha moto com apenas dois reais em moedas. A sensação da
    adrenalina era tamanha, que acho que aqueles segundos, enquanto as passadas se
    aproximavam do frentista, era possível medir a adrenalina em metros cúbicos. A
    partir desse dia aprendi uma das frases mais impronunciáveis no português: “Dois
    reais por favor!” (rs)

  • Luiz Fernando

    Ri muito com
    os esportes radicais… o primeiro é o mais foda que eu acho! :P

    Depois de
    muito pensar qual aventura seria apropriada pra contar na internet, eis a
    escolhida:
     

    Terceirão.
    Ensino Médio. Turno da noite. Ficava com uma menina há 3 anos. Nada sério, só
    ficávamos na escola e quando nos encontrávamos em festa. Sempre íamos pra
    lateral do ginásio. Sem pretensão nenhuma, porque é lá atrás e nas laterais que
    muitas pessoas ficam, de bobeira, lendo, conversando, ouvindo música. Coisa de
    adolescente querer ir pra trás de tudo. Pois bem, ali, ficando, se pegando,
    dando uns amassos mais calientes, decidimos ficar por ali e não ir pra aula.
    Sozinhos, o negócio começou a esquentar, minha mão começou a ficar boba, a dela
    também… e “juro por Deus Nossa Senhora” que não sei como, mas,
    quando vi, estávamos deitados, no chão frio (era inverno), ela sem blusa e sem
    sutiã, com a mão no meu pau, já pra fora. O sinal bate. Multidão indo embora, e
    nós ali, chão frio e úmido era detalhe já superado. Onze horas da noite (essa
    hora eu estava em casa, se duvidar, na cama) e ouço aquela voz de fundo:
    “Nando, é tu ae?”. Paramos, estáticos, de repente o mundo volta ao
    eixo e descubro que perdi o ônibus de volta pra casa, e ela perdido a carona do
    irmão. Respondo e digo que já to indo. Levantamos, arrumamos as coisas, demos
    um tempo pra situação se normalizar (uniforme, é foda!) e fomos embora. O cara
    que me chamou era o namorado da minha prima, me deu carona até o centro da
    cidade, onde encontramos o meu ônibus. Parei o busão em plena avenida, entrei
    e, pra fechar com chave de ouro, mais de 40 pessoas caíram em cima de mim na
    zoação, perguntando onde eu estava, se estava bom, se não estava com frio, se
    precisava de ajuda… a mina pegou carona com uma amiga. No dia seguinte,
    adivinhem quem era assunto da escola e do ônibus? É… é isso aí. Ninguém sabe,
    de fato, o que houve. Mas, pelas brincadeiras e malícias, suspeitam, claro.

  • http://www.facebook.com/people/Flávio-Matos/1626263017 Flávio Matos

    : Fazer um jantar para aquela amiga que você sempre quis pegar mas que nunca vai pra cama com você

  • Isabella Ianelli

    Bem, não vou contar aqui as peripécias da minha vida porque não posso nem pensar em paraquedas sem começar a suar de nervoso. Sério. Não me coloquem nesse sorteio, peloamor, que saio correndo.

    Só passei para falar que, novamente, João Baldi, demais. João Baldi é gênio mór, Luis Fernando Veríssimo versão ogra, moderna e muitcho mais legal. 

    • http://justwrapped.interbarney.com/ João Baldi Jr.

      Valeu, Isabella!
      (e depois de me comparar ao LFV você pode até roubar meu lugar numa fila de ponto de táxi numa noite de chuva, sério)

  • Leoparellada

    Olá amigos do PDH, revista companheira de qualquer homem que se preze. 
    A minha aventura é um tanto longa, e na realidade foi escrita pelo meu querido irmão durante um mochilão que fizemos há uns anos. Quem se interessar acesse o link do blog que criamos para relatar nossas aventuras.

    http://irmaosparellada.blogspot.com/2008/12/hiking-e-nossa-quase-morte-srio.html

    Um abraço

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    “uma aventura foi passar 2 dias escondido no quarto da minha ex-namorada”

    Ah, cara, você tá me zoando. Sério isso?

    Se for, puta experiência. hahaha

    • http://www.kuro-obi.com.br Alberto Brandão

      hahahaha eu ja dormi no banheiro nesse mesmo esquema do cara hahaha virei o fds escondido ahaha

  • fred

    Minha maior aventura e demonstração de coragem foi quando eu tinha uns 7 anos (ahahha sério!). Meus pais recém tinham se separado e eu estava na casa do meu pai naquele dia, tava chovendo pra caralho e meu pai saiu pra comprar carne. Eu fiquei com medo de ficar sozinho, sai correndo rumo a casa da minha mãe na chuva, não era muito longe (umas 6 quadras, mas eu tinha 7 anos po!). Cheguei na casa da minha mãe todo encharcado e envergonhado, falei que tinha vindo porque tava com medo, ai ela me falo assim: “Tu foi um guerreiro!”. Fiquei orgulhoso pra caralho, hehehehe!

    abraço

  • Alexandrefurlanetto

    Já passei dois dias numa ilha em alto mar. Cinco amigos num barco de madeira de 13 metros, todos pescadores subaquáticos. Na ida enfrentamos ondas enormes parecia que o barco ia se despedaçar todo. O barco não tinha banheiro, pra fazer o número dois tinha que se jogar na água, ou sentar pro da barco enquanto amigos batiam fotos. Tínhamos que mergulhar 15, 20 metros em apnéia para garantir nosso peixe. Arpoar um peixe de 10 kilos é uma sensação incrível, depois trazê-lo à superfície é uma tarefa árdua. Só quem já fez isso sabe como é. Estes dois dias ficarão sempre na minha mente.

  • http://donluidi.wordpress.com don luidi

    uma aventura recente que eu tive.

    bom, tenho dois sobrinhos, uma princesa de seis aninhos e um guerreiro de dois aninhos. A cada quinzena vou visitar minha família no interior catarinense. como fui criado no estilo chucro, sem televisão e outras mordomias, tento levar meus sobrinhos para aventuras. convidei-os para catar pinhão numa chacara perto da casa dos meus pais. devidamente paramentados, lá fomos. curiosos que são, a cada 15 metros queriam parar para ver as “fumigas”, “o bisonho”. fui guerreiro, tive que passar por um banhado até o joelho com os dois. como consegui: pus a princesinha na canguta, o guerreiro nos braços e pedi para que ele segurasse as pernas da princesinha para não cair (ensinando a ajuda mútua desde cedo). chegamos no pinheiral, cena linda vendo eles catando os pinhões no gramado, depois fizemos uma bela sapecada de pinhão.

  • http://justwrapped.interbarney.com/ João Baldi Jr.

    Cara, se você falar que fez aquele lance de entrega de pizza que fazem nos filmes pornôs você vira meu herói (ainda que a maratona de bêbado já tenha me feito te respeitar pra caramba)

    • http://www.facebook.com/people/Henrique-Barreto/1457095861 Henrique Barreto

      Sobre a pizza é sério cara! Tinha uma cliente que sempre pedia para eu fazer a entrega dela. 

      Era uma moça no auge dos seus 35 anos, casada porém com um marido que nunca ficava em casa. Essa entrega sempre demorava mais.As outras eram uma novinhas que ficavam conversando na porta de casa, na vila, etc. Eu puxava um papo e prometia voltar mais tarde com alguma coisa para a gente comer e…..conversar :)

  • http://justwrapped.interbarney.com/ João Baldi Jr.

    Cara, também já tive desses momentos “cena final de débi e lóide com o ônibus cheio de modelos” e gosto de pensar que foram fruto do meu caráter corretíssimo e do meu altruísmo que não conhece limites (mas de vez em quando eu penso que apenas era um tremendo coxinha mesmo)

  • Luiz

    Uma aventura e tanto foi, quando eu tinha uns 15 anos, acampando com amigos no interior de Santa Catarina resolvemos ir comprar bebida alcoolica numa vila perto dali. Eu e mais 2 amigos, pegamos as unicas 2 bicicletas q tinhamos e nos deslocamos por aproximadamente 3 km de estrada de chão batido até a fazenda de meu avô, onde tinham cavalos q poderiam nos levar até a vila. Pegamos os cavalos, colocamos os arreios, nos informamos com o peão do sítio sobre o trajeto q teriamos q fazer e partimos em direção a tal vila. Andando mais uns 5 km a cavalo então, cruzando fazendas desconhecidas, riachos e matas fechadas chegamos ao vilarejo e com aproximadamente 20 reais conseguimos comprar um garrafão de vinho e 1L de pinga. Com o ouro na mão entao, começamos o caminho de volta. Aventureiros experientes q eramos, não programamos o horário e fomos surpreendidos pela chegada da noite. Aí começou a complicar. Não tinhamos lanterna e a única forma de iluminar era um isqueiro q um amigo tinha levado sem querer. Decidimos entregar na mãos dos cavalos, visto q eles enxergam a noite melhor q nós e supostamente sabiam o caminho por onde tinham ido. A parte mais tensa dessa volta, foi qdo entramos num mato fechado q fazia parte do trajeto e na escuridão total sem enxergar absolutamente nada, eu lembro q apenas inclinei o corpo me segurando no pescoço do alazão e falei: vai q confio em ti rapaz… hahaha Saindo do mato, com alguns arranhões por galhos e espinhos, o luar iluminou nossa volta até o sítio do meu avô. Soltamos os cavalos e agora o problema era maior, só tinhamos duas bicicletas e estavamos em 3 pessoas, com um garrafao de vinho e 1L de pinga para levar. Detalhe, era noite e nao tinhamos luz. O peão da fazenda, felizmente tinha uma lanterna com as pilhas fracas e essa foi nossa salvação. Mais 3km entao, de bike, a noite, 3 pessoas, 1 lanterna e segurando um garrafao de vinho e 1 litro de pinga, conseguimos chegar de volta ao acampamento. Na chegada, fomos recebidos com mta festa pelos demais amigos. Fomos dormir no amanhecer, felizes, embriagados e satisfeitos. Naquela noite, foi o vinho mais saboroso q já tomei até hoje. 

  • Anônimo

    A minha maior aventura foi quando eu precisei sair de cueca samba canção do pai da mina, porque estávamos na sala sozinhos em casa e de repente a família inteira dela chega e corremos para o quarto, só que as roupas ficaram na sala!!! haha!!! Éla pegou uma cueca do pai dela e me deu, eu coloquei e fui embora pela janela correndo, isso que ainda tive que esperar a galera toda entrar na casa para eu poder pular a janela e ir embora pelo portão da frente, porém, com o nervoso só fui me ligar que eu estava de cueca no meio da avenida da casa dela!

  • Victor Cavalcanti

    Qual o seu problema com dinossauros coloridos?

    • http://justwrapped.interbarney.com/ João Baldi Jr.

       Desconfio que seja um trauma de infância, Victor.

      • Victor Cavalcanti

        É traumas de infância sempre são coisas estranhas. Eu tenho uns meio esquisitos também.
        rsrs

  • Victor Cavalcanti

    Qual o seu problema com dinossauros coloridos?

  • Thugtnbrz

    Loka a matéria!!!
    Nossa, uma certa vez tive que ir de Skate para uma entrevista de emprego, acordei logo pela manhã e vi no jornal que os ônibus estavam de greve e a cidade estava parada pq tinham liberado o rodizio de carros, entaum peguei o carrinho e me joguei, foram + – 7KM na remada, eu já tinha ido mais longe de Skate, mas não por um motivo de tanta importância, quando cheguei na empresa com trage esporte fino e de Skate a entrevistadora até se assustou, porém fui o único a chegar no horário, ganhei mais alguns pontos por ter mostrado que me virei bem na adversidade e que também não sou de desistir fácilmente, conclusão fiquei com a vaga e estou na empresa a 5 anos, essa foi a minha maior aventura até hoje!!

  • http://www.facebook.com/people/Flávio-Matos/1626263017 Flávio Matos

    emocionante….

    serve a vez q consegui ser atropelado duas vezes no msm dia…

    sendo q a primeira.. foi um kombi…
    e a segunda.. foi pq eu tava groge e atravessei na frente de um caminhão…

    graças a deus os dois estavam estacionando KKK

  • Karen Sam

    parece que sou a unica mulher que vou concorrer??
    bom minha vida e uma aventura quase td dia!!…meus amigos falam que minha vida e um evento!!!
    ja fiz de td…fui pra brotas fazer esporte radical por um fim de semana e morei 1 ano la…( pedi as contas terminei namoro td por telefone…)…fiz o mesmo quando fui pra santa catarina…era pra passar um fds e fiquei quase um mes voltei so com o dinehiro da passagem!!! fui de carona ida e volta para o rio de janeiro…foi muuuito loka esta viagem!!!….sem contar a ultima rave que nao sei ate agora como que eu voltei!!!…..nao foi com ninguem que eu fui nem com um conhecido…e olha que ja perguntei pra vaaariosss!!!…ahhh teve tbm uma sexta de carnaval que eu estava bebendo em um bar na frente do trabalho( que era na frente de uma faculdade)…e quando eu acordei estava dentro de um onibus de excursão indo pra ilha do mel no paraná….tomei o maior susto!!! nao conhecia ninguem mas o onibus todo me conhecia ate o motorista sabia meu nome….pq eu barbarizei td mundo….resumindo…foi um carnaval muito engraçado…..bom todos sao…o deste ano e ate proibido de contar ate pq ainda nao me recuperei!!! enfim aventuras tenho vaaarias…estas foram as que eu lembrei assim de momento…
    bjuxxx

  • http://www.facebook.com/rodrigo.cambiaghi Rodrigo DAvola Cambiaghi

    hahahaha 
    Muito boa Fernando!eu já me escondi em baixo do armário do banheiro de uma menina vestindo apenas uma camisinha.

    Mas foi por apenas alguns minutos, não chegou a ser 2 dias como no seu caso hahaha

  • Johncker

    hahaha aventuras na selva de pedra acho que são muitas mas
    como sou rato de asfalto vou contar uma que aconteceu nas poucas vezes que
    sai dessa cidade m(erda)aravilhosa que moro. Viajei com a familia para santa
    catarina onde mora meu padrinho, ficamos numa das casas da praia, que na
    verdade não era na praia e sim numa vila de pescadores, Ilhas, (https://lh6.googleusercontent.com/_iueVMZOi3J8/Td0XmW1H3SI/AAAAAAAAAtM/_ZA4HS8ogus/s640/ilhas-sc.jpg).
    Pensem num lugar calmo, parado… Eu e meu cunhado encontramos duas bicicletas,
    novinhas, em 1950, e resolvemos pedalar até o mar, acho que da uns 4 ou 5km, e
    fomos, pela beira rio, ali tem um rio que encontra com o mar, chegamos na
    praia, deixamos as biciletas a uns 100m de onde a agua começava, ficamos na
    agua um tempao, derrepente o tempo começou fechar pra chuva, mas não choveu
    onde estavamos, e sem se tocar que mar a dentro ja deveria estar chovendo,
    continuamos na água, era a primeira vez que eu via o mar, minha primeira viagem
    à praia, tudo bem que era um lugar muito estranho, mas era o mar. Pula onda,
    toma caldo, leva tombo, risadas, questao de dez minutos que haviamos percebido
    o tempo fechando pra chuva, olhamos pras bicicletas, a agua ja estava passando
    delas, camisetas, chinelos numa dança de vai e vem com as ondas ainda pequenas,
    saimos correndo pra não perder tudo pra água. Ok, hora de ir embora, viemos
    beira rio e um pedaço pequeno beira mar, onde haviam uns barrancos de areia, na
    hora de voltar, a agua ja batia na metade da altura dos barrancos, então vamos
    por cima dos barrancos de areia, ventava muito forte, dava pra ver aquela
    cortina de areia, todo molhado + areia voando = rato de asfalto a milanesa. Sofremos
    um bocado pra caminhar naquela areia solta, sobe e desce barranco empurrando
    bicicleta. Quando chegamos na vila tava todo mundo doido já preparando uma
    busca, pensaram que haviamos morrido na praia. Clichê. Fora que fiquei uma hora
    no banho pra tirar toda aquela areia do couro. Tenso, mais divertido.

  • http://twitter.com/aneubauer André Neubauer

    A minha maior aventura foi chegar bêbado na casa da namorada e me apresentar aos pais dela. Não sabia que eles estariam lá. Nunca suei tanto na vida, nem quando estava na final de um campeonato de Pro Evolution Soccer com os amigos, valendo R$ 10,00.

  • http://pulse.yahoo.com/_UXGAZYOZZDCCW4UNGWVSY2FA2I Alexandre

    Foi uma aventura e tanto fazer minha avó que é fofinha e tem 60 anos andar uns 8km numa estrada de sítio só porque eu queria vir mais cedo para casa e não queria esperar o ônibus. 

  • Riba

    Minha maior aventura foi ter largado um emprego de analista na VALE em São Luis do Maranhão, recusar duas convocações em empregos públicos (um estadual e outro federal na universidade), deixar familia, amigos e um namoro de 6 anos cpom grandes percpectivas de casamento (já foi se foi tb..) só para realizar o sonho de fazer um doutorado na USP em São Paulo vivendo de bolsa Capes morando em república e migrando cada centavo como se fosse uma fortuna e visitando minha familia uma vez por ano… Ainda sim muito feliz e orgulhoso de estar na luta!!!

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Legal essas histórias. Doutorado em que, Riba?

      • Riba

        Doutorado em química! !… vou estar no TEDxCampos..podemos conversar mais sobre essas “aventuras” do dia-a-dia!! Até mais Gitti…

      • Riba

        Doutorado em química! !… vou estar no TEDxCampos..podemos conversar mais sobre essas “aventuras” do dia-a-dia!! Até mais Gitti…

      • Riba

        Doutorado em química! !… vou estar no TEDxCampos..podemos conversar mais sobre essas “aventuras” do dia-a-dia!! Até mais Gitti…

  • http://www.facebook.com/fabio.rubim Fabio Biasi Mello Rubim

    Que eu me lembro a minha maior aventura foi ter transado nas escadas de de um prédio, acho que 6 ou 7 andar!!!

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    hahaha E eles descobriram que você estava bêbado ou conseguiu se sair bem?

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Eu sou careta demais mesmo. Como nunca fiz isso na minha vida? Henrique, você pode escrever um pouco mais sobre essas histórias para publicarmos como relato no PdH?

    Se topar, leia isso e baixe o PDF ao fim: papodehomem.com.br/diretrizes-para-novos-autores/

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Ah, cara, um fds em Boituva pulando de paraquedas e fazendo rafting / rapel não vai te fazer nem cócegas, falaí.

  • http://justwrapped.interbarney.com/ João Baldi Jr.

     Karen, você realmente me fez lembrar daquelas histórias do tipo “ela saiu pra comprar um maço de cigarros e nunca mais voltou. e olha que ela nem fumava”. Realmente sua vida é uma aventura, sério

    • Karen Sam

      oi joao…tenho mais aventuras….eu e minha amiga roubamos a roupa de 2 caras q queriam vc sabe o q neh!!!! dai fizemos um jogo eles tiraram a roupa pra jogar… falamos tiraaaa q agente tira eles tiraram e agente saiu correndo…..com as roupas…hahaha e largamos eles la pra sempre!!!!…minha amiga lembrou de uma viagem pra sao tome das letras a cidade em si ja é de doido com agente la entao…meu deus!!!!…voltamos de carona de caminhao e quando chegou no tiete uma freira pagou o onibus pra gente voltar pra casa!!…isso nos lembramos em uma conversa de uns 10 min tem mais muito mais…..sexta agora por exemplo foi babado….nao sei como q eu cheguei em casa ate agora!!!!hahahahah…e se eu ganhar minha amiga vai comigo…dai pessoalmente vcs saverao mais…ate as que nao pode por causa do horario hehehehehehehe bjuxx

  • http://www.facebook.com/people/Ize-Chi/100000475883655 Ize Chi

    Hum, minha aventura é cotidiana, envolve eu e meu marido, e aconteceu cerca de duas semanas atrás.

    Momento em que aconteceu: eu, desempregada, fazendo um curso profissionalizante, por acaso sendo o mesmo que meu marido fez para o trabalho em que ele estava. Numa bela terça-feira, ele me liga falando que perdeu o emprego; estava muito estresse, ele se cansou e pediu demissão.

    Baixou a depressão total; o que fazer quando os dois estão desempregados? Como pagar o aluguel, conta de luz, dentre outros gastos domésticos?

    Dia seguinte, quarta-feira esperançosa, o professor do meu curso disse que apareceu duas vagas de emprego e que ele indicaria um aluno diretamente. Na mesma hora levantei a mão, expliquei minha situação ao professor, liguei meu marido e pedi para que ele passasse na hora da saída no curso.

    Meio-dia: os dois saem correndo do centro da cidade, param em uma lan house e tentam descobrir como chegar no primeiro local: Aeroporto Tom Jobim (Galeão).
    Saímos correndo, em vez de esperar um ônibus pegamos uma van que ia para perto, descemos em outro local e de lá pegamos um ônibus que ia para dentro do aeroporto. Saímos perguntando onde ficava o maldito restaurante e, depois de muito andar, achamos.

    Ele entrou e eu fiquei do lado de fora. Passou-se uma hora. Passou-se duas horas. Eu já estava preocupada, achando que meu marido havia sido abduzido. Sai-me então do restaurante, eu esperançosa, ele capisbaixo, percebo que tem algo errado. Ele me diz que a proposta era excelente, mas o horário não: de 12h às 21h, e para pegar o trabalho, ele teria que largar a faculdade, que cursa à noite.

    Continuei esperançosa; ainda tinha mais uma vaga! Tentamos descobrir como sair do aeroporto e ir para o bairro Flamengo, onde havia a outro vaga, em um hotel. Descobrimos um ônibus direto, mas caaaaro que só. E lá fomos nós, com a porcaria do ônibus dando a volta no Rio de Janeiro inteiro antes de chegar aonde queríamos.

    Descemos, localizamos o hotel e ele entrou para uma nova entrevista; fiquei dando voltinhas na rua até ele me ligar e dizer que conseguiu a vaga e que começaria dia seguinte, no mesmo horário de seu trabalho anterior, de 6h às 14h, conseguindo conciliar trabalho e faculdade.

    Felicidade extrema, só faltávamos saltitar. Aí ele me fala o porém: ele precisava de uma gravata borboleta preta para o dia seguinte. Já passava das 18h, resolvemos pegar o metrô e ir para a Tijuca, onde eu conhecia duas lojas que com certeza venderia.

    Chegamos no bairro às 19:05h. Adivinhem? Ambas as lojas fecham às 19h! Não desistimos, corremos para o shopping ali perto. Volta completa nos 4 andares e NENHUMA loja vendia a maldita gravata!

    Saímos, ainda na expectativa, prontos para ir a outro shopping. Quando estávamos chegando no ponto de ônibus, vimos uma pequena lojinha de roupas sociais, com um velhinho fechando a porta.
    Na maior cara-de-pau, perguntamos ao senhor se a loja, por acaso do destino, não venderia o nosso objeto de procura. Ao receber um aceno afirmativo, só faltamos atacar o velhinho e ameaçá-lo de morte, caso ele não nos vendesse.

    O senhor foi gentil, abriu a loja, pegou o produto. Eu ia pagar no débito, mas, claro, as coisas não poderiam ser fáceis para nós. A máquina de débito estava quebrada. Começamos a catar moedas nos bolsos e na carteira e conseguimos a soma necessário para pagar a gravata amaldiçoada.

    Para quem pensa que o dia terminou, acredite, ainda não. No caminho para casa, com nosso pacote nas mãos, pensamos no uniforme para que ele usasse dia seguinte. Seria o mesmo do antigo trabalho, calça e blusa social, preta e branca, respectivamente. Ele possuía 2 calças e 3 blusas, sendo que 2 das blusas estavam sujas, e uma das calças poderia ser reaproveitada assim mesmo. Tranquilo, ainda tem uma blusa para ele usar na manhã seguinte.

    Ao chegar em nosso lar, me deparo com a seguinte situação: bolo de roupas que estava na cama diretamente no chão, com um cocô e um mijo fenomenal de um de nosso gatos. A conclusão é que as 3 blusas estavam sujas e já passava das 21h, sendo que ele precisava da blusa às 4:30h.
    Tivemos que lavar na mão, colocar na centrífuga da máquina de lavar para tirar o excesso de água. Meia-noite e meia eu estava secando a blusa dele com meu secador de cabelo, e terminando de secar com o ferro de passar na potência máxima.

    Se eu tivesse que comparar esse meu dia com algum esporte radical, diria que foi uma corrida com ENORMES obstáculos pela frente, dentre eles, maratona, escalada de montanha, descida de canoa por correntezas… Mas que, no final, conseguimos ganhar ;P

  • Sheik

    O homem das cavernas não ficavam pulando de paraquedas, fazendo rapel ou andando de skat. Os esportes radiciais estão longe de simular fisiologicamente os requisitos corporais daquele tempo. Na verdade o que mais se aproxima do que os homens faziam naquele tempo é a musculação e as artes marciais. Os homens das cavernas tinha que fazer força, lutar, carregar coisas pesadas, fazer força, etc. Caminhavam muito e corriam algumas vezes, mas a força era algo sempre presente para construir abrigos, ferramentos, armas de luta e caça, armadilhas, etc. Os esportes radicais hoje como skate, paraquedismo são muito sedentários pois vc está em cima de um equipamento. Talvez um Le Parkou chegue próximo. Assim unir Le Parkou, musculação e artes marciais, conseguimos simular o que ocorria no corpo desses guerreiros.

  • Jhonatan Rodrigues

    Acho que minha maior aventura foi sair do InterioRRR de Minas Gerais e ir até Boituva encarar um Salto de Paraquedas sem nunca ter pelo menos entrado em um avião. Uma experiencia e tanto, o unico problema foi o cagaço que rola antes do salto, mais foi uma das melhores coisas que já fiz na vida. Após o salto, fui pra São Paulo encarar o primeiro Voo Domestico para o RJ, no qual estava indo trabalhar por uma semana. Chegar no Rio e não conhecer nada também foi uma experiencia digna de Honra na minha opnião, sorte que consegui achar o lugar facilmente e assim encontrar os colegas de trabalho para curtir uma praia, digo trabalhar no RJ.

  • http://www.facebook.com/people/Edson-Maruyama-Diniz/100000197168023 Edson Maruyama Diniz

    Boas aventuras. Muitas eu não tenho coragem de realizar.

    Uma das minhas aventuras. Eu fazia residência em enfermagem em Campinas, mas estava desesperadamente tentando conseguir um emprego em São Paulo. Inscrevi-me para um concurso para duas vagas na escola de enfermagem da USP; viajei de Campinas a São Paulo, fiquei na casa da minha avó na região do brooklyn e dormi bem e preparado. No dia da prova foi uma comédia de erros. Meu celular não despertou, o que me fez perder a hora e o desespero começar a bater forte. Toca pra pegar ônibus pro metrô, mas o caminho foi todo travado devido ao trânsito inexpugnável. Consegui descer no metrô, mas ainda havia que fazer a baldeação, descer no Paraíso e trocar de linha até as Clínicas.  EStava tenso com o horário, olhando o relógio avançar impiedosamente enquanto os carros e vagões do metro não o faziam. Lá chegando, corri como nunca corri na vida até o departamento de enfermagem. Errei o prédio (d’oh!) e encontrei o local da prova, o coração saindo pela boca, quase entrando em taquicardia ventricular. A fiscal da sala me recebeu quando estavam começando a distribuir as provas, eu só consegui perguntar pra ela se eu poderia sentar em qualquer carteira, a respiração entrecortada , quase caindo em exaustão. As enfermeiras me olhavam assustadas e surpresas. Uma amiga na carteira de trás bateu nas minhas costas, admirada por eu ter conseguido chegar a tempo. O suor escorria da minha testa e pingava na prova.  Minha cabeça girava, talvez devido à hipoglicemia e tudo escureceu, minha pressão deve ter caído, mas depois de uns minutos, melhorei. Consegui terminar a prova, saí da sala e encontrei outras conhecidas do lado de fora do prédio. Duas semanas depois o resultado: fracasso! Dois pontos me separaram da nota de corte para a segunda fase. Decepção e frustração.

    Meses depois surgiram outras oportunidades, tanto que esqueci desta situação. Conheci uma enfermeira que havia passado no referido concurso. Ela contou que era uma merda inacreditável, que o trabalho não era o que estava no edital, que elas ficavam auxiliando as poderosas doutoras do departamento de enfermagem, que se sentia infeliz e que estava querendo sair. Dormi tranquilo naquela noite.

    Um abraço, EZ!

  • http://www.facebook.com/people/Edson-Maruyama-Diniz/100000197168023 Edson Maruyama Diniz

    Boas aventuras. Muitas eu não tenho coragem de realizar.

    Uma das minhas aventuras. Eu fazia residência em enfermagem em Campinas, mas estava desesperadamente tentando conseguir um emprego em São Paulo. Inscrevi-me para um concurso para duas vagas na escola de enfermagem da USP; viajei de Campinas a São Paulo, fiquei na casa da minha avó na região do brooklyn e dormi bem e preparado. No dia da prova foi uma comédia de erros. Meu celular não despertou, o que me fez perder a hora e o desespero começar a bater forte. Toca pra pegar ônibus pro metrô, mas o caminho foi todo travado devido ao trânsito inexpugnável. Consegui descer no metrô, mas ainda havia que fazer a baldeação, descer no Paraíso e trocar de linha até as Clínicas.  EStava tenso com o horário, olhando o relógio avançar impiedosamente enquanto os carros e vagões do metro não o faziam. Lá chegando, corri como nunca corri na vida até o departamento de enfermagem. Errei o prédio (d’oh!) e encontrei o local da prova, o coração saindo pela boca, quase entrando em taquicardia ventricular. A fiscal da sala me recebeu quando estavam começando a distribuir as provas, eu só consegui perguntar pra ela se eu poderia sentar em qualquer carteira, a respiração entrecortada , quase caindo em exaustão. As enfermeiras me olhavam assustadas e surpresas. Uma amiga na carteira de trás bateu nas minhas costas, admirada por eu ter conseguido chegar a tempo. O suor escorria da minha testa e pingava na prova.  Minha cabeça girava, talvez devido à hipoglicemia e tudo escureceu, minha pressão deve ter caído, mas depois de uns minutos, melhorei. Consegui terminar a prova, saí da sala e encontrei outras conhecidas do lado de fora do prédio. Duas semanas depois o resultado: fracasso! Dois pontos me separaram da nota de corte para a segunda fase. Decepção e frustração.

    Meses depois surgiram outras oportunidades, tanto que esqueci desta situação. Conheci uma enfermeira que havia passado no referido concurso. Ela contou que era uma merda inacreditável, que o trabalho não era o que estava no edital, que elas ficavam auxiliando as poderosas doutoras do departamento de enfermagem, que se sentia infeliz e que estava querendo sair. Dormi tranquilo naquela noite.

    Um abraço, EZ!

  • Anônimo

    Pô, saltei de páraquedas em Boituva esse fim de semana.. Tem várias histórias, mas vou contar essa então:
     
    Saímos eu e mais 4 amigos rumo à São Paulo pra Festa Gioconda (Playboy) promovida pela FGV na sexta-feira, chegando na festa de limosine. A festa foi muito foda, só bebida top tudo a vontade (Grey Goose, Black Label, Jack Daniels, Red Bull..), coelhinhas e mulherada muito gata. Pra não ficar muito grande a história acabamos no hotel com 5 malucas às 8hs da manhã extremamente bêbados pra acordar no outro dia e ir rumo à Boituva.
     
    Dormimos aquele sono dos campeões e acordamos às 13hs pra sair do hotel, (e ainda recebemos uma ligação da portaria durante a manhã por um certo barulho no apartamento). Todos prontos, nos despedimos das moças e pé na estrada. Chegamos em Boituva por volta das 15 horas (o salto estava marcado pras 15hs!!) nos perdemos na cidade e ainda arrumamos umas fãs locais doidas que queriam porque queriam nos levar até o local do salto, mas como estavamos com pressa e as doidas eram um tanto desprovidas de beleza, nos mandamos.
     
    Chegamos à empresa de paraquedismo e o nervosismo já tomava conta da galera, escolhemos o salto, colocamos os equipamentos, entramos no avião e PUTAKIPARIU! pulamos!! Não tem como descrever a sensação… 50 segundos de queda livre, o som e sensação do vento batendo no rosto, adrenalina, pressão! Do caralho! E depois mais uns 6 minutos de vôo de paraquedas, que também é do caralho. Pousamos e vamos comer e tomar alguma coisa no barzinho ao lado da pista, e quem está no nosso encalço? As doidas de Boituva.. que pediram pra um dos instrutores nos entregar um bilhete com os respectivos contatos. Rimos muito de tudo aquilo e decidimos de última hora ir pro Guarujá fechar o fim de semana.
     
    Chegamos no Guarujá às 21hs, achamos o pior hotel do local, tomamos um banho e tocamos pra um bar que tava rolando um pagode, tomamos uma garrafa de vodka e ficamos sabendo que rolaria uma festa doida no Café del Mare.. Chegamos lá por volta da 1h e curtimos até as 8 e pouco, várias gatas no recinto, diversão garantida.
     
    Saímos de lá, ainda pegamos uma praia (mineiro é foda), e voltamos pro hotel pra dormir bem e voltar à vida real… Foi foda!

  • Rafaelgastao

    Sempre pratique e tive aventuras dentro de casa começando com os 5 anos, quando minha tia me deixou sozinho por no maximo meia hora e isso foi o tempo suficiente para eu colocar foto na casa! Sério, quis fazer ovo cozido mas não sabia como, então eu peguei uma caneca, enchi de óleo, coloquei dois ovos dentro, liguei o fogo e pra completar ainda fui pra rua! Até que a vizinha me fala “Rafinha… acho que sua casa esta pegando fogo” eu já imaginei na surra que ia levar, então eu fui correndo com um monte de balde d’água e fiquei jogando até apagar. A surra veio do mesmo jeito já que as paredes estavam todas preta.  Outra vez fui esquentar café e pensei, o que acontece se eu colocar fogo na pontinha da minha camiseta, enfim… coloquei e não consegui a apagar e então comecei a pegar fogo e sai correndo na rua e gritando “fogoooo… fogooooo” tenho as cicatrizes até hoje. E aventura que é conseguir dinheiro da mãe ou da avó para comprar doce, essas eram sempre as mais radicais, certa vez não consegui da minha avó então eu joguei um litro de detergente dentro do suco dela, tadinha… a velhinha passou uma semana vomitando, foi uma aventura tentar fazer que todo mundo acreditasse em mim e que não tinha sido eu, mas essa foi fail.

  • http://twitter.com/rafa_mazali Rafael mazali

    minha maior aventura… Ficar perdido com mais 3 doidos no meio de um canavial no breu da noite andando de bike tentanto axar a saida do maldito canavial,,,,foi tensoo…kkkk

  • Johnnywalker10

    Quando vi essa promoção, vi que era perfeita para mim. Vou contar como minha maior aventura justamente um salto de paraquedas. Um sonho de criança. 
    Primeiro salto, enganchado, sozinho, depois de mais ou menos um mes de curso, chegou o grande dia.
    Tensão a mil. Entre os quatro iniciantes, era o mais pesado, assim fui o primeiro a experimentar o vento na cara, a sensação de voar (ainda que por apenas 2 segundo). Primeira reação ao comando de saltar foi querer voltar ao avião e não sair de lá até pousar. Mas o melhor foi justamente vencer o maior medo que já senti, e soltar as mãos da barra fixa na asa do avião e se jogar a 5000 pés de altitude. É simplesmente indescritível!!! Após o paraquedas abrir, veio o medo dele não abrir totalmente, mas deu tudo certo.

    A razão que eu acho que a promoção é perfeita para mim é que era para ser um salto perfeito, infelizmente terminou com uma aterrisagem mal feita. Resultado: 1 placa e 4 pinos de titânio no tornozelo e uma lesão no joelho que já me levou 2 vezes ao centro cirúrgico.
    Por óbvio, nunca mais voltei a saltar, admito que até por medo, mas sinto que agora é a hora de repetir e mostrar que não é um tombo que pode fazer alguém parar de fazer algo que até hoje me fascina.

    E aí, o que acham?
    Valeu    

  • http://www.facebook.com/people/Vinicius-Cardoso/598072553 Vinicius Cardoso

    Cara acho que minha maior aventura foi quando viajei para o RJ para subir o Pico das Agulhas Negras e as Prateleiras!! Primeiro Foi tranquilo chegamos e montamos acampamento nada fora do normal, segundo dia acordamos e depois de andarmos 6 horas sob uma neblina muito forte que dava para ver apenas uns 10 metros a frente! Começamos a subir as prateleiras, num lance de corda depois de 2 horas de subida, a corda escorregou e foi-se embora, tive que dar um Jump animal(de 1 metro na verdade) para pegar essa cordar, mas detalhe eu não conseguia subir de volta, tive que andar encostado na beiradinha da pedra por uns 50 metros apoiando todo meu corpo la.. Depois disso encontrei o pessoal e tive que dar um outro Jump com a corda esse era de uns 2 metros.. FOi muito tenso… Minhas penas ficaram bambas por uns 5 minutos… Bom é isso ae!! Precisando tem mais historias.. so me meto em furadas!

  • Rafael Gastao

    Sempre pratique e tive aventuras dentro de casa começando com os 5 anos, quando minha tia me deixou sozinho por no maximo meia hora e isso foi o tempo suficiente para eu colocar foto na casa! Sério, quis fazer ovo cozido mas não sabia como, então eu peguei uma caneca, enchi de óleo, coloquei dois ovos dentro, liguei o fogo e pra completar ainda fui pra rua! Até que a vizinha me fala “Rafinha… acho que sua casa esta pegando fogo” eu já imaginei na surra que ia levar, então eu fui correndo com um monte de balde d’água e fiquei jogando até apagar. A surra veio do mesmo jeito já que as paredes estavam todas preta.
     
    Outra vez fui esquentar café e pensei, o que acontece se eu colocar fogo na pontinha da minha camiseta, enfim… coloquei e não consegui a apagar e então comecei a pegar fogo e sai correndo na rua e gritando “fogoooo… fogooooo” tenho as cicatrizes até hoje.
     
    E aventura que é conseguir dinheiro da mãe ou da avó para comprar doce, essas eram sempre as mais radicais, certa vez não consegui da minha avó então eu joguei um litro de detergente dentro do suco dela, tadinha… a velhinha passou uma semana vomitando, foi uma aventura tentar fazer que todo mundo acreditasse em mim e que não tinha sido eu, mas essa foi fail.

  • Ser_gio

    Pensando bem pular de bung-jump parece mais tranquilo que um fds com a sogra…

  • Ser_gio

    Pensando bem pular de bung-jump parece mais tranquilo que um fds com a sogra…

  • Ser_gio

    Pensando bem pular de bung-jump parece mais tranquilo que um fds com a sogra…

  • Republica503

    Sou piloto de parapente. Sofri uma queda sem rádio e fiquei por 1 hora sem resgate. Depois mevei mais 4 horas pra chegar ao hospital, mais 4horas pra fazer raio-x e constatar fratura na bacia e punho esquerdos. Levei 4 meses pre me recuperar quando o esperado era 6 meses. Enquanto isso meu casamento acabou. Hhahahahah. Não tenho trauma. Gostaria muito de ser um dos sorteados a pular de paraquedas. Pablo Werneck

  • Bruno Andrade

    João, você é um GÊNIO da escrita… nada a acrescentar!

  • Bruno Andrade

    João, você é um GÊNIO da escrita… nada a acrescentar!

  • http://naotevesorte.blogspot.com/ NaoTeveSorte

    Domar leões é mais fácil do que passar o final de semana com a minha sogra, hehehe

  • winchesterhacker

    acessem ae gaera http://www.winchesterhacker.com.br/

  • http://www.facebook.com/people/Leonardo-Nunes/1216864931 Leonardo Nunes
  • Victor Rodrigues

    Parabéns Arthur… Merecido histórias da vida são as melhores aventuras e são as que trazem os melhores aprendizados.

    Valew Pela Mensão Honrosa Papo de Homem… 

  • Anônimo

    Justa a escolha e parabéns ao “vencedor”.. que se divirta no fim-de-semana para compensar por sua prévia aventura…

    sorte minha que passei os 4 anos sem esperimentar esse tipo de aventura radical (embora tenha me formado e agora more com minha avó…)

  • http://twitter.com/Igor_Trevisan Igor Trevisan

    Sou um grande apreciador de adrenalina, gosto de esportes radicais e sempre que possível os pratico. Já tive muitas aventuras interessantes, porém a que me proporcionou melhores níveis de adrenalina foi transar atrás de uma árvore, em uma rua (calçada) demasiadamente movimentada, sem ninguém perceber (eu acho).

    É interessante a evolução humana. Mais interessante ainda é perceber (cair na real), que o ambiente mais hostil está em nossa casa, em nossos relacionamentos.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti
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