10 peças perturbadoras de propaganda nazista para jovens

Luciano Ribeiro

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Houve um tempo no qual o termo propaganda tinha ares mais neutros. Se isso mudou para um sentido que leva mais para o lado da persuasão, provavelmente é, em grande parte, por causa do papel que o nazismo deu a ela.

Hitler e Goebbels dedicaram um esforço especial para descobrir como utilizar-se da propaganda em favor do regime nazista, moldando o comportamento dos alemães de acordo com aquilo que era de seu interesse. E isso teve um impacto bem potente, principalmente por causa do foco estrategicamente aplicado a convencer e doutrinar crianças e jovens.

Hitler acreditava que a devoção deveria ser cultivada desde cedo. Por isso, jovens impressionáveis eram levados a treinamento e sofriam uma espécie de lavagem cerebral para serem fiéis seguidores do regime, capazes de dar a vida em atividades extenuantes, caso fosse preciso.

Os perigos da estratégia ficam evidentes quando analisamos os números pós-Segunda Grande Guerra: durante a batalha de Berlim, em 1945, a Juventude Hitlerista foi colocada em batalha e dizimada. Diz-se que apenas dois membros da organização que estavam envolvidos no combate sobreviveram.

Rostos sorridentes e bonitos, posturas imponentes, discursos otimistas. Muitas das técnicas de propaganda usadas ainda hoje compartilham dessa origem. Podemos encarar isso como um lembrete do poder e da responsabilidade que temos ao criar ou consumir material publicitário.

Talvez, os interesses sejam bem piores do que pode parecer quando rimos das sacadinhas bem humoradas dos comerciais.

“O nariz judeu é curvado, parece o número 6…”

1-The-Jewish-nose-is-bent-It-looks-like-the-number-six

“A juventude serve ao líder: todas as crianças de 10 anos na Juventude Hitlerista”

10-Youth-Serves-the-Leader-All-10-Year-Olds-in-the-Hitler-Youth

“A juventude serve ao líder: todas as crianças de 10 anos na Juventude Hitlerista” (Versão Feminina)

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“Coletor de papel Ariano”

3-Aryan-Paper-Drive

“O estudante alemão luta pelo Führer e pelas pessoas”

4-The-German-Student-Fights-for-the-Fuhrer-and-the-People

“Construa lares e albergues para a Juventude”

5-Build-Youth-Hostels-and-Homes

“Cada garota pertence a nós”

6-Every-Girl-Belongs-to-Us

“1933: Estudantes e professores judeus expulsos das escolas”

7-1933-Jewish-students-and-teachers-expelled-from-schools

“Crianças, o que vocês sabem do Führer?”

8-Children-What-Do-You-Know-of-the-Fuhrer

“Degeneração das pessoas = morte”

9-Peoples-DegenerationPeoples-Death

Luciano Ribeiro

Editor do PapodeHomem, ex-designer de produtos, ex-vocalista da banda Tranze. Tem um amor não correspondido pela ilustração, fotografia e música. Volta e meia grava músicas pelo Na Casa de Ana. Está no Twitter, Facebook e Google+.


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  • Juan Carlos

    Muito bom, não mudou muito hoje em dia, só está mais subliminar…

  • pai gay

    Muito interessante e assustador, mas se imaginarmos o contexto da época… acho que a propaganda antigay que alguns seitas fazem tem este tom!

  • Mateus Dias

    Penso eu que existe um excesso de culpa nos nazista,nao que eles estejam certos,mas hoje os americanos sao retratado em filmes e principalmente em jogos como os herois,sendo que eles sao tao culpados como os nazistas…Emfim, todos lideres mundiais que participaram da guerra sao culpados.

    • Abobrino

      Esse dias estava pensando que qualquer líder envolvido numa guerra pode ser visto como “monstro”, basta alterar a perspectiva. Homens tidos como grandes generais do passado, como Alexandre o Grande, Sun Tzu (autor do cultuado “A Arte da Guerra”) ou Gengis Khan do ponto de vista dos povos conquistados eram os Hitler’s do passado.

      Só para constar, eu reconheço que ele fez atrocidades sim, mas consigo enxergar ele apenas como mais um líder do passado que fez mal a um povo específico, como tantos outros.

      • Mateus Dias

        Concordo

      • André Fialho

        Igualar Hitler a outros líderes, principalmente de outras temporalidades, é um pecado capital para a História, assim como enxergar apenas os grandes nomes. Não se trata de culpar os líderes de guerra, mas de perceber como boa parte da população aderiu a certos discursos hoje vistos como abomináveis. Assim, evitam-se perigos como afirmar que Hitler fez lavagem cerebral. Isso parece inocentar aqueles que sonharam com o III Reich e colaboraram com tal projeto.

        Além do mais, claro que as visões sobre o ideal nazi foram variadas na História. É só atentar à década de 1930, principalmente, e ver grupos sociais de variadas localidades abraçando esse discurso totalitário (os franceses em Vichy, por exemplo). Mas vale lembrar que tratar o nazismo apenas como uma ideologia qualquer é negligenciar a barbárie que isso representa — e não se trata “apenas” de antissemitismo! Cuidado, “o sono da razão produz monstros”.

      • Pedro

        Os Japoneses fizeram coisas iguais ou piores, porque só focam nos alemães ?

      • Thiago Ferreira Santos

        Os Japoneses assumiram seus erros, que principalmente consistia em uma rusga com a china e por isso tomaram o lado nazista. Infelizmente escolheram o lado errado da guerra (o lado de dentro) e aliaram-se aos ideais nazi-fascistas.

        Mas como foi dito nos comentários, não houveram santos em nenhum lado, pois se Hitler e os nazistas eliminaram tantos judeus, ciganos e outras minorias, era porque no começo, se não houve aval das autoridades internacionais, houve pelo menos negligência…

      • Vinícius Neves Motta

        Falar que os japoneses assumiram os seus erros é um erro gravíssimo. Só em 1992 o Japão assumiu o caso das mulheres de conforto, mesmo tendo sido denunciado no inicio da década de 70 ou 80(se eu não estiver errado em datas, pode ser antes). Não só isso, eles ainda negam veementemente o massacre de Nanjing em 37. Por fim, o Japão até hoje se conserva extremamente conservador, a ideia de Pan-asianismo ainda existe, a ideia de superioridade da etnia japonesa persiste, o LDP, partido conservador que tá no governo agora, recentemente, distribuiu panfletos sobre reprodução de japoneses sangue-puros por que os japoneses não tem tido taxa de natalidade o suficiente para manter a população. Não entrarei nem no mérito do machismo desses panfletos.

        E não, não se consistia só em uma rusga com a China. Sim, existia uma rivalidade entre Japão e China, afinal, a China foi dominante por 2000 anos, quase, no Leste Asiático. A ideia de que o japonês era uma raça superior e que conseguira misturar perfeitamente o tradicional com o tecnológico era forte. Muitos países não perceberam isso, por isso de bom grado aceitavam os japoneses “liberando” eles. Deu merda depois.

      • Roger Monteiro

        O japoneses foram redimidos pela opinião pública histórica por conta de duas coisas: Fat Man e Little Boy.

      • Thiago Ferreira Santos

        O que quis dizer em assumir o erro, foi ter se rendido.
        quanto as questões de xenofobismo e segregação, ainda hoje o japão tem essa “tradição”.
        há tantos podres por trás das guerras.

      • Abobrino

        E na China então? Mao Tsé = Hitler de olho puxado. O partido comunista chinês até hoje se espelha em seus ideais, mas isso não é problema para os EUA nem a Europa, afinal ninguém quer ter problemas com a galinha dos ovos de ouro.

      • José Geraldo Gouvêa

        Por racismo.

        As pessoas imaginam que os japoneses, por serem asiáticos e egressos recentes de uma civilização milenar, seriam “primitivos” e seria natural fazerem o que fizeram. Mas consideram inexplicável que a pátria de Kant, Nietzsche, Schopenhauer, Bach, Beethovem, Schuman, Goethe, Gödel, etc. pudesse fazer aquilo.

      • Abobrino

        É necessário lembrar que graças a dificuldade de transmitir informações na época nem todo mundo sabia exatamente o que estava acontecendo com os judeus. Muito da simpatia que o nazismo conseguiu na época durante os primeiros anos se deve a isso. Não que as pessoas que o apoiaram fossem inocentes, longe disso, mas a maioria não viu nenhuma criança judia sendo fuzilada ou coisas parecidas.

        Será que se não existisse nenhuma foto de corpos empilhados em campos de concentração nem sobreviventes contando os horrores que viveram nosso repúdio ao nazismo seria o mesmo? Ou nossa visão sobre ele seria mais, digamos, técnica?

      • André Fialho

        É bom problematizar a ideia do Holocausto para não cair em simplismos, sim (mas, claro, evitando certos revisionismos). Nem todos sabiam tudo que acontecia (ou melhor, o que foi acontecendo, já que se trata de um processo que se oficializa como política de Estado nos anos 1930), mas também não se pode inocentar e negar o antissemitismo de diversos grupos — não só de origem alemã. E a França? O Caso Dreyfus é clássico pra se analisar o antissemitismo por lá, além do anticomunismo. Marc Bloch chamaria de “estranha derrota”, o armistício francês e o colaboracionismo de Vichy. Não foi fruto apenas de domínio militar, mas de identificação fortíssima com os ideais nazi.

        (Não é a toa que esse período na história francesa seria transformado na memória dos anos seguintes. Assim como aconteceu a respeito da ditadura civil-militar de 1964, a memória social já não se identificava com os valores do passado e tratou de mudá-lo. Ficaria a imagem da sociedade vitimizada, que saiu de um pesadelo — criação de um mito.)

      • Amigo

        “Certos discursos abomináveis”? Por favor, me passe um desses “discursos abomináveis” que hitler fez. Eu estou estudando a alemanha nazista e não vi nenhum discurso abominável, aliás eram até bons. Vejam estes discursos para verem o quão “abominável” ele era http://www.youtube.com/watch?v=qISYII6ygP4&bpctr=1383601754

      • José Geraldo Gouvêa

        Então você vai julgar um político pelos seus discursos?

  • Welington Leal

    Hitler apareceu como uma alternativa ao liberalismo americano, que perdeu a moral com a crise de 29 e ao comunismo soviético, que ameaçava as elites ao atiçar as massas.

    O líder alemão elegeu um inimigo , os judeus e os estrangeiros, e uniu a Alemanha num ideal nacionalista de bem estar aos “nativos puros”. Uma ideia sedutora.

    Inflou a psique da população com uma teoria de supeoridade com o Estado como governante de toda o destino da nação.

    O amago dessa mistura vemos nas propagandas e no discurso politico hoje em dia, claro que não tão radical. Nos acostumamos com os controles, mas o Estado e o nacionalismo é forte no país.

    Veja as reportagens que enaltecem a nação, veja como as noticias internacionais tem criticas que subjetivamente dizem que estamos otimos.

    Perceba a dificuldade de um estrangeiro trabalhar no Brasil, veja a nossa legislação trabalista, vejo como foi criticado o programa mais médicos.

    Hitler e o nazismo estão vivos, escondidos, mas ainda tem relevancia.

    INFELIZMENTE são poucos que percebem e menos os que denunciam.

    • Philos77

      “comunismo soviético, que ameaçava as elites ao atiçar as massas.”

      Esse é o “problema” do regime stalinista então?

      Nossa, e eu que achava que tinha sido o regime mais genocida da história veja você…

      • Welington Leal

        Para as elites esse era o problema, trocar a elite deles, pela elite do partido comunistas. Os nazistas aceitavam a elite dona do capital, desde que se juntassem a eles.

        No final das contas, a briga é manter o status quo.

        Não que eu perdoe os stalinistas, muito pelo contrario.

        Prefiro a democracia, ainda que tenha contradições e problemas, pelo menos não temos expurgos e censura.

  • Diego Guzzi Felix da Silva

    Existe um filme alemão chamado Dresden o inferno que foi lançado em DVD no Brasil que conta como os aliados bombardearam a cidade alemã com bomba com mais de 10000 graus celsius alem de contar como era a vida da sociedade alemã nos momentos finais da Segunda Guerra Mundial.

  • mczanetti

    Essa matéria me lembrou um episódio do Pato Donald que um professor de História havia mostrado a minha turma, no ensino médio:
    http://www.youtube.com/watch?v=dlK8yfOdweg

    Ele basicamente mostra o Donald sonhando, e nesse sonho ele mora na Alemanha nazista. Não vou estragar a surpresa, assistam o episódio, é hilário.

    Deixando um adianto pra discussão, o episódio é instrumento da propaganda americana, utilizada no esforço de guerra. Como praticamente todos os personagens da Dysney, mais ou menos.

    • eduardo

      Será que a Alemanha não tinha seus motivos?
      Quais motivos tem os Estados Unidos em atacar o Iraque.
      Não é a mesma coisa?

      • Mauro Salles

        A força militar é natureza de qualquer nação, assim como a violência é natural de qualquer ser humano, basta provocá-lo, dar motivos e contrariar interesses que todos, sem exceção se utilizam como ultimo recurso o meio violento para conquistar, resolver ou solucionar questões.

        Foi assim com o fascismo de Mussolini, com o nazismo de Hitler, com o comunismo de Lenin e Stalin, com a democracia de Roosevelt (Hiroshima e Nagasaki) e até mesmo com o Getulismo onde a perseguição e morte aqui no Brasil correu solta.

        Não há uma nação no planeta que não tenha tido um governante que não perseguiu e matou seus adversários.
        Não se trata do requinte ou perversidade de como a morte ocorreu, trata-se da morte, da execução em si como meio de atingir o poder.

        Assim, como absolver esse ou aquele lider ou governo por seus métodos que no fundo são todos iguais, ganham apenas maquiagem e capas diferenciadas mas com o conteúdo exatamente idêntico.

        Parece que a máxima sempre existirá e sempre será praticada na idéia tão antiga quanto a origem do homem, mas tão atual quanto o baladão do lelecule, “os fins justificam os meios”!

  • Marcela

    Me espanta ver pessoas minimizando as intenções nazistas aqui nos comentários. No período histórico de Gengis Khan ou de Alexandre o Grande, o mundo ocidental estava conhecendo, por assim dizer, os povos não ocidentais. Não justifica atrocidades cometidas por esses líderes/generais, mas compara-los ao nazismo… Putz! O nazismo foi um movimento estruturado no início do século XX, qd já havia conhecimento do mundo como um td e algo chamado “diplomacia” já tinha bases profundas. E as intenções não eram de conquista de território de maneira simplista, mas de supremacia de uma raça/etnia sobre todas as outras com um mundo inteiramente conhecido (repito). Bem diferente da Antiguidade por exemplo. É importante pesquisar pra evitar equivocos.

    • Abobrino

      E o que o fato do mundo ser inteiramente conhecido ou não tem a ver com isso? E desde quando a supremacia não era importante nos tempos antigos?

      Cuidado ao supervalorizar a questão da supremacia de uma raça sem efetuar a devida temporização. O fato de viver em uma era industrial alimentava a ideia de um grupo conquistado poder ser eliminado, possibilidade negada no período pré-industrial onde quantidade de mão de obra importava mais. Tivesse o nazismo ocorrido quatro séculos atrás ninguém falaria em acabar com judeus. Subjugar sim, matar não.

      Ademais, a diplomacia não chegou até nós por um senso de amor ao próximo naturalmente emanado dos corações dos líderes graças a evolução da sociedade ou qualquer coisa assim. Apenas quando o poder bélico ficou bem dissolvido e as alianças militares se solidificaram esse negócio de “respeitar fronteiras” passou a valer. Não tem nada a ver com respeito ao próximo, é respeito pelo que podem fazer comigo se eu fizer besteira com ele. Os recém-descobertos casos de espionagem dos EUA são uma prova disso, ainda que pequena – uma fronteira só existe se tem alguém de olho nela.

      O que eleva nossa renúncia ao nazismo é mais o tecnicismo da coisa toda. Não foi uma horda enfurecida de alemães atacando na calada da noite com lanças. Não havia fúria no processo, a coisa toda era como uma grande empresa dedetizando uns ratos no porão. Isso é anti-natural: Quando alguém mata, esperamos ver ódio nos olhos, ver calma nos incomoda e revolta. Isso colabora para que, por exemplo, o genocídio de Ruanda não tenha um décimo da atenção do holocausto judeu: Em Ruanda foi um pandemônio, bem como “deve ser” um genocídio. Horrível sim, mas dentro do esperado.

      Ademais, meu conceito de valor de uma vida independe da minha proximidade histórica com ela. Um chinês morto por catapultas do Gengis Khan não vale menos do que um judeu levando um tiro na cabeça. Mas como eu disse, não temos fotos disso, então…Hitler é mais “malvado”.

      • Marcela

        Em algum momento do meu texto eu disse q a supremacia nao era importante nos tempos antigos? E qd falei q diplomacia tem a ver com amor ao próximo? A ONU foi criada após as 2 guerras mundiais, mas os países já tinham a ideia de limites/fronteiras mto clara, lembra do estopim da 1ª Guerra meu caro? Mexeu no q é “meu” se fode. Vide as colônias da África. Compreendo sua posição sobre o genocídio “olhando nos olhos”, mas a covardia de matar com planejamento, digamos assim, a frieza da situação torna td mto mais requintado e louco, tal qual Hittler. Adoro a discussão, mas recomendo que V. Sª. procure um curso de interpretação de texto antes de julgar as palavras alheias levianamente. Grata pela sua réplica. Abraços

      • Marcelo Costa

        Achei interessante os dois argumentos, contudo Marcela você erra ao tentar ridicularizar as pessoas que argumentam contra você, a pessoa se dispõe a responder seu posicionamento e você simplismente ofende o mesmo deliberadamente, isso é de uma pobreza de espirito sem tamanho.

      • Marcela

        Desculpe, e q tem argumentos q aparentam cegueira histórica, política ou de qq outra ordem. Minha intenção não foi ofender deliberadamente como vc diz. Talvez se eu usasse termos chulos seria uma ofensa deliberada. Minha intenção foi pedir pro sujeito “limpar os óculos” da ideologia.

    • Diogo Cordeiro da Silva

      É marcela, justamente essa imbecilidade que hoje defende o nazismo. que fez com que ele se tornasse gigantesco naquela época.

      Os tempos mudam, mas a imbecilidade humana persiste.

    • Amigo

      Supremacia de uma raça? Ainda acreditam nisto? Me diga, se hitler odiava todas as raças, por que se aliar com LATINOS e JAPONESES?

      • José Geraldo Gouvêa

        1 – Realpolitik
        2 – Ele não odiava todas as raças, apenas algumas delas. Notadamente, judeus, ciganos, eslavos, negros e árabes. Algumas raças não alemãs ele admirava: ingleses, irlandeses, gregos, italianos (especialmente os do norte), holandeses, etc.

        Nesse sentido, a aliança com a Itália faz todo sentido. A do Japão é que é meio fortuita. Mas me parece que ela foi uma compensação por não ter conseguido os EUA.

  • Cristiano Costa

    A discussão mal começou e já vemos a Lei de Godwin.

  • JoaoBeno

    Se tem socialista no nome do partido…

  • Liz

    Não sei se alguém aqui já explicou, mas ficou faltando contextuar a primeira propaganda (que compara nariz de judeus a um 6). 6, no sistema escolar alemão, é a pior nota que uma criança pode tirar. É tipo tirar nota zero. Ou seja, propaganda extremamente preconceituosa, insinuando (bem diretamente na verdade rs) que judeus seriam burros.

  • Alexandre Amorim

    Só sei que concordo sempre com o Carlin, ao lembrar que ele disse:

    “A Alemanha perdeu a guerra, mas o fascismo continua bem vivo!”

  • Mr.X

    O objetivo da propaganda é nojenta, mas arte é linda. Sempre admirei essa arte dos anos 30,45. Os cartazes soviéticos e americanos são mto bonitos e detalhados.

  • amigo

    As primeiras leis de proteção aos animais e ao ambiente foram feitas no regime nazista de Hitler. Proibiram o uso de fumo e cigarro em lugares públicos a fim de evitar com que esse mal se espalhe.

  • David Lacerda Costa

    Só tenho a dizer que o Nazismo promulgou uma política de erradicação semita em uma época onde o anti-semitismo já era um conceito secular.
    Durante a peste negra os judeus foram acusados de contaminarem a água com a doença, o ultra-nacionalismo que eclodiu na I Grande Guerra só alimentou mais ainda esse tipo de pensamento, com a derrota Alemã, abriu-se margem para que pensamentos fossem muito disseminados em uma Economia onde um misero pão custava 1bilhão de marcos alemães.
    A Segunda Guerra foi a consequência da Primeira, Hitler surgiu como líder em um campo fértil, aproveitando de um pensamento da época, quem leu a biografia do mesmo escrita por Joachim Fest vai saber melhor sobre o assunto.
    O Fuhrer só utilizou-se de algo existente e levou a níveis nunca antes conhecidos, lembremos que não só Judeus morreram, mas ciganos, negros e homosexuais.
    Continuar vendo o Nazismo sobre os ditames ensinados nas escolas é querer só enxergar o mundo sobre a perspectiva que é mais conveniente e menos libertadora.

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